FUNDAMENTOS PARA A RECUPERAÇÃO FLORESTAL NO NÍVEL DA PAISAGEM

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PROFESSOR DOUTOR, CARLOS EDUARDO SICOLI SEOANE - PALESTRA CONTRATADA PELA MCA - Medrado e Consultores Agroflorestais Associados Ltda. PARA CURSO DE RECUPERAÇÃO DE MATA CILIAR

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FUNDAMENTOS PARA A RECUPERAÇÃO FLORESTAL NO NÍVEL DA PAISAGEM

  1. 1. FUNDAMENTOS PARA A RECUPERAÇÃO FLORESTAL NO NÍVEL DA PAISAGEM CARLOS EDUARDO SÍCOLI SEOANE CURITIBA, PR
  2. 2. Fundamentos para a Recuperação Florestal no nível da paisagem 1- Florestas 2 - Conservação de Florestas 3 - Restauração de Forestas Produtivas
  3. 3. 1 - Florestas: 1.1- Composição da biodiversidade florestal 1.2 - O conceito de espécie-chave
  4. 4. 1.1- Composição da biodiversidade florestal
  5. 5. FLORESTA TROPICAL (RAINFOREST)
  6. 6. BIODIVERSIDADE DA FLORESTA TROPICAL
  7. 7. Kageyama, Nankoong e Roberds (1994):
  8. 8. Comuns
  9. 9. Comuns Intermediárias
  10. 10. Comuns Intermediárias De baixa densidade populacional (naturalmente raras)
  11. 11. Comuns Intermediárias De baixa densidade populacional (naturalmente raras)
  12. 12. Comuns Intermediárias De baixa densidade populacional (naturalmente raras)
  13. 13. A maior parte da diversidade arbórea tropical é composta por espécies raras
  14. 14. 1. 2 - O conceito de espécie-chave
  15. 15. Exemplos de espécies chave: A) Grandes predadores B) Plantas com frutificação abundante ou em época de escassez
  16. 16. A) Grandes predadores Onça pintada:
  17. 17. A) Grandes predadores Onça pintada: Extinção local da onça
  18. 18. A) Grandes predadores Onça pintada: Extinção local da onça Superpopulação de herbívoros
  19. 19. A) Grandes predadores Onça pintada: Extinção local da onça Superpopulação de herbívoros Super predação sobre sementes
  20. 20. A) Grandes predadores Onça pintada: Extinção local da onça Superpopulação de herbívoros Super predação sobre sementes Extinção de espécies vegetais
  21. 21. A) Grandes predadores Onça pintada: Extinção local da onça Superpopulação de herbívoros Super predação sobre sementes Extinção de espécies vegetais
  22. 22. B) Plantas com frutificação abundante ou em época de escassez Palmeira Juçara
  23. 23. Euterpe edulis Martius - Palmeira Juçara
  24. 24. Euterpe edulis Martius - Palmeira Juçara
  25. 25. Fundamentos para a Recuperação Florestal no nível da paisagem 1- Florestas 2 - Conservação de Florestas 3 - Restauração de florestas produtivas
  26. 26. 2 - Conservação de Florestas 2.1 - Conservação e preservação 2.2 - Crescimento da população humana 2.3 - Fragmentação Florestal 2.4 - Efeito de borda 2.5 -Manejo da paisagem fragmentada
  27. 27. 2.1 - Conservação e preservação
  28. 28. Conservar ou preservar os remanescentes florestais?
  29. 29. Conservar ou preservar os remanescentes florestais? 'conserva' in natura
  30. 30. 2 - Conservação de Florestas 2.1 - Conservação e preservação 2.2 - Crescimento da população humana 2.3 - Fragmentação Florestal 2.4 - Efeito de borda 2.5 -Manejo da paisagem fragmentada
  31. 31. 2.2 - Crescimento da população humana
  32. 32. Fragmentação dos ambientes naturais + Degradação dos ambientes naturais = Populações de espécies reduzidas, isoladas e em ambientes degradados
  33. 33. 2 - Conservação de Florestas 2.1 - Conservação e preservação 2.2 - Crescimento da população humana 2.3 - Fragmentação Florestal 2.4 - Efeito de borda 2.5 -Manejo da paisagem fragmentada
  34. 34. 2.3 - Fragmentação Florestal
  35. 35. Quais são as consequências da fragmentação florestal Para os seres vivos ‘florestais’?
