Avaliaçãoii unidade

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Avaliaçãoii unidade

  1. 1.  Evite rasuras;  Use caneta azul ou preta; Questão 01 "O que eu adoro em tua natureza, Não é o profundo instinto maternal Em teu flanco aberto como uma ferida. Nem tua pureza. Nem tua impureza. O que eu adoro em ti – lastima-me e consola- me! O que eu adoro em ti, é a vida." A estrofe acima é um exemplo do traço de_______ e de ______que existe na obra de Manuel Bandeira. a) rebeldia - ódio pela vida b) melancolia - indiferença pelo mundo c) ternura - paixão pela existência d) saudade - medo ao cotidiano e) amargura - conformismo com o destino Questão 02 "O fazendeiro criara filhos Escravos escravas Nos terreiros de pitangas e jabuticabas Mas um dia trocou O ouro da carne preta e musculosa As gabirobas e os coqueiros Os monjolos e os bois Por terras imaginárias Onde nasceria a lavoura verde do café." Este poema de Oswald de Andrade exemplifica o movimento nativista... . O poeta, através de uma poesia reduzida ao ...., buscou uma interpretação de seu país. a) Antropófago - visual b) Verde-amarelo - simbólico c) Terra roxa e Outras Terras - discursivo d) Anta - concreto e) Pau-Brasil - essencial. Questão 03 "Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconsequente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Ver a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau-de-sebo tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio mando chamar a mãe-dágua Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar – Lá sou amigo do rei – Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada (Manuel Bandeira) CEI - COLÉGIO ESTADUAL INTEGRAÇÃO – ANEXO CRUZELÂNDIA Disciplina: LP/LB Avaliação Bimestral Professora: Manuela Dias Data: II Unidade Valor: 2,0 Nome (a): 3º Ano – Ensino Médio
  2. 2. A simples leitura do texto já nos convence tratar-se de um poema filiado ao modernismo já que se trata de um poema: a) de tom coloquial, sem rima, em que não está presente a pontuação tradicional. b) em que predomina o vago, o etéreo, o indizível. c) de absoluta precisão formal. d) em que aparece a figura da mulher idealizada e a fuga de um lugar distante e edênico. e) que busca o bucólico, o campestre, o fantástico. Questão 04 Não é difícil definir o tema da ida para Pasárgada: a) busca dos prazeres libidinosos b) evasão espacial e temporal c) volta à infância d) amor à civilização e) apego ao poder. Questão 05 Com o próprio título indica, no Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, os romances têm como referência nuclear já frustrada rebelião na Vila Rica do Século XVIII. No entanto, deve-se reconhecer que: a) A base histórica utilizada no poema converte-se no lirismo transcendente e amargo que caracteriza as outras obras da autora. b) As intenções ideológicas da autora e a estrutura narrativa do poema emprestam ao texto as virtudes de uma elaborada prosa poética. c) A imaginação poética dá à autora a possibilidade de interferir no curso dos episódios essenciais da rebelião, alterando-lhes o rumo. d) A matéria histórica tanto alimenta a expressão poética no desenvolvimento dos fatos centrais quanto motiva o lirismo reflexivo. e) A preocupação com a fidedignidade histórica e com o tom épico atenua o sentimento dramático da vida, habitual na poesia da autora. Texto para as próximas questões SENTIMENTAL Ponho-me a escrever teu nome com letras de macarrão. No prato, a sopa esfria, cheia de escamas E debruçados na mesa todos contemplam esse romântico trabalho. Desgraçadamente falta uma letra, uma letra somente para acabar teu nome! - Está sonhando? Olhe que a sopa esfria! Eu estava sonhando... E há em todas as consciências um cartaz amarelo: Neste país é proibido sonhar. Questão 06 Este poema é caracteristicamente modernista, porque nele: a) A uniformidade dos versos reforça a simplicidade dos sentimentos experimentados pelo poeta. b) Tematiza-se o ato de sonhar, valorizando-se o modo de composição da linguagem surrealista. c) Satiriza-se o estilo da poesia romântica, defendendo os padrões da poesia clássica. d) A linguagem coloquial dos versos livres apresenta com humor o lirismo encarnado na cena cotidiana. e) O dia-a-dia surge como novo palco das sensações poéticas, sem imprimir a alteração profunda na linguagem lírica. Questão 07 Destacam-se neste poema características marcantes do Drummond modernista. São elas: a) A tendência metafísica, o discurso sentencioso e o humor sutil. b) A memória familiar, o canto elegíaco e a linguagem fragmentada. c) A exposição da timidez pessoal, a fala amargurada e a recuperação da forma fixa.
