Introdução à
Enfermagem
Marco Antonio
Acadêmico de Enfermagem
Um Pouco de História e definições
 Cuidado – É entendido como fenômeno resultante
do processo cuidar.
 As primeiras cuid...
Florence Nightingale
 Nascida em 12 de maio de 1820, segunda filha de uma família rica,
foi batizada em homenagem à cidad...
Florence e sua abordagem
 A enfermagem começou na metade do século XIX, sob a
liderança de Florence Nightingale. Antes de...
Teoria de Nightingale
 O enfermeiro manipula o ambiente do cliente para regular o
nível adequado de ruídos, nutrição, hig...
O Ser Humano Doente
 Antes de abordar a parte técnica da assistência de
enfermagem, salientamos que o ser humano é o
obje...
O Ser Humano Doente
 Todos os membros da equipe de saúde devem
estimular a participação do cliente ou paciente no seu
tra...
Relação da Teoria com a Prática
 A teoria gera o conhecimento para pratica de
Enfermagem.
 Fornecem estruturas de pensam...
Diagnóstico de Enfermagem e
Diagnóstico Médico
 O diagnóstico de enfermagem
focaliza e define as
necessidades de enfermag...
Resumindo....
 O objetivo do diagnóstico de enfermagem é o
desenvolvimento de um plano de cuidado
individualizado, de mod...
Processo de Enfermagem
 O processo de enfermagem é a dinâmica das ações
sistematizadas e inter-relacionadas, visando a
as...
Etapas Processo de Enfermagem
 Histórico – anamnese, exame físico e consulta ao
prontuário.
 Diagnóstico – interpretar o...
Aspectos éticos legais da SAE
 RESOLUÇÃO 272/2004
Dispõe sobre a SAE nas instituições de saúde
brasileiras.
Art 1º Ao Enf...
Aspectos éticos legais
 Art. 10 – O Técnico de Enfermagem exerce as atividades auxiliares,
de nível médio técnico, atribu...
Precauções Padrão
Marco Antonio
Infecção Hospitalar
 Infecção hospitalar é qualquer infecção adquirida
após a internação do paciente e que se manifesta
d...
Infecção Hospitalar
 A prevenção das infecções hospitalares deve ser feita
por todos os profissionais de saúde, e à Comis...
Precauções Padrão
 São cuidados a serem tomados com todos
os pacientes, independente da patologia.
Equipamentos de Proteção
Individual
 Equipamentos de Proteção Individual ou EPIs são
quaisquer meios ou dispositivos dest...
Luvas
 O uso de luvas não substitui a higienização das mãos.
 Use luvas quando puder prever que haverá contato
com FLUID...
Um pouco de História
 Em 1846, Ignaz Semmelweis, médico húngaro,
reportou a redução no número de mortes maternas
por infe...
O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS
MÃOS?
 É a medida individual mais simples e menos
dispendiosa para prevenir a propagação das inf...
POR QUE FAZER?
 As mãos constituem a principal via de transmissão de
microrganismos durante a assistência prestada aos
pa...
O que usar?
 As mãos dos profissionais que atuam em serviços de
saúde podem ser higienizadas utilizando-se: água e
sabão,...
Álcool à 70%
 Atua por desnaturação de proteínas. Tem excelente
atividade sobre bactérias gram-positivas e gram-
negativa...
Iodóforos
 Atuam por oxidação e substituição por iodo livre,
tem excelente atividade sobre gram-positivas.
Necessita de 2...
Clorexidina
 Atua por ruptura da parede celular, tem excelente
atividade sobre bactérias gram-positivas, boa
atividade so...
Conceitos
 Assepsia: Medidas utilizadas para impedir a penetração de
microrganismo em um ambiente que não os tem. Ambient...
Técnica
Material Perfurocortante
 Agulhas, escalpes, lâminas de bisturi e outros
instrumentos ou aparelhos cortantes ou pontiagud...
Resíduos
 Conforme a NBR 12808 da ABNT o material ou
resíduo infectante deve ser acondicionado em
recipiente apropriado, ...
