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ENSINO FUNDAMENTAL                                                                        9º ANO                          ...
ENSINO MÉDIO                                  Desempenho no SPAECE – Língua Portuguesa        2008                     200...
5. REFERENCIAL TEÓRICOTipo de sociedade que a escola pretende ajudar a construir: (Marcar com X)x    Democrática          ...
5. REFERENCIAL TEÓRICO                                          Do aluno    Ser passivo e disciplinado               Outro...
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LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA – INGLÊS   Conhecer e usar o Inglês como instrumento de acesso a culturas e grupos sociais    ...
   Considerar as múltiplas estruturas e funções corporais enquanto objeto de pesquisa e        área de interesse social, ...
BIOLOGIA   Reconhecer e utilizar adequadamente, na forma escrita e oral, símbolos, códigos e    nomenclatura da linguagem...
   Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e    representações: sentenças, equações, esq...
QUÍMICA Compreender e conhecer os símbolos e códigos da Química contemporânea Caracterizar as fontes de informações e as...
      Ler e interpretar dados ou informações apresentadas em diferentes linguagens,    representações, como tabelas, gráf...
      Identificar e fazer uso de diferentes formas e instrumentos apropriados para efetuar    medidas ou cálculos; por ex...
      Identificar diferentes formas de quantificar dados numéricos para decidir se a resolução    de um problema requer c...
      Identificar os dados relevantes em uma dada situação-problema para buscar possíveis    resoluções; por exemplo, em ...
     Expressar da forma oral para comunicar ideias, aprendizagens e dificuldades de    compreensão; por exemplo, explican...
GEOGRAFIA   Desenvolver o hábito de trabalhar com mapas, escalas, gráficos, tabelas e outros    instrumentais de geografi...
 Utilizar em seu cotidiano, na problematização da realidade e/ou de textos estudados,      categorias de análise apreendi...
ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR       Para acompanhar todas as ações pedagógicas e de gestão na Escola, definimos ocalendário...
aprendizagem, que se encontra o educando, possibilitando reflexões e decisões sobre como,o quê, para quê, quando trabalhar...
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PROPOSTA DE AVALIAÇÃO INOVADORA DA APRENDIZAGEM DA ESCOLA                           CONSTRUÍDA PELOS PROFESSORES:         ...
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enfoques e conotações, dispensando tratamento diferenciado àqueles que apresentaramdificuldades diferentes.               ...
ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROJETO.    Privilegiando a implementação do Projeto Político Pedagógico, proporcionaremosen...
BIBLIOGRAFIA<http://www.seduc.ce.gov.br/images/arquivos/escolaaprendente/livro_matrizes_curriculares.pdf > acesso em 22 de...
PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO REVISADOAos vinte e três dias do mês de outubro de dois mil e treze, realizou-se às 18:30 hora...
______________________________________________________________ professor(a)_______________________________________________...
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  1. 1. 11ª Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação EEFM Deputado Joaquim de Figueiredo Correia PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO IRACEMA- CEARÁ Abril/ 2013
  2. 2. "Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que nãodevemos fazer. E provavelmente aquele que nunca cometeu um erronunca fez uma descoberta." Samuel Smiles
  3. 3. 1. APRESENTAÇÃO. O presente documento, denominado Projeto Político Pedagógico- PPP, nasce daconstrução coletiva e da junção da diversidade de instrumentais norteadores do fazer pedagógicoadministrativo envolvendo os segmentos da comunidade escolar: Conselho Escolar, GrêmioEstudantil, Unidade Executora e Congregação de Professores, com o objetivo construir umaferramenta pedagógica, que retrate fielmente a nossa realidade escolar, sua concepção pedagógica,seus recursos materiais e humanos, sua identidade, missão, valores, metas e estratégias para superardificuldades e partir em busca de avanços. Assim ao longo do processo buscaremos junto à comunidade escolar aplicar avaliaçãocontínua para identificar avanços e recuos na práxis pedagógica redimensionando o que se fizernecessário.
  4. 4. 2. JUSTIFICATIVA. Diante da necessidade da referida instituição escolar possuir uma proposta pedagógica que seja norteadora das suas ações básicas e compreendendo que é essencial definirmos uma proposta coerente com a realidade desta comunidade surge o presente Projeto Político Pedagógico que servirá de apoio e subsídio para a comunidade escolar, suprindo assim suas expectativas, carências e perspectivas. Com determinação e dedicação Política Pedagógica, a Escola busca diagnosticar os problemas educacionais, sociais, econômicos e culturais do seu povo. Com apoio dos colegiados: Conselho Escolar, Grêmio Estudantil, professores, alunos, funcionários, núcleo gestor e pais; buscamos atender aos anseios da comunidade no sentido de proporcionar uma educação voltada para o crescimento da cidadania. Sabemos que a comunidade passa por sérios problemas econômicos, pois sobrevive de alguns empregos públicos, pequenos comércios e da agricultura. No entanto, é na escola que convivemos com as injustiças econômicas e sociais, mas mesmo assim trabalhamos na perspectiva de encorajar a referida comunidade, envolvendo numa ação educativa alegre, prazerosa e interessante. Assim mobilizamos a comunidade escolar e local envolvendo todos e buscamos assegurar o sucesso do aluno, onde o mesmo aprenda e consiga ser ator decisivo na construção de sua história e do seu país. Neste sentido, procuraremos desenvolver até 2012 a implementação de uma pedagogiaprogressiva, libertadora e crítico – social dos conteúdos acreditando em uma instituição democrática edescentralizadora, articulada com a coordenação do sistema estadual de educação, fomentando umapolítica de gestão envolvendo a transparência da responsabilidade, enfatizando o aumento de poderdecisório da comunidade educativa (professores, pais, alunos, funcionários e colegiados), garantindo(C.F/88 Art.200,VF), desde a escolha de seus dirigentes até o uso de recursos financeiros.
  5. 5. PENSAMENTO ESTRATÉGICO DA SEDUC MISSÃO Garantir educação básica com eqüidade e foco no sucesso do aluno. VISÃOSer uma organização eficaz com um ambiente de trabalho acolhedor e propício aodesenvolvimento de pessoas, assegurando, até 2010, a matrícula de todas as crianças ejovens de 4 a 18 anos, a melhoria dos resultados de aprendizagem em todos os níveis deensino e a efetiva articulação do ensino médio à educação profissional. VALORES Qualidade Equidade Transparência Eficiência Ética Participação OBJETIVOS ESTRATÉGICOSFortalecer o regime de colaboração com foco na alfabetização das crianças na idade certa.Melhorar a qualidade da Educação Básica em todos os níveis de ensino. Ampliar o acesso eelevar os indicadores de permanência e fluxo no Ensino Médio. Diversificar a oferta do EnsinoMédio, visando sua articulação com a educação profissional e continuidade dos estudos.Valorizar os profissionais da educação, assegurando seu desenvolvimento, direitos e deveres.Desenvolver modelos de gestão organizacional e escolar, focados na aprendizagem.
  6. 6. IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA – 20121- Nome da Escola: EEFM DEPUTADO JOAQUIM DE FIGUEIREDO CORREIA2- COD. SEEC: 23138106 CNPJ: 05.312.683/0001-36.Extensão de Ensino: 01 – ENSINO MÉDIO2- Nome do(a) Diretor(a): Norma Holanda Oliveira Bezerra3- Membros do Núcleo Gestor:– DIRETORA: Norma Holanda Oliveira Bezerra– COORDENADOR ESCOLAR: Antônio Marcos Lima de Oliveira– COORDENADORA ESCOLAR: Mary Helen Pimenta Diógenes– SECRETÁRIA ESCOLAR: Maria Araújo Bezerra Nunes4- Endereço: Rua: Antonio de Holanda Moraes, 136 – Bairro: Holandino5- Telefone: (88) 3428 50236- E-mail: scorreia@escola.ce.gov.br7- Localização: Urbana Periférica9- Níveis de Ensino ministrados na escola: Ensino Fundamental e Médio10- Número de alunos em cada nível / modalidade (Censo 2012)Fundamental: 40 Médio:11- Número de alunos em cada nível / modalidade (Matrícula 2012):Fundamental - Diurno: 40 Médio Geral: 418 Diurno: 361 e Noturno: 5712- Número de professores em sala de aula:12.1 - Número de professores em outras atividades pedagógicas (Lab., multimeios/biblioteca e gestão)0813- Número de funcionários (excluindo professores em sala de aula): 0514- Percentual dos professores (em sala de aula) com licenciatura plena: 100%15 – Número de salas de aula: 05 na sede Biblioteca: 00 - Sala de Leitura: 01 03 Extensão de Ensino16- Laboratório(s): 01 Laboratório de ciências Quadra Esportiva: 01 01 Laboratório de Informática17 – Organismos Colegiados em atuação na escola: Conselho Escolar Grêmio Escolar Unidade Executora
  7. 7. IDENTIDADE DA ESCOLA MISSÃO: Contribuir para Formação de alunos capazes de se adequarem as novas perspectivas profissionais e anova ordem mundial, capazes ainda de darem continuidade aos estudos e de conviverem de modo solidário eharmônico com todos os segmentos da sociedade e a diversidade cultural. VISÃO DE FUTURO: Até o ano de 2010 a Escola de Ensino Fundamental e Médio Deputado Joaquim de Figueiredo Correia será referência no atendimento aos alunos do Ensino Médio em todo o município de Iracema, fornecendo aos jovens a preparação para a vida e o mundo do trabalho. VALORES:  Democracia – Atuação democrática de todos os segmentos que compõe nossa Escola;  Solidariedade – Valorização do ser humano, tendo em vista os interesses da comunidade escolar e também local;  Transparência – Orgulhamo-nos de ter uma comunicação aberta e honesta OBJETIVOS GERAIS: Desenvolver um Projeto Pedagógico fundamentado nos documentos legais da Educaçãobrasileira, tais como Lei de Diretrizes Básica – LDB, o Plano Nacional e Estadual de Educação,Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio e Parâmetros Curriculares Nacionais, com umaproposta de trabalho orientada ainda pelo senso de democracia e justiça, repúdio a toda e qualquerforma de discriminação e violência e ainda condizente com a realidade de nossa comunidade escolar elocal. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS  Elevar o nível do processo ensino- aprendizagem da nossa Escola;  Fortalecer o desempenho da gestão democrática  Adequar as instalações e materiais da instituição educacional  Organizar o espaço físico para dar suporte a educação de qualidade.  Promover a formação integral dos alunos, educando-os para o exercício da cidadania e adotando a articulação entre as áreas do conhecimento, observando as orientações da LDB, Diretrizes Curriculares da Educação Básica.
