Uma publicação da Igreja Batista da Lagoinha1ª Edição: outubro/2011Transcrição:Eva Vilma Leão R. JúlioCopidesque:Adriana S...
5O verdadeiroamorCantar, pintar, descrever o amor é um desafio.E todas as pessoas, de todas as raças, ao longoda história,...
6conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós,sendo nós ainda pecadores.”No evangelho de Marcos, capítulo 15, a partird...
7um tumulto haviam cometido homicídio. Vindo amultidão, começou a pedir que lhes fizesse comode costume. E Pilatos lhes re...
8Então, conduziram Jesus para fora, com o fim deo crucificarem. E obrigaram a Simão Cireneu, quepassava, vindo do campo, p...
9hora sexta, houve trevas sobre toda a terra atéa hora nona. À hora nona, clamou Jesus em altavoz: Eloí, Eloí, lama sabact...
10
11ProfundatristezaEm alguns países existe uma sentença apli-cada pelo poder judiciário que executa a pes-soa que foi conde...
12momento. Certamente é uma agonia terrível,viver esperando morrer. Dormir pensando queessa poderá ser a última noite. Ans...
13Voltando à Barrabás, tente imaginá-lo nofundo do cárcere. Como deveria ser a cela dele,fria, úmida, suja, escura, caract...
14“E, saindo, foi, como de costume, para omonte das Oliveiras; e os discípulos o acompa-nharam. Chegando ao lugar escolhid...
15cada oportunidade de sentir a vida. Mas podeser também que outra pessoa condenada àmorte tivesse um comportamento distin...
16Então, a partir dessa noite, começou todoo sofrimento vicário de Jesus. Por meio deum beijo dado por Judas Iscariotes, E...
17foi levado a Pilatos, o governador, que “o in-terrogou: És tu o rei dos judeus? RespondeuEle: Tu o disse. Então os princ...
18
19Que amoré esse?Jesus nunca fez mal algum. Ele não era homi-cida. Não era ladrão. Jesus jamais feriu alguémnem mesmo com ...
20Poderia ser alguém letrado ou ignorante, pobreou rico, feio ou bonito, branco ou preto, saudá-vel ou doente, anônimo ou ...
21tempo Barrabás e seus dois companheiros esta-vam presos, apenas que eles estavam sentencia-dos e seriam executados no ou...
22execução de Barrabás, e depois de escutar aspessoas gritando seu nome, passou ouvir ape-nas: “crucifica-o!” Seus dois ou...
23condenação também, toda a raça humana estádebaixo de condenação, e não há um justo, nemum sequer. Conforme está registra...
24ver o agente, Barrabás tentou se esconder ain-da mais, indo para o fundo escuro da cela, masa visita desse soldado foi s...
25poderia ter perguntado a outro homem: “Qualo seu nome?” Ele responde: “Meu nome é Barti-meu”, conhecido também como o ce...
26constrangimento, surpresa, alguns sentimentosque podem ter atingido o coração de Barrabás,que olhava o corpo inerte de J...
27perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ouespada? Como está escrito: Por amor de ti, so-mos entregues à morte o dia t...
28
29Porque Deusamou de talmaneira...“Porque Deus amou ao mundo de tal manei-ra que deu o seu Filho unigênito, para que todoo...
30ação contra ele. Pode ser que ele tenha en-tendido: “Eu estou nele, por isso estou liberto.Ele tomou o meu lugar.” Pode ...
31defeitos e maldade, causava temor às pesso-as que ouviam o seu nome. Esse homem nãoapresentava nenhuma qualidade que pud...
32o lugar dele na hora da execução, setecentosanos antes. “Ele foi traspassado pelas nossastransgressões, moído e pelas su...
33momento, mas durante toda a sua vida. Tudoisso porque “ninguém tem maior amor do queeste: de dar alguém a própria vida e...
34
35
36
37JESUS TEAMA E QUERVOCÊ!1º PASSO: Deus o ama e tem um planomaravilhosoparasuavida. “PorqueDeusamouomundodetalmaneiraquede...
