CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS
NOÇÕES DA LÍNGUA PORTUGUESA
Profa. Ma. Mabel Oliveira Teixeira
MÓDULO IV– COMUNICA...
MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO
CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS
I. CONCEITOS BÁSICOS DA LINGU...
 Linguagem– conceito abstrato que se refere a
capacidade de comunicar algo, passar uma mensagem.
Linguagem Verbal – palav...
LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
NOJO TRISTEZA SURPRESA
ALEGRIAMEDORAIVA
LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
Cada povo exerce sua inerente capacidade comunicativa por
meio de um determinado código linguístico, ou seja, utilizando
u...
A língua é por excelência oveículo do conhecimento humano e a
base do patrimônio cultural de um povo.
2. A FALA E AS VARIA...
 O emprego dos dialetos revela pistas sobre quem somos, onde
vivemos, qual nossos interesses, círculo social, etc.
 Util...
LINGUAGEM X LÍNGUA
Qual a importância de se conhecer e dominar o maior número de
variações linguísticas?
2. A FALA E AS VA...
AFALAEASVARIAÇÕESLINGUÍSTICAS“As diferenças existentes entre duas situações podem fazer com
que uma sociedade considere a...
 A variedade culta da língua é considerada a variação mais
adequada às situações comunicativas mais formais. Ela
segue re...
Não há certo ou errado na língua, há variação.
Há somente adequação e inadequação.
A capacidade de reconhecimento e o domí...
4. DISCUSSÃO FINAL
LINGUAGEM E AUTORIDADE
II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO
CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS ...
1. LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO:
II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
1. LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO:
+ de 6 bilhões de pessoas no planeta ...
... cerca de 7 mil línguas ...
... + de 250 milhõe...
2. GRAMÁTICA – CONCEITOS BÁSICOS
II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
Estudo ou tratado dos fatos da linguagens.
 Gramática Histórica;
 Gramática Descritiva;
 Gramática Comparativa;
 Gramá...
2. GRAMÁTICA:
Fonética –estudo dos sons da fala;
Morfologia –ocupa-se das diversas classes de palavras;
Sintaxe –estudo da...
2. GRAMÁTICA NORMATIVA:
MORFOLOGIA–AS CLASSES DE PALAVRAS:
Classes
Preposição
Numeral
Pronome
Adjetivo
Artigo
Verbos
Conju...
2. GRAMÁTICA NORMATIVA:
SINTAXE– FRASE X ORAÇÃO X PERÍODO:
Frase – Frase é todo enunciado de sentido completo,
podendo ser...
VERBO
2. GRAMÁTICA:
Oração – Uma frase pode ser também uma oração desde
que tenha sentido completo e a presença obrigatóri...
SIMPLES
2. GRAMÁTICA:
Exemplo:
Corram!
É bom que ela venha amanhã etraga os livros.
Período – Período é a frase constituíd...
As praias estão cada vez mais poluídas.
 Verbo –é oração;
 Sujeito Predicado
TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO:
FRASE
1) Antes...
Trabalha bem, mas é mulher.
É mulher, mas trabalha bem.
IMPORTÂNCIA DA SINTAXE NA CONSTRUÇÃO DO SENTIDO:
Sentido 1:
Sentid...
3. PONTUAÇÃO
II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
PONTOSDEVISTA:
?
,
!
_
“”
:
...
. ;
()
DESAFIO – O MISTÉRIO DA HERANÇA:
Um homem muito rico estava extremamente doente,
agonizando. Pediu papel e caneta e escrev...
1) O sobrinho fez a seguintepontuação:
2) A irmãchegouemseguida. Pontuouassimotexto:
3) O padeiropediucópia do original. P...
4. REFORMA ORTOGRÁFICA
II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
ORTOGRAFIA
Corretamente, de maneiraouforma corretaEscrita
Uma das partes inerentes à gramática normativa se constitui
da c...
4. REFORMA ORTOGRÁFICA:
Prazo Final –janeiro de 2016.
Objetivo –Unificar a ortografia da língua portuguesa em todos os
paí...
4. REFORMA ORTOGRÁFICA:
A B C D E F G H I J L M N O P Q
R S T U V X Z
(23 letras)
AdeÜs
Deverá aparecer apenas em
palavras de origem estrangeira:
...
