Nutrição de matrizes e qualidade de          ovo/pintainho                         Tópicos em Produção Animal             ...
Particularidades na nutrição de matrizes de frango   Alta capacidade de                                               140-...
Manejo de nutricional para matrizes     em recria e pré-postura
A partir de 4-6 semanas = crescimento controlado                                             Programa com 5 -6            ...
Pesagens realizadas numa frequência                                                                                       ...
Curva de crescimento                                                 Necessidade de EM da Fêmea - Linhagem A              ...
Ao redor de 30 espermatozóides devem adentrar o óvulo próximo aodisco germinativo de forma que haja 95% de chance de ferti...
“mata o frango que         está dentro da             matriz”Cobb
Qto mais curto é o período de consumo = pior uniformidade de ingestão de raçãoEquipamentos na recria – período de restriçã...
Programas de arraçoamento na recria                                          Consumo acumulado de proteína bruta e Energia...
Fertilidade das matrizes afetada pela proteína bruta das dietas de recria                                                 ...
Ingestão de PB e EM pela matriz                                                                       Consumo de Energia e...
Especificações nutricionais e manejo de arraçoamento para matrizes em             produção
Ingestão de aminoácidos pela matriz                                                                                Consumo...
Níveis sugeridos pelas tabelas brasileiras de nutrição animalNutriente                          Matrizes pesadasProteína B...
Níveis sugeridos pelas tabelas brasileiras de nutrição animal    Peso corporal (kg)              3,000                   3...
Metabolismo energético na galinha: noção hidrostática                                                          Órgãos vita...
Lipoproteínas para a gema            Formação de lipídios a partir da glicose                                             ...
Consumo de nutrientes e formação de lipídios                        Chen et al- 2006
Renema et al – 2005
Proporção de matrizes com diferentes tipos de eficiência reprodutiva               dentro de um plantel de Ross 308       ...
O que acontece quando há um      sobre-consumo?
Consumo de ração pela galinha e reproduçãoProdução e qualidade de ovos de matrizes restritas ou sobre-alimentadas (20% mai...
Consumo de ração pela galinha e reproduçãoProdução e qualidade de ovos de matrizes restritas ou sobre-alimentadas (20% mai...
Consumo de ração pela galinha e reprodução                                              Hierarquia anormal para folículos ...
Consumo de ração pela galinha e reproduçãoEfeito do manejo alimentar na fase de recria (4-18 sem) e na produção (18-62 sem...
Ovos deformados                  Achatamento de uma das faces                    Deposição extra de cálcio                ...
Consumo de ração pela galinha e reproduçãoEfeito do manejo alimentar na fase de recria (4-18 sem) e na produção (18-62 sem...
Consumo de ração pela galinha e reproduçãoCaracteristicas de tamanho de lipoproteínas obtidas da fração do plasma com dens...
Fatores que afetam o peso dos ovos
Efeito da ração pré-postura e peso as 18 semanas nos parâmetros reprodutivos                                              ...
Correlação entre peso de pinto e peso de ovos                                                     Lauglin (2005)Existe uma...
Influência da taxa de postura sobre o peso dos ovos                                                      Lauglin (2005
Consumo de ração pela galinha peso do pintoDe acordo com Kenny e Kemp (2005) um maior fornecimento de ração as galinhas te...
Peso do ovo (g) de acordo com o percentual de ácido linoléico da dieta e idade dasmatrizes                                ...
Médias para peso do ovo por semana para as reprodutoras nos diferentes horários dearraçoamento                            ...
Influência da energia dietética no peso de ovos de poedeiras Bovans White e Dekalb     White                              ...
Influencia de lisina, isoleucna, treonina e triptofano dietético (LITT) e dos Aminoácidos Sulfurados nopeso de ovos de Hy-...
Peso dos ovos de matrizes Arbor Acres alimentadas com dietas adequadase deficientes em três aminoácidos                   ...
Fatores que afetam oscomponentes dos ovos
Percentual de líquido e peso de ovos de matrizes com diferentesingestões de metionina                                     ...
Influencia de rações com diferentes energias metabolizáveis nacomposição de ovos de poedeiras Bovans White and Dekalb Whit...
