Grupo 8       ADILSON TREVISOLDANIEL FERNANDO BALDISSARELLI   MARCOS FELIPE LUNARDI       RICARDO DA SILVA
• GESSO PARA REVESTIMENTO DE PAREDES• PAVIMENTOS SINTÉTICOS• PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA BÁSICA.
O que é gesso?O gesso é um material branco, fino, que em contato com a água se hidrata, formando um produto resistente. A ...
História do GessoO gesso é conhecido há muito tempo, sendo um dos mais antigos   materiais de construção. Escavações compr...
Características do Gesso• Rapidez de aplicação;• Pode-se utilizar qualquer tipo de pintura e acabamento;• É leve, de modo ...
Processo de Fabricação do Gesso• Britagem – fragmentação dos blocos do minério;• Moagem – a gipsita britada é moída em moi...
Técnicas de Aplicações do GessoA utilização do gesso na construção civil, em  forma de revestimento em parede de  alvenari...
Técnicas de Aplicações do GessoO gesso liso possui 2 tipos de revestimento. São  eles:• Gesso Desempenado ou destorcido• G...
Gesso Desempenado ou destorcidoÉ um revestimento aplicado com uma  camada fina de gesso seguindo a  alvenaria, sem corrigi...
Gesso SarrafeadoÉ um revestimento aplicado a partir de mestras, no qual  garante um acabamento perfeitamente nivelado e no...
ExecuçãoGesso Sarrafeado :Etapa 1:Após a mestração das paredes são feitas as taliscas  em gesso, que consiste na colocação...
Gesso Sarrafeado
Gesso SarrafeadoEtapa 2 :A massa é feita a partir da mistura de gesso  lento com água. Em seguida, deve-se misturar  até q...
Gesso Sarrafeado
Gesso SarrafeadoEtapa 3:Lançamento da massa no local onde será  rebocado, utilizando desempenadeira de PVC.
Gesso Sarrafeado
Gesso SarrafeadoEtapa 4:Sarrafeamento da massa com a régua cantoneira,  seguindo as taliscas, mantendo o prumo e o  esquad...
Gesso Sarrafeado
Gesso SarrafeadoEtapa 5:Acabamento final, utilizando desempenadeira  de aço, e posterior limpeza do local de  execução. Li...
Gesso Sarrafeado
Gesso Desempenado ou destorcidoEtapa 1 : Aplicar com rolo de textura média uma demão de   chapisco rolado na superfície  i...
Gesso Desempenado ou destorcidoEtapa 4 : Começar o trabalho pelo teto, aplicando a pasta com o auxílio   de desempenadeira...
Gesso Desempenado ou destorcidoEtapa 7 : Retirar os excessos limpando o teto e a parede com régua de   alumínio. Em seguid...
Gesso Desempenado ou destorcido
Gesso ProjetadoEtapas de Produção do Gesso Projetado :• Preparação da Superfície;• Execução das Mestras;• Projeção da Past...
Fases de Execução do Sistema              ConstrutivoO sistema de revestimento com gesso projetado é  aplicado apenas em á...
Preparação da Superfície da BaseA superfície da base que recebera o  revestimento projetado deve ser rugosa ou  absorvente...
Execução das MestrasAs mestras servem para marcar as áreas de projeção e definir a espessura    final da camada de pasta. ...
Projeção da PastaA pasta é projetada no sentido horizontal, entre asmestras, e de baixo para cima. A quantidade de pastapr...
SarrafeamentoO sarrafeamento é realizado com a régua dealumínio, sempre no sentido vertical e debaixo para cima, evitando ...
AlisamentoQuando a superfície da pasta estabilizar, emaproximadamente duas horas depois dosarrafeamneto, é o momento de in...
EPIs Necessários para à Execução•   Avental;•   Bota de segurança com bico de aço;•   Capacete de segurança;•   Luva de pr...
PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICAHistória da Pavimentação Asfáltica :Os primeiros registros são de 3000 a.C, quando  era usado apenas...
Características da Pavimentação               AsfálticaO revestimento asfáltico é a camada superior  destinada a resistir ...
Características da Pavimentação            Asfáltica
Definições TécnicasConcreto Asfáltico (concreto Betuminoso  Usinado à Quente) :O concreto asfáltico é definido como sendo ...
