Controle do mato em ervais

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Palestra preparada por Moacir José Sales Medrado com base em trabalhos realizados com pesquisas participativas em erva-mate

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Controle do mato em ervais

  1. 1. É INTERESSANTE COMBINAR CONTROLE MECÂNICO,QUÍMICO E MANUAL, ALTERNADAMENTE, EM FUNÇÃO DOESTADO DA PLANTAOLHO VIVOO CONTROLE DAS LINHAS OU SE FAZ MANUALOU COM HERBICIDA (APÓS O SEGUNDO ANO)O CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS VARIA DEUMA ESPÉCIE PARA OUTRA E ÀS VEZES, AOCONTROLARMOS UMA BENEFICIAMOS OUTRA
  2. 2. É INTERESSANTE COMBINAR CONTROLEMECÂNICO, QUÍMICO E MANUAL,ALTERNADAMENTE, EM FUNÇÃO DO ESTADODA PLANTAOLHO VIVOÀs vezes é interessante reduzir a altura do matopor roço mecânicoA competição do mato chega a baixar osrendimentos para cerca de 2.500 a 3.000 Kg defolhas verdes/ha/ano
  3. 3. INFORMAÇÕES DA ARGENTINAUSA-SE BASTANTE O GLIFOSATO PARA PLANTAS DANINHAS DEFOLHAS ESTREITAS OU PARA HERBÁCEAS DE FOLHA LARGAUSO CONTINUADO TROCA A POPULAÇÃO DE PLANTAS DANINHASA SEQUENCIA É A SEGUINTE: GRAMÍNEAS PERENES; GRAMÍNEASANUAIS; LATIFOLIADAS PERENES (INCLUI TREPADEIRAS)NO CONTROLE DE PERENHES LENHOSAS CORTA-SE A PLANTA,PINCELA-SE COM 2,4 D + PICLORAM A 10% EM ÁGUA
  4. 4. INFORMAÇÕES DA ARGENTINAPLANTAS DANINHAS TREPADEIRAS SÃO DESENROLADAS E TRATADASCOM UNGUENTO QUÍMICO (2,4D+PICLORAM A 20-30% DE ÁGUA),EVITANDO-SE O CONTATO DA ERVA-MATE COM O HERBICIDAEM PLANTAS COM CUTÍCULA GROSSA E CEROSA, OU SOB CONDIÇÕESAMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS, USA-SE COADJUVANTE OU ADERENTESPARA PLANTAS DANINHAS COM PROBLEMAS DE ABSORÇÃO RECOMENDA-SE USAR URÉIA A 0,25 OU 0,50%
  5. 5. OLHO VIVODEVE-SE EVITAR AO MÁXIMO O USO DEHERBICIDAS NO BRASIL, EM FUNÇÃO DE QUE:NÃO EXISTEM PRODUTOS REGISTRADOSNÃO HÁ RECOMENDAÇÃO TÉCNICANÃO SE SABE SE OS PRODUTOS USUAIS DEIXAMRESÍDUOS NA ERVA-MATE
  6. 6. OLHO VIVOVANTAGEM COMPARATIVAINFORMAÇÕES DE PRODUTORES E TÉCNICOSAPONTAM PARA QUE O GLIFOSATO SEGURA OCRESCIMENTO DAS ERVEIRAS QUANDO JOVENS (ANOS1 E 2)O MÉTODO QUÍMICO, POR UTILIZAR CONTINUAMENTEHERBICIDAS, ELIMINA AS PLANTAS DANINHASSUSCETÍVEIS E FAZ SURGIR ESPÉCIES RESISTENTESINDESEJÁVEIS
