Ateliê fotografia

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Ateliê fotografia

  1. 1. EMPODERAMENTO na direção da AUTOAFIRMAÇÃO Em tempos de luta contra a apropriação cultural e pelo em- poderamento do povo Negro, experimente juntar a já famosa Feira da Cidade com muita dan- ça ao som das “Ovelhas Negras”, grupo que sacode o Batekoo com seus setlists. Foi o que rolou no “Novembro Negro” em um edição história d’A Feira. Foto Valmil Brazil
  2. 2. MODA E IDENTIDADE O que se viu durante o dia foi um festi- val de cores espalhadas pelo Terreiro de Jesus, Pelourinho, tanto nas vestes da galera quanto nas roupas e asses- sórios à venda em dezenas de bar- racas. Itens importantíssimos na hora de assumir as origens africanas, é um fator de empoderamento. Ainda que seja na roupa, maquiagem, adotar costumes é uma forma de homena- gear nossa raça e afimar nossa identi- dade e ancestralieadade. PINTURA FACIAL Pinturas padronizadas em tribos afri- canas, com variações que podem ser usadas em rituais, caças, comemora- ções entre outros. Fora dessas ocasi- ões é usada como forma de maquia- gem e homenagem. Assumir as origens africanas, é um fator de empoderamento ‘‘ ‘‘
  3. 3. “Começou com o aniversário de um amigo, Wesley Miranda. Ele tinha uma data para realizar uma festa no Commons (casa de show lo- calidada no Rio Vermelho). Eu já estava pensando em produzir algo nessa temática na cidade por que percebia a carência de festas desse teor aqui, por ser negro, pobre, morador de periferia, e um aprecia- dor da cultura hip hop, negra, e do funk carioca. Quando ele citou que tinha essa data e não sabia o que fazer, me veio essa ideia de festa na cabeça. Ele pediu várias sugestões em um gru- po de amigos nossos e fomos ajudan- do ele a criar a proposta da festa. Eu o chamei em uma conversa no Fa- cebook pra reforçar as ideias e contei a ele da necessidade de uma festa negra, voltada a negros. No grupo comentamos e todo mundo apoiou também. Começou um debate para saber se faríamos a festa aberta ou privada E todo mundo sugeriu que fosse aber- ta. Para o nome, fizemos um debate tam- bém, Cada um foi citando um nome e Ia acabar sendo “É Treta” (risos) Mas de ultima hora o próprio Wesley sugeriu “Batekoo”, em tom de brinca- deira, porém acabou que todo mun- do gostou,daí nasceu o nome da fes- ta. “Nós produzimos a festa meio que jun- tos”. Ele era o real produtor, mas eu auxilia- va em tudo. Eu quem cuidei da comunicação vi- sual e externa. BATEKOO
  4. 4. A gente fez a primeira edição no Commons. Passei a abordar temas raciais mais di- retamente, especificando que o rolê é direcionado a negros, mas o intuito é ser um ambiente livre e inclusivo. Tivemos uma dificuldade pra con- seguir um outro local, acredito que a proposta da festa por ser voltada para negros, dificultou. A Commons, por exemplo, não quis mais, mas consegui uma data no Tar- rafas (casa de show localizada no Rio Vermelho) e foi o ponto de partida pra as proporções que a festa tomou. Eu nunca tive expectativa, no come- ço fui fazendo no intuito de oferecer um rolê que eu sentia falta na cidade, “Mas depois que produzi a segunda edição da festa, fui me surpreenden- do pela receptividade da galera, principalmente negra.” Empoderamento do jovem negro é importante pra mostrar que nós, ne- gros, somos tão capazes quanto qual- quer um. Autoafirmação da nossa estética e cultura em um ambiente de maioria negra é super importante também, a festa é como se fosse uma celebração de liberdade e acredito que influencia muitos outros jovens a se empoderar, também. OVELHAS NEGRAS Originado da junção de 3 amigas, Ludmila, Carol e Thatila. Ludmilla ja discotecava em algumas festinhas e nessa mesma vibe conheceu Carol e Thalita. Durante a gravação do se- gundo teaser do Batekoo as três pe- diram para tocar na festa, então foi sugerido por Mauricio (um dos ideali- zadores da festa) que fosse criado um trio. Desta forma nasceu as Ovelhas Negras (Lud: Por que somos), nome inspirado no blog da Ludmilla, o “Bla- ck Sheep”. No grupo, cada uma or- ganiza o set individualmente e vão Empoderamento do jovem negro é importante pra mostrar que nós, negros, somos tão capazes quanto qualquer um ‘‘ ‘‘ combinando.

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