Duas espigas de_milho

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Duas espigas de_milho

  1. 1. FORMAÇÃO CONTINUADA CURSO PESQUISA PARTICIPATIVA AULA: CONSTRUINDO O DESENVOLVIMENTO EM VÁRIAS MÃOS Moacir José Sales Medrado Faculdade Vicentina e CLAREAR – Instituto de Educação, Bem-Estar e Cultura CURITIBA - PARANÁ
  2. 2. FORMAÇÃO CONTINUADA QUESTÕES COMUNS EM PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO FALTA DE OBJETIVO - EXCESSO DE INOVAÇÕES INOVAÇÕES DIFUNDIDADAS E NÃO POSTAS EM PRÁTICA INOVAÇÕES ABANDONADAS COM O TEMPO PRODUTORES COMO RECEPTORES PASSIVOS FALTA DE BASE SOLIDÁRIA DESCOMPROMISSO COM A JUSTIÇA SOCIAL
  3. 3. FORMAÇÃO CONTINUADA QUESTÕES CENTRAIS ENSINAR UM GRANDE NÚMERO DE TECNOLOGIAS A CADA ANO PREJUDICA OU DESTRÓI UM PROJETO DE DESENVOLVIMENTO COMUNITÁRIO? TECNOLOGIAS MUITO SOFISTICADAS SÃO SINÔNIMO DE SUCESSO?
  4. 4. FORMAÇÃO CONTINUADA A RESPOSTA? • “... UMA GRANDE PROPORÇÃO DAS HISTÓRIAS DE SUCESSO TENDEM A ENVOLVER INOVAÇÕES MUITO SEMELHANTES À PRÁTICA EM USO, SIMPLES E FACILMENTE APLICÁVEIS, E QUE PRODUZAM RETORNOS EXCEPCIONALMENTE ALTOS”. John W. Mellor
  5. 5. FORMAÇÃO CONTINUADA John W. Mellor Economista agrícola sênior Foi Diretor do Program on Comparative Economic Development e do Center for International Studies na Cornell University. Prêmio Wihuri da Finlândia (1985) por seu trabalho na redução da fome no mundo. Prêmio Outstanding Alumni de Cornell (1987) Diretor do International Food Policy Research Institute (1977 - 91) Economista – chefe e administrador assistente adjunto para a Política de Desenvolvimento e Análise da USAID (1976-77). Autor de inúmeros artigos e livros sobre o desenvolvimento e agricultura. Autor de inúmeros artigos e livros sobre o desenvolvimento e agricultura. http://en.scientificcommons.org/john_w_mellor
  6. 6. FORMAÇÃO CONTINUADA CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE UMA TECNOLOGIAS EM PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO SIMPLICIDADE BAIXO CUSTO BENEFICIO/CUSTO ALTO PRÓXIMAS DO USO ATUAL MERCADO GARANTIDO PEQENO NÚMERO
  7. 7. FORMAÇÃO CONTINUADA CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE UMA TECNOLOGIA APROPRIADA I - OS AGRICULTORES MAIS POBRES RECONHECEM O SUCESSO DA TECNOLOGIA? II – A TECNOLOGIA MEXE COM OS FATORES QUE MAIS LIMITAM A PRODUÇÃO? III – A TECNOLOGIA BENEFICIA OS MAIS POBRES: III – 1 – A TECNOLOGIA É RELATIVAMENTE LIVRE DE RISCOS? III – 2 - A TECNOLOGIA É CULTURALMENTE ACEITÁVEL PARA OS POBRES? III – 3 – A TECNOLOGIA É TRABALHO-NTENSIVO AO INVÉS DE CAPITAL INTENSIVO? III – 4 – A TECNOLOGIA PODE SER FACILMENTE COMPREENDIDA?
  8. 8. FORMAÇÃO CONTINUADA CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE UMA TECNOLOGIA APROPRIADA IV – A TECNOLOGIA ESTÁ VOLTADA PARA OS MERCADOS CERTOS? IV – 1 – SÃO OS PREÇOS DE MERCADO ADEQUADOS E CONFIÁVEIS? IV – 2 – ESTÁ O MERCADO AO ALCANCE DOS PEQUENOS PRODUTORES? IV – 3 - A PROFUNDIDADE DO MERCADO É SUFICIENTE? V – A TECNOLOGIAS É SEGURA PARA ECOLOGIA DA REGIÃO?
