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A evolução do pescoço das girafas: exemplo clássico de seleção natural
Nem Lamarck, em seu livro Filosofia Zoológica, nem ...
Por causa de seu pescoço comprido e rígido, o sistema vascular das girafas possui
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CURIOSIDADES
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Girafa-sul-africana – Sem
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Em suma, as manchas pardas possuem um padrão único para cada indivíduo e o
auxilia a se mimetizar por entre as sombras das...
Referências (em inglês)
 Gould, Stephen jay. 1996 (maio). The Tallest Tale. Natural History
vol. 105 nº 5
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Diversidade no Padrão de Pelagem em Subespécies de Giraffa camelopardalis

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Tal pesquisa foi desenvolvida para fins de comunicação oral na disciplina de Zoologia. Teve como objetivo revisar e descrever o padrão de pelagem das atualmente listadas nove subespécies de Giraffa camelopardalis, diferenciadas pela distribuição geográfica e pelo padrão das manchas. É um animal gregário constituindo rebanhos ou bandos pouco numerosos, andando rapidamente, a passo travado e associando-se aos antílopes e avestruzes nas savanas africanas ao sul do Saara. Elas têm o corpo relativamente curto, em comparação com o comprimento das pernas e do pescoço, o qual é ornado por uma crina baixa, com base nos padrões do pelo, que escurece com a idade. As G. camelopardalis se distribuem em dois grupos: girafa-do-norte, que são tricornes, isto é, com um corno nasal interocular e dois frontoparientais, apresentando pelagem predominantemente reticulada; e girafa-do-sul, sem corno nasal e a pelagem tem predominantemente malhas irregulares. A longevidade é de aproximadamente 25 anos, mas em cativeiro podem alcançar os 28 anos. Em suma, as manchas pardas possuem um padrão único para cada indivíduo e o auxilia a se mimetizar por entre as sombras das árvores onde habitam. Além do mimetismo para escapar dos predadores, outra função relevante das manchas na pele de uma G. camelopardalis é a de que cada mancha atua como liberação de calor corporal.

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Diversidade no Padrão de Pelagem em Subespécies de Giraffa camelopardalis