Peso da gema, albumen, casca e relação gema:albúmem de ovos de Matrizes ArborAcres recebendo dietas adequadas e normais em...
Característica de ovos de matrizes recebendosuplementação de cálcio (2 g de clacário grosso ave/dia)                      ...
Influência da granulometria do calcário da ração no diâmetro maior e menor do ovo(mm), peso do ovo (g), espessura média da...
Classificação de nutrientes encontrados no ovo de                          acordo com a sua resposta a manipulações       ...
Percentual de ácido linoléico da gema dos ovos de acordo com os tratamentos e idade das matrizes                          ...
Efeito dos macronutrientes das dietas de matrizes sobre o desempenho da progênie                                          ...
Micronutrientes na nutrição de           matrizes
Quadro de deficiência vitamínica Nutriente                        Sinais                                                  ...
Quadro de deficiência mineral  Nutriente                      Sinais                                               Evoluçã...
Desempenho, conteúdo de folato no ovo e plasma de poedeiras recebendo dietas comdiferentes níveis de ácido fólico cristali...
Efeito do selênio dietético na concentração do mesmo na gema, albumem e ovos de matrizes Dietary Se supplied in organic or...
Total de ovos e pintos produzidos por matrizes (32-67 sem) alimentados com diferentesníveis e fontes de Vit D3            ...
Estimativas de requerimento de Vit D3 de matrizes frente a diferentes parâmetros                                          ...
Desempenho da progênie (0 a 17 d) de matrizes alimentadas com diferentes níveis e fontes deZinco e Manganês               ...
Contaminantes que afetam aprodução e qualidade de ovos e      pintos de matrizes
Efeito da DAS sobre o consumo semanal de ração de matrizes pesadas (kg/ave/semana)               Toxina foi fornecida entr...
Brake et al - 2000
Dose-resposta da mortalidade as 72 hs de embriões expostos aFumonisina (FB1)                                              ...
Efeito da aflatoxina na produção e eclosão de ovos                                   Howarth e Wyatt- 1976
Efeito de diferentes anticoccidianos sobre a eclosão de ovos férteis                                                      ...
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Nutrição de matrizes e qualidade de ovos e pintainhos b

  1. 1. Nutrição de matrizes e qualidade de ovo/pintainho Tópicos em Produção Animal Keysuke Muramatsu Prof. Dr. Fabiano Dalke Curitiba - 2011
  2. 2. Particularidades na nutrição de matrizes de frango Alta capacidade de 140-150 pintos consumo em 42 sem de produção Genótipo para alta Regime detaxa de crescimento restrição alimentar Fonte - Própria
  3. 3. Manejo de nutricional para matrizes em recria e pré-postura
  4. 4. A partir de 4-6 semanas = crescimento controlado Programa com 5 -6 fases Pré-Inicial Crescimento Pré-Postura Postura 1 Postura 2 Postura 3 Cobb – Breeder Management Guide (2005)
  5. 5. Pesagens realizadas numa frequência semanal a fim de acompanhar a curva de crescimento preconizado pela genética ou pela empresa A retirada de ração 175 após o início da postura está condicionada pela 155 Consumo de ração - Fêmea produção de ovos 135 115g/ave/dia 95 “mata o frango 75 que está dentro da matriz” 55 35 15 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 Cobb – Breeder Management Guide (2005) idade (sem)
