Espumação filial 85

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Resumo das realizações da equipe do setor de espumação da filial 85 da Colchões Gazin, após 1 ano sob minha gestão.

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Espumação filial 85

  1. 1. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR Esta apresentação mostra um resumo do trabalho desenvolvido pela equipe da espumação da filial 85 nos últimos 12 meses.
  2. 2. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR março / 2013 a março / 2014
  3. 3. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR Um trabalho que foi desenvolvido com a contribuição de cada um dos colaboradores do setor.
  4. 4. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR Foram implementadas melhorias que podem ser classificadas em quatro aspectos principais: • Produtos; • Processos; • Gestão; • Ambiente de trabalho.
  5. 5. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR PRODUTOS • Padronização dos blocos de espuma; • Redução dos custos.
  6. 6. Padronização dos blocos de espuma
  7. 7. Padronização dos blocos de espuma A definição de padrões é fundamental em qualquer processo produtivo, pois garante que todos os itens serão fabricados sempre atendendo às especificações, reduzindo-se assim a variação da qualidade e dos custos.
  8. 8. No caso das espumas, foram definidos os seguintes padrões: • Parâmetros de ajustes de máquina: Garantem a reprodutibilidade do processo, independente do operador; • Parâmetros das características da espuma (dimensões, relaxamento, tempos de reação): Garantem a qualidade sempre dentro das especificações, e os custos constantes. Padronização dos blocos de espuma
  9. 9. Foram criados dois formulários para parametrização: • FICHA DE ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA: Lista as especificações dos blocos, e os parâmetros de ajustes dos equipamentos. • CONTROLE DE MEDIÇÃO DE BLOCOS: Registra a medição diária dos blocos produzidos, e traz as especificações das dimensões, o que possibilita fácil verificação da conformidade dos blocos. Padronização dos blocos de espuma
  10. 10. FORMULÁRIOS DE PADRONIZAÇÃO DOS BLOCOS DE ESPUMA
  11. 11. Redução dos custos
  12. 12. Redução dos custos A partir da obrigatoriedade da normatização dos colchões segundo as especificações do INMETRO, o mercado de colchões se tornou extremamente dinâmico, e para se manter no mercado todos os fabricantes precisam brigar por cada centavo no preço final de seus produtos.
  13. 13. Redução dos custos A espuma representa parte significativa dos custos de matéria prima de um colchão, e fabricar espuma com custos que permitam um colchão com preço final competitivo é questão primordial. Em contrapartida, a normatização elevou a exigência do padrão de qualidade das espumas.
  14. 14. Redução dos custos O foco do nosso trabalho tem sido reduzir os custos ao mínimo possível, sem comprometer a qualidade da espuma. Para atingir os resultados necessários, foi realizado grande esforço em pesquisa de novas matérias primas, que possibilitaram reduções significativas nos custos.
  15. 15. Redução dos custos Obs: Redução de custos possibilitada pela substituição do aditivo POLIPUR 40038 pelo aditivo AMICEL AMF (Dezembro / 2013).
  16. 16. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR PROCESSOS • Sistema KANBAN de produção; • Definição de níveis de estoque; • Produção de aglomerados.
  17. 17. Sistema KANBAN de produção
  18. 18. Sistema KANBAN de produção O sistema KANBAN de produção possibilita agilizar o processo produtivo, além de simplificá- lo, de forma a extinguir a necessidade de geração de ordens de fabricação. O sistema KANBAN cria um processo autônomo de produção, que não necessita da interferências dos gestores.
  19. 19. SISTEMA KANBAN DE PRODUÇÃO
  20. 20. SISTEMA KANBAN DE PRODUÇÃO
  21. 21. Definição dos níveis de estoque
  22. 22. Definição dos níveis de estoque Todo setor produtivo tem três perguntas que devem ser respondidas diariamente: • O QUE PRODUZIR? • QUANDO PRODUZIR? • QUANTO PRODUZIR?
  23. 23. Definição dos níveis de estoque A resposta correta para estas perguntas é o que garante a disponibilidade de matérias primas para a fábrica, no momento e na quantidade necessários, e com isso, seu consequente bom funcionamento. Definir os níveis ideais de cada item em estoque ajuda a responder a estas perguntas com mais assertividade.
  24. 24. Definição dos níveis de estoque No setor de espumação, cada pilha de blocos recebeu placas numeradas de 5 a 35, e de acordo com a demanda de cada item, cada placa numerada possui uma cor (VERMELHO, AMARELO e VERDE). As cores das placas representam a urgência de reposição de cada item do estoque.