Macadame HidráulicoCamada de pavimento constituída por uma ou  mais camadas de agregados graúdos, com as  partículas firme...
Classificação• O pavimento asfáltico é classificado em dois  tipos:Flexível :Camadas estabilizadas com asfalto.Rígido :Cam...
Execução do Pavimento AsfálticoLimpeza da Pista: Antes da execução propriamente dita da pintura de   ligação é preciso faz...
Divisões da Pavimentação AsfálticaBases de Brita Graduada:São camadas constituídas de uma mistura de aglomerados dosados d...
PAVIMENTOS SINTÉTICOSTipos de Pavimentos Sintéticos :PaviflexDecorflexAbsolutePavifloorTraffic ELSLinóleumPisos Sintéticos...
Paviflexé o resultado da mais alta tecnologia européia em revestimentos para    ambientes internos. Além de ser versátil, ...
Paviflex
DecorflexDecorflex é um revestimento de piso composto por  camadas de PVC e resina, desenvolvido com alta  tecnologia, que...
Vantagens• Total praticidade e beleza, térmico, macio e muito fácil de limpar;• Grande resistência e uso em ambientes de g...
Decorflex
AbsoluteÉ um revestimento vinílico flexível heterogêneo  para piso, disponível em mantas, com base  pigmentada na cor do p...
Áreas de UsoÉ também um revestimento de piso para tráfego   pesado, projetado para áreas cobertas e   fechadas, que exigem...
PavifloorRevestimento vinílico flexível homogêneo para piso,  disponível em mantas com 2mm de espessura,  composto de resi...
Traffic ELSÉ um revestimento de piso, homogêneo e dissipador de eletricidade estática.   Esse piso é um revestimento viníl...
LinóleumÉ um revestimento de linóleo (espécie de tecido impermeável, feito de juta e   untado como oleo de linhaça e corti...
Pisos Sintéticos PoliesportivosPiso sintético asfáltico (Sport Asfáltico) revestido com amortecedor composto de pó de    b...
Instalação dos Pisos SintéticosNão deve-se aplicar os pisos em cimentados queimados , madeira ou   pedras irregulares. O c...
Ferramentas necessárias•   Desempenadeira de aço lisa, para preparação;•   Espátula nº10, para limpeza;•   Rolo compressor...
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Apresentação Grupo 8

  1. 1. Grupo 8 ADILSON TREVISOLDANIEL FERNANDO BALDISSARELLI MARCOS FELIPE LUNARDI RICARDO DA SILVA
  2. 2. • GESSO PARA REVESTIMENTO DE PAREDES• PAVIMENTOS SINTÉTICOS• PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA BÁSICA.
  3. 3. O que é gesso?O gesso é um material branco, fino, que em contato com a água se hidrata, formando um produto resistente. A produção se da pela mineração e calcinação da gipsita, mineral natural produzido pela evaporação de mares. A gipsita esta presente em toda a parte da superfície terrestre e sua extração não gera resíduos tóxicos.
  4. 4. História do GessoO gesso é conhecido há muito tempo, sendo um dos mais antigos materiais de construção. Escavações comprovam que o gesso vem sendo utilizado desde oito mil anos a.C., na forma de rebocos para frescos decorativos e confecção de recipientes decorativos.No século XVIII, o escolha para obtenção de conforto e qualidade de vida. gesso começou a ser utilizado abundantemente, de modo que a maior parte das edificações foram construídas com painéis de madeira e rebocados com gesso. Nesta época a produção do gesso ainda era simples e experimental. Essa utilização exagerado do gesso na antiguidade se deve à sua adaptabilidade, facilidade de aplicação e outras vantagens.Hoje em dia o gesso é um produto muito utilizado, e seu uso generalizou-se como material fundamental na construção. As suas propriedades físicas convertem-nos na melhor .
  5. 5. Características do Gesso• Rapidez de aplicação;• Pode-se utilizar qualquer tipo de pintura e acabamento;• É leve, de modo que paredes e divisórias são mais leves do que as peças feitas de outros materiais;• Não altera a estrutura, podendo ser usado em apartamentos;• Sua manutenção é simples: basta pano úmido e sabão de coco;• É considerado isolante térmico e acústico natural;• Facilidade na execução de detalhes;• Não suporta água, por isso os profissionais recomendam sua aplicação apenas em ambientes internos ou protegidos da chuva;• Não é inflamável;• É inodoro;• Tem uso biológico, por isso não agride a pele;• Não forma fibras.