  8. 8. ASPECTOS GERAIS DA SOCIEDADESITUAÇÃO ECONÔMICAVemos a situação econômica do Brasil e do mundo com profundas contradições, pois enquanto osindicadores econômicos apontam para estabilidade e crescimento econômico, com controle dainflação, percebemos a continuação da profunda desigualdade social, aumentando ainda mais o abismoentre pobres e ricos. O que fica evidente é que nem sempre o crescimento econômico e estabilidadesão sinônimos de melhoria na distribuição de rendaEDUCAÇÃOA Educação hoje mais que nunca desempenha um papel fundamental na sociedade brasileira,extrapolando sua função de debatedora do conhecimento acumulado pelas gerações humanas nodecorrer nos tempos, e passa a ser vista como um local onde se cultura a afetividade, um espaço deconvivência, um refúgio para crianças e jovens que não encontram no lar e na sociedade a devidaproteção e atenção, um campo de luta contra a discriminação, contra o preconceito e por mais justiçasocial.TECNOLOGIAA tecnologia presente na diversas atividades humanas exige ações governamentais ainda fortes eefetivas a fim de dar conta da velocidade das mudanças que se processam no setortecnológico/informativo e a escola pública ainda não consegue acompanhar o passo que odesenvolvimento econômico e cultural exige e muitos alunos ainda não tem acesso a informática naescola. Fica Claro que se faz necessário mais investimentos nesse setor por parte dos governosMÍDIAA mídia é num importante instrumento formador de opinião e apoio social e pode dar enormescontribuições à sociedade, especialmente a educação institucional, debatendo mais as problemáticassociais, principalmente as relacionadas com os jovens. Observamos no entanto, nos muitos órgãos demídia, principalmente a televisão o sensacionalismo, o que vem associado à veiculação de cenas daviolência, aumento da erotização e incentivo ao consumismo exagerado.VALORES UNIVERSAISDemocracia; Participação; Envolvimento; Inclusão Social;Repúdio a toda e qualquer forma de discriminação e preconceito;Desenvolvimento de sujeitos críticos, participativos, reflexivos, autônomos e capazes de se adaptaremas mais variadas situações;
  9. 9. ESTRUTURA FAMILIARNossa realidade é diversificada quando atendemos aos alunos oriundos de escolas particulares destemunicípio de Iracema e de outras localidades que nos solicitem matrícula e que apresentam na maioriados casos uma estrutura familiar com condições de acompanhamento da vida escolar ao mesmo tempoem que atendemos alunos com pais alcoólatras, desempregados, órfãos, criados por parentes, excluídossocialmente, temos pais analfabetos, sem a capacidade de dar uma assistência integral a esses jovensestudantes.PARCERIA: ESCOLA-FAMÍLIANão tendo nossas famílias, de um modo geral, uma estrutura favorável ao sucesso escolar, a parceria semostra frágil muito embora observamos um quadro de crescimento, um salto qualitativo e quantitativona presença das famílias principalmente nas reuniões gerais da escola ( pais e mestres). Seria injustotambém deixar de reconhecer que temos aquelas famílias que realizam o devido acompanhamento aosfilhos e numa rápida observação, parecem cumprir com suas obrigações para com esses jovenscidadãos. Estamos investindo no ato de aumentar a presença da família na escola melhorando nossasações e envolver muito mais as famílias, aumentando assim essa parceria imprescindível.
  10. 10. COMPREENSÃO DA ASPECTOS POSITIVOS ASPECTOS NEGATIVOS REALIDADE. Consciência da importância da Corrupção; educação para o desenvolvimento de qualquer nação; Opressão econômica e militar por parte dos países desenvolvidos aos países em Aumento dos Regimes Democráticos; desenvolvimento MUNDO Atuação de Entidades não governamentais; Desigualdade social dos países Mais acesso a educação e meios de Degradação do meio ambiente; comunicação; Desemprego; Avanços na Medicina; Violência contra a criança, adolescente Inserção e universalização das (pedofilia) e contra mulher e idoso; tecnologias Mercado de trabalho extremamente seletivo e excludente Ética planetária; Inversão e Ausência de valores éticos e morais; Solidariedade; Desagregação familiar; Tolerância; Violência principalmente com as minorias SER HUMANO Maior respeito à diversidade; Banalização da violência Maior compreensão da necessidade de apoiar os países mais pobres do planeta Compreensão de que nenhum projeto de Pouca autonomia (financeira, pedagógica e desenvolvimento pode deixar de administrativa) da escola; contemplar a educação; Ensino Médio ainda com baixos investimentos; Educadores reconhecem a necessidade de trabalharem não somente os aspectos Falta de compromisso das famílias; cognitivos, mas também os afetivos e Pouca valorização de aprendizagem, ausência compartimentais; de hábitos de leitura e pouco estímulo ao EDUCAÇÃO prosseguimento nos estudos; Ausência da tecnologia no apoio a Educação; Baixos salários dos profissionais da educação. Inversão de valores se materializam nas relações sócias na escola
  11. 11. AVALIAÇÃO GERAL DA REALIDADE PELA ESCOLA - IDEAL DE ESCOLA Na sociedade que almejamos predomina a justiça social, a tolerância, a solidariedade e o respeito á diversidade de idéias, de culturas e de concepções/filosofias de vida. Os indivíduos desta QUE TIPO DE SOCIEDADE sociedade têm as mesmas oportunidades, as mesmas condições QUEREMOS CONSTRUIR? para buscarem a realização profissional e pessoal. Uma sociedade na qual os cidadãos tenham seus direitos garantidos e que a condição social não seja fator de distinção ou discriminação. Necessita principalmente aprender a conviver com a diversidade de raça, cultura e filosofia de vidas e credos religiosos. A sociedade que desejamos precisa urgentemente aprender aQUE SABERES A SOCIEDADE conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ATUAL NECESSITA? ser. Precisa ainda aprender a realizar um desenvolvimento sustentável, para que de forma urgente possamos salvar o nosso planeta da degradação ambiental. O homem dessa nova sociedade será também um homem novo como afirma Paulo Freire, .”com consciência crítica, com domínio e habilidades desenvolvidas para o trabalho, que enfrentará no decorrer de sua trajetória profissional”. Sendo mais consciente poderá distinguir a contribuição da exploração e conseguirá ser mais valorizado e respeitado. Um homem que QUE TIPO DE PESSOA não seja omisso, que não se feche no seu mundo particular, mas QUEREMOS FORMAR? que compreenda que nosso país será bem melhor quando as necessidades da coletividade forem respeitadas. Um homem novo de uma sociedade nova, que defenda suas crianças, valorize a contribuição dos seus velhos, que considere o papel da mulher e cuide e promova a inclusão de seus deficientes. E todo esse trabalho de construção dessa nova sociedade tem início na família e na Escola” QUE FINALIDADES E para que isto aconteça é essencial que a Educação/Escola tenha QUEREMOS PARA A o mínimo de qualidade possível e que seja democrática, EDUCAÇÃO? participativa e possua autonomia pedagógica, administrativa e QUE PAPEL DESEJAMOS especialmente financeira. A Educação/Escola pensada por esta comunidade possui qualidade, desenvolve um trabalho PARA A ESCOLA EM competente e tem que se organizar para que possa cumprir seu NOSSA REALIDADE? papel social, que é preparar nossos jovens para a vida social, o mundo do trabalho, em fim para cidadania.
