Trabs

530 visualizações

Publicada em

Publicada em: Tecnologia, Turismo
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
530
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Trabs

  1. 1. O terremoto no Japão e o futuro dos moradores.<br />Trabalho de matemática<br />Realizado por Juliana Honório e Silva e Julia Marques Silva<br />3ºA<br />Orientado por ValdemiroRuppenthal<br />
  2. 2. Introdução<br /><ul><li>A história do planeta Terra já contou muitas vezes com catástrofes naturais. Erupções vulcânicas, terremotos, incêndios florestais, enchentes, deslizamentos de terra, tempestades, ciclones, entre outros. Em 11 de março de 2011, o Japão e o mundo assistiram a mais uma dessas manifestações da natureza. Um tsunami com origem em umterremoto de 8,9 graus de magnitude devastou parte da costa leste do Japão. Como se não bastassem todos os danos causados pelas ondas gigantes, uma usina nuclear localizada na cidade de Fukushima foi atingida, resultando em problemas ainda maiores. </li></li></ul><li>As placas tectônicas<br />
  3. 3. A Escala Richter<br />Os terremotos possuem uma força muito variável. Eles podem ser tão fracos a ponto de serem percebidos apenas por aparelhos, ou tão fortes à ponto de destruírem uma cidade. Clique na imagem para entender como funciona a escala. <br />
  4. 4. O terremoto que ocorreu no Japão foi classificado como 8,9 graus na escala Richter. Ou seja, totalmente devastador. No entanto, a situação foi ainda pior pois, além do tremor de quase 9 graus, o fundo do mar no epicentro (a 130 km de Sendai) deslocou-se por impressionantes 27 metros, provocando grande deslocamento de água e, consequentemente, um tsunami que atingiu a costa japonesa.<br />
  5. 5. Como se formam os tsunamis<br />
  6. 6. <ul><li>As imagens chocaram o Japão e o mundo. Um aconteci-mento nunca antes visto com tamanha intensidade deixou rastros por toda a costa japonesa. Carros, casas, aviões, prédios, redes de iluminação, tudo foi levado pela onda que atingiu 700 km/h em alto mar. Ao se aproximar da costa, sua velocidade diminuiu, mas a altura cresceu à medida que o fundo do mar ficou mais raso, chegando a 10 metros de altura. </li></li></ul><li>Sinais de alerta<br />Por ter tido origem muito próxima do Japão, o país foi o mais atingido, no entanto não foi o único. Rússia, Taiwan, Filipinas, Indonésia, Papua Nova Guiné, Fiji, México, Guatemala, El Salvador, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Honduras, Chile, Equador, Colômbia, Peru e Estados Unidos (Havaí,  Alasca e o estado da Califórnia) foram alertados de que poderiam ser atingidos logo depois de a onda gigante ter atingido o país do leste asiático.<br />
  7. 7. Países atingidos<br />Dos países que foram alertados, apenas 11 presenciaram a tsunami em seus mares, porém com uma intensidade muito menor: as ondas nesses locais alcançaram quase 3 metros de altura. Nenhum dano foi registrado.<br />
  8. 8. Mais problemas...<br />Além de causar um tsunami e destruir grande parte do leste japonês, o terremoto foi responsável pelo acidente nuclear na usina de Fukushima. O epicentro do tremor se deu à 178 km do local onde os 11 reatores se encontram. Mas como funcionam os reatores e o que gerou o acidente nuclear? <br />
  9. 9. Entenda o funcionamento dos reatores<br />
  10. 10. O acidente nuclear<br />Além de causar um tsunami e destruir grande parte do leste japonês, o terremoto foi responsável pelo acidente nuclear na usina de Fukushima. O epicentro do tremor se deu à 178 km do local onde os 11 reatores se encontram. Mas como funcionam os reatores e o que gerou o acidente nuclear? (vídeo da BBC sobre reatores a partir da parte dos reatores). A falha que o terremoto causou no sistema de resfriamento dos reatores fez com que os reatores 1, 2 e 3 explodissem. O reator número 4 foi incendiado. <br />
  11. 11. Radiação<br />Com as explosões, um vapor contendo substâncias radioativas vazou, obrigando que pessoas que estivessem dentro de um raio de 30 km da usina se retirassem. Cerca de 8 mil pessoas foram retiradas. Essa retirada emergencial se deu pelo fato de que o material radioativo é muito prejudicial à saúde humana, podendo resultar em câncer. <br />
  12. 12. Entenda os efeitos da radiação<br />
  13. 13. Os efeitos da radiação<br />Os raios alfa liberados causam queimaduras e os raios beta e gama penetram o organismo, provocando deformações que podem causar câncer. Além dos danos causados para o ser humano, também traz danos à natureza. Nas plantas e no solo, a radiação pode contaminar os frutos e os grãos, danificando os alimentos provenientes dali. Na água, a radiação pode contaminar o lençol freático e os rios, contaminando também a água potável que ingerimos. <br />
  14. 14. Problematização<br />Vimos que o vazamento de substâncias radioativas proveniente das explosões nos reatores nucleares fez com que as autoridades estabelecessem uma área de segurança ao redor, na qual muitas famílias foram retiradas de suas casas e levadas para abrigos improvisados. No entanto, o nível de radiação demorará dezenas de ano para ser controlada. Dessa forma, qual será o destino e como será o futuro das centenas de famílias que habitavam a região?<br />
  15. 15. Utilizando o Google Maps, localizamos as usinas que foram afetadas, e com o auxílio da escala apresentada no mapa, esboçamos o que seria o raio seguro de 30 km em relação à usina. <br />
  16. 16.
  17. 17. Também a partir do mapa, marcamos a região habitada com o auxílio de um editor de imagens, e obtivemos o seguinte resultado<br />
  18. 18.
  19. 19. Utilizando o programa gratuito GEOGEBRA, esboçamos o que seria a realidade, utilizando a escala:1 unidade : 3 kme utilizando a origem dos eixos como o local onde se encontram os reatores que explodiram. <br />Localização dos pontos:A(-5/4, -54/7) B(1, 9/2) C(2/3, 10) D(-9/4, 39/4) E(-3/2, 13/2) F(-9/2, 13/2) G(1/6, -17/3)<br />
  20. 20.
  21. 21. Dividimos a figura gerada em 5 triângulos, para que pudéssemos calcular sua área. <br />

×