G . R . B. C DO BARRIGA
Sede: Rua Mar Grande nª 332 – Cordovil
Fundação : 20 de Janeiro de 1944
Quem sou eu? Sou o papel, ...
Viajei no tempo, na memória, nos sentimentos,
Na história...
Prensado na rotativa, impresso, expresso.
Dia, dia sou notici...
Transformam-me em brinquedo, pipas que colorem os céus,
barquinhos que navegam pela imaginação, rosas dos ventos
que giram...
Há papel em tudo:
Há papel no estudo, E na formatura, Há papel no
canudo.
Quando alguém nasce, Registra-se em papel;
Quand...
O papel corre o mundo, Em carta e cartão.
Mas o cheque sem fundo É um papelão!
O papel é livro.
O papel de parede É um pap...
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2014 do barriga

  1. 1. G . R . B. C DO BARRIGA Sede: Rua Mar Grande nª 332 – Cordovil Fundação : 20 de Janeiro de 1944 Quem sou eu? Sou o papel, minha historia vou lhe contar. Pois sou dos segredos dos mais antigos da humanidade. Nasci lá pelas bandas do Egito Viajei por todo o Ocidente e Oriente Guardei os escritos e mandamentos Revelei novos mundos, e grandes conquistas. Na seda e fibra da mãe natureza, na china me transformei. Sob o fardo de uma pena me tornei papel Fui decorado, coroado como um rei. Tornei-me popular por onde passei. Em minhas paginas, os homens escreveram historias que atravessaram o tempo. Nas mãos de um poeta, ganhei a vida, revive.
  2. 2. Viajei no tempo, na memória, nos sentimentos, Na história... Prensado na rotativa, impresso, expresso. Dia, dia sou noticia informação para você. Nas assas da paz, fui mensageiro das emoções e de grandes paixões, viajei pelo mundo em cartas e cartões. Vivo por ai de mão em mão, pois como bem sabem tenho sim o meu valor, afinal sou a cara da riqueza e comigo quase tudo se enfrenta. Carimbado, assinado, registrado coloco tudo preto no branco, afinal vale o que em mim estiver escrito. Talvez por isso possa dizer que sou a sorte do apostador, E o desgosto do devedor, sou a receita do doutor para curar o desamor. Sou de grande importância para toda a humanidade, Pois ao logo de seu tempo eduquei crianças de varias gerações. E posso lhe afirmar que ainda sou capaz de transforma o mundo. Pois de posse de uma folha em branco, todos são capazes de reinventar e reescrever a sua trajetória. Abrir os portais para um mundo lúdico, Onde com as mãos dobrando, recortando e colando.
  3. 3. Transformam-me em brinquedo, pipas que colorem os céus, barquinhos que navegam pela imaginação, rosas dos ventos que giram pelo ar, revelando, arte, sonho e fantasia. Mais por hora, só lhe peço um favor, não me jogue no chão, não me faça de vilão da poluição. Pois já passei de mão em mão, e não quero ver você tendo que pagar, por me abandonar por ai, jogado em qualquer esquina. Pense, use a consciência, e preciso me reciclar, me transformar, para que juntos posamos ver o amanhã florir. Pois afinal ainda quero seguir com você, livre e solto por ai no meio desta multidão. Bailando pelo ar, em forma de confete e serpentina. Vendo você feliz da vida, fazer seu papel neste carnaval. ---------------------------------------------- Raphael Ladeira - Carnavalesco ---------------------------------------------- - André Lucio Sabino (Miranda) – Presidente
  4. 4. Há papel em tudo: Há papel no estudo, E na formatura, Há papel no canudo. Quando alguém nasce, Registra-se em papel; Quando alguém morre, Registra-se em papel. A biografia, A radiografia, Que papelaria! Em tudo há papel: O papel condena, O papel absolve, O papel permanece, O papel dissolve. O papel às pressas, Na rotativa. O papel impresso, a noticia em papel. O papel registra, O papel conquista, O papel descreve, O papel prescreve. Sem o papel não se escreve, Sem papel não há arte Que papel importante, Representa o papel! Há papel na minha mão: É a certidão. Há papel no meu pé... É bola de papel. O papel que enriquece: É a loteria. O papel que aborrece: É a conta atrasada. O papel que entristece: É a carta rasgada. O papel da alegria: O papel do presente. O papel que anuncia: O papel envolvente.
  5. 5. O papel corre o mundo, Em carta e cartão. Mas o cheque sem fundo É um papelão! O papel é livro. O papel de parede É um papel que se lava. No papel se lavra A ordem de prisão, A libertação. O passe, A posse, Em tudo há papel: O papel apresenta, O papel representa, Com o papel-moeda, Quase tudo se enfrenta: O papel do contrato, O preto no branco, O papel do retrato, O branco e o preto. Meu papel ninguém tasca: E o papel pega-mosca? O papel colorido, O papel de balão. Ontem vi um vestido, Papel e confecção. O papel que eu devo O papel que eu pago Se em papel eu escrevo, Do papel sou escravo, Mas como o futuro Corre acelerado, Mais certo e seguro e o papel passado A curta mensagem Perderá o valor (a primeira viagem No papel do escritor) Será ultrapassada. E o leitor infiel, Fará dela uma bola. Também de papel, E será esquecida, em sua solidão. Atirada num canto, Qualquer do porão. (Autor desconhecido)

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