  6. 6. Processo de Fabricação do Gesso• Britagem – fragmentação dos blocos do minério;• Moagem – a gipsita britada é moída em moinhos de martelo;• Peneiramento – a gipsita moída pode ser peneirada, em peneiras vibratórias;• Calcinação – a gipsita se transforma em gesso pela ação do calor;• Pulverização – após a calcinação, o gesso é moído em moinho de martelo;• Estabilização – período de estabilização para maior homogeneidade na composição final;• Embalagem – sacos de 20 ou 40 Kg, ou em “Big Bags” (1000 Kg).
  7. 7. Técnicas de Aplicações do GessoA utilização do gesso na construção civil, em forma de revestimento em parede de alvenaria ou como material para construção de divisórias interna dos móveis, é muito comum nos dias de hoje. Observa-se um crescimento anual de 20 a 30% no consumo do material, e a expectativa é de que com o passar do tempo o material possa ser amplamente empregado pelas construtoras, como ocorre nos países desenvolvidos.
  8. 8. Técnicas de Aplicações do GessoO gesso liso possui 2 tipos de revestimento. São eles:• Gesso Desempenado ou destorcido• Gesso Sarrafeado
  9. 9. Gesso Desempenado ou destorcidoÉ um revestimento aplicado com uma camada fina de gesso seguindo a alvenaria, sem corrigir. o prumo e o esquadro e eliminando eventuais ondulaçõesFeramentas :réguas de alumínio, desempenadeira de PVC e de aço .
  10. 10. Gesso SarrafeadoÉ um revestimento aplicado a partir de mestras, no qual garante um acabamento perfeitamente nivelado e no prumo, corrigindo qualquer imperfeição da alvenaria. Pode ser de dois tipos:Nivelado : Nivelado é quando garante um acabamento perfeito, nivelado e no prumo, corrigindo as imperfeições da alvenariaNa régua é nivelado na régua e no esquadro, sem ondulações.Feramentas :réguas e , cantoneiras de alumínio, desempenadeira de PVC e de aço e prumo que garantem um acabamento nivelado e aprumado da superfície.
  11. 11. ExecuçãoGesso Sarrafeado :Etapa 1:Após a mestração das paredes são feitas as taliscas em gesso, que consiste na colocação de réguas de alumínio, com gesso, sobre as mestras, com a finalidade de ter os parâmetros necessários para manter o esquadro e prumo das paredes.
  12. 12. Gesso Sarrafeado
  13. 13. Gesso SarrafeadoEtapa 2 :A massa é feita a partir da mistura de gesso lento com água. Em seguida, deve-se misturar até que se obtenha uma massa homogênea. Aguardar dar o ponto ideal da mistura antes da aplicação. É importante salientar que a proporção gesso/água afeta diretamente na resistência e na aderência do revestimento na alvenaria.
  14. 14. Gesso Sarrafeado
  15. 15. Gesso SarrafeadoEtapa 3:Lançamento da massa no local onde será rebocado, utilizando desempenadeira de PVC.
  16. 16. Gesso Sarrafeado
  17. 17. Gesso SarrafeadoEtapa 4:Sarrafeamento da massa com a régua cantoneira, seguindo as taliscas, mantendo o prumo e o esquadro. Posteriormente, as rebarbas de gesso são retiradas e os cantos e rodapés regularizados com auxilio de uma régua para dar o alinhamento necessários para o serviço.
