Algas

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Algas

  1. 1. Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados ©2013. www.tioronni.com.br
  2. 2. Reino Protoctista Professor: Tio Ronni Biologia I
  3. 3. Algas As algas são organismos que anteriormente eram incluídos no Reino Plantae, porém atualmente pertencem ao Reino Protista, sendo a Ficologia (fico = algas; logia = estudo) o ramo da biologia que estuda esses seres: unicelular ou multicelular (filamentosas), eucariontes, fotossintetizantes e viventes em ambientes de água doce (rios, lagos ou superfícies úmidas) ou salgada (mares e oceanos).
  4. 4. Algas  Organismos fotossintetizantes pertencentes ao Reino Protista  Seres Eucariontes, autotróficos, uni ou pluricelulares  Não possuem tecidos organizados em órgãos  TALOS  Divididos de acordo com pigmentos intracelulares:  Verdes  Chlorophyta e Euglenophyta  Douradas  Chrisophyta ou diatomáceas  Vermelhas  Pyrrophyta e Rhodophyta  Pardas  Phaeophyta
  5. 5. Chlorophyta  Algas verdes  Presença de clorofilas A e B e carotenóides  Reserva de amido  Parede celular de celulose  Uni e pluricelulares  Dulcícolas e Marinhas
  6. 6. Algas verdes unicelulares
  7. 7. Algas Verdes Unicelulares Gênero Spyrogira sp
  8. 8. Algas Verdes Unicelulares Volvox sp.
  9. 9. Algas Verdes Pluricelulares
  10. 10. Algas Verdes Pluricelulares
  11. 11. Algas Verdes pluricelulares Alface do mar
  12. 12. Chlorophyta Codium sp.
  13. 13. Euglenophyta  Algas verdes unicelulares flageladas  Clorofilas A e B e carotenóides  Maioria de água doce  Reserva de Paramilo (exclusivo deste grupo)  ESTIGMA: Organela fotossensível que orienta o organismo em direção à luz  Luz e nutrientes inorgânicos FOTOSSÍNTESE  Ausência de condições  nutrição heterotrófica  Reprodução assexuada por divisão binária
  14. 14. Euglenophyta Euglena sp.
  15. 15. Euglenophyta
  16. 16. Chrysophyta  Conhecidas como diatomáceas ou algas douradas  Clorofilas A e C e carotenóides  Reserva de crisolaminarina  Maioria unicelular  Parede celular de SÍLICA, formada por duas valvas encaixadas que protegem a célula  Quando morrem, as carapaças de sílica se depositam no fundo do oceano, formando um solo chamado DIATOMITO ou TERRA DE DIATOMÁCEAS  Essa rocha é utilizada para a fabricação de tijolos, abrasivos, substâncias polidoras, pastas de dentes e dinamite.
  17. 17. Chrysophyta Vista ao microscópio eletrônico de varredura
  18. 18. Chrysophyta Valvas encaixadas
  19. 19. Chrysophyta Carapaças de diatomáceas
  20. 20. Diatomito Rocha formada pelo depósito das carapaças de diatomáceas
  21. 21. Produtos fabricados com o diatomito Pasta de dentes  abrasivo para a remoção de biofilme dental da superfície do esmalte
  22. 22. Produtos fabricados com o diatomito Dinamite
  23. 23. Produtos fabricados com o diatomito Tijolo
  24. 24. Pyrrophyta  Algas unicelulares vermelhas, também chamadas de DINOFLAGELADOS  Locomovem-se por movimentos giratórios  Possuem 2 flagelos  Clorofilas A e C e carotenóides  Reserva de amido  Alguns apresentam BIOLUMINESCÊNCIA  Responsáveis pelo fenômeno da MARÉ VERMELHA  Floração excessiva de algas devido ao aumento da temperatura da água ou excesso de sais devido ao despejo de esgoto doméstico  Cor vermelha da água  Liberação de substâncias tóxicas que contaminam e matam peixes e moluscos  Ser humano: diarréias, problemas respiratórios e cardiovasculares
  25. 25. Pyrrophyta Noctiluca sp. Bioluminescência (Luciferina)
  26. 26. Pyrrophyta Ceratium sp. ao microscópio eletrônico
  27. 27. Pyrrophyta Imagem ao microscópio eletrônico
  28. 28. Pyrrophyta Maré Vermelha: é uma relação ecológica denominada, antibiose ou amensalismo é uma relação interespecífica (que ocorre entre espécies diferentes) desarmônica, onde indivíduos de uma população expelem substâncias que impedem ou inibem o desenvolvimento de indivíduos de outra espécie. A água do mar torna-se avermelhada devido a esses microorganismos denominados dinoflagelados, pertencente ao grupo das microalgas chamadas pirrófitas, que possuem internamente pigmentos de coloração avermelhada.
  29. 29. Rhodophyta  Algas vermelhas pluricelulares  Clorofilas A e D, ficocianina (azul) e ficoeritrina (vermelho)  Reserva de AMIDO DAS FLORÍDEAS  Maioria marinhas  Algumas espécies comestíveis  Culinária Japonesa  Delas é retirado o ÁGAR, substância gelatinosa utilizada para como espessante em:  Meio de cultura para bactérias e fungos  Gelatinas e doces
  30. 30. Rhodophyta
  31. 31. Rhodophyta
  32. 32. Rhodophyta
  33. 33. Ágar Retirado de algas vermelhas do grupo das Rodófitas
  34. 34. Ágar Balas de Gelatina a base de ágar
  35. 35. Ágar Placas de Petri com ágar para a cultura de bactérias e fungos
  36. 36. Sushi Prato típico japonês a base de arroz recheado com peixe cru e envolto por algas marinhas