  36. 36. Quais são as consequências da fragmentação florestal Para os seres vivos ‘florestais’? MUITAS! Redução dos tamanhos populacionais Condições climáticas/microclimáticas inadequadas Isolamento de indivíduos ou populações nos fragmentos Extinção e alterações comportamentais dos polinizadores e dispersores
  37. 37. Quais são as consequências da fragmentação florestal Para os seres vivos ‘florestais’? MUITAS! Redução dos tamanhos populacionais Condições climáticas/microclimáticas inadequadas Isolamento de indivíduos ou populações nos fragmentos Extinção e alterações comportamentais dos polinizadores e dispersores Exemplo: problemas de ‘consaguinidade’ (depressão endogâmica) Juçara no interior RJ
  38. 38. RJ
  39. 39. Euterpe edulis Martius - Palmeira Juçara
  40. 40. Euterpe edulis Martius - Palmeira Juçara
  41. 41. O juçara sofre efeitos da fragmentação florestal?
  42. 42. O número de plântulas (mudinhas) diminui com a fragmentação florestal? A qualidade genética das plântulas diminui com a fragmentação florestal ? (De onde vieram as plântulas?) TESTE DE PATERNIDADE (EXAME DE DNA ‘do Ratinho’)
  43. 43. Fragmentos Contínuos
  44. 44. Fragmentos Isolados
  45. 45. Densidade de Plântulas Fragmentos FlorestaisFlorestas Contínuas 3.986 por hectare11.225 por hectare Fragmentação diminui o número de plântulas
  46. 46. 5,3% Parentesco entre os indivíduos locais (Divergência Genética Populacional) 8,7% Fragmentação diminui a diferença entre indivíduos locais
  47. 47. Sementes vindas de fora (Fluxo Gênico) 8.789 sementes/ha (70%) 1.249 sementes/ha (30%) Fragmentação diminui a entrada de sementes Fragmentação extingue localmente os frugívoros
  48. 48. Mais troca de sementes (70%) Menos troca de sementes (30%)
  49. 49. O número de plântulas (mudinhas) diminui com a fragmentação florestal? A qualidade genética das plântulas diminui com a fragmentação florestal ? (De onde vieram as plântulas?)
  50. 50. O número de plântulas (mudinhas) diminui com a fragmentação florestal? SIM A qualidade genética das plântulas diminui com a fragmentação florestal ? SIM
  51. 51. X
  52. 52. X X X X X X X X X X X
  53. 53. Fragmentação: diminuição ou extinção de populações de Euterpe edulis
  54. 54. Fragmentação: diminuição ou extinção de populações de Euterpe edulis Aves frugívoras são as mais vulneráveis a fragmentação (Ribon et al., 2003)
  55. 55. Fragmentação: diminuição ou extinção de populações de Euterpe edulis Aves frugívoras são as mais vulneráveis a fragmentação (Ribon et al., 2003)   Extinção local das aves frugívoras
  56. 56. Fragmentação: diminuição ou extinção de populações de Euterpe edulis Desorganização da dispersão de sementes e do recrutamento de plântulas (Tabarelli e Gaston, 2005)  Aves frugívoras são as mais vulneráveis a fragmentação (Ribon et al., 2003)   Extinção local das aves frugívoras
  57. 57. Extinção de Espécies Arbóreas (Tabarelli e Gaston, 2005) Fragmentação: diminuição ou extinção de populações de Euterpe edulis Desorganização da dispersão de sementes e do recrutamento de plântulas (Tabarelli e Gaston, 2005)   Aves frugívoras são as mais vulneráveis a fragmentação (Ribon et al., 2003)   Extinção local das aves frugívoras
  58. 58. Extinção de Espécies Arbóreas (Tabarelli e Gaston, 2005) Fragmentação: diminuição ou extinção de populações de Euterpe edulis Desorganização da dispersão de sementes e do recrutamento de plântulas (Tabarelli e Gaston, 2005)   Aves frugívoras são as mais vulneráveis a fragmentação (Ribon et al., 2003)       Extinção local das aves frugívoras
  59. 59. Quais são as consequências da fragmentação florestal Para os seres vivos ‘florestais’? MUITAS!
