Aula2 2013 check list

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Compilado do Prof. Dr. Silvio Soares dos Santos (UFU)

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Aula2 2013 check list

  1. 1. Aula 2CHECK LIST
  2. 2. 2
  3. 3. AVALIAÇÃO BIOMECÂNICA DO ATLETISMO CHECK LIST PARA ANÁLISE TÉCNICA DO ARREMESSO DE DISCO NÃO CADEIRANTESNOME: ______________________________________________ Tentativa 1 Tentativa 2 Tentativa 3Fase preparatória - fase 1( 90° rotação) Desejável Comport. Comport. Comport. Pés apoiados sobre o solo e paralelos Tronco ereto braço de lançamento totalmente abduzido (>180°) Rotação longitudinal de todo o corpo (aproxim. 90°) sobre ambos os pés, com pequena flexão de quadril e joelhos Quadris se deslocam em sentido contrário ao braço de arremesso Tronco flexionado, braço livre aduzido e cotovelo flexionado, braço arremesso totalm. abduzido Extensão do cotovelo do braço de arremesso Abdução do braço livre (180°)Fase preparatória - fase 2( 90° rotação) Inclinação de todo corpo e apoio sobre a perna flexionada contrária ao disco, perda de contato com o solo da outra Perda de contato da perna de trás e rotação de 90° sobre a mesma, extensão cotovelo livre, flexão perna livre Pequena fase de vôo com a continuação da rotação de todo o corpo por mais 90° Apoio da perna livre no centro da área de arremesso com flexão de quadril e flexão lateral da coluna Flexão lateral do tronco e flexão do cotovelo do braço livre e liberação da outra perna Abaixamento do disco, rotação longitudinal de todo o corpo de 90°Fase preparatória - fase 3 Olhar se movimenta na direção da rotação do tronco Perna livre passa flexionada e próxima à perna de apoio, cotovelo flexionado,aduzido horiz. e abduzido Disco paralelo ao solo, tronco flexionado à frente, apoio na ponta do pé Início de adução do braço do disco, cabeça olha da direção do arremesso, abdução horiz. outro braçoFase principal Perna livre se apóia estendida no solo, flexão lateral tronco, flexão perna lado disco Retorno do tronco à posição vertical com pernas em afastamento ântero-posterior e látero-lateral Bloqueio do braço livre e adução horizontal do braço do disco Rotação de quadril e de tronco para direção final de lançamento Tronco completa uma rotação de aproximadamente 180° sobre os pés Soltura do disco lateralmente ao corpo com apoio de ambos os pés sobre o soloFase final Seqüência do movimento do braço de lançamento Perda de apoio de ambos os pés do chão Troca de posição dos pés no ar, com rotação longitudinal de todo o corpo no sentido do movimento ESCORE 0,0 0,0 0,0Outros parâmetros VALOR VALOR VALOR VALOR Duração da fase preparatória Duração da fase principal Distancia de arremesso