  12. 12. ESTRATÉGIAS DE AÇÃO PEDAGÓGICO – ADMINSTRATIVO1.Como a escola pretende Ouvindo a comunidade escolar e local, aceitando a participação de todos,desenvolver a sua prática acatando opiniões, considerando as diferenças e respeitando o regimentopedagógica ? escolar, as normas e legislações vigentes. Acreditamos que primeiramente devemos fazer a comunidade escolar compreender qual a proposta pedagógica que temos e a partir dela solicitar2.Que mecanismos a escola mudanças e participação. Para isso temos um forte aliado: O PJF –utilizará para garantir que a PROJETO JOVEM DE FUTURO o nosso programa na rádio comunitáriaproposta pedagógica seja definida e (Palavra Jovem) blog; http://eefmfigueiredocorreia.blogspot.com.br/implementada pela comunidade EEFM, jornal escolar ( colegial NEWS) espaço onde iremos socializar aescolar? nossa proposta pedagógica e a partir daí daremos as condições para a comunidade definir e implementar a proposta pedagógica.3. Que estratégias os gestores Sempre inserir nos primeiros momentos de estudo de planejamento e epretendem adotar para que o estudo a apreciação dos instrumentais que orientam nossa práticaplanejamento contemple a proposta pedagógica, entre eles o PLAMETAS, PPP, os Planos estratégicos ( ENEMpedagógica definida favoreça a – SPAECE -), Plano de ação dos espaços Integrados – Regimento Escolar.reflexão da prática pedagógica? Um trabalho pedagógico que não contemple tão somente o cognitivo, mas também os aspectos afetivos e sociais; uma prática onde não só o discurso4. Que concepção permeará o oriente nossos educandos para uma sociedade mais justa e menos desigual,trabalho pedagógico visando à mas que o curso dos acontecimentos também exemplifique esse nossoconstrução da sociedade? desejo. Dessa forma a democracia, o respeito às diferenças e a diversidade serão uma realidade nesta Instituição de Ensino. A Escola tem utilizado os seus projetos para colocar em prática o seu5. Que estratégias e recursos currículo, entre eles o Jornal do Ensino Médio, o Palavra Jovem, o Projetopedagógicos a escola pretende Feira de Ciências, Projeto de inclusão do Paradidático no currículo escolarutilizar para a efetivação do além do uso efetivo da sala de leitura da escola visto que ainda nãocurrículo e dinamização do contamos com uma biblioteca escolar, Laboratório de Informática, quadraprocesso ensino-aprendizagem? de esportes, no sentido de dinamizar o ensino e a aprendizagem. O processo avaliativo é algo que não sai da pauta das discussões, dos estudos e reflexões. Dessa forma durante o planejamento, desenvolvemos com a comunidade sempre enfatizamos que a avaliação existe não como um6. De que forma a escola pretende fim em si mesma, mas um meio de melhorarmos o processotrabalhar o processo de avaliação ensino/aprendizagem. Com relação aos indicadores, é bem verdade que oda aprendizagem e os indicadores ato de analisá-los está sendo prática recente o que está sendo conseguidoeducacionais internos e externos? com a inclusão de Planos de ações voltados para o sucesso escolar (ENEM e SPAECE) dar continuidade as reflexões sobre a avaliação e definir metas e implementar ações no sentido de melhorar os indicadores educacionais.7.Como escola pretende fazer para A Escola pretende acima de tudo reforçar os seus valores, tendo umareorientar o trabalho pedagógico a atuação Democrática, Solidária e Transparente, priorizando especialmente apartir dos desvios e dificuldades participação, o diálogo e o respeito, no sentido de reorientar o trabalhodetectados na sua prática? pedagógico.
  13. 13. DISCIPLINA PLANEJAMENTO (DIRETRIZES DE AVALIAÇÃO CURRÍCULO CONVIVÊNCIA)O planejamento será de Compromisso de Fundamentada na LDB Opção pelo currículoacordo com as regras e todos os segmentos e no Parecer nº semi-aberto;legislação vigente específica com as normas 042/2004-CEC e estáconforme a carga horária de disciplinares contidas sintetizada nos Aprendizagemtrabalho para o ensino no regimento escolar;fundamental e médio. aspectos abaixo: mínimas predefinidas;Acontecerá durante a Desenvolver trabalho Diagnóstica, formativa,semana de segunda a sexta- sistemático com osfeira e poderá acontecer aos valores universais; contínua e sistemática, Matriz Curricularsábados conforme acordo contemplando as várias fundamentada naestabelecido pelos docentes dimensões do sujeito, proposta das diretrizese gestão escolar. especialmente a de educação Básica /Seduc. cognitiva, a sócio-Promover de acordo com a afetiva e psicomotora,necessidade sessões de privilegiando nãoplanejamento coletivomensal integrando ensino somente amédio e ensino fundamental interpretaçãoe demais assuntos de quantitativa, masinteresse da comunidade principalmente aescolar. qualitativa. Com relação aos aspectos quantitativos os resultados finais de cada etapa deverão ser expressos em notas (0 a 10), sendo aprovado aquele que obtiver média igual ou superior a 6,0 (seis).
  14. 14. ENSINO FUNDAMENTAL 9º ANO Desemp. Participa Desemp. Desemp. SPAECE Desemp. Prova SPAECE SPAECE- M.T. Taxa de Taxa de Taxa de Prova Brasil Brasil – Abandono Aprovação matrícula – L.P. M.T. L.P. IDEB 2008 0% 95,3% 42 alunos 218,64 216,50 202,99 213,53 66,66% 3,7% Prova Prova Prova 2009 0% 100% 44 alunos Brasil Brasi Brasil 4,7% 47 alunos 2010 0% 100% 229,9 245,5 100% ------- 47 alunos 2011 0% 100% 235,68 239,54 100% 4,5% 2012 40 alunos ENSINO MÉDIO Taxa de matrícula 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 117 126 98 133 97 113 132 131 100 169 127 108 157 149 108 Taxa de Aprovação 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º95,60% 99,05% 98,83% 99,11% 98,73% 100% 96,46% 98,07% 98,82% 98,70% 92,24% 95,69% **** **** **** Taxa de Abandono 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 4,44% 0% 0% 0,88% 0% 0% 2,38% 1,61% 1% 1,31% 2,38% 1,81%
  15. 15. ENSINO MÉDIO Desempenho no SPAECE – Língua Portuguesa 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º213,1 211,6 224,8 236,9 233,0 240,2 239,3 255,8 243,9 250,3 251,9 262,4 Desempenho no SPAECE – Matemática 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º225,4 226,0 241,8 237,8 239,9 248,6 242,7 254,4 248,7 242,6 248,1 260,8 Participação no SPAECE 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º71,93% 72,58% 78,12% 92,4% 94% 89,3% 85,82% 84,5% 90,20% 100% 92,4% 90,72% Participação no ENEM 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 23,95% 29,13% 50% 50% 4,20% 18,70% 97,06% Desempenho no ENEM 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 41,38 497,39 498,54 498,54 Vestibulares e Concursos 2008 2009 2010 2011 2012 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 1º 2º 3º 12 3,12% alunos
  16. 16. 5. REFERENCIAL TEÓRICOTipo de sociedade que a escola pretende ajudar a construir: (Marcar com X)x Democrática x Justa Autocrática Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso)x Solidária Discriminadora Elitistax Igualitária Tipo de homem/mulher que a escola pretende formar: Dócil/obediente Dependente Autônomo(a) x Ativo/Participativo(a) Preconceituoso(a) x Sujeito históricox Ético(a) Autoritário(a)x Crítico-construtivo(a) Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) Pressupostos Filosóficos: De Educação Positivista Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) Funcionalista/Reprodutivistax Histórico-crítica, dialética, mancipadora De Currículo Tradicional Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) Tecnicista Críticox Contextualizadox Misto de Tradicional e Crítico De Ensino Condutivista Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) Comportamentalistax Construtivista Transmissivo De Aprendizagem Memorística Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso)x Significativa Receptiva e cumulativa (bancária)x Construtiva De Conhecimentox Contextualizado x Aberto ao acesso de outras fontes de informação Estanque, fechado em si Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso)x Favoreça o processo comunicativox Favoreça o ato de pensar De Escola Excludente x Competente no desenvolvimento da sua função socialx Inovadora, criativa, flexível Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) Conservadorax Inclusivax Democrática no acesso e nas relações internas e externas
