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  1. 1. X9. . um pmgrama de pos-doutorado na : Japão - xamenw de petroleo da Tulsa UIlIVGISÍÍy. E auto¡ ue mwws artigos lemlws, pnnupal- mu! ? na avea ae segurança de poço. e do e (naum: do IMU ' , âlualmenle. (oavdena n Progvar ma ae 'vevnamynlo e (entñtaçán de Sega' WW m' “Ow da Peuomas e (OHSLIÍÍOI 0m luiz Alcântara Santos Segurança de poço na perfuração PITROIIÀ O
  2. 2. E sir FICHA CATALOCRÁFICA »numa uno Lmz Arcámara Segurança de poço na perfuração / Ono Lutz Ammrara Santos São Paula Elucher. 2013. amuagraha ISBN 97a 857212 0716 0 1 Poços de petroleo r Perfuração 2. Poços de pel/ oleo submarina Perruraçzo. I. Titulo |1 0327 CDD 522.333¡ , ,i/ «e Indrres para catálogo smemánco 1 Poços a. nerroleo Perfuração 1 Paços de nuróleo r segurança Conteúdo AGRADECIMENTOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . , . . . . . . . . . . . . . . 11 APRESENTAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . 13 PREFÀCIO A _ _ , _ _ _ , _ _ _ 15 CAPITULO 1 INTRODUÇÃO . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 Definição de kick. ; . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17 Bleu/ aut: . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 28 Controle de poço em águas profundas e ultraprofundas . . . 20 CAPÍTULO 2 CONHECIMENTOS FUNDAMENTAIS DO CONTROLE DE POÇOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 Fluidos de perfuração . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 23 Pressão e pressão hidrosrática (Ph) . . . . . . . . . . . . . . . . . 26 Gradiente de pressão (Gp) . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29 Massa específica uu densidade equivalente (pç) . . . . . . . . . . 29 Pressão da formação (Pp) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Pressões no sistema sondapoçç) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 30 Pressão de fratura (Pl) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . 35 Exercícios . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . .
  3. 3. . . . . . . . , . . , 43 . .. . . . . _43 um . s umnohuis . . . . . . . . . _43 . .46 . . . . . . _.43 _sr V. mma. ..- insiiriuciltc . . . _ _g3 . . . . . . . . . . . _ _49 . 51 .52 minimum . . . . . . . . . . . . . . _.55 . ..m til' puros . . . . . . . . . . . . . 55 , u , u . , . . . . . . . . . . , . . . . . . 59 - L / . ism morrendo . _ . , . . . . . . . . . . . . . . . . . so . ›.~. ..~. .~ prnliiiidns , . . . , . . . . . . . . . _.61 63 63 64 iruçu. v l o iieiLllHUllU) do HH) l S('P dl* superfície , . . . . . . . . . . . . . . 64 . in iiLido no fundo do poço . . . . . . . . . . . .. 64 in : minis di- pvrliimgiio) , . . . , . . . . . . . . . . . . ..65 . . illiilr uonmndosi . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65 rmi. iiiu¡iogu› . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . , . , .66 mio . i ioliiim di- n-vrsiiiiicnlo . . . . . . . . . . . . . . . . . ,.66 r" n ~ Jim: nim ; um o Ii-LILiniL-iitn do poço .1 nim iiililldlllrã , . . . . . . . . , . . . . , . 55 * 'nulo mi i iruiLiiío no fundo do poço . . . . . , . . . . 65 »rmiiu . . . . . . , . . V . . . . . . . . . . , . . . . . . .67 ' : Mm do png! ) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . ,. . 68 VW" ~ 'rm ÍFILHYIFIIÍ. ) ; i cabo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . › › - - 69 KIM n' riu-nr» tiriiii- . io HOP . . . . . . . . . . . i , . . . . . . . . . . . 69 ""'“ "mm do fm hamviiro do poço , . , . . . . . . . . , . . . . › r › 70 mwriiii U (s L/ PÍTIJLO " (ZAPÍTLILO x (ZAPÍTULO 9 ( U. 1I'()R'Ir. ll-. 'I'U1K)l›ll'll›silx'. ›siil< n lwrruuns. . . v . . . .. . n. | NI<()R. 1A§JC)| -S l' LÁI( 1'] Os NI( ESSÁRIOS A0 (. ()N'I ROL): DO PUQU . . _“, ' Intonmiçocs prévias. . . . , . . . , .. . . . . . . . . . 77 lnhirin. içõcs mim o kid: . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . x0 (Íjlciilos c Lnnsidcrdgões . ,. .. . , , . , . . . rn Iixcrgíçios . . . . . . . . . . , . . . . . , , . .. .. ., . . . , . .HR MÉTODOS DF ÇONTROI E DE KICKS . . . . . . . . . . . . . . 