Utilização da energia metabolizável pelos              frangos de corteOrientador:        Prof. Dr. Fabiano DahlkeCo-orien...
“Until a few months ago, the US           poultry industry was well on its way           to being a lower-cost producer of...
Tópicos:1. Conceitos básicos2. Alguns fatores que afetam o consumo e requerimento de energia dos     frangos3. Breve intro...
Conceitos básicos10:49:26
http://www.cientic.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=224:obtencao-de-           energia&catid=23:tra...
Da ração até os produtos finais…                            Energia fornecida                               desperdício   ...
Alguns fatores que afetam o consumo e    utilização de energia pelos frangos10:49:26
Relação entre o consumo de ração (14-40 dias) e o peso aos40 dias de idadePeso vivo (g)                             consum...
Por que é importante assegurar o consumo e portanto o GPD?           Peso (kg)                                            ...
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Aumentar a EM das rações para aumentar ingestão de EM. Porém...Efeito da Inclusão de gordura na qualidade do pelete e valo...
Forma Física – Req. energético de mantençaEfeito da genética e forma física sobre o desempenho e comportamento dosfrangos ...
Forma Física – Metabolizabilidade da energiaInfluência do tamanho da partícula de milho sobre a Energia MetabolizávelVerda...
Forma Física – Req. energético de mantença   Influência do tamanho da partícula de milho sobre o rendimento de peito e moe...
Estresse calórico – Req. Energético de mantença    Déficit                                                    Déficit   en...
Estresse calórico – Req. Energético de mantença A frequência respiratória em frangos de corte: 25 movimentos por minuto em...
Estresse calórico – Digestibilidade   Efeito da temperatura ambiente sobre a digestibilidade dos nutrientes   (22° Ad libi...
Empenamento e Req. de MantençaEfeito do empenamento da ave e da temperatura ambiente sobre a EM Mantença deaves de postura...
Frio e Req. de Mantença10:49:28
Desafio imune e Req. de MantençaIL1, IL6, TNF aumenta ocatabolismo muscular.                                              ...
Energia metabolizável de mantença em aves desafiadas ou não comcoccidiose aos 14 e 21 dias de idade – adaptado de Brown – ...
Má absorção e aproveitamento da energia dos alimentos-inabilidade das aves em digerir a ração-incapacidade da ave em absor...
Eventos anatômicos e fisiológicos e que podem afetar a                 EM dos alimentos                      Idade da ave ...
Valores de energia metabolizável aparente corrigida (EMAn) das farinhas devísceras, expressos na matéria seca             ...
Assim existem diferentes bases de EM para formulação de dietas.Porém qual a implicação se os ensaios de requerimento consi...
Eventos anatômicos e fisiológicos e que podem afetar a EM                     dos alimentos                               ...
Eventos anatômicos e fisiológicos e que podem afetar o                    requerimento de EM Efeito da melatonina nos parâ...
Incremento de calor de alguns componentes nutricionais das rações Suínos                                         Gorduras ...
Introdução aos métodos para            determinação de exigências10:49:29
Método fatorial para determinar exigênciaModelos mecanísticosExigência em energia ou nutrientes do animal = a necessidade ...
Método fatorial para determinar exigênciaEquação de Kelanowski (1967) apud Lopez e Leesons (2008)EM ing. = EM mant + (1/kg...
Método fatorial para determinar exigênciaPartição de Energia em frangos de corte Idade Peso      Cons.            Energia ...
Partição de EM no frango de corte                    1.400                                Necess. Energia total   Longo 20...
Método fatorial - Partição de EM conforme o consumo                                           Conteúdo de EM da raçãoKcal ...
Método fatorial - produção de calor em aves em alimentação diáriae skip-a-day        Produção de calor (kcal/h.ave)       ...
Método dose-reposta para determinar exigênciaEfeito de diferentes níveis de Energia Metabolizável da ração sobre o desempe...