  37. 37. Phaeophyta  Algas pardas pluricelulares  Podem ter de alguns centímetros a 100m de comprimento  Clorofilas A e C, carotenóides e fucoxantina  Reserva de Laminarina e Manitol  Parede celular com Algina  extração de CARRAGENANA e ALGINATO  Espessante de sorvetes e cremes  Modelos odontológicos  Algumas são de grande porte e formam verdadeiras florestas no litoral  Algumas possuem bolsas de ar para a flutuação  Mar de sargaço (Sargassum sp)  Bahamas  Sequóia dos mares  100m de comprimento
  38. 38. Phaeophyta Algas pardas
  39. 39. Phaeophyta Algas Pardas
  40. 40. Phaeophyta Fucus sp.
  41. 41. Phaeophyta
  42. 42. Phaeophyta Florestas de sargaço
  43. 43. Carragenana Espessante de sorvetes e cremes
  44. 44. Alginato Modelos odontológicos
  45. 45. Bioluminescência  Bioluminescência: é a produção e emissão de luz por um organismo vivo. Trata-se de uma forma de ocorrência natural de quimioluminescência, em que a energia resultante de uma reação química é lançada sob a forma de emissão de luz. A bioluminescência é produzida por componentes do fitoplâncton, principalmente dinoflagelados como a Noctiluca.
  46. 46. Eutrofização  Eutrofização ou eutroficação é um fenômeno causado pelo excesso de nutrientes (compostos químicos ricos em fósforo ou nitrogênio, normalmente causado pela descarga de efluentes agrícolas, urbanos ou industriais) num corpo de água mais ou menos fechado, o que leva à proliferação excessiva de algas, que, ao entrarem em decomposição, levam ao aumento do número de microorganismos e à consequente deterioração da qualidade do corpo de água. FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_da_%C3%A1gua
  47. 47. Eutrofização
  48. 48. Eutrofização
  49. 49. Floração da Águas  Este fenômeno é causado pelo uso agrícola de fertilizantes, que contêm fósforo e azoto que ao atingir os cursos de água, nutrem as plantas aquática. Naturalmente, o fósforo e o azoto estão em deficet nos sistemas aquáticos, limitando o crescimento dos produtores primários. Com o aumento destes nutrientes, a sua população tende a crescer descontroladamente, diminuindo a transparência da água e com isso causando a diminuição de luz solar. Esta diminuição afeta a população de macrófilas submersas, diminuindo assim a diversidade do habitat, e provocando uma redução na capacidade de alimentos para inúmeros microorganismos, empobrecendo as comunidades de invertebrados e vertebrados. FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3o_da_%C3%A1gua
  50. 50. Floração da Águas
  51. 51. Floração da Águas
  52. 52. Reprodução das Algas 1.1 – Divisão binária Nas algas Unicelulares, a divisão binária é o mecanismo básico de reprodução. Ex: diatomáceas, euglenófitas e outras. 1.2 – Fragmentação Em muitas algas filamentosas, a reprodução ocorre por simples fragmentação do talo. Os fragmentos isolados crescem devido a multiplicação das células que os constituem, originando talos completos.
  53. 53. Reprodução das Algas 1.3 – Zoosporia Algumas espécies de algas multicelulares produzem células flageladas, os zoósporos, que nadam até atingir locais favoráveis ao seu desenvolvimento, onde se fixam e originam novos talos. Ex: alga verde do gênero Ulothrix 2.1 – Fusão celular em algas Unicelulares Nas Chlamydomonas, por exemplo, cada organismo adulto é haplóide. Dois indivíduos sexualmente maduros fundem–se e originam um zigoto diplóide. Logo após, ocorre uma meiose zigótica, originando 4 indivíduos haplóides. Cada um deles origina um novo organismo, que na maturidade poderá se reproduzir tanto assexuadamente quanto sexuadamente. Ex: alga verde do gênero Chlamydomonas
  54. 54. Reprodução das Algas 2.2 – Conjugação de algas filamentosas Algumas espécies de algas filamentosas apresentam células que se diferenciam em gametas masculinos, que atravessam pontes intercelulares, passam para células de outro filamento, diferenciadas em gametas femininos. Da fecundação surge o zigoto, que se liberta do filamento materno e se multiplica, originando um novo filamento. Ex: alga verde do Gênero Spirogyra 2.3 – Alternância de gerações A maioria das algas multicelulares apresentam alternância de gerações, ou seja, em seu ciclo de vida alternam–se gerações de indivíduos haplóides e diplóides. Ex: Alga verde talosa do gênero Ulva
  55. 55. Importância Econômica  Maiores produtores do oxigênio da atmosfera terrestre  Ricas em sais minerais, vitaminas A, C e do complexo B  Alimentação e fonte de substâncias economicamente importantes  Chlamidomonas e Chlorella  Eliminação do excesso de esgoto de estações de tratamento de água pela liberação de oxigênio da fotossíntese  4 milhões de toneladas extraídas por ano em todo o mundo  Maiores produtores: Japão, China e Brasil

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