382º PASSO: O Homem é pecador e estáseparado de Deus. “Pois todos pecaram e ca-recem da glória de Deus.“ (Rm 3.23b.)3º PAS...
39ciso de Ti, confesso-te o meu pecado de estarlonge dos teus caminhos. Abro a porta do meucoração e te recebo como meu ún...
40Uma publicação da Igreja Batista da LagoinhaGerência de ComunicaçãoRua Manoel Macedo, 360 - São CristóvãoCEP: 31110-440 ...
Livro ebook-a-maior-prova-de-amor
Livro ebook-a-maior-prova-de-amor
Livro ebook-a-maior-prova-de-amor
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Livro ebook-a-maior-prova-de-amor

497 visualizações

Publicada em

a maior prova de amor

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
497
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Livro ebook-a-maior-prova-de-amor

  1. 1. Uma publicação da Igreja Batista da Lagoinha1ª Edição: outubro/2011Transcrição:Eva Vilma Leão R. JúlioCopidesque:Adriana SantosRevisão:Nicibel SilvaCapa e Diagramação:Matheus Freitas
  2. 2. 5O verdadeiroamorCantar, pintar, descrever o amor é um desafio.E todas as pessoas, de todas as raças, ao longoda história, tentaram expressá-lo de muitas ma-neiras. Mas posso dizer sem a menor chance deerrar, que ninguém expressou esse sentimentode maneira tão sublime e verdadeira como Deus,enviando Jesus, seu Filho unigênito, para morrerem nosso lugar. Em Romanos capítulo 5, verso 8,lemos: “Mas Deus prova o seu próprio amor para
  3. 3. 6conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós,sendo nós ainda pecadores.”No evangelho de Marcos, capítulo 15, a partirdo verso 1, temos o texto sobre a morte de Jesus.Ele demonstra claramente a paixão de Cristo pelahumanidade, o quanto Ele sofreu e padeceu poramor. E se ainda não teve, você terá agora a opor-tunidade de lê-lo prestando atenção em todos osdetalhes desse fato, dessa doação de amor quemudou a história das nossas vidas. Confira:“Logo pela manhã, entraram em conselho osprincipais sacerdotes com os anciãos, os escribase todo o Sinédrio; e, amarrando a Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. Pilatos o interrogou:És tu o rei dos judeus? Respondeu Jesus: Tu o di-zes. Então, os principais sacerdotes o acusavamde muitas coisas. Tornou Pilatos a interrogá-lo:Nada respondes? Vê quantas acusações te fazem!Jesus, porém, não respondeu palavra, a pontode Pilatos muito se admirar. Ora, por ocasião dafesta, era costume soltar ao povo um dos presos,qualquer que eles pedissem. Havia um, chamadoBarrabás, preso com amotinadores, os quais em
  4. 4. 7um tumulto haviam cometido homicídio. Vindo amultidão, começou a pedir que lhes fizesse comode costume. E Pilatos lhes respondeu, dizendo:Quereis que eu vos solte o rei dos judeus? Pois elebem percebia que por inveja os principais sacer-dotes lho haviam entregado. Mas estes incitarama multidão no sentido de que lhes soltasse, depreferência,Barrabás.MasPilatoslhesperguntou:Que farei, então, deste a quem chamais o rei dosjudeus? Eles, porém, clamavam: Crucifica-o! MasPilatos lhes disse: Que mal fez ele? E eles gritavamcada vez mais: Crucifica-o! Então, Pilatos, queren-do contentar a multidão, soltou-lhes Barrabás; e,após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para sercrucificado. Então, os soldados o levaram paradentro do palácio, que é o pretório, e reuniramtodo o destacamento. Vestiram-no de púrpura e,tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram nacabeça. E o saudavam, dizendo: Salve, rei dos ju-deus! Davam-lhe na cabeça com um caniço, cus-piam nele e, pondo-se de joelhos, o adoravam.Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe apúrpura e o vestiram com as suas próprias vestes.
