Modelo PedagóGico Virtual Na Universidade Aberta Um

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Modelo PedagóGico Virtual Na Universidade Aberta Um

  1. 1. Performed by Manuela da Costa Fonseca 29-10-2008 Modelo Pedagógico Virtual na Universidade Aberta - Um percurso pessoal de uma estudante do 1º Ciclo
  2. 2. <ul><li>A UAb foi-me apresentada por um estudante, agora </li></ul><ul><li>licenciado em Estudos Europeus, sediado em Bruxelas. E, foram motivos “axiologicamente” apaixonantes que me trouxeram até este ponto. Dois filhos menores (um em idade pré-escolar e outro no quarto ano do 1º Ciclo Básico) despertaram em mim o desejo de aprender a saber como se vivem as mudanças solicitadas e as transformações exigidas à Educação, a qualidade das auto-estradas de conhecimento e saber que estão a ser construídas e serão percorridas pelos meus filhos. </li></ul>29-10-2008
  3. 3. <ul><li>As minhas formações, formal, informal e não-formal, bem como o meu percurso profissional têm criado condições para que desenvolva o meu trabalho com ferramentas tecnológicas de última geração e respectivos “softwares”. Assim, aliar o que sabia, ao desejo de mais aprender e adquirir conhecimentos através de um ambiente virtual, “online”, no qual  me sinto especialmente descontraída e de que sou acérrima defensora, sem a obrigatoriedade de deslocações, tornou-se algo de substancialmente apelativo e adequado. Principalmente quando pude verificar o quão organizado o espaço da nossa licenciatura se encontrava. </li></ul>29-10-2008
  4. 4. <ul><li>       </li></ul><ul><li>No entanto, é através da experiência e das visitas diárias ao nosso espaço de ensino / aprendizagem que nos vamos apercebendo que, se por um lado a organização e gestão do nosso tempo têm de ser eximiamente geridos, existe por outro lado o factor distância física que por vezes pode levar a sentimentos de “abandono académico”. Neste ponto a equipa de Coordenação do nosso curso tem sido de um exemplo extraordinário de eficácia, rapidez de resposta e de apoio aos estudantes. </li></ul>29-10-2008
  5. 5.       O interesse crescente que as questões relativas à Educação têm levantado em todos os sectores da nossa sociedade (politica, social, cultural, económica); a percepção, cada vez mais global, de que Educação tem um peso fundamental no nosso crescimento e desenvolvimento; as alterações verificadas e sentidas pelos seus actores (do pessoal docente ao não-docente, passando pelos estudantes, pais, associações e sindicatos) como sendo muito mais interventivas que construtivas e ainda o facto de uma grande percentagem de colegas do meu Curso – Licenciatura em Educação – se encontrarem profissionalmente ligados ao ramo Educação, leva a que por vezes se assistam a algumas situações de dissensões sobre algumas matérias abordadas e métodos didácticos utilizados, que acaba por se fazer sentir no esmorecer dos “fóruns”, tornando-os locais mais passivos do que realmente seria de esperar. 29-10-2008
  6. 6. <ul><li>Talvez esta situação se verifique também devido ao cariz &quot;oficial&quot; conferido a uma opinião quando esta é escrita. No entanto, sinto que os estudantes se esforçam por se manterem unidos, cooperativos, participativos e colaborativos; principalmente os que optaram por avaliação continua. Não raras vezes são discutidas determinadas matérias e conteúdos também fora do ambiente virtual da UAb, como por exemplo via MSN e, têm-se inclusive verificado o despontar de novas amizades. </li></ul>29-10-2008
  7. 7. <ul><li>Em termos pessoais, considero esta licenciatura com bastante relevância dado os programas e conteúdos apresentados, que me parecem razoáveis e necessários às matérias em discussão. A capacidade, os conhecimentos e as ferramentas que tenho vindo a adquirir para reflectir, discutir e concluir sobre as questões inerentes à Educação, levam-me a continuar a avaliar positivamente este curso e a sua vertente “on-line” à distância. </li></ul>29-10-2008
  8. 8. <ul><li>No entanto, a opinião geral de grande parte do público do meu universo é que uma licenciatura obtida via método “Educação Aberta e à Distância”, significaria unicamente a possibilidade de obter um “canudo”, tipo “prêt-à-porter” e onde o estudante estaria automaticamente imune e dispensado das questões e características próprias do relacionamento intra-estudantes e entre estudantes e professores. </li></ul><ul><li>Mas, na realidade tal não se verifica. </li></ul>29-10-2008
  9. 9. <ul><li>Ao longo do nosso primeiro ano, encontrámos docentes exigentes, que procuraram encontrar a nossa excelência e nunca nos pediram e incentivaram para menos que Excelente, mas também tivemos a oportunidade de por vezes sentir a distância de uma forma muito mais acentuada. Apesar do nível de ensino ser superior, os estudantes acabam por se sentirem desmotivados quando surge este “não-diálogo”, fruto por vezes de uma interacção insuficiente com os professores ou com os tutores. </li></ul>29-10-2008
  10. 10. <ul><li>Experienciei que não basta ao professor colocar os materiais e recursos disponíveis nas plataformas de cada uma das unidades curriculares e não é suficiente ao estudante guardá-las electronicamente ou em papel;  tem de existir interacção, mesmo que assíncrona. Caso contrário, corremos o risco de vivermos em “anomia curricular”, perdendo a oportunidade de usufruir do melhor que as relações humanas nos podem oferecer e que são a partilha de experiências, conhecimentos e saberes. </li></ul>29-10-2008
  11. 11. <ul><li>Em início  de um novo semestre na Universidade Aberta continuo a sentir-me especialmente privilegiada por poder conviver com um universo de mentes tão diversificado, com o facto de ser crescente a capacidade para ultrapassar as “desopiniões” que vão surgindo e ir satisfazendo as necessidades de querer aprender a aprender, a conhecer, a ser e a fazer. </li></ul><ul><li>FIM </li></ul>29-10-2008

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