RELEMBRAR:
ACENTO AGUDO
1) Paroxítonas com ditongo aberto “ei” e “oi”: idéia – ideia / heróico – heroico
2) Paroxítonas que tenham “i...
Os hiatos “oo” e “ee” (nas flexões verbos crer, ler, dar e ver) deixam de ser
acentuados: vôo–voo / enjôo–enjoo / crêem – ...
 DEIXA DE SER USADO QUANDO
1) A segunda parte da palavra composta começar com R ou S. Nesses
casos a consoante deve ser d...
PASSA A SER USADO QUANDO:
1) Quando a primeira parte da palavra composta terminar com a mesma
letra (-H) que inicia a seg...
5. ERROS COMUNS
II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
Erros de ortografia
comprometem
qualquer texto e
dificultam a
compreensão da
mensagem
A norma culta deve
ser usada em prol...
EVITE DIZER:
EVITE DIZER:
DÚVIDAS COMUNS:
 FALAR BONITO:
MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO
CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS
III. TIPOLOGIA TEXTUAL
2) Tip...
1. TEXTO E CONTEXTO
III. TIPOLOGIA TEXTUAL
1. NOÇÃO GERAL DE TEXTO E CONTEXTO:
CONCEITO
Texto éuma unidade global da comunicação que
expressa uma ideia ou trata de u...
1. NOÇÃO GERAL DE TEXTO E CONTEXTO:
Coesão
Propriedades do Texto
Coerência
Progressão
Texto nota 10!
2. TIPOLOGIA TEXTUAL - NARRAÇÃO
III. TIPOLOGIA TEXTUAL
2. TIPOLOGIA TEXTUAL:
Tipo de Texto Gênero Oral ou Escrito
Narração
Conto, fábula, mito, biografia
, novela, etc.
Descriçã...
2. TIPOLOGIA TEXTUAL - NARRAÇÃO:
2. TIPOLOGIA TEXTUAL - NARRAÇÃO:
EXEMPLODETEXTONARRATIVO:
3. DESCRIÇÃO
III. TIPOLOGIA TEXTUAL
3. TIPOLOGIA TEXTUAL - DESCRIÇÃO:
FATO:
O quê?
Quem?
Quando?
Onde?
Por quê?
Como?
-Uma boa descrição depende de uma observação cuidadosa;
-Atenção aos detal...
3. TIPOLOGIA TEXTUAL - DESCRIÇÃO:
Objetividade é um valor inatingível
Seleção
Bagagem Cultural
Exemplo de Texto Descritivo:
4. DISSERTAÇÃO
III. TIPOLOGIA TEXTUAL
4. TIPOLOGIA TEXTUAL - DISSERTAÇÃO:
Dissertação Transmitir Conhecimento Texto Informativo
Dissertação/
argumentação
Persua...
Dissertação
PRODUÇÃO DE UM TEXTO DISSERTATIVO – ESTRUTURA:
Exemplo: A Televisão
Se por um lado esse popular veículo de com...
2) Desenvolvimento
(2 ou 3 parágrafos)
Desenvolvimento de TODAS ideias
apresentadas na introdução; é o
momento de argument...
Exemplo de Dissertação:
TESTE SEU CONHECIMENTO
III. TIPOLOGIA TEXTUAL
1) Qual trecho possui características de um texto dissertativo ?
2) Qual trecho possui características de um texto narrati...
3) Marque a afirmação correta com relação ao texto abaixo?
3. TIPOLOGIA TEXTUAL – TESTE SEU CONHECIMENTO:
APRESENTAÇÃO DISPONÍVEL EM:
HTTP://WWW.SLIDESHARE.NET/MABELOLIVEIRATEIXEIRA
OBRAS CONSULTADAS:
SITES CONSULTADOS:
(Apt)português fadisma
(Apt)português fadisma
(Apt)português fadisma
(Apt)português fadisma
(Apt)português fadisma
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

(Apt)português fadisma

587 visualizações

Publicada em

0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
587
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
4
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
7
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • http://www.slideshare.net/MabelOliveiraTeixeira
  • http://www.slideshare.net/MabelOliveiraTeixeira
  • Os sinais mais claros da mentira estão nas incongruências entre o verbal e o não-verbal.