Não Reencapar Agulha
Ordem e Limpeza
 Limpeza é a eliminação de todo o material estranho
(resíduos, material orgânico, poeiras), com o uso de
...
Sinais Vitais
Marco Antonio
Conceito
 Os sinais vitais são indicadores das funções vitais e
indicam o funcionamento das funções circulatória,
respira...
Quando Medir os Sinais Vitais
 Ates e após um procedimento cirúrgico ou
procedimento diagnóstico invasivo.
 Antes, duran...
Temperatura
 A temperatura corpórea é a diferença entre o calor
produzido por processos do corpo e a quantidade de
calor ...
Fisiologia e Regulação
 Regulação: mecanismos fisiológicos e
comportamentais regulam o equilíbrio entre calor
perdido e c...
HIPOTÁLAMO
Locais de Medição das
Temperaturas
 Temperatura Central:
 Reto;
 Membrana timpânica;
 Artéria Temporal;
 Esôfago e be...
FATORES QUE AFETAM A
TEMPERATURA CORPÓREA
 Idade;
 Exercício;
 Nível hormonal;
 Estresse;
 Ambiente;
 Ritmo circadia...
Variações Aceitáveis da
Temperatura para Adultos
LOCAL TEMPERATURA EM °C
Média oral/timpânica 37
Média retal 37,5
Média ax...
Tipos de Termômetros
Febre
 A pirexia ou febre ocorre devido à incapacidade dos
mecanismos de perda de calor de acompanhar o
ritmo de uma prod...
Hipertermia
 Uma temperatura corporal elevada relacionada com a
incapacidade do organismo de promover perda de
calor ou d...
Hipotermia
 A perda de calor durante a exposição
prolongada ao frio sobrepuja a capacidade
do organismo de produzir calor...
Hipotermia
 Conforme a temperatura do corpo cai abaixo de
34,4°C (94°F), a frequência cardíaca, a frequência
respiratória...
SEMIOTÉCNICA
 Material:
 Bandeja
 Termômetro
 Algodão
 Álcool.
Referências
 POTTER, P.A; PERRY,A. Fundamentos de
Enfermagem. RJ:Elsevier, 2009.
 KOCH, ROSI MARIA. Técnicas Básicas de
...
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem

8.912 visualizações

Publicada em

Semiologia e semiotécnica para curso técnico em enfermagem.

Publicada em: Educação
0 comentários
18 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
8.912
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
8
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
236
Comentários
0
Gostaram
18
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem

  1. 1. Introdução à Enfermagem Marco Antonio Acadêmico de Enfermagem
  2. 2. Um Pouco de História e definições  Cuidado – É entendido como fenômeno resultante do processo cuidar.  As primeiras cuidadoras eram as mulheres que cuidavam das crianças, idosos e pessoas incapazes.  Havia convicção de que as doenças eram castigos divinos ou efeitos do poder diabólico.  As crenças levaram os povos a recorrer a seus sacerdotes e feiticeiros, acumulando estes as funções de médico, farmacêutico e enfermeiro.
  3. 3. Florence Nightingale  Nascida em 12 de maio de 1820, segunda filha de uma família rica, foi batizada em homenagem à cidade em que nasceu, Florença;  Em 1860 dedicou seus esforços para a criação de uma escola de enfermagem no St. Thomas’ Hospital em Londres, financiado pelo Nightingale Fund.  Ela foi reconhecida em 1907 pela Rainha da Inglaterra com a condecoração da Ordem ao Mérito. De diversas formas, Florence Nightingale projetou a enfermagem como profissão.  Em 1901, completamente cega, parou de trabalhar. Morreu em Londres, em 13 de agosto de 1910, durante o sono, aos 90 anos.
  4. 4. Florence e sua abordagem  A enfermagem começou na metade do século XIX, sob a liderança de Florence Nightingale. Antes de seu tempo, o trabalho de cuidar de doentes era realizado por indigentes e bêbados, pessoas incapacitadas a qualquer espécie de trabalho.  Construíam-se hospitais em locais onde os pobres sofriam mais em decorrência do ambiente do que à doença que os levara para lá. O que predominava em todo o lugar eram cirurgias sem anestesia, pouca ou nenhuma higiene e a sujeira nos hospitais.