  5. 5. 8Então, conduziram Jesus para fora, com o fim deo crucificarem. E obrigaram a Simão Cireneu, quepassava, vindo do campo, pai de Alexandre e deRufo, a carregar-lhe a cruz. E levaram Jesus parao Gólgota, que quer dizer Lugar da Caveira. De-ram-lhe a beber vinho com mirra; ele, porém, nãotomou. Então, o crucificaram e repartiram entresi as vestes dele, lançando-lhes sorte, para ver oque levaria cada um. Era a hora terceira quandoo crucificaram. E, por cima, estava, em epígrafe,a sua acusação: O REI DOS JUDEUS. Com ele cru-cificaram dois ladrões, um à sua direita, e outroà sua esquerda. E cumpriu-se a Escritura que diz:Com malfeitores foi contado. Os que iam passan-do, blasfemavam dele, meneando a cabeça e di-zendo: Ah! Tu que destróis o santuário e, em trêsdias, o reedificas! Salva-te a ti mesmo, descendoda cruz! De igual modo, os principais sacerdotescom os escribas, escarnecendo, entre si diziam:Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se;desça agora da cruz o Cristo, o rei de Israel, paraque vejamos e creiamos. Também os que comele foram crucificados o insultavam. Chegada a
  6. 6. 9hora sexta, houve trevas sobre toda a terra atéa hora nona. À hora nona, clamou Jesus em altavoz: Eloí, Eloí, lama sabactâni? Que quer dizer:Deus meu, Deus meu, por que me desamparas-te? Alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, di-ziam: Vede, chama por Elias! E um deles correua embeber uma esponja em vinagre e, pondo-ana ponta de um caniço, deu-lhe de beber, di-zendo: Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo! MasJesus, dando um grande brado, expirou. E o véudo santuário rasgou-se de em duas partes, dealto a baixo. O centurião que estava em frentedele, vendo que assim expirara, disse: Verdadei-ramente, este homem era o Filho de Deus.”(Mar-cos 15.1-39.)Essa é a maior manifestação e prova de amorjá existentes. Deus não precisava fazer nada dis-so, mas Ele fez para que você e eu pudéssemoscompreender um pouco a imensidão do amorque sente por nós, da paixão que Ele nutre pelasnossas vidas.
  7. 7. 10
  8. 8. 11ProfundatristezaEm alguns países existe uma sentença apli-cada pelo poder judiciário que executa a pes-soa que foi condenada pelo Estado, é a penade morte. Normalmente, nos presídios existeuma ala chamada corredor da morte, no qualficam os sentenciados. Os que vão morrer,seja na forca, na cadeira elétrica, na câmara degás, ficam nesse local por meses e até anos àespera da morte, que pode chegar a qualquer
  9. 9. 12momento. Certamente é uma agonia terrível,viver esperando morrer. Dormir pensando queessa poderá ser a última noite. Ansiedade dever que a vida será tirada. A pena de morte éaplicada aos criminosos, pessoas culpadas, talcomo Barrabás. Ele não tinha qualquer tipo devalor aos olhos do mundo, provavelmente co-meteu muitos delitos, motins, homicídios. Bar-rabás foi condenado à morte por muitos crimescometidos, e esta não aconteceria por meio daforca, guilhotina, mas pela crucificação, queera a maneira mais terrível. Lenta, dolorosa,agonizante... A pessoa levava pelo menos cin-co dias para morrer. Nesse texto sagrado queestamos analisando, a crucificação seria numasexta-feira, e para que os corpos, que eram trêsao todo, não ficassem agonizando no sábado emais dias, as pernas seriam quebradas, ficandoimpossibilitadas de sustentarem o peso do cor-po, assim a sobrecarga deste aceleraria a morte.Mas não fizeram isso com Jesus porque quandoquebraram as pernas dos outros homens, Ele jáhavia rendido seu espírito.