  • Através do uso criativo da língua, o homem atualiza o sistema, modificando a língua. Assim, podemos dizer que a língua é, como todo produto humano, algo mutável que, querendo ou não, reflete as diferenças individuais dos falantes. Todo sistema linguístico comporta ilimitadas VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS, ou seja, formas de falar dentro de uma mesma língua que dependem das condições sociais, culturais, regionais e históricas de seus falantes. Dentre as variações linguísticas há a norma culta ou padrão e os dialetos, ou seja, os regionalismos, as gírias, os jargões profissionais, etc
  • Quando conversamos com alguém construímos uma imagem através da linguagem que adotamos, da mesma forma, percebemos o outro em função da forma como ele se reporta, a maneira como fala, a linguagem e não-verbal que emprega conta-nos com quem estamos interagindo. Dessa forma, assim como mudamos de roupa, nossa linguagem também precisa ser mudada e adaptada a cada situação. Quando estamos na esfera profissional, precisamos recorrer a um repertório linguístico distinto daquele que utilizamos quando estamos entre amigos ou familiares.
  • Apesar de ser opadrãodalíngua, a normacultaéapenasumavariaçãoe, portanto, exerceumafunçãolimitadaquenão se adapta a todas as situações. Ambientesmaisinformaisexigemumamenorpreocupação com oempregocultodurante a comunicação, poroutrolado, ambientesinformaisecomunicaçõesescritastendem a exigir um nívelmaior de formalismoe um cuidadomaior com ousodanormaculta.
  • O Português é uma língua de origem românica falada, atualmente, nos 4 cantos do planeta. Como língua oficial o português foi adotado em Angola, Brasil (representa + de 75% dos falantes), Cabo Verde, Guiné Bissau, Guinea Equatorial, Macau, Moçambique,
  • OPortuguês é a 5º idiomamaisfalado no mundo – Ficaatrásapenas
  • Frase, oraçãoeperíodosãofatoresconstituintes de qualquertextoescritoemprosa, poisomesmocompõe-se de umasequencialógica de ideias, todasorganizadasedispostasemparágrafosminuciosamenteconstruídos
  • Ler texto – sinais Importância da Pontuação
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • A importância da unificação está na unidade do idioma e na força deste no cenário linguístico mundial. Ex.: conselho de segrança da ONU.
  • 7 língua mais falada no mundo
  • Paraxítona– palavra cuja penúltima sílaba é a mais forte, a chamada sílaba tônica.
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • Coesão: é a ligação, a relação, a conexão entre as palavras, expressões ou frases do texto. É a harmonia entre os elementos de um texto. Coerência:É a relação que se estabelece entre as ideias do texto, criando uma unidade de sentido. Progressão: Um bom texto implica progressão, isto é, que cada segmento que se sucede vá acrescentando informações novas aos enunciados anteriores. Cada segmento que ocorre deve acrescentar um dado novo ao anterior, se a repetição de dados for funcional, acrescentará dados novos ao texto e se justificará. As repetições sem função desqualificam o texto.
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • Descrição x Narração – a descrição NÃO se preocupa com o desenrolar do tempo, com a sequência de ações ou sucessão de momentos. A descrição é a foto de um instante.
  • Descrição x Narração – a descrição NÃO se preocupa com o desenrolar do tempo, com a sequência de ações ou sucessão de momentos. A descrição é a foto de um instante.
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • Descrição x Narração – a descrição NÃO se preocupa com o desenrolar do tempo, com a sequência de ações ou sucessão de momentos. A descrição é a foto de um instante.
  • Primeiro parágrafo do texto!
