Relatório - Parte 3 - 1

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Relatório - Parte 3 - 1

  1. 1. ivenciamos no dia a dia da Camera uma intensa interação com pessoas de todos osVsegmentos da sociedade e estamos, por força do próprio modelo de negócios, naturalmenteinseridos nas comunidades. Nosso relacionamento mais frequente, com o qual temos umaligação umbilical, são os agricultores. É uma ligação de troca, de crescimento conjunto, de confiançamútuaefénopotencialdaterraemproverriquezasedignidadeparaaspessoasquenelatrabalham.Esta forma natural de atuar na agricultura, respeitando os mais altos preceitos de responsabilidadesocial, está presente em nosso DNA e é o desafio a ser con nuamente replicado para as demaispartes relacionadas com as quais convivemos. É um desafio internalizado nos planos estratégico,tá co e operacional da Companhia. E que resultou na criação formal da Área de ResponsabilidadeSocial corpora va, em 2012, e no projeto do primeiro Relatório de Sustentabilidade Camera anual,em2013.
  2. 2. “Nós não herdamos a terra de nossos pais, nós atomamos emprestada de nossos filhos".(Cacique Sea le, 1955)MEIO AMBIENTESOCIAL ERESPONSABILIDADE
  3. 3. PROGRAMAS DEPRODUTIVIDADEA equipe Camera é comprome da com a entrega de soluções aoprodutor rural, oferecendo o melhor em insumo agrícolas,fortalecendo relações de parceria e gerando riquezas esustentabilidade.Nossaexper sevemdaatuaçãodiárianofomentoaoagricultor, fornecendo insumos, recebendo sua produção e garan ndoliquidez. Através de um canal aberto e direto com os principaisfornecedores de produtos para agricultura a nível mundial,possibilitamos que o homem do campo receba os mesmos bene cios etecnologias lançadas e disponibilizadas no Brasil e no mundo. Umaprova disso é considerar que disponibilizamos aos clientes uma lista deprodutos com mais de 800 itens des nados como insumos àagricultura.Outras ferramentas importantes de atuação são os programas deprodu vidade, programas com foco governamental e programas dedesenvolvimento con nuado aos clientes, que têm o obje vo de criardiferencias compe vos para a empresa, garan ndo maiorrentabilidade ao agricultor. Fazer esta diversificação de atuação nestemercado compe vo nos permite transcender a sazonalidade do ano edas culturas, permi ndo gerar riquezas ao agricultor por meio domelhoraproveitamentodosrecursosdisponíveis.OS PROGRAMAS DE PRODUÇÃO CAMERAESTÃO AJUDANDO A ELEVAR PADRÕES DEVIDA E RENDA DE FAMÍLIAS RURAIS,MELHORANDO A QUALIDADE DAAGRICULTURA E FORTALECENDO A BASEECONÔMICA LOCAL.
  4. 4. 1 ‐ PROGRAMA DE ALTAPRODUTIVIDADEA equipe de consultoria técnica é formada por mais de 80profissionais, entre engenheiros agrônomos, veterináriose técnicos agrícolas treinados e capacitados, dedicados aprestar completa assessoria aos agricultores empresariaisefamiliares.Além de fornecer produtos para agricultura, nospreocupamos com a adequada u lização dos insumos,paraquenãoocorramdanosaomeioambiente.Em contato com nossos profissionais, o agricultor tem àsua disposição projetos de custeio elaboradogratuitamente, informações sobre novas tecnologias,oportunidades de palestras técnicas e orientações paradiversificação da propriedade. Cada profissional Camerapossui sob sua responsabilidade uma carteira de clientese atende tanto agricultores empresariais quantofamiliarescomprofissionalismoededicação.2 ‐ PROGRAMA DE FORMAÇÃOCONTINUADA DE PROPRIETÁRIOSRURAIS E GERENTES DE LAVOURAA formação con nua dos agricultores e de seusfuncionários possibilita desenvolver e diversificar a matrizde suas propriedades, a fim de garan r produção e rendaediminuirosefeitosdemercado.Em parceria com fornecedores, a Companhia realizadamais de cem palestras anuais, a ngindo um públicoaproximado de 7 mil clientes. As palestras têm o obje vode difundir novas tecnologias, revisar recomendaçõestécnicas de produtos, cul vares e novas técnicasaplicadas de manejo, além de incen var a discussão etroca de ideias entre pesquisadores, gerentes técnicos erepresentantes. , São também abordados temas como aadministração da propriedade e o gerenciamento decusto.INVESTIR EM FORMAÇÃO DOSAGRICULTORES É CONTRIBUIR PARA ODESENVOLVIMENTO REGIONAL, GERANDORENDATABILIDADE E PRODUTIVIDADEPARA O AGRONEGÓCIO GAÚCHO.
