Alimentação e infância

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  • Uma geração inteira está aprendendo uma lição extremamente importante: mudar os hábitos alimentares.
  • Alimentação e infância

    1. 1. Alimentação e Infância <ul><li>MISTURA DE SABER E SABOR : </li></ul><ul><li>Terra, pás, minhocas e verduras em suas aulas. Muitas crianças, que nem sequer comiam alface em casa, podem plantar, colher e reconhecer variedades, como rubi, lisa, crespa, mimosa e americana. </li></ul>
    2. 2. Alimentação e Infância <ul><li>Quando a criança precisa calcular a distância entre as sementes da horta, usa a Matemática. Ao acompanhar o processo de germinação da planta, tem uma lição de Ciências, com uma vantagem: raízes, caules e folhas surgem bem mais viçosas do que em qualquer livro. À mesa, a expressão oral entra na hora de dizer que a alface americana é melhor que a mimosa, ou vice-versa. </li></ul>
    3. 3. Alimentação e Infância <ul><li>Os alunos que apresentam baixo rendimento escolar provocado por desnutrição na primeira infância. Está provado que uma criança subnutrida, se for estimulada social, intelectual e afetivamente, consegue aumentar as sinapses entre os neurônios e tornar-se um adulto normal, mesmo que tenha menos células nervosas. </li></ul>
    4. 4. Alimentação e Infância <ul><li>Atividades: </li></ul><ul><li>Criação de um dicionário e um laboratório de compostagem com as cascas que sobraram da salada de frutas coletiva feita em classe. Basta um mês para que muitos alunos passem a trazer, todo dia, frutas e sucos para o lanche. </li></ul>
    5. 5. Alimentação e Infância <ul><li>Na horta da escola, o aluno arranca o pé de alface e, junto com a raiz da hortaliça, encontra uma minhoca a se contorcer. </li></ul><ul><li>A súbita aparição causa alvoroço entre os pequenos e a professora aproveita a situação para falar da importância daquele animal no arejamento da terra. O nojo vira admiração. É dessa forma, imprevisível, que se dão as aulas quando a escola tem a possibilidade de cultivar alimentos em seu terreno. </li></ul>
    6. 6. Culinária <ul><li>GELÉIA DE MEXERICA </li></ul><ul><li>Ingredientes </li></ul><ul><li>24 mexericas do rio   </li></ul><ul><li>Modo de preparo </li></ul><ul><li>Descasque e pique as cascas das mexericas e coloque em uma tigela. Troque a água diversas vezes durante três dias, guarde a polpa na geladeira durante esse tempo. Ao final de 3 dias, leve ao fogo as polpas ligeiramente amassadas, para aquecer bem (não ferver). Passe na peneira para tirar todo o caldo. Escorra a água das cascas e bata no liquidificador junto com o caldo. Leve ao fogo com açúcar a gosto e apure bem. A geléia ficará transparente e brilhante . </li></ul>
    7. 7. Alimentação na Infância <ul><li>O professor deve colocar num caderno de registros qual o objetivo do trabalho, o que aconteceu ao final do dia e como será o dia seguinte. Enquanto os pequenos de 5 anos brincam de casinha, a professora deve participar e ajudar. As crianças, às vezes tratam seus filhinhos com agressividade, e diga a esta que, não é preciso brigar, mas conversar. Quando entra num jogo de faz-de-conta, a criança tenta entender como as coisas acontecem, reorganizando pensamentos e emoções. Observe as atitudes delas e, a partir daí, planeje as próximas aulas. </li></ul>
    8. 8. Educação Infantil – Projetos TEMA : Família Objetivos : Conhecer os alunos partindo da realidade em que eles vivem, colocar as crianças em contato com diferentes estruturas familiares e promover uma parceria entre escola e família Como chegar lá : Estimule cada criança a viver o dia-a-dia da família dos colegas, conhecendo diferentes culturas e modos de vida. Pesquise fotos e explore as características das várias famílias nas atividades de sala de aula. Desenvolva temas de interesse dos pequenos, como gravidez e reprodução, brincadeiras tradicionais, vocabulário e localização das casas Dica : Antes mesmo de visitar as casas dos alunos, o professor deve ter uma intenção clara do que deseja trabalhar dentro do tema, evitando atividades que surjam apenas do improviso.
