TEORIA DOS RELACIONAMENTOS             NA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS      CRISTINA DETTENBORN          MARCELO OTT  PROFª. ...
• INDIVÍDUO   • GRUPO  • NADA              • TUDO
Teoria dos Stakeholders (TS)Responsabilidade Social Corporativa (RSC)
Economia de Comunhão (EdC)      Teoria dos Stakeholders (TS)Responsabilidade Social Corporativa (RSC)
Carregam uma visceral preocupação com as  condições atuais do planeta e procuram    emparelhar ética e competitividade.
EdC – FUNDAMENTA A QUALIDADE     DOS RELACIONAMENTOS
PRECISAMOS ENTENDER OFENÔMENO DAS RELAÇÕES
A importância da participação, cooperação,coletivismo ou empowerment.“As pessoas querem sentir-se como parte donegócio e n...
Participação, partilha, diálogo, cooperação esolidariedade são as palavras-chave queconferem qualidade aos relacionamentos...
Competição            Cooperaçãofenômeno cultural   fenômeno biológico
RAZÃO   EMOÇÃO          AÇÃO
As       principais    contribuições  aoconhecimento das emoções, no âmbito daadministração de empresas, vieram dapsicolog...
A    emoção      penetra    o    ambienteorganizacional associada à constituição dastarefas, reocupada, em última instânci...
“Boas” organizações são as que têmemoções gerenciadas e a teoria organizacionaldeveria se preocupar mais com processoscogn...
Ashkanasy e Daus (2002) visualizaram ogerenciamento das emoções como umaimportante ferramenta no kit de trabalho de umgere...
A demonização das emoções comosentimentos acabou por inibir sua compreensãocomo comportamento, inclusive a emoçãoamorosa, ...
O     poder      dos      relacionamentosinterpessoais para influir nos processos eestruturas      organizacionais       p...
Os estudos organizacionais desenvolveramuma visão ordenada do mundo empresarial,assumindo a realidade administrativa comor...
Biopsicoantropossocial?          • Biolgia        • Psicologia      • Antropologia       • Sociologia
Biopsicoantropossocial!      Qualidade definida aqui como orelacionamento em que um indivíduo reconheceo outro como legíti...
Rolf Behncke, no prefácio de A árvore doconhecimento, de Maturana e Varela, diz quedesenvolver o conhecimento que possibil...
A tríplice conexão!RAZÃO                         EMOÇÃO                                AÇÃO
SOCIOLOGIA    RAZÃO                                    PB                                   SI                            ...
EdC      Do ponto de vista da dependência derecursos, o diferencial competitivo está nosrecursos organizacionais e nos rec...
EdC• Reconhecimento de que a organização é uma  construção de todos;• Não busca lucros máximos e acumulação;• Lideranças m...
EdC• Eliminação da mentira junto a seus stakeholders e  conduta ética;• Compatibilização entre produtividade e emprego;• P...
CONCLUSÃO
CONCLUSÃO      É muito provável que a quebra do paradigmadominante e da ideologia que lhe dá sustentação,causa cognitiva d...
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  1. 1. TEORIA DOS RELACIONAMENTOS NA ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS CRISTINA DETTENBORN MARCELO OTT PROFª. Me. CRISTIANE FROEHLICH
  2. 2. • INDIVÍDUO • GRUPO • NADA • TUDO
  3. 3. Teoria dos Stakeholders (TS)Responsabilidade Social Corporativa (RSC)
  4. 4. Economia de Comunhão (EdC) Teoria dos Stakeholders (TS)Responsabilidade Social Corporativa (RSC)
  5. 5. Carregam uma visceral preocupação com as condições atuais do planeta e procuram emparelhar ética e competitividade.
  6. 6. EdC – FUNDAMENTA A QUALIDADE DOS RELACIONAMENTOS
  7. 7. PRECISAMOS ENTENDER OFENÔMENO DAS RELAÇÕES
  8. 8. A importância da participação, cooperação,coletivismo ou empowerment.“As pessoas querem sentir-se como parte donegócio e não apenas servi-lo!” Marcelo Ott
  9. 9. Participação, partilha, diálogo, cooperação esolidariedade são as palavras-chave queconferem qualidade aos relacionamentosdesenvolvidos na empresas.Humberto Maturana = considera que esseprincípio comportamental básico correspondeao conceito cristão de amor.