  4. 4. CHECK LIST PARA ANÁLISE TÉCNICA DAS CORRIDAS CABEÇA SIM NÃOAlinhamento em relação à linha média do corpoAlinhamento no plano sagital em relação ao troncoMusculatura do rosto relaxadaPequena oscilação vertical do corpo nas passadas MEMBROS SUPERIORESPosição da mão D durante a corrida (aberta)Posição da mão E durante a corrida (aberta)Mão D oscila para frente até a altura dos ombrosMão E oscila para frente até a altura dos ombrosGrande flexão do cotovelo D na oscilação para frenteGrande flexão do cotovelo E na oscilação para frenteExtensão parcial do cotovelo D na oscilação para trásExtensão parcial do cotovelo E na oscilação para trásCotovelo D atinje a altura do ombro na oscilação para trásCotovelo E atinje a altura do ombro na oscilação para trásO cotovelo direito oscila junto ao troncoO cotovelo esquerdo oscila junto ao tronco TRONCOO tronco se alinha verticalmente quando o pé D perde o apoio com o soloO tronco se alinha verticalmente quando o pé E perde o apoio com o solo MEMBROS INFERIORESFlexão máxima do quadril D < 90 grausFlexão máxima do quadril E < 90 grausO pé D abandona o solo em flexão plantarO pé E abandona o solo em flexão plantarA perna D está completamente estendida quando o pé D abandona o soloA perna E está completamente estendida quando o pé E abandona o soloCalcanhar D toca as nádegas na recuperaçãoCalcanhar E toca as nádegas na recuparaçãoFlexão dorsal de +- 90 graus do pé D no primeiro contato com o soloFlexão dorsal de +- 90 graus do pé E no primeiro contato com o soloAbordagem do pé D no solo com inversãoAbordagem do pé E no solo com inversãoO pé D atravessa a linha média do corpo na abordagem do soloO pé E atravessa a linha média do corpo na abordagem do soloO joelho D está sempre apontado para frente na fase de balanço dessa pernaO joelho E está sempre apontado para frente na fase de balanço dessa pernaESCORE 0,0 %
  5. 5. COLUNA VERTEBRAL FLEXÃO LATERAL FLEXÃO EXTENSÃO ROTAÇÃO M.PRÉ VERTEBRAIS M.PRÉ VERTEBRAIS M.PRÉ VERTEBRAIS RETO ABDOMINAL RETO ABDOMINAL OBLIQUO EXTERNO OBLIQUO EXTERNO OBLIQUO EXTERNO OBLIQUO INTERNO OBLIQUO INTERNO OBLIQUO INTERNO ESPLENIOS ESPLENIOS ESPLENIOS SUBOCIPITAIS SUBOCIPITAIS SUBOCIPITAIS SACROESPINHAIS SACROESPINHAIS SACROESPINHAIS SEMI-ESPINHAIS SEMI-ESPINHAIS SEMI-ESPINHAISESPINHAIS PROFUNDOS ESPINHAIS PROFUNDOS ESPINHAIS PROFUNDOSELEVADOR ESCÁPULA ESCALENO ESCALENOQUADRADO LOMBAR PSOAS MAIOR 5
  6. 6. 21/04 6
  7. 7. 7
  8. 8. 8
  9. 9. 9
  10. 10. ANTEPULSÃO RETROPULSÃO BLOQUEIO MS + REPULSÃO SIMULT. OMBROS REPULSÃO ALTERN. FLEXÃO EXTENSÃO ABERTURA AÇÕES FECHAMENTO TRONCO CURVATURAMUSCULARES ESTABILIZAÇÃO TORSÃO PRINCIPAIS IMPULSO FRENAGEM SIMULT. IMPULSO FRENAGEM ALTERN. IMPULSO ACELERAÇÃO SIMULT. MEMBROS IMPULSO ACELERAÇÃO ALTERN. INFERIORES AFASTAMENTO SAGITAL AFASTAMENTO FRONTAL UNIÃO SAGITAL UNIÃO FRONTAL 10
  11. 11. MODELO DE ANÁLISE DE MOVIMENTO TRANSL. RETILÍNEA TRANSL. CURVILÍNEA DESCENDENTE “ ”TRANSLAÇÃO DO TRANSL. CURVILÍNEA ASCENDENTE BAIXA “ ” CORPO TRANSL. CURVILÍNEA ASCENDENTE MÉDIA “ “ TRANSL. CURVILÍNEA ASCENDENTE ALTA “ “ TRANS. CURVILÍNEA ASCENDENTE SUERIOR “ “ DIREÇÃO DO PARA FRENTEDESLOCAMENTO DO PARA O LADO CORPO PARA TRÁS 11
  12. 12. MODELO DE ANÁLISE DE MOVIMENTO INÉRCIA PEQUENA FORMA DO INÉRCIA MÉDIA CORPO INÉRCIA GRANDE SEMI-ROTAÇÃO QUANT. MONO ROTAÇÃO ROTAÇÃO DUPLA ROTAÇÃO TRIPLA ROTAÇÃO PERIFÉRICO TRAJETÓRIA POSIÇÃO DO FIXO EIXOANGULAR DO LIVRE TRANSVERSAL CORPO TIPO DE EIXO DE ROTAÇÃO LONGITUDINAL FRONTAL SAGITAL PLANO FRONTAL MOVIMENTO TRANSVERSAL ROTAÇÃO PARA TRÁS DIREÇÃO ROTAÇÃO PARA FRENTE ROTAÇÃO ROTAÇÃO LATERAL 12