  17. 17. 5. REFERENCIAL TEÓRICO Do aluno Ser passivo e disciplinado Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso)x Agente de sua própria aprendizagemx Sujeito de direitosx Ser crítico Do Professor Autoritário(a) x Construtivistax Identificado(a) com o magistério x Integrado no contexto da escola e do mundox Acredita na capacidade de aprender do Outros (listar nas linhas abaixo, se for o educando caso) Condutivista/Transmissivo Tem o magistério como um “bico De Avaliação de aprendizagemx Classificatória Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) “Pedagogia da facilidade” “Pedagogia do fracasso”x Comprometida com a aprendizagem significativa (Emancipatória) PROPOSTA CURRICULAR: PRESSUPOSTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS Teoria de Currículo norteadora (Marcar com X) Tradicional x Crítica x Pós-crítica Referencial teórico-metodológico da ação curricular (Marcar com X) x Planejamento Coletivo x Planejamento Individual x Integração/Interdisciplinaridade x Contextualização x Disciplinaridade x Flexibilidade x Diversidade e pluralidade x Pedagogia de ProjetosOutros (listar nas linhas abaixo, se for o caso) Valoresx Solidariedade x Justiçax Cooperação x Honestidadex Respeito mútuo Outros (listar nas linhas abaixo, se for o caso)x Obediência Individualismo
  18. 18. ENSINO MÉDIO: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS. A área de Linguagens e Códigos é entendida a partir de uma visão plural e contemplam as disciplinas: Língua Portuguesa Inglês, Espanhol, Educação Física e ArteLÍNGUA PORTUGUESA  Compreender, na leitura do texto escrito o significado, as relações dos fatos elaborados, estabelecendo relação com outros textos e seu universo de referência (de acordo com as condições de produção/recepção).  Ler, interpretar e reconhecer diferentes gêneros textuais (literários, jornalísticos, técnico-científicos, instrucionais, epistolares, humorísticos, publicitários, digitais, etc.) associando-se às sequências discursivas básicas (narração, exposição, argumentação, descrição e injunção).  Comparar o estabelecimento de diferentes relações de sentido.  Produzir textos com coerência e coesão, considerando as condições e especificidades da produção e utilizando recursos próprios da escrita, em função da produção e utilizando recursos próprios da escrita, em função do projeto textual.  Reconhecer a língua materna como veículo de participação social e geradora de significação que contribui para documentação e legitimação da cultura através dos tempos.  Conceber o ensino da gramática, entendendo-a como um instrumento indispensável no processo de produção e recepção de texto.  Compreender os valores sociais implicados na variação linguística e o preconceito contra os valores populares em contraposição a normas absorvidas pelos grupos mais favorecidos socialmente.  Estabelecer relações entre a leitura e a interpretação de produções literárias e a compreensão dos problemas e das transformações sociais nos diferentes momentos históricos.  Compreender conceitos das linguagens tecnológicas que facilitem a incorporação da telemática nas atividades curriculares.
  19. 19. LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA – INGLÊS  Conhecer e usar o Inglês como instrumento de acesso a culturas e grupos sociais diversos, valorizando sua própria cultura.  Utilizar a Língua Inglesa como forma de expressão de situações do cotidiano e meio de socialização.  Analisar diferentes tipos de produção literária em Inglês.  Produzir textos escritos reconhecendo as estruturas morfo- sintáticas aprendidas.LÍNGUA ESTRANGEIRA - ESPANHOL  Valorizar as línguas estrangeiras modernas como estratégia de inclusão social.  Compreender a igualdade de importância das diversas línguas faladas em âmbitos nacional e universal.  Utilizar as línguas estrangeiras como forma de expressão e meio de socialização em situações do cotidiano.  Utilizar as estratégias de leitura para possibilitar a compreensão geral do texto.  Valorizar os conhecimentos anteriores de mundo, linguístico, textual (background knowledge), para a construção do sentido.  Reconhecer a variação de registro: formal e informal das especificidades do gênero textual (elementos constitutivos e sua organização, características linguísticas e funções textuais).  Reconhecer os sistemas linguísticos como auxiliares nos intercâmbios (culturais, científicos, políticos, econômicos, etc.) entre os povos. EDUCAÇÃO FÍSICA  Reconhecer e compreender a prática efetiva e regular da Educação Física como um dever da escola e direito do aluno, identificando este fazer pedagógico na perspectiva da cultura corporal/cultura humana.  Perceber no convívio em grupo, formas eficazes de crescimento pessoal e coletivo, no processo de ação-reflexão, adotando uma postura democrática e crítica respeitando os diferentes pontos de vista.
  20. 20.  Considerar as múltiplas estruturas e funções corporais enquanto objeto de pesquisa e área de interesse social, refletindo sobre suas informações, sendo capaz de discerni- las e reinterpretá-las.  Conhecer e compreender a importância da alimentação, como uma das formas de melhoria da qualidade de vida.  Considerar as necessidades dos procedimentos de primeiros socorros nas manifestações da cultura corporal.  Conhecer e compreender a importância do treinamento desportivo, como uma das formas de produção de conhecimento. ARTE Reconhecer a importância das linguagens artísticas e estéticas como instrumento de participação política, social, cultural e cidadã do homem, compreendendo os fundamentos conceituais das artes visuais, cênicas musicais, audiovisuais e corporais, como recursos de informação, comunicação, interpretação, necessários à formação da cidadania. Desenvolver processos de criação artística nas diversas linguagens da arte. Compreender a história da arte em sua diversidade cultural refletindo e analisando os aspectos estéticos, filosóficos, históricos, sociais, culturais e antropológicos. Compreender os movimentos artísticos no tempo e no espaço, situando-os no contexto da realidade sócio-política e cultural e sua interferência nas transformações sociais. Compreender as diversas culturas estabelecendo relação entre a música presente na escola, as veiculadas pela mídia e as produzidas por grupos locais, nacionais e internacionais. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES DA ÁREA DAS CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIASA área das Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias sinaliza a aprendizagematravés de competências e habilidades incluindo características como: espírito crítico,criatividade, saber trabalhar em grupo e além disso buscar a flexibilidade aliada àsolidariedade. As disciplinas que permeiam a área são: Biologia, Física, Química eMatemática.
  21. 21. BIOLOGIA Reconhecer e utilizar adequadamente, na forma escrita e oral, símbolos, códigos e nomenclatura da linguagem científica. Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens: sentenças, equações, esquemas, diagramas, tabelas, gráficos e representações geométricas. Consultar, analisar e interpretar textos e comunicações de ciência e tecnologia veiculados por diferentes meios. Elaborar comunicações orais ou escritas para relatar, analisar e sistematizar eventos, fenômenos, experimentos, questões, entrevistas, visitas, correspondências. Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relação a temas de ciência e tecnologia. Identificar em dada situação-problema as informações ou variáveis relevantes e possíveis estratégias para resolvê-la. Identificar fenômenos naturais ou grandezas em dado domínio do conhecimento científico e estabelecer relações, identificar regularidades, invariantes e transformações. Selecionar e utilizar instrumentos de medição e de cálculo, utilizar escalas, fazer estimativas, elaborar hipóteses e interpretar resultados. Reconhecer, utilizar, interpretar e propor modelos explicativos para fenômenos ou sistemas naturais ou tecnológicos. Articular, integrar e sistematizar fenômenos e teorias dentro de uma ciência, entre as várias ciências e áreas de conhecimento. Compreender o conhecimento científico e o tecnológico como resultados de uma construção humana, inseridos em um processo histórico e social. Compreender a ciência e a tecnologia como partes integrantes da cultura humana contemporânea. Reconhecer e avaliar o desenvolvimento tecnológico contemporâneo, suas relações com as ciências, seu papel na vida humana, sua presença no mundo cotidiano e seus impactos na vida social. Reconhecer e avaliar o caráter ético do conhecimento científico e tecnológico e utilizar esses conhecimentos no exercício da cidadania. FÍSICA Reconhecer e utilizar adequadamente, na forma oral e escrita, símbolos, códigos e nomenclaturas da linguagem científica.