Método dose-reposta para determinar exigênciaEfeito de diferentes níveis de Energia Metabolizável da ração sobre o rendime...
ConsideraçõesInteração de diversos fatores para estabelecer os corretos níveis de energia naformulação para frangos de cor...
Cordilheira dos Andes   10:49:31                        Keysuke Muramatsu                        kmuramatsu@hotmail.com
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Utilização de energia metabolizável pelos frangos de corte

  1. 1. Utilização da energia metabolizável pelos frangos de corteOrientador: Prof. Dr. Fabiano DahlkeCo-orientadores: Prof. Dr. Alex Maiorka / Prof Dr. Sebastião Borges Disciplina: Seminários em Produção Animal Prof. Dra.: Simone Oliveira Aluno: Keysuke Muramatsu10:49:25
  2. 2. “Until a few months ago, the US poultry industry was well on its way to being a lower-cost producer of poultry than Brazil’s industry.” – Adriaan Weststrate10:49:26
  3. 3. Tópicos:1. Conceitos básicos2. Alguns fatores que afetam o consumo e requerimento de energia dos frangos3. Breve introdução aos métodos para determinação de exigências • Fatorial • Dose-reposta4. Conclusão10:49:26
  4. 4. Conceitos básicos10:49:26
  5. 5. http://www.cientic.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=224:obtencao-de- energia&catid=23:transformacao-e-utilizacao-de-energia-pelos-sere&Itemid=8710:49:26
  6. 6. Da ração até os produtos finais… Energia fornecida desperdício (Ração) Energia ingerida Energia não consumida Energia digestível Energia excretada (esterco + perda endógenas) Fator afetando a Energia metabolizável Urina e gases absorção nutrientes: enterite, fatores antinutricionais Energia para GPD Energia mantença Dep. de Dep. de Stress térmico, desafio sanitários, movimentação proteína10:49:26 gordura
  7. 7. Alguns fatores que afetam o consumo e utilização de energia pelos frangos10:49:26
  8. 8. Relação entre o consumo de ração (14-40 dias) e o peso aos40 dias de idadePeso vivo (g) consumo Aviagen – s.d. Maximizar consumo de “nutrientes” 10:49:26
  9. 9. Por que é importante assegurar o consumo e portanto o GPD? Peso (kg) Atingir um peso de abate mais cedo, via um bom GPD, é 2,7 kgs importante para diminuir a energia gasta para mantença nesse período adicional 42 43 Idade (dias) Simplificando muito... Req. de mantença = Área do triângulo = Base x altura / 2 Triangulo vermelho = (2,7 x 42)/2 = 56,7 Triangulo verde = (2,7 x 43)/2 = 58,1 10:49:27
  10. 10. Energia na dieta x consumo de raçãoComo é feita a regulação do consumo frente aos níveis de energia...•Frangos machos 49 dias de idade•2.700, 2.900, 3.100 e 3.300 kcal Energia Metabolizável (EM)/kg•Sem diferenças significativas no consumo de EMLeesons et al (1996)10:49:27