  13. 13. 13
  14. 14. ROTEIRO PARA ANÁLISE CINESIOLÓGICA DO MOVIMENTO• Definir a forma de movimentação (linear, angular,mista)• Definir as etapas ou fases do movimento• Identificar as ações articulares (MI,Tronco,MS)• Identificar os grupos musculares atuantes• Identificar o tipo de contração e função musculares• Identificar planos e eixos de cada ação• Identificar se o movimento é estático ou dinâmico• Caracterizar o movimento (cíclico ou acíclico)• Descrever a direção do movimento e o tipo de translação existente• Descrever a quantidade de rotação e a posição do eixo 14
  15. 15. CADEIAS CINÉTICAS “Combinação de várias articulações unindo segmentos sucessivos.”(SMITH et al., 1997)CADEIA CINÉTICA ABERTA: O segmento distal move-se no espaço. 15
  16. 16. Exercícios em Cadeia Aberta• Segmento distal livre para se mover• Resulta em movimento de uma única articulação• Movimento produzido pela contração do músculo agonista 16
  17. 17. CADEIA CINÉTICA FECHADA: o segmento distal está fixo e não semovimenta no espaço. Corpo movimenta = Fechada 17 Segmento movimenta = Aberta
  18. 18. Exercícios em Cadeia Fechada• Segmento distal está fixo ou encontra resistência considerável ao movimento• Resulta em movimento simultâneo de todas articulações do segmento• Movimento produzido pela co-contração dos músculos 18
  19. 19. Os exercícios em cadeia cinética fechada incluem: aumento da congruência articular com aumento da estabilidade; aumento de compressão articular;diminuição das forças de cisalhamento com diminuição das forças de aceleração;altas forças de resistência;estimulação dos proprioceptores e aumento da estabilidade dinâmica Os exercícios em cadeia cinética aberta incluem:diminuição das forças de resistência, aumento das forças de aceleração; aumento das forças rotacionais; presença de forças de aceleração concêntrica e de desaceleração excêntrica ; 19
  20. 20. Essas características nos mostram que a cadeia cinética fechada está associada à sustentação de peso, já a cadeia cinética aberta se associa com atividades que não envolvem a sustentação de peso.Exemplos de exercícios em cadeia cinética fechada para membros inferiores: • miniagachamentos • deslizamentos contra a parede • leg press • subir e descer degraus 20
  21. 21. Ao contrário da extremidade inferior, a extremidadesuperior é mais funcional em cadeia cinética aberta, amaioria das atividades esportivas incluem movimentosda extremidade superior em que as mãos movem-selivremente, geralmente movimentos dinâmicos queocorrem frequentemente em altas velocidades, comonos arremessos, no saque no tênis ou na cortada dovôlei, sendo que nesses movimentos, os segmentosproximais da cadeia cinética são utilizados para aestabilização, enquanto que os segmentos distaispossuem um alto grau de mobilidade. 21
  22. 22. CADEIAS CINÉTICAS ABERTA OU FECHADA? A B DC FE 22
  23. 23. CADEIAS CINÉTICAS ABERTA OU FECHADA? 23
  24. 24. CADEIAS CINÉTICAS ABERTA OU FECHADA? 24
  25. 25. 25

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