  60. 60. Quais são as consequências da fragmentação florestal Para os seres vivos ‘florestais’? MUITAS! A conservação da diversidade biológica necessita de florestas contínuas
  61. 61. A conservação da diversidade biológica necessita de florestas contínuas
  62. 62. INTERVALO
  63. 63. A conservação da diversidade biológica necessita de florestas contínuas
  64. 64. O que é uma Floresta Contínua? A conservação da diversidade biológica necessita de florestas contínuas
  65. 65. A maior parte da diversidade arbórea tropical é composta por espécies raras
  66. 66. Kageyama, Nankoong e Roberds (1994): Área mínima para conservação genética de espécies arbóreas: Espécie rara (baixa densidade / hectare, seringueira Hevea brasiliensis): 1 indivíduo a cada 50 hectares População para conservação a longo prazo: 500 indivíduos População para conservação a longo prazo: 50 x 500 = 25 mil hectares 1 área com seringueira, 3 com outras raras = 4 ‘áreas’ Área representando toda a diversidade arbórea: 25 mil x 4 = 100 mil hectares Metapopulação = 5 populações Metapopulação = 500 mil hectares Área mínima para conservação de espécies arbóreas: 500 mil hectares
  67. 67. 1000 hectares
  68. 68. 2 - Conservação de Florestas 2.1 - Conservação e preservação 2.2 - Crescimento da população humana 2.3 - Fragmentação Florestal 2.4 - Efeito de borda 2.5 -Manejo da paisagem fragmentada
  69. 69. 2.4 - Efeito de borda
  70. 70. Efeito de Borda: Os principais efeitos de borda vão até 400 metros adentro da floresta. (Laurance et al. 2000)
  71. 71. foto 'conserva' in natura Conservar ou preservar os remanescentes florestais ?
  72. 72. foto 'conserva' 'fragmentos' Conservar ou preservar os remanescentes florestais ?
  73. 73. foto 'conserva' 'fragmentos' x x Conservar ou preservar os remanescentes florestais?
  74. 74. foto 'conserva' 'fragmentos' x x Conservar ou preservar os remanescentes florestais? CONSERVAR
  75. 75. 2 - Conservação de Florestas 2.1 - Conservação e preservação 2.2 - Crescimento da população humana 2.3 - Fragmentação Florestal 2.4 - Efeito de borda 2.5 -Manejo da paisagem fragmentada
  76. 76. 2. 5- Manejo de paisagem fragmentada: 2.5.1 - Manutenção da Continuidade Florestal: 2.5.2 - Desfragmentação Florestal
  77. 77. 2. 5- Manejo de paisagem fragmentada: 2.5.1 - Manutenção da Continuidade Florestal: Conservação dos remanescentes:  Legislação  Criação e manutenção de UC Proteção Integral  Fortalecimento do ICMBio e SNUC
  78. 78.  CORREDORES 2.5.2 - DESFRAGMENTAÇÃO FLORESTAL: Ações nas áreas que se encontram entre os fragmentos florestais
  79. 79. MATRIZ (n) FRAGMENTO FLORESTAL FRAGMENTO FLORESTAL
  80. 80. MATRIZ (n) FRAGMENTO FLORESTAL FRAGMENTO FLORESTAL CORREDOR
  81. 81.  Corredores: - Institucional, latu sensu, ecológico - strictu sensu, de fluxo gênico, ecológico
  82. 82.  :  Institucional 
  83. 83. - Institucional: - Agora: ‘Sorria, você está sendo filmado’ - No futuro: Aumento da permeabilidade da Matriz
  84. 84. -Aumento da permeabilidade da Matriz
  85. 85. -Aumento da permeabilidade da Matriz
  86. 86. MATRIZ cana
  87. 87. MATRIZ Eucalipto
  88. 88. MATRIZ Cana com queima
  89. 89. MATRIZ cana sem queima
  90. 90. Corredor strictu sensu - Corredor Ecológico Corredor de fluxo gênico
  91. 91. MATRIZ (n) FRAGMENTO FLORESTAL FRAGMENTO FLORESTAL CORREDOR EM FAIXA
  92. 92. MATRIZ (n) FRAGMENTO FLORESTAL FRAGMENTO FLORESTAL Trampolim ecológico, ‘Stepping stone’ CORREDOR EM TRAMPOLIM
  93. 93. Corredor Ecologico da Embrapa Pecuaria Sudeste – Sao Carlos
  94. 94. Corredor Ecologico da Embrapa Pecuaria Sudeste – Sao Carlos
  95. 95. Corredor Ecologico da Embrapa Pecuaria Sudeste – Sao Carlos
  96. 96. Corredor Ecologico da Embrapa Pecuaria Sudeste – Sao Carlos
  97. 97. Corredor é efetivo Legislação Brasileira (SNUC) Políticas públicas Ensino científico:
  98. 98. Corredor é efetivo Legislação Brasileira (SNUC) Políticas públicas Ensino científico: O corredor é efetivo? ⇓
  99. 99. O CORREDOR É EFETIVO?
