Política de humanização em mato grosso do sul

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Política de humanização em mato grosso do sul

  1. 1. Política de Humanização em Mato Grosso do Sul MS WORKSHOP ATENÇÃO À GESTANTE Paulo Saburo Ito – médico ginecologista e obstetra/HRMS
  2. 2. MS Paradigmas
  3. 3. MS
  4. 4. MS
  5. 5. MS
  6. 6. MS
  7. 7. MS
  8. 8. MS
  9. 9. MS
  10. 10. MS
  11. 11. MS
  12. 12. MS
  13. 13. MS
  14. 14. MS
  15. 15. MS
  16. 16. MS
  17. 17. MS
  18. 19. MS “ Se você não muda a direção, terminará exatamente onde partiu.” (Provérbio Chinês)
  19. 20. MS PORTARIA MINISTERIAL Nº 569/01 JUN 2000 Programa de Humanização ao Pré-natal e Nascimento NOVOS CAMINHOS PARA A HUMANIZAÇÃO DO PARTO
  20. 21. Programa de Humanização ao Pré-natal e Nascimento <ul><li>PRINCÍPIOS: </li></ul><ul><li>1)Toda gestante tem o direito ao acesso a atendimento digno e de qualidade no decorrer da gestação, parto e puerpério . </li></ul><ul><li>2) Toda gestante tem direito de conhecer e ter assegurado o acesso à maternidade em que será atendida no momento do parto; </li></ul><ul><li>3) Toda gestante tem direito à assistência ao parto e ao puerpério , realizada de forma humanizada e segura , de acordo com os princípios gerais e condições estabelecidas pelo conhecimento médico; </li></ul><ul><li>4) Todo recém-nascido tem direito à assistência neonatal de forma humanizada e segura. </li></ul>MS
  21. 22. MS Recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) – classifica tais práticas em quatro categorias, divulgadas para todas as entidades representativas de ginecologistas obstetras e enfermeiras obstetrizes por meio do Ministério da Saúde: A - condutas que são claramente úteis e que deveriam ser encorajadas. B - condutas claramente prejudiciais ou ineficazes e que deveriam ser eliminadas. C - condutas sem evidência suficiente para apoiar uma recomendação e que deveriam ser usadas com precaução, enquanto pesquisas adicionais comprovem o assunto. D - condutas freqüentemente utilizadas de forma inapropriada. Fonte: Diniz, 2001. Organização Mundial de Saúde (OMS)
  22. 23. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>PRÉ-NATAL: </li></ul><ul><li>1) Planejar onde e como o nascimento será assistido; </li></ul><ul><li>2) Avaliação do risco durante a gestação; </li></ul><ul><li>3) Monitoramento do bem-estar físico e emocional da mulher; </li></ul><ul><li>4) Respeitar a escolha da gestante sobre o local de nascimento; </li></ul><ul><li>5) Prestar informações sempre que necessário. </li></ul>MS
  23. 24. MS
  24. 25. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>ADMISSÃO: </li></ul><ul><li>1) Respeitar a privacidade da mulher; </li></ul><ul><li>2) Respeitar a escolha do acompanhante . </li></ul>MS
  25. 26. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>DURANTE O TRABALHO DE PARTO: </li></ul><ul><li>1) Oferecer líquidos via oral; </li></ul><ul><li>2) Dar suporte emocional empático ; </li></ul><ul><li>3) Uso de materiais descartáveis; </li></ul><ul><li>4) Respeitar o direito à opinião sobre a episiotomia ; </li></ul><ul><li>5) Corte tardio do cordão umbilical; </li></ul><ul><li>6) Prestar informações sempre que necessário. </li></ul>MS
  26. 27. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>POSIÇÃO DURANTE O TRABALHO DE PARTO: </li></ul><ul><li>1) Encorajar a posição não deitada; </li></ul><ul><li>2) Liberdade de posição e movimentos. </li></ul>MS
  27. 28. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>CONTROLE DA DOR: </li></ul><ul><li>Controle por meios não-invasivos, não-farmacológicos (massagens, técnicas de relaxamento, ...) </li></ul>MS
  28. 29. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>MONITORAMENTO: </li></ul><ul><li>1 ) Bem-estar físico e emocional da mulher; </li></ul><ul><li>2) Bem-estar fetal , por ausculta intermitente; </li></ul><ul><li>3) Do progresso do trabalho de parto por meio do partograma . </li></ul>MS
  29. 30. Organização Mundial de Saúde (OMS) <ul><li>RECOMENDAÇÕES: </li></ul><ul><li>APÓS A DEQUITAÇÃO: </li></ul><ul><li>1) Exame de rotina da placenta ; </li></ul><ul><li>2) Uso de ocitócito no 3º estágio se há risco de hemorragia; </li></ul><ul><li>3) Prevenção da hipotermia do recém-nato; </li></ul><ul><li>4) Amamentação na 1ª meia hora. </li></ul>MS
  30. 31. MS Lei Estadual nº 2.376/21DEZ2001 Art. 1º Fica instituído o Parto Solidário , em unidade de Saúde da Secretaria de Estado de Saúde, bem como nos serviços privados de saúde, com o objetivo de assegurar melhor assistência às parturientes.
  31. 32. MS Lei Federal nº 11.108/07ABR2005 Capítulo VII – “ DO SUBSISTEMA DE ACOMPANHAMENTO DURANTE O TRABALHO DE PARTO, PARTO E PÓS-PARTO IMEDIATO .” Art. 19-J. Os serviços de saúde do Sistema Único de Saúde-SUS, da rede própria ou conveniada, ficam obrigados a permitir a presença, junto à parturiente, de 01 (um) acompanhante durante todo o período de trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. CODIGO: 99079011
  32. 33. MS Portaria Ministerial nº 2.418/02DEZ2005 Regulamenta, em conformidade com o art. 1º da Lei nº 11.108 /07abr2005, a presença de acompanhante para mulheres em trabalho de parto, parto e pós-parto imediato nos hospitais públicos e conveniados com o Sistema Único de Saúde-SUS.
  33. 34. MS
  34. 35. MS
  35. 36. MS &quot;A promoção da saúde representa um amplo processo social e político, ela não engloba apenas as ações dirigidas para o fortalecimento das habilidades e capacidades dos indivíduos, mas, também, das ações direcionadas para as mudanças nas condições sociais, ambientais e econômicas, de forma a aliviar seu impacto sobre a saúde pública e individual. A promoção da saúde é o processo que possibilita às pessoas aumentar o controle sobre determinantes da saúde e dessa forma, melhorar sua saúde&quot;. (Carta de Ottawa, 1986)
  36. 37. convite
  37. 38. MS OBRIGADO

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