  18. 18. Gesso Sarrafeado
  19. 19. Gesso SarrafeadoEtapa 5:Acabamento final, utilizando desempenadeira de aço, e posterior limpeza do local de execução. Lisura do reboco, com maior economia e qualidade, quando se comparada ao reboco com argamassa de cimento
  20. 20. Gesso Sarrafeado
  21. 21. Gesso Desempenado ou destorcidoEtapa 1 : Aplicar com rolo de textura média uma demão de chapisco rolado na superfície inferior das lajes para garantir a aderência da pasta de gessoEtapa 2 : Remover sujeiras, incrustações e materiais estranhos como pregos, arames e pedaços de aço até que o substrato fique uniformizadoEtapa 3 : Após 72 horas iniciar a preparação polvilhando o gesso na água, dentro da argamasseira, até que o pó esteja totalmente submerso. A seguir, misturar até obter uma pasta homogênea e sem grumos
  22. 22. Gesso Desempenado ou destorcidoEtapa 4 : Começar o trabalho pelo teto, aplicando a pasta com o auxílio de desempenadeira de PVC em movimentos de vai-e-vemEtapa 5 : Nas paredes (metade superior), o deslizamento deve ser realizado de baixo para cima. Algum tipo de referência - ripa de madeira, pequenas taliscas ou batentes - deve ser escolhido para medir a espessura da camada de revestimentoEtapa 6 : Regularizar a espessura da camada, aplicando a pasta com a desempenadeira, agora, no sentido horizontal. Cada faixa deve ser sobreposta à anterior e a espessura da camada deve ter de 1 a 3 mm
  23. 23. Gesso Desempenado ou destorcidoEtapa 7 : Retirar os excessos limpando o teto e a parede com régua de alumínio. Em seguida conferir a espessura do revestimento junto à referência escolhidaEtapa 8 : Limpar a superfície com o canto da desempenadeira de aço para eliminar ondulações e falhas e, depois, aplicar nova camada de pasta para cobrir os vazios e imperfeições da superfície, assegurando a espessura final do revestimento• Etapa 9 : Desempenar cuidadosamente os excessos e rebarbas exercendo uma certa pressão para obter a superfície final. A aplicação de pintura deve respeitar o período de cura e ser executada após o lixamento da superfície
  24. 24. Gesso Desempenado ou destorcido
  25. 25. Gesso ProjetadoEtapas de Produção do Gesso Projetado :• Preparação da Superfície;• Execução das Mestras;• Projeção da Pasta• Sarrafeamento;• Correção do Sarrafeamento;• Alisamento.
  26. 26. Fases de Execução do Sistema ConstrutivoO sistema de revestimento com gesso projetado é aplicado apenas em áreas internas do edifício. No caso de revestimento de gesso sobre estrutura de concreto armado, deve ser prevista a preparação da superfície com a aplicação de chapisco rolado.Outro cuidado é evitar a projeção com espessuras superiores a dois cm. Se a superfície da base apresentar irregularidades superiores a dois cm, a projeção deve ser realizada por meio de camadas, respeitando o tempo de cura de cada camada.
  27. 27. Preparação da Superfície da BaseA superfície da base que recebera o revestimento projetado deve ser rugosa ou absorvente, limpa, isenta de manchas de materiais que possam diminuir a aderência da pasta, tais como: graxas, óleos e materiais betuminosos.
  28. 28. Execução das MestrasAs mestras servem para marcar as áreas de projeção e definir a espessura final da camada de pasta. Como servem de apoio para a régua, no sarrafeamento, devem estar bem alinhadas e aprumadas, permitindo um perfeito acabamento da camada de pasta.Após a conferência dos pontos de mestras, as mestras contínuas podem ser executadas com a própria pasta com uma antecedência mínima de 12 horas do inicio da projeção do pano de parede demarcado. A confecção das mestras inicia-se colocando a pasta com uma espátula do lado mais estreito de uma régua de alumínio de seção retangular; em seguida a régua de alumínio preenchida com a pasta é pressionada na superfície, tomando-se como referência os pontos de mestras. O excesso de pasta da lateral da régua é removido com o auxilio de uma espátula, e a régua é removida após a secagem da pasta.Se, após a retirada a régua, a mestra ficar com falhas é feita a correção com o mesmo material. Podem também ser utilizadas mestras de alumínio. Os panos demarcados pela distancia de mestras, são de no máximo 1,50 m de largura.
  29. 29. Projeção da PastaA pasta é projetada no sentido horizontal, entre asmestras, e de baixo para cima. A quantidade de pastaprojetada entre as mestras é a mínima necessária esuficiente para o enchimento, sem excesso. Se aprojeção for executada na laje, é feita em um únicosentido. a espessura da camada deve ser de no mínimo0,5cm e no máximo de 2,0cm.No caso de aplicação em EPS é necessário aplicarchapisco antes da projeção. Sendo que neste caso aespessura máxima de pasta é de 1,5cm maiores queesta medida podem apresentar patologias.