  3. 3. d) A preocupação de cunho social, o pessimismo e a desintegração do verso. e) O isolamento da personalidade lírica, a ironia e o estilo prosaico. Questão 08 Assinale a alternativa incorreta a respeito da poesia de Carlos Drummond de Andrade: a) O jogo verbal, em alguns poemas, acentua a relativização das várias faces da realidade. b) O sujeito poético, várias vezes, reveste suas expressões de um fino traço de humor. c) O sujeito poético, constantemente, transmite sensações de dúvida e de negação. d) Os versos que contêm uma ênfase mística podem ser vistos como produtos do fervor católico do poeta. e) Importantes poemas publicados na década de 1940 tratam de temas de caráter social. Questão 09 Refere-se corretamente a Alguma poesia, de Drummond, a seguinte afirmação: a) A imagem do poeta como gauche revela a sua militância na poesia engajada e participante, de esquerda. b) As oposições sujeito-mundo e província-metrópole são fundamentais em vários poemas. c) A filiação modernista do livro liberou o poeta das preocupações com a elaboração formal dos poemas. d) O livro não contém textos metalinguísticos, o que caracteriza a primeira fase do autor. e) A ironia e o humor evitam que o eu-lírico se distancie ou se isole, proporcionando-lhe a comunhão com o mundo exterior. Texto para as próximas questões (...) Da garrafa estilhaçada, no ladrilho já sereno escorre uma coisa espessa que é leite, sangue... não sei. Por entre objetos confusos, Mal redimidos da noite, Duas cores se procuram, suavemente se tocam, amorosamente se enlaçam, formando um terceiro tom a que chamamos de aurora. Em 1945, Carlos Drummond de Andrade escreveu A Rosa do Povo, da qual o fragmento acima faz parte. Nele podemos verificar: Questão 10 a) uma análise do comportamento humano, na relação cidade e campo; b) apenas uma teoria de sua própria produção poética; c) uma reflexão sobre os valores teológicos e metafísicos do homem contemporâneo; d) uma temática social e política e uma denúncia das dilacerações do mundo; e) n.d.a. Questão 11 No fragmento acima, Carlos Drummond de Andrade constrói, poeticamente, a aurora. O que permite visualizar este momento do dia corresponde: a) a objetos confusos mal redimidos da noite; b) à garrafa estilhaçada e ao ladrilho sereno; c) à aproximação suave de dois corpos; d) ao enlace amoroso de duas cores; e) ao fluir espesso do sangue sobre o ladrilho. Você, que só faz usufruir e tem mulher para usar ou para exibir, você vai ver um dia em que toca você foi bulir. Questão 12 A mulher foi feita pro amor e pro perdão. Cai nessa, não. Cai nessa, não. (Vinícius de Moraes e Toquinho) Assinale a alternativa correta, de acordo com o trecho acima: a) O homem não se deve iludir, porque a mulher é traiçoeira.
