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Envoltórios Externos – Glicocálix
O glicocálix (glico, do grego glykys =
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Envoltórios Externos – Parede Celular
• VEGETAIS: celulose + lignina e suberalina
• FUNGOS: quitina e...
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Membrana Plasmática – Estrutura e Composição
As moléculas lipídicas constituem 50% da massa da
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Membrana Plasmática - MP
A membrana celular é a estrutura que delimita todas as células vivas, tanto ...
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As microvilosidades são projeções
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Membrana Plasmática - Desmossomos
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Membrana Plasmática - Interdigitações
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Membrana Plasmática – Adesões Focais
As adesões focais são formadas
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Membrana Plasmática – Junções Aderentes
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  1. 1. Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados ©2013. www.tioronni.com.br
  2. 2. ESTRUTURAS CELULARES Envoltórios Externos – Glicocálix O glicocálix (glico, do grego glykys = doce, glicídios; calix, do latim calyx = envoltório) ocorre externamente à membrana plasmática da maioria dos animais e protistas. Ele é formado por uma camada frouxa de glicídios, associados aos lipídios e às proteínas da membrana. As funções são: • Barreira de proteção contra agentes químicos e físicos; • Capacidade de reconhecimento entre células e entre o meio; • Forma uma malha que retêm nutrientes e enzimas.
  3. 3. ESTRUTURAS CELULARES Envoltórios Externos – Parede Celular • VEGETAIS: celulose + lignina e suberalina • FUNGOS: quitina e em alguns poucos grupos de celulose • PROTISTAS: celulose e sílica • BACTÉRIAS: ácido teicóico, ácido murâmico e ácido diaminopimélico.
  4. 4. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática – Estrutura e Composição As moléculas lipídicas constituem 50% da massa da maioria das membranas de células animais, sendo o restante, constituído de proteínas. As moléculas lipídicas são anfipáticas, pois possuem uma extremidade hidrofílica ou polar (solúvel em meio aquoso) e uma extremidade hidrofóbica ou não-polar (insolúvel em água). A membrana plasmática não é uma estrutura estática, os lipídios movem-se proporcionando uma fluidez à membrana. Os lipídios podem girar em torno de seu próprio eixo, podem difundir-se lateralmente na monocamada, migrar de uma monocamada para outra (flip-flop) que acontece raramente, e movimentos de flexão por causa das cadeias de hidrocarbonetos. A fluidez da membrana plasmática depende também da temperatura e da quantidade de colesterol, pois quanto maior a temperatura e maior quantidade de colesterol, a membrana é menos fluida.
  5. 5. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - MP A membrana celular é a estrutura que delimita todas as células vivas, tanto as procarióticas como as eucarióticas. Ela estabelece a fronteira entre o meio intra-celular e o meio extracelular (que pode ser a matriz dos diversos tecidos).Todas as membranas plasmáticas celulares são constituídas predominantemente por fosfolipídeos e proteínas em proporções variáveis e uma pequena fração de açúcares, na forma de oligossacarídeos Modelo Mosaico Fluido - Sugerido por Singer e Nicholson, onde as proteínas da membrana estão engastadas na camada lipídica, do lado interno, do lado externo, ou atravessando completamente a membrana. Existe uma grande variedade proteínas membranais. A fluidez esta condicionada ao tipo de ligações intermoleculares na membrana. O termo mosaico se deve ao aspecto da membrana na microscopia eletrônica.
  6. 6. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - MP
  7. 7. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - MP
  8. 8. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - MP
  9. 9. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - Microvilosidades As microvilosidades são projeções citoplasmáticas na superfície celular, envolta por membrana plasmática. A ponta da microvilosidade é constituída por substância amorfa, onde está imerso a extremidade (+) da actina, e a extremidade (-) está conectada ao córtex. Os feixes de filamentos de actina são dispostos paralelamente, interligados pela proteína vilina, que possui dois sítios de ligação. Os feixes laterais estão ligados a membrana plasmática através da miosina I.
  10. 10. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - Desmossomos Os desmossomos formam uma ponte entre duas células vizinhas, por onde se conectam os filamentos intermediários, formando uma estrutura de grande força tensora. Sua estrutura é composta de várias proteínas de ancoramento intracelular (placoglobina e desmoplaquina) que é responsável pela conexão do citoesqueleto às proteínas de adesão transmembrana (desmogleina e desmocolina), que pertecem à família das caderinas. Os hemidesmossomos ou meio- desmossomo, é semelhante ao desmossomo, porém liga a membrana plasmática de uma célula a lamina basal adjacente, por meio de filamentos de queratina que estão ligados à proteína de ancoramento plectina.
  11. 11. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática - Interdigitações Os desmossomos formam uma ponte entre duas células vizinhas, por onde se conectam os filamentos intermediários, formando uma estrutura de grande força tensora. Sua estrutura é composta de várias proteínas de ancoramento intracelular (placoglobina e desmoplaquina) que é responsável pela conexão do citoesqueleto às proteínas de adesão transmembrana (desmogleina e desmocolina), que pertecem à família das caderinas. Os hemidesmossomos ou meio- desmossomo, é semelhante ao desmossomo, porém liga a membrana plasmática de uma célula a lamina basal adjacente, por meio de filamentos de queratina que estão ligados à proteína de ancoramento plectina. INTERDIGITAÇÕES INTERDIGITAÇÕES
  12. 12. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática – Adesões Focais As adesões focais são formadas por proteínas da família das integrinas, que proporcionam adesão célula-matriz extracelular, e ligam-se aos filamentos de actina intracelulares. Assim, torna-se possível às células musculares ligarem-se aos seus tendões.
  13. 13. ESTRUTURAS CELULARES Membrana Plasmática – Junções Aderentes As junções aderentes mantêm as células unidas, são formados por proteínas de adesão transmembrana da família das caderinas e conectam os filamentos de actina entre as células. No tecido epitelial, forma uma estrutura conhecida como cinturão de adesão, que localiza- se abaixo das junções oclusivas, e as membranas plasmáticas são unidas por caderinas. Os feixes de actina, ligadas as caderinas e proteínas de ancoramento, formam uma malha, que pode contrair-se por meio de proteínas motoras.
  14. 14. CITOLOGIA www.tioronni.com.br
  15. 15. OBRIGADO

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