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Uma Era de RevoluçõesLiberalizaçãoGlobalizaçãoTecnologiaEducaçãoEscolhaRenda“The New Game”“Learning Organizations”Institui...
Ciência & Sociedade
A FORÇA DO CONSUMIDORQualidade DiversidadeSegurança Comodidade
Consumidor LogísticaAgropecuária Indústria
Globalização, Governança &AgriculturaDA AGRICULTURA DE PRECISÃO À AGRICULTURA FAMILIARDA AGRICULTURA DE PRECISÃO À AGRICUL...
“Novo Marco Regulatório”RastreabilidadeRastreabilidadeRastreabilidadeRastreabilidadeQUALIDADEQUALIDADEQUALIDADEQUALIDADESU...
GRANDES EIXOS DE INTEGRAÇÃOGRANDES EIXOS DE INTEGRAÇÃOTENDÊNCIAS EM C&TOPORTUNIDADES DE NEGÓCIOMUDANÇAS GLOBAISVISÃO EXTER...
Visão Externa de FuturoOrganizações de sucesso entendem e sabem se ajustar à nova ordem(‘people power’)Globalização, Gov...
Grandes linhas – FLORESTA NATURAISPesquisaManejo Florestal Sustentado para produção madeireira empresarialSilvicultura d...
Grandes linhas – FLORESTA NATURAISTransferência de Tecnologias normas de abate e arraste sob critérios de Exploração Impa...
Grandes linhas – Manejo de PLANTAÇÕESFLORESTAISDesenvolvimento de sistemas de plantio com base no cultivomínimoDesenvolv...
Grandes linhas – Conservação e Usode Recursos GenéticosDesenvolvimento de variedades melhoradas de espéciesflorestais nat...
Grandes linhas – Conservação e Usode Recursos GenéticosDesenvolvimento de processos de domesticação deespécies florestais...
Grandes linhas – Conservação deRecursos FlorestaisUso prático e generalizado de sistemas de certificaçãoambiental aplicad...
Grandes linhas – Tecnologia IndustrialDesenvolvimemto de tecnologias de manufatura paramateriais laminados e compostos de...
Grandes linhas – Fixação do carbono emudanças climáticas Influência das florestas nas mudanças climáticas e vice-versaSe...
Grandes linhas – Economia FlorestalEstudar a cadeia produtiva dos produtos florestais.Pesquisar mercado, administração, ...
FINANCIAMENTO DA PESQUISASéculo XX:A pesquisa pública florestal provê um grande aporte ao setor privado semobter proporcio...
MECANISMOS PARA INCREMENTAR AMECANISMOS PARA INCREMENTAR APARTICIPAÇÃO DO SETOR PRIVADOPARTICIPAÇÃO DO SETOR PRIVADODiálo...
Oportunidades para os IPMs eOportunidades para os IPMs eIPPsIPPsAA maioria das empresas do setor de base florestal que pr...
Oportunidades para os IPMs eOportunidades para os IPMs eIPPsIPPs Há a possibilidade de revisão do sistema de gestão deHá ...
INSTITUIÇÕES DE PESQUISASIGLA NomeIPEF Instituto de Pesquisas e Estudos FlorestaisINPA Instituto Nacional de Pesquisas da ...
INSTITUIÇÕES DE PESQUSA – EMBRAPA - ECORREGIONAISCPATU Embrapa Amazônia Oriental (F;A)CPAA Embrapa Amazônia Ocidental (F;A...
INSTITUIÇÕES DE PESQUSA – EMBRAPA - PRODUTOSCNPF Embrapa FlorestasCNPAF Embrapa Arroz e Feijão (A)CNPMS Embrapa Milho e So...
UNIVERSIDADES FEDERAISSigla NomeUFAM Universidade Federal do AmazonasUFRA Universidade Federal Rural da Amazônia (Pós)UFAC...
UNIVERSIDADES/FACULDADES ESTADUAISSigla NomeFAEF/FIMES Faculdade de Engenharia Florestal – Mineiros - GOUNB Universidade d...
REPRESENTAÇÕESSBEF Sociedade Brasileira de Engenheiros FlorestaisFNABAF Fórun Nacional de Atividades de Base FlorestalBRAC...
170 municípios formaram unidades administrativas ambientais(Secretarias de Meio Ambiente ou similares)144 municípios são ...