  22. 22.  Ler, articular e interpretar símbolos e códigos em diferentes linguagens e representações: sentenças, equações, esquemas, diagramas, tabelas, gráficos e representações geométricas. Consultar, analisar e interpretar textos e comunicações de ciência e tecnologia veiculados por diferentes meios. Elaborar comunicações orais ou escritas para relatar, analisar e sistematizar eventos, fenômenos, experimentos, questões, entrevistas, visitas, correspondências. Analisar, argumentar e posicionar-se criticamente em relação a temas de ciência e tecnologia. Identificar em dada situação-problema as informações ou variáveis relevantes e possíveis estratégias para resolvê-la. Identificar fenômenos naturais ou grandezas em dado domínio do conhecimento científico, estabelecer relações; identificar regularidades, invariantes e transformações. Selecionar e utilizar instrumentos de medição e de cálculo, representar dados e utilizar escalas, fazer estimativas, elaborar hipóteses e interpretar resultados. Reconhecer, utilizar, interpretar e propor modelos explicativos para fenômenos ou sistemas naturais ou tecnológicos. Articular, integrar e sistematizar fenômenos e teorias dentro de uma ciência, entre as várias ciências e áreas de conhecimento. Compreender o conhecimento científico e o tecnológico como resultados de uma construção humana, inseridos em um processo histórico e social. Compreender a ciência e a tecnologia como partes integrantes da cultura humana contemporânea. Reconhecer e avaliar o desenvolvimento tecnológico contemporâneo, suas relações com as ciências, seu papel na vida humana, sua presença no mundo cotidiano e seus impactos na vida social. Reconhecer e avaliar o caráter ético do conhecimento científico e tecnológico e utilizar esses conhecimentos no exercício da cidadania.
  23. 23. QUÍMICA Compreender e conhecer os símbolos e códigos da Química contemporânea Caracterizar as fontes de informações e as formas de obtenção de informações relevantespara a Química Conceituar matéria; conhecer suas prioridades fundamentais e seus contextos deutilização no cotidiano. Compreender as leis básicas da Química e suas aplicações Compreender o desenvolvimento histórico do conceito do átomo, contextualizando osmodelos clássicos e atuais. Compreender as propriedades físicas e químicas de um elemento, relacionadas a suacamada eletrônica; estudar o desenvolvimento histórico da Tabela Periódica e o significadode sua forma atual. Caracterizar os tipos de ligação química de acordo com a distribuição eletrônica dosátomos participativos, e relacioná-los com suas propriedades periódicas. Distinguir misturas de substâncias; caracterizar os diferentes tipos de mistura Identificar os principais tipos de reações, correlacionando-os com a natureza químicadas espécies envolvidas; compreender como determinados fatores influenciam as reações,concluindo pela tendência ao equilíbrio dinâmico. Caracterizar as trocas energéticas das reações. Reconhecer as principais funções inorgânicas (ácidos, bases, sais, e óxidos), utilizandosuas propriedades características. Compreender a estrutura e propriedades do carbono. Diferenciar compostos orgânicosde inorgânicos Identificar a importância e o papel de proteínas, carboidratos, lipídios e ácidosnucleicos na prevenção, manutenção da saúde e melhoria da qualidade de vida,caracterizando suas estruturas químicas e propriedades. Reconhecer os determinantes históricos, culturais e éticos da Química.MATEMÁTICA Identificar, transformar e traduzir adequadamente valores e unidades básicas apresentadas sobre diversas formas como decimais em frações ou potências de dez, litros em metros cúbicos, quilômetros em metros, ângulos em graus e radianos.
  24. 24.  Ler e interpretar dados ou informações apresentadas em diferentes linguagens, representações, como tabelas, gráficos, esquemas, diagramas, árvores de possibilidades, fórmulas, equações ou representações geométricas. Traduzir uma situação dada em determinada linguagem para outra; por exemplo, transformar situações dadas em linguagem matemática corrente em tabelas, gráficos, desenhos, fórmulas ou equações matemáticas e vice-versa. Selecionar diferentes formas para determinar um dado ou conjunto de dados e informações, reconhecendo as vantagens e limites de cada uma delas; por exemplo, escolher entre uma equação, uma tabela ou um gráfico para representar uma dada variação ao longo do tempo, como a distribuição do consumo de energia elétrica em uma residência ou a classificação de equipes em um campeonato esportivo. Ler e interpretar diferentes tipos de textos com informações apresentadas em linguagem matemática, desde livros didáticos até artigos de conteúdo econômico, social ou cultural, manuais técnicos, contratos comerciais, folhetos com propostas de vendas ou com plantas de imóveis, indicações em bulas de medicamentos, artigos de jornais e revistas. Frente a uma situação ou problema, reconhecer a sua natureza e situar o objeto de estudo dentro dos diferentes campos da Matemática, ou seja, decidir-se pela utilização das formas algébrica, numérica, geométrica, combinatória ou estatística. Por exemplo, para calcular distâncias ou efetuar medições em sólidos, utilizar conceitos e procedimentos de geometria e medidas, enquanto para analisar a relação entre espaço e tempo no movimento de um objeto, optar pelo recurso das funções e suas representações gráficas. Reconhecer a existência de invariantes ou identidades que impõem as condições a serem utilizadas para analisar e resolver situações-problema; por exemplo, estabelecer identidades ou relações com aquelas existentes entre o comprimento da circunferência e seu diâmetro, os volumes de um cilindro e de um cone que tenham a mesma base e a mesma altura, a relação entre catetos e hipotenusa em qualquer triângulo retângulo; ou ainda a identidade fundamental da trigonometria. Identificar transformações entre grandezas ou figuras para relacionar variáveis e dados, fazer quantificações, previsões e identificar desvios. As ampliações e reduções de figuras são exemplos que devem ser entendidos como transformações de uma situação inicial em outra final. Perceber as relações e identidades entre diferentes formas de representação de um dado objeto, como as relações entre representações planas nos desenhos, mapas e telas de computador com os objetos que lhes deram origem.
  25. 25.  Identificar e fazer uso de diferentes formas e instrumentos apropriados para efetuar medidas ou cálculos; por exemplo, discriminar o melhor instrumento para medir, comparar ou calcular comprimento e distâncias, ângulos, volumes ocupados por líquidos, em dada situação específica. Usar adequadamente réguas, esquadros, transferidores, compassos, calculadoras e outros instrumentos ou aparelhos. Compreender a necessidade e fazer uso apropriado de escalas; por exemplo, na construção de gráficos ou em representações de plantas e mapas. Compreender a Matemática como ciência autônoma, que investiga relações, formas e eventos e desenvolve maneiras próprias de descrever e interpretar o mundo. A forma lógica dedutiva que a Geometria utiliza para interpretar as formas geométricas e deduzir propriedades dessas fórmulas é um exemplo de como a Matemática ler e interpreta o mundo à nossa volta. Compreender a construção do conhecimento matemático como um processo histórico, em estreita relação com as condições sociais, políticas e econômicas de uma determinada época, de modo a permitir uma visão crítica da ciência em constante construção, sem dogmatismos ou certezas definitivas. Por exemplo, o uso da geometria clássica ou da analítica para resolver um mesmo problema que pode mostrar duas formas distintas de pensar e representar realidades comparáveis em momentos históricos diferentes. Compreender a Matemática como parte integrante da cultura contemporânea, sendo capaz de identificar sua presença nas manifestações artísticas ou literárias, teatrais ou musicais, nas construções arquitetônicas ou na publicidade. Perceber a dimensão da Matemática e da ciência em espaços específicos de difusão e mostras culturais, como museus científicos ou tecnológicos, planetários, exposições. Expressar com clareza, utilizando a linguagem matemática, elaborando textos, desenhos, gráficos, tabelas, equações, expressões e escritas numéricas – para comunicar-se via internet, jornais ou outros meios enviando ou solicitando informações, apresentando ideias, solucionando problemas. Identificar regularidades em situações semelhantes para estabelecer regras, algoritmos e propriedades; por exemplo, perceber que todas as funções do segundo grau possuem o mesmo tipo de gráfico, o que implica propriedades de sinal, crescimento e decrescimento. Da mesma forma, ao indicar regularidade de que é constante a soma dos termos equidistantes de uma progressão aritmética finita, estender essa propriedade a toda situação envolvendo progressões aritméticas e daí deduzir a soma de seus termos.
  26. 26.  Identificar diferentes formas de quantificar dados numéricos para decidir se a resolução de um problema requer cálculo exato, aproximado, probabilístico ou análise de medidas. Por exemplo, de acordo com uma dada situação escolher número de algarismos apropriado ou fazer aproximações adequadas, optar pelo uso de fração, porcentagem, potência de dez; escolher melhor unidade para representar uma grandeza. Fazer previsões e estimativas de ordens de grandeza, de quantidades ou intervalos esperados para os resultados de cálculos ou medições e, com isso, saber avaliar erros ou imprecisões nos dados obtidos na solução de uma dada situação-problema. Compreender o desenvolvimento histórico da tecnologia associada a campos diversos da Matemática, reconhecendo sua presença e implicações no mundo cotidiano, nas relações sociais de cada época, nas transformações e na criação de novas necessidades, nas condições de vida, por exemplo, ao se perceber a origem do uso dos logaritmos ou das razões trigonométricas como resultado do avanço tecnológico do período das grandes navegações do século XVI, pode-se conceder a Matemática como instrumento para a solução de problemas práticos e que se resolve para muito além deles, ganhando a dimensão de ideias gerais novas aplicações fora do contexto que deu origem a elas. Perceber o papel desempenhado pelo conhecimento matemático no desenvolvimento da tecnologia e a complexa relação entre a ciência e a tecnologia ao longo da história. A exigência de rapidez e a complexidade dos cálculos fizeram com que a Matemática se desenvolvesse e, por outro lado, as pesquisas e avanços teóricos da Matemática e demais ciência permitiram o aperfeiçoamento de máquinas como o computador, que vêm tornando os cálculos cada vez mais rápidos. Reconhecer e utilizar símbolos, códigos e nomenclaturas da linguagem matemática; por exemplo, ao ler embalagens de produtos, manuais técnicos, textos de jornais ou outras comunicações, compreender o significado de dados apresentados por meio de porcentagens, escritas numéricas, potências de dez, variáveis em fórmulas. Acompanhar e analisar os noticiários e artigos relativos à ciência em diferentes meios de comunicação, como jornais, revistas e televisão, identificando o tema em questão e interpretando com objetividade, seus significados e implicações para, dessa forma, ter independência para adquirir informações e estar a par do que se passa no mundo em que vive. Produzir textos analíticos para discutir, sintetizar sistematizar formas de pensar, fazendo uso sempre que necessário, da linguagem matemática. Redigir resumos, justificar raciocínios, propor situações-problema, sistematizar as ideias principais sobre dado tema matemático com exemplos e comentários próprios.