  1. 1. Diversidade no Padrão de Pelagem em Subespécies de Giraffa camelopardalis Acadêmico: Lucas Costa Cabral Curso: Ciências Biológicas
  2. 2. O termo girafa (do árabe ZARAFA, pelo italiano giraffa) é uma designação dada a mamíferos artiodáctilos, ungulados, ruminantes, do gênero Giraffa, da família dos girafídeos.
  3. 3. ANCESTRAIS Ocapi (Okapia johnstoni) ou girafa da floresta é uma das duas espécies remanescentes da família Girafidae. É nativo das florestas úmidas do nordeste da República Democrática do Congo. Se assemelham aos girafídeos primitivos que viveram antes das girafas reais.
  4. 4. A evolução do pescoço das girafas: exemplo clássico de seleção natural Nem Lamarck, em seu livro Filosofia Zoológica, nem Darwin, em seu livro A Origem das Espécies por meio da seleção natural deram destaque ou utilizaram a girafa como símbolo do processo evolutivo.
  5. 5. Por causa de seu pescoço comprido e rígido, o sistema vascular das girafas possui particularidades como válvulas especiais que permitem que fluxo sanguíneo alcance o cérebro (bastante afastado de seu coração) quando levantam a cabeça, e evitam vertigens quando elas abaixam.
  6. 6. CURIOSIDADES -A gestação da fêmea dura de 420 a 450 dias, nascendo só uma cria de cada vez; -Os filhotes de girafas caem de uma altura de quase dois metros quando a mãe esta de pé durante o nascimento; -As girafas dormem aproximadamente duas horas por dia e um pouco de cada vez; -A longevidade é de aproximadamente até os 25 anos, mas em cativeiro podem alcançar os 28 anos.
  7. 7. Girafa-peralta (Giraffa camelopardalis peralta) Girafa-central (Giraffa camelopardalis antiquorum) Girafa-núbia (Giraffa camelopardalis camelopardalis) Girafa-baringo (Giraffa camelopardalis rothschildi) Girafa-reticulada (Giraffa camelopardalis reticulata) Girafa-masai (Giraffa camelopardalis tippelskirchi) Girafa-zambiana (Giraffa camelopardalis thornicrofti) Girafa-angolana (Giraffa camelopardalis angolensis) Girafa-sul-africana (Giraffa camelopardalis giraffa)
  8. 8. Giraffa camelopardalis peralta (Thomas, 1898) Girafa-peralta – Rara, com o corno nasal. Ameaçada de extinção, vive na região Ocidental do continente, acima da Linha do Equador. Outrora, presente em Benin, Burkina Fasso, Gâmbia, Mali, Nigéria (noroeste), Senegal e Serra Leoa (leste). Hoje, são encontradas apenas em parques nacionais do Níger. Pelagem: Manchas amarelo-avermelhadas, sendo várias pequenas, ausentes nas pernas.
  9. 9. Giraffa camelopardalis antiquorum (Swainson, 1835) Girafa-central – Rara, estatura pequena em relação ás outras subespécies, com corno nasal. Ameaçada de extinção, vive acima da Linha do Equador, na República Centro Africana, Camarões, Congo (norte), Chade (sul), talvez no Sudão (oeste, ou nos estados centrais de Kurdufan; que não está longe de Sennar). Pelagem: Manchas mais irregulares entre todas as subespécies, as quais se estendem às pernas, isto é, suas pernas são cobertas por manchas irregulares. Entre as manchas, cor marrom clara desbotada.
  10. 10. Giraffa camelopardalis camelopardalis (Linneaus, 1758) – Primeira a ser classificada! Girafa-núbia – Estatura grande, com corno nasal. Ameaçada de extinção, vive acima da Linha do Equador, no Sudão do Sul (sul; típica da região de Sennar) e na Etiópia (oeste; mapa genovês); Extinta na Eritreia. Pelagem: Manchas grandes, quadrangulares, cor-de- avelã, com um branco apagado de fundo, ausentes nas pernas. Apresenta um colorido próximo da reticulada, mas suas manchas são separadas por linhas brancas mais largas, parecidas com a baringo.
  11. 11. Giraffa camelopardalis rothschildi (Lydekker, 1903) Girafa-baringo – Única que possui de 3 até 5 cornos! Estatura média, vive na região em que passa a Linha do Equador, no Quênia (lagos centrais) e Uganda (norte); talvez no Sudão do sul (sul). Nota: É considerada parte da população da G. c. antiquorum com mistura das raças do leste. Pelagem: Manchas retangulares ou circulares, são mais geométricas, ausentes nas pernas abaixo dos joelhos. Coloração avermelhada, marrom- alaranjadas, castanho-escuro com linhas fracas, porém retilíneas, de cor creme. São facilmente distinguível entre as outras subespécies, pois o sinal mais evidente são seus cinco cornos.
  12. 12. Giraffa camelopardalis reticulata (De Winton, 1899) Girafa-reticulada – É a mais elegante e maior dentre as subespécies (os machos podem alcançar 6 metros de altura), com corno nasal. Vive na região Oriental, leste da África, pouco acima da Linha do Equador, na Somália (nativa da árida região sudoeste), Quênia (norte) e Etiópia (sul). Pelagem: É considerada distinta em razão de sua espetacular reticulação. Distingue-se facilmente por sua pelagem, uma delgada e definida retícula branca separa as suas manchas de coloração intensa, com vários e pequenos espaços entre si. Manchas grandes e poligonais bem definidas. Os blocos podem, às vezes, serem de coloração vermelho escuro e cobrir as pernas inteiras.
  13. 13. Giraffa camelopardalis tippelskirchi (Matschie, 1898) Girafa-massai – É a menor de todas as subespécies (as fêmeas podem ser menores que 4 metros de altura), pequeno corno nasal (geralmente possuem dois cornos e uma saliência no meio da testa que pode compreender um terceiro corno). Com a maior população das subespécies, vive pouco abaixo da Linha do Equador, na região fronteiriça entre o Quênia e a Tanzânia, onde habitam os massais. É endêmica da região que compreende a reserva natural Masai Mara. Pelagem: Manchas irregulares que se estendem às pernas (padrão de manchas mais irregular entre todas), em forma de folha de videira, cor-de- chocolate, podem aparecer como rosetas de marrom escuro, com o fundo creme-amarelado, ou seja uma coloração chocolate escuro sobre um fundo amarelado.
  14. 14. Giraffa camelopardalis thornicrofti (Lydekker, 1903) Girafa-zambiana – Estatura pequena, sem corno nasal. Ameaçada de extinção, vive no sul da Linha do Equador, apenas no extremo leste e norte da Zâmbia, no sul do Vale Luangwa, de onde são endêmicas. Pelagem: Destingui-se por desenhos estrelados que se estendem às pernas. As manchas escuras da girafa-zambiana lembram folhas secas e são de tamanho irregular; parecida com a massai.
  15. 15. Giraffa camelopardalis angolensis (Lydekker, 1903) Girafa-angolana – Rara, sem corno nasal. Ameaçada de extinção, vive no sul da Linha do Equador, em Angola (sul), Namíbia (norte) Botsuana (oeste) e na Zâmbia (oeste). Pelagem: Manchas largas, grandes e irregulares, relativamente leve na cor, sub-quadrangulares com seus contornos bem marcados, algumas com vincos envolta de seus contornos, manchas espaçadas que se estendem às pernas.
  16. 16. Giraffa camelopardalis girafa (Boddaert, 1785) Girafa-sul-africana – Sem corno nasal. Com grande população, vive no sul da Linha do Equador, na África do Sul (norte), Botsuana, Moçambique, Zimbábue (sul), Namíbia e Suazilânida (introduzida). Pelagem: Manchas irregulares, arredondadas, descoloridas e mais espaçadas, algumas com extensões tipo retângulos com um tom amarelo queimado de fundo que se estendem às pernas inteiras.
  17. 17. DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
  18. 18. Em suma, as manchas pardas possuem um padrão único para cada indivíduo e o auxilia a se mimetizar por entre as sombras das árvores onde habitam. Além do mimetismo para escapar dos predadores, outra função relevante das manchas na pele de uma girafa é a de que cada mancha atua como liberação de calor corporal.
  19. 19. Referências (em inglês)  Gould, Stephen jay. 1996 (maio). The Tallest Tale. Natural History vol. 105 nº 5  Simmons & Scheepers. 1996. Winning by a Neck: Sexual Seletion in the Evolution of Giraffe. The American Naturalist vol. 148

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