Maria Inês Möllmann 1
Seminário sobre Lefebvre
La presencia y la ausencia
Disciplina Representações Sociais,
Sociabilidade...
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Filósofo marxista e sociólogo francês
Lefebvre, Henri (1901-1991)
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Um de seus mais de 70 livros
Lefebvre (1901-1991)
Filosofia - Universidade de Paris (1920)
Membro do Partido Comunista Francês
Participou da Resistênci...
Proposta do livro
Maior clareza pedagógica acerca
da representação, incluindo definições
provisórias que serviram antes
pa...
Marco conceitual do livro
A verdade, [se é que ela existe],
não se encontra no princípio,
mas no final do trajeto.
O pensa...
Finalidade do livro
Qual a urgência
da formulação do conceito
de representação?
Uma teoria.
Que aceita a representação com...
Lefebvre (1901-1991)
Vídeo
Vinte anos sem Henri Lefebvre - Parte 01
https://www.youtube.com/watch?v=vUbLUYhDhRw
Contexto do surgimento do livro
Crise mundial de pensamento conceitual,
que é incompreendido, inclusive entre
os intelectu...
Contexto do surgimento do livro
Conservam o sentido do conceito
e o percebem em uma concatenação lógica,
não em sua dinami...
Contexto do surgimento do livro
Se a crise for profunda,
vai resolver-se com a “dialetização”
do racional, que cederá luga...
No livro, o autor
1. Elucida a história do Conceito
de representação
no pensamento filosófico.
2. Busca desfazer a confusã...
Representação no pensamento filosófico
Como os filósofos decodificaram e superaram
as representações anteriores a eles.
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Genealogia da representação
Kant (1724-1804)
Hegel (1770-1831)
Marx (1818-1883)
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Genealogia da representação
Kant (1724-1804)
Representação como conhecimento
Lefebvre leva adiante a ideia ao incorporá-la...
Genealogia da representação
Hegel (1770-1831)
Representação é uma etapa, um momento
do conhecimento.
Mostra a dialética da...
Genealogia da representação
Marx (1818-1883)
A reviravolta materialista e a possibilidade de
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Confusão entre representação e ideologia em Marx
Representação não é necessariamente
ideologia.
É impossível a vida sem re...
Problemática das representações
referem-se à problemática
da dominação e da exploração.
Enquanto produto de um determinado...
Genealogia da representação
Nietzsche (1844-1900)
Sentimentos e o valor como elementos
constitutivos da representação
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3. O que são representações?
A representação tem uma
genealogia e uma gênesis.
Uma história, um jeito de ser,
a partir da ...
Ideia-chave do livro
Sem vivência/experiência, a presença,
reina a ausência e o concebido.
A representação é
“substituto d...
Representações são linguagem
“Somamos a presença e a ausência.
Há um intervalo, um desgarramento,
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A força das representações
Necessárias e inevitáveis no mundo atual.
Nem falsas, nem verdadeiras
Ao mesmo tempo, falsas e ...
A força das representações
Interpretação da vida
principalmente com representações
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Problema principal das representações
De onde vem seu poder, indiscutivelmente
verificado pela publicidade e propaganda?
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As representações
Uma análise dialética deste movimento revela
um terceiro termo: o percebido.
A mediação entre o concebid...
As representações
“Viver é (se) representar mas também
transgredir as representações. Falar é
designar o objeto ausente, p...
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Seminário sobre Lefebvre: La presencia y la ausencia

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Apresentado em 02 de setembro de 2015, em Porto Alegre (RS), sobre a obra do sociólogo francês

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  • O mundo atual, em vez de interpretar a vida com símbolos, figuras e fatos históricos, produz signos e imagens e, principalmente, representações.
  • Seminário sobre Lefebvre: La presencia y la ausencia