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Palestra preparada e apresentada por Moacir José Sales Medrado em 2005

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A pesquisa florestal na visão da Embrapa Florestas

  1. 1. Chefe Geral: Moacir José Sales Medrado(chgeral@cnpf.embrapa.br)Chefe Adjunto de P&D: Sérgio Gaiad (chpd@cnpf.embrapa.br)Chefe Adjunto de Comunicação, Negócios e Apoio:Antonio Maciel Botelho Machado(chcn@cnpf.embrapa.br)Chefe Adjunto de Administração:Miguel Haliski(chadm@cnpf.embrapa.br)EMBRAPA FLORESTASEMBRAPA FLORESTASEMBRAPA FLORESTASEMBRAPA FLORESTAS
  2. 2. Uma Era de RevoluçõesLiberalizaçãoGlobalizaçãoTecnologiaEducaçãoEscolhaRenda“The New Game”“Learning Organizations”Instituições GlobaisMercados Dinâmicos,transparentes“People Power”Reação à inoperância e perplexidadeOrganização fora dos modelos formais“Ventos & Trovoadas”Governos Empresas ONGsShell International - Global Business Environment
  3. 3. Ciência & Sociedade
  4. 4. A FORÇA DO CONSUMIDORQualidade DiversidadeSegurança Comodidade
  5. 5. Consumidor LogísticaAgropecuária Indústria
  6. 6. Globalização, Governança &AgriculturaDA AGRICULTURA DE PRECISÃO À AGRICULTURA FAMILIARDA AGRICULTURA DE PRECISÃO À AGRICULTURA FAMILIARDA AGRICULTURA DE PRECISÃO À AGRICULTURA FAMILIARDA AGRICULTURA DE PRECISÃO À AGRICULTURA FAMILIARInovação & CompetitividadeIntensificação & Sustentabilidade
  7. 7. “Novo Marco Regulatório”RastreabilidadeRastreabilidadeRastreabilidadeRastreabilidadeQUALIDADEQUALIDADEQUALIDADEQUALIDADESUSTENTABILIDADESUSTENTABILIDADESUSTENTABILIDADESUSTENTABILIDADEPreservação de identidadePreservação de identidadePreservação de identidadePreservação de identidade
  8. 8. GRANDES EIXOS DE INTEGRAÇÃOGRANDES EIXOS DE INTEGRAÇÃOTENDÊNCIAS EM C&TOPORTUNIDADES DE NEGÓCIOMUDANÇAS GLOBAISVISÃO EXTERNA DE FUTUROSUSTENTABILIDADEREDES
  9. 9. Visão Externa de FuturoOrganizações de sucesso entendem e sabem se ajustar à nova ordem(‘people power’)Globalização, Governança % Agricultura – “ventos e trovoadas” - AlcaO papel do sistema de C&T - Provedor de inovações ou Promotor doDesenvolvimentoResultado x ImpactoCoordenação do Sistema Agroindustrial e Agroalimentar - Poder absoluto doconsumidorNovo marco regulatório e barreiras não tarifárias - Segurança - Qualidade –SustentabilidadeNovas Ferramentas e Novos Conceitos “Agricultura, a indústria do futuroCultivando relacionamentos - Nenhuma organização tem todas as habilidadesEntendendo a lógica das redes – “networking” Competição/cooperação,competências & lideranças
  10. 10. Grandes linhas – FLORESTA NATURAISPesquisaManejo Florestal Sustentado para produção madeireira empresarialSilvicultura de precisãoConservação genéticaManejo florestal sustentável para produção de usos múltiplosProdutos madeireirosProdutos não madeireirosTurismoSistemas de colheita adequado ao manejo comunitárioRestauração de áreas para Preservação PermanenteRecuperação de áreas para Reserva LegalAvaliação do estoque atual de madeira das diferentes tipologias florestais deGoiás.
  11. 11. Grandes linhas – FLORESTA NATURAISTransferência de Tecnologias normas de abate e arraste sob critérios de Exploração Impacto Reduzido, planejamento econômico e ambiental da exploração florestal (de acordo comEIR), técnicas de monitoramento do manejo da floresta nativa, técnicas de manejo comunitário, adaptado principalmente aos assentamentos.Técnicas de conservação genética (seleção, corredores, áreas deconservação/preservação). técnicas de preservação de madeira: térmites, rachaduras, pragas, etc.