  27. 27.  Identificar os dados relevantes em uma dada situação-problema para buscar possíveis resoluções; por exemplo, em uma situação de dados apresentados por meio de tabelas, gráficos, especificações técnicas, reconhecer as informações relevantes para uma dada questão que se busca resolver. Interpretar, fazer uso e elaborar modelos e representações matemáticas para analisar situações; por exemplo, utilizar funções ou gráficos para modelar situações envolvendo cálculos de lucro máximo ou prejuízo mínimo; utilizar ferramentas de estatística e probabilidade para compreender e avaliar as intenções de votos em uma campanha eleitoral ou, ainda, optar entre modelos algébricos ou geométricos para obter determinadas medições de sólidos. Construir uma visão sistematizada das diferentes linguagens e campos de estudo da Matemática, estabelecendo conexões entre seus diferentes temas e conteúdos, para fazer uso do conhecimento de forma integrada e articulada. Adquirir uma compreensão do mundo da qual a Matemática é parte integrante, através dos problemas que ela consegue resolver e dos fenômenos que podem ser descritos por meio seus modelos e representações. Reconhecer relações entre a Matemática e outras áreas do conhecimento, percebendo sua presença nos mais variados campos de estudo e da vida humana, seja nas demais ciências, como a Física, Química e Biologia, seja nas ciências humanas e sociais, como a Geografia ou a Economia, ou ainda nos mais diversos setores da sociedade, como na agricultura, na saúde, nos transportes e na moradia. Compreender a responsabilidade social associada à aquisição e uso do conhecimento matemático e procedimentos econômicos e sociais, e propor soluções de problemas de interesse individual e coletivo; como problemas de abastecimento, saúde, educação e lazer, percebendo que podem ser muitas vezes quantificados e descritos através de gráficos e tabelas e dos procedimentos das ciências. Promover situações que contribuam para a melhoria das condições de vida das cidades onde vivem ou de preservação responsável do ambiente. Utilizar as ferramentas matemáticas para analisar situações de seu contorno real e propor soluções, por exemplo, analisando as dificuldades de transporte coletivo em seu bairro por meio de levantamento estatístico, manuais técnicos de aparelhos e equipamentos, ou a melhor forma de plantio da lavoura para a subsistência de uma comunidade.
  28. 28.  Expressar da forma oral para comunicar ideias, aprendizagens e dificuldades de compreensão; por exemplo, explicando a solução dada a um problema, expondo dúvidas sobre um conteúdo ou procedimento, propondo e debatendo questões de interesse. Compreender e emitir juízos próprios sobre informações relativas à ciência e tecnologia, de forma analítica e crítica, posicionando-se com argumentação clara e consistente sempre que necessário, identificar corretamente o âmbito da questão e buscar fontes onde se possam obter tais informações e conhecimentos. CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS. Os conhecimentos produzidos por essa área do saber, apresentam elementosfundamentais para a compreensão da realidade nos vários aspectos: histórico, geográfico,econômico, político e social. Disciplinas que corresponde a área são: História, Geografia,Sociologia e Filosofia. HISTÓRIA Construir a identidade pessoal e social na dimensão histórica, a partir do conhecimentodo papel do indivíduo como sujeito da história e produtor do conhecimento. Interpretar, analisar e criticar fontes, documentos de naturezas diversas, reconhecendo opapel das diferentes linguagens, dos diferentes agentes sociais nos contextos envolvidos emsua participação. Entender e relativizar as diversas concepções de tempo e formas de periodização,reconhecendo-as como construções culturais e históricas. Compreender o conhecimento histórico enquanto produção do saber. Situar as diversas produções da cultura – as linguagens, as artes, a filosofia, a religião eas manifestações culturais – como representações sociais que emergem no cotidiano da vidasocial e se solidificam nas diversas organizações e instituições da sociedade. Analisar as diversas concepções de Estado no passado, comparando as permanências emudanças na contemporaneidade. Desenvolver o conceito de ideologia enquanto instrumento de dominação e resistênciados diferentes grupos humanos. Compreender os conceitos de Capitalismo, Socialismo e Democracia, fundamentando-se na historiografia contemporânea.
  29. 29. GEOGRAFIA Desenvolver o hábito de trabalhar com mapas, escalas, gráficos, tabelas e outros instrumentais de geografia na escola e nos diversos âmbitos da vida considerando-os como elementos capazes de fornecer uma leitura de mundo. Identificar as questões ambientais e perceber-se como sujeito responsável na preservação do meio ambiente. Capacidade de compreender os fenômenos locais, regionais e mundiais expressos por suas territorialidades, considerando as dimensões de espaço e tempo. Compreender as relações políticas, econômicas e sociais que definem a Nova Ordem Mundial, considerando os avanços tecnológicos e suas ações transformadoras. Compreender a dinâmica geológica, geomorfológica, pedológica, climática e suas implicações socioambientais gerais e no Brasil. Compreender a dinâmica populacional brasileira e suas implicações. Desenvolver no aluno uma postura consciente que lhe permita perceber como parte integrante de uma região, repensando por inteiro sua dimensão espacial, humana e social, visando o resgate e à construção de sua cidadania plena. SOCIOLOGIA Compreender as diferenças entre os discursos produzidos pelas ciências sociais, acerca da realidade e aqueles elaborados na esfera do senso comum. Construir elementos de análises que possibilitem a leitura crítica das situações da vida cotidiana. Compreender e valorizar as diferentes manifestações culturais de gênero, etnias e segmentos sociais, de modo a preservar o direito à diversidade. Compreender a realidade econômica, social e política da sociedade brasileira.FILOSOFIA  Analisar, refletir e interpretar textos filosóficos.  Contextualizar o pensamento dos autores estudados dentro do universo histórico- cultural em que foram produzidos.  Analisar, filosoficamente, textos relacionados às diversas áreas do conhecimento e a produções artísticas e culturais.
  30. 30.  Utilizar em seu cotidiano, na problematização da realidade e/ou de textos estudados, categorias de análise apreendidas no estudo das diversas correntes filosóficas e de outras esferas do conhecimento.  Perceber as possibilidades de conexões entre os conhecimentos filosóficos e aquelas produzidas em outros campos do saber, estabelecendo vias de comunicação e articulação entre eles.  Compreender as relações econômicas, políticas e sociais construídas nos vários contextos histórico sociais.  Refletir sobre temas da pós-modernidade, tornando explícitos seus questionamentos mais relevantes. MATRÍCULANo início do ano, o núcleo gestor e o conselho Escolar deverá proporcionar um encontrocom os pais, discutindo e refletindo sobre o papel da família no acompanhamento dasatividades dos seus filhos na Escola. Mostrar o Projeto Político Pedagógico, seus objetivos,missão, enfim, torná-los cientes do elo de ligação que existe entre a família e a instituiçãoeducacional. Procurar desenvolver encontros, reuniões, seminários, ciclos de estudo com osmesmos; já no ato da matrícula, definir no calendário, os momentos de encontros, parapoder viabilizar um ensino – aprendizagem , onde os pais possam acompanhar e participardiretamente do processo educativo.  Garantir matrícula a todos os alunos sem discriminação de acordo com o espaço físico da escola e diretrizes da SEDUC/CREDE abaixo apresentadas:  A matrícula na rede pública estadual será orientada pelas seguintes prioridades:  Matrícula na 1ª série do Ensino Médio daqueles que concluíram o Ensino Fundamental;  Matrículas de alunos do Ensino Médio em fluxo regular provenientes de qualquer rede;  Matrícula em modalidades de ensino como EJA, Educação Especial, Educação Escolar Indígena, conforme base legal. MATRÍCULA DO ENSINO MÉDIO, DEVE-SE PRIORIZAR:  Matrículas de 1ª série, jovens de 15 e 16 anos;  Matrícula de 2ª série, jovens de 16 e 17 anos;  Matrícula de 3ª série, jovens de 17 e 18 anos.