  7. 7. EFETIVO PARA PLANTAS DANINHAS NÃO MUITOLIGNIFICADAS E QUE SE PROPAGAM POR SEMENTESA GRADAGEM ESTIVAL DÁ CONDIÇÕES ÀS PLANTASDANINHAS PARA GERMINAREM, FACILITANDO OCONTROLE QUANDO ELAS ESTÃO VIÇOSASGRADAGEM PODE SER USADA, CUIDADOSAMENTE, PARACONTROLAR PLANTAS DANINHASO USO DE FACÕES É RECOMENDÁVEL PARA CONTROLEDE MATO NA SECA
  8. 8. OLHO VIVOLIMPEZAS FREQUENTES COM ARADOS EGRADES PESADAS FAVORECEM A EROSÃO,PREJUDICAM AS RAIZES, BAIXAM OSRENDIMENTOS, COMPACTAM, PULVERIZAM,EXPÕEM O SOLO E ENCURTAM O CICLO DEVIDA DAS PLANTASEVITAR GRADAGEM COM TERRENO ÚMIDOGRADES DE DISCO NÃO DEVEM SER USADAS NAPROJEÇÃO DA COPA
  9. 9. OLHO VIVOMÉTODOS MECÂNICOS, TÊM MOSTRADO COMO TEMPO, SÉRIAS LIMITAÇÕES E DEFEITOSPELA FALTA DE EFICIÊNCIA NO CONTROLE DEESPÉCIES PERENES E AÇÃO NEGATIVA DIRETADAS MÁQUINAS E IMPLEMENTOS SOBRE AINTEGRIDADE FÍSICA, QUÍMICA E BIOLÓGICADO SOLOO uso indiscriminado de grade desacreditou o método naArgentina
  10. 10. ROTAÇÃO DE CULTURAS E COBERTURAS VERDES SÃOFORMAS DE SE CONTROLAR AS PLANTAS DANINHASENTRE O VERÃO E O OUTONO O SOLO DEVE FICARCOBERTO COM CANAVALIA ENSIFORMIS, MUCUNA ANÃ(STIZOLOBIUM), VIGNA, ETC. OU COBERTURA VEGETALNATURAL SOB ROÇODO OUTONO AO VERÃO O SOLO DEVE ESTAR COBERTOCOM ESPÉCIES DE INVERNO, COMO ERVILHACA, NABOFORRAGEIRO E AVEIA
  11. 11. OLHO VIVOIMPLANTAR COBERTURA VERDE EM MUITOS CASOS ÉANTIECONOMICO E POR ISTO DEVE-SE DAR ÊNFASE ACOBERTURAS EXPONTÂNEAS QUE DEVEM SERINVERNAIS, CICLO ANUAL, CICLO CURTO,RESSEMEADURA NATURALCOM ESTAS PRÁTICAS TEMOS INFORMAÇÕES DE QUE,EM ERVAIS JÁ COM PRODUÇÃO ESTABILIZADA, SEPODE OBTER, DE FORMA SUSTENTADA, DE 7 A 10.000 KGDE FOLHA VERDE/HA/ANO
  12. 12. 05001000150020002500300035004000outubroanovembrooutubroadezembrooutubroajaneirooutubroafevereirooutubroamarçooutubroaabriloutubroamaiooutubroajunhooutubroajulhooutubroaagostooutubroasetembrooutubroaoutubrolimpo sujo Polinômio (limpo) Polinômio(sujo)Produção de erva-mate verde (g/planta). Ivaí, PR. 1995
  13. 13. 0500100015002000250030003500outubroanovembrooutubroadezembrooutubroajaneirooutubroafevereirooutubroamarçooutubroaabriloutubroamaiooutubroajunhooutubroajulhooutubroaagostooutubroasetembrooutubroaoutubrolimpo sujo Polinômio (limpo) Polinômio(sujo)Produção de erva-mate verde (g/planta). Ivaí, PR. 1996
  14. 14. 010002000300040005000600070008000outubroanovembrooutubroadezembrooutubroajaneirooutubroafevereirooutubroamarçooutubroaabriloutubroamaiooutubroajunhooutubroajulhooutubroaagostooutubroasetembrooutubroaoutubrolimpo sujo Polinômio (limpo) Polinômio (sujo)Produção de erva-mate verde (g/planta). Ivaí, PR. 1997