  5. 5. Teoria de Nightingale  O enfermeiro manipula o ambiente do cliente para regular o nível adequado de ruídos, nutrição, higiene, iluminação, conforto o, socialização e esperança.  A enfermeira deve aliviar e evitar dor e sofrimento desnecessário.
  6. 6. O Ser Humano Doente  Antes de abordar a parte técnica da assistência de enfermagem, salientamos que o ser humano é o objetivo do cuidado.  Precisamos sempre lembrar que o paciente ou cliente é uma pessoa com passado, presente e futuro. Tem personalidade própria, medos, angústias e preocupações e pelo fato de estar doente fica mais emocionalmente fragilizado.
  7. 7. O Ser Humano Doente  Todos os membros da equipe de saúde devem estimular a participação do cliente ou paciente no seu tratamento e zelar para que a assistência seja o mais individualizada possível. Ouvir e observar é essencial para uma comunicação efetiva com as pessoas. Além do respeito aos direitos éticos e legais, devemos valorizar a pessoa que está sob nosso cuidado, dando-lhe o máximo de atenção, respeito e carinho.  Técnicas básicas de Enfermagem/ Rosi Maria Koch, 24ª ed, 2007.
  8. 8. Relação da Teoria com a Prática  A teoria gera o conhecimento para pratica de Enfermagem.  Fornecem estruturas de pensamento crítico para guiar a razão de ser clínica e a solução de problemas.
  9. 9. Diagnóstico de Enfermagem e Diagnóstico Médico  O diagnóstico de enfermagem focaliza e define as necessidades de enfermagem do cliente (Gordon, 1994). Ele reflete o nível de saúde do cliente ou a resposta a uma doença ou processo patológico, um estado emocional um fenômeno sociocultural ou um estagio de desenvolvimento.  Um diagnóstico médico identifica predominantemente um estado de doença específico. O foco médico se faz sobre o diagnóstico e tratamento da doença.
  10. 10. Resumindo....  O objetivo do diagnóstico de enfermagem é o desenvolvimento de um plano de cuidado individualizado, de modo que o cliente e a família sejam capazes de lidar com as alterações e superar os desafios decorrentes dos problemas de saúde. O objetivo do diagnóstico médico é prescrever o tratamento.
  11. 11. Processo de Enfermagem  O processo de enfermagem é a dinâmica das ações sistematizadas e inter-relacionadas, visando a assistência ao ser humano. Caracteriza-se pelo inter- relacionamento e dinamismo de suas fases ou pontos (HORTA, 1979).
  12. 12. Etapas Processo de Enfermagem  Histórico – anamnese, exame físico e consulta ao prontuário.  Diagnóstico – interpretar os dados obtidos  Planejamento – prioridades, metas, intervenções. Prescrição de enfermagem  Implementação – realizar o que foi planejado.  Evolução – avaliação, resultados, conferir o que foi obtido frente as metas.
  13. 13. Aspectos éticos legais da SAE  RESOLUÇÃO 272/2004 Dispõe sobre a SAE nas instituições de saúde brasileiras. Art 1º Ao Enfermeiro incumbe: 1.Privativamente: A implantação,planejamento, organização,execução e avaliação do processo de enfermagem.
  14. 14. Aspectos éticos legais  Art. 10 – O Técnico de Enfermagem exerce as atividades auxiliares, de nível médio técnico, atribuídas à equipe de Enfermagem, cabendo-lhe: I – assistir ao Enfermeiro: a) no planejamento, programação, orientação e supervisão das atividades de assistência de Enfermagem; b) na prestação de cuidados diretos de Enfermagem a pacientes em estado grave; c) na prevenção e controle das doenças transmissíveis em geral em programas de vigilância epidemiológica; d) na prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar; e) na prevenção e controle sistemático de danos físicos que possam ser causados a pacientes durante a assistência de saúde;
  15. 15. Precauções Padrão Marco Antonio
  16. 16. Infecção Hospitalar  Infecção hospitalar é qualquer infecção adquirida após a internação do paciente e que se manifesta durante ou mesmo após a alta, quando puder ser relacionada com a internação, ou procedimentos hospitalares.