  25. 25. Definição dos níveis de estoque O líder da espumação reta precisa apenas verificar os estoques com nível mais baixo, e com maior urgência de reposição, de acordo com o esquema de cores das placas: VERDE >>> ESTOQUE NORMAL AMARELO >>> ATENÇÃO VERMELHO >>> REPOSIÇÃO URGENTE
  26. 26. Definição dos níveis de estoque
  27. 27. Produção de aglomerados
  28. 28. Produção de aglomerados A preocupação com a ergonomia se tornou crucial nas grandes organizações nos últimos anos, e toda empresa que deseja ser destaque entre as melhores empresas para se trabalhar deve manter todas as suas atenções voltadas para esta questão.
  29. 29. Produção de aglomerados A Gazin, como detentora de vários prêmios importantes nesta área não poderia ser diferente. Pensado para reduzir o esforço físico dos funcionários, foi instalado um sistema de exaustão dos flocos de espuma, que elimina o transporte manual dos sacos de flocos durante o processo de produção de blocos aglomerados.
  30. 30. Produção de aglomerados Os flocos são despejados em um recipiente conectado a um exaustor, que suga os flocos, os eleva e os despeja no aglomerador, eliminando o esforço físico deste etapa da operação, melhorando o bem estar dos colaboradores, e aumentando a produtividade do processo.
  31. 31. Produção de aglomerados
  32. 32. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR GESTÃO As ferramentas de gestão implantadas no setor de espumação auxiliam a tomada dedecisões, e criam histórico de dados que pode ser utilizado com as mais diversas finalidades. Com base na análise dos dados obtidos através do uso dos vários controles implantados, foi possível definir capacidade produtiva, metas de produtividade, eficiência, absenteísmo, % de perdas, e identificar e classificar as perdas, de modo a saber exatamente onde focar as atenções para reduzir os desperdícios.
  33. 33. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR GESTÃO • Controles de produção de espuma; • Controle de consumo de produtos químicos; • Controle de vendas de espumas industriais; • Controle de perdas;
  34. 34. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR GESTÃO • Registros de inspeção; • Controle de despesas / departamento; • Controles de produtividade / eficiência; • Controle de absenteísmo.
  35. 35. CONTROLE DE PRODUÇÃO DE ESPUMA
  36. 36. CONTROLE DE CONSUMO DE QUÍMICOS
  37. 37. CONTROLE DE VENDAS – ESPUMAS INDUSTRIAIS
  38. 38. CONTROLE DE VENDAS – ESPUMAS INDUSTRIAIS
  39. 39. CONTROLE DE PERDAS
  40. 40. REGISTROS DE INSPEÇÃO
  41. 41. CONTROLE DE DESPESAS DOS DEPARTAMENTOS
  42. 42. CONTROLE DE PRODUTIVIDADE
  43. 43. CONTROLE DE EFICIÊNCIA
  44. 44. CONTROLE DE ABSENTEÍSMO
  45. 45. QUADRO DE INDICADORES Foi criado um quadro de indicadores do setor de espumação. Neste quadro é possível conhecer todos os números referentes à produção e despesas dos vários departamentos da espumação.
  46. 46. QUADRO DE INDICADORES
  47. 47. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR AMBIENTE DE TRABALHO Um ambiente de trabalho agradável deve ser limpo, deve ter espaço suficiente para a realização das tarefas, deve ter equipamentos e ferramentas em perfeitas condições de funcionamento, e ter boa aparência. Pensando nisso, foi realizado um trabalho de revitalização dos maquinários da espumação, e manutenção contínua da organização dos ambientes produtivos.
  48. 48. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR AMBIENTE DE TRABALHO • Recuperação do maquinário; • 5 S’s
  49. 49. PÁTIO
  50. 50. ANTES
  51. 51. ANTES
  52. 52. DEPOIS
  53. 53. DEPOIS
  54. 54. DEPOIS
  55. 55. ESPUMAÇÃO RETA
  56. 56. RECUPERAÇÃO DO MAQUINÁRIO
  57. 57. ANTES
  58. 58. DEPOIS
  59. 59. ANTES
  60. 60. DEPOIS
  61. 61. ANTES
  62. 62. DEPOIS
  63. 63. ANTES
  64. 64. DEPOIS
  65. 65. ESPUMAÇÃO CILÍNDRICA
  66. 66. RECUPERAÇÃO DO MAQUINÁRIO
  67. 67. RECUPERAÇÃO DO MAQUINÁRIO
  68. 68. RECUPERAÇÃO DO MAQUINÁRIO
  69. 69. RECUPERAÇÃO DO MAQUINÁRIO
  70. 70. ANTES
  71. 71. DEPOIS
  72. 72. ANTES
  73. 73. DEPOIS
  74. 74. ANTES
  75. 75. DEPOIS
  76. 76. ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR Este foi um resumo do trabalho desenvolvido por toda a equipe nos últimos 12 meses.
  77. 77. EQUIPE ESPUMAÇÃO - FILIAL 85 DOURADINA/PR GERENTE: Marcos Campos LÍDER ESPUMAÇÃO CILÍNDRICA: Reginaldo Rodrigues LÍDER ESPUMAÇÃO RETA: Rogério Minato PCP: Rosângela Minato ASS. TÉCNICOS LABORATÓRIO: Marciele Afonso e Jane Henrique OP. DE INJETORA: Éverson Ribeiro ESPUMADORES: Anderson Silva Cristiano Gomes José Orides Gileno de Oliveira José C. Barros Rodrigo Almeida Flávio Brito Luiz C. Zanco Luiz H. Da Rocha Marcos de Lima Sebastião Jardim Sérgio Novo Ezequiel das Chagas José C. Martins
  78. 78. OBRIGADO!

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