FLÂNEUR, HOJE ?<br />
Onde estão os poetas, os dândis, os olhos das ruas?<br />
“Ou a cidade contemporânea, vista por muitos como crescentemente destituída de espaços públicos (os “espaços sem lugar”) é...
De que modo a visão através da janela de um  ônibus é diferente da percepção de um flâneur que perambula?<br />
“tornar o estranho familiar e o familiar estranho”. Era preciso ver a cidade com novos olhos, como se fosse a primeira vez...
“Caminhar na cidade” assume essa posição em sua crítica da cidade planejada e legível. Dessa cidade do plano ou do mapa, t...
“É possível ver a cidade como uma alegoria dos mortos, com os prédios servindo de monumentos com faces vazias a serem pree...
O flâneur desenvolve, portanto, sua sensibilidade estética nas oscilações entre envolvimento e distanciamento, entre imers...
Clochards  paulistanos , seriam eles flâneurs ?<br />
“A cidade é então uma fonte de alegorias. Para se referir à confusão de mercadorias e fragmentos de cultura de consumo. “<...
Em meio à cidade, que não vê mais , o flâneur de hoje substituiu a janela, a rua pelo monitor do computador ou pela televi...
E os livros? Fazem parte da vida do flâneurvirtual?<br />“Mas há a questão de até que ponto esse potencial para ‘folhear’ ...
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O Flâneur, a cidade e a vida pública virtual- Mike Featherstone

  1. 1. FLÂNEUR, HOJE ?<br />
  2. 2. Onde estão os poetas, os dândis, os olhos das ruas?<br />
  3. 3. “Ou a cidade contemporânea, vista por muitos como crescentemente destituída de espaços públicos (os “espaços sem lugar”) é incapaz de acomodar a flanerie? “<br />
  4. 4. De que modo a visão através da janela de um ônibus é diferente da percepção de um flâneur que perambula?<br />
  5. 5. “tornar o estranho familiar e o familiar estranho”. Era preciso ver a cidade com novos olhos, como se fosse a primeira vez.”<br />
  6. 6. “Caminhar na cidade” assume essa posição em sua crítica da cidade planejada e legível. Dessa cidade do plano ou do mapa, tem-se dito que proporciona uma vista à vol d’oiseau da vida urbana. Algo que deve ser contrastado com a vista de baixo, “de toupeira”, quando nos movemos pelos bancos e passagens, pelo labirinto que contém a “vida degradada”, a cidade, como diz Certeau, de caminhantes que escrevem a cidade sem poder lê-la. “<br />
  7. 7.
  8. 8. “É possível ver a cidade como uma alegoria dos mortos, com os prédios servindo de monumentos com faces vazias a serem preenchidas por aqueles que viveram.”<br />
  9. 9. O flâneur desenvolve, portanto, sua sensibilidade estética nas oscilações entre envolvimento e distanciamento, entre imersão emocional e descontrole, e momentos de registro e analisa cuidadosos da “colheita aleatória” de impressões das ruas.<br />
  10. 10. Clochards paulistanos , seriam eles flâneurs ?<br />
  11. 11. “A cidade é então uma fonte de alegorias. Para se referir à confusão de mercadorias e fragmentos de cultura de consumo. “<br />
  12. 12. Em meio à cidade, que não vê mais , o flâneur de hoje substituiu a janela, a rua pelo monitor do computador ou pela televisão .<br />
  13. 13. E os livros? Fazem parte da vida do flâneurvirtual?<br />“Mas há a questão de até que ponto esse potencial para ‘folhear’ é deliberadamente absorvido ou realçado na construção do meio ou produto” <br />

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