  6. 6. Curva de crescimento Necessidade de EM da Fêmea - Linhagem A 350 300 250 Implicação econômica:EM (kcal/dia) 200 •Custo de ração •Incid. Prolapso 150 •Fertilidade •Qualidade de ovos 100 50 0 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51 53 55 57 59 61 63 65 Necess EM Mant. (kcal/dia) - Nilva 2005 - Femea Necess EM Prod .Ovos (kcal/dia) - Nilva 2005 - Femea De acordo com Rostagno 2011: Galinha de 3,0 kgs = E Mant. de 263 kcal de EM/dia Galinha de 3,4 kgs = E Mant. de 289 kcal de EM/dia – adicional de 9,0 g de ração/cabeça Galinha de 3,8 kgs = E Mant. de 314 kcal de EM/dia – adicional de 17,9 g de ração/cabeça
  7. 7. Ao redor de 30 espermatozóides devem adentrar o óvulo próximo aodisco germinativo de forma que haja 95% de chance de fertilização.McDaniel (2008.) Donoghue - 1999
  8. 8. “mata o frango que está dentro da matriz”Cobb
  9. 9. Qto mais curto é o período de consumo = pior uniformidade de ingestão de raçãoEquipamentos na recria – período de restrição• Respeitar o espaçamento linear (cm/ave) • Fêmea 5 cm/ave de comedouro até 35 dias, 10 cm/ave até 70 dias e 15 cm depois • Macho 8 cm/ave de comedouro até 35 dias, 15 cm/ave até 70 dias e 20 cm depois• Proporcionar uma altura uniforme da ração na calha• Arraçoamento simultâneo ou de alta velocidade de distribuição: • Impedir que algumas aves consumam a ração durante a distribuição • Proporcionar a mesma oportunidade para que cada ave consuma a sua porção pré-determinada
  10. 10. Programas de arraçoamento na recria Consumo acumulado de proteína bruta e Energia metabolizável e o peso das matrizes as 20 semanas de idade. EM 22.000 kcal PB 1.260 gramas Efeito da curva de arraçoamento no peso corporal e do oviduto as 24 semanas de idade em matrizes de frango. Walsh e Brake (1999)
  11. 11. Fertilidade das matrizes afetada pela proteína bruta das dietas de recria EM 22.000 kcal PB 1.260 gramas Walsh e Brake - 1997PB de 0-18 semanas = 11, 14, 17, or 20%Pré-Postura =17% das 19 a 24 semanas de idade.Postura com 16%O peso corporal era controlado.
  12. 12. Ingestão de PB e EM pela matriz Consumo de Energia e Prot. Bruta - Fêmea Linhagem A 500 30 450 25 400 350 20 Consumo energia (kcal/dia) 300 Consumo de PB (g/dia) 250 15 200 10 150 100 5 50 0 0 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51 53 55 57 59 61 idade (sem) Consumo de energia kcal/dia Fêmea Linhagem A Consumo de PB total Femea Linhagem AConsumo acumulado de EM – Fêmea Linhagem A: 6 sem = 4.600 kcal / 20 sem = 22.000 kcalConsumo acumulado de PB – Fêmea Linhagem A: 6 sem = 287 gramas / 20 sem = 1.260 gramas
  13. 13. Especificações nutricionais e manejo de arraçoamento para matrizes em produção
  14. 14. Ingestão de aminoácidos pela matriz Consumo Lis dig e M+C dig - Fêmea Linhagem A 1,200 1,000Consumo de aminoácidos (g/ave/dia) 0,800 0,600 0,400 0,200 0,000 1 3 5 7 9 11 13 15 17 19 21 23 25 27 29 31 33 35 37 39 41 43 45 47 49 51 53 55 57 59 61 idade (sem) Consumo de lis dig g/dia Femea Linhagem A Consumo de M+C dig g/dia Femea Linhagem A