  31. 31. ORGANIZAÇÃO DO TEMPO ESCOLAR Para acompanhar todas as ações pedagógicas e de gestão na Escola, definimos ocalendário, junto ao CREDE – Secretária Municipal de Educação – com participação daequipe do Sistema Pedagógico de Ensino e professores. No calendário escolar, as atividades pedagógicas devem levar em consideração osferiados nacionais, estaduais e locais. Alguns dias letivos que estão compreendidos entreferiados ou entre um dia feriado e um fim de semana, mais conhecidos como “imprensados”,dependem de Ato Governamental. Com essa atenção, definir as datas para reuniões dos segmentos escolares, sessões deestudo, planejamento dos professores, atividades com projetos de empreendimento como:Semana Cultural, experiências científicas, Semana da Pátria, ciclo de estudo em serviço ecom monitores, e atividades junto às famílias.. Segundo o artigo 24 da Lei nº 9.394/96 (LDB), a educação básica nos níveisfundamental e médio terá uma carga horária mínima anual de 800 horas, distribuídas por ummínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar , excluído tempo reservado aos examesfinais, quando houver. A SEDUC adotou para a Rede Estadual, uma carga horária de 5horas/aula diárias, totalizando 1.000 horas letivas por ano. O ano letivo será organizado em bimestres de, em média, 50 dias. Naturalmente todoo planejamento escolar e mecanismos de avaliação devem se orientar por essa organização. ORGANIZAÇÃO DAS CLASSES No caso do Ensino Médio, o número de aluno por turma deve apresentar um mínimode 35, podendo chegar até 45 alunos e no ensino Fundamental 40 alunos. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM A concepção de avaliação da aprendizagem em todos os níveis e modalidades deensino assume um caráter Diagnóstico, Formativo, Contínuo e Sistemático, constituindo-separte relevante no processo educativo. Dessa forma contempla os aspectos cognitivos, sócio– afetivos e psicomotores. Nesse sentido, a avaliação ultrapassa o individualismo, a competição e passa a servista como um conjunto de ações que tem finalidade de diagnosticar o estágio de
  32. 32. aprendizagem, que se encontra o educando, possibilitando reflexões e decisões sobre como,o quê, para quê, quando trabalhar os componentes curriculares. Desse modo, com uma visão holística e transformadora identificam-se os avanços edificuldades dos alunos, e os educadores intervém, buscando superar as dificuldades,avançando na construção do sucesso escolar. Vale salientar que a avaliação da aprendizagem fornece subsídios aos professorespara uma reflexão sobre sua práxis pedagógica, redirecionando o processo individual ou detodo o grupo. Para o educando a auto-avaliação é a tomada de consciência dos recursos eavanços, possibilitando novas aprendizagens. No entanto, toda a Escola deve possibilitar,definir e priorizar ações administrativas e pedagógicas que necessitam de apoio e revisão. Assim, nesse processo avaliativo consideramos o aluno como sujeito construtor doseu conhecimento, respeitando dessa forma seu ritmo e nível de aprendizagem, elevandosua auto-estima. Nessa perspectiva a avaliação envolve uma variedade de instrumentos, onde serãoavaliados competências e habilidades, que por sua vez envolva conhecimentos, valores eatitudes, além de apresentar a ocorrência da aprendizagem em diferentes contextos. As orientações básicas para a concretização da avaliação: haverá notas nainterpretação da aprendizagem, seu desempenho será quantitativo e qualitativo através deregistros, observações das competências e habilidades para o Ensino Médio em cadaaspecto trabalhado na ação curricular. Assim ao constatar que a aprendizagem não foi satisfatória, devem ser planejadas erealizadas estratégias diversificadas que retomem as competências e habilidades nãodesenvolvidas. Portanto deve ser realizada uma análise da produção dos alunos, ficha deacompanhamento individual, auto-avaliação, várias tarefas avaliativas etc... Sendo assim, buscamos implementar na Escola uma avaliação onde o aluno seja osujeito construtor de seu conhecimento sendo respeitado nos seus diferentes níveis dedesenvolvimento e ritmos de aprendizagem, dando especial atenção à sua auto-estima. Com relação aos aspectos qualitativos, serão observados os seguintes pontos:  A avaliação é um processo contínuo, cumulativo, abrangente, diagnóstico e interdisciplinar do desempenho do aluno;  A ação avaliativa deve identificar dificuldades de aprendizagem do educando em seu dia a dia, intervindo de imediato e estimulando o seu caminhar;  Vários mecanismos de avaliação devem ser utilizados de forma dirigida ou espontânea , dentre os quais: observação, relatórios, trabalhos individuais ou em
  33. 33. grupo, questionários, pesquisas, teste/provas, entrevistas, fichas de acompanhamento, auto-avaliação, dentre outros.Com relação aos aspectos quantitativos, devem ser observados os seguintes pontos: O resultado da verificação do rendimento será expresso por meio de notas que variam numa escala de 0,0(zero) a 10,0(dez); O resultado da verificação do rendimento será atrelado aos marcos de aprendizagem/competências e habilidades definidos; O rendimento da verificação da aprendizagem será computado e registrado bimestralmente , considerando o alcance crescente dos marcos de aprendizagem e/ou competências/habilidades estabelecidos para o bimestre; o aluno que demonstrar dificuldades quanto ao alcance de determinados marcosde aprendizagem, deve ser acompanhado sistematicamente ao longo do processopara que lhe seja oferecidas todas as chances, oportunidades e possibilidades derecuperação. Como diretriz que orienta o sistema como um todo, recomenda-se que: o resultado do rendimento escolar relativo a cada bimestre seja obtido através dosomatório das provas, testes e outras atividades realizadas no bimestre, sendo amédia final bimestral expressa em números inteiros de 0 a 10, com uma casa decimale arredondamento em 0,5 ou 0,0; a média final, correspondente ao ano letivo, será obtida através da médiaaritmética dos quatro bimestres, e seu resultado será expresso em inteiros de 0 a 10,com uma casa decimal e arredondamento em 0,5 ou 0,0; para fins de aprovação, será considerada a média 6(seis) no cômputo final.
  34. 34. PROPOSTA DE AVALIAÇÃO INOVADORA DA APRENDIZAGEM DA ESCOLA CONSTRUÍDA PELOS PROFESSORES: FÓRMULA: N1 + N2 + N3 / 3 = MP (MÉDIA DO PERÍODO) * N1: Vale 10,0 pontos. Observação (atividades propostas, socialização, Debate, cumprimento do dever de casa, assiduidade, pontualidade, relacionamento interpessoal) * N2: Vale 10,0 pontos.Composta por trabalhos em grupo ou individuais: relatórios, debates, seminários, avaliaçõesde paradidáticos, produções textuais, aulas de campo, práticas de laboratório e etc. * N3: Vale 10,0 pontos. Composta por avaliações escritas com questões objetivas e dissertativas. (nas avaliações individuais, escritas e sem consulta deverá estar descrito o(s) objetivo(s) (competências e habilidades) que o professor deseja que a turma tenha alcançado ao final de cada período e/ou que estão sendo avaliados nesse instrumental. Observação 01: Os diários deverão conter as três notas e a Média do Período, no entanto para a Secretária poderá ser informada somente a média final com a freqüência; Observação 02.: quando da entrega do Mapa com as Média Bimestrais a Secretaria Escolar, as notas ainda sujeito a mudanças (alunos em recuperação paralela) deverão ser informadas em grafite e as definitivas de caneta. Observação 04: nas avaliações individuais, escritas e sem consulta deverá estar descrito o(s) objetivo(s) (competências e habilidades) que o professor deseja que a turma tenha alcançado ao final de cada período e que estão sendo avaliados nesse instrumental.