  100. 100. Mais troca de sementes (70%) Menos troca de sementes (30%)
  101. 101. O CORREDOR É EFETIVO?
  102. 102. O CORREDOR É EFETIVO? O CORREDOR É EFETIVO? Faixas de remanescentes naturais são corredores efetivos
  103. 103. O CORREDOR É EFETIVO? RAD RAD são corredores efetivos?
  104. 104. O CORREDOR É EFETIVO? RED RED são corredores efetivos? ????????
  105. 105. O CORREDOR É EFETIVO? Cana Plantações de cana são corredores efetivos?
  106. 106. O CORREDOR É EFETIVO? Cana Plantações de cana são corredores efetivos? ????????
  107. 107. O CORREDOR É EFETIVO? Eucalipto Plantações de eucalipto são corredores efetivos?
  108. 108. O CORREDOR É EFETIVO? Eucalipto Plantações de eucalipto são corredores efetivos? Há evidências
  109. 109. Exemplo de estudo com RAD como corredor: Corredor de Biológico Sta Maria - Institucional
  110. 110. Exemplo de estudo com RAD como corredor Corredor de Biológico Sta Maria - Institucional
  111. 111. Corredor Santa Maria strictu sensu
  112. 112. Corredor de Fluxo gênico ???????
  113. 113. Experimento: Teste de paternidade de plântulas em fragmentos com e sem corredor strictu sensu
  114. 114. Norte PR: O que fazer?
  115. 115. Fundamentos para a Recuperação Florestal no nível da paisagem 1- Florestas 2 - Conservação de Florestas 3 - Restauração de Forestas Produtivas
  116. 116. 3 - Restauração de Florestas Produtivas (Restauração stritu sensu: tema de outras palestras) 3.1- Produção de Polpa de Juçara 3.2- Sistema Agroflorestal Multiestrata Sucessional (Agrofloresta)
  117. 117. 3.1- Produção de Polpa de Juçara
  118. 118. Açaí é um produto obtido a partir do processamento dos frutos de palmeiras do gênero Euterpe. Juçara é o ‘açaí’ retirado da palmeira Juçara Em 1998, iniciou-se o trabalho de produção de Juçara, a partir da valorização do conhecimento local de uma tiradeira tradicional (Dona Edith). Tese de Joana Mc Fadden, UFSC, 2005 O QUE É A POLPA DE JUÇARA? É AÇAÍ?
  119. 119. Euterpe oleracea Euterpe edulis
  120. 120. A extração da polpa de Euterpe sempre esteve presente na cultura da população do norte do país. Na Mata Atlântica, essa cultura se perdeu.
  121. 121. Oficinas de produção caseira de Juçara
  122. 122. Diferença de maturação Extração caseira de juçara Coleta dos frutos ▼ Derriça, seleção e higienização ▼ Embebição em água morna por 40 minutos ▼ Despolpa Manual ▼ Consumo
  123. 123. Produção caseira – Despolpamento caseiro dos frutos de palmeiras do gênero Euterpe Corte do cacho, utilizando podão. Recepção do cacho em uma lona Separação dos frutos de cascas e cachos A PRODUÇAO DE JUÇARA Renan Zanatta Renan Zanatta Renan Zanatta
  124. 124. Lavagem dos frutos Dando inicio a embebição Rosi e Avelino, do bairro Tabuleiro, Matinhos. Renan Zanatta Renan Zanatta Renan Zanatta Resultado da despolpa caseira Sementes após despolpa Renan Zanatta Fotos: oficina de 08/09/2008
  125. 125. Histórico da extração d polpa de juçara em Garuva -SC Ano Produção (kg) Preço comercialização (R$)/kg Total (R$) 20032003 8080 4,004,00 320,00320,00 20042004 2.5002.500 4,004,00 (açaí grosso)(açaí grosso) 10.000,0010.000,00 20052005 7.0007.000 2,502,50 (açaí médio)(açaí médio) 17.500,0017.500,00 20062006 22.00022.000 3,503,50 (açaí fino)(açaí fino) 77.000,0077.000,00 20072007 25.00025.000 4,004,00 (açaí fino)(açaí fino) 100.000,00100.000,00 20082008 50.00050.000 (estimativa)(estimativa) 4,504,50 (açaí fino)(açaí fino) 225.000,00225.000,00 Fonte: Joana Mac Fadden (2005)