  10. 10. 13Voltando à Barrabás, tente imaginá-lo nofundo do cárcere. Como deveria ser a cela dele,fria, úmida, suja, escura, características do es-paço de um condenado na prisão. Acredito queuma pessoa condenada à execução por forcacostuma passar a mão no pescoço todo o mo-mento, mas alguém condenado à morte porcrucificação deveria olhar para as mãos daspessoas, mas o nosso Jesus Cristo não teve essaatitude. Ele sabia que os cravos iriam traspassaras suas mãos e os seus pés, e sofreu muito porisso, sentiu profunda agonia por tudo que iriapassar, principalmente por causa da comunhãoque seria quebrada entre Ele e o Pai na hora emque Ele sugaria todo o pecado mundano. A Bí-blia nos fala sobre isso no evangelho de Lucas,capítulo 22. O lugar escolhido pelo Senhor paraviver seus últimos momentos foi o jardim Get-semani. Neste local os soldados o encontrarame o prenderam. Mas antes de ser preso, Cristofoi moído em sua alma a ponto de lhe seremextraídas“gotas de sangue”, conforme lemos notexto sagrado:
  11. 11. 14“E, saindo, foi, como de costume, para omonte das Oliveiras; e os discípulos o acompa-nharam. Chegando ao lugar escolhido, Jesuslhes disse: Orai, para que não entreis em tenta-ção. Ele, por sua vez, se afastou, cerca de um tirode pedra, e, de joelhos, orava, dizendo: Pai, sequeres, passa de mim este cálice; contudo, nãose faça a minha vontade, e sim a tua. Então, lheapareceu um anjo do céu que o confortava. E,estando em agonia, orava mais intensamente. Eaconteceu que o seu suor se tornou como gotasde sangue caindo sobre a terra.” (Lucas 22.39-44.)Havia uma sentença sobre Jesus. Ele já tinhasido julgado, condenado, e estava a poucashoras da execução. Cristo seria morto no outrodia, Ele não estava aguardando numa cela poresse momento. Era questão de horas, de o diaamanhecer. Talvez alguém que tivesse nessacondição procurasse aproveitar cada momentoda vida. Até o modo como respirar poderia mu-dar, prenderia o ar e o soltaria mais lentamen-te, como se pudesse aproveitar cada segundo,
  12. 12. 15cada oportunidade de sentir a vida. Mas podeser também que outra pessoa condenada àmorte tivesse um comportamento distinto. Pas-sando a se refugiar ainda mais no fundo do cár-cere. A Bíblia não fala como Barrábas se sentia,qual era o comportamento dele quando estevepreso. Ele não sabia do que estava acontecendodo lado de fora, dos comentários, do corre-cor-re desenfreado das pessoas. A noite que ante-cedeu a execução de Barrabás, Jesus Cristo foipreso, e esse fato mudou toda a história dessecriminoso. Quando Cristo orou: “Pai, se queres,passa de mim este cálice; contudo, não se faça aminha vontade, e sim a tua”, Ele não fez esse pe-dido a Deus porque sentia medo da morte. Essenão era um desabafo de alguém desesperadopor conta da execução que iria sofrer. Comodisse, Jesus estava triste porque sabia que nomomento em que absorveria todo pecado dahumanidade, aconteceria por um instante aseparação entre Ele e o pai, e isso jamais haviaacontecido. A comunhão entre Ele e o Pai nun-ca havia sido quebrada.
  13. 13. 16Então, a partir dessa noite, começou todoo sofrimento vicário de Jesus. Por meio deum beijo dado por Judas Iscariotes, Ele foientregue aos soldados, que o amarraram e olevaram para ser interrogado pelos líderes daépoca. Foi traído por um que se dizia Seu se-guidor, que assentou à mesa na última Ceiaque Ele ministrou. Foi negado três vezes porPedro quando o perguntaram se ele o conhe-cia: “Não sei quem é Ele, não o conheço.” Trêsvezes Pedro descaradamente negou a Jesus.Durante três anos e meio Jesus cobriu esseshomens com as suas “asas”, com a sua miseri-córdia, mas eles retribuíram o amor que rece-beram com ingratidão.E do outro lado da história, estava Barrabás,ainda sem saber o que aconteceria na sua vida.E “logo pela manhã, entraram em conselho osprincipais sacerdotes com os anciãos, os escri-bas e todo o Sinédrio; e, amarrando a Jesus,levaram-no e o entregaram a Pilatos.”(Capítulo15). Como uma ovelha amarrada, diante dosseus tosquiadores, arrastada, Jesus, o Cristo,
  14. 14. 17foi levado a Pilatos, o governador, que “o in-terrogou: És tu o rei dos judeus? RespondeuEle: Tu o disse. Então os principais sacerdoteso acusavam de muitas coisas.” Mas do que po-deriam acusar o Senhor?