  9. 9. FORMAÇÃO CONTINUADA CRITÉRIOS PARA A ESCOLHA DE UMA TECNOLOGIA APROPRIADA VI – A TECNOLOGIA PODE SER TRANSMITIDA EFICIENTEMENTE? VI – 1 – ESSA TECNOLOGIA PERMITE QUE A NECESSIDADE DE SUPERVISÃO LOCAL SEJA A MENOR POSSÍVEL? VI – 2 – É FÁCIL ENSINAR ESSA TECNOLOGIA? VI – 3 – A TECNOLOGIA ENTUSIASMA OS AGRICULTORES? VII – A TECNOLOGIA É AMPLAMENTE APLICÁVEL?
  10. 10. FORMAÇÃO CONTINUADA COMO LIMITAR A TECNOLOGIA? • DEVEMOS ESTAR TOTALMENTE CONVENCIDOSD DE QUE REALMENTE QUEREMOS NOS ATER A UMA PROPOSTA TECNOLÓGICA LIMITADA • PARA QUE CONTINUEMOS TRABALHANDO COM UMA PROPOSTA LIMITADA, PRECISAMOS TER EM VISTA OS MILHARES DE AGRICULTORES QUE AINDA NÃO ALCANÇAMOS • NOSSO PROPÓSITO NÃO É O DE TORNAMOS-NOS HERÓIS, MAS DEIXAR MELHORAMENTOS AINDA A SEREM FEITOS PELOS AGRICULTORES, PERMITINDO ASSIM QUE ELE SE TORNEM OS HERÓIS
  11. 11. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE DEVEMOS LIMITAR A TECNOLOGIA? I – PARA COMPLETAR O PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO AGRÍCOLA PORQUE LIMITANDO O NÚMERO DE TECNOLOGIAS OS AGRICULTORES FICAM: SABENDO MAIS SOBRE AS NOVAS TECNOLOGIAS E AS EXPERIMENTAM MOTIVADOS PELO SUCESSO DAS MESMAS, SÃO LEVADOS A ADOTÁ-LAS E A APRENDER AINDA OUTRAS TECNOLOGIAS
  12. 12. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE DEVEMOS LIMITAR A TECNOLOGIA? APTOS A ENSINAREM NOVAS TECNOLOGIAS A OUTROS AGRICULTORES APTOS A INVESTIGAREM NOVAS TECNOLOGIAS POR CONTA PRÓPRIA APTOS A TRABALHAREM EM CONJUNTO EM GRUPOS E ORGANIZAÇÕES APTOS A PLANEJAREM E ADMINISTRAREM O PROGRAMA APTOS A CONDUZIREM O PROCESSO POR CONTA PRÓPRIA
  13. 13. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE DEVEMOS LIMITAR A TECNOLOGIA? II - PARA DESENVOLVER LIDERANÇAS III - PARA ALCANÇAR CENTENAS DE PESSOAS IV - PARA ALCANÇAR A MASSA CRÍTICA V - PARA GARANTIR A DISPONIBILIDADE DE INSUMOS VI - PARA ALCANÇAR MAIS JUSTIÇA SOCIAL VII – PARA EVITAR AUMENTOS EXCESSIVOS DE RENDA VIII – PARA EVITAR FAZER ESFORÇOS DESNECESSÁRIOS
  14. 14. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE DEVEMOS LIMITAR A TECNOLOGIA? PARA EVITAR AUMENTOS EXCESSIVOS DE RENDA PARA EVITAR ESFORÇOS DESNECESSÁRIOS PARA COMEÇAR DEVAGAR E EM PEQUENA ESCALA PARA TRANSMITIR UM NÚMERO LIMITADO DE INOVAÇÕES PARA TORNAR O PROGRAMA MENOS COMPLEXO
  15. 15. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE DEVEMOS LIMITAR A TECNOLOGIA? PARA TORNAR MAIS EFETIVA A SUPERVISÃO DAS PARCELAS PARA ALCANÇAR UMA TAXA ALTA DE SUCESSO PARA DAR MAIS CREDIBILIDADE AO PROGRAMA PARA NÃO DESPERDIÇAR ESFORÇOS DO PROGRAMA OU DA COMUNIDADE COM INOVAÇÕES MENOS EFICAZES
  16. 16. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE DEVEMOS LIMITAR A TECNOLOGIA PARA TORNAR MAIS EFETIVA A SUPERVISÃO DAS PARCELAS PARA ALCANÇAR UMA TAXA ALTA DE SUCESSO PARA DAR MAIS CREDIBILIDADE AO PROGRAMA PARA NÃO DESPERDIÇAR ESFORÇOS DO PROGRAMA OU DA COMUNIDADE COM INOVAÇÕES MENOS EFICAZES