  5. 5. 3 ‐ PROGRAMA DE DIVERSIFICAÇÃO DE CULTURAS E INCREMENTO DE RENDA PARAO AGRICULTOR FAMILIARAagriculturafamiliarfoiopilardosprimeirostemposdaCamera.Atravésdesterelacionamentodeconfiança,ecomavisãodevalorizaroprodutor,aEmpresadesenvolveumetodologiaprópria,tratandodeformaúnicasuapar cipaçãonomercadoagrícoladoRioGrandedoSul.A agricultura familiar também está em nosso foco de diversificação. A Companhia oferece orientações de assistênciatécnica que buscam rentabilidade e melhoria na produção, contribuindo para a qualidade de vida da família. Ao final, oagricultorfamiliarentregaexcelentesresultados,fidelizando‐secomaempresaemumrelacionamentodelongoprazo.Desde 2009, quando diversificou sua matriz de faturamento por meio das novas plantas de biodiesel, a Camera criou oNúcleo de Agricultura Familiar (NAF), que faz a gestão das matérias‐primas oriundas da agricultura familiar des nada àprodução de biocombus veis. O núcleo também é responsável pelas trata vas com órgãos governamentais, sendofrequentesoscontatoscomoMinistériodeDesenvolvimentoAgrárioeMinistériodaAgricultura.A Companhia mantém um cadastro de mais de 4 mil famílias em sua carteira de clientes, totalizando 28 mil clientes.
  6. 6. OS PROGRAMAS DEDIVERSIFICAÇÃO DE CULTURASBUSCAM INCREMENTAR APRODUTIVIDADE E A RENDA DOSAGRICULTORES FAMILIARES.FAMÍLIA DE AGRICULTORES ATENDIDOS1.2962.839INCREMENTO DE VALOR PAGO AO AGRICULTOR FAMILIARR$ 862.000,00R$ 782.658,00VISITAS TÉCNICAS5.18411.356INVESTIMENTO EM ASSISTÊNCIA TÉCNICAR$ 1.632.968,0020112012SACOS DE SOJA ORIGINADOS DA AGRICULTURA FAMILIAR1.130.0002.985.630R$ 4.458.592,00
  7. 7. A Camera está sempre empenhada na busca por soluçõescompletas para seus clientes. Por isso, traz com exclusividadepara o Rio Grande do Sul a tecnologia Kip Cullers, criada porum americano apaixonado por produ vidade. Após 20 anosde pesquisas e testes, Kip Cullers chega ao Brasil com umafórmula revolucionária para a produção de insumosespecíficos para a agricultura brasileira, com o obje vo debater recordes de produção. Com tecnologia e conceitosinovadores, pautados na troca de experiências, foramdesenvolvidos produtos especialmente feitos para o nossocampo. Desenvolvida para explorar o potencial máximo decada cultura, a linha Kip Cullers aumenta o desenvolvimentoestruturaldaplantaegeramaiorprodu vidade.A parceria Camera e Kip Cullers do Brasil representa umdivisor de águas no conceito de produ vidade agrícola no RioGrande do Sul. Em setembro, os especialistas em vendas daCamera foram treinados em uso e função de cada produto.Kip Cullers veio diretamente dos Estados Unidos parapar cipardaa vidade.O programa de produ vidade Kip Cullers aborda 48 fatoresque influenciam na produ vidade da soja e que podem sermanejados pelo agricultor, como nutrição, sanidade,população e controle de pragas, entre outros. Kip Cullers érecordista mundial em produ vidade de soja e milho. Onorte‐americano da cidade de Purdy, no Estado de Missouri,conseguiu o número de 173 sacas de soja por hectare e 382sacasdemilhoporhectare.A completa linha dos produtos Kip Cullers pode serencontradacomexclusividadeemqualquerCasaCamera.PARCERIA COM A KIP CULLERS DO BRASIL
  8. 8. COM TECNOLOGIA E CONCEITOSINOVADORES, PAUTADOS NATROCA DE EXPERIÊNCIAS, FORAMDESENVOLVIDOS PRODUTOSESPECIALMENTE PARA O NOSSOCAMPO.