  15. 15. 18
  16. 16. 19Que amoré esse?Jesus nunca fez mal algum. Ele não era homi-cida. Não era ladrão. Jesus jamais feriu alguémnem mesmo com palavras. Ele nunca espoliouuma pessoa. Jesus nunca errou, nunca pecou,então porque acusá-lo, condená-lo? Somente deuma atitude poderiam acusá-lo, a de amar. Amarcomo ninguém jamais amou. Jesus foi e é apenasamor. Não há uma pessoa que tenha sido rejeita-da pelo Senhor. Ele não foi indiferente a ninguém.
  17. 17. 20Poderia ser alguém letrado ou ignorante, pobreou rico, feio ou bonito, branco ou preto, saudá-vel ou doente, anônimo ou notável, que Jesus otocava. O toque de Jesus era sentido por aquelesque ninguém abraçava nem beijava. Cristo ama-va todo o tipo de pessoa, ama e sempre amará.Mas muitos ainda não entenderam isso, e fize-ram do cristianismo simplesmente uma religião,totalmente distante daquilo que era o sonho doSenhor.Os versos 4, 5 e 6 de Marcos 15 dizem: “Tor-nou Pilatos a interrogá-lo: Nada respondes? Vêquantas acusações te fazem! Jesus, porém, nãorespondeu palavra, a ponto de Pilatos muito seadmirar. Ora, por ocasião da festa, era costumesoltar ao povo um dos presos, qualquer que elespedissem.”Como de costume, no dia da Páscoa, qualquercriminoso, por mais terrível que fosse, poderiaser liberto se o povo pedisse liberdade para ele. E“Havia um, chamado Barrabás, preso com amoti-nadores, os quais em um tumulto haviam come-tido homicídio.” (Verso 7.) Não sabemos quanto
  18. 18. 21tempo Barrabás e seus dois companheiros esta-vam presos, apenas que eles estavam sentencia-dos e seriam executados no outro dia. E era issoque Barrábas também sabia, do que iria aconte-cer com ele. Ele não sabia do que estava aconte-cendo e do que estava por vir.“Vindo a multidão,começou a pedir que lhes fizesse como de cos-tume. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereisque eu vos solte o rei dos judeus?”(Versos 8 e 9.)Note que Pilatos deu àquela gente a oportunida-de de não condenarem um justo, àquele que foiapenas amor, misericórdia e compaixão.“Pois elebem percebia que por inveja os principais sacer-dotes lho haviam entregado. Mas estes incitarama multidão no sentido de que lhes soltasse, depreferência, Barrabás.” (Versos 10 e 11.) QuandoPilatos perguntou ao povo quem ele desejavaque fosse solto, a resposta foi:“Barrabás”!“Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, en-tão, deste a quem chamais o rei dos judeus? Eles,porém, clamavam: Crucifica-o! Mas Pilatos lhesdisse: Que mal fez ele? E eles gritavam cada vezmais: Crucifica-o!” (Versos 12 ao 14.) Era o dia da
  19. 19. 22execução de Barrabás, e depois de escutar aspessoas gritando seu nome, passou ouvir ape-nas: “crucifica-o!” Seus dois outros companhei-ros seriam executados simultaneamente, tudojá estava pronto. Barrabás sabia dos crimes quehavia cometido, ouvia seu nome ser ovacionadoe o pedido para a crucificação. Certamente eledeve ter pensado que tudo estava relacionado aele. Todas as palavras e atos daquele momento.Encontramos nos quatro evangelhos, Mateus,Marcos, Lucas e João, a história de Barrabás. Vocênão vai encontrar a narração sobre os magos oua estrela de Belém, mas o episódio sobre Barra-bás é registrado em todos esses evangelhos. Apalavra Barrabás significa“filho do pai”, e esse pairefere-se ao primeiro, Adão; do qual eu e vocêtambém somos filhos. Pai que pecou e transmitiuo germe maldito do pecado, a semente da rebe-lião. Por isso que o homem é um pecador. Somosrebeldes, acorrentados a vícios, atitudes, lascívia,inveja, e tantos outros pecados. A Escritura dizque o salário do pecado é a morte, e não ape-nas Barrabás, mas todos nós estamos debaixo de