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • Uma das partesinerentesàgramática se constituidachamadaortografia, cujaincumbência se destinaàrepresentaçãoescrita das palavras
  • (Apt)português fadisma

    1. 1. CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS NOÇÕES DA LÍNGUA PORTUGUESA Profa. Ma. Mabel Oliveira Teixeira MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO RIO GRANDE, 29 DE JULHO DE 2013 @mabel_ecos http://facebook.com/mabeloliveirateixeira
    2. 2. MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS I. CONCEITOS BÁSICOS DA LINGUÍSTICA II. NOÇÕES BÁSICAS DA LÍNGUA PORTUGUESA III. TIPOLOGIA TEXTUAL ROTEIRO APRESENTAÇÃO:
    3. 3.  Linguagem– conceito abstrato que se refere a capacidade de comunicar algo, passar uma mensagem. Linguagem Verbal – palavras (oral, escrita) Linguagem não-verbal 1. LINGUAGEM X LÍNGUA I. CONCEITOS BÁSICOS DA LINGUÍSTICA
    4. 4. LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS NOJO TRISTEZA SURPRESA ALEGRIAMEDORAIVA
    5. 5. LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
    6. 6. LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
    7. 7. LINGUAGEMNÃO-VERBAL–EMOÇÕESBÁSICAS
    8. 8. Cada povo exerce sua inerente capacidade comunicativa por meio de um determinado código linguístico, ou seja, utilizando um sistema de signos vocais distintos e significativos, ao qual se dá o nome de línguaou idioma.  Língua– sistema normativo organizado de elementos (signos) que possibilitam a comunicação. A LÍNGUA É UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL 1. LINGUAGEM X LÍNGUA – LÍNGUA:
    9. 9. A língua é por excelência oveículo do conhecimento humano e a base do patrimônio cultural de um povo. 2. A FALA E AS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS A utilização da língua pelo sujeito denomina- se fala. Ao contrário da língua, a fala tem caráter invidual e representa a apropriação criativa do sistema linguístico. Dialetos Variações Linguísticas Norma Culta
    10. 10.  O emprego dos dialetos revela pistas sobre quem somos, onde vivemos, qual nossos interesses, círculo social, etc.  Utilizamos a língua como instrumentode identificação, ela revela muito de nossa história. Capaaaz que tu já párte agora às dééz, guri? Ficarei com saudades de ti. Vamoshpegarrr aquele onda manêra? Omarrtásinixxtro, v éio. Aspira, registra logo o B.O. eteapresentaprafor matura. A. B. C. Ôxentí meu rei, cê num quénaum? Cêe dakimês? Então pópegá um lugar procê. Estaremos encaminhando sua solicitação para o setor responsável, senh or. D. E. F. 2. A FALA E AS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS
    11. 11. LINGUAGEM X LÍNGUA Qual a importância de se conhecer e dominar o maior número de variações linguísticas? 2. A FALA E AS VARIAÇÕES LINGUÍSTICAS
    12. 12. AFALAEASVARIAÇÕESLINGUÍSTICAS“As diferenças existentes entre duas situações podem fazer com que uma sociedade considere adequado utilizar variedades lingüísticas diferentes ou a mesma. Segue-se, então, que cada grupo social estabelece um contínuo de situações cujos pólos extremos e opostos são representados pela formalidade e informalidade”. (ALKMIM, 2003, p.37).
    13. 13.  A variedade culta da língua é considerada a variação mais adequada às situações comunicativas mais formais. Ela segue regras rígidas de organização orientadas pela gramática  Agilidade –Economia–Didática–Unidade. 3. NORMA CULTA: PADRÃO LINGUÍSTICO • Escrita segura e adequada; • Comunicação com diferentes públicos; • Capacidade de adaptação da linguagem; • Precisão, clareza e objetividade nos relatos; •Capacidade de argumentação. Importância normativa do domínio da norma culta:
    14. 14. Não há certo ou errado na língua, há variação. Há somente adequação e inadequação. A capacidade de reconhecimento e o domínio dos diferentes registrosda língua são os fatores determinantes para garantir o sucesso do falante na hora de comunicar uma ideia, expressar um sentimento ou desempenhar um papel social. –Papel Social do Guarda Municipal – 4. DISCUSSÃO FINAL
    15. 15. 4. DISCUSSÃO FINAL LINGUAGEM E AUTORIDADE
    16. 16. II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS 1) Língua Portuguesa no Mundo. 2) Gramática– Conceitos Básicos. 3) Pontuação. 4) Reforma Ortográfica. 5) Erros Comuns.