  11. 11. Energia na dieta x consumo de ração Efeito do nível energético da dieta na ingestão de energia metabolizável numa referencia de 1967 18oC 30oC Energia Consumo Consumo EM Consumo Consumo (EM) ração ração EM 2860 127 363 c 107 306 o n 3060 118 360 s 104 302 t 3250 112 364 a 102 330 t 3450 106 365 e 101 350 PAYNE (1967) apud Pedroso (2000)A seleção para crescimento e ganho de peso nas linhagens atuais e a expansãoda avicultura em zonas tropicais estão influenciando a regulação do consumo...? 10:49:27
  12. 12. Energia na dieta x consumo de raçãoConsumo de ração (gramas/cab) de frangos de corte Hubbard (mistos) conforme a EMdas dietasEM (kcal/kg) 7d 14d 21d 28d 35d2650 157b 572b 1237b 2329b 3602b2750 155b 572b 1231b 2332b 3605b2850 149a 558a 1199a 2267a 3472aErro padrão da média 0.34 0.56 0.79 1.17 1.53p 0.001 0.020 0.003 0.016 0.006 Consumo de Eneriga Metabolizável (kcal/cab) de frangos de corte Hubbard (mistos) conforme a EM das dietas – calculado a partir de dados de Aftab (2009)EM (kcal/kg) 7d 14d 21d 28d 35d2650 416 1516 3278 6172 95452750 426 1573 3385 6413 99142850 425 1590 3417 6461 9895 Adaptado de Aftab (2009) 10:49:27
  13. 13. Aumentar a EM das rações para aumentar ingestão de EM. Porém...Efeito da Inclusão de gordura na qualidade do pelete e valor calórico da ração Nível de energia Estimativa da Adicional de EM em Valor calóricoGordura em virtude da qualidade de virtude da qualidade efetivo (2)adicionada gordura peletes (1) de peletes Mackinney e Teeter - 2004 10:49:28
  14. 14. Forma Física – Req. energético de mantençaEfeito da genética e forma física sobre o desempenho e comportamento dosfrangos Cons.Rac CA ECV Ganho Genetica Ração Peso30d 23-30d 23-30d (kCal/kg) Musc (g) A farelada 1,207 769 1,62 3013 334 A pelete 1,383 923 1,56 3124 402 B farelada 1,249 831 1,59 3044 354 B pelete 1,418 922 1,45 3233 409 Genetica NS NS * * NS Ração ** ** ** ** ** Genetica Ração Comer Beber Descansar bicar A farelada 17,40 7,13 47,13 0,89 A pelete 5,00 9,87 59,02 0,78 B farelada 20,30 7,65 47,58 1,05 B pelete 3,50 7,25 65,95 0,98 Genetica NS NS NS NS Ração ** NS ** NS 10:49:28 Skinner-Noble et al. (2006)
  15. 15. Forma Física – Metabolizabilidade da energiaInfluência do tamanho da partícula de milho sobre a Energia MetabolizávelVerdadeira de frangos de corte com 4,5 semanas de idadeRações fareladas DGM EMVn (kcal/kg)Milho moído fino 781 +/- 2,09 3546 +/- 67Milho moído médio 1 950 +/- 2,08 3625 +/- 163Milho moído médio 2 1042 +/- 2,13 3853 +/-286Milho moído grosso 1 1109 +/- 2,22 3689 +/- 225Milho moído grosso 2 2242 +/- 2,11 3476 +/- 207ANOVA 0,0713Efeito quadrático 0,0042 Parsons et al (2006) 10:49:28