  17. 17. FORMAÇÃO CONTINUADA PROCESSO DE ESCOLHA DE UMATECNOLOGIA APRPRIADA ETAPA 1 – ESTABELECER UMA LISTA DAS PRIORIDADES REGIONAIS OU LOCAIS ETAPA 2 – BUSCAR E LISTAR AS INOVAÇÕES POTENCIAIS Em programas de regiões semelhantes Em estações experimentais Em agricultores da região Em membros da equipe ou outros técnicos do local
  18. 18. FORMAÇÃO CONTINUADA PROCESSO DE ESCOLHA DE UMATECNOLOGIA APRPRIADA ETAPA 3 – ESCOLHER DE TRÊS A SEIS INOVAÇÕES DE ACORDO COM OS CRITÉRIOS ANTERIORES
  19. 19. FORMAÇÃO CONTINUADA COMO TESTAR AS INOVAÇÕES NAS LAVOURAS DE AGRICULTORES NUMA PARCELA DO PROGRAMA COMBINANDO AS DUAS ALTERNATIVAS
  20. 20. FORMAÇÃO CONTINUADA COMO TESTAR AS INOVAÇÕES “... NOSSO TRABALHO NÃO É SIMPLESMENTE O DE ENSINAR TECNOLOGIAS ÀS PESSOAS, E MENOS AINDA O DE SER VENDEDORES DE TECNOLOGIAS.”
  21. 21. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE ENSINAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? PORQUE TRAZ VANTAGENS PARA TODOS: O PEQUENO AGRICULTOR O EXTENSIONISTA DA COMUNIDADE O PROGRAMA
  22. 22. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE ENSINAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? PORQUE TRAZ VANTAGENS PARA TODOS: O PEQUENO AGRICULTOR
  23. 23. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE ENSINAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? PORQUE TRAZ VANTAGENS PARA TODOS: O EXTENSIONISTA DA COMUNIDADE
  24. 24. FORMAÇÃO CONTINUADA POR QUE ENSINAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? PORQUE TRAZ VANTAGENS PARA TODOS: O PROGRAMA
  25. 25. FORMAÇÃO CONTINUADA COMO APLICAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? TREINANDO OS PRODUTORES NAS INOVAÇÕES SELECIONADAS EM CURSOS DE CURTA DURAÇÃO; E TESTANDO AS INOVAÇÕES
  26. 26. FORMAÇÃO CONTINUADA COMO APLICAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? O QUE OS PRODUTORES PRECISAM APRENDER NO INÍCIO? PLANEJAR EXPERIMENTOS SIMPLES EFETUAR PESAGENS OU MEDIÇÕES SIMPLES ACOMPANAHR E REGISTRAR CUSTOS FAZER UM BALANÇO SIMPLES ENTRE CUSTOS E RECEITAS
  27. 27. FORMAÇÃO CONTINUADA COMO APLICAR A EXPERIMENTAÇÃO EM PEQUENA ESCALA? Poda de erva-mate Coberturas de Sombreamento de Controle da broca- inverno e verão ervais da-erva-mate Poda de erva-mate Coberturas de inverno Sombreamento de e verão ervais Poda de erva-mate Sombreamento de ervais Poda de erva-mate Sombreamento de ervais
  28. 28. FORMAÇÃO CONTINUADA ESPERO QUE TODOS TENHAM GOSTADOMUITO OBRIGADO !ACESSEM AS OUTRAS PALESTRAS E CURSOSDE NOSSO PROGRAMA DE FORMAÇÃOCONTINUADA. MOACIR JOSÉ SALES MEDRADO

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