  15. 15. Níveis sugeridos pelas tabelas brasileiras de nutrição animalNutriente Matrizes pesadasProteína Bruta 21,00Cálcio 4,10Fósforo disponível 0,40Fósforo digestível 0,38Potássio 0,70Sódio 0,25Cloro 0,22Acido linoléico 2,00Peso Corporal, kg 3,000 3,400 3,800Ganho, g/dia 6,0 2,0 1,0Massa de Ovo, g/dia 51,0 45,0 40,0Aminoácido dig. dig. dig.Lisina 0,912 0,773 0,707Metionina 0,438 0,371 0,339Metionina+cistina 0,793 0,673 0,615Treonina 0,739 0,626 0,573Triptofano 0,210 0,178 0,163Arginina 1,049 0,889 0,813Glicina+Serina 0,930 0,788 0,721Valina 0,821 0,696 0,636Isoleucina 0,821 0,696 0,636Leucina 1,231 1,044 0,954Histidina 0,319 0,271 0,247 Rostagno - 2011
  16. 16. Níveis sugeridos pelas tabelas brasileiras de nutrição animal Peso corporal (kg) 3,000 3,400 3,800Ganho de peso (g/ave/dia) 6,0 2,0 1,0Massa de Ovos (g/ave/dia) 51 45 40 51 45 40 51 45 40 Temperatura média 16ºC 465,6 451,2 439,2 464,4 450,0 438,0 485,2 470,8 458,8 21ºC 431,4 417,0 405,0 426,8 412,4 404,4 444,4 430,0 418,0 25ºC 397,2 382,8 370,8 389,3 374,9 362,9 403,5 389,1 377,1EM (kcal/ave/dia) = 115,5 Peso em kg0,75 + 7,62 GPD em g + 2,4 Ovo + 3 Peso em kg0,75 (21-TºC)Lis (g/ave/dia) = 0,07 Peso em kg0,75 + 0,02 GPD em g + 0,0124 Ovo Rostagno - 2011
  17. 17. Metabolismo energético na galinha: noção hidrostática Órgãos vitais e mantença Ossos e músculos Prod. Peso dos ovos ovos Superovulação (energia) Excesso de peito (Protn.) Muito sensível a estrógenoSchneider et al (2005) entre 2-4 semanas pós foto Gordura corporal estimulação. Cuidar com superalimentação.
  18. 18. Lipoproteínas para a gema Formação de lipídios a partir da glicose Richard et al (2003)
  19. 19. Consumo de nutrientes e formação de lipídios Chen et al- 2006
  20. 20. Renema et al – 2005
  21. 21. Proporção de matrizes com diferentes tipos de eficiência reprodutiva dentro de um plantel de Ross 308 Renema et al – 2005
  22. 22. O que acontece quando há um sobre-consumo?
  23. 23. Consumo de ração pela galinha e reproduçãoProdução e qualidade de ovos de matrizes restritas ou sobre-alimentadas (20% mais ração) a partir de22 semanais de idade. Renema et al (S.D.)
  24. 24. Consumo de ração pela galinha e reproduçãoProdução e qualidade de ovos de matrizes restritas ou sobre-alimentadas (20% mais ração) a partir de22 semanais de idade. 120% Restrito Renema et al (S.D.)
  25. 25. Consumo de ração pela galinha e reprodução Hierarquia anormal para folículos amarelosHierarquia normal para folículos grandes (n > 9) – sequência paralelaamarelos grandes (n = 7-9) Robson e Renema (S.D.)
  26. 26. Consumo de ração pela galinha e reproduçãoEfeito do manejo alimentar na fase de recria (4-18 sem) e na produção (18-62 sem) na ocorrência dedesenvolvimento simultâneo de folículos as 34 sem e na incidência de postura errática e ovosdefeituosos entre 19 e 29 sem.Regime de Desenvolv. N. folículos Postura Casca fina + Ovos de gemaarraçoamento simultâneo amarelos errática (%) Sem casca (%) múltipla (%)FF 1,71 ab 9,14 a 40,8 a 32,6 a 18,1 aFR 1,00 ab 7,44 a 28,7 b 22,7 b 13,5 aRF 2,25 a 8,25 a 24,5 b 20,0 b 12,6 aRR 0,56 b 7,22 a 13,3 c 4,5 c 2,3 bSEM 0,41 0,53 1,6 2,2 2,3Fator na recriaFF+FR 1,36 +/- 0,29 a 8,29 +/- 0,38 a 34,5 +/- 1,4 a 27,4 +/- 1,7 a 15,6 +/- 1,7 aRF+RR 1,40 +/- 0,28 a 7,74 +/- 0,37 a 19,0 +/- 1,3 b 12,3 +/- 1,7 b 7,5 +/- 1,7 bFator na produçãoFF+RF 1,98 +/- 0,30 a 8,70 +/- 0,39 a 32,2 +/- 1,5 a 25,9 +/- 1,8 a 15,2 +/- 1,7 aFR+RR 0,78 +/- 0,27 b 7,33 +/- 0,36 b 21,1 +/- 1,5 b 13,7 +/- 1,8 b 8,0 +/- 1,7 bInteração NS NS NS NS NS Yu et al (1992)
  27. 27. Ovos deformados Achatamento de uma das faces Deposição extra de cálcio Ovos abaulados MIDDELKOOP (1971)