  30. 30. SarrafeamentoO sarrafeamento é realizado com a régua dealumínio, sempre no sentido vertical e debaixo para cima, evitando que a pastaexcedente caia no chão. Na primeirapassagem da régua a pasta de gesso épressionada sobre a superfície. Inclinando arégua, fazendo esforço sobre as mestras debaixo para cima.
  31. 31. AlisamentoQuando a superfície da pasta estabilizar, emaproximadamente duas horas depois dosarrafeamneto, é o momento de iniciar oalisamento. Para o acabamento utilza-se umadesempenadeira de espuma rígida,umedecida, aplicada em movimentoscirculares, sem exercer pressão sobre a pasta.O acabamento ficara como uma argamassacomum, necessitando de acabamento parapintura.
  32. 32. EPIs Necessários para à Execução• Avental;• Bota de segurança com bico de aço;• Capacete de segurança;• Luva de proteção (vinílica, de raspa);• Mascara respiratória;• Óculos de segurança;• Protetor auricular tipo concha.
  33. 33. PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICAHistória da Pavimentação Asfáltica :Os primeiros registros são de 3000 a.C, quando era usado apenas para conter vazamentos de águas em reservatórios, e mais tarde começou a ser usado para pavimentar estradas no Oriente Médio. Nesta época, ele não era extraído do petróleo, mas sim feito com piche retirado de lagos pastosos.
  34. 34. Características da Pavimentação AsfálticaO revestimento asfáltico é a camada superior destinada a resistir diretamente às ações do tráfego e transmiti-las de forma suave às camadas inferiores, impermeabilizar o pavimento, além de melhorar as condições de conforto e segurança do rolamento. São camadas constituídas por materiais estabilizados granulometricamente, como por exemplo, macadame hidráulico, brita graduada, materiais como solo-cimento e solo-asflato, que tem como principal função resistir e distribuir a esforços verticais.
  35. 35. Características da Pavimentação Asfáltica
  36. 36. Definições TécnicasConcreto Asfáltico (concreto Betuminoso Usinado à Quente) :O concreto asfáltico é definido como sendo uma mistura flexível, resultante do processamento a quente, em uma usina apropriada de agregado mineral graduado e cimento asfáltico de petróleo, espalhada e comprimida a quente.
  37. 37. Macadame HidráulicoCamada de pavimento constituída por uma ou mais camadas de agregados graúdos, com as partículas firmemente entrosadas umas às outras, e os vazios preenchidos por material de enchimento, com ajuda lubrificante da água.
  38. 38. Classificação• O pavimento asfáltico é classificado em dois tipos:Flexível :Camadas estabilizadas com asfalto.Rígido :Camadas estabilizadas com cimento e cal
  39. 39. Execução do Pavimento AsfálticoLimpeza da Pista: Antes da execução propriamente dita da pintura de ligação é preciso fazer a limpeza da superfície através de uma varredura, deixando-a livre de impurezas e materiais soltos.Pintura de Ligação: Sobre a superfície do asfalto existente após a varredura, antes da aplicação da massa asfáltica, objetivando promover a aderência entre este revestimento e a camada subjacente, deverá ser feita uma aplicação de Emulsão Asfáltica do tipo RR-1C de 0,7 á 1,0 Kg/m².Capa Asfáltica: Após a pintura de ligação será executada sobre a superfície a capa asfáltica final com Concreto Betuminoso Usinado a Quente. A mistura asfáltica deverá ser colocada na pista somente quando a mesma se encontrar seca e o tempo não se apresentar chuvoso ou com neblina, ou sob temperaturas inferiores a 12º C. A compactação da massa asfáltica deverá ser constituída de duas etapas: rolagem inicial e rolagem final.
