Marco Aurélio 
Erica Sayuri
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• Apresentam mais vantagens econômicas, técnicas e logísticas; 
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• Dificuldade em reconhecer, selecionar e correlacionar 
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• A Vacina de DNA mais estudada é a de Plasmídeo; 
• Ainda não estão disponíveis para humanos; 
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OBRIGADO
• Vacinas de DNA. Disponível 
em:www.biotecnologia.com.br/revista/bio05/vacinasdna.pdf>. 
Acesso em: 24 mai. 2014. 
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Vacinas de DNA

  1. 1. Marco Aurélio Erica Sayuri
  2. 2. • Afirma-se que os chineses trituravam as cascas das feridas produzidas pela varíola, onde o vírus estava presente, porém morto, e sopravam o pó através de um cano de bambu nas narinas das crianças. • Mas foi só em 1796, que um médico inglês, Edward Jenner, estabeleceu as primeiras bases científicas. • Jenner usou o vírus da varíola bovina, retirado das pústulas de vacas doentes, que inoculava em camponeses ingleses de forma a protegê-los da doença. Utilizou o termo ‘variola vaccinae’, que significa literalmente, varíola das vacas. Daí surgiu o nome “VACINA”.
  3. 3. • As vacinas são substâncias, como proteínas, toxinas, partes de bactérias ou mesmo vírus e bactérias inteiros, atenuados ou mortos, que ao serem introduzidos no organismo de um animal, suscitam uma reação do sistema imunológico.
  4. 4. • Tem com objetivo fundamental a imunização prévia do indivíduo, de modo que ele passe a responder rápida e eficientemente quando em contato com o agente infeccioso, evitando assim a ocorrência ou desenvolvimento da doença.
  5. 5. 1ª Geração: • agente patogênico na sua constituição completa; • micro-organismos inativados, exemplo: varíola. 2ª Geração: • Indução de anticorpos através de antígenos. 3ª Geração: • Emprego da informação genética do patógeno (Vacinas Gênicas).
  6. 6. Vacinas Replicantes (Vivas atenuadas) Multiplicação em células especializadas; Imunização de Viroses: caxumba, sarampo, rubéola; Vacinas Não Replicantes (inativadas) Organismo não se replica Exemplo: Hepatite A e B, Cólera, Influenza; Combinadas Antígenos de diferentes organismos Dose única Exemplo: Vacinas do E. COLI
  7. 7. • Primeiras ideias de que genes poderiam atuar como vacina; Década de 1950/60 • Desenvolvimento da terapia gênica; Década de 1970/80 • 1993: primeira demonstração; • 1996: estudos envolvendo lifomas de célula T, a gripe e Herpes. Década de 1990
  8. 8. Fragmento de DNA Codificador de proteína imunogênica ou imunomoduladora; Inserido em um vetor de expressão bacteriano; Ativação da memória imunológica. Uma vez dentro da célula: Núcleo: genes RNAm Citoplasma: RNAm proteínas antigênicas
  9. 9. I. Isolar parasita, fungo, bactéria ou vírus causador da doença; II. Retirar fração da molécula de DNA; III. Esse pedaço é colocado no sangue da pessoa geralmente através de plasmídeos; IV. Dentro do organismo, a molécula de DNA do parasita entra nas células; V. Combina-se com o DNA e forma proteínas; VI. Proteínas produz anticorpos contra o parasita.
  10. 10. • Inoculação do plasmídeo pelas vias: • Intramuscular • Subcutânea • Oral • Intradérmica • Intravenosa • Intraorbital • Via mucosa
  11. 11. • Gene Gun: • Cobertura de partículas de ouro ou tungstênio com o DNA de interesse; • Projetam-se a enorme velocidade sobre as células que devem modificar com o fim de cruzar sua membrana celular.
  12. 12. VACINA GÊNICA VACINA TRADICIONAL Utiliza apenas o DNA do organismo infeccioso Utiliza forma inativa ou morta dos organismos infecciosos Diminui o risco de uso do real organismo infeccioso Apresenta o possível risco de fatalidade Promove tanto a imunização humoral quanto a celular Promove imunização humoral
  13. 13. • Apresentam mais vantagens econômicas, técnicas e logísticas; • Controle de qualidade mais simples; • Não necessitam de refrigeração para seu transporte, já que elas são estáveis em temperatura ambiente; • Possuem baixo custo de produção e manutenção; • Estimulam a produção de linfócitos T, responsáveis por identificar e matar as células infectadas; • Atende os indivíduos imunocomprometidos; • Crianças e idosos.
  14. 14. • Dificuldade em reconhecer, selecionar e correlacionar todas as partes do DNA do agente que se quer combater; • Possibilidade da indução de uma doença autoimune; • Integração do DNA no cromossomo do hospedeiro, causando mutações que poderiam levar ao aparecimento de um câncer; • Indução de tolerância do hospedeiro às substâncias estimuladas pelo DNA.
  15. 15. • A Vacina de DNA mais estudada é a de Plasmídeo; • Ainda não estão disponíveis para humanos; • Testes da vacina de DNA contra HIV, Malária, Raiva, Esclerose Múltipla em animais; • Foram licenciadas duas vacinas de DNA para animais: • Contra o vírus da febre do Nilo do Ocidente, em equinos; • Contra o vírus da Necrose, em salmão.
  16. 16. OBRIGADO
  17. 17. • Vacinas de DNA. Disponível em:www.biotecnologia.com.br/revista/bio05/vacinasdna.pdf>. Acesso em: 24 mai. 2014. • Vacina de DNA: aspecto gerais e sua aplicação na medicina humana e veterinária. Disponível em:http://www.uel.br/revistas/uel/index.php/semagrarias/article/vi ew/2925>. Acesso em: 24 mai. 2014. • BRASIL ESCOLA. As vacinas de DNA. Disponível em: http://www.brasilescola.com/biologia/as-vacinas-de-dna.htm>. Acesso em: 26 mai. 2014. • Vacinas Gênicas. Disponível em:<http://www.biotecnologia.com.br/revista/bio03/3hp_11.pdf<. • Acesso em: 26 mai. 2014.

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