  126. 126. Consumo de subprodutosConsumo de subprodutos da polpa deda polpa de EuterpeEuterpe  Cresce em um ritmo de 30% ao ano no mercadoCresce em um ritmo de 30% ao ano no mercado brasileiro e 16% ao ano no mercado internacionalbrasileiro e 16% ao ano no mercado internacional (EMBRAPA Amazônia Oriental)(EMBRAPA Amazônia Oriental)
  127. 127. Sistemas de Produção de Juçara para Frutos Proposta ao Edital Embrapa 06/2010 (17/09)
  128. 128. 8 Tratamentos (2 espaçamentos x 4 adubações)
  129. 129. 3 - Restauração de Florestas Produtivas (Restauração stritu sensu: tema de outras palestras) 3.1- Produção de Polpa de Juçara 3.2- Sistema Agroflorestal Multiestrata Sucessional (Agrofloresta)
  130. 130. 3.2- Sistema Agroflorestal Multiestrata Sucessional (Agrofloresta)
  131. 131. Plantio em Mergulhão, Antonina/PR - Setembro de 2008
  132. 132. Plantio em Mergulhão, Antonina/PR - Setembro de 2008
  133. 133. * ano 1 Sistema Agroflorestal Multiestrata (agrofloresta)
  134. 134. * ano 2 Sistema Agroflorestal Multiestrata (agrofloresta)
  135. 135. * ano 5 Sistema Agroflorestal Multiestrata (agrofloresta)
  136. 136. * ano 10 Sistema Agroflorestal Multiestrata (agrofloresta)
  137. 137. * ano 30 Sistema Agroflorestal Multiestrata (agrofloresta)
  138. 138. Sustentabilidade Econômica Exemplos: - Santos (2005) - Relato: agricultores que adotaram o modelo tiveram suas rendas elevadas em uma potencia decimal. - Relato: ‘Fartura na mesa’: muito maior variedade de produtos alimentícios oriundos de suas propriedades - Machado (CTAA): Potencial para otimização do processamento e comercialização. - Baggio et al (2009): Potencial para otimização do sistema de plantio e da comercialização
  139. 139. Sustentabilidade Ambiental Exemplos: - Brown et al (2009): para macrofauna, resultados positivos na comparação entre SAME e regeneração (capoeira) - Probatório de Luís Froufe: Comparação positiva entre SAME e outros usos do solo - Evidência: Apoio à Cooperafloresta dos órgãos ambientais, maciçamente representados na região - Potencial de otimização para a sustentabilidade ambiental (ex: uso de espécies invasoras)
  140. 140. Sustentabilidade Social Exemplos: - Relato: Contenção do Exodo rural pelos jovens - Evidência: retorno de práticas comunitárias abandonadas à décadas, como por exemplo o mutirão - Evidência: Alto associativismo e complexidade organizacional da Cooperafloresta
  141. 141. Sistema Agroflorestal Multiestrata Sucessional na Foresta Atlântica Densa do Estado do Paraná Projeto Agroflorestar Proposta ao Edital Embrapa 06/2010 (16/09)
  142. 142. SAME REGENERAÇÃO NATURAL (ABANDONO) ÁREA AGRÍCOLA Agrofloresta Agricultura ‘padrão’ de mandioca
  143. 143. Fundamentos para a Recuperação Florestal no nível da paisagem Conclusões: 1. A maior parte da diversidade arbórea tropical é composta por espécies raras. 2. A floresta Atlântica encontra-se altamente fragmentada; devemos conservá-la e não preservá-la. 3. A conservação de florestas remanescentes inclui o manejo da paisagem. 4. A criação de corredores ecológicos entre remanescentes é importante, porém com resultados ainda não bem conhecidos. 5. A restauração de matas ciliares e Reserva Legal são instrumentos para a conservação das florestas remanescentes (corredores e aumento da área). 6. Alguns tipos de agricultura podem funcionar como corredores – Agrofloresta.
  144. 144. FIM Obrigado pela atenção

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