  16. 16. Forma Física – Req. energético de mantença Influência do tamanho da partícula de milho sobre o rendimento de peito e moela de frangos de corte com 4,5 semanas de idade Peito Moela Peso (Kg) % do PV Peso (Kg) % do PVMilho moído fino 0,401 ± 0,05 17,34 ± 1,33 0,035 ± 0,01b 1,51 ± 0,25bMilho moído médio 1 0,420 ± 0,07 17,17 ± 1,49 0,038 ± 0,01ab 1,54 ± 0,17bMilho moído médio 2 0,383 ± 0,09 17,00 ± 2,30 0,036 ± 0,01b 1,60 ± 0,24bMilho moído grosso 1 0,390 ± 0,07 17,29 ± 1,80 0,036 ± 0,01b 1,61 ± 0,28bMilho moído grosso 2 0,362 ± 0,06 15,97 ± 1,80 0,041 ± 0,01a 1,81 ± 0,22aANOVA 0,0579 0,0535 0,0107 0,0002Regressão linear 0,0149 0,025 0,0123 0,0001 Adaptado de Parsons et al (2006) 10:49:28
  17. 17. Estresse calórico – Req. Energético de mantença Déficit Déficit enegético enegético Energia líquida para Produção Consumo de energia Os frangos aumentam seus gastos energéticos para dissipação de calor para manter a homeotermia (ofegação). Frio Zona Termoneutra Calor10:49:28
  18. 18. Estresse calórico – Req. Energético de mantença A frequência respiratória em frangos de corte: 25 movimentos por minuto em conforto térmico 250 movimentos por minuto em estresse calórico agudo (LINSLEY & BERGER, 1964)Mudanças na temperatura e taxas metabólicas de frangos de corte conforme atemperatura ambiental Temperatura ambienteTemp. abdominal (°C)Freq. respiratória (mov./min.)Freq. cardíaca (mov./min.) - 1,5 a 2,5% no consumo para cada 1º C acima de 22º C na fase crescimento e final 10:49:28
  19. 19. Estresse calórico – Digestibilidade Efeito da temperatura ambiente sobre a digestibilidade dos nutrientes (22° Ad libitum e 32 ° Ad libitum) Variável Matéria seca Proteína Bruta Extrato etéreo Amido Bonnet et al – 1997Hai et al. (2000), relataram que as atividades das enzimastripsina, quimiotripisina e da amilase por volume de conteúdo intestinalforam reduzidas em altas temp. (32°C). 10:49:28
  20. 20. Empenamento e Req. de MantençaEfeito do empenamento da ave e da temperatura ambiente sobre a EM Mantença deaves de postura em crescimento (Neme et al., 2005 apud Sakomura e Rostagno, 2007) 10:49:28
  21. 21. Frio e Req. de Mantença10:49:28
  22. 22. Desafio imune e Req. de MantençaIL1, IL6, TNF aumenta ocatabolismo muscular. IL1, IL6 e TNFA cortisol reduz o aumentam (centenasanabolismo proteico de vezes) a síntese de protns da fase aguda (transferrina) pelo fígadoIL1, IL6 e IL8 levam a febre(aumenta met. basal ematé 33%)IL1 potente citocina anoréxica :-redução no esvaziamento e secreção gástrica, IL1 + TNF aumenta-afeta a secreção de glucagon e insulina reabsorção ossea e-pode levar a redução do consumo em até 50% cartilaginosa Klasing e Kover – 1997 10:49:28
  23. 23. Energia metabolizável de mantença em aves desafiadas ou não comcoccidiose aos 14 e 21 dias de idade – adaptado de Brown – 2007 350Energia Metabolizável (kcal/ave/dia) 300 300 277 250 235 231 204 195 192 200 177 160 150 141 121 120 100 88 81 76 50 0 20d 27d 34d 41d 48d Idade das aves 10:49:25 sem coccidiose subclínico lesão clínica
  24. 24. Má absorção e aproveitamento da energia dos alimentos-inabilidade das aves em digerir a ração-incapacidade da ave em absorver os nutrientes-ambos 10:49:28 Schering Plough – s.d.