    17. 17. 1. LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO: II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
    18. 18. 1. LÍNGUA PORTUGUESA NO MUNDO: + de 6 bilhões de pessoas no planeta ... ... cerca de 7 mil línguas ... ... + de 250 milhões de falantes do português ... ... 5ºidioma mais falado no mundo. O Português já é considerado uma língua internacional
    19. 19. 2. GRAMÁTICA – CONCEITOS BÁSICOS II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
    20. 20. Estudo ou tratado dos fatos da linguagens.  Gramática Histórica;  Gramática Descritiva;  Gramática Comparativa;  Gramática Normativa: 2. GRAMÁTICA: II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA O QUE É? TIPOS:
    21. 21. 2. GRAMÁTICA: Fonética –estudo dos sons da fala; Morfologia –ocupa-se das diversas classes de palavras; Sintaxe –estudo das palavras associadas na frase; Semântica –estudo da significação das palavras; Estilística –trata dos diversos processos expressivos; GRAMÁTICA NORMATIVA:
    22. 22. 2. GRAMÁTICA NORMATIVA: MORFOLOGIA–AS CLASSES DE PALAVRAS: Classes Preposição Numeral Pronome Adjetivo Artigo Verbos Conjunção Advérbio Interjeição Substantivos CLASSES Preposição Numeral Pronome Adjetivo Artigo Verbo Conjunção Advérbio Interjeição Substantivo o, a, os, as, um, uma bonito, feio, alto, pequeno ser, estar, fazer porém, e, mas, contudo, que, portanto não, muito, sempre, nunca Nossa, uau, ave maria, oh, que pena amor, Ana, prego, Deus. em, de, para, por triplo, dois, primeiro Tu, nossa, esta, te
    23. 23. 2. GRAMÁTICA NORMATIVA: SINTAXE– FRASE X ORAÇÃO X PERÍODO: Frase – Frase é todo enunciado de sentido completo, podendo ser formada por uma só palavra ou por várias, podendo ter verbos ou não. Começa com uma letra maiúscula e termina em um ponto. Exemplo: Um comeu ontem de Eduardo goiaba doce. Eduardo comeu um doce de goiaba ontem. Ontem Eduardo comeu um doce de goiaba. Um doce de goiaba Eduardo comeu ontem. Socorro!      Todo significativo
    24. 24. VERBO 2. GRAMÁTICA: Oração – Uma frase pode ser também uma oração desde que tenha sentido completo e a presença obrigatória de um predicado, função preenchida por um elemento da classe morfológica dos verbos. Exemplo: Corram! Esses exercícios parecem muito difícieis. Dois Verbos = Duas Orações PREDICADO
    25. 25. SIMPLES 2. GRAMÁTICA: Exemplo: Corram! É bom que ela venha amanhã etraga os livros. Período – Período é a frase constituída de uma ou mais orações, formando um todo, com sentido geral autônomo com relação aos enunciados que o precedem ou sucedem. COMPOSTO
    26. 26. As praias estão cada vez mais poluídas.  Verbo –é oração;  Sujeito Predicado TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO: FRASE 1) Antes do Predicado –ORDEM DIRETA • As crianças brincavam despreocupadas. 2) Depois do Predicado –ORDEM INVERSA • Brincavam despreocupadasas crianças. 3) No meio do Predicado – • Despreocupadas,as criançasbrincavam.  Posição do Sujeito:
    27. 27. Trabalha bem, mas é mulher. É mulher, mas trabalha bem. IMPORTÂNCIA DA SINTAXE NA CONSTRUÇÃO DO SENTIDO: Sentido 1: Sentido 2: A DISPOSIÇÃO DAS ORAÇÕES PODE ALTERAR O SENTIDO PRETENDIDO
    28. 28. 3. PONTUAÇÃO II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
    29. 29. PONTOSDEVISTA: ? , ! _ “” : ... . ; ()
    30. 30. DESAFIO – O MISTÉRIO DA HERANÇA: Um homem muito rico estava extremamente doente, agonizando. Pediu papel e caneta e escreveu, sem pontuação alguma, as seguintes palavras: Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres 1) SOBRINHO 2) IRMÃ 3) PADEIRO 4) POBRES ? ? ?
    31. 31. 1) O sobrinho fez a seguintepontuação: 2) A irmãchegouemseguida. Pontuouassimotexto: 3) O padeiropediucópia do original. Puxou a brasaprasardinha dele: 4) Aí, chegaramosdescamisadosdacidade. Um deles fez estainterpretação: Deixo meus bens à minha irmã?Não! a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres. Deixomeus bens àminhairmã.Não a meusobrinho.Jamaisserápaga a conta do padeiro. Nada douaospobres. Deixomeus bens àminhairmã?Não! A meusobrinho?Jamais!Serápaga a conta do padeiro. Nada douaospobres. Deixomeus bens àminhairmã? Não! A meusobrinho?Jamais!Serápaga a conta do padeiro? Nada! Dou aospobres. Moral dahistória: A vidapode ser interpretadaevivida de diversasmaneiras. Nóséquefazemossuapontuação. É issofaztoda a diferença...
