Ventilação travamento akira

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Ventilação travamento akira

  1. 1. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA A ventilação visa restabelecer a condição atmosférica compatível com a saúde humana, reduzindo as concentrações de substâncias tóxicas presentes no Espaço Confinado, ... bem como manter a concentração de gases ou vapores inflamáveis abaixo da faixa de explosividade.
  2. 2. Não havia ventilação em 95 % dos acidentes fatais envolvendo riscos atmosféricos Manutenção do nível seguro de oxigênio Manutenção do conforto Manutenção dos contaminantes do ar dentro dos limites legais Fonte: NIOSH VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  3. 3. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  4. 4. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  5. 5. Purgar... Quer dizer tornar puro, purificar, limpar, expelir, limpar por ventilação ou lavagem com água ou vapor tornando a atmosfera interna pura e limpa. Inertizar... É tornar inerte uma atmosfera. O ar interior do espaço confinado está contaminado por combustível e é necessário executar uma operação a quente, como solda. O processo de inertização ocorre geralmente pelo deslocamento do ar interior pelo nitrogênio. Este deslocamento de ar pela ocupação do nitrogênio é uma inertização que impede a explosão. Portanto a inertização não purga porque desloca a atmosfera inflamável / explosiva mas substitui por uma atmosfera asfixiante simples de nitrogênio puro. PURGA X INERTIZAÇÃO
  6. 6. VentilaçãoVentilação Ventilação é o procedimento de movimentar continuamente uma atmosfera limpa para dentro do espaço confinado. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  7. 7. Métodos  Insuflação  Exaustão  Combinado VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  8. 8. VENTILAÇÃO GERAL INSUFLADORA VENTILAÇÃO GERAL EXAUSTORA SISTEMAS DE VENTILAÇÃO
  9. 9. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA VENTILADORES Seleção e modo do equipamento de ventilação é baseado nas características do: o contaminante o espaço e o entorno atividade de trabalho
  10. 10. VENTILADOR CENTRÍFUGO
  11. 11. VENTILADOR AXIAL
  12. 12. VENTILADOR
  13. 13. VENTILADOR
  14. 14. DUTOS
  15. 15. DUTOS
  16. 16. ACESSÓRIOS
  17. 17. ACESSÓRIOS
  18. 18. ACESSÓRIOS
  19. 19. ACESSÓRIOS
  20. 20. ACESSÓRIOS
  21. 21. SISTEMAS
  22. 22. SISTEMAS
  23. 23. SISTEMAS
  24. 24. SISTEMAS
  25. 25. SISTEMAS
  26. 26. Erros sistêmicos - A turbulência do insuflamento pode causar evaporação de resíduos voláteis ARRANJOS
  27. 27. Erros Sistêmicos O insuflamento de ar pode causar liberação descontrolada de gases e vapores perigosos ARRANJOS
  28. 28. Gases e vapores mais pesados que o ar devem ser capturados no fundo O ar de reposição deve ser admitido por cima ARRANJOS Erros sistêmicos : o uso de ventilador tipo venturi ou siroco sem dutos caracteriza um erro sistêmico.
  29. 29. Gases mais leves que o ar devem ser capturados no topo O ar de reposição deve ser providenciado por baixo ARRANJOS Erros sistêmicos : o uso de ventilador tipo venturi ou siroco por baixo caracteriza um erro sistêmico.