  17. 17. Infecção Hospitalar  A prevenção das infecções hospitalares deve ser feita por todos os profissionais de saúde, e à Comissão de Controle de Infecções Hospitalares (CCIH) compete divulgar e controlar as medidas para minimizar o problema.
  18. 18. Precauções Padrão  São cuidados a serem tomados com todos os pacientes, independente da patologia.
  19. 19. Equipamentos de Proteção Individual  Equipamentos de Proteção Individual ou EPIs são quaisquer meios ou dispositivos destinados a ser utilizados por uma pessoa contra possíveis riscos ameaçadores da sua saúde ou segurança durante o exercício de uma determinada atividade.
  20. 20. Luvas  O uso de luvas não substitui a higienização das mãos.  Use luvas quando puder prever que haverá contato com FLUIDO CORPORAL, membranas ou mucosas e pele não intacta  Remova as luvas após cuidar do paciente.  Não use o mesmo par de luvas para cuidar de mais de um paciente
  21. 21. Um pouco de História  Em 1846, Ignaz Semmelweis, médico húngaro, reportou a redução no número de mortes maternas por infecção puerperal após a implantação da prática de higienização das mãos em um hospital em Viena. Desde então, esse procedimento tem sido recomendado como medida primária no controle da disseminação de agentes infecciosos.
  22. 22. O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS?  É a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. Recentemente, o termo “lavagem das mãos” foi substituído por “higienização das mãos” devido à maior abrangência deste procedimento. O termo engloba a higienização simples, a higienização antiséptica, a fricção anti- séptica e a anti-sepsia cirúrgica das mãos, que serão abordadas mais adiante.
  23. 23. POR QUE FAZER?  As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes, pois a pele é um possível reservatório de diversos microrganismos, que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminados.
  24. 24. O que usar?  As mãos dos profissionais que atuam em serviços de saúde podem ser higienizadas utilizando-se: água e sabão, preparação alcoólica e anti-séptico.
  25. 25. Álcool à 70%  Atua por desnaturação de proteínas. Tem excelente atividade sobre bactérias gram-positivas e gram- negativas, fungos e vírus. O álcool tem efeito após secar.
  26. 26. Iodóforos  Atuam por oxidação e substituição por iodo livre, tem excelente atividade sobre gram-positivas. Necessita de 2 minutos de contato para a liberação do iodo livre. Tem pouca ação e é alterado pela presença da matéria orgânica. Não são recomendados no recém-nato pois pode ocorrer absorção de iodo com supressão da função tireoidiana.
  27. 27. Clorexidina  Atua por ruptura da parede celular, tem excelente atividade sobre bactérias gram-positivas, boa atividade sobre as gram-negativas, não é esporicida, age contra vírus lipofílicos (HIV, CMV, herpes simples, influenza). Tem ação com 15 segundos de fricção e o efeito residual é de 5-6 horas. Baixa toxidade ao contato.Tóxico se aplicado diretamente em olhos e ouvidos.
  28. 28. Conceitos  Assepsia: Medidas utilizadas para impedir a penetração de microrganismo em um ambiente que não os tem. Ambiente asséptico é aquele que está livre de microrganismos.  Antissepsia: Medidas propostas para inibir o crescimento de microrganismos ou removê-los de um determinado ambiente, geralmente pele e mucosas.  Desinfecção: Processo pelo qual se destroem microrganismos patogênicos, exceção dos esporulados.  Infecção cruzada: condução de microorganismo de um cliente p/ outro.  Infecção hospitalar: adquirida durante ou após a internação tendo relação com procedimentos.
  29. 29. Técnica
  30. 30. Material Perfurocortante  Agulhas, escalpes, lâminas de bisturi e outros instrumentos ou aparelhos cortantes ou pontiagudos merecem cuidado especial para prevenir acidentes.  Ter cuidado ao limpar instrumentos e ao descartar agulhas usadas. Sendo que as mesmas não devem ser removidas da seringa, entortadas, quebradas ou reencapadas.
  31. 31. Resíduos  Conforme a NBR 12808 da ABNT o material ou resíduo infectante deve ser acondicionado em recipiente apropriado, e ter coleta seletiva.