    32. 32. 4. REFORMA ORTOGRÁFICA II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
    33. 33. ORTOGRAFIA Corretamente, de maneiraouforma corretaEscrita Uma das partes inerentes à gramática normativa se constitui da chamada ortografia, cuja incumbência se destina à representação escrita das palavras conforme padrão culto da língua.
    34. 34. 4. REFORMA ORTOGRÁFICA: Prazo Final –janeiro de 2016. Objetivo –Unificar a ortografia da língua portuguesa em todos os países da CPLP.
    35. 35. 4. REFORMA ORTOGRÁFICA:
    36. 36. A B C D E F G H I J L M N O P Q R S T U V X Z (23 letras) AdeÜs Deverá aparecer apenas em palavras de origem estrangeira: müller 4. REFORMA ORTOGRÁFICA – PRINCIPAIS ALTERAÇÕES: A B C D E F G H I J KL M N O P Q R S T U V WXYZ A B C D E F G H I JKL M N O P Q R S T U V WXYZ (26 letras) •Kilômetro ou quilômetro? T R E M A :
    37. 37. RELEMBRAR:
    38. 38. ACENTO AGUDO 1) Paroxítonas com ditongo aberto “ei” e “oi”: idéia – ideia / heróico – heroico 2) Paroxítonas que tenham “i” ou “u” tônico depois de um ditongo:feiúra – feiurabaiúca – baiuca Dica - As oxítonas terminadas em “ói(s)”, “éis” e “éu(s)” continuam a ser acentuadas: herói(s), papéis e céu(s).
    39. 39. Os hiatos “oo” e “ee” (nas flexões verbos crer, ler, dar e ver) deixam de ser acentuados: vôo–voo / enjôo–enjoo / crêem – lêem ACENTO DIFERENCIAL Não será mais usado para diferenciar: pára e para / péla e pelo / pêra e pera / pêlo e pelo / pólo e polo. ACENTO CIRCUNFLEXO
    40. 40.  DEIXA DE SER USADO QUANDO 1) A segunda parte da palavra composta começar com R ou S. Nesses casos a consoante deve ser dobrada e as partes unidas: contra-regra / contrarrega anti-social / antissocial. 2) Avogal que encerra a primeira parte for diferente da vogal que inicia a segunda parte da palavra composta: auto-escola / autoescola extra-oficial / extraoficial. 3) Quando se perdeu a noção de que a palavra é composta: pára-brisa/ parabrisa pára-quedas / paraquedas.
    41. 41. PASSA A SER USADO QUANDO: 1) Quando a primeira parte da palavra composta terminar com a mesma letra (-H) que inicia a segunda: reescrever / re-escrever; Exceção: prefixo CO + O = cooperar 2) O hífen deve ser usado nos compostos formados com os advérbios mal e bem quando formam uma unidade com significado e o segundo elemento começa poruma vogal ou pela letra “h”: mal-amado / mal-humorado / bem-humorado
    42. 42. 5. ERROS COMUNS II. NOÇÕES BÁSICAS DE LÍNGUA PORTUGUESA
    43. 43. Erros de ortografia comprometem qualquer texto e dificultam a compreensão da mensagem A norma culta deve ser usada em prol de um texto objetivo, simples e claro.
    44. 44. EVITE DIZER:
    45. 45. EVITE DIZER:
    46. 46. DÚVIDAS COMUNS:
    47. 47.  FALAR BONITO:
    48. 48. MÓDULO IV– COMUNICAÇÃO E GERENCIAMENTO DA INFORMAÇÃO CURSO DE FORMAÇÃO DE GUARDAS MUNICIPAIS III. TIPOLOGIA TEXTUAL 2) Tipologia textual - Narração. 3)Descrição. 4) Dissertação / Argumentação. 1) Texto e contexto.
