Economia solidária

107 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
107
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
2
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Economia solidária

  1. 1. LUCIANO M DE SOUZA AGRO2010 ECONOMIA SOLIDÁRIA ECONOMIA SOLIDÁRIA O SEGUINTE TEXTO VEM AO CASO COMO COMPLEMENTO AOS OUTROSTEMAS AQUI CITADOS. NO ENTANTO TEMOS O OBJETIVO DE CITAR O QUE ÉECONOMIA SOLIDARIA E ALGUMAS DE SUAS CARACTERÍSTICAS. 8.1 O QUE É ECONOMIA SOLIDÁRIA: Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, comprar etrocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levarvantagem, sem destruir o ambiente. Cooperando, fortalecendo o grupo, cadaum pensando no bem de todos e no próprio bem. A economia solidária vem se apresentando, nos últimos anos, comoinovadora alternativa de geração de trabalho e renda É uma resposta a favor dainclusão social. Compreende uma diversidade de práticas econômicas e sociaisorganizadas sob a forma de cooperativas, associações, clubes de troca, empresasautogestionárias, redes de cooperação, entre outras, que realizam atividades deprodução de bens, prestação de serviços, finanças solidárias, trocas, comérciojusto e consumo solidário. 8.2 CARACTERÍSTICA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA a. Cooperação: existência de interesses e objetivos comuns, a união dos esforços e capacidades, a propriedade coletiva de bens, a partilha dos resultados e a responsabilidade solidária. Envolve diversos tipos de organização coletiva: empresas autogestionárias ou recuperadas (assumida por trabalhadores); associações comunitárias de produção; redes de produção, comercialização e consumo; grupos informais produtivos de segmentos específicos (mulheres, jovens etc.); clubes de trocas etc. Na maioria dos casos, essas organizações coletivas agregam um conjunto grande de atividades individuais e familiares. b. Autogestão: os/as participantes das organizações exercitam as práticas participativas de autogestão dos processos de trabalho, das definições estratégicas e cotidianas dos empreendimentos, da direção e coordenação das ações nos seus diversos graus e interesses, etc. Os apoios externos, de assistência técnica e gerencial, de capacitação e assessoria, não devem substituir nem impedir o protagonismo dos verdadeiros sujeitos da ação. 8 2
  2. 2. c. Dimensão Econômica: é uma das bases de motivação da agregação de esforços e recursos pessoais e de outras organizações para produção, beneficiamento, crédito, comercialização e consumo. Envolve o conjunto de elementos de viabilidade econômica, permeados por critérios de eficácia e efetividade, ao lado dos aspectos culturais, ambientais e sociais. d. Solidariedade: O caráter de solidariedade nos empreendimentos é expresso em diferentes dimensões: na justa distribuição dos resultados alcançados; nas oportunidades que levam ao desenvolvimento de capacidades e da melhoria das condições de vida dos participantes; no compromisso com um meio ambiente saudável; nas relações que se estabelecem com a comunidade local; na participação ativa nos processos de desenvolvimento sustentável de base territorial, regional e nacional; nas relações com os outros movimentos sociais e populares de caráter emancipatório; na preocupação com o bem estar dos trabalhadores e consumidores; e no respeito aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. COMÉRCIO JUSTO: O comércio justo é baseado em uma série de princípios que buscam ajustiça na cadeia produtiva, ou seja, criar uma cadeia produtiva que gere umarelação de ganha-ganha entre todos os elos que fazem parte dela,especialmente o pequeno produtor. É um comércio onde paga-se um preçojusto pela produção desse pequeno produtor, seja ele um artesão ou umprodutor rural, onde se tem igualdade entre homem e mulher, existe umtrabalho de transparência, tem a questão da sustentabilidade, do meioambiente, não existe o trabalho infantil, e sim boas condições de trabalho. E, portrás disso, há também uma certificação, um selo para aqueles produtores oucomerciantes que seguem o comércio justo e lançam seus produtos no mercado.Eles podem buscar um processo de certificação, onde existe uma auditoria queavalia a relação comercial, e recebem um selo, que vai ser colocado naembalagem do produto e o consumidor, através desse selo, identificar se aqueleproduto é de comércio justo. 9 2
  3. 3. LUCIANO M DE SOUZA AGRO2010 ECONOMIA SOLIDÁRIA O principal desafio das empresas migratórias ao comércio justo é ela terque olhar para dentro da própria cadeia produtiva e reavalie a forma como elavem trabalhando. No Brasil ainda é muito recente, existe pouca informação, Enão existe um consumidor que conhece o comércio justo e demande isso naprateleira do supermercado, contudo O principal desafio é essa mudança parauma cultura que seja de parceria, e não de exploração. 10

×