91 Ohicrivos dos métodos dc uimrolc dc hirks . . . . . . . . . . . 91 Princípio da pressão no fundo do poço uinshlnk: . . . . . . 91 Método do sondador. . . . . . . . . . . . . . . . 92 (ÇomporramL-nto dc pressões para o mérodo do sondador cm sondas com ESCP dc suprrfiuc . . . . . , . . . 93 Comportamento dc pressões para o método do condado¡ rm sondas com ÉSCP submarino . . . . . . . . . . 97 Imporrantcs aspectos operacionais durame ; i circulação do kick . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101 Méiodo do cngrnhciro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 103 (Iomp; ir; içãi› cnin- os múrodos do sondador L' do cngcnhcim . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , , . 105 Méiodos voliiinúrricos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107 ? wi-rodo Uilllnélrkn cslinui . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 108 Método voluméiriui dinâmico . . . . . . . . . H4 Méiodos nim cllllvcllLhuLlh. dc cunrriilc dc pago . . , . , , , . 117 Miíiodo do h. iix. i prussiio im clio/ ei' (low rbokt' [Irussuru nxuibuil) . . 11X liulibiniilizig . . 118 Shipping . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119 lixrrcíçios . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . PR()(I1il)lMlíN'l'()S OPERACIONAIS DF. SEGURANÇA D15. POÇO . . . . . . . . . . . . Proccdiinciiios da: Ldfáilltf gcrzil . Nii pcrfiir: iç. ii› . . . . . , . . . . . .
  4. 4. _. .. 125 sIIHILHIU . . . . . . . , 127 . . . . . . . . . . . 129 i_ nomi/ o/. I . . . . . . . . . . . . 129 _i . mim ›. i quota”. V . . . . . . . . . . . . . . . 133 . . . . . . . . . . . . . . . . 133 . . . . . . . . . . . . . . . . 134 m , , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , 137 . .~. i;t. a.› V , . . . V . . . . . . . , . . . . . .137 itniiiimiiihnmento . . . . . . . , . , , . . , . . . . 138 L . . . . . . . . . . . . . . . . . . 14o «I DO CONTROLE nl ÀS IIROPUNDAS . . . . . . . . , . . . . 143 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 143 . .i vci'sslil nr] linha do cha/ ze . . . . . . . . . . . 144 u 1'( . *1.iII1I prrssãono manõmetro do choke . . . 144 um» . lt- hidratos . . . . . . . , , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145 ' IÍi1§iIÂIÂIJ margem de segurança do riser . . . . . . . . . . . 145 , jo rir iiifliixos . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . , . . . 146 wwciio do gás aprisionado abaixo do BOP . . . . . . . . . . 146 Ir w YISUY Apos o fechamento do BOP . . . . . . . . . . . . . . 147 . .imuiii› par. : fechamento do poço e hang off . . . . . . 147 I. .LIH . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .147 * “W I U I» if›i›i< os ESPECIAIS EM CONTROLE DE POÇOS, ... 151 (rw-s risos 1' sistemas de diverte¡ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151 LAPÍTIJLO 14 CAPÍTULO 1 5 Lonirolt' «le 1.. 1.. - uu poços illrcaioiuis C i. .,r. ,.›. .r. ..~ 1:4 voiooidodt- do ouomgao d. - m» u. . lliiido de purriiniean m Controle dc Ílliks um pow. klclgrlnlih . . H9 ( onttolc dc 1,115 cm pogos multilaterais . . _. .. neo (Íontrolc du kit/ rs sliluvtls no fluido dc pcrfumcão 162 Exercicios. .., . , . . . , . . , , V . . , . . . , .,, .1(s-1 ATRIBUIÇÕES Ii RESPONSABILIDADE DAS EQUIPES DE 'ERI-LJRAÇÃO Durante o fechamento do poço Engenheiro Fiscal . . . . . . . . . . . . . . Encarregado . . . . . . . . . . . . . . . _ . . Químico e/ ou técnico dc fluido de perfuraç o . . . . . . . . . . 168 Sondadur . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 Torrisra . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . . . . , . . . 168 Plataformista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 Durante o combate ao kick . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 Engenheiro fiscal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 168 Supervisor de perfuração, superintendente/ CIM e/ ou encarregado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Químico e/ ou técnico de fluido . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . _ 159 Sondador . . . . . . . . . . . . . , . . . . . , . . . . . . . . . . . . . , . . . . 169 Torrista . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 169 Plataformistd. . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . 169 (íiaRTiFiCAÇAt) e EXERCÍCIOS SIMULADOS DE CONTROLE DE POÇO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171 (Icrtiñcação e treinamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . , . . . . . 171 Exercícios simulados dc deter. ÃO d: : kick: c fechamento do poço , . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . 172 Objetivo explicação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172 Referencias para avaliação , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 17¡ Procedimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173 Atribuições dos elementos dii equipe durante a realização dos exercicios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . , , . 171
  5. 5. .. .,174 . . 174 . . . . _174 ,175 l. I›n›lH. | . . . . . . . ..177 . .a upvllltlv , . . . . . . .. 179 Fxulwnunnu . . _ . . . . . . . .133 a unlrnlt' da' Poço . . . . . 187 . . . . . . . . _ . . . ,201 AGRADECIMENTOS Gostaria em primeiro lugar de agradecer aos inúmeros colegas da Petrobras que me apresentaram sugestões e correções quando o conteúdo deste livro era apre~ sentado como uma apostila desde a afiliação da Petrobras ao programa WellCAP cm junho de 1996. Aos colegas e amigos Heitor Rodrigues de Paula Lima e Roberto Vinicius Barragan agradeço pela revisão e sugestões de melhorias feitas ao livro. Agradeço também ao colega Luis Gustavo Alcântara Barros pela elaboração da ñgura aprc~ sentada na capa. Agradeço à Universidade Petrobras através das suas gerências presentes c pav sadas pelo continuo apoio dado ao programa de certificação em controle de poço que utiliza o material apresentado no livro. Agradecimentos são extensivns ao Sr. Fernando Alves da Editora Blucher e a Sra. Lúcia Emilia de Ôliveira da Umversr dade Petrobras que através do Programa de Editoração de Livros Didáticos turnuu possível esta publicação. Finalmente gostaria de agradecer a minha esposa Janete_ as minhas ñlhds Pa- trícia e Diana e a minha neta Giovanna pelo convívio e carinho a mnn ofvsrrculos ao longo dos anos. A elas, este livro é dedicado.
  6. 6. OlmldVD INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DE KICKS Uma das mais Importantes funções do fluido de perfuração é exercer uma pressão no poço superior à pressão dos fluidos contidos nos poros das formações perfuradas pela broca. Se, _a por algum motivo, a pres- são no poço se tornar me, nor que a pressão de uma formação e se esta possuir permeabilidade suficiente, _ _ deverá haver fluxo do fluido _ 43:35:53_ _- da formação para o interior , P""'“'“"""'* 1 do poço. A esse fluxo, :Já-se o nomc de kick e diz~se que o controle primário do poço foi perdido (Figura 1.1). Como a operação para a remoção do fluido invasor, que também recebe o nome mu_ . vw-m
  7. 7. "_. ..-l . um 'Ill n . .., _ , _m-m. , . ..nu-toulv pin-n. .. mui». .L , , . pnanuuu- . .l . no. ksmxun-anz'. .In, u. (________, _, _M_ . ..a. .-4.. ..-r»-. ... .q. e.. ,_ . na. íl-iñl-«livntnoin m. ; a. .. n, :Unitau-EI- uII-«Ix-¡qíhqh . a, . ¡. .. .m-rl- . o - qIr--IAI-A-Ul' n. . n í. ¡«. .c| »-I-›I| IIn)l-¡ humor-uniu 4 . . . n» . ..na . n 1:all: I-lc~cI¡-¡q›.1-ol'›= I(ñúI-unu ¡. ... ... -n. ... n _n ua-? ciuuunrçnumq-n. .., um. .. . t. um uuem- nun amas. . , _ mu. , a. _3,, .,, -~n¡ ddÍÍtfl-nnlleuuâ. . um a. : u-«Mlt-Htb. |-III»:1›-›'IIIU›= »íÍnIm-Ll. .. u rat-I »x-IIII-¡Ílvn , u ? nun-nau um. , ›,, .,, ... «.. ,. ; how-uu m; ILvUl-MH-r a. .. utah¡ n» : n : :tm um. n . «»- . f. hul : nunka-uni mu. - unq-Mu. ;L-umrm» m». , ' . . _, ,_y. : . .amam”. ¡1una1mp-eLüT-«VNanI : nur ñ zn-¡m-»At-