Ambientes Virtuais e Mídias de Comunicação :: Tarefa da Semana 1
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Tarefa da Semana 1
[1] Leia o textos: Design didático para ambientes virtuais e Criatividade, Pesquisa e Inovação: o caminho surpreendente da descoberta. Assista ao vídeo do Ken Robinson.
[2] Elabore um texto, com suas palavras, abordando as ideias principais expostas nestes materiais de estudo. Utilize o modelo de tarefa que estamos disponibilizando.
[3] As conclusões do seu trabalho devem estar ancoradas nos debates realizados no fórum da semana.
[4] Este documento deve ser entregue, aqui, na plataforma Lante, através de upload.

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  1. 1. Ambientes Virtuais e Mídias de Comunicação :: Tarefa da Semana 1 Aluno: Jovert Nunes Freire Polo: São João da Boa Vista - APsjo212 SALVANDO VIDAS PARA A PLENITUDE 1. Introdução: A viagem do conhecimento. “Tanto esperava de ti, nesta viagem que compartilhávamos. Eu, ansiando por descobertas e experiências. E tu, me fizeras crer, que sabias como realizar os meus desejos. Disseras que os sacrifícios eram necessários, mas seriam regiamente recompensados. Acreditei em ti, pois eras reconhecidamente um homem culto. Contigo trabalhei arduamente por anos a fio. Acumulamos o que chamastes de riquezas, apenas a um dos lados, pois ao outro serviria às recompensas mundanas. Mas, o mundo girou, os valores mudaram e, desmotivados, num certo momento adernamos juntos, por excesso de carga que ambos entulhamos a bombordo, como se fossem os mais ricos tesouros. Na realidade, não passavam de estorvos. Por fim, já sem vontades, me submeti à força que me tragou para baixo da superfície, a me sufocar na incompreensão circundada por um mar de conhecimento. Já submerso, a sensação de afogamento era mais suportável do que a decepção pela confiança traída. Aquela que depositei em ti, meu mestre!” 2. Desenvolvimento Os alunos querem ser mais criativos e inovadores. A quem podem recorrer? Mesmo no ensino presencial, a autonomia parece encaminhar o aprendiz para um autoaprendizado, conduzindo-o, através da conectividade e dos recursos das nTICs, a uma imensa gama de conhecimentos desnecessários em sua vida profissional. Mesmo assim, essa absorção do conhecimento compactua com um sistema educacional engessado, que parece visar apenas à formação de novos acadêmicos, dando sobrevida aos dogmas incutidos profundamente no irracional de cada “vítima” desse sistema. Como resultado desse ciclo vicioso, permanece a finalidade de absorção desmesurada do conhecimento como finalidade precípua. Dessa forma, muitos estudantes acreditam estarem no caminho correto da realização profissional ao absorver, como uma esponja, todos os tipos de informações que lhe são oferecidos. Mas, num certo momento, se percebem soterrados por uma avalanche de conhecimentos incompreensíveis, fora de contexto e práxis, tão inócuos na atual realidade empresarial. Mesmo conhecimentos 1
  2. 2. práticos, como os necessários para operar softwares e equipamentos de alta tecnologia, podem ser desnecessários à medida que a especialização de funções utilize ferramental exclusivo. Como exemplo, isso pode ser observado no cotidiano dos escritórios, onde uma imensa variedade de hardwares, softwares, redes e periféricos estão instalados nas mais variadas configurações e versões. Sendo assim, cada equipamento necessita de um treinamento específico para a sua operação e não existem escolas interessadas ou professores treinados para oferecer treinamento nessa situação tão especifica. A partir desta realidade, visionários apresentam tendências futuras: - Pierre Lévy esclarece que a especialização do indivíduo tende a tornar a todos prestadores de serviços desvinculados das empresas, como peças de um quebra cabeça numa organização global sem fronteiras. - Ken Robinson prevê um mundo profissional onde a criatividade inovadora será o principal requisito e sugere uma reformulação do sistema