Minicurso 2 Aula

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Minicurso 2 Aula

  1. 1. [email_address] Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes P roposta me todológic a par a p esquisa s n a ciber cultura Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes (Universidade de Sorocaba) E tnografi a Virtua l e L inguística A plicada NETNOGRAFAFIA EM LINGUÍSTICA APLICADA – 2010 - UECE
  2. 2. EMENTA EMENTA EMENTA NETNOGRAFAFIA EM LINGUÍSTICA APLICADA – 2010 - UECE [email_address] Prof. Dr. Luz Fernando Gomes Professores de línguas Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes (Universidade de Sorocaba) Netnografia Etno grafia E ntra r no campo inter ação ética, h ipertexto E m ultimodalidade, l etramento do pesquisador análise de dados coleta de dados softwares QDA E tnografia vir tual crítica em LA
  3. 3. Etnografia e netnografia [email_address] Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes “ ” Século XIX Comunicação e LA Estudo descritivo da cultura de uma comunidade, ou de algum de seus aspectos fundamentais, sobre a perspectiva de compreensão global da mesma. manter postura inicial de estranhamento do pesquisador em relação ao objeto; considerar a subjetividade; considerar os dados resultantes como interpretações de segunda e terceira mão; e considerar o relato etnográfico como sendo de textualidades múltiplas.” “
  4. 4. NETNOGRAFAFIA EM LINGUÍSTICA APLICADA – 2010 - UECE [email_address] importância da sensação de pertencimento para as interações; para ela as interações online são tão substanciosas quanto as presenciais, Na netnografia, a tecnologia entra como fator primordial, como parte intrínseca do processo de pesquisa e adquire importância fundamental nas interações.
  5. 5. [email_address] Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Chrisitine Hine, 2000 Tem havido é uma tentativa de tradução as interações virtuais em termos convencionais, considerando os artefatos culturais e os documentos como “produtos sociais” e não como “artefatos culturais NETnografia: “ induz a uma sensação de estranhamento ao subverter o sentido de familiaridade que escondem nossas habilidades para nos relacionarmos com outras pessoas... ela problematiza os pressupostos e as coisas dadas como certas que caracterizam nosso cotidiano.” (MOZO, 2005) combinação imersiva de participação cultural e observação, que faz do pesquisador um elemento ativo da pesquisa, a ponto de ser reconhecido como um membro daquela cultura .
  6. 6. Vantagens da Netnografia Kozinets2,002, Monatrdo e Passerino, 2006) Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Slide 16/24 Algumas vantagens da netnografia são: (1) ela pode ser conduzida mais rapidamente que a etnografia; (2) é menos dispendiosa, na medida em que a coleta de dados pode ser feita via computador, através de download de material textual, sem, necessariamente requerer o deslocamento do pesquisador; (3) pode ser menos subjetiva já que possibilita a coleta de vários tipos de materiais.
  7. 7. [email_address] (Hine, 2000; Shah, 2005) Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Slide 10/24 A INTERNET é ao mesmo tempo um contexto e um artefato cultural. Por artefato cultural, Shah entende como sendo “ um repositório vivo de significados compartilhados produzidos por uma comunidade de ideias. Nesse sentido, os blogs, as salas de aula virtuais, alguns sites educacionais (principalmente) são artefatos culturais. O etnógrafo, ao “entrar no campo” e interagir leva consigo suas crenças, identidade ética, orientação sexual, etc.
  8. 8. Comunidades virtuais (Kozinets, 1997) COMUNIDADE E REDE DE PESSOAS Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes DOIS tipos de comunidades virtuais: as puras e as derivadas. As puras são aquelas em que as relações se dão apenas mediadas por computador. As derivadas são aquelas em que as comunicações são ambas face-a-face e mediadas ( 1) os indivíduos devem estar familiarizados entre si; (2) linguagem, normas e símbolos específicos devem ser compartilhados; (3) as identidades devem ser reveladas; (4) deve-se perceber um esforço na manutenção e preservação do grupo pelos participantes .
  9. 9. Hine (2005), Olhar de dentro Slide 20/24 O LUGAR DO OLHAR “ o n etnógrafo habita uma espécie de mundo intermediário, sendo simultaneamente um e st ranho e um nativo, tendo que cercar-se suficientemente tanto da cultura que estuda para entender seu funcionamento, como manter a distânc ia n ec essária para dar conta de seu estudo.”
  10. 10. UGAR DE FLUXOS E INTERAÇÕES [email_address] REFLEXÕES SOBRE O LUGAR LUGAR reporta-se a um acontecimento, a um mito (lugar-dito) ou a uma história (lugar-contado), o espaço se aplica a uma extensão ou grandeza temporal. Para Certeau (1990), o espaço é um,”lugar praticado”. O não-luga r é uma espécie de qualidade negativa do lugar.   Lefebvre (1974) toma o espaço como relações sociais tanto entre pessoas e objetos quanto entre objetos que se distinguem de espaços físicos preexistentes .