  9. 9. Terra gaúcha:diversificada pornatureza!
  10. 10. Olhar ao longe um horizonte aberto,Onde ao azul o verde se mistura,Onde da terra o céu está tão pertoQue Deus abraça a sua criatura...Agora os coxilhões, logo a planura,Que se sucedem sem limite certo...Ver a amplidão, enfim, que configuraO cenário do Pampa descoberto...Tal o anseio, a aspiração, o aneloDo guasca filho do Rio Grande al voQue tem na gleba o seu ideal mais belo!Livre, montar o lombo da coxilhaE carregar no peito, redivivo,O ideal de amor à Terra Farroupilha!Horizontes do PagoRoberto Osório JuniorColheita de milho em Campo Santo, Coronel Bicaco/RSUnidade de Beneficiamento de Sementes
  11. 11. INOVAÇÃO E DIVERSIFICAÇÃOA CULTURA DO MILHO FOCADANA CULTURA SOJA SAFRINHAm meados de 2001, os técnicos da Casa CameraEPitanga, município de Doutor Mauricio Cardoso,juntamente com alguns agricultores pioneiros daregião, buscaram aperfeiçoar a u lização do solo nos períodosde pouso da lavoura entre a cultura do milho (janeiro) e a dotrigo (maio e junho). A alterna va experimentada foi aintroduçãodasojasafrinha.Foram implantados aproximadamente 200 hectares de áreasde experimento, plantados em janeiro, visando colher a sojasafrinha entre a segunda quinzena de maio e o início de junho.Nos primeiros anos foram pontuadas algumas dificuldades,como precocidade dos materiais de milho, poucas variedadesde soja e ataque de percevejos. A produ vidade nos primeirostrêsanosficounamédiade20sacosporhectare.Por meio de avaliações técnicas e da busca de novastecnologias, as variedades de milho e soja sofreramadaptações para suprir as necessidades do campo. No passardos anos, as tecnologias de sementes, principalmente emfunção dos eventos de biotecnologia, possibilitaram adisponibilização de híbridos superprecoces, com altaprodu vidade.A Camera criou então áreas demonstra vas de milho e passoua organizar eventos para proporcionar o acompanhamento inloco da evolução das tecnologias. Desde então, as áreas demilho aumentaram e o plan o da soja safrinha perseguiu esseaumento, tornando‐se uma alterna va real de lucro aoagricultor. Hoje, a soja safrinha já faz parte do calendário deplan o de janeiro e sua produ vidade está na média de 40sacosporhectare.De acordo com os níveis de preço e produ vidade dos úl mosanos, a cultura do milho obteve excelentes resultados,diversificando a propriedade e ampliando a renda dosagricultores. Hoje, 60% da área cul vada em Doutor MaurícioCardoso recebe a cultura do milho e, destes, 95% u lizam asoja safrinha na entre safra. A expecta va para os anos de2013/2014 é o aumento em 25% da área plantada com milho,e,consequentemente,dasojasafrinha.