  15. 15. DESVANTAGENS DA COBERTURA MORTA:•PERIGO DE FOGO SE APLICADA SEM DESCONTINUIDADE, PRINCIPALMENTE QUANDO ÉESPESSA PORQUE É MATERIAL COMBUSTÍVEL. EM CULTURAS PERENES, ARBÓREAS,ESSA DESCONTINUIDADE É CONSEGUIDA ATRAVÉS DA COBERTURA AO REDOR DOTRONCO, NA PROJEÇÃO DA COPA, OU COM A APLICAÇÃO ALTERNADA EM UMA OU DUASRUAS NUM ANO, DEIXANDO OUTRAS TANTAS SEM APLICAÇÃO E INVERTENDO-SE NO ANOSEGUINTE.•AUMENTA OS EFEITOS DAS GEADAS. À ESSE EFEITO NEGATIVO, CONTRAPÕE-SE TODOSOS BENEFÍCIOS PRESTADOS PELA COBERTURA MORTA, OS QUAIS, NEUTRALIZARÃOESTE EFEITO NEGATIVO PELA MELHORIA NAS CONDIÇÕES DE ALIMENTAÇÃO DASPLANTAS, OU, PELA APLICAÇÃO DA COBERTURA MORTA APÓS A FASE CRÍTICA DEOCORRÊNCIA DE GEADA.•A APLICAÇÃO SUPERFICIAL DE RESÍDUOS ORGÂNICOS RESULTA NUMA DIMINUIÇÃO DOTEOR DE OXIGÊNIO NO SOLO, SUGERINDO-SE UMA LEVE INCORPORAÇÃO A 5 CM DEPROFUNDIDADE.•APRESENTA ALGUNS PROBLEMAS QUANTO AOS CULTIVOS E ALGUMAS VEZES QUANTOAO CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS. POR EXEMPLO, AFETA AS CONDIÇÕES DECOLHEITA DE ALGUMAS CULTURAS COMO A DO CAFÉ, QUANDO DA DERRIÇA.•EM CULTURAS PERENES, AS COBERTURAS MORTAS, QUANDO TRAZIDAS DE FORA,EXIGEM ÁREAS PRÓXIMAS ÀS DESTINADAS À PRODUÇÃO. SE FOR DE CAPINEIRAS, DEVE-SE CONSIDERAR OS CUSTOS COM MÃO-DE-OBRA NO CORTE, TRANSPORTE EDISTRIBUIÇÃO DA PALHA SOBRE O TERRENO (COSTA,1994).
  16. 16. VANTAGENS DA ADUBAÇÃO ORGÂNICA:AUMENTA O TEOR DE MATÉRIA ORGÂNICA DOS SOLOS;MELHORA A ESTRUTURA DO SOLO. A MATÉRIA ORGÂNICA FORNECESUBSTÂNCIAS AGREGANTES DO SOLO, TORNANDO-O GRUMOSO, COMBIOESTRUTURA ESTÁVEL À AÇÃO DAS CHUVAS;AUMENTA A CAPACIDADE DE RETENÇÃO DE ÁGUA E SUA DISPONIBILIDADEPARA AS PLANTAS;AUMENTA A INFILTRAÇÃO DAS ÁGUAS DA CHUVA E DIMINUI A ENXURRADA;DIMINUI A COMPACTAÇÃO, PROMOVE MAIOR AERAÇÃO E ENRAIZAMENTODAS PLANTAS;AUMENTA A CTC. A MATÉRIA ORGÂNICA HUMIFICADA TEM CTC DE 100 A 300MEQ/100 G DE MATERIAL ORGÂNICO ENQUANTO A CAULINITA TEM DE 3 A 5MEQ/100 G. TRABALHOS CONDUZIDOS EM SÃO PAULO MOSTRARAM QUE A M.O.CONTRIBUI, EM MÉDIA, COM 74% DA CTC DOS SOLOS DO ESTADO;FORNECE NUTRIENTES ESSENCIAIS;COMPLEXA E SOLUBILIZA ALGUNS METAIS ESSENCIAIS OU TÓXICOS ÀSPLANTAS;DIMINUI O EFEITO TÓXICO DO ALUMÍNIO; EAUMENTA A ATIVIDADE MICROBIANA DO SOLO.