  20. 20. 23condenação também, toda a raça humana estádebaixo de condenação, e não há um justo, nemum sequer. Conforme está registrado na Palavra,somente por meio de Jesus somos reconciliadoscom Deus, e essa verdade está em 2 Coríntios, 5,a partir do verso 18:“Ora, tudo provém de Deus, que nos reconci-liou consigo mesmo por meio de Cristo e nos deuo ministério da reconciliação, a saber, que Deusestava em Cristo reconciliando consigo o mundo,não imputando aos homens as suas transgres-sões, e nos confiou a palavra da reconciliação. Desorte que somos embaixadores em nome de Cris-to, como se Deus exortasse por nosso intermé-dio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vosreconcilies com Deus. Aquele que não conheceupecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele,fôssemos feitos justiça de Deus.”(2 Coríntios 5.18-21.)Barrabás deveria estar desesperado, poispara a ele a hora de ser executado se aproxi-mava. Então, o soldado foi até onde ele estavapara abrir a porta de sua cela. Pode ser que ao
  21. 21. 24ver o agente, Barrabás tentou se esconder ain-da mais, indo para o fundo escuro da cela, masa visita desse soldado foi surpreendente paraele. Ao ouvir seu nome ser pronunciado tevea certeza de que sua hora havia chegado, a demorrer. Porém, o inesperado aconteceu, seriaum milagre? “Vamos, saia Barrabás, você estálivre.” Barrabás passa pela porta, provavelmen-te sem entender nada, caminha pelo corredor,as portas vão se abrindo, sai de sua cela, outraporta se abre, outra grade se abre e ele continuacaminhando. Finalmente, sai da prisão, chega àrua, atravessa os muros de Jerusalém, e quandoele olha no alto do monte vê três cruzes. Então,se aproxima e nota que o da esquerda, era seucompanheiro. O da direita, também. Mas quandoele olha para quem estava no meio, talvez tenhaperguntado: “Quem é ele? O escolhido? Quem éesse que morreu?” Provavelmente, se Barrabástivesse perguntado a uma pessoa que estavaao seu lado sobre aquele que estava ao meio,teria escutado: “Eu era leproso, ele me limpou,minha pele está como a de um bebê.” Também
  22. 22. 25poderia ter perguntado a outro homem: “Qualo seu nome?” Ele responde: “Meu nome é Barti-meu”, conhecido também como o cego que pas-sou a enxergar. Nasci cego, me tornei mendigo,ninguém se importava comigo, mas um dia eugritei por Ele: ‘Jesus, Filho de Davi, tem compai-xão de mim!’ Ele parou, veio ao meu encontroe hoje estou enxergando. Se fosse uma mulher,Barrabás perguntaria: “Quem é ele? Quem évocê?” Essa mulher certamente estaria choran-do:“Meu nome é Maria de Madalena, Eu era umaprostituta, estava possuída por sete demônios,os homens me usavam como objeto, mas um diaeste homem veio e tirou todos os demônios daminha vida. Ele me amou de verdade apesar dequem eu era e o que fazia.” Mais uma perguntaa outra pessoa: “Quem é ele?” A resposta: “Eu mechamo Lázaro, e não sei se você vai acreditar naminha história, mas eu tenho muitas testemu-nhas. Eu morri, fiquei sepultado quatro dias,meu corpo já estava em estado de putrefaçãoe Jesus chegou com voz de autoridade, de po-der e disse: “Lázaro, vem para fora!” Admiração,
