Vias de comunicação 1

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Vias de comunicação 1

  1. 1. UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL PROGRAMA ANALITICO CADEIRA VIAS DE COMUNICAÇÃO I CURSO CIVIL ANO QUARTO SEMESTRE PRIMEIRO CARGA HORARIA 96 HORAS (29TEORICAS + 61PRATICAS+6AVALIAÇÕES) CAP. I – ESTRADAS. CONCEITOS FUNDAMENTAIS 1.1 – Introdução 1.2 – Estrutura da estrada 1.2.1.1– Constituição da estrada 1.2.1.2 - Plataforma 1.2.1.3 -Taludes 1.2.1.4 -Saia de aterro 1.2.1.5 -Crista de Talude 1.2.1.6 -Valeta 1.2.1.7 – Leito de estrada 1.2.1.8 -Zona de estrada 1.2.2– Pavimento 1.2.2.1 – Camada de desgaste 1.2.2.2 – Camadas de fundação 1.2.2.3 – Base 1.2.2.4 – Sub-base 1.2.2.5 – Faixas de rodagem 1.2.2.6 – Bermas 1.2.3 – Obras de arte 1.2.3.1 – Obras de arte corrente 1.2.3.1.1 – Aquedutos lajeados 1.2.3.1.2 – Aquedutos tubulares 1.2.4 – Obras de arte especiais 1.2.5 – Obras de arte para vencer cursos de água 1.2.5.1 – Viadutos 1.2.5.2 – Túnel 1.2.5.3 – Muros de suporte e de espera 1.3 – Projecto de estrada 1.3.1 – Elementos do projecto
  2. 2. 1.3.1.1 – Estudo prévio 1.3.1.2 – Estudo geológico 1.3.1.3 – Estudo geotécnico 1.3.1.4 – Estudo hidrológico 1.3.1.5 – Estudo de obras de arte 1.3.1.6 – Estudo económico 1.3.2 – Anteprojecto 1.3.3 – Projecto 1.3.4 – Peças escritas 1.3.4.1 – Memoria descritiva e justificativa 1.3.4.2 – Relatório de estudo 1.3.4.3 – Cálculos 1.3.4.4 – Caderno de encargos 1.3.4.5 – Medições 1.3.4.6 – Distribuição de terras 1.3.4.7 – Plano de trabalhos 1.3.4.8 – Séries de preços 1.3.4.8.1 – Série de preços simples 1.3.4.8.2 -Série de preços compostos 1.3.4.9 – Orçamento 1.3.5 – Peças desenhadas 1.3.5.1 – Planta de localização 1.3.5.2 – Planta geral 1.3.5.3 – Planta parcelar 1.3.5.4 – Perfil longitudinal 1.3.5.5 – Perfil tranversal-tipo 1.3.5.6 – Perfis transversais 1.3.5.7 – Cortes geotécnicos 1.3.5.8 – Gráficos de distribuição de terras 1.3.5.9 – Desenhos de obras de arte e acessórios CAP. II – ELEMENTOS DE TRÇOS E MOVIMENTOS DE TERRAS 2.1 – Operações para o traço de uma estrada 2.1.1 – Considerações gerais 2.1.1.1 – Características básicas da estrada -Velocidade base -Largura -Valores das cargas 2.1.1.2 – Factores a considerar na escolha e comparação de Traçados -Raio mínimo e rampa máxima -Compensação de aterros e escavações -Natureza dos solos -Condições económicas -Outras condições técnicas 2.1.2-Reconhecimento 2.1.3-Estudo do eixo da estrada 2.1.3.1 – Perfil geotécnico 2.1.3.2 – Piquetagem do eixo 2.1.3.3 – Piquetagem de curvas circulares
  3. 3. -Piquetagem dos pontos principais -Piquetagem dos pontos secundários -Método das abcissas e ordenadas -Pontos equidistantes sobre a tangente -Pontos equidistantes sobre o arco -Métodos das cordas e flechas 2.1.3.4 – Escolha do raio de curvatura 2.1.3.5 – Levantamento traqueométrico 2.1.3.6 – Nivelamento longitudinal do eixo da estrada 2.1.3.7 – Nivelamento transversal -Caderneta do perfil transversal 2.2 – Perfil longitudinal 2.2.1 – Rasante 2.2.1.1 – Cotas pretas 2.2.1.2 – Cotas vermelhas 2.2.1.3 – Cotas azuis 2.2.2 – Concordância de traíneis 2.2.2.1 – Visibilidade 2.2.2.2 – Estabilidade da marcha 2.2.2.3 – Comodidade -Cálculo dos valores dos raios de curvatura concordâncias Côncavas -Cálculo dos valores dos raios de curvatura nas Concordâncias convexas 2.2.2.4 – Marcação dos pontos das curvaturas de concordância 2.2.2.5 – Coordenação entre planta e perfil longitudinal 2.3 – Perfil transversal 2.3.1 – Largura do perfil transversal de uma estrada em função do Volume de tráfego 2.3.1.1 – Circulação de veículos isolados 2.3.1.2 – Circulação de uma corrente densa de veículos 2.3.2 – Características geométricas de Auto-estrada 2.3.2.1 – Largura mínima 2.3.2.2 – Sobre largura 2.3.2.3 – Taludes 2.3.3 – Algumas geometrias de Auto-estrada 2.4 – Curvas 2.4.1 – Curvas circulares 2.4.1.1 – Estabilidade da circulação em plena curva circular 2.4.2 – Problemas especiais 2.4.2.1 – Lacetes das estradas de montanha 2.4.2.2 – Algumas disposições especiais do plano rodoviário Referente á estrada de montanha 2.4.2.3 – Visibilidade nas curvas - Banquetas 2.4.3 – Curvas de transição 2.4.3.1 – Generalidades 2.4.3.2 – Comprimento de transição 2.4.3.3 – Determinação do ponto de entrada em curva de tangencia Com a curva circular
  4. 4. 2.4.3.4 – Clotoide ou espiral de transição 2.4.3.5 – Leminiscata de Bournoulli 2.4.3.6 – Parábola cúbica 2.4.3.7 – Determinação da curva de transição 2.4.3.8 – Implantação -Leminiscata -Espiral - Implantação da curva de transição para ângulos pequenos 2.5 – Cálculo das áreas dos perfis transversais 2.5.1 – Método exacto 2.5.5.1 – Largura da faixa a expropriar 2.5.5.2 – Talude a regularizar 2.5.2 – Método algébrico 2.5.2.1 – Perfis simples em aterro 2.5.2.2 – Perfis simples em escavação 2.5.2.3 – Perfis mistos 2.5.2.4 – Perfis excepcional 2.6 – Cálculo dos volumes 2.6.1 – Método exacto. Fórmula do prismóide 2.6.2 – Método da média das áreas 2.6.3 – Fórmula da área média 2.6.4 – Correcção da fórmula do método da média das áreas ou correcção Prismóidal 2.6.5 – Casos práticos de aplicação do método das áreas 2.6.6 – Os dois enunciados do método da média das áreas e sua represen- Tacão gráfica 2.6.7 – Volume do ente-perfil do traçado circular 2.6.8 – Medições sumárias de terraplanagens 2.6.8.1 -1ª Simplificação 2.6.8.2 -2ª Simplificação 2.6.8.3 -3ª Simplificação 2.6.8.4 -4ª Simplificação 2.7 – Distribuição de terras 2.7.1 – Finalidades 2.7.2 – Distância média de transporte 2.7.3 – Empolamento de terras 2.7.4 – Métodos empregados para o estudo da distribuição de terras 2.7.5 – Método da curva de Bruckner 2.8 -Drenagem 2.8.1 – Generalidades 2.8.2 – Drenagem superficial 2.8.3 – Drenagem subterrânea 2.9 – Aplicação da fotogrametria ao projecto de estradas 2.9.1 – Princípios gerais 2.9.2 – Fotografaria 2.9.2.1 – Aparelhos auxiliares de fotogrametria.Perfilóscopo 2.9.2.2 – Registador eléctrico de coordenadas CAP. III – CONCEITOS E ECONOMIA DOS PROJECTOS RODOVIARIOS 3.1 – Generalidades sobre Engenharia de tráfego