  25. 25. Eventos anatômicos e fisiológicos e que podem afetar a EM dos alimentos Idade da ave x desenvolvimento visceral Dige stibilida de de a lguns substra tos no fra ngo de c orte 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 4 dias 7 dias >14 dias amido pro teína lipídeo s sat. lipídeo s insat . 10:49:28 PSA - trabahos compilados
  26. 26. Valores de energia metabolizável aparente corrigida (EMAn) das farinhas devísceras, expressos na matéria seca Coleta total Sibbald Ingrediente Pintos Galos Galos Galos 16 a 23 d cecect. inteiros F. de vísceras aves 1 3.966a 4.015a 3.725a 3.766a F. de vísceras aves 2 4.170a 3.939ab 3.591ab 3.359 b F. de vísceras aves 3 3.056a 2.828a 2.092 b 2.125 b F. de vísceras aves 4 3.470a 3.342ab 2.862ab 2.709b F. de vísceras aves 5 3.825a 4.011a 3.585a 3.676a F. de vísceras mista 1 3.383a 3.852a 3.452a 3.091a F. de vísceras mista 2 3.433a 3.529a 3.341a 3.439a F. de vísceras suínos 1 2.693b 3.424a 2.821b 2.540b F. de vísceras suínos 2 2.619b 3.647a 2.892b 2.761b Média 3.402 3.621 3.151 3.051 CV (% ) 10,59 4,83 9,82 15,81 Nascimento et al - 2002 Diferenças em perda endógena (coleta total x Sibbald) 10:49:28 Diferenças pinto x galo minimizado pela correção por N
  27. 27. Assim existem diferentes bases de EM para formulação de dietas.Porém qual a implicação se os ensaios de requerimento consideram essa base... Efeito do uso de diferentes bases de EM sobre o desempenho de frangos de corte entre 1-49 dias de idade 10:49:28 Adaptado de Freitas et al - 2006
  28. 28. Eventos anatômicos e fisiológicos e que podem afetar a EM dos alimentos Tempo de trânsito Plotagem dos valores de EMA do trigo x tempo de trânsito total no trato gastro-intestinal para frangos de corte (n = 24) EMA do trigo (MJ/kg de MS) fêmeas machos Hughes - 2004 10:49:29 Tempo de transito no trato digestivo (min)
  29. 29. Eventos anatômicos e fisiológicos e que podem afetar o requerimento de EM Efeito da melatonina nos parâmetros metabólicos de frangos de corte HYBRO (22 aves) Experimento 1 (14-16 dias) Experimento 2 (21-23 dias)Variável Controle Melatonina P Controle Melatonina PProdução de 978 ± 6 892 ± 7 0,001 830 ± 11 721 ± 10 0,000calor/kg/24 hProdução de calor/ 774 ± 6 734 ± 6 0,009 748 ± 8 677 ± 8 0,000Peso0,75/24 h Adaptado de Zeman et al - 2001 10:49:29
  30. 30. Incremento de calor de alguns componentes nutricionais das rações Suínos Gorduras 11 % Incremento de Calor CHOs 18 % EM x (1-eficiência utilização)/EM Proteína 43 % Fibra 46 % TOTAL CHO’s: 62% 11,2 % 51,7% PB: 20% 8,6 % 39,6% Ração EE: 6,0% 0,7 % 3,2% FB: 2,5% 1,2% 5,5%Noblet (2004) e Rijnen et al. (2005)apud10:49:29 (2009) Orlando TOTAL 21,7% 100 %
  31. 31. Introdução aos métodos para determinação de exigências10:49:29
  32. 32. Método fatorial para determinar exigênciaModelos mecanísticosExigência em energia ou nutrientes do animal = a necessidade para atender amantença, crescimento e produçãoLopez e Leesons (2008)A EM para mantença em frangos de corte deve variar entre 42-44% da EM ingerida.Equações para estimativa de EM para mantença:152-157 kcal/kg BW^0,60 - Lopez e Leesons (2005) 10:49:29
  33. 33. Método fatorial para determinar exigênciaEquação de Kelanowski (1967) apud Lopez e Leesons (2008)EM ing. = EM mant + (1/kgord x ERetGord) + (1/kprot x ERetProt)Equação de Sakomura et al (2005) para requerimento de EM (kcal/dia) machos RossReq EM. = (307.87 − 15.63 T + 0.311 T2) PV0.75 + 13.52 Gg + 12.59 Gp; 10:49:30