  30. 30. Ventilação Local Exaustora Controle dos fumos de solda Na fonte Ventilação Geral Ar de Reposição ARRANJOS
  31. 31. Correção de Curto-Circuito por Mangote flexível ARRANJOS
  32. 32. Erros sistêmicos - Curto - Circuito ARRANJOS
  33. 33. Correção de Curto-circuito através de Mudança no local da abertura de entrada de ar ARRANJOS
  34. 34. VENTILAÇÃO GERAL INSUFLAMENTO ARRANJOS
  35. 35. VENTILAÇÃO GERAL EXAUSTÃO ARRANJOS
  36. 36. VENTILAÇÃO GERAL INSUFLAMENTO - EXAUSTÃO ARRANJOS
  37. 37. Erros sistêmicos - RECIRCULAÇÃO Arranjos
  38. 38. ADIÇÃO DE DUTOS PARA EVITAR RECIRCULAÇÃO CAPTAÇÃO E INSUFLAMENTO Arranjos
  39. 39. ADIÇÃO DE DUTOS PARA EVITAR RECIRCULAÇÃO EXAUSTÃO E DESCARGA Arranjos
  40. 40. Erros Sistêmicos: VENTILAÇÃO INEFICAZ – CURTO CIRCUITO Arranjos
  41. 41. VENTILAÇÃO EFICAZ – DUTOS EVITAM CURTO CIRCUITO Arranjos
  42. 42. Erro Sistêmico: VENTILAÇÃO INCOMPLETA E COMPLETA Arranjos
  43. 43. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA Fonte: Guidelines de Ventilação Ventilação Local Exaustora Captores de Exaustão : Velocidade de captura V = 0,5 m/s Ventilação geral para trabalhadores sem fonte poluente: Q = 340 m3/h por trabalhador ou Q = 200 pé3/min por trabalhador Ventilação geral para controle de fumos de solda: Q = 3.400 m3/h por soldador ou Q = 2.000 pé3/min por soldador
  44. 44. VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  45. 45. ESPAÇOS CONFINADOS COM MAIS DE UMA ABERTURA E GASES MAIS LEVES QUE O AR Ousodeventiladoressem duto caracterizaerrosistêm ico
  46. 46. ESPAÇOS CONFINADOS COM MAIS DE UMA ABERTURA E GASES MAIS PESADOS QUE O AR Ventilar12vezespoderá caracterizaerrosistêm ico? O que podemos mudar neste sistema ?
  47. 47. ESPAÇOS CONFINADOS COM MÚLTIPLAS ABERTURAS E GASES MAIS PESADOS QUE O AR USANDO VENTILADOR AUXILIAR PARA SUPRIR AR FRESCO E CRIAR UMA BOLHA POSITIVA Ousodeventiladoressem duto caracterizaerrosistêm ico
  48. 48. ESPAÇOS CONFINADOS COM SOMENTE UMA ABERTURA E GASES OU FUMOS MAIS LEVES QUE O AR Ousodeventiladoressem duto caracterizaerrosistêm ico. Aposiçãodoventiladoredo dutopodecaracterizarerro sistêm ico.
  49. 49. ESPAÇOS CONFINADOS COM SOMENTE UMA ABERTURA E GASES MAIS PESADOS QUE O AR. O líquido sempre deve ser completamente removido se possível
  50. 50. ? ESPAÇOS CONFINADOS COM SOMENTE UMA ABERTURA E GASES MAIS PESADOS QUE O AR Exercício : Qual seria o método e equipamento ideal para ventilar este espaço confinado ? DIRECAO DO VENTO
  51. 51. É um conceito qualitativo que define se a intensidade de ventilação diminuirá ou não o Grau de risco do Espaço Confinado. O Grau de Ventilação está relacionado a velocidade do Insuflador/Exaustor e o número de trocas de ar desejadas por unidade de tempo. Ventilação Grau Alto (VA):Ventilação Grau Alto (VA): Redução Instantânea do EC. Ventilação Grau Médio (VM): Adequação do EC após 6 trocas de ar por hora Ventilação Grau Baixo (VB): Adequação do EC menor que 6 trocas de ar por hora VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  52. 52. Tanque de 32x10x8 metros com uma entrada de 1,5 metros de diâmetro e um respiro de 0,40 metros Nível dos Gases detectados: O2 = 19,7%, Inflamáveis = 7% LII(Escala Metano), CO = 0 ppm H2S = 18 ppm Material Disponível: 02 Ventilador de 2.400 m3/hora 04 Lances de Mangueiras de 10 metros com 0,5 m de diâmetro e 02 emendas para mangueiras. 1- Que tipo de Método de Ventilação se utilizará? 2- Qual o Grau de Ventilação que se caracterizará? (VA, VM ou VB) 3- Como proceder para liberação do Tanque EXERCÍCIOS VENTILAÇÃO
  53. 53. RESPOSTA 1- Será utilizado o método combinado, e lembre-se de monitoramento contínuo do tanque. 2-Volume do tanque= 32mx10mx8m = 2.560 m3 Capacidade máxima dos ventiladores: 02 VENTILADORES (1 insuflando e o outro exaurindo com total de 2.400 m3/hora VA não é o grau para espaço confinado VM > 6x volume do tanque por hora VM > (6 x 2560 m3)/hora = 15.360 m3/hora Portanto o tempo de ventilação para garantir 6 vezes o volume do tanque: Tempo = 15.360 m3 / 2.400 m3/hora = 6,4 horas. 3- Após 6,4 horas monitorar e garantir que os níveis de gases sejam zero para inflamáveis, CO, e H2S e 20,9% para oxigênio. Lembre-se de que após atingir estes valores, e, caso da necessidade de ingresso no EC, deve-se ventilar continuamente e monitorar o ambiente.