  5. 5. 3.1.1 – Tráfego automóvel 3.1.1.1 – Antecedentes 3.1.1.2 – Situação actual 3.1.2 – Engenharia de tráfego 3.1.2.1 – Evolução histórica 3.1.2.2 – Definição e objectivos 3.1.2.3 – Funções do engenheiro de tráfego 3.2 – Planeamento de transportes em geral. Politica de transportes 3.3 – Problemática da economia do transporte rodoviário 3.4 – Aspectos económicos e sociais da estrada 3.5 – Princípios da análise económica 3.5.1 – Medida dos custos e das vantagens 3.5.2 – Comparação entre custos e vantagens 3.5.2.1 – Análise da relação custo – beneficio -Coeficiente de rentabilidade -Beneficio actualizado -Razão vantagem/custo -Taxa de rentabilidade interna 3.5.2.2 – Critérios de produtividade 3.5.3 – Comparação entre variantes de um mesmo projecto 3.6 – Politica rodoviária e pleno rodoviário 3.7 – Programa de investimentos rodoviário 3.8 – Os custos das infra-estruturas 3.8.1 – Estruturas dos custos 3.8.1.1 – Generalidades 3.8.1.2 – Gastos financeiros ou orçamentais 3.8.1.3 – Custos económicos 3.8.1.4 – Parte em divisas 3.8.1.5 – Custo dos trabalhos 3.8.2 – Custo de construção 3.8.2.1 – Componentes do custo de construção 3.8.2.2 – Etapas sucessivas dos estudos técnicos 3.8.2.3 – Custos de realização 3.8.2.4 – Escalonamento dos trabalhos 3.8.3 – Custos de conservação 3.8.3.1 – Composição do custo 3.8.3.2 – Usura dos pavimentos 3.9 – Custos dos transportes rodoviários 3.9.1 – Preâmbulo 3.9.2 – Estrutura dos custos de transporte 3.9.2.1 – Definições 3.9.2.2 – Princípios gerais 3.9.2.3 – Recomendação para análise da estrutura dos custos 3.9.2.4 – Ordens de grandeza dos resultados 3.9.3 – Determinação dos custos de funcionamento dos veículos 3.9.3.1 – Princípios gerais 3.9.3.2 – Custos fixos e custos proporcionais 3.9.3.3 – Dados técnicos 3.9.3.4 – Ordens de grandeza dos principais dados técnicos 3.9.3.5 – Dados económicos
  6. 6. 3.9.3.6 – Resultados 3.9.3.7 – Influencia da natureza do pavimento 3.9.3.8 – Incidência das características geométricas e das velocidades De percurso. Generalidades 3.9.3.9 – Incidência do perfil longitudinal 3.9.3.10 – Incidência das curvas 3.9.4 – Custo do tempo gasto em deslocações 3.9.4.1 – Determinação do tempo de percurso 3.9.4.2 – Valor dos tempos para os passageiros 3.9.4.3 – Valor do tempo para as mercadorias 3.10 – Conservação 3.11 – Beneficiação 3.12 – Introdução ao estudo do tráfego 3.12.1 – Finalidade dos estudos do tráfego 3.12.2 – Âmbito 3.12.3 – Definições primárias 3.12.3.1 – Definições referentes á estradam 3.12.3.2 – Definições referentes á veiculam 3.12.3.3 – Definições referentes á tráfego rodoviário 3.13 – Elementos básicos do tráfego 3.13.1 – Proposição 3.13.2 – Limitação do homem 3.13.2.1 – Limitações do homem 3.13.2.2 – Factores físicos -Deficiências físicas -Características visuais -Força muscular -Audição -Coordenação motora 3.13.2.3 – Saber, experiencia e perícia 3.13.2.4 – Estados emotivos 3.13.2.5 – Tendência para o acidente 3.13.2.6 – Comportamento dos piões 3 13.4 – Limitações das estradas 3.13.4.1– Generalidades 3.13.4.2– Dimensões e peso 3.13.4.3– Largura da faixa de rodagem e das bermas 3.13.4.4 – Curvas, lombas e rampas 3.13.4.5 – Distância de visibilidade -Distância de visibilidade de paragem -Distância de visibilidade de ultrapassagem -Distância de visibilidade nos cruzamentos 3.13.4.6 – Estado do pavimento 3.14 – Características do tráfego 3.14.1 – Volume do tráfego 3.14.1.1 – Definição 3.14.1.2 – Variações horárias, diária e mensal -Variação horária -Variação diária -Variação mensal