    1. 1. Maria Inês Möllmann 1 Seminário sobre Lefebvre La presencia y la ausencia Disciplina Representações Sociais, Sociabilidade e Comunicação PPGCOM/UFRGS Prof. Valdir José Morigi 2015/2 Aluna: Maria Inês Möllmann
    2. 2. 2 Filósofo marxista e sociólogo francês Lefebvre, Henri (1901-1991)
    3. 3. 3 Um de seus mais de 70 livros
    4. 4. Lefebvre (1901-1991) Filosofia - Universidade de Paris (1920) Membro do Partido Comunista Francês Participou da Resistência Francesa Primeiro na França a traduzir Hegel, Marx, Engels, Nietzsche e Lênin Um dos pais da Sociologia Crítica
    5. 5. Proposta do livro Maior clareza pedagógica acerca da representação, incluindo definições provisórias que serviram antes para desenvolver o conceito.
    6. 6. Marco conceitual do livro A verdade, [se é que ela existe], não se encontra no princípio, mas no final do trajeto. O pensamento avança, descobre seu andar e se descobre ao avançar. O importante é começar.
    7. 7. Finalidade do livro Qual a urgência da formulação do conceito de representação? Uma teoria. Que aceita a representação como fato social, psíquico, político.
    8. 8. Lefebvre (1901-1991) Vídeo Vinte anos sem Henri Lefebvre - Parte 01 https://www.youtube.com/watch?v=vUbLUYhDhRw
    9. 9. Contexto do surgimento do livro Crise mundial de pensamento conceitual, que é incompreendido, inclusive entre os intelectuais. O que querem? Evidências imediatas, fatos comprováveis ou discursos.
    10. 10. Contexto do surgimento do livro Conservam o sentido do conceito e o percebem em uma concatenação lógica, não em sua dinamicidade, abertura e limites. Crise que faz parte da crise do Logos (a racionalidade que controla o universo) europeu, cartesiano de origem. O que Lefebvre não propõe resolver.
    11. 11. Contexto do surgimento do livro Se a crise for profunda, vai resolver-se com a “dialetização” do racional, que cederá lugar ao vivido (cotidiano), ao invés de absorvê-la. E vai determinar articulação entre o lógico e o dialético, que trará uma razão renovada.
    12. 12. No livro, o autor 1. Elucida a história do Conceito de representação no pensamento filosófico. 2. Busca desfazer a confusão entre representação e ideologia em Marx. 3. Define o que são representações.
    13. 13. Representação no pensamento filosófico Como os filósofos decodificaram e superaram as representações anteriores a eles. Cada filosofia e cada filósofo não como uma porta de entrada para a verdade, mas como uma forma de acesso ao mundo das representações. Como “verdades” devem ser sempre contextualizadas no espaço e no tempo.
    14. 14. Genealogia da representação Kant (1724-1804) Hegel (1770-1831) Marx (1818-1883) Nietzsche (1844-1900)
    15. 15. Genealogia da representação Kant (1724-1804) Representação como conhecimento Lefebvre leva adiante a ideia ao incorporá-la ao processo de conhecer. Immanuel Kant foi um filósofo prussiano, geralmente considerado como o último grande filósofo da era moderna. Wikipédia
    16. 16. Genealogia da representação Hegel (1770-1831) Representação é uma etapa, um momento do conhecimento. Mostra a dialética da tríade representado, representante, representação. Para Lefebvre, abre caminho para discussão da natureza e do poder das representações. Georg Wilhelm Friedrich Hegel foi um filósofo alemão, um dos criadores do idealismo alemão.Wikipédia
    17. 17. Genealogia da representação Marx (1818-1883) A reviravolta materialista e a possibilidade de desvendamento de ideologias-representações. Para Lefebvre, em Marx, há uma confusão entre representação e ideologia; a representação, que se define pela sua relação com o vivido, engloba a ideologia. Karl Heinrich Marx foi um intelectual e revolucionário alemão, fundador da doutrina comunista moderna, que atuou como economista, filósofo, historiador, teórico político e jornalista. Wikipédia
    18. 18. Confusão entre representação e ideologia em Marx Representação não é necessariamente ideologia. É impossível a vida sem representação: - são formas de comunicar e reelaborar o mundo, aproximações da realidade - que não podem substituir o mundo vivido Quando o vivido é substituído pelo concebido, a representação se torna ideologia.
    19. 19. Problemática das representações referem-se à problemática da dominação e da exploração. Enquanto produto de um determinado processo social,
    20. 20. Genealogia da representação Nietzsche (1844-1900) Sentimentos e o valor como elementos constitutivos da representação que se vai buscar. Para Lefebvre, representação sem valor é “apenas um duplo pálido e ressecado da presença sensível”. Ex.: A propriedade e a paternidade se representam de uma maneira que as valoriza e tende a perpetuá-las em nossa sociedade. Friedrich Wilhelm Nietzsche foi um filólogo, filósofo, crítico cultural, poeta e compositor alemão do século XIX. Wikipédia
    21. 21. 3. O que são representações? A representação tem uma genealogia e uma gênesis. Uma história, um jeito de ser, a partir da vida dos povos, grupos ou classes que as produzem. Embora resultem da relação de forças da sociedade, dirigem-se para todos. São a imagem de um grupo, povo ou classe, tanto para os outros quanto para si.
    22. 22. Ideia-chave do livro Sem vivência/experiência, a presença, reina a ausência e o concebido. A representação é “substituto da presença na ausência”. No entanto, “toda” representação implica necessariamente um valor, “seja que o sujeito valoriza ou não aquilo que representa para si, o objeto ausente”.
    23. 23. Representações são linguagem “Somamos a presença e a ausência. Há um intervalo, um desgarramento, sobre o qual circulam várias versões. As palavras, os signos, representam a presença e a ausência. A linguagem é uma presença-ausência, presença evocada, ausência ocupada.”
    24. 24. A força das representações Necessárias e inevitáveis no mundo atual. Nem falsas, nem verdadeiras Ao mesmo tempo, falsas e verdadeiras: - verdadeiras, como resposta a problemas “reais” - falsas na medida em que dissimulam objetivos “reais”.
    25. 25. A força das representações Interpretação da vida principalmente com representações Reduzem: apagam conflitos, deslocam sentimentos. Simulam a vida e dissimulam relações concretas.
    26. 26. Problema principal das representações De onde vem seu poder, indiscutivelmente verificado pela publicidade e propaganda? O cotidiano está programado pela convergência de representações, por necessidades suscitadas, por modelos culturais que se incorporam a ele. Experiências são atacadas de todas as formas. Se defendem pela espontaneidade bruta, pela violência contra a agressão permanente e cotidiana.
    27. 27. As representações Uma análise dialética deste movimento revela um terceiro termo: o percebido. A mediação entre o concebido e o vivido. Através do qual se captam algumas presenças, se sentem as ausências, pululam as representações.
    28. 28. As representações “Viver é (se) representar mas também transgredir as representações. Falar é designar o objeto ausente, passar da distância à ausência preenchida pela representação. Pensar é representar mas também superar as representações”. Lefebvre (1901-1991)
    29. 29. Maria Inês Möllmann Relações-públicas, jornalista, especialista em marketing (51) 9971-6132 (51) 3268-5252 (residência) mariainesmollmann@gmail.com

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