  35. 35. PARA OS ESTUDOS DE RECUPERAÇÃO Em conformidade com a lei n 9.394/96(LDB,ART.24,inciso V), os estudos derecuperação “são obrigatórios e devem ser regulamentados pelas instituição de ensino emseus regulamentos”. Vige na tradição escolar, certo repúdio com relação á recuperação,considerada como uma forma facilidade de promoção de aluno, em que se recupera apenasnota em detrimento das defasagens de aprendizagem. Segundo o professor Jorgelito Cals deOliveira, do conselho estudantil de educação, os estudos de recuperação exigem a parceriamuito estreita de compreensão, interesse, dedicação e disponibilidade de quatro atores: oprofessor, a escola, o aluno e a família. A concepção de que é bom professor era o que reprovava é coisa do passado.Atualmente é considerado bom professor aquele que “experimenta a satisfação de ver seusalunos serem promovidos com fruto do seu esforço e dedicação. O fracasso do aluno reflete,na mesma medida, o fracasso do trabalho do professor”. De onde é essa citação? Á escola, representada por seu Núcleo Gestor, compete prover mecanismoadequados e viáveis, disponibilidade de o aluno recuperar-se. O aluno, sujeito nuclear doprocesso educativo, deverá estar consciente das deficiências em sua aprendizagem, deve sermotivado, incentivado e ter a sua autoestima elevada para vencer os desafios da recuperação.Aliado a tudo isso, a família deve contribuir proporcionando as condições adequadas paraque o mesmo tenha bom êxito nos estudos de recuperação. Como se percebe, a recuperação não é o meio mais fácil do aluno conseguir apromoção, mas um tratamento adequado e preciso para suprir as deficiências na caminhadadurante um ano. Os estudos de recuperação são da responsabilidade direto do professor, sob oacompanhamento do Núcleo Gestor da escola e da responsabilidade da direção da CREDE,com o apoio da família e destina-se ao aluno com aproveitamento insuficiente. Emconformidade com a Lei Nº 9.394/96 (LDB), esses estudos, de preferência, devem serparalelos ao período letivo, no entanto, flexibiliza para as instituições escolares a suaregulamentação, podendo, de acordo com a situação, optar por formas intercomplementares,quais sejam:  Contínua ou paralela, inserida no processo de ensino e deaprendizagem, no decorrer do período letivo, assim que identificado o baixo desempenho doaluno. A recuperação contínua deve ser vista como uma atividade que representa ampliaçãoda jornada escolar para aqueles que, de alguma forma, tiveram diagnosticado déficit deaprendizagem. É importante destacar que, por atender casos específicos, ela deve ter vários
  36. 36. enfoques e conotações, dispensando tratamento diferenciado àqueles que apresentaramdificuldades diferentes.  Final, realizada após o término do ano letivo, para o aluno que nãoobteve aproveitamento suficiente nos diversos componentes do currículo. A recuperaçãofinal não invalida nem anula a recuperação contínua ou paralela, sendo considerada maisuma oportunidade que é oferecida ao aluno com dificuldades de aprendizagem paraconseguir êxito no processo de construção do conhecimento. Ela não deve aproveitarresultados de avaliações anteriores, mas sim, ser considerada em si mesma, como uma etapaonde professores e alunos empreendem um esforço conjunto visando acima de tudo osucesso escolar. O processo de recuperação final de aprendizagem do aluno devedesconsiderar a sua vida escolar durante o ano letivo. O texto Diretrizes sobre o processo de avaliação deixa claro que o aluno não necessitaexatamente atingir nota 6,0 em cada bimestre. Se isso acontecer, melhor, pois será umindicador de que o aluno está se saindo bem no seu processo de aprendizagem. No entanto, oimportante para a aprovação do aluno é que ele atinja média 6,0 no final do ano letivo.Assim, é permitido um dinamismo durante o ano, pois certamente o aluno terá algunsperíodos de melhor desempenho e outros menos favoráveis, podendo assim, ao melhorar seudesempenho, melhorar também a sua nota e, no final do ano conseguir aprovação. Vale ressaltar que a avaliação da aprendizagem fornece subsídios aos professores parauma reflexão contínua sobre sua prática, para a criação de novos instrumentos e para arevisão de aspectos que devem ser ajustados ou considerados adequados para o processo deaprendizagem individual ou de todo o grupo. Para o aluno, a avaliação é a tomada deconsciência de seus avanços, dificuldades e possibilidades de novas aprendizagens. Para aescola, é a possibilidade de definir prioridades de reconhecer que ações técnicas,administrativas e pedagógicas necessitam de mais apoio ou revisão.
  37. 37. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROJETO. Privilegiando a implementação do Projeto Político Pedagógico, proporcionaremosencontros, seminários, oficinas, capacitações, para podermos alcançar os objetivos definidoscom relação ao desempenho do ensino – aprendizagem com qualidade, atendendo dessaforma o educando. Nessa perspectiva, realizaremos avaliação mensal do referido Projeto, viabilizandoreuniões com o Conselho Escolar, pais, alunos, funcionários, professores, Núcleo Gestor,Grêmio Estudantil, elaborando relatórios sucintos e boletins informativos, apresentando asações curriculares básicas desenvolvidas, indicando o que foi alcançado e os desafios queprecisam ser superados. Assim a comunidade escolar participa, intervém, dá sugestões e a Escola buscaredimensionar suas ações administrativas e pedagógicas fortalecendo a implementação doreferido projeto.
  38. 38. BIBLIOGRAFIA<http://www.seduc.ce.gov.br/images/arquivos/escolaaprendente/livro_matrizes_curriculares.pdf > acesso em 22 de outubro de 2012<http://www.seduc.ce.gov.br/images/arquivos/escolaaprendente/livro_ciencias_da_natureza_matematica_e_suas_tecnogias.pdf > acesso em 22 de outubro de 2012<http://www.seduc.ce.gov.br/images/arquivos/escolaaprendente/livro_linguagens_codigos_e_cuas_tecnologias.pdf >acesso em 22 de outubro de 2012<http://www.seduc.ce.gov.br/images/arquivos/escolaaprendente/livro_escola_aprendente_ciencias_humanas_e_suas_tecnologias.pdf >acesso em 22 de outubro de 2012CARMO, Lindalva Pereira. Escola do Novo Milênio: Pensando o Projeto Político Pedagógico. Fortaleza: SEDUC, 2001.RIBEIRO, Ana Virgínia Juaçaba. et. al. Escola Viva: Referenciais Curriculares Básicos- Terceiro e Quarto ciclos. Fortaleza: SEDUC, 1998.FILHO, Aberlado Petter Santos. et. al. Escola Viva: Referenciais Curriculares Básicos- Ensino Médio Quinto ciclo. Fortaleza: SEDUC, 2000.ALMEIDA, Jeanne Valéria Fernande. Ensino de História na 4ª série do Ensino Fundamental. Patu: UERN, 1997.MOURÃO, Francisca Evilázia Miranda. et. al. Podemos ir Muito Além do que as Circunstâncias Sugerem. Fortaleza: Coeducar, 2000.PARÂMETROS, Curriculares Nacionais: terceiro e quarto ciclos: Apresentação do temas Transversais. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.______________________. Introdução aos Parâmetros Curriculares Secretaria de EducaçãoFundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998. ______________________. Ensino Médio. Ministério da Educação. Secretaria da Educação Média e Tecnológica. Ministério da Educação. Brasília, 1999.FERNANDES, Maria Estela Araújo. Avaliação Institucional da Escola: Base Teórica e Construção do Projeto. Fortaleza: UECE, 2001.LIMA, Maria Socorro Lucena. A hora da Prática: Reflexões sobre o estágio supervisionado e ação docente. Fortaleza: UECE, 2001.VIEIRA, Sofia Lerche. ALBUQUERQUE, Maria Gláucia Menezes. Política ePlanejamento Educacional. Fortaleza: Demócrito Rocha, 2001.GADOTITI, Moacir. Concepção Dialética da Educação: Um Estudo Introdutório. São Paulo: Cortez, 1998.RUIZ, João Álvaro. Metodologia Científica: Guia Para Eficiência nos Estudos.
  39. 39. PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO REVISADOAos vinte e três dias do mês de outubro de dois mil e treze, realizou-se às 18:30 horas, nasala de vídeos deste estabelecimento de ensino, a reunião da Congregação dosProfessores, com a finalidade de revisar e aprovar o - PPP -Projeto Politico Pedagógico.Assumindo a presidência, a diretora da escola, a professora Norma Holanda OliveiraBezerra, o professor Cícero Benigno, Presidente do Conselho escolar fez uma síntese dafinalidade da reunião e em seguida o estudo, oportunidade, em que os participantesfizeram apartes, com contribuições que foram incorporadas ao presente documento..Finalizando a sessão, e estando todos de acordo, a Diretora submeteu a votação a presentematéria, o que foi aprovado por unanimidade conforme consta a confirmação com asrespectivas assinaturas.Assinaturas:_____________________________________________________________ Diretora________________________________________________________ Coordenador Escolar________________________________________________________ Coordenador Escolar________________________________________________________ Secretária Escolar______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)
  40. 40. ______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ professor(a)______________________________________________________________ servidor(a)______________________________________________________________ servidor(a)______________________________________________________________ servidor(a)______________________________________________________________ servidor(a)______________________________________________________________ Rep. pais______________________________________________________________ Rep. pais______________________________________________________________ Rep. pais______________________________________________________________ Rep. Pais
  41. 41. ______________________________________________________________ Rep. alunos______________________________________________________________ Rep. alunos______________________________________________________________ Rep. alunos______________________________________________________________ Rep. alunos

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