  32. 32. Não Reencapar Agulha
  33. 33. Ordem e Limpeza  Limpeza é a eliminação de todo o material estranho (resíduos, material orgânico, poeiras), com o uso de água, detergente e ação mecânica. A limpeza antecede os procedimentos de desinfecção e esterilização.  Embora a Limpeza não seja atribuição da Enfermagem, pela sua importância na qualidade de assistência, sua manutenção deve ser controlada e exigida por todos os profissionais.
  34. 34. Sinais Vitais Marco Antonio
  35. 35. Conceito  Os sinais vitais são indicadores das funções vitais e indicam o funcionamento das funções circulatória, respiratória, neural e endócrina do organismo.
  36. 36. Quando Medir os Sinais Vitais  Ates e após um procedimento cirúrgico ou procedimento diagnóstico invasivo.  Antes, durante e após uma transfusão de produtos do sangue.  Ates, durante ou após administração de medicamentos.  Antes e após intervenções de enfermagem que influenciem um sinal vital.
  37. 37. Temperatura  A temperatura corpórea é a diferença entre o calor produzido por processos do corpo e a quantidade de calor perdido para o ambiente externo.  CALOR PRODUZIDO – CALOR PERDIDO = TEMPERATURA CORPÓREA
  38. 38. Fisiologia e Regulação  Regulação: mecanismos fisiológicos e comportamentais regulam o equilíbrio entre calor perdido e calor produzido ou a termorregulação.  Fisiologia:  Hipotálamo anterior controla a perda de calor  Hipotálamo posterior controla a produção de calor
  39. 39. HIPOTÁLAMO
  40. 40. Locais de Medição das Temperaturas  Temperatura Central:  Reto;  Membrana timpânica;  Artéria Temporal;  Esôfago e bexiga urinária  Temperatura Superficial:  Pele;  Oral;  Axilas;
  41. 41. FATORES QUE AFETAM A TEMPERATURA CORPÓREA  Idade;  Exercício;  Nível hormonal;  Estresse;  Ambiente;  Ritmo circadiano (a temperatura do corpo normalmente sofre alterações de 0,5°C a 1°C durante um período de 24 horas.
  42. 42. Variações Aceitáveis da Temperatura para Adultos LOCAL TEMPERATURA EM °C Média oral/timpânica 37 Média retal 37,5 Média axilar 36,5
  43. 43. Tipos de Termômetros
  44. 44. Febre  A pirexia ou febre ocorre devido à incapacidade dos mecanismos de perda de calor de acompanhar o ritmo de uma produção excessiva de calor, resultando em um aumento anormal da temperatura corporal. Geralmente uma febre não é perigosa se permanece abaixo de 39°C e uma única leitura da temperatura nem sempre indica febre.
  45. 45. Hipertermia  Uma temperatura corporal elevada relacionada com a incapacidade do organismo de promover perda de calor ou de reduzir sua produção é hipertermia. Qualquer doença ou trauma no hipotálamo prejudica os mecanismos de perda de calor. A hipertermia maligna é uma condição hereditária em que há produção incontrolada de calor, ocorrendo quando pessoas suscetíveis recebem certas drogas anestésicas.
  46. 46. Hipotermia  A perda de calor durante a exposição prolongada ao frio sobrepuja a capacidade do organismo de produzir calor, causando hipotermia.  A hipotermia é classificada através de medições da temperatura central.
  47. 47. Hipotermia  Conforme a temperatura do corpo cai abaixo de 34,4°C (94°F), a frequência cardíaca, a frequência respiratória e a pressão arterial abaixam. Em casos de hipotermia grave, uma pessoa demonstra sinais clínicos semelhantes aos da morte.
  48. 48. SEMIOTÉCNICA  Material:  Bandeja  Termômetro  Algodão  Álcool.
  49. 49. Referências  POTTER, P.A; PERRY,A. Fundamentos de Enfermagem. RJ:Elsevier, 2009.  KOCH, ROSI MARIA. Técnicas Básicas de Enfermagem. 24ª ed. Curitiba Pr, 2007.

×