COLEGIADO DE ADMINISTRAÇÃO
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KÉLIO WOLFRANE SANTOS MACHADO
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1. INTRODUÇÃO
Objetivando analisar os efeitos da Educação Corporativa à Aprendizagem
Contextual na Administração sob a óti...
2. FUNÇÕES BÁSICAS DA ADMINISTRAÇÃO
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saibam também gerir seus conhecimentos para que não haja excesso, em detrimento de
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3 CONCLUSÃO
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BIBLIOGRAFIA
KWASNICKA, Eunice L. Introdução à Administração: Manual do Mestre. 6ª ed. São
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Educação Corporativa

  1. 1. COLEGIADO DE ADMINISTRAÇÃO KÉLIO WOLFRANE SANTOS MACHADO EDUCAÇÃO CORPORATIVA À APRENDIZAGEM CONTEXTUAL VITÓRIA DA CONQUISTA - BA FEVEREIRO 2014
  2. 2. KÉLIO WOLFRANE SANTOS MACHADO EDUCAÇÃO CORPORATIVA À APRENDIZAGEM CONTEXTUAL Atividade avaliativa realizada pelo discente, como requisito de avaliação à disciplina de Administração do Conhecimento - do curso de Administração. 5º Semestre – Unidade I – Noturno. Faculdade Independente do Nordeste – FAINOR. Docente: Rosana Brito Santos. VITÓRIA DA CONQUISTA – BA FEVEREIRO 2014
  3. 3. 1. INTRODUÇÃO Objetivando analisar os efeitos da Educação Corporativa à Aprendizagem Contextual na Administração sob a ótica do conhecimento, bem como, equiparar o processo evolutivo de cada setor em um panorama de antes e depois dos conceitos pesquisados, será avaliado também os efeitos causados pela sua aplicabilidade, na busca de consolidar uma definição concisa e abrangente sobre o tema para o melhor entendimento dessas funções. Também serão elucidados os aspectos que compõem a evolução de todo o processo organizacional baseando-se pelas técnicas colocadas em prática.
  4. 4. 2. FUNÇÕES BÁSICAS DA ADMINISTRAÇÃO Embora haja um leque de funções básicas dentro de uma organização, buscando sempre planejar, organizar, dirigir e controlar todo o seu sistema operacional, haja vista que se tratando de conhecimento, muito poderá influenciar nesses aspectos, restando às empresas recorrerem aos recursos científicos da administração na buscar por mecanismos de adaptação que contribuam às mudanças internas sejam viáveis para os negócios. Todo o problema requer uma solução, a forma de solucionar decorre de uma decisão e, todo fundamento basal que servirá de respaldo para a tomada de decisões, só será plausível se o gestor e seus colaboradores tiverem conhecimento sobre todas as operações fundamentais à organização e sua ascensão no mercado competitivo. Até saber o que se vai vestir exige uma decisão. Em organização existem decisões dos mais variados tipos, de longo prazo, emergenciais, de risco. O processo decisório está inserido na arte de administrar. (KWASNICKA, 2005, pág. 20). A par de que a produção é de fato a engrenagem que alavanca o sistema operacional das empresas, seja na linha de produtos ou serviços, cabe ao gestor munir- se de todo o conhecimento necessário para a tomada de decisão. Produzir é transformar insumos disponíveis em insumos desejáveis: matéria-prima bruta em bens finais ou semifinais, ou ainda prestar serviços a partir do conhecimento de uma técnica ou desenvolvimento de uma tecnologia (KWASNICKA, 2005, pág. 22). Com o objetivo de viabilizar os recursos disponíveis para a transformação e ou desenvolvimento de todo o processo produtivo, os administradores passaram a pensar em novas maneiras de propagar o conhecimento corporativo, de modo a especializar teoricamente todos os seus colaboradores propiciando uma elevação considerável na qualidade profissional, em que eles assumem também uma postura de decisões quando envolvidos empiricamente no processo produtivo, sem que para isso seja necessário a avalição/aprovação de seus superiores, pois todas as competências já serão pré- estabelecidas nas pautas de reuniões, desde as metas cotidianas aos planos emergenciais. Tais comportamentos tornam as bases da empresa mais sólidas, além de trazer um amadurecimento gradativo à corporação de maneira periódica e incessável. Além disso, quanto maior o conhecimento, mais eficiente será a corporação no cumprimento de suas metas, e menores serão as ações emergenciais e consequentemente os riscos de um possível fracasso. Porém para tanto, é de suma importância que todos os envolvidos
  5. 5. saibam também gerir seus conhecimentos para que não haja excesso, em detrimento de energia desnecessária que possa influenciar negativamente no desenvolvimento produtivo, nem a escassez que possa comprometer o processo a ponto de gerar prejuízos à empresa. Ante o exposto, todos os procedimentos foram aplicados dentro da organização, mostrando assim para os colaboradores a importância dos objetivos que a empresa almeja, tanto para o desenvolvimento do processo produtivo, quanto para a boa apresentação do produto final para o público-alvo, trazendo à tona os verdadeiros motivos de se manter um aspecto de qualidade produtiva unilateral, bem como a importância de zelar pelos valores que mantêm a ascensão da empresa por período sustentável e em nível de competitividade no mercado global. Uma vez internalizado a cultura organizacional, em conformidade com a missão pleiteada, os processos passaram a ser melhor conduzidos em total homogeneidade com os setores que a compõem. Além disso, houve uma considerável celeridade nos trabalhos cotidianos, viabilizando a eficiência que antes não seria possível devido à falta de padronização, o que causava um sério gargalo operacional de forma corriqueira e de difícil solução. Todas as ações adotadas pela empresa com o objetivo de alcançar as mudanças desejadas, priorizando sempre um eficaz desenvolvimento funcional, foram permeadas pela necessidade de trabalhar a área psicológica dos seus colaboradores, tentando mostrar que para eles alcançarem seus anseios profissionais e até mesmo pessoais, o mais sensato seria trilhar por caminhos que levassem à corporação um ambiente harmônico, produtivo e totalmente comprometido com os seus valores. Em consequência disso, foram surgindo oportunidades internas que despertaram nos profissionais o desejo de galgar, através da capacitação e do conhecimento uma posição de destaque dentro da organização. Esse interesse individual fez com que ascendesse um desejo mútuo de sempre prestar um excelente serviço, compartilhar o conhecimento pertinente à realização das atividades, trazendo para a empresa a qualificação necessária que a colocara em pé de igualdade diante da concorrência. Atualmente a empresa viabiliza recursos com o objetivo de intensificar suas capacidades, buscando em seus colaboradores a essência do Capital Intelectual que possa influenciar efetivamente no aprimoramento e inovação do processo evolutivo organizacional.
  6. 6. 3 CONCLUSÃO De acordo com os fatores ora transcritos, os vislumbres acerca da educação corporativa à aprendizagem contextual como desafio contemporâneo à Administração, bem como a importância dos efeitos supramencionados, são notoriamente esclarecidos quanto ao comportamento organizacional existente nas empresas e a importância do desenvolvimento de tais funções, cuja relevância, se dá de maneira individual objetivando integralizar um todo para se alcançar um fim. Daí o enfoque sobre o grau de importância entre o financeiro e a contabilidade, assim como os enlaces que definem a interdependências entre ambos.
  7. 7. BIBLIOGRAFIA KWASNICKA, Eunice L. Introdução à Administração: Manual do Mestre. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 2005. DO VALLE, Beto e RIBEIRO, Castro. Da educação corporativa à aprendizagem contextual. Biblioteca Terra Forum Consultores. São Paulo: 2009.

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