  12. 12. SOJA NA VÁRZEAA CULTURA DA SOJA COMO PROTETORA DACULTURA DO ARROZ BRANCODe acordo com dados do Ministério da Agricultura, o Rio Grande do Sul éo maior produtor nacional de arroz, contribuindo, em média, com 54%da produção brasileira. A grande parte dessa cultura está concentradanasregiõesFronteiraOesteeSuldoEstado.Nos úl mos anos, entretanto, os orizicultores vêm enfrentando ainfestação das lavouras com arroz vermelho, que cresceespontaneamente e demanda o uso intensivo de defensivos paraseu controle. Com o obje vo de controlar essa invasão nas áreasde arroz comercial, a Camera criou o Projeto Soja na Várzea,emparceriacomoIns tutoRiograndensedoArroz(Irga).Realizado há cinco anos na Região de Cacequi, oprojeto orienta os agricultores a diversificaremsuas lavouras de arroz, intercalando arotaçãocomaculturadasoja.O Soja na Várzea transformou‐se emalterna va de diversificação dapropriedade e agregação de renda.Com o passar dos anos, a áreacul vada do projeto cresceu e asoja tomou um percentualconsiderável das várzeas,trazendo resultado econômicoaoprodutor.Outroresultadoob doéao mizaçãodousodemáquinaseterras.Os estudos do IRGA apontaram que o arroz cul vado após a soja tem umaprodu vidade média 15% superior, tanto pelos nutrientes deixados pela soja nosolo,comoonitrogênio,comopelareduçãodainfestaçãodeplantasdaninhas.O Programa Soja na Várzea possibilitou ao agricultor Vainer Piveta reduzir ainfestação do arroz vermelho e ter melhor produ vidade na cultura do arroz emsuapropriedade,nomunicípiodeCacequi.
  13. 13. SISTEMA DE GESTÃOAMBIENTALOsistema de Gestão Ambiental Camera contempla oscompromissosdaorganizaçãocomomeioambiente.Por trabalharmos com agricultura, uma a vidade muito ligadaà natureza, com produtos advindos de matérias‐primasnaturais e serviços prestados no meio agrícola, priorizamos aresponsabilidade de gerenciar con nuamente o impacto denossos processos, iden ficando riscos e capacitando aspessoas para que mantenham um alto nível de consciênciaambiental.POLÍTICA AMBIENTALAtuar com eficiência na cadeia de valor da agricultura, com aconsciência de que o meio ambiente é a fonte de suprimentovital e conta com nosso compromisso de conservação, defesa evalorização.OBJETIVOS1 ‐ Posicionar a questão ambiental como tema transversal naestrutura organizacional, presente no planejamentoestratégico.2 – Promover análise crí ca e con nua das a vidades paraiden ficação dos impactos ambientais, buscando minimizar osnega voseampliarosposi vos.3 ‐ Disseminar a cultura da responsabilidade ambiental,individualecole va,emtodasasequipesdetrabalho.4 ‐ Promover a transparência, a comunicação e o acesso daspartes interessadas, convidando a todos, a qualquer tempo, aconhecer e interagir sobre o co diano do meio ambiente dasunidadesoperacionais.EM 2012, 26NOVASLICENÇAS:10 DEPÓSITOSDE PRODUTOSQUÍMICOS,9 CASAS COMRECEBIMENTODE GRÃOS,7 LICENÇASINDUSTRIAIS,COMPLETANDO144 LICENÇASAMBIENTAISVIGENTES