  54. 54. Descrição do Espaço Confinado 1 Tanque (número 5) com 18 X 12 X 8 com 1 BV Superior (1,5 m) e 2 BV inferiores (0,60 m). Atividade de Inspeção. Material Disponível: 02 Ventiladores de 2.750 m3/hora (2 juntos) 03 Lances de Mangueiras de 10 metros com 0,5 m de diâmetro e 02 emendas para mangueiras. Nível dos Gases detectados: O2 = 17,7%, Inflamáveis = 57% LII(Escala Metano), CO = 0 H2S = 358 ppm Perguntas: Qual método a utilizar? (Ventilação ou exaustão), por onde atuar? (por cima ou por baixo), quanto tempo para liberar o acesso? quantas trocas de ar por hora é recomendado?
  55. 55. Perguntas: Qual método a utilizar? (Ventilação ou exaustão), por onde atuar? (por cima ou por baixo), quanto tempo para liberar o acesso?, quantas trocas de ar por hora é recomendado? Descrição do Espaço Confinado 1 Tanque (número 4) com 23 X 11 X 7,5 com 1 BV Superior (1,3 m) e 2 BV inferiores (0,55 m). Atividade de Troca de Flange interno. Material Disponível: 02 Ventiladores de 2.450 m3/hora (2 juntos) 04 Lances de Mangueiras de 10 metros com 0,5 m de diâmetro e 03 emendas para mangueiras. Nível dos Gases detectados: O2 = 12,2%, Inflamáveis = 112% LII(Escala Metano), CO = 0 H2S = 0 ppm CH4= 500 ppm
  56. 56. NÃO VENTILARNÃO VENTILAR ESPAÇOS CONFINADOSESPAÇOS CONFINADOS COM OXIGÊNIOCOM OXIGÊNIO VENTILAÇÃO DE SEGURANÇA
  57. 57. CONTROLE DE ENERGIAS PERIGOSAS (LOCK-OUT / TAG-OUT)
  58. 58. Mecânica Hidráulica Química Pneumática Térmica E N E R G I A Elétrica Radioativa
  59. 59. A - Desenergização, isolamento ou dissipação de energia incorretos B - Bloqueio e Sinalização Incorretos C - Falha em verificar se o equipamento foi desenergizado Fonte: NIOSH, 1999 Mortes por Falha no Controle de Energias
  60. 60. Modelo causal de perdasModelo causal de perdas
  61. 61. ACIDENTE EVITÁVEL...
  62. 62. PCEP COMPLETO ...
  63. 63. DEFINIÇÃO OSHA BLOQUEIOBLOQUEIO É uma ação,, através de um bloqueador específico, que garante que o dispositivo de isolação de energia e o equipamento sob sob controle não possam ser operados até que o que o bloqueador seja removido.