de ensino, buscando atender a plenitude de nossas capacidades em ambos os hemisférios cerebrais. O futuro parece promissor, maravilhoso e preconiza ótimos resultados. Mas, como eles mesmos afirmam, não vai acontecer imediatamente. Então, como ficam os alunos desejosos de mudanças imediatas? Acredito que o professor deve agir para o futuro imediato dos seus alunos, no papel de mestres responsáveis, para que possam usufruir o presente, em detrimento às promessas futuras. Mestres responsáveis devem permanecer em estado de alerta, observando e estudando as tendências imediatas e futuras, pois a educação nunca finda e deve ocorrer num ambiente de confiabilidade, conectando a fé entusiástica dos alunos com a sabedoria dos verdadeiros mestres. Ouço dizer que não podemos mudar o mundo, mas eu acho esse raciocínio uma “tremenda besteira”. A realidade é exatamente oposta, pois tudo está mudando constantemente, tanto no aspecto físico, como em conceitos de como percebemos o mundo, ou como obtemos novas compreensões do que está a nossa volta. Até nós mudamos, não é mesmo? 3. Conclusões: Após um amplo debate no Fórum da semana 1 de AVMC, em continuidade com o que discutimos e pude observar em todos os fóruns de que participei, tenho absorvido algumas noções da realidade educacional atual. Assim, acredito que os educadores têm a responsabilidade de “causar” certas 2
  3. 3. mudanças, principalmente no que tange à desorientação dos alunos na busca incessante ao conhecimento de “tudo o tempo todo”. Cabe ao educador estar cognitivamente ligado ao aprendiz, para que ambos percebam as necessidades comuns e fomentem a criatividade de forma fisiologicamente natural, numa troca constante, atendendo ao desejo comum por compreender, descobrir e realizar. Assim, o educador deve encontrar uma forma de oferecer conhecimento teórico e prático, com o cuidado de permitir aos alunos o pensamento criativo e a realização de inovações condizentes com o seu próprio ambiente e as suas próprias realidades. Portanto, o educador pode começar repensando o material didático, que permita aos alunos contribuírem com criatividade, realizar inovadoramente e com permissividade ao erro. Para isso se tornar realidade, imagino que deve haver uma constante alternância entre internalizar saberes e externalizar ideias criativas, internalizar observações e externalizar inovações, como ocorre em um fluxo respiratório tântrico - inspirar, expirar, inspirar, expirar... 4. Referências Bibliográficas: COSTA, Rosa Maria E. M. da; MARINS, Vânia. Design didático em ambientes virtuais. http://pigead.lanteuff.org/pluginfile.php/26911/mod_resource/content/3/DesignDid %C3%A1tico.pdf. - Acesso em 24 jul. 2013 FÓRUM DE DISCUSSÃO. Semana 1. Ambientes Virtuais e Mídias da Comunicação. Disponível em: http://pigead.lanteuff.org/mod/forum/discuss.php?d=18800&mode=-1 . Acesso em: 29 jul. 2013. MALDONATO, M; DELL’ORCO, S. Criatividade, Pesquisa e Inovação: O caminho surpreendente da descoberta. Disponível em: http://pigead.lanteuff.org/pluginfile.php/26912/mod_resource/content/4/Criatividade %20Pesquisa%20e%20Inova%C3%A7%C3%A3o.pdf. - Acesso em: 24 jul. 2013. ROBINSON, K. Escolas Matam a Criatividade? - Disponível em: http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/ken_robinson_says_schools_kill_creativity.html Acesso em: 27 fev. 2013. JOHNSON, Steven - De onde vêm as boas ideias - Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=uH_C5pY_-k8&feature=player_embedded - Acesso em: 24 jul. 2013. COSTA, Isadora Pâmmela dos Santos - Diferença entre criatividade, pesquisa, invenção e inovação - Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil - 24 set. 2012 - Disponível em: http://isadoracosta.blogspot.com.br/2012/09/diferenca-entre-criatividade-pesquisa.html - Acesso em 27 jul. 2013. GUERRATO, Dani - Storytelling - São Paulo - 17 jun. 2013 - Disponível em: http://blog.popupdesign.com.br - Acesso em 12 jul. 2013. 3

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