  17. 17. A COBERTURA DO SOLO COM RESTOS DE CULTURA É UMA DAS MAISEFICIENTES PRÁTICAS DE CONTROLE DA EROSÃOPROTEGE O SOLO CONTRA O IMPACTO DAS GOTAS DE CHUVA,EVITANDO A DESAGREGAÇÃO DAS PARTÍCULAS (PRIMEIRO ESTÁGIODA EROSÃO) E DIMINUINDO O ESCORRIMENTO SUPERFICIAL,MITIGANDO O TRANSPORTE DAS PARTÍCULAS DESAGREGADAS(SEGUNDO ESTÁGIO DA EROSÃO)PROTEGE O SOLO CONTRA A AÇÃO DIRETA DOS VENTOS,IMPEDINDO O TRANSPORTE DAS PARTÍCULASRESTOS VEGETAIS DE ROÇADAS, INCLUINDO OS UTILIZADOS COMOADUBOS VERDESRESTOS DE CULTURAS COMERCIAISPRODUTO DE CAPINEIRAS, INSTALADAS COM ESTA FINALIDADE,RESÍDUOS INDUSTRIAIS DIVERSOSVÁRIOS OUTROS RESÍDUOS ORGÂNICOS
  18. 18. EM ESTUDOS PRELIMINARES SOBRE APLICAÇÃO DE COBERTURAMORTA DO SOLO EM CAFEEIROS NOVOS DO BRASIL, COBERTURAMORTA DENSA DO SOLO DE CAFEZAIS NOVOS CONTRIBUIU PARA UMAUMENTO APROXIMADO, NA COLHEITA, DA ORDEM DE 72%ALTA CORRELAÇÃO LINEAR ENTRE A DENSIDADE DE COBERTURADO SOLO E O RENDIMENTOEM ENSAIO DE 4 ANOS COM COBERTURA MORTA (CASCA DEARROZ, PALHA DE ARROZ E SERRAGEM) EM PIMENTA-DO-REINO, AORDEM DE 3T/HA, COMPARADOS COM TRATAMENTO TESTEMUNHASEM COBERTURA, CONCLUIU-SE QUE EM 3 DOS 4 ANOS, OBTEVE-SEAS MAIORES PRODUÇÕES UTILIZANDO-SE A SERRAGEM E EMSEGUIDA A CASCA DE ARROZ.
  19. 19. A APLICAÇÃO DE UMA COBERTURA DE PALHA DECAPIM- GORDURA (25 TONELADAS POR MIL PÉS), EMCAFEZAL, CONTROLA AS PERDAS DE SOLO EM 65%, E ASDE ÁGUA EM 55%.FAVORECE A INFILTRAÇÃO DA ÁGUA NO SOLOA VELOCIDADE DE DECOMPOSIÇÃO DOS RESÍDUOSORGÂNICOS É MENOR QUANDO DEIXADOS NA SUPERFÍCIEDO QUE QUANDO INCORPORADOS, MAS, SUACONTRIBUIÇÃO PARA A MANUTENÇÃO DA MATÉRIAORGÂNICA NÃO É MUITO DIFERENTE.
