Cultura empresarial nos EUA - Como os portugueses podem
beneficiar
Somos portugueses e temos tudo o que precisamos e ainda...
Ter este sentimento de que os objetivos são de todos, e é responsabilidade de todos criá-los e melhorá-los é também
algo q...
Arriscar
É aceite e encarado de forma natural que, na vida e nos negócios, é preciso arriscar. Falhar não é tido como o fi...
individual, foco nos objetivos e da sua vontade de arriscar.
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Cultura empresarial nos eua como os portugueses podem beneficiar

173 visualizações

Publicada em

Cultura empresarial nos eua como os portugueses podem beneficiar

Publicada em: Turismo
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
173
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Cultura empresarial nos eua como os portugueses podem beneficiar

  1. 1. Cultura empresarial nos EUA - Como os portugueses podem beneficiar Somos portugueses e temos tudo o que precisamos e ainda mais. Por vezes, também achamos que nos falta muita coisa mas a verdade é que a nossa base humana é muito rica e muito especial quando olhamos à nossa volta e quando olhamos também para outros povos e outros países. Quem não conhece e fica a conhecer os portugueses passa a acrescentar mais um país e o seu povo às suas preferências. Claro que nem tudo são rosas. Todas as culturas têm os seus altos e baixos, os seus atrativos e os seus defeitos mais ou menos suportáveis. Também os portugueses os têm. Não desvirtuam a qualidade humana deste povo nemdiminuem a sua qualidade. Apenas, se calhar, poderíamos dizer que acabam por fazer com que, este maravilhoso povo, não aproveite em pleno todas as suas qualidades e não tire partido de todas as oportunidades. O importante aqui é sermos nós próprios e encontrarmos a forma que funciona para nós. Não tanto nos tentarmos tornar norte-americanos para que isso jogue a nosso favor, mas vermos o que eles fazem de tão bem e tornar essa forma de ser e estar a nossa forma. Desde que veja a mais-valia de adquirir novas competências que o ajudem a melhorar as suas capacidades e eficiência, é quanto baste.A mudança não será, provavelmente, pequena como também os resultados da mesma não serão insignificantes. Muito se diz sobre a emigração e o infortúnio dos portugueses serem obrigados a emigrar. E é verdade, ninguém se deveria ver forçado a sair do seu próprio país para ter a oportunidade de garantir um trabalho. Por outro lado, estando nessa situação ou não, pois também há quem vá de livre vontade, é importante ver que existe também um grande benefício para cada emigrante. Este benefício acaba por ser pessoal e intransmissível. Ter a oportunidade de conhecer, de perto, uma outra cultura e aprender como os outros reagem perante os mesmos estímulos é de uma riqueza e valor humano tão grande que por vezes não nos apercebemos de imediato. Por vezes, só quando regressamos ao nosso país de origem nos conseguimos aperceber do nosso percurso e evolução pessoal. Para quem vive em terras lusa e não pode beneficiar dessa aprendizagem, diretamente na fonte, aqui ficam alguns aspetos da cultura empresarial americana que o podem ajudar no seu trabalho e na sua vida pessoal. www.esta.pt Individualidade Desde tenra idade os norte-americanos são encorajados a serem independentes e a definirem os seus próprios objetivos na vida. São incentivados a não depender muito dos outros, incluindo os seus amigos, professores e pais. Conduzir o trabalho de forma autónoma e ter uma constante “Can do attitude” é também uma caraterística desta nação. É dada muita importância à iniciativa individual.Os superiores hierárquicos são consultados apenas quando é absolutamente necessário, sendo o trabalho conduzido de forma autónoma a maior parte do tempo. Aqui uma boa pitada desta individualidade e iniciativa na cultura empresarial e profissional portuguesa não iria causar estragos. Muito pelo contrário, tornaria cada profissional mais envolvido no seu trabalho e com um propósito de ser um elemento fundamental na criação de melhores serviços e sua prestação. Orientação para os objetivos A gestão por objetivos é também uma prática comum. E aqui todos os envolvidos participam, ou podem participar de forma ativa, na definição dos objetivos e do caminho a seguir. São também recompensados quando alcançam os seus objetivos.
  2. 2. Ter este sentimento de que os objetivos são de todos, e é responsabilidade de todos criá-los e melhorá-los é também algo que criaria impacto na sociedade portuguesa. Mais do que entender os objetivos que alguém criou e procurar atingi-los é também importante ser um indivíduo que os questiona e os melhora. Trabalhadores e competitivos Uma das carateristicas que mais define os norte-americanos é o seu lado trabalhador e competitivo. Mais do que fazer o trabalho é preciso fazer o trabalho bem feito. Antes de competirem com os outros, eles competem com eles próprios nessa ambição de apresentar sempre um trabalho de qualidade e sem falhas. Os portugueses são trabalhadores e bons trabalhadores. Às vezes pecam por não terem a preocupação de serem competitivos consigo próprios. Mais do que apenas entregar o que é pedido é terem a vontade de surpreender e acrescentarem algo de novo. www.esta.pt Abordagem win/win “Quero vencer e quero que você ganhe também”. Esta é uma abordagem muito utilizada. Criar soluçõesem que todos os participantes possam retirar os seus benefícios. Por vezes, gostamos mais de resolver o problema que diz respeito à nossa “quinta” do que procurar uma solução que beneficie todos os envolvidos no problema. Procurar ter uma postura que promova uma solução mais abrangente pode trazer-lhe melhores benefícios no