  23. 23. 26constrangimento, surpresa, alguns sentimentosque podem ter atingido o coração de Barrabás,que olhava o corpo inerte de Jesus na cruz, emque o sangue gotejava. Logo, a constatação deum fato:“Este é o Messias, o que foi profetizado:‘Ela lhe darás à luz um filho e lhe porás o nomede Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pe-cados dele.’”(Mateus 1.21.) E diante dessa certe-za, esse homem caísse e dissesse:“Eu deveria es-tar ali, eu sou criminoso, Ele é justo. Eu sou umapessoa cheia de ódio, um assassino contumaz,mas Ele é puro amor.”“Que diremos, pois, à vista destas coisas? SeDeus é por nós, quem será contra nós? Aqueleque não poupou o seu próprio Filho, antes, portodos nós o entregou, porventura, não nos darágraciosamente com ele todas as coisas? Quemintentará acusação contra os eleitos de Deus?É Deus quem nos justifica. Quem os condena-rá? É Cristo Jesus quem morreu ou, antes, quemressuscitou, o qual está à direita de Deus e tam-bém intercede por nós. Quem nos separará doamor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou
  24. 24. 27perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ouespada? Como está escrito: Por amor de ti, so-mos entregues à morte o dia todo, fomos con-siderados como ovelhas para o matadouro. Emtodas estas coisas, porém, somos mais que ven-cedores, por meio daquele que nos amou. Por-que eu estou bem certo de quem nem a morte,nem a vida, nem os anjos, nem os principados,nem as coisas do presente, nem do porvir, nempoderes, nem a altura, nem a profundidade,nem qualquer outra criatura poderá separar-nosdo amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nos-so Senhor.”(Romanos 8.31-39.)
  25. 25. 28
  26. 26. 29Porque Deusamou de talmaneira...“Porque Deus amou ao mundo de tal manei-ra que deu o seu Filho unigênito, para que todoo que nele crê não pereça, mas tenha a vidaeterna.” (João 3.16.)Pode ser que Barrabás tenha percebido omotivo de os soldados o verem, mas não operseguirem, baterem ou intentarem qualquer
  27. 27. 30ação contra ele. Pode ser que ele tenha en-tendido: “Eu estou nele, por isso estou liberto.Ele tomou o meu lugar.” Pode ser ou não. Masa verdade é esta: Jesus Cristo tomou o lugarque era de Barrabás, ele não seria mais levadoa tribunal algum, todos os seus direitos tinhamsido restaurados, ele podia ir, vir, caminhar, nãomais tinha culpa, não mais aquela ansiedade damorte, da execução. Imagine quando os solda-dos chegaram lá na porta da cela de Barrabáse falaram: “Barrabás você pode sair, você estálivre”. Talvez ele tenha dito: “Ah, está brincan-do comigo, eu não sou digno de ser solto.” Ou:“Não, eu vou ficar aqui até melhorar, alcançara minha liberdade pelos meus méritos, eu nãomereço ser livre.” Mas certamente ele não dis-se nada disso. E foi posto em liberdade apenaspor um motivo, porque Jesus Cristo morreu emseu lugar. Ele não foi solto porque era bom; aocontrário, ele era mau. Barrabás não fez abso-lutamente nada para merecer a liberdade. Elenão tinha virtude alguma, era o criminoso nú-mero um de Israel daquela época. Era cheio de
  28. 28. 31defeitos e maldade, causava temor às pesso-as que ouviam o seu nome. Esse homem nãoapresentava nenhuma qualidade que pudessecontribuir para que as pessoas o defendessemou intercedessem por ele, mas ele foi solto. Enunca mais seria condenado por tais crimes quecometeu, todos eles foram perdoados. E é issoque acontece com todo aquele que recebe Je-sus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida:“Agora, pois, já nenhuma condenação há paraos que estão em Cristo Jesus.” (Romanos 8.1.)Toda a condenação que poderia levar a pessoaà morte, à execução, pois o salário do pecado éa morte, e muitas das vezes uma morte lenta,agonizante, como seria a do próprio Barrabás,é retirada da vida da pessoa. E assim como Bar-rabás a pessoa se ver livre porque Jesus toma olugar dela. Todos nós podemos ser comparadosà Barrabás porque a Palavra diz que não há umjusto, nem um sequer, todos pecaram e care-cem da glória de Deus (Romanos 3.10; 23).O homem precisa ter a convicção que Deusé apaixonado por ele, que Deus ousou tomar
