Atrativos naturais

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Atrativos naturais

  1. 1. PROCEDIMENTOS PARA GUIAMENTO EM ATRATIVOS NATURAIS ADM.ESP.KARLLA COSTA GUIA DE TURISMO REGIONAL BA.EXCURSÃO NACIONAL-BRASIL/AMÉRICA DO SUL CADASTUR 05.019184.96-8 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA BAIANO CAMPUS-URUÇUCA CONCURSO PÚBLICO - PROFESSOR TEMPORÁRIO EDITAL Nº117/ 2013
  2. 2. CONHECIMENTO DOS ATRATIVOS NATURAIS DA REGIÃO  PARQUE ESTADUAL SERRA DO CONDURU  RPPN ECOPARQUE DE UNA  RPPN MÃE DA MATA  RPPN ALTO DA BOA ESPERANÇA  PARQUE NACIONAL SERRA DAS LONTRAS  RPPN NOVA ANGÉLICA  ESTAÇÃO EXPERIMENTAL LEMOS MAIA  CENTRO DE RECUPERAÇÃO DO BICHO PREGUIÇA.  DIVERSAS APAS .  ENTRE OUTRAS
  3. 3. SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DA NATUREZA–SNUC  É um conjunto de diretrizes e procedimentos oficiais que possibilitam às esferas governamentais federal estadual e municipal e à iniciativa privada a criação, implantação e gestão de unidades de conservação (UC), sistematizando assim a preservação ambiental no Brasil.  Um dos objetivos principais é :  favorecer condições e promover a educação e interpretação ambiental, a recreação em contato com a natureza e o turismo ecológico que pode ser praticado nas unidades de uso sustentável .
  4. 4. PRINCÍPIOS PARA VISITAÇÃO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO  O planejamento e a gestão da visitação deverão estar de acordo com os objetivos de manejo da Unidade de Conservação.  A visitação é instrumento essencial para aproximar a sociedade da natureza e despertar a consciência da importância da conservação dos ambientes e processos naturais, independentemente da atividade que se está praticando na Unidade de Conservação.  O planejamento e a gestão da visitação devem considerar múltiplas formas de organização da visitação, tais como: visitação individual, visitação em grupos espontâneos, visitação em grupos organizados de forma não comercial e visitação organizada comercialmente, entre outras.
  5. 5. DIRETRIZES PARA INTERPRETAÇÃO AMBIENTAL  Adotar a interpretação ambiental como uma forma de fortalecer a compreensão sobre a importância da UC e seu papel no desenvolvimento social, econômico, cultural e ambiental;  Utilizar as diversas técnicas da interpretação ambiental como forma de estimular o visitante a desenvolver a consciência, a apreciação e o entendimento dos aspectos naturais e culturais, transformando a visita numa experiência enriquecedora e agradável.
  6. 6. DIRETRIZES PARA CONDUÇÃO DE VISITANTES  Requerer que todos os condutores, monitores e guias estejam devidamente cadastrados nas UC onde atuarão. Esse cadastro contemplará aqueles que realizaram cursos de capacitação e de formação para condutores, monitores ou guias reconhecidos pelos órgãos gestores.  Considerar que os condutores, monitores e guias devem desempenhar um importante papel na experiência do visitante, proporcionando um incremento educativo e interpretativo durante a visita.
  7. 7. DIRETRIZES PARA SEGURANÇA DURANTE A VISITAÇÃO  Identificar os riscos possíveis à segurança e à saúde dos visitantes e à proteção dos recursos da unidade, colocando em prática normas, códigos, padrões e princípios vigentes que deverão ser observados e adotados pelos atores envolvidos com a visitação.  Considerar que os acidentes podem estar associados a fatores relacionados ao comportamento dos visitantes, como a negligência em relação à segurança, o não-cumprimento de regulamentos para visitar a área, a ausência de equipamento recomendado para a atividade, entre outros.
  8. 8. DIRETRIZES PARA ATIVIDADES ESPECÍFICAS  A dinâmica atual sinaliza o desenvolvimento e o aumento na demanda por outras modalidades de atividades em ambientes naturais:  CAMINHADA  MERGULHO  CANOAGEM E RAFTING  VÔO LIVRE  CANIONISMO E CACHOEIRISMO  MONTANHISMO E ESCALADA  CICLISMO  VISITA A CAVERNAS  OBSERVAÇÃO EMBARCADA  UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS DE MONTARIA  ACAMPAMENTO.
  9. 9. PRÁTICA RESPONSÁVEL DAS ATIVIDADES DE VISITAÇÃO  Certificar-se de que seu equipamento está em boas condições de uso, não se esquecendo dos equipamentos de segurança específicos da atividade que irá realizar.  Portar equipamentos apropriados e, se necessário, estar preparados para enfrentar situações de emergência, até que os profissionais de busca e salvamento cheguem ao local do acidente.  Utilizar locais apropriados para armazenar o lixo e evitar a aproximação e alimentação inadequada da fauna, como também a poluição do local.
  10. 10. REGRAS BÁSICAS DE PRIMEIROS SOCORROS  SE POSSÍVEL REALIZAR TREINAMENTO BÁSICO COM CORPO DE BOMBEIROS LOCAL ( RBS)  NO CASO DE VÍTIMA DE ANIMAIS PENÇONHENTOS , MANTER O ACIDENTADO CALMO POIS O VENENO PODE ESPALHAR PRA CORRENTE SANGUÍNEA.
  11. 11. ANIMAIS PEÇONHENTOS ESTUDAR SOBRE OS ANIMAIS PENÇONHENTOS DA REGIÃO USAR ROUPAS E ACESSÁRIOS ADEQUADOS PARA VISITAÇÃO EM ÁREA NATURAL PARTICIPAR DE TREINAMENTOS COM PROFISSIONAL ESPECIALIZADO !
  12. 12. AVALIAÇÃO  Simulação de atividades correspondentes ao guiamento em atrativos naturais, elaboração de plano de segurança, e visita técnica em área natural para desenvolvimento prático da atividade, bem como eventos do setor.
  13. 13. REFERÊNCIAS  ABETA.Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura . Disponível em :<http://abeta.tur.br/site/> acesso em 05 set 2013.     Ministério do Meio Ambiente. Diretrizes para visitação em Unidades de Conservação. Secretaria de Biodiversidade e Florestas. Diretoria de Áreas Protegidas. Brasília: Ministério do Meio Ambiente,2006.     SENAC.DN.Primeiros socorros: como agir em situações de emergência. 2.ed.4.reimpr./José Márcio da Silva Silveira; Mercilda Bartmann: Paulo Bruno. Rio de Janeiro: Senac Nacional.2009.144p.     SENAC. DN. Se cada um fizer a sua parte...ecologia e cidadania. /Elias Fajardo. Rio de Janeiro: Ed. Senac Nacional, 1998.160p.     SNUC.Sistema Nacional de Unidades de Conservação . Disponível em :<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9985.htm> acesso em 05 set 2013.

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