  40. 40. Divisões da Pavimentação AsfálticaBases de Brita Graduada:São camadas constituídas de uma mistura de aglomerados dosados de produtos de britagem, contendo material de enchimento e agua, cuja estabilização é obtida pela ação mecânica do equipamento de compactação.Base de Solo Cimento:É uma mistura compactada de solo, cimento e água. Deve atender a certos requisitos de densidade, durabilidade e resistência, tendo como resultado um material duro e acimentado, com rigidez a flexão.Bases de Solo-Asfalto:É uma mistura de solo com asfaltos diluídos às suas temperaturas próprias de aplicação. Essa mistura, quando devidamente compactada, nivelada e protegida por uma camada de rolamento apresenta ótimas condições de durabilidade e trafegabilidade.
  41. 41. PAVIMENTOS SINTÉTICOSTipos de Pavimentos Sintéticos :PaviflexDecorflexAbsolutePavifloorTraffic ELSLinóleumPisos Sintéticos Poliesportivos
  42. 42. Paviflexé o resultado da mais alta tecnologia européia em revestimentos para ambientes internos. Além de ser versátil, econômico e durável no revestimento de pisos, Paviflex também é uma boa opção no revestimento de paredes.Paviflex é um revestimento vinílico semiflexível, apresentado em placas, composto por resinas de PVC, plastificantes, cargas minerais, pigmentos e isento de amianto em sua formulação.Características: É decorativo, possui variada gama de cores, permitindo inúmeras combinações; Possui maior durabilidade, pois sua composição confere resistência ao desgaste; É higiênico, não contendo amianto e nem solta resíduos, pode ser impermeável e sem juntas; É agradável de pisar, possui aderência ao escorregamento e boas características térmicas, proporcionando agradável sensação ao contato direto com a pele; É antiestético, na qual não contribui para formação de cargas estáticas; Facilidade na limpeza, com apenas um pano úmido e detergente neutro são suficientes para a limpeza; Rapidez na instalação, sua colocação é limpa, rápida e a utilização é imediata.
  43. 43. Paviflex
  44. 44. DecorflexDecorflex é um revestimento de piso composto por camadas de PVC e resina, desenvolvido com alta tecnologia, que proporciona, conforto, resistência e praticidade, com juntas entre mantas a cada 2m, praticamente imperceptíveisComposto por quatro camadas de PVC e uma camada superior de resina.é produzido com matérias-primas sendo submetido a um rigoroso controle de qualidade, proporcionando grande resistência e durabilidade alem de excelente conforto térmico, a Decorflex é disponível nas coleções; top Design (2mm de espessura), Residence (1,2mm de espessura),Compact (1mm de espessura) e Arco Iris (1,8mm de espessura).
  45. 45. Vantagens• Total praticidade e beleza, térmico, macio e muito fácil de limpar;• Grande resistência e uso em ambientes de grande movimentação;• Pode ser lavado sem maiores prejuízos ou degradação dos componentes;• Resistente a insetos;• Tem a beleza das pedras naturais com muito mais - praticidade de instalar;
  46. 46. Decorflex
  47. 47. AbsoluteÉ um revestimento vinílico flexível heterogêneo para piso, disponível em mantas, com base pigmentada na cor do produto, compostos de resina de PVC, manta de fibra de vidro, plastificante, pigmentos e cargas minerais. Disponíveis em 3 coleções; Absolute Acoustic, Absolute Acoustic Uni e Absolute Cosmic.
  48. 48. Áreas de UsoÉ também um revestimento de piso para tráfego pesado, projetado para áreas cobertas e fechadas, que exigem segurança contra escorregamento, em diversos segmentos: Saúde - hospitais, clínicas, consultórios, laboratórios farmacêuticos e academias. Educação - escolas, universidades, berçários, creches, bibliotecas, auditórios e teatros. Varejo - lojas de departamentos, supermercados, butiques. Serviço - escritórios, bancos, correios, restaurantes, terminais viários.
  49. 49. PavifloorRevestimento vinílico flexível homogêneo para piso, disponível em mantas com 2mm de espessura, composto de resinas de PVC, plastificantes, pigmentos e cargas minerais.Áreas de uso:Escritórios, salas de reunião, escolas, bibliotecas, hospitais, clínicas, restaurantes, farmácias, museus, hotéis, bancos, elevadores, edifícios públicos e áreas comerciais cobertas e fechadas.