futuro. Mudança Há sempre uma abertura em relação à inovação e mudança. O que é novo é bom. A mudança é encarada de forma positiva e está sempre presente na vida empresarial norte-americana. Assim sendo, aceitar novas ideias torna-se não só fácil como uma forma de estar natural. Esta forma positiva de encarar a mudança e o que é novo é algo que os portugueses devem acolher para seu próprio benefício. O “Velho do Restelo” tem o seu lugar e importância mas não deve impedir os portugueses de descobrirem novas formas de fazer as coisas e evoluir. Think big A mentalidade dos norte-americanos é pensar sempre em grande. Conseguir o trabalho mais bem pago, uma casa melhor, tornar a celebração de um evento inesquecível, levar o negócio a um outro nível que outros não ousariam sonhar, são alguns dos exemplos desta abordagem muito própria. Aqui o importante é fazermos o raciocínio para aquilo que podemos empreender no momento e para aquilo que gostaríamos de fazer se pudéssemos. Pensar em grande é um exercício válido e ambicioso, e que deve ser sempre posto em prática pelos portugueses. Somos muito inventores e empreendedores. É preciso não esquecer estas qualidades. Tempo é dinheiro A frase “Time is money” é bem conhecida dos norte-americanos. É bem entendido e aceite que não deve perdertempo, porque pode usá-lo para ganhar dinheiro. Da mesma forma, se não utilizar o tempo de trabalho para ganhar dinheiro, estamos na verdade a perder dinheiro. Se há área onde podemos aprender muito é na gestão do tempo. Iniciar as reuniões, e acabar, a tempo e horas. Ir direto ao assunto. Cumprir horários e calendários são tudo situações onde os portugueses continuam a ter um caminho considerável a percorrer. E a ter de se ajudar mutuamente a combater esta mentalidade onde o atraso parece ser a norma e não a exceção.
  3. 3. Arriscar É aceite e encarado de forma natural que, na vida e nos negócios, é preciso arriscar. Falhar não é tido como o fim. É apenas uma parte do processo. Se acontecer falhar, é preciso tentar novamente e prosseguir o caminho. Bem podemos acolher esta caraterística com mais ousadia. Arriscamos mas não muito. Temos de incluir na nossa forma de agir um maior grau de risco. Os melhores resultados vêm muitas vezes desses riscos, pequenos ou grandes, que encaramos e que não nos devem impedir de avançar no caminho. Informalidade Se são muito focados nas suas responsabilidades, por outro lado são também muito relaxados noutros aspetos. A utilização dos títulos académicos ou outros é raramente utilizada e a maior parte das vezes as pessoas tratam-se pelo nome próprio. Esta caraterística vem refletir o ideal, prevalecente na cultura americana, de que todos "são criados iguais" e têm os mesmos direitos. Mais do que praticar e promover o uso dos títulos académicos e restantes patentes devíamos antes perceber que um tratamento mais próximo e um discurso coloquial promovem a motivação e o sentimento de pertença. www.esta.pt Serviço ao cliente Se existe um sítio onde poderá testemunhar os maiores cuidados na atenção ao cliente é, sem dúvida, nos Estados Unidos da América. Aqui o cliente é considerado um “rei” e tudo é feito para o agradar. Muito tem sido feito em Portugal neste sentido mas ainda há espaço de melhoria. Quem ainda não entrou num estabelecimento de comércio em que a atitude do vendedor não é das mais entusiastas? Comunicação A forma de comunicar que utilizam é coerente com a sua postura nos negócios. São energéticos, positivos e centrados na ação. Frases como “Let’s do this”, “Make it work” e “Let’s Rock and Roll” são utilizadas regularmente e são uma forma de dar o mote e motivar a ação. A atitude é grande parte da solução. Focar a comunicação mais no que vamos conseguir fazer do que naquilo que vamos deixar por fazer é um bom exercício.Sim, também nós podemos e devemos praticar o slogan “yes, we can”. Agora que vai ou planeia visitar os Estados Unidos nas suas férias, visite também outros sítios que provavelmente consideraria improvável visitar. Enquanto está em Portugal e, para além de tratar dos seus documentos pessoais tem também de obter um documento ESTA (Sistema Eletrónico de Autorização de Viagem). Este documento permite aos cidadãos portugueses viajar para os Estados Unidos da América, sem visto, para estadias tradicionais até 90 dias. À medida que vai tratando destes documentos porque não investigatambém o que fazem os seus colegas nos Estados Unidos? Porque não explora possíveis contactos, propõe-lhes uma curta reunião ou encontro e vai visitar alguns dos sítios onde trabalham os seus “colegas” norte-americanos? Acredite que eles estão sempre disponíveis para estabelecer potenciais contactos de parceria ou negócio com colegas europeus. E sim, pode ser a última coisa que lhe apetece fazer nas férias: visitar locais de trabalho parecidos com o seu. Mas veja as coisas de forma diferente: este pode ser também um passeio turístico. Apenas tem de ir com os seus sentidos bem despertos, para aproveitar a ocasião, e conhecer como os seus homólogos norte-americanos fazem um trabalho idêntico ao seu. Nos dias que correm é importante que todos os profissionais estejam a par das tendências de mercado e atentos às melhores práticas de trabalho na sua área. Que melhor forma de aprender, o que lhe pode vir a ser útil, senão em passeio. Mas cuidado, pode de facto conseguir ir mais além do que o planeado. Você pode tornar-se, também, num futuro contacto destes seus colegas. Quando eles quiserem abordar a Europa, a península ou o mercado português é muito provável que o contactem.Será provavelmente uma situação win/win que resultou da sua iniciativa
  4. 4. individual, foco nos objetivos e da sua vontade de arriscar.

×