    9. 9. Construir brinquedos: Projeto Nas entrevistas com pais e avós, a garotada descobriu brincadeiras tradicionais e cantigas folclóricas. Com materiais de fácil acesso penas, sabugos e palha de milho , as crianças confeccionam petecas, bonecas e carrinhos. Eles aprendem que muita coisa pode ser reciclada e reaproveitada. Com os brinquedos, incorporados ao acervo da escola, é possível trabalhar contagem, coordenação motora e matemática.
    10. 10. O tempo histórico pode ser dimensionado diferentemente, considerado em toda sua complexidade, cuja dimensão o aluno apreende paulatinamente. O tempo pode ser apreendido a partir de vivências pessoais, pela intuição, como no caso do tempo biológico (crescimento, envelhecimento) e do tempo psicológico interno dos indivíduos (idéia de sucessão, de mudança). E precisa ser compreendido, também, como um objeto de cultura, um objeto social construído pelos povos como no caso do tempo cronológico e astronômico (sucessão de dias e noites, de meses e séculos).
    11. 11. O estudo de uma totalidade, isto é, da paisagem como síntese de múltiplos espaços e tempos deve considerar o espaço topológico — o espaço vivido e o percebido — e o espaço produzido economicamente como algumas das noções de espaço dentre as tantas que povoam o discurso da Geografia. Pensar sobre essas noções de espaço pressupõe considerar a compreensão subjetiva da paisagem como lugar: a paisagem ganhando significados para aqueles que a vivem e a constroem.
    12. 12. Murais <ul><li>Devem ficar acima da cabeça dos pequenos, não devem ficar muito baixo para estes não arrancarem as gravuras. </li></ul><ul><li>O mural deve ser temático, de preferência espalhe figuras pela sala. Não colocar figuras de tamanho desproporcional e, sempre colocar chão para que os animais não fiquem flutuando. </li></ul>
    13. 13. Cartão Relâmpago <ul><li>Separe gravuras de revistas, as mais variadas possíveis: bichos, casas, famílias, gente, profissões, objetos, etc. Cuide para que as gravuras sejam bem legíveis e dentro da compreensão das crianças. Em seguida, cole-as em cartolina colorida fazendo uma moldura (procure fazer os cartões de cartolina todos do mesmo tamanho). Caso não tenha disponibilidade do material, cole em papel ofício; podendo colar, dependendo do tamanho da gravura, 2 ou 3 numa mesma folha de papel ofício. Neste caso, as gravuras deverão ter o mesmo motivo para facilitar a compreensão e assimilação da criança. Procure equilibrar a disposição das gravuras na folha. </li></ul>
    14. 14. Como utilizar o Cartão <ul><li>Você pode utilizar como se fosse contar a história. Faça uma rodinha, mostre um cartão de cada vez e vá perguntando às crianças o que estão vendo, qual o nome do objeto, onde se compra, para que serve... Elabore as questões de acordo com as gravuras. Eles também podem ser usados para fixação da história: selecione o cartão que tem relação com a história, cubra-o com papel celofane e prenda-o com fita crepe no chão. Deixe que a criança passe por ele pise, olhe e brinque... Caso rasguem o celofane, seja criativa! Utilize-o numa colagem em grupo ! </li></ul>
    15. 15. Cartão relâmpago <ul><li>Além dos cartões relâmpagos, pode-se utilizar brinquedos ou objetos cobertos com celofane ou saco plástico transparente para reforçar a história. Isso dará nova vida ao chão e colorirá sua sala! Lembre-se, não é uma ornamentação fixa! É somente para reforçar sua lição. Caso você conte a história das 100 ovelhinhas, por exemplo, poderá selecionar gravuras sobre fazenda, ou um fio de lã, band-aid, folhas... Ou seja, algo que tenha ligação com a sua história. </li></ul>
    16. 16. Cartão Relâmpago <ul><li>Observação: É fundamental que a professora(or) brinque com a criança em todos os momentos. Tenha um lugar reservado para expor os trabalhos das crianças na própria sala (ou próximo). É importante que elas vejam suas experiências. Nessa etapa a criança não está preocupada com o resultado final da atividade, mas com a vivência delas. Por isso, não faça os trabalhinhos pelas crianças, nem os critique: somente incentive a participação do grupo nas atividades propostas. </li></ul>
    17. 17. Pesquisa <ul><li>Ver o site: http://trabalhinhos.blogspot.com/2008/01/o-ministrio-infantil.html </li></ul><ul><li>http://trabalhinhos.blogspot.com/2008/01/o-ministrio-infantil.html </li></ul>

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