  12. 12. Grandes linhas – Manejo de PLANTAÇÕESFLORESTAISDesenvolvimento de sistemas de plantio com base no cultivomínimoDesenvolvimento de tecnologias de fertilização para redução doperíodo de rotação, aumento do rendimento, da qualidade emanutenção da sustentabilidade do sítioTécnicas de mecanização de colheita de madeira adaptadas asdiversas condições de solo e utilização da matéria primaDesenvolvimento de modelos de simulação de crescimento,avaliação econômica, estudos de cenários, quantificação decarbonoDesenvolvimento de técnicas de modelagem, manejo reprodutivode árvores e colheita de precisão para aumentar a velocidade deprodução e a qualidade da madeira
  13. 13. Grandes linhas – Conservação e Usode Recursos GenéticosDesenvolvimento de variedades melhoradas de espéciesflorestais nativas e exóticas usando manipulação de genes,fusão de células e outras tecnologias disponíveis paraagregação de valor e aumento de produtividadeMapeamentos genéticos integrais/parciais de espéciesflorestais e organismos patogênicos, análise funcional degenes e sua aplicação no melhoramento genético, visandomelhorias na qualidade e na produtividade das florestasUso prático de técnicas de propagação vegetativa dirigidas apreservação de germoplasma e ao aumento dadisponibilidade de sementes de espécies nativas eameaçadas de extinção
  14. 14. Grandes linhas – Conservação e Usode Recursos GenéticosDesenvolvimento de processos de domesticação deespécies florestais nativas e desenvolvimento de técnicasde conservação e transformação com o objetivo de inserirou manter essas espécies de mercadoConservação de genes de espécies florestais nacionaisestratégicas para o setor florestal goiano; Uso de ferramentas variabilidade genética nas populações edas diferenciações entre populações de espécies nativas nosfragmentos florestais.
  15. 15. Grandes linhas – Conservação deRecursos FlorestaisUso prático e generalizado de sistemas de certificaçãoambiental aplicados à exploração de sistemas florestais.Desenvolvimento de sistemas de manejo de ecossistemasque permitam a conservação de microrganismos,dependentes de ecossistemas florestaisGrandes linhas – PROTEÇÃOFLORESTALDesenvolvimento de sistemas integrados de manejo depragas e doenças em áreas de reflorestamento,racionalizando o uso de agrotóxicos
  16. 16. Grandes linhas – Tecnologia IndustrialDesenvolvimemto de tecnologias de manufatura paramateriais laminados e compostos de madeira no sentido deobter produtos de alta durabilidade e com propriedadesfísicas para atender as especificações das indústriasDesenvolvimento de tecnologias para melhoria dosprocessos industriais de subprodutos e resíduos daexploração florestalDesenvolvimento e uso prático de novas tecnologias ebaseadas na digestão por enzimas fúngicas para amanufatura e reciclagem de papel e celulose
  17. 17. Grandes linhas – Fixação do carbono emudanças climáticas Influência das florestas nas mudanças climáticas e vice-versaSeleção de espécies com maior capacidade de fixação decarbonoGrandes linhas – Produtos nãomadeireiros Desenvolvimento de novas fontes e novas alternativas deuso e identificação de essências florestais, na indústria defármacos, corantes, de cosméticos e de alimentos
  18. 18. Grandes linhas – Economia FlorestalEstudar a cadeia produtiva dos produtos florestais.Pesquisar mercado, administração, etc. Avaliações atuais e simulações (cenários) sobre o consumode matéria – prima em Goiás e nos Estados vizinhosEstudos sobre Reposição florestal:Finalidade: Apenas cumprir a lei? para que produto final?Para que mercado?Qualidade da Reposição: Qual a origem das sementes?Qual a qualidade das mudas? As espécies são adequadas aosítio de plantio? Haverão tratos silviculturais adequados?Necessidade de pesquisa: há conhecimento sobre queespécies deverão se plantadas em diferentes regiões?