  10. 10. Competição Cooperaçãofenômeno cultural fenômeno biológico
  11. 11. RAZÃO EMOÇÃO AÇÃO
  12. 12. As principais contribuições aoconhecimento das emoções, no âmbito daadministração de empresas, vieram dapsicologia comportamental e da psicologiaclínica a partir dos anos 1940. Os primeiros esforços para unificarcognição (razão) e emoção surgem nos anos1980 e 1990, mais voltados para a avaliação dedesempenho e estudo da decisão.
  13. 13. A emoção penetra o ambienteorganizacional associada à constituição dastarefas, reocupada, em última instância, com odesempenho lucrativo, seguindo a crençaestabelecida pela força do racionalismo de que aordem organizacional e a eficiência das relaçõesentre gerentes e trabalhadores devem sertratadas racionalmente.
  14. 14. “Boas” organizações são as que têmemoções gerenciadas e a teoria organizacionaldeveria se preocupar mais com processoscognitivos e controle comportamental.
  15. 15. Ashkanasy e Daus (2002) visualizaram ogerenciamento das emoções como umaimportante ferramenta no kit de trabalho de umgerente, pois as mais simples e mundanasemoções devem ser “administradas”.
  16. 16. A demonização das emoções comosentimentos acabou por inibir sua compreensãocomo comportamento, inclusive a emoçãoamorosa, fundamental à integração humana emtoda atividade social.
  17. 17. O poder dos relacionamentosinterpessoais para influir nos processos eestruturas organizacionais permanecefragmentado, visto como algo estático eseparado da experiência humana, que étambém subjetiva, pois envolve a relaçãoconsciência-inconsciência em nossos atos,relação denunciada na obra de Freud.
  18. 18. Os estudos organizacionais desenvolveramuma visão ordenada do mundo empresarial,assumindo a realidade administrativa comoracional, controlável e passível deuniformização.
  19. 19. Biopsicoantropossocial? • Biolgia • Psicologia • Antropologia • Sociologia
  20. 20. Biopsicoantropossocial! Qualidade definida aqui como orelacionamento em que um indivíduo reconheceo outro como legítimo outro na relação, com asimplicações daí decorrentes para a vida daspessoas e das organizações.
  21. 21. Rolf Behncke, no prefácio de A árvore doconhecimento, de Maturana e Varela, diz quedesenvolver o conhecimento que possibilita aconvivência humana é o nosso maior e maisurgente desafio.
  22. 22. A tríplice conexão!RAZÃO EMOÇÃO AÇÃO
  23. 23. SOCIOLOGIA RAZÃO PB SI IO CL O AÇÃOO LG OI GA I A EMOÇÃO ANTROPOLOGIA
  24. 24. EdC Do ponto de vista da dependência derecursos, o diferencial competitivo está nosrecursos organizacionais e nos recursoshumanos e não tanto nos financeiros e físicos,ou seja, tem a ver com trabalho em equipe,confiança, amizade, cooperação, capacidade dejulgamento e sabedoria das pessoas.
  25. 25. EdC• Reconhecimento de que a organização é uma construção de todos;• Não busca lucros máximos e acumulação;• Lideranças motivadas para a mudança e conscientes da necessidade do exemplo pessoal;• Elevado comprometimento com as metas e maior motivação para o trabalho;
  26. 26. EdC• Eliminação da mentira junto a seus stakeholders e conduta ética;• Compatibilização entre produtividade e emprego;• Participação nas decisões, diálogo, cooperação, solidariedade e espírito comunitário;• Respeito ao ambiente natural;• Espiritualidade percebida no mesmo nível da saúde física e mental.
  27. 27. CONCLUSÃO
  28. 28. CONCLUSÃO É muito provável que a quebra do paradigmadominante e da ideologia que lhe dá sustentação,causa cognitiva da grave crise socioambiental queameaça o planeta, também implique no reexame dequestões fundamentais à existência da vidacoletiva, pois como observam Nord e Fox(2004:219), parece haver crescente desconfortocom os pressupostos tradicionais sobre os sereshumanos nas ciências sociais.

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