  34. 34. Método fatorial para determinar exigênciaPartição de Energia em frangos de corte Idade Peso Cons. Energia Energia Energia Tx met. EMAn Mantença ganho atividade basal dias grs kcal kcal % kcal % kcal % kcal 7 201 505 118 23% 387 77% 20 4% 99 14 481 1733 541 31% 1192 69% 269 16% 272 21 860 3691 1225 33% 2466 67% 680 18% 545 28 1314 6306 2145 34% 4161 66% 1208 19% 938 35 1819 9503 3291 35% 6212 65% 1833 19% 1458 42 2348 13210 4668 35% 8542 65% 2564 19% 2104 Tx meta bol i ca ba s a l = produçã o de ca l or em a ves em jejum, des ca ns a ndo, des perta s e em zona termoneutra Adaptado de Yousuf - 2006 •Calorimetria direta: câmara •Calorimetria indireta: quociente respiratório •Calorimetria animal: análise corporal PC = EMI – ERc 10:49:30
  35. 35. Partição de EM no frango de corte 1.400 Necess. Energia total Longo 2006MAC COB100 1.200 Necess. Energia para GPD Longo 2006MAC COB100 1.000ME (Kcal/ave/dia) Necess. Energia para mantença Longo 2006MAC COB100 800 600 400 200 0 1 6 11 16 21 26 31 36 41 46 51 56 Idade em dias 10:49:30
  36. 36. Método fatorial - Partição de EM conforme o consumo Conteúdo de EM da raçãoKcal de EM/g de ração Conversão alimentar Mantença Produto Incremento calórico Conversão Alimentar Consumo de energia (kcal de EM/dia/Kg0,75) 10:49:31 Latshaw e Moritz (2009)
  37. 37. Método fatorial - produção de calor em aves em alimentação diáriae skip-a-day Produção de calor (kcal/h.ave) Skip a day – dia de arraçoamento Arraçoamento diário Skip a day – dia de jejum Ração Luz Escuro Horas Alimentação Alimentação Skip a day diária Produção de calor 10:49:31 115 +/- 4 107 +/- 4 (kcal/dia/kg de PV) Bennett et al. (1990)
  38. 38. Método dose-reposta para determinar exigênciaEfeito de diferentes níveis de Energia Metabolizável da ração sobre o desempenhode frangos de corte HYBRO no período de 22 a 43 dias de idade Níveis de EM calculado da ração (kcal/kg)Parâmetros 3350 3200 3050 CVConsumo de ração, g 3.405 3.600 3.557 3,51Consumo de energia, kcal/dia 537 548 521 3,46Conversão alimentar, g:g 1,66 a 1,77 ab 1,88 b 3,73Ganho de peso, g 2.058 a 2.030 ab 1.893 b 3,79 Adaptado de Sakomura et al - 2004 10:49:31
  39. 39. Método dose-reposta para determinar exigênciaEfeito de diferentes níveis de Energia Metabolizável da ração sobre o rendimentode carcaça de frangos de corte Hubbard com 49 dias de idade (períodoexperimental 22-49 dias) NÍVEIS DE ENERGIA METABOLIZÁVEL DAS DIETAS (KCAL/KG) CORTES CV% Efeito 2800 2900 3000 3100 3200Carcaça (%) 82,77 83,71 82,71 84,85 83,6 2,67 NSCoxa (%) 12,73 12,82 13,14 12,6 12,71 5,83 NSSobrecoxa (%) 13,81 13,38 14,02 14,33 14,02 7,54 NSPeito (%) 26,37 26,97 26,55 25,77 25,09 5,76 LINEARAsa (%) 5,05 4,97 4,97 5,01 4,95 6,72 QUADRATICOTulipa (%) 5,62 6,33 5,93 5,62 5,69 13,24 QUADRATICOGord. abdominal (%) 2,82 2,96 3,36 3,24 4,68 2 7,44 LINEAR Adaptado de Barbosa et al - 2008 10:49:31
  40. 40. ConsideraçõesInteração de diversos fatores para estabelecer os corretos níveis de energia naformulação para frangos de corteDelineamento de experimentos com possibilidade de definir equações de prediçãoe estimar os pontos ótimos econômicos e zootécnicosDesenvolvimento de modelos matemáticos será necessário para compreenderessas inúmeras interações 10:49:31
  41. 41. Cordilheira dos Andes 10:49:31 Keysuke Muramatsu kmuramatsu@hotmail.com

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