  50. 50. Traffic ELSÉ um revestimento de piso, homogêneo e dissipador de eletricidade estática. Esse piso é um revestimento vinílico totalmente flexível, homogêneo, fortemente prensado, disponível em placas, composto com alta quantidade de resinas de PVC e baixa quantidade de plastificantes e cargas minerais.As propriedades desse piso o torna ideal em áreas onde as seguintes características são necessárias:• Proteção contra a formação de cargas elétricas no piso;• Durabilidade e resistência ao desgaste e abrasão;• Facilidade de limpeza;• Resistência a fortes agentes químicos;• Resistência a alcalinos, gasolina e álcool;• Facilidade de reconstituição da manta na eventualidade de acidentes; e• Não necessita de cera de proteção.
  51. 51. LinóleumÉ um revestimento de linóleo (espécie de tecido impermeável, feito de juta e untado como oleo de linhaça e cortiça em pó),para pisos, disponível em mantas, composto de juta, cortiça, resinas naturais, óleos de linhaça e pigmentos. Os principais ingredientes de sua fabricação se mantiveram fiéis aos originais de 100 anos atrás, a única diferença estando no processo de fabricação, que incorporou novas tecnologias para desenvolver ainda mais o produto.Os Pisos vinílicos Linóleum foram especialmente desenvolvidos para servirem como a melhor solução em áreas onde as seguintes características são necessárias:• Durabilidade e resistência ao desgaste e abrasão;• Facilidade de limpeza;• Estética visual sofisticada;• Resistência a fogo ou queimaduras, incluindo queimaduras de cigarro;• Resistência a óleos (incluindo óleo de cozinha).
  52. 52. Pisos Sintéticos PoliesportivosPiso sintético asfáltico (Sport Asfáltico) revestido com amortecedor composto de pó de borracha reciclada e elastômeros acrílicos. Utilizado para a prática esportiva indoor e outdoor das mais variadas modalidades, é de alta resistência e durabilidade com mais conforto e segurança para os atletas, mantendo as características de um baixo custo de execução e manutenção.Existem três tipos de piso sintéticos poliesportivos:• Sport Cush: É um piso flexível, sem emendas ou juntas, bonito, confortável e seguro.• Sport Floor: Piso sintético liso monolítico, flexível. Sem emendas ou juntas, disponível em várias espessuras e aplicado sobre uma base de concreto. Possui alta resistência, não marca e não sofre arranhões, sendo ao mesmo tempo flexível e apto a absorção de impacto.• Sport Soft: Piso poliuretânico, possui uma grossa manta de borracha embaixo, cujas características mais importantes são maciez, conforto e segurança. A alta capacidade de absorção do impacto faz dele um piso muito adequado para a aplicação em quadras esportivas e em locais de atividades aeróbicas de muito impacto.
  53. 53. Instalação dos Pisos SintéticosNão deve-se aplicar os pisos em cimentados queimados , madeira ou pedras irregulares. O contrapiso deve estar limpo, seco, firme, isento de umidade, óleo, graxa ou sujeiras que possam impedir a colagem da massa de preparação ou de regularização. Deve-se aplicar a massa de regularização em casos de o contrapiso apresentar irregularidades ou imperfeições e buracos.Os pisos sintéticos sofrem alterações de flexibilidade da placa em temperaturas baixas no momento da instalação. Caso a temperatura estiver menos que 15ºC, deve-se aquecer o ambiente e o material a ser aplicado, sem este procedimento o piso não poderá ser instalado. Também de ter cuidado com a colocação de portas, pois as mesmas devem estar com uma folga para se adequar a espessura do piso.
  54. 54. Ferramentas necessárias• Desempenadeira de aço lisa, para preparação;• Espátula nº10, para limpeza;• Rolo compressor;• Desempenadeira dentada;• Lápis, para marcações;• Metro duplo;• Tábua revestida com carpete, para pressionar as placas e garantir aderência;• Estilete;• Linha e giz;• Pedra de esmeril grana 60, para lixar contrapiso;• Pincel nº10;• Esponja, para limpeza;• Soprador térmico, para aquecer as placas;• Lixa para ferro nº60;• Régua de alumínio;• Rolo de espuma;• Aspirador de pó e vassoura, para limpeza;• Martelo de borracha.

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