  11. 11. AINDA O LUGAR Herrera e Passerino (2008,.s/p .): Nos ambientes virtuais o espaço exerce apenas presença simbólica, portanto, desprovido de barreiras físicas, mas os mesmo tempo transpassado por linhas estabelecidas cuidadosamente entre os atores sociais que interagem neste mundo artificial, permitindo que se pense em esferas de relacionamento e interação flexíveis e mais mutáveis que as suas contrapartes que circundam o não-virtual.
  12. 12. COLETA DE DADOS [email_address] Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Entrada Cultural dados podem ser de dois tipos: aqueles que o pesquisador “baixa” ou copia diretamente dos ambientes virtuais em que realiza a pesquisa e os que obtém como observador da comunidade, seus membros, interações, etc. as notas de campo das experiências em ambientes virtuais devem ser combinadas com os artefatos da cultura em estudo, ou seja, postagens, trocas de emails, arquivos de áudio e de vídeo
  13. 13. Texto exclusivamente digital, cuja característica principal está na centralidade dos links para a consecução da leitura . Digital Links Âncoras Interatividade Diversidade de percursos (...) Hipertexto e Netnografia [email_address] Espaço Hiperbólico Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Ambiente hipermídia etnográfico (na verdade, um complexo site) que permite integrar diversas mídias (multimodalidade), o que propicia, conforme demonstram no site do projeto, um aprofundamento nas análises etnográficas, com a leitura não sequencial, feita por meio dos links ao banco de dados organizado pelos pesquisadores, configurando-se como uma ferramenta de pesquisa flexível e reflexiva.
  14. 14. IDENTIDADE DOS PARTICIPANTES Nada de pressa Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Slide 18/24 Uma possível limitação da netnografia é a questão da identidade dos participantes e da veracidade das informações. Assim, o ideal é fazer a tradicional triangulação dos dados e, sempre que possível, coletar dados com fotos, vídeo e áudio. não se faça download de uma centena de mensagens e que o pesquisador envie, ele mesmo, algumas mensagens e diga que fez netnografia. Também ela não se faz em uma semana, com pressa ou pouco tempo
  15. 15. (HERRERA & PASSERINO, 2008). Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Slide 17/24 Em mensagens escritas em fóruns, emails, listas de discussão e blogs, por exemplo, por se tratar de textos escritos, existe a possibilidade de se construir uma narrativa ou elaborar uma opinião sem que ela seja interrompida interrompendo a linha de raciocínio; além disso, o texto pode ser melhor elaborado. Pode-se mesmo, desligar o computador, mudar de identidade, de opinião, o que seja, sem que haja alguma consequência.
  16. 16. Kozinets (1998), Presença e ausência virtuais Slide 21/24 Por outro lado, a questão da presença ou ausência virtual é merecedora de atenção, na medida em que podemos estar presentes mesmo off-line, através de nossos posts. De qualquer forma, as pessoas tem existência real para os participantes da mesma comunidade, o que traz consequências em muitos aspectos no comportamento dos membros da comunidade, em outras palavras, criam uma cultura, ou melhor, uma cibercultura.
  17. 17. Kozinets (2002) e salientadas por Montardo & Passerino (2006, p.7) Slide 19/24 ALGUMAS QUESTÕES ÉTICAS 1- fóruns online são considerados públicos ou privados? 2- o que constitui “consentimento informado” no ciberespaço? Afinal de contas, os participantes de comunidades on-line não intencionam gerar dados de pesquisa quando estão interagindo na internet. observar a: (1) privacidade; (2) a confidencialidade; (3) apropriação de histórias pessoais e (4) o consentimento informado. Os pesquisadores, no caso de pesquisas em blogs, precisam entrar em contato com os bloggeiros ,nos próprios blogs, identificarem-se e explicitarem seus objetivos e interesses de pesquisa e obter o consentimento informado.
  18. 18. HAMMERSLEY & ATKINSON (193, p. 89, apud HINE, 2000, p.14) p ANÁLISE DE DADOS Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Slide 22/24 a última unidade de análise não é a pessoa, mas o comportamento ou o ato. A predominância de dados qualitativos não impede, porém, cruzamentos com dados quantitativos como quantidade de links de web sites, por exemplo as estratégias metodológicas podem variar bastante ao longo da pesquisa, devendo, inclusive as definições dos objetos (que também são sujeitos/pessoas!) de pesquisa emergirem e não serem pré-determinados, já que a própria inserção do pesquisador no campo auxiliará na delimitação do recorte do objeto.
  19. 19. Softwares para análise qualitativa Slide 23/24 MAXqda Professional http://www.maxqda.com/ N6 ( antes QSR Nud*ist ) http://www.qsrinternational.com//default.aspx The Ethnograph http://www.qualisresearch.com / 4.1 Atlas.ti http://www.atlasti.com/intro.shtml
  20. 20. AVALIANDO O MINICURSO http://sites.google.com/site/eaduniso2009 / FORMAÇÃO DE PROFESSORES Prof. Dr. Luiz Fernando Gomes Slide 24/24

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