  7. 7. 3.14.1.3 – Volume de tráfego diário médico 3.14.1.4 – Volumes de tráfegos horários 3.15 – Sinalizações das estradas 3.15.1 – Definições 3.15.2 – Placas de sinalização 3.15.2.1 – Forma 3.15.2.2 – Localização no sentido transversal 3.15.2.3 – Localização no sentido longitudinal 3.15.3 – Marcas rodoviárias 3.15.3.1 – Tipos de marcas 3.15.3.2 – Marcas longitudinal 3.15.3.3 – Marcas transversais 3.15.3.4 – Marcas diversas 3.15.4 – Sinais luminosos 3.15.5 – Sinais dos agentes de sinalização 3.15.6 – Alguns princípios de sinalização de estradas 3.15.6.1 – Princípios gerais -Princípios de valorização -Princípios de concentração -Princípios de legibilidade -Coordenação da sinalização 3.15.6.2 – Algumas regras de atender na colocação das varias Categorias de sinais -Sinais de perigo -Sinais de orientação -Algumas indicações sobre a colocação de marcas Quilométricas 3.16 – Acidentes e segurança 3.16.1 – Introdução 3.16.2 – Causa dos acidentes 3.16.2.1 – Causas primarias 3.16.2.2 – Diferentes modos de agrupar sob uma mesma Designação ou factor comum para fins estatísticos, as causas dos Acidentes 3.16.2.3 – Resumo das conclusões de um estudo 3.16.3 – Registo dos acidentes. Estatística 3.16.3.1 – Finalidade dos estudos estatístico dos acidentes 3.16.3.2 – O que pode ser considerado um acidente. Critérios 3.16.3.3 – Elaboração de Autos de noticias 3.16.4 – Taxa de acidentes 3.16.4.1 – Definições de taxa de acidentes 3.16.4.2 – Frequência dos valores correntes de taxa de acidentes 3.16.5 – Prevenção dos acidentes. Medida á tomar 3.16.5.1 – Ser humano (condutores e piões) 3.16.5.2 – Veículos 3.16.5.3 – Estradas 3.16.5.4 – Condições de tráfego 3.16.5.5 – Condições atmosféricas 3.17 – Contagens de tráfego 3.17.1 – Recenseamento de tráfego
  8. 8. 3.17.1.1. – Definições 3.17.1.2 – Objectivo 3.17.1.3 – Processo de colheita de elementos estatísticos 3.17.2 – Métodos contagem de tráfego 3.17.2.1 – Generalidades 3.17.2.2 – Método manual 3.17.2.3 – Método automático 3.17.2.4 – Método do observador móvel 3.17.3 – Recenseamento geral do tráfego em Angola 3.17.3.1 – Generalidades 3.17.3.2 – Categorias de veiculo 3.17.3.3 – Método de contagem adoptado 3.17.3.4 – Calendário das contagens 3.17.3.5 – Horário das contagens 3.17.3.6 – Registo das contagens 3.17.3.7 – Localização dos pontos de contagem 3.17.4 – Previsão de tráfego 3.18 – Consistência de um estudo de viabilidade rodoviária 3.18.1 – Objectivo de um estudo 3.18.1.1 – Procura da melhor solução adoptada 3.18.1.2 – Determinação do calendário óptimo para a Realização do projecto 3.18.1.3 – Estimativa do custo do projecto e análise do Seu interesse económico 3.18.1.4 – Necessidade de um plano de viabilidade 3.18.2 – Desenrolar de um estudo de viabilidade 3.18.3 – Diferentes partes constituintes de um estudo de viabilidade 3.18.3.1 – Estudo da economia geral do projecto e análise das Hipóteses fundamentais 3.18.3.2 – Estudo do tráfego 3.18.3.3 – Estudo dos custos de funcionamento dos veículos E das tarifas de transporte 3.18.3.4 – Reconhecimento (1ª fase) 3.18.3.5 – Ante-projecto (2ª fase) 3.18.3.6 – Estimativa do montante do investimento 3.18.3.7 – Estudo da conservação da estrada 3.18.3.8 – Cálculo económico final 3.18.3.9 – Conclusões finais 3.19 – Estrutura da rede de estradas de Angola e composição dos seus Tráfegos em 1973 BIBLIOGRAFIA:

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