  29. 29. 32o lugar dele na hora da execução, setecentosanos antes. “Ele foi traspassado pelas nossastransgressões, moído e pelas suas pisadurasfomos sarados. Todos nós andávamos desgarra-dos como ovelhas, mas o Senhor fez cair sobreele a iniquidade de nós todos (Isaías 53.5-6). Ocastigo que vinha sobre a minha e a sua vidaveio sobre Jesus e é por isso que somos hoje li-vres, totalmente livres. Barrabás se tornou livre.A sentença que estava sobre ele foi transferidapara Jesus, a boa notícia bateu à porta dessecriminoso. E a boa notícia, significado da pala-vra evangelho, está acessível a todo aquele queclamar pelo Senhor. Como Barrábas, ninguémmerece nada de bom, logo não é por méritonosso que Jesus tomou o nosso lugar, absoluta-mente. Ele desejou, quis, que eu e você soubés-semos o quanto Ele nos ama, o quanto Ele seimporta conosco. Esta é a verdadeira prova deamor, a maior prova de amor. Por conta disso,Barrabás pôde trocar as vestes de condenadopor vestes de justiça. Ele não tinha qualquertipo de acusação, ficou livre não apenas por um
  30. 30. 33momento, mas durante toda a sua vida. Tudoisso porque “ninguém tem maior amor do queeste: de dar alguém a própria vida em favor dosseus amigos.” (João 15.13).Deus abençoe!Márcio Valadão
  31. 31. 34
  32. 32. 35
  33. 33. 36
  34. 34. 37JESUS TEAMA E QUERVOCÊ!1º PASSO: Deus o ama e tem um planomaravilhosoparasuavida. “PorqueDeusamouomundodetalmaneiraquedeuoseu Filhounigê-nito,paraquetodooquenelecrênãopereça,mastenhaavidaeterna.“(Jo3.16.)
  35. 35. 382º PASSO: O Homem é pecador e estáseparado de Deus. “Pois todos pecaram e ca-recem da glória de Deus.“ (Rm 3.23b.)3º PASSO: Jesus é a resposta de Deus,para o conflito do homem. “Respondeu-lheJesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida;ninguém vem ao Pai senão por mim.“ (Jo 14.6.)4º PASSO: É preciso receber a Jesus emnosso coração. “Mas, a todos quantos o rece-beram, deu-lhes o poder de serem feitos filhosde Deus, a saber, aos que crêem no seu nome.“(Jo 1.12a.) “Se, com tua boca, confessares Jesuscomo Senhor e, em teu coração, creres que Deusoressuscitoudentreosmortos,serásalvo.Porquecom o coração se crê para justiça e com a bocaseconfessaarespeitodasalvação.”(Rm10.9-10.)5º PASSO: Você gostaria de receber aCristo em seu coração? Faça essa oraçãode decisão em voz alta: “Senhor Jesus eu pre-
  36. 36. 39ciso de Ti, confesso-te o meu pecado de estarlonge dos teus caminhos. Abro a porta do meucoração e te recebo como meu único Salvadore Senhor. Te agradeço porque me aceita assimcomo eu sou e perdoa o meu pecado. Eu desejoestar sempre dentro dos teus planos para mi-nha vida, amém”.6º PASSO: Procure uma igreja evangé-lica próxima à sua casa.Nós estamos reunidos na Igreja Batista daLagoinha, à rua Manoel Macedo, 360, bairroSão Cristóvão, Belo Horizonte, MG.Nossa igreja está pronta para lhe acom-panhar neste momento tão importante dasua vida.Nossos principais cultos são realizadosaos domingos, nos horários de 10h, 15h e18h horas.Ficaremos felizes com sua visita!
  37. 37. 40Uma publicação da Igreja Batista da LagoinhaGerência de ComunicaçãoRua Manoel Macedo, 360 - São CristóvãoCEP: 31110-440 - Belo Horizonte - MGwww.lagoinha.comTwitter: @Lagoinha_com

×