  4. 4. b) O importante, na relação amorosa, são as aparências. c) Usufruir, no texto, significa esbanjar dinheiro. d) A mulher é superior ao homem, porque ama e perdoa. e) Não se deve crer que a mulher sabe apenas amar e perdoar TEXTO A [...] Creio no mundo como num malmequer, Porque o vejo. Mas não penso nele Porque pensar é não compreender... O Mundo não se fez para pensarmos nele (Pensar é estar doente dos olhos) Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo... [...] TEXTO B Sou um guardador de rebanhos O rebanho é os meus pensamentos E os meus pensamentos são todos sensações. Penso com os olhos e com os ouvidos E com as mãos e os pés E com o nariz e a boca. Pensar uma flor é vê-la e cheirá-la E comer um fruto é saber-lhe o sentido. [...] Questão 13 Esses trechos fazem parte de poemas que são atribuídos a Alberto Caeiro, um dos heterônimos de Fernando Pessoa. a) O que caracteriza esse heterônimo? ____________________________________________________________________________________ Questão 14 O que há de comum nesses dois poemas? Justifique a sua resposta. ____________________________________________________________________________________ Questão 15 Apropriando-se da temática de Ricardo Reis, discorra sobre os trechos a seguir estabelecendo comparações entre eles. ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ TEXTO I Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio. Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas. (Enlacemos as mãos.) Depois pensemos, crianças adultas, que a vida Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa, Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado, Mais longe que os deuses. Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos. Quer gozemos, quer não gozemos, passamos como o rio. Mais vale saber passar silenciosamente E sem desassossegos grandes. [...] TEXTO II Só o ter flores pela vista fora Nas áleas largas dos jardins exatos Basta para podermos Achar a vida leve. De todo o esforço seguremos quedas As mãos, brincando, pra que nos não tome Do pulso, e nos arraste. E vivamos assim, Buscando o mínimo de dor ou gozo, Bebendo a goles os instantes frescos, [...] Questão 16 Leia o texto de Fernando Pessoa e dê uma interpretação coerente a última estrofe. ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ O AMOR QUANDO SE REVELA O amor, quando se revela, não se sabe revelar. Sabe bem olhar p'ra ela, mas não lhe sabe falar. [...] Mas quem sente muito, cala; quem quer dizer quanto sente fica sem alma nem fala, fica só, inteiramente! Mas se isto puder contar-lhe
  5. 5. o que não lhe ouso contar, já não terei que falar-lhe porque lhe estou a falar... Questão 17 O texto a seguir pertence ao autor português Mário de Sá Carneiro. É possível estabelecer comparações entre a vida do autor e o poema Dispersão? Justifique. ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ Perdi-me dentro de mim Porque eu era labirinto, E hoje, quando me sinto, É com saudades de mim. [...] Passei pela minha vida Um astro doido a sonhar. Na ânsia de ultrapassar, Nem dei pela minha vida... [...] Não sinto o espaço que encerro Nem as linhas que projeto: Se me olho a um espelho, erro — Não me acho no que projeto. [...] Eu tenho pena de mim, Pobre menino ideal... Que me faltou afinal? Um elo? Um rastro?... Ai de mim!... Questão 18 Fernando Pessoa, o mais importante escritor modernista português, famoso pela sua original capacidade de criar heterônimos, ou seja, poetas dotados de autenticidade. É como se o poeta se desdobrasse em vários outros. Esse desdobramento permite diferentes maneiras de ver e interpretar o mundo. A partir dessa afirmação comente sobre a produção literária dos principais heterônimos de Fernando Pessoa. ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ Questão 19 Come chocolates, pequena; Come chocolates! [...] Pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes! Mas eu penso e, ao tirar o papel de prata que é de folha de estanho, Deito tudo para o chão, como tenho deitado a vida. [...] Fiz de mim o que eu não soube, E o que eu podia fazer de mim não fiz O dominó que vesti era errado. No trecho de Tabacaria, o eu lírico se depara com uma criança e se dirige a ela com modo exclamativo: come chocolates pequena/ come chocolates! Com essa frase o eu lírico incentiva a criança a: a) Desfrutar prazeres de maneira espontânea, sem preocupações. b) Desprezar as pessoas que sofrem com desilusões da existência. c) encarar a vida de maneira irresponsável d) Desfrutar o momento com responsabilidade Questão 20 Ainda dirigindo-se a criança, o eu lírico lamenta-se: “pudesse eu comer chocolates com a mesma verdade com que comes!” Por que o eu lírico é incapaz de agir como a criança? ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________ Boas férias! Sucesso!

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