  19. 19. FINANCIAMENTO DA PESQUISASéculo XX:A pesquisa pública florestal provê um grande aporte ao setor privado semobter proporcional retornoO setor privado e os institutos de pesquisa públicos e mistos têm seutilizado muito pouco dos recursos dos fundos setoriaisExiste escassa participação do setor privado na formulação de políticasflorestais inclusive a política de P&D&IO setor privado e os institutos mistos e públicos de pesquisa disputam emum modelo concorrencial, recursos para inovações incrementaisimplicando em pequeno número de inovações radicais
  20. 20. MECANISMOS PARA INCREMENTAR AMECANISMOS PARA INCREMENTAR APARTICIPAÇÃO DO SETOR PRIVADOPARTICIPAÇÃO DO SETOR PRIVADODiálogo permanente criando alianças entre setor privado e osinstitutos de pesquisa públicos e mistosGestão conjunta para obtenção de recursosAs empresas como bases de pesquisa dos IPPs e IPMsInvestimentos substanciais em consórcios e redes(GENOLYPTUS)Rede de inovação tecnológica e prospecção de demandas –RIPAWorkshop Governança da Inovação no Setor de Base Florestal
  21. 21. Oportunidades para os IPMs eOportunidades para os IPMs eIPPsIPPsAA maioria das empresas do setor de base florestal que produzmaioria das empresas do setor de base florestal que produzpapel e celulose têm uma boa capacidade financeira parapapel e celulose têm uma boa capacidade financeira parainvestir em P&D;investir em P&D;O Brasil passará a ter mecanismos que permitirão a alocaçãoO Brasil passará a ter mecanismos que permitirão a alocaçãode recursos públicos diretamente nas empresas de basede recursos públicos diretamente nas empresas de baseflorestal através de vários mecanismos, como encomendasflorestal através de vários mecanismos, como encomendastecnológicas, poder de compra do estado e outras formastecnológicas, poder de compra do estado e outras formascriativas de estímulo à inovação;criativas de estímulo à inovação; Com a Lei de Inovação poderá haver programas específicosCom a Lei de Inovação poderá haver programas específicosde apoio a empresas para a implementação de centros dede apoio a empresas para a implementação de centros deP&D, recursos para infra-estrutura e formação de recursosP&D, recursos para infra-estrutura e formação de recursoshumanos;humanos;
  22. 22. Oportunidades para os IPMs eOportunidades para os IPMs eIPPsIPPs Há a possibilidade de revisão do sistema de gestão deHá a possibilidade de revisão do sistema de gestão derecursos públicos, principalmente a IN 01/97 e a Lei 8666 querecursos públicos, principalmente a IN 01/97 e a Lei 8666 quemuito dificultará a realização de projetos estratégicos nomuito dificultará a realização de projetos estratégicos nocontexto da Lei de Inovação. Existe a possibilidade decontexto da Lei de Inovação. Existe a possibilidade demodificação do inciso XXI do Art 24 da Lei 8666, ampliandomodificação do inciso XXI do Art 24 da Lei 8666, ampliandosua flexibilização;sua flexibilização; Há oportunidade para que a gestão dos recursos do FNDCTHá oportunidade para que a gestão dos recursos do FNDCTnão seja mais atrelada às regras rígidas de execução donão seja mais atrelada às regras rígidas de execução doorçamento da União e nem vinculados ao ano fiscal doorçamento da União e nem vinculados ao ano fiscal dogoverno federal. Isto poderá evitar o contingenciamentogoverno federal. Isto poderá evitar o contingenciamentoorçamentário e a aplicação dos “superávits” para amortizaçãoorçamentário e a aplicação dos “superávits” para amortizaçãoda dívida pública;da dívida pública; Os fundos de investimento serão restritos a empresas cujaOs fundos de investimento serão restritos a empresas cujaatividade principal é a inovação.atividade principal é a inovação.