  64. 64. BLOQUEIO E IDENTIFICAÇÃOBLOQUEIO E IDENTIFICAÇÃO Bloqueie as fontes de energia com dispositivos adequados e afixe a etiqueta devidamente preenchida
  65. 65. VERIFICAR O ISOLAMENTOVERIFICAR O ISOLAMENTO Assegure-se que ninguém esteja exposto ou em contato com o equipamento; Verifique a isolação do equipamento, operando a botoeira (na posição LIGA) ou outro dispositivo de controle. Utilize instrumentos de medição se necessário.
  66. 66. EXECUÇÃO DO TRABALHOEXECUÇÃO DO TRABALHO É garantido que há um estado de energia nula”ou “energia zero”. Autorizados podem executar os serviços, com total segurança, no equipamento.
  67. 67. APÓS ENCERRAR O SERVIÇOAPÓS ENCERRAR O SERVIÇO RESTABELECER A ENERGIARESTABELECER A ENERGIA • Certifique-se que todas as proteções foram desinstaladas e o equipamento está seguro para voltar a operar; • Assegure-se que ninguém esteja em contato com o mesmo; • Confirme que os controles ou botoeira estejam na posição DESLIGA ou neutra;
  68. 68. RESTABELECER A ENERGIARESTABELECER A ENERGIA • Cada autorizado deve retirar seus dispositivos de bloqueio e etiquetas de campo; (Deve ser removido pelo mesmo que o aplicou ) • Proceda ao acionamento e efetue testes para garantir que tudo estáem perfeito funcionamento.
  69. 69. COMUNICAÇÃO FINALCOMUNICAÇÃO FINAL • À todo pessoal afetado que a máquina, equipamento ou instalação está operacional novamente. • Confira a lista de verificação garantindo que todos os passos foram cumpridos. • Entregue a lista ao Supervisor do grupo.
  70. 70. BLOQUEADORES PARA DISJUNTORES, INTERRUPTORES E PLUGUES
  71. 71. BLOQUEADORES MÚLTIPLOS E ACESSÓRIOS
  72. 72. SISTEMAS DE SEGURANÇA DESLIGAR A ENERGIA ELÉTRICA, TRANCAR COM CHAVE OU CADEADO E SINALIZAR QUADROS ELÉTRICOS PARA EVITAR MOVIMENTAÇÃO ACIDENTAL DE MÁQUINAS OU CHOQUES ELÉTRICOS QUANDO O TRABALHADOR AUTORIZADO ESTIVER NO INTERIOR DO ESPAÇO CONFINADO. 20
  73. 73. SISTEMAS DE SEGURANÇA
  74. 74. SISTEMAS DE SEGURANÇA
  75. 75. 1. Retirar de Operação (etiquetas, travas, cadeados, etc.) 2. Lavar, lavar, lavar 3. Desenergizar 4. Drenar 5. Purgar 6. Testes 1. Isolar (válvulas, raquetes, desconexão de linhas) 2. Testes, testes, testes ... (até agora equipamento fechado) 3. Sinalizar 4. Ventilar SISTEMAS DE SEGURANÇA
  76. 76. SISTEMAS DE SEGURANÇA
  77. 77.  Raqueteamento: método de isolamento em que é instalada uma raquete ou figura oito para que a tubulação seja completamente fechada.  Somente o bloqueio através de válvulas não é meio suficientemente seguro para garantir o “isolamento” do equipamento, por isso é necessário o uso de travas e raqueteamento.  Trava de Válvula de bloqueio: Trava com cadeado colocada por sobre o volante da válvula. Corrente e cadeado também podem ser usados para travar uma válvula de bloqueio.
  78. 78.  Todas as tubulações Inflamáveis, que necessitarem de SOLDA ou qualquer tipo manutenção, que possa gerar Fonte de Ignição, deverão ser LIMPAS, DESCONECTADAS, INERTIZADAS - N2 ou com ÁGUA.  Todas as linhas próximas do local, deverão ser inspecionadas.  Verificar vazamentos.  Listas desconectadas de inflamáveis. TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS
  79. 79. TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS
  80. 80. TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS
  81. 81. TUBULAÇÕES INDUSTRIAIS

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