  20. 20. DIMINUI A AMPLITUDE DE VARIAÇÃO DA TEMPERATURADO SOLO, MANTENDO-A DENTRO DE LIMITESFISIOLÓGICOS RAZOÁVEISEM PLANTIO DIRETO:O INCREMENTO NOS NÍVEIS DE PALHA DE TRIGOREDUZIU A TEMPERATURA MÁXIMA E TEVE POUCO EFEITONA TEMPERATURA MÍNIMA DO SOLOO CONTEÚDO DE ÁGUA VOLUMÉTRICA FOI 17% EM SOLODESCOBERTO, ENQUANTO QUE NOS DEMAIS NÍVEIS DERESÍDUOS DE TRIGO ESTAVA NA CAPACIDADE DE CAMPO(34%)A AERAÇÃO DO SOLO FOI DE 31% EM SOLODESCOBERTO E SE MANTEVE AO REDOR DE 14% PARA OSOUTROS NÍVEIS DE RESÍDUO
  21. 21. EM EXPERIMENTOS ESTABELECIDOS A 11 ANOS EM LATOSSOLOROXO DISTRÓFICO, DA REGIÃO DE LONDRINA/PR, MOSTRARAMVANTAGENS SIGNIFICATIVAS NA UTILIZAÇÃO DO PLANTIO DIRETO(COBERTURA MORTA) COMPARADO COM O MANEJO CONVENCIONAL,NO QUE SE REFERE A ESTABILIZAÇÃO DA MATÉRIA ORGÂNICA DOSOLOEM ÁREA DE AGRICULTURA INTENSIVA EM PODZÓLICO VERMELHO-AMARELO CÂMBICO, DENTRE DIVERSOS SISTEMAS DE PREPAROCOMPARADOS AO POUSIO, O SISTEMA DE PLANTIO DIRETO, DEMANEIRA GERAL, FOI O QUE MANTEVE AS PROPRIEDADES FÍSICASDO SOLO O MAIS PRÓXIMO DAQUELAS DETERMINADAS PARA OPOUSIOA UTILIZAÇÃO DO PLANTIO DIRETO AUMENTA A ATIVIDADEMICROBIANA NO SOLO, A TAL PONTO QUE, EM ALGUNS CASOSOCORREM DEFICIÊNCIAS DE ALGUNS NUTRIENTES, POR EXEMPLO OENXOFRE, O QUAL É REQUERIDO PARA O METABOLISMO DOSMICROORGANISMOS DO SOLO.
  22. 22. REDUZ-SE A INFESTAÇÃO DE PLANTAS DANINHAS, TANTO PELA INFLUÊNCIANA QUEBRA DE DORMÊNCIA (LUZ, TEMPERATURA E UMIDADE) QUANTO PORALELOPATIASE A COBERTURA MORTA FOR ESPESSA OU DENSA, A LUZ NÃO PENETRA EIMPEDE A GERMINAÇÃOCOM A REDUÇÃO DA EVAPORAÇÃO, MANTÉM-SE A UMIDADE,FAVORECENDO DETERMINADAS ESPÉCIES E, TAMBÉM, REDUZINDO ASTEMPERATURAS MÁXIMAS E AS AMPLITUDES TÉRMICASFAVORECE DIFERENCIADAMENTE ÀS ESPÉCIESEM SOLOS TROPICAIS, O EXCESSO DE PALHA COM ALTA RELAÇÃO C/N SÓCAUSA PROBLEMAS QUANDO GRANDES QUANTIDADES SÃO APLICADAS E ACULTURA É PLANTADA LOGO APÓS A ADIÇÃO DA PALHA. MESMO ASSIM ESSEEFEITO É DE CURTA DURAÇÃO E PODE SER ELIMINADO PELA ADIÇÃO DEPEQUENAS QUANTIDADES DE N MINERAL JUNTO COM A PALHAA COBERTURA MORTA TAMBÉM EVITA QUE RESPINGOS DE CHUVABORRIFEM E CONTAMINEM A PARTE AÉREA DAS PLANTAS COMESPOROS DE FUNGOS DE SOLO
  23. 23. Área do Sr. Romeu Fisher. Panorama da queda de folhas na área maisafetada
  24. 24. Área do Sr. Romeu Fisher, onde incidência de queda-de-folhas foimaior.
  25. 25. Parcela 1. Experimento São Mateus do Sul. 47/6kg
  26. 26. Parcelas 9 e 4 do experimento de São Mateus do Sul, PR.
  27. 27. Parcela 4 do experimento de São Mateus do Sul, PR.
  28. 28. Parcela 7 e 2 experimento de São Mateus do Sul, PR.
  29. 29. Parcela 31 do experimento de cobertura x adubação São mateus do sul
  30. 30. Planta sem cobertura morta com bastante folhas caídas. Ivaí, PR.
  31. 31. Cobertura morta com palhada de ceifa de entrelinhas. Ivai.PR
  32. 32. Aplicação recente de bagaço de cana-de-açúcar. Machadinho, RS

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