  14. 14. PROGRAMAS AMBIENTAIS1 ‐ PROGRAMA DE FLORESTASRENOVÁVEISAs florestas renováveis cul vadas pela Companhia sãou lizadas como fonte de energia para as unidadesindustriais, evitando, com isso, o consumo de combus veisfósseis.Em 2007, com o compromisso de auxiliar na produção delenha, importante insumo para alimentação de caldeiras, aempresa adquiriu uma área de terras em São Borja com afinalidade especifica de implantar sua primeira florestarenovável. Após o processo de licenciamento ambiental,mais de 187.550 mudas foram plantadas no local. Hoje jásão mais de 349.100 mudas plantadas e m diversas áreas deflorestamento. A perspec va é começar 2014 u lizandolenha das florestas renováveis cul vadas pela Companhia,complementando o consumo nas unidades industriais, hojeabastecidas por madeira de eucalipto advinda das sobras docorte de florestas renováveis cul vadas para abastecerempresasmoveleirasedecelulose.A meta é, além de con nuar a ampliação do cul vo deflorestas renováveis próprias, estender o programa paraoutras empresas parceiras que tenham interesse emdesenvolver, ou já possuam, projetos sustentáveis desilvicultura.2‐ PROGRAMA CINTURÃO VERDEO programa proporciona espaços verdes em torno das filiaisda Companhia. São cerca de 50 unidades de armazenagemde grãos e industriais que deverão, até 2014, cons tuir emanter paredes verdes em torno de suas instalações. Oprograma visa a aumentar a consciência ambiental dasequipes de trabalho e das comunidades vizinhas, bem comoadministrar posi vamente o impacto ambiental dasoperações da unidade. A ação também contribui com amanutençãodeespéciesvegetaisna vas.3 ‐ PROGRAMA DE ECOEFICIÊNCIALOGÍSTICAO programa obje va a consolidação do modelo logís copróprio, desenvolvido ao longo das décadas de atuação daCompanhia. A sinergia entre os modais de transporte ‐ rodo,ferro e hidroviário ‐ e a diversidade e não sazonalidade deoperações ‐ grãos, insumos, produtos acabados ‐ permite oaumento da taxa de u lização de fretes de retorno. Oprograma reduz o consumo global de combus veis e re radasrodoviasmilharesdecaminhõesacadaano.Os programas permanentes de aplicação das diretrizes depolí ca ambiental é uma forma de aprimorarmoscon nuamentenossaatuação.Programa de Florestas Renováveis nacidade de São Borja
  15. 15. 4‐ PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DA ÁGUAA reu lização da água também está entre os principais alvos da Camera, que, atravésde novas tecnologias, possibilita o aumento da potabilidade e, consequentemente, oleque de a vidades a ser contemplado com a prá ca. Para permi r o reuso, todoefluente líquido industrial é tratado e reaproveitado nos processos industriais. Estesistemaeliminaodescartedeáguasefluentes.5‐ PROGRAMA DE RACIONALIZAÇÃO DE ENERGIAO Programa de Racionalização de Energia visa a combater o desperdício de energia.Além disso, investe na geração de energia térmica, com u lização de biomassasalterna vas, tais como casca de arroz, bagaço de cana e sabugo de milho, resultantesdeoutrosprocessosindustriais.6‐ PROGRAMA 3Rs: REDUZIR, REUTILIZAR E RECICLARO Programa 3Rs tem por obje vo inicial criar a Central de Reciclagem Camera.Considerando todos os bene cios ambientais da reciclagem, a Companhia vemaprimorando e consolidando suas ações voltadas para o tema. Com a Central deReciclagem será possível receber material de escritório de todas as unidades parareciclagemedes naçãofinalambientalmentecorreta.7‐ PROGRAMA FLORESTA NATIVAAs florestas na vas e as demais formas de vegetação natural também fazem parte doecossistemadaEmpresa.SomentenaregiãocentraldacidadedeSantaRosasãomaisde 2,2 hectares de mata, que ajudam a mi gar a emissão de CO2 e de outros gases deefeitoestufa.PROGRAMA DEVALORIZAÇÃO DA ÁGUASISTEMA DE EFLUENTEZERO INSTALADO NASFÁBRICAS DE SANTAROSA E ESTRELA E NAUSINA DE BIODIESEL DEIJUÍPROGRAMA CINTURÃOVERDEATÉ 2014, A META ÉI M P L A N T A R OPROGRAMA CINTURÃOVERDE EM TODAS ASUNIDADES INDUSTRIASE DE ORIGINAÇÃO DEGRÃOSCasa Camera Inhacorá
  16. 16. NOVO MÉTODO DE DEGOMAGEM ENZIMÁTICA ÉDESTAQUE NA IMPRENSA ESPECIALIZADANa Edição n° 39 da Revista Here, Alfa Laval, o processo de degomagemenzimá ca u lizado na Usina de Biodiesel de Ijuí ganhou destaque. Adegomagem enzimá ca é um processo novo na indústria de biodieseldo Brasil, mas está começando a criar corpo. Enquanto a neutralizaçãou liza reações químicas e muita água, o novo método u liza enzimaspara remover as impurezas, separando os ácidos graxos e o fósforo dosprodutos derivados. Embora mais caro do que a neutralização, adegomagem enzimá ca proporciona melhores resultados pela altademandaparaosprodutosresultantesdesseprocesso.ENTENDAOPROCESSOQuando o óleo de soja é refinado, seja para o uso de óleo de cozinha ou como biodiesel, é degomado para removerimpurezas tais como fósforo e ácidos graxos. O tradicional método de degomagem, conhecido como neutralização, u lizamuita água para lavar as impurezas e o processo é ajudado por adição de produtos químicos. Juntamente com o produtofinaldesejado,oóleodegomadodesoja,umaborradeóleo,água,fósforoeácidosgraxostambéméproduzido.Avantagemda neutralização é ser rela vamente barata, com um custo industrial de aproximadamente 6,6 euros por tonelada(pra camente a metade do custo do uso de degomagem enzimá ca). A degomagem enzimá ca, além de ser mais limpa emais eficiente, gera menos desperdício e oferece subprodutos de valor mais alto. É um processo sico em vez de umprocesso químico. A enzima é misturada com óleo bruto para ajudar a separar seu fósforo, que é removido numacentrifuga. O óleo remanescente é lavado para remover seus sabões e depois secada em uma torre de vácuo. A águaresidual é reciclada no sistema até que se torne saturada, sendo então transformada em vapor e u lizada na transferênciadecalor.Leia a reportagem completa emwww.alfalaval.comUsina de Biodiesel IjuíProcesso de Degomagem Enzimá caESTAMOS NO NEGÓCIO DE COMBUSTÍVEISRENOVÁVEIS E QUEREMOS PRODUZIRMENOS RESÍDUOS
  17. 17. SOMOS A 1ª EMPRESA DOAGRONEGÓCIO GAÚCHO ACOMPRAR ENERGIARENOVÁVEL PARA ASOPERAÇÕES INDUSTRIAIS.PARCERIA
  18. 18. Apar r de agosto de 2012, a companhia passou au lizar apenas energia 100% renovável em seisde suas sete indústrias. O acordo com a CPFLBrasilgaranteofornecimentodeenergia100%renovávele prevalecerá por cinco anos. Pela u lização desse pode energia, receberemos o selo verde, cer ficadointernacional concedido às empresas que u lizamenergia proveniente de fontes limpas, renováveis e nãopoluentes.A CPFL Brasil atua desde 2002 na comercialização egestão de energia e irá atender as fábricas de Santa Rosa(alimentos), Estrela (óleos e farelos vegetais) e São LuizGonzaga (óleos e farelos vegetais), as usinas de biodieseldeIjuíeRosáriodoSuleoEngenhodeArrozdeSãoBorja.EM CINCO ANOS, SERÃO 5,5MILHÕES DE LITROS DECOMBUSTÍVEL FÓSSILSUBSTITUÍDOS POR ENERGIALIMPA.ENERGIA RENOVÁVEL

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