03 monografia - apresentação 2012 - luiz alberto

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  • Oi!

    Tudo bom com vc!
    ÓTIMA A APRESENTAÇÃO... PARABÉNS. VOU DEFENDER A MINHA NO PRÓXIMO MÊS... ESTOU MUITO NERVOSA. COM TEMA QUASE PARECIDO O VOSSO.
    Sou Idalina de Angola... Li o seu trabalho e amei as dicas que vc foi dando. Se vc não se importa me envie tb para mim em Pdf... ou as slides que já tou em 24 para reduzir ...nossa....adorei seu artigo de verdade muito bom, desde de já agradeço.
    Forte abraços pra vc!
    Idalina
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  • Rosinete Silva Educadora em escola publica municipais de Codó-MA
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03 monografia - apresentação 2012 - luiz alberto

  1. 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – CAMPUS VIII LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DOCÊNCIA E GESTÃO DE PROJETOS EDUCATIVOS Trabalho de Conclusão de Curso “Monografia”COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA: UM ESTUDO SOBRELIDERANÇA EDUCACIONAL NO AMBIENTE ESCOLAR Docente TCC: Prof. Esp. Edjane Gomes de Souza Soares Orientador Monografia: Prof. Esp. Eloy Lago Nascimento Docente Convidada: Prof. Esp. Viviane Soares Carvalho Orientando: Luiz Alberto Silva Souza
  2. 2. TEMACOORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E LIDERANÇA ESCOLAR
  3. 3. JUSTIFICATIVAA escolha do tema surgiu da convivência diária nosespaços escolares formais, a partir da observação e daprópria participação nos horários de trabalho pedagógicocoletivo (HTPC), onde foi possível tomar conhecimentodas preocupações dos professores quanto apresença/ausência de coordenadores pedagógicos naescola, assim como das atitudes e posturas destesprofissionais enquanto educadores.
  4. 4. PROBLEMATIZAÇÃOQue papel desempenha a coordenação pedagógica comoliderança no processo de ensino e aprendizagem, assimcomo na formação continuada de professores no âmbitoescolar?Como, no desempenho de suas atribuições, acoordenação pedagógica contribui para a eficácia equalidade do trabalho do professor, constituindo-se, dessaforma, uma liderança?
  5. 5. HIPÓTESESA coordenação pedagógica apresenta-se, no cumprimentode suas atribuições, como elemento de fundamentalimportância para a consecução dos objetivoseducacionais, bem como pela qualidade do trabalho doprofessor em sala de aula e, consequentemente, tornandoco-responsável pelos resultados no processo de ensino eaprendizagem.
  6. 6. OBJETIVOSGeral Analisar a influência da coordenação pedagógica no resultado da práxis pedagógica, considerando sua participação como liderança na comunidade escolar e sua responsabilidade pelo processo de formação pedagógica docente.Específicos Compreender o papel da coordenação pedagógica, no âmbito de suas atribuições institucionais, para a consecução dos objetivos pedagógicos; Investigar como ocorre a relação entre a coordenação pedagógica e os professores no cotidiano escolar; Diagnosticar de que forma a coordenação pedagógica figura como liderança junto ao corpo docente e discente da escola.
  7. 7. CONTRIBUIÇÕES DOS AUTORES FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICABRANDÃO: EducaçãoGADOTI & ROMÃO: Autonomia da escolaFERREIRA (Org.): Educação continuada e gestão educacionalHELOÍSA LÜCK: Liderança e gestão educacionalPARO: Gestão democrática da educaçãoPAULO FREIRE: Pedagogia da autonomia e do oprimidoLENHARD: Administração escolarTARDIF: Formação profissional do professorPLACO e ALMEIDA: Ações da coordenação pedagógica METODOLOGIA E ANÁLISECOZBY, DEMO, GIL, MARCONE E LAKATOS, MEDEIROS, MINAYO, RUDIO:metodologia científica
  8. 8. METODOLOGIA “[...] o observador participante enfrenta Pesquisa exploratória grandes dificuldades Familiarização com o que se quer pesquisar para manter a objetividade, pelo fato de exercer Pesquisa bibliográfica influência no grupo, ser influenciado por Conversando sobre o tema antipatias ou simpatias pessoais, e pelo choque dos Pesquisa participante quadros de referência entre Vivenciando a pesquisa observador e observado” (MARCONI e Instrumentalizando a pesquisa LAKATOS, 2002, p. Questionário e Entrevistas 91)
  9. 9. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃOO ESPAÇO DA PESQUISA Fundada em 1976, como Grupo escolar, passou a ter autonomia administrativa como Escola em 1998. Situada na Zona Rural do município de Delmiro Gouveia – AL Funciona nos turnos Matutino e Vespertino Inexistência de Projeto Político Pedagógico Inexistência de Regimento Escolar
  10. 10. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO
  11. 11. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO
  12. 12. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO
  13. 13. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO O QUE DIZEM AS COORDENADORAS“A maioria dos professores fazem sempre da mesma forma. Algunsmudam os conteúdos. Outros a postura. Mas tendem, na primeiradificuldade, a abandonar as orientações recebidas e fazer do seu jeito”.(Coordenadora 1)“Às vezes nem tenho o que dizer nos planejamentos. Procuro umaforma de melhorar, mas vejo que os colegas não estão nem aí. É cadaum procurando fazer do seu jeito”. (Coordenadora 2)
  14. 14. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO UMA EXPERIÊNCIA DESAGRADÁVEL“Ele perseguia e se mantinha preso a sua opinião. Não ajudava, sócriticava.” (Professora 3)“Ele pensava que a gente tinha que aceitar tudo o que ele dizia. Falavaem lei, cobrava ação, mas não fazia nada. Ficava era sentado numacadeira mexendo no note[book], como se aquilo resolveria. Ele era édesumano.” (Professora 5)“Eu preferia fazer errado a procurá-lo. Ele nunca resolvia mesmo!”(Professora 6)
  15. 15. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO“Pedagogia dá uma visão geral mas, Não acredito que se eu tivesse curso superioracredito, não seria única. [...] O curso de seria diferente, [...]. Os professores são difíceispedagogia é mais uma ferramenta”. de lidar do mesmo jeito, e não gostam muito de(Coordenadora 1) conversa de teoria. (Coordenadora 2)
  16. 16. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO“Rapaz, ela (referindo-se a Coordenadora 2) não consegue nem conversarcom o pessoal. Precisava eu ir lá? E as meninas (referindo-se asprofessoras) disseram que ela não disse o que realmente queria.Sinceramente!” (Diretora)
  17. 17. ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO
  18. 18. CONSIDERAÇÕESNinguém lidera sem a aceitação do grupo ou equipe sob suaresponsabilidade. Da mesma forma que, por mais que admitamos quealguém seja líder nato, não exercerá o papel de líder do dia para noite.Será necessário, antes, que se faça compreender, e a partir dessacompreensão, seja aceito como liderança. Caso contrário, será apenasmais um chefe: temido, mas não respeitado.A postura profissional do coordenador, então, nunca deverá ser rígida,insensível ou inflexível. Pelo contrário, deve estar aberto ao diálogo, aoaconselhamento, a aceitação de opiniões — mesmo que estas lhepareçam absurdas. A crítica ao trabalho dos profissionais que deve,quando houver, ser construtiva, e qualquer insatisfação não deve sertrazida ao grupo publicamente, senão as orientações que possibilitem o“constructo” de considerações positivas.
  19. 19. Para pensar!

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