    49. 49. 1. TEXTO E CONTEXTO III. TIPOLOGIA TEXTUAL
    50. 50. 1. NOÇÃO GERAL DE TEXTO E CONTEXTO: CONCEITO Texto éuma unidade global da comunicação que expressa uma ideia ou trata de um assunto determinado, tendo como referência a situação comunicativa concreta em que foi produzido, ou seja, o contexto. Fogo! Fogo!= O sentido está além do texto.
    51. 51. 1. NOÇÃO GERAL DE TEXTO E CONTEXTO: Coesão Propriedades do Texto Coerência Progressão Texto nota 10!
    52. 52. 2. TIPOLOGIA TEXTUAL - NARRAÇÃO III. TIPOLOGIA TEXTUAL
    53. 53. 2. TIPOLOGIA TEXTUAL: Tipo de Texto Gênero Oral ou Escrito Narração Conto, fábula, mito, biografia , novela, etc. Descrição Laudo, relatório, boletim, etc. Dissertação Resenha, artigo, editorial, etc.
    54. 54. 2. TIPOLOGIA TEXTUAL - NARRAÇÃO:
    55. 55. 2. TIPOLOGIA TEXTUAL - NARRAÇÃO:
    56. 56. EXEMPLODETEXTONARRATIVO:
    57. 57. 3. DESCRIÇÃO III. TIPOLOGIA TEXTUAL
    58. 58. 3. TIPOLOGIA TEXTUAL - DESCRIÇÃO:
    59. 59. FATO: O quê? Quem? Quando? Onde? Por quê? Como? -Uma boa descrição depende de uma observação cuidadosa; -Atenção aos detalhes; -Exposição clara do ponto de observação; -Qualificação do que está sendo observado; -Organização das informações (categorias, etc) 3. TIPOLOGIA TEXTUAL - DESCRIÇÃO:
    60. 60. 3. TIPOLOGIA TEXTUAL - DESCRIÇÃO: Objetividade é um valor inatingível Seleção Bagagem Cultural
    61. 61. Exemplo de Texto Descritivo:
    62. 62. 4. DISSERTAÇÃO III. TIPOLOGIA TEXTUAL
    63. 63. 4. TIPOLOGIA TEXTUAL - DISSERTAÇÃO: Dissertação Transmitir Conhecimento Texto Informativo Dissertação/ argumentação Persuadir, convencer, aliar, expor opinião. Texto Dissertativo/argume ntativo.
    64. 64. Dissertação PRODUÇÃO DE UM TEXTO DISSERTATIVO – ESTRUTURA: Exemplo: A Televisão Se por um lado esse popular veículo de comunicação pode influenciar o espectador, também se constitui num excelente divulgador de informações com potencial até mesmo pedagógico. - 3 idéias: manipulador de opiniões, divulgador de informações e instrumento educacional. TEMA Introdução Desenvolvimento Conclusão 1) Introdução Delimitar o tema, apontar o problema a ser discutido Lançar, citar as ideias a serem tratadas no desenvolvimento. Para tanto, pode-se levantar: causas/consequências; prós/contras. O QUÊ? QUEM? QUANDO? ONDE?
    65. 65. 2) Desenvolvimento (2 ou 3 parágrafos) Desenvolvimento de TODAS ideias apresentadas na introdução; é o momento de argumentar acerca do assunto; COMO? POR QUÊ? 3)Conclusão (último parágrafo) Resumo do que foi dito no texto e/ou uma proposta de solução para os problemas nele tratados. Pode-se fazer uma reafirmação do tema e dar-lhe um desfecho ou apresentar possíveis soluções para o problema apresentado.
    66. 66. Exemplo de Dissertação:
    67. 67. TESTE SEU CONHECIMENTO III. TIPOLOGIA TEXTUAL
    68. 68. 1) Qual trecho possui características de um texto dissertativo ? 2) Qual trecho possui características de um texto narrativo ? 3. TIPOLOGIA TEXTUAL – TESTE SEU CONHECIMENTO:
    69. 69. 3) Marque a afirmação correta com relação ao texto abaixo? 3. TIPOLOGIA TEXTUAL – TESTE SEU CONHECIMENTO:
    70. 70. APRESENTAÇÃO DISPONÍVEL EM: HTTP://WWW.SLIDESHARE.NET/MABELOLIVEIRATEIXEIRA
    71. 71. OBRAS CONSULTADAS: SITES CONSULTADOS:

    ×