  23. 23. INSTITUIÇÕES DE PESQUISASIGLA NomeIPEF Instituto de Pesquisas e Estudos FlorestaisINPA Instituto Nacional de Pesquisas da AmazôniaSIF Sociedade de Investigações FlorestaisFUPEF Fundação de Pesquisas Florestais do ParanáIF Instituto Florestal do Estado de São PauloIBOT Instituto de BotânicaCEPEF Centro de Pesquisas FlorestaisCEPEA Centro de Estudos Avançados em Economia AplicadaIPT-SP Instituto de Pesquisas TecnológicasJBRJ Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do RJLPF Banco de Dados de Madeiras BrasileirasGOELDI Museu Paraense Emílio Goeldi
  24. 24. INSTITUIÇÕES DE PESQUSA – EMBRAPA - ECORREGIONAISCPATU Embrapa Amazônia Oriental (F;A)CPAA Embrapa Amazônia Ocidental (F;A)CPAF-RR Embrapa Roraima (F;A)CPAF-AP Embrapa Amapá (F;A)CPAF-AC Embrapa Acre (F;A)CPAF-RO Embrapa Rondônia (F;A)CNPMN Embrapa Meio Norte (F;A)CPAC Embrapa Cerrados (F;AF)CPAP Embrapa Pantanal (F;A)CNPAT Embrapa Agroindústria Tropical (A)CPATSA Embrapa Semi-árido (F;A)CPATC Embrapa Tabuleiros Costeiros (F;A)CPACT Embrapa Clima Temperado (A)
  25. 25. INSTITUIÇÕES DE PESQUSA – EMBRAPA - PRODUTOSCNPF Embrapa FlorestasCNPAF Embrapa Arroz e Feijão (A)CNPMS Embrapa Milho e Sorgo (F;A)CNPGL Embrapa Gado de Leite (A)CNPGC Embrapa Gado de Corte (A)CPPSUL Embrapa Pecuária Sul (A)CPPSSE Embrapa Pecuária Sudeste (A)INSTITUIÇÕES DE PESQUSA – EMBRAPA - TEMÁTICOSCENARGEN Embrapa Recursos Genéticos e BiotecnologiaCNPAT Embrapa Agroindústria TropicalCNPS Embrapa SolosCNPMA Embrapa Meio AmbienteCNPM Embrapa Monitoramento por Satélite
  26. 26. UNIVERSIDADES FEDERAISSigla NomeUFAM Universidade Federal do AmazonasUFRA Universidade Federal Rural da Amazônia (Pós)UFAC Universidade Federal do Acre (Mes. Ecologia e Man. de Rec.Naturais)UFMT Cuiabá -SinopUFS Universidade Federal de SergipeUFRPE Universidade Federal Rural de PernambucoUFV Universidade Federal de Viçosa (Pós)UFLA Universidade Federal de Lavras (Pós)UFES Universidade Federal do Espírito SantoUFRRJ Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (Pós)UFPR Universidade Federal do Paraná (Pós)UFSM Universidade Federal de Santa Maria (Pós)
  27. 27. UNIVERSIDADES/FACULDADES ESTADUAISSigla NomeFAEF/FIMES Faculdade de Engenharia Florestal – Mineiros - GOUNB Universidade de BrasíliaUNEMAT Universidade Estadual de Mato GrossoUNEMAT CáceresFARO Faculdades de RondôniaESALQ Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz”UNESP Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” -BotucatuFAEF Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal - GarçaUDESC Universidade Estadual de Santa CatarinaUNC Universidade do ContestadoFURB Universidade Regional de BlumenauUNICENTRO Universidade Estadual do Centro-Oeste
  28. 28. REPRESENTAÇÕESSBEF Sociedade Brasileira de Engenheiros FlorestaisFNABAF Fórun Nacional de Atividades de Base FlorestalBRACELPA Associação Brasileira de Celulose e PapelABTCP Associação Brasileira Técnica de Celulose e PapelABIMCI Associação Brasileira de Madeira Compensada eIndustrialABIMOVEL Associação Brasileira das Indústrias do MobiliárioBNB Borracha Natural BrasileiraABRAF Associação Brasileira de Produtores de FlorestasPlantadasSBS Sociedade Brasileira de SilviculturaARESB Associação dos Resinadores do BrasilAMS Associação Mineira de SilviculturaACR Associação Catarinense de ReflorestadoresAPRE Associação Paranaense de Empresas de BaseFlorestalAGEFLOR Associação Gaúcha de Empresas Florestais
  29. 29. 170 municípios formaram unidades administrativas ambientais(Secretarias de Meio Ambiente ou similares)144 municípios são conveniados com a Agência Ambiental126 municípios presentes nos cursos de capacitação emOrdenamento Processual102 municípios criaram Conselhos Municipais de Meio Ambiente86 municípios criaram Fundos Municipais de Meio Ambiente46 municípios encaminharam os mapas ambientais de suas áreas17 municípios com introdução e/ou avaliação de espécies potenciaispara produção florestal comercial376 representantes municipais certificados em cursos deOrdenamento Processual e Controle Ambiental37 representantes municipais treinados em silvicultura das principaisespécies florestais para o Estado de Goiás

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