  28. 28. Consumo de ração pela galinha e reproduçãoEfeito do manejo alimentar na fase de recria (4-18 sem) e na produção (18-62 sem) nafertilidade, eclodibilidade e viabilidade dos ovos postos entre 31- 57 sem. Regime de n de ovos Fertilidade % Eclodibilidade % Viabilidade arraçoamento FF 859 78,0 b 65,0 c 80,4 b FR 2107 82,3 b 75,4 b 90,9 a RF 1765 82,0 b 68,5 bc 83,5 b RR 2549 91,9 a 86,4 a 93,8 a SEM 2,5 2,8 2,4 Fator na recria FF+FR 2966 80,4 +/- 1,8 b 70,7 +/- 2,4 b 86,2 +/- 1,8 a RF+RR 4314 87,0 +/- 1,7 a 77,6 +/- 2,3 a 88,7 +/- 1,8 a Fator na produção FF+RF 2624 80,2 +/- 1,8 b 66,9 +/- 2,3 b 82,1 +/- 1,8 b FR+RR 4656 87,1 +/- 1,7 a 80,9 +/- 2,1 a 92,3 +/- 1,7 a Interação NS NS NS Yu et al (1992)
  29. 29. Consumo de ração pela galinha e reproduçãoCaracteristicas de tamanho de lipoproteínas obtidas da fração do plasma com densidade <= 1,019 g/multracentrifugada de poedeiras com diferentes ingestões calóricas e produção de ovos Poedeiras consumindo ad Poedeiras com 150% do consumo ad libitum libitum - em postura Com folículosParâmetro Em postura (n=10) Involuídos (n = 6) (n = 4)VLDL - diâmetro modal, nm 27,1 ± 0,7 a 33,7 ± 0,9 b 78,3 ± 4,1 cPolidispersibilidade, nm 10 ± 0,8 a 8,8 ± 1,1 b 35,9 ± 2,5 c% de partículas > 46 nm 12,2 ± 1,8 a 16,6 ± 4,4 b 91,0 ± 5,0 cIndex de concentração 4,97 ± 1,25 b 7,52 ± 2,22 c 2,05 ± 0,84 a Walzem et al. (1994) Em aves superalimentadas, o grânulo de gordura se torna muito grande (> 34 nm) para atravessar a lâmina própria e se depositar no folículo em desenvolvimento. Por isso os folículos involuem.
  30. 30. Fatores que afetam o peso dos ovos
  31. 31. Efeito da ração pré-postura e peso as 18 semanas nos parâmetros reprodutivos Adaptado de Beer e Coon - 2006H = 1550 grs 16 semL = 1454 grs 16 semHP = 17% proteína na pré-postura (16-21 sem)LP = 14% proteína na pré-postura (16-21 sem)
  32. 32. Correlação entre peso de pinto e peso de ovos Lauglin (2005)Existe uma alta correlação entre o peso do ovo e o peso dos pintos.Comumente pintos com um bom peso ao alojamento apresentam um bom peso aos7 dias de idade.
  33. 33. Influência da taxa de postura sobre o peso dos ovos Lauglin (2005
  34. 34. Consumo de ração pela galinha peso do pintoDe acordo com Kenny e Kemp (2005) um maior fornecimento de ração as galinhas temum impacto positivo em peso de pintos. Volume de ração para matriz no pico de produção (30 semanas) e peso dos pintos KENNY e KEMP (2005) Por outro lado, o fornecimento ad libitum das galinhas pode favorecer a incidência de EODES (Erratic oviposition and deffective egg syndrome)
  35. 35. Peso do ovo (g) de acordo com o percentual de ácido linoléico da dieta e idade dasmatrizes Ribeiro et al. (2007) A síntese de proteína no oviduto está sob o controle do estrógeno e a inclusão de ácidos graxos na dieta estimula a síntese de proteínas no oviduto e a transferência de lipoproteínas para a gema (Ribeiro et al. – 2007)
  36. 36. Médias para peso do ovo por semana para as reprodutoras nos diferentes horários dearraçoamento Avila et al (2005)
  37. 37. Influência da energia dietética no peso de ovos de poedeiras Bovans White e Dekalb White Wu et al - 2005Qdo a EM passo de 2719 para 2956 kcal, a gema do ovo aumentou de 15,95 para 16,39 g deforma que foi o maior contribuinte para o aumento no peso do ovo. Alguns pesquisadoressugerem que a produção hepática de lipídios é insuficiente e os lipídios dietéticos auxiliam nadeposição de gema.
  38. 38. Influencia de lisina, isoleucna, treonina e triptofano dietético (LITT) e dos Aminoácidos Sulfurados nopeso de ovos de Hy-Line W-36 Sohail et al (2002) TSAA – 0,65, 0,72, 0,81% LITT = +0,07% Lis, +0,055% de Isoleucina, +0,022% de triptofano e treonina
  39. 39. Peso dos ovos de matrizes Arbor Acres alimentadas com dietas adequadase deficientes em três aminoácidos Hussein e Arms - 1994
  40. 40. Fatores que afetam oscomponentes dos ovos
  41. 41. Percentual de líquido e peso de ovos de matrizes com diferentesingestões de metionina Shafer et al - 1998
  42. 42. Influencia de rações com diferentes energias metabolizáveis nacomposição de ovos de poedeiras Bovans White and Dekalb White Wu et al - 2005
  43. 43. Peso da gema, albumen, casca e relação gema:albúmem de ovos de Matrizes ArborAcres recebendo dietas adequadas e normais em três aminoácidos Hussein e Arms - 2006
  44. 44. Característica de ovos de matrizes recebendosuplementação de cálcio (2 g de clacário grosso ave/dia) Reis et al – 1995
  45. 45. Influência da granulometria do calcário da ração no diâmetro maior e menor do ovo(mm), peso do ovo (g), espessura média da casca (mm), gravidade específica epercentagem de casca. Bueno et al – 2010
  46. 46. Classificação de nutrientes encontrados no ovo de acordo com a sua resposta a manipulações dietéticas O teor de gordura no ovo é pouco alterado, porém o perfil lipídico sofreconsiderável influência da dieta Naber (1979)
  47. 47. Percentual de ácido linoléico da gema dos ovos de acordo com os tratamentos e idade das matrizes Ribeiro et al. (2007) Composição em ácidos graxos poliinsaturados nos lipídios da gema dos ovos Muramatsu et al. (2005)
  48. 48. Efeito dos macronutrientes das dietas de matrizes sobre o desempenho da progênie Calini e Sirri (2007) Efeito em 61% dos artigos
  49. 49. Micronutrientes na nutrição de matrizes
  50. 50. Quadro de deficiência vitamínica Nutriente Sinais Evolução Embriões mal posicionados e desenvolvimento Mortalidade nas primeiras sem. de incubação, ou embriões muito fracos para A anormal do sistema circulatório. eclodir ou que morrem logo após a eclosão Condrodistrofia, micromelia, ossos curtos e Mortalidade de 1ª e 3ª sem. de incubação, com picos de mortalidade antes dos Biotina "bico de papagaio". 5º dia e após o 17º dia. Edema, hemorragias, nanismo, micromelia, Mortalidade aos 9 e 14 dias de incubação sendo que picos de mortalidade B2 penas em cartucho e anemia. embrionária vão progredindo da 3ª para a 1ª sem. de incubação. Edema ao redor dos olhos, subdesenvolvimento da musculatura das pernas , hemorragia, Redução moderada na produção de ovos. A mortalidade embrionária ocorre na B12 nanismo, bicos curtos e mal posicionamento 1ª sem. incubação e vai progredindo para a 2ª e 3ª sem. (cabeça entre as coxas). Ácido Incoordenação muscular nos pintos, joelhos A mortalidade embrionária tem um pico após os 18 dias.Pantoténico inchados e mal empenamento. B1 Polineurite, opistótono Redução na eclosâo PP Mort.emb. ocorre na 1ª sem. de incub. e vai progredindo para a 2ª e 3ª sem. Tibiotarso curvo, ossos curtos, defeitos de bico e Os req. são maiores para manutenção da eclosão do que para a produção deÁcido Fólico sindactilia. ovos. Embriões parecem normais mas morrem após bicar a câmara de ar. B6 Sinais nas matrizes: anorexia imediata. Os requerimentos são maiores para a produção de ovos do que para a eclosão. K Hemorragias no embrião ou nas membranas Redução na eclosâo embrionárias tem sido descritos como sinais Mort. embrionária tardia, principalmente nos dias 18 e 19. A 1-25 D3 é D3 Deformações no bico e esqueleto insuficientemente traferida ao embrião, enquanto que a vit D3, 24-25De e 25-D3 foram eficientes para produção de embriões normais. No início a mortalidade embrionária ocorre na 1ª e 3ª sem. de incubação e a E Encefalomalácea, diatese exsudativa medida que a deficiência se prolonga as perdas embrionárias passam a se concentrar na 1ª sem. Wilson (1997)
  51. 51. Quadro de deficiência mineral Nutriente Sinais Evolução Pintos fracos, prostrados com miopatia do Selênio Redução da eclosão músculo da moela Semelhante a deficiência pro biotina, pode A matriz pode tolerar dietas deficientes em manganês por Manganês surgir opistótono, ataxia, tetania algumas semanas sem efeitos aparentes na eclosão Problemas de casca e desenvolvimento Aumento de mortalidade de pintos na primeira semana de vida e Cálcio esquelético do pinto, nanismo mortalidade embrionária tardia Empenamento anormal, desenvolvimento Zinco Redução da eclosão esquelético afetado Cloro Redução da eclosão Wilson (1997)
  52. 52. Desempenho, conteúdo de folato no ovo e plasma de poedeiras recebendo dietas comdiferentes níveis de ácido fólico cristalino Herbert et al. (2005)
  53. 53. Efeito do selênio dietético na concentração do mesmo na gema, albumem e ovos de matrizes Dietary Se supplied in organic or inorganic form accumulates to a greater extent in the yolk of the egg than it does in the white Paton et al – 1995
  54. 54. Total de ovos e pintos produzidos por matrizes (32-67 sem) alimentados com diferentesníveis e fontes de Vit D3 Torres et al – 2009 Nesta avaliação, não houve efeito dos diferentes níveis de vitamina D3 e de seus metabólitos na produção e eclosão de ovos de matrizes de frango, embora outras pesquisas tenham apontado diferentes resultados.
  55. 55. Estimativas de requerimento de Vit D3 de matrizes frente a diferentes parâmetros Atencio et al. (2006)
  56. 56. Desempenho da progênie (0 a 17 d) de matrizes alimentadas com diferentes níveis e fontes deZinco e Manganês Virden et al. (2003)One possibility is that Mn and Zn improved the integrity of macrophages andheterophils. Superoxide dismutases are enzymes, which protect cells fromoxidative damage.
  57. 57. Contaminantes que afetam aprodução e qualidade de ovos e pintos de matrizes
  58. 58. Efeito da DAS sobre o consumo semanal de ração de matrizes pesadas (kg/ave/semana) Toxina foi fornecida entre as semanas 24 e 25 de idade DAS (mg/kg)Semana 0 5 10 2024 1,7+/-0,03 a 1,4+/-0,05 b 1,2+/-0,03 c 0,9+/-0,04 d25 1,7+/-0,06 a 1,4+/-0,05 b 1,3+/-0,05 b 0,9+/-0,05 c26 1,6+/-0,08 1,6+/-0,09 1,6+/-0,04 1,5+/-0,04 Brake et al – 2000
  59. 59. Brake et al - 2000
  60. 60. Dose-resposta da mortalidade as 72 hs de embriões expostos aFumonisina (FB1) Henry e Wyatt- 2001
  61. 61. Efeito da aflatoxina na produção e eclosão de ovos Howarth e Wyatt- 1976
  62. 62. Efeito de diferentes anticoccidianos sobre a eclosão de ovos férteis Jones et al. 1990

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