Apresentação cursoanvisa

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Apresentação cursoanvisa

  1. 1. HIGIENE E SANITIZAÇÃO NA INDUSTRIA DE VEGETAIS Profa. Alcilene Rodrigues Monteiro Fritz UFSC-CTC-EQA E-mail: alcilene@enq.ufsc.br
  2. 2. AL HIGIENE E SANITIZAÇÃO NA INDUSTRIA DEIM ALIMENTOS: VEGETASE INTRODUÇÃONSTOS FOOD SAFETYSEGURO PROCEDIMENTOS DE CONTROLES PERIGO LEGISLAÇÃO DANOS
  3. 3. LEGISLAÇÃOTítulo: Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977ementa: Configura infraçõesà legislação sanitária federal, estabelece as sanções respectivas,e dá outras providênciasResoluçõesCNNPA/MS 33/77: Princípios gerais da higienizaçãoPortaria MS 1428/93: APPCC → Insp. Sanitária ManipulaçãoAlimentosPortaria SVS/MS 326/97Condições higiênico-sanitárias e BPFPortaria MAA 368/97Condições higiênico-sanitárias e BPFElaboração/industrialização de alimentosRDC/ANVISA 275/2002POP → MANIPULADORES/INDUSTRIA ALIMENTOS
  4. 4. LEGISLAÇÃO PARA PRODUTOS QUÍMICOSREGISTROS DE PRODUTOS SANEANTES/DETERGENTESPORTARIA: 15 23/08/1988Portaria no 05/1989 - Biguanida· Subanexo 1 - alínea I alterada(o) por:Portaria nº 843, de 26 de outubro de 1998· subitem 3 do item IV alterada(o) por:Resolução nº 211, de 18 de junho de 1999· subanexo 1, alínea I incluída(o) por:Portaria nº 122, de 29 de novembro de 1993relacionamento(s): atos relacionados:· Lei nº 6437, de 20 de agosto de 1977Resolução RE nº 2771, de 03 de novembro de 2005Resolução RE nº 2727, de 25 de outubro de 2005Resolução RE nº 2587, de 14 de outubro de 2005
  5. 5. LEGISLAÇÃO ALIMENTOS ESPACÍFICOSResolução RDC/ANVISA: 18/99PALMITOCondições de fabricação, distribuição e comercializaçãoRecadastramento de empresas distribuidorasPortaria nº 304, de 08 de abril de 1999ementa não oficial: Palmito em Conserva, produzido no país ouimportado, colocado à disposição do consumidor, deverá ser etiquetadocom a seguinte advertência: "Para sua segurança, este produto só deveráser consumido, após fervido no líquido de conserva ou em água, durante15 minutos".Resolução 362, de 29 de julho de 1999.RESOLUÇÃO - RDC Nº 17, 18 DE 19 DE NOVEMBRO DE 1999Fabricação de palmito em conserva e alimentos inócuoRESOLUÇÃO - RDC Nº 300, DE 1º DE DEZEMBRO DE 2004.
  6. 6. LEGISLAÇÃO ALIMENTOS ESPACÍFICOSFRUTAS E HORTALIÇAS: conservaResolução nº 13 de maio de 1977"Hortaliça em Conserva" é o produto preparado com as partescomestíveis de hortaliças, como tal definidas nestes padrões, envasadaspraticamente cruas, reidratadas ou pre-cozidas, imersas ou não emlíquido de cobertura apropriado, submetidas a adequado processamentotecnológico antes ou depois de fechadas hermeticamente nos recipientesutilizados a fim de evitar sua alteração.revogada(o) por:Resolução RDC nº 272, de 22 de setembro de 2005 adequaçãode produtosRDC/ANVISA 352/02BPF e Lista de verificação
  7. 7. OBJETIVO ??? ALIMENTOSCONFIANÇA DO SEGUROSCONSUMIDORINOCUIDADE DOS ALIMENTOS
  8. 8. RESÍDUOS NA INDUSTRIA CONTAMINANTES COLONIAS DE M.O FORMAÇÃO DE BIOFILMES CUSTO DE PRODUÇÃO CONTAMINAÇÃO X ALIMENTO: Inadmissível    IMPORTANCIAAlimentos contaminados geram:Descrédito → produto no mercado Custos → saúde publica
  9. 9.     ROTA DE CONTROLECADEIA PRODUTIVA Matéria-prima → seleção→ higienização Envase ← Processamento→ Equipamentos  Matéria-prima Transporte ← Distribuição→ ArmazenamentoAplicação das BPF’ S e BPH (sanitárias) → APPCC
  10. 10. MANIPULAÇÃO DE ALIMENTOS PERIGO 1. CONTAMINAÇÃO POR MICRORGANISMOS 2. CONTAMINAÇÃO FÍSICA 3. CONTAMINAÇÃO QUÍMICADESAFIO♦   Reduzir e controlar a flora MICROBIANA contaminanteOBJETIVO♦   Preservar a pureza e palatabilidade dos alimentos♦   Preservar a qualidade microbiológica dos alimentos
  11. 11. Entender os Vários Aspectos Envolvidos na Higienizaçãoa) qualidade da matéria prima e águab) os principais resíduos a serem removidosc) as funções dos diversos agentes de higienizaçãod) reações entre detergentes e resíduosd) formulações de detergentese) métodos de avaliação dos detergentesf) condições de uso de sanitizantes e detergentesg) sanitizantes usados
  12. 12. h) mecanismos de ação de sanitizantesi) o passo a passo (POP) do procedimento de higienizaçãoj) a possível microbiota envolvida no processol) como avaliar o processo de higienização
  13. 13. PRINCÍPIOS DA HIGIENIZAÇÃO  HIGIENIZAÇÃOHIGIENIZAÇÃOAção combinada: Limpeza x SanitizaçãoMÉTODOS E INSTRUÇÕES DE HIGIENIZAÇÃOseparado ou combinado: físicos e químicos.Métodos devem Especificar:a)Área ou equipamento a que se aplicam;b) Os utensílios e produtos a utilizar;c) a freqüência e duração das operações e concentração do agentesa utilizar;d) A pessoa responsável pela execução;e) O plano de controle da higienização;f) O tipo de registros a efetuar.
  14. 14. 1. LIMPEZA Pré-lavagem não reduz a carga microbiana - sujidade Lavagem  Pré-lavagem - imediatamente após o uso -  somente água: redução de 90% dos resíduos  - Temperatura: AMBIENTE – 40oC  Lavagem  Detergente: após a pré-lavagem 
  15. 15. DETERGENTE - ATOXICO - TIPO DE RESÍDUO, ÁGUA e SUPERFÍCIE - REAGIR FACIL RESÍDUOS  Enxágüe  ÁGUA: remoção total do detergente - 2. SANITIZAÇÃO   Redução da carga microbiana Aspectos envolvidos: microbiologia, química, Tec. Alimentos, sanitários  
  16. 16. AGENTES QUÍMICOS DE LIMPEZADETERGENTES Função dos agentes  Saponificar Emulsionar Molhabilidade Solubilização dos resíduos: orgânicos ou inorgânicos e água Segurança ao manipulador Não corrosivo Poder de penetração 
  17. 17. BASE DOS DETERGENTES  Alcalinos e tensoativos Remove resíduos de proteínas e gorduras ácidos  incrustações1. Tipos de agentes alcalinos 1.1. NaOH NaOH → Na+ + OH-ótima ação contra gordura e proteínasbaixa ação de molharnão elimina dureza usados em sistemas automáticos denão ataca aço inoxidável limpeza 
  18. 18. 1.2. CARBONATO DE SÓDIO baixa alcalinidade não deve ser usado em água dura ação saponificante moderado Poder emulsificante e de molhagem médio Baixo poder corrosivoFATORES DE DETERGENCIA ALCALINA  pH e alcalinidade Combinação: ↑pH → maior eficiência em gordura Determinação da alcalinidade 
  19. 19. Tipos de alcalinidadecarbonato: não possui ação detergentecaustica: pH > 8,3 → atividade alcalina sobre gordura e proteína1.3. Outros - KOH; metassilicato de Na, etc. Usados para remoção de resíduos orgânicos
  20. 20. 1.2. Tensoativos - mudam a tensão superficial: L-L; L-G; L-SComposição: afinidade com a água e gordura → reduz a δ Umectantes Emulsificantes Classificados: aniônicos, catiônicos, não - aniônico e anfótero Aniônicos: maioria dos detergentes comerciais Alimentos: base ácido sulfônico Catiônicos: germicidas → Quaternário de Amônio Não – aniônico: solução n-aquosa → pouco uso Anfóteros: pH
  21. 21. 1.3. Agentes seqüestrastes e quelantes FOSFATOS Ortofosfatos e polifosfatos Função Deslocam, solubilizam, dispersam os resíduos Emulsificação e solubilização Abrandam água Evitam redeposição nas superfícies3.1. Polifosfatos: seqüestrastes Solubilizam Ca e Mg → evita precipitação de sais3.2. EDTA: quelantes Remove: Ca++, Mg++ e Fe++
  22. 22. PRODUTOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS/AUTORIZAÇÃO DE USO NOS ESTABELECIMENTOS SOB SIFAUTORIZAÇÃ PRAZO DE NOME DO MARCA/FABRICANTE FINALIDADE E MODO DE USOO VALIDADE PRODUTOOF/Nº AUP06/98 28.02.2002 Detergente LETAHCIDE PLUS Indicado para limpeza e desinfecção de concentrado para pisos, paredes e superfícies em geral superfície fixas nas indústrias sob a égide da Inspeção Federal.07/98 28.02.2002 Produto concentrado SPAR P É indicado na desinfecção e limpeza para limpeza e Índeba Indústria e Comércio Ltda. simultânea de superfície de pedras, desinfecção de cerâmicas e outros pisos similares. superfícies em geral08/98 30.07.2004 Removedor de CANDALL TMF Empregar na retirada de manchas em ferrugem Indeba Indústria e Comércio Ltda. roupas utilizadas na indústria frigorífica sob a égide da Inspeção Federal.
  23. 23. PRODUTOS QUÍMICOS E BIOLÓGICOS/AUTORIZAÇÃO DE USO NOS ESTABELECIMENTOS SOB SIFAUTORIZAÇÃ PRAZO DE NOME DO MARCA/FABRICANTE FINALIDADE E MODO DE USOO VALIDADE PRODUTOOF/Nº AUP14/98 30.05.2002 Desinfetante a base INDEBA GB 100 Empregar na desinfecção de superfícies de quaternário de Indeba Indústria e Comércio Ltda. fixas após a lavagem de equipamentos, amônio para instalações em indústria frigorífica sob superfícies fixas e a égide da Inspeção Federal. cobertas16/98 30.05.2002 Produto amaciante de SOFT´S 300 Empregar na processo de amaciamento, tecido Indeba Indústria e Comércio Ltda. em lavagem de roupas em geral, nas indústrias frigoríficas sob a égide da Inspeção Federal.17/98 30.07.1999 Desincrustante AUTOCAR LA 80 Empregar na limpeza e líquido especial para Indeba Indústria e Comércio Ltda. desincrustamento de azulejos e limpeza de azulejos superfícies, vitrificadas das indústrias com alto grau de frigoríficas sob a égide da Inspeção sujidade Federal
  24. 24. SANITIZAÇÃO - Remoção da carga microbiana Tipos de sanitizantes 1. Físicos 1.1. Esterilização via seca e úmida > 90 -120 oC → pouco utilizada 1.1.1. Fatores de processo - Valor D: 0,2 seg para clostridium e 40 min. Para bacilus - Aw - Resistência ao calor - Permeabilidade de água: esporo não é fisicamente possível - Solutos presentes nos resíduos1.2. Radiação ultravioleta λ: 900 a 3800 Å → letal 2600 ÅLâmpadas: argônio-mercúrio e mercúrio-quartizo → 6 meses
  25. 25. 2. Químicos2.1. COMPOSTOS CLORADOS: orgânicos e inorgânicos Hipocloritos: mais usados2.1.2. Vantagens- baratos; agem rapidamente; não afeta a dureza da água- Efetivo contra m.o.: esporos e bactérias em ↓ concentração (B. cereus e C. perfrigens)2.1.3. Desvantagens- Instáveis ao armazenamento: cuidados-Irrita a pele-Corrosivo: uso inadequado e H20 com ↓ teor de cloretos e sulfetos-Odores indesejáveis-Esporos aeróbios maior resistência
  26. 26. 2.1.4. Ação - Ação germicida: ácido hipocloroso HCLO → H+ + Cl- - Destruição da síntese protéica; - Descarboxilação ox. Da amin. a nitrilas e aldeídos; hipoclorito - Reações com ac. Nucléicos, purinas e pirimidinas; EFICIENCIA: pH 8,52.1.5. Aspectos na I. A.Determinar seu princípio ativo da % de Cl residual: titulação Calcular: volume para soluçõesExplo:Preparar 500 L de solução clorada com 100mg/L de CRTProduto: Hipoclorito de sódio a 10% → 500 mL do produtoReage com íons inorgânicos, forma cloraminas, oxida-as,diminuindo o cloro residual livre
  27. 27. 2.5.2. PREPARO DA SOLUÇÃO DE HIPOCLORITO ÁGUA CLORADA1 litro (L) = 1.000 mL1kg = 1.000 g = 1.000.000 mgSolução de HClO a 10% de cloro livre, equivale a:10g de cloro livre/100mL = 100 g de cloro livre/litro = 100.000 mgde cloro livre/litroPreparar 10 litros de água clorada 50 mg/L que terá:50 mg de cloro livre/litroFórmula:[Volume da sol.NaOCl] . [cloro livre em mg/L] = [vol. água clorada] .[cloro livre em mg/L]Calcular o volume de hipoclorito para 10 litros de água clorada a 50mg/L,valores na fórmula:[Vol. Sol.NaOCl] . [ 100.000 mg/L] = [10 L] . [50 mg/L][Vol.sol.NaOCl] = 0,005 litros = 5 mL
  28. 28. Resumoágua clorada com 50 mg/L de cloro livre5mL NaOCl a 10% de cloro livre e dilui-se para 10L de água. Tabela: Preparo de solução de NaOCL a diferentes concentrações Hipoclorito de sódio (% de cloro livre) Água clorada (mg/L)* 5% 10% 15% 20% 10 mg/L 2,0 mL 1,0 mL 0,7 mL 0,5 mL 20 mg/L 4,0 mL 2,0 mL 1,3 mL 1,0 mL 50 mg/L 10,0 mL 5,0 mL 3,3 mL 2,5 mL 100 mg/L 20,0 mL 10,0 mL 6,6 mL 5,0 mL 150 mg/L 30,0 mL 15,0 mL 10,0 mL 7,5 mL 200 mg/L 40,0 mL 20,0 mL 13,3 mL 10,0 mL Fonte: Chitarra, 1998
  29. 29. 2.1.6. Aplicação do Cloro na I.A.Água de processamento: 4-8 mg/L de CDLLimpeza em geral: 20-25 mg/LResfriamento de Produtos enlatados esterilizados: 2-5mg/LSanificação: 100-200 mg/L em alimentos
  30. 30. 2.2. Compostos Iodados2.2.1. Iodeto de potássio Ação bactericida: I2VantagensBaixa solubilidade em águaSolúvel em álcool e agentes tensoativos Eficiente a todos os m.o. e + rápido HClO em leveduras Fácil preparo; usado ≈ 40C Desvantagens  diminui a eficiência ↑ pH  Menos eficiente Cl esporos  Odores desagradáveis (produtos)  Não uso em Amidos2.2.2. Aplicação- Manipuladores- Ambiente: nebulização
  31. 31. 2.3. CLOROHEXIDINA - Base: solúvel em H2O a 20C Vantagem - Não possui cor nem odor - Não irrita a pele BIGUANIDA - Bactérias gram + e - Cloridrato de polihexametileno Desvantagem -pouco efeito de molhagem - Uso combinado2.3.1. Aplicação  Manipuladores: restaurantes → carnes, saladas e cocção  Tratamento de salmora: superfície de queijo curados  Equipamentos e utensílios: diluição 1:3 a 20%
  32. 32. 2.4. ÁCIDO PERACÉTICO Principio Ativo de ≠ sanitizantes- Mistura: Ac. Peracético; H2O2; ac. Acético e estabilizante CH3CO.OH + H2O2 → CH3COOOH + H2O Vantagens  Excelente ação sanitizante  Atividade microbiana: c.vegetativas, fungos, esporos e virus  Não afetado pela dureza da água  Não corrosivo ao aço inox Desvantagens  Irritante a pele e mucusa  Baixa estabilidade (estocagem)  Incompatível com alguns metais
  33. 33. 2.5. QUATERNÁRIO DE AMÔNIO -Tensoativos, Catiônicos - Baixa atividade detergente - Boa atividade germicida - Uso combinado com EDTA Vantagens  inodoro, incolor, não corrosivo e não irritante  Estáveis ao armazenamento e temperatura: longa vida útil  Boa penetração  Eficazes contra bactérias Gram-positivas e resistentes a temperatura Desvantagens  Caro  Baixa atividade em água dura Forma espuma Pouco efetivo contra esporos, bacteriófagos, coliformes e psicotróficos 2.5.1. Aplicação Sanitização: ambientes, utensílios e equipamentos Concentração: 300-400 mg/L; pH 9,5; 10,5 t = 10 a 15 min.
  34. 34. 2.6. PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO - Oxidante - Alta concentração: esporicida Vantagens Baixa toxidade Baixo efeito residual Desvantagens Corrosivo: Cu e Zn Baixa temperatura: longo tempo de contato Precaução no manuseio 2.6.1.AplicaçãoEmbalagens: 30%I. de Alimentos: 0,3%; pH 4,0 T = 80C t= 5 a 10 min
  35. 35. MÉTODOS DE HIGIENIZAÇÃO1. Manual2. Imersão: utensílios e peças desmontagem,Detergentes: ↓ e m alcalinidade – sanitizantes: cloro3. máquinas tipo túnel: bandejas e talheresDetergentes: ↑ alcalinidade, sanitazantes: vopor direto4. Spray: pressõesDetergentes e sanificantes: sem risco ao manipulador5. Nebulização ou atomização:Detergentes e sanificantes: sem risco ao manipulador6. CirculaçãoCIP: clean in place → automático e permanente
  36. 36. SUPERFÍCIES NA INDUSTRIA DE ALIMENTOS SUPERFÍCIE CARACTERÍTICAS Madeira Inadmissível Aço carbono: Detergentes neutros galv/estanh Estanho Não usado na I.A Concreto Resistentes a ácido Vidro Detergente neutro/média alcalinidade Tinta Apropriada a I.A Borracha Água T<70C Aço Inoxidável Diversos
  37. 37. ÁGUA DE HIGIENIZAÇÃOClassificação da água quanto a dureza expressa em relação ao teor decarbonato de cálcio (CaCO3) Água CaCO3 (mg/L) Mole 0-60 Moderadamente dura 61-120 Dura 121-180 Muito dura >180
  38. 38. Características físico, químicas e microbiológicas ideais para a água a ser utilizada emagroindústria de alimentos e valores máximos permitidos (VPM) na água para consumohumano. Cloro residual 0,1-1,0 mg.L-1 (4) 0,5 – 2,0 mg.L-1 Coliformes termoresistentes Ausência em 100 mL(4) Ausência em 100 mL Coliformes totais Ausência em 100 mL(4) Ausência em 100 mL Cloretos < 250 mg.L-1 250 mg.L-1 Acidez Ausente - Alcalinidade 30-250 mg.L-1 pH 6,5-8,5 6 – 9,5
  39. 39. Microorganismo contaminantes pela águaE. Colli, Salmonella sp, Vibrio colerae, Shigella sp, Giardia lambia,virus da hepatite, outros
  40. 40. PROCEDIMENTOS PARA MINIMIZAR CONTAMINAÇÃO
  41. 41. PROCEDIMENTO PADRÃO DE HIGIENIZAÇÃO (POP) Programa de higienização de frutas PÓS-COLHEITA
  42. 42. Vegetais ContaminatesManga, melão e mamão Salmonella SSPPimenta do reino Salmonella SSPHortaliças cruas ParasitosCacau Aflotoxina Fonte: Marta H. Fillet Spotto
  43. 43. Pré-lavagem opcional
  44. 44. Folhosos Remoção de resíduos separação Pré-lavagem: água fria Lavagem: água friaSanitização: NaOCl 100-200ppm/15 a 20’ Remoção da água Embalagem Armazenamento
  45. 45. Legumes descascados Remoção de resíduos seleção Pré-lavagem: água corrente Descasque Lavagem: água friaSanitização: NaOCl 100 ppm/15’ pH 6,0-6,5 T=15C Remoção da água Corte: higienizados e sanitizados Embalagem Armazenamento
  46. 46. Cenoura em conserva Remoção de resíduos seleção Pré-lavagem: água corrente Corte Descasque Lavagem: água fria Sanitização: NaOCl 100 ppm/15’ pH 6,0-6,5 T=15CAc.acético Salmoura Sal e condimentos conservante T. térmico Resfriamento Armazenamento
  47. 47. Matéria Prima/Avaliação Microbiológica Deve atender RDC no 12/2001/Anvisa/MSHortaliças frescas “in natura” preparadas (descascadas ouselecionadas) sanificadas, refrigeradas ou congeladas paraconsumo direto, com exceção de cogumelos Amostra Amostra representativa Indicativa n c m MColiformes a 450C/g 102 5 2 101 102Salmonela ssp/25g aus 5 0 aus -
  48. 48. HIGIENIZAÇÃO NO PROCESSAMENTO DE PALMITO
  49. 49. Processamento de palmito
  50. 50. Formulação para 100 litros de Formulação para 100 litros desalmoura de espera salmoura ácida:•5 kg de sal de cozinha •3 kg de sal de cozinha•1 kg de ácido cítrico •860 g de ácido cítrico (podendo•96 litros de água variar ± 150g, dependendo da acidez inicial do palmito ao natural) •96,3 litros de água
  51. 51. Exaustão em banho maria
  52. 52. Exaustão em túnel a vapor. Entrada do túnel (foto acima) esaída do túnel (Foto abaixo).
  53. 53. Esterilização
  54. 54. Controle de qualidade de palmitoDEFEITOS- Alteração do pH: salmoura- Estufamento: microrganismos- Escurecimento: processamento
  55. 55. HIGIENIZAÇÃO DE MANIPULADORES
  56. 56. MANIPULADORESa) higiene e asseio corporalb) normas de hábitos de higienec)higienização de mãos;d) uso de luvas, máscaras e uniformes.e)exames laboratoriais/recrutamento
  57. 57. ManipuladoresQuando higienizar as mãos com procedimento duploi) sempre que houver troca de função,ii)após o uso de sanitários,iii) após executar limpeza de sanitários e locais infectadosiv) ao entrar na área de processamento.Apenas a segunda fase, sem escovas, pode ser adotado nas outras
  58. 58. Higienização correta das mãos 2 31 54 6
  59. 59. 879 10
  60. 60. Manipuladores/Higienização das mãos/POP1. acionar o pedal para liberar a água que deve correr de preferência a 7,5 litros por minuto, a temperatura de cerca 25°C2. colocar as mãos, o antebraço e a escova sob o fluxo de água para molhar generosamente a superfície3. aplicar a quantidade de meia a uma colher de chá (2,5 a 5 ml) do detergente apropriado para mãos na escova4. esfregar e ensaboar a superfície das mãos com as cerdas da escova sob o fluxo de água (tempo 15seg)5. Enxaguar : mãos e escova6. aplicar meia colher de chá (2,5 mL) de detergente na palma mãos7. Enxaguar8. aplicar a solução sanitizante9. secar as mãos e os braços com papel toalha
  61. 61. Manipuladores/Teste Swaba) a remoção dos microrganismos das mãos pormeio de contato, rinsagem e fricção.b) recuperados em meios de cultura e emcondições de incubação apropriadas.O resultado é geralmente expresso em UFC/mão < 104 UFC/mão de mesóflios aeróbios < 102 UFC/mão de Staphylococcus aureus < 102 UFC/mão de Escherichia coli
  62. 62. HIGIENIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E UTENSÍLIOS
  63. 63. DESMONTAR EQUIPAMENTO RETIRAR RESÍDUOLIMPAR INTERNA E EXTERNAMENTE Uso de esponja com detergente ENXAGUE SANITIZANTE
  64. 64. Técnica do swab< 5,0x101 UFC/cm2 de mesófilos aeróbios
  65. 65. Ambientes de processamentoparede Tetos Paredes Pisosteto Canaletas Grades
  66. 66. RETIRAR RESÍDUOLAVAGEM: água clorada T=ambiente Detergente ENXAGUE SANITIZANTE SECAR NATURALMENTE
  67. 67. POP Higienização de piso: sala de processamento de folhosos Pré-limpeza Enxágüe Limpeza Enxágüe SanitizaçãoSolução Remoção de Água Detergente Água NaOCl resíduos corrente neutro corrente 200ppm Água correnteTemperatura Ambiente 40C 40C ambienteTempo - - 30 min - 15 minFreqüência A cada 4 hs de produçãoResponsável
  68. 68. Indústria de Processamento de AlimentosConhecer os fundamentos tecnológicoscomprovadamente eficientes da higiene damatéria-prima, (incluindo a água), dassuperfícies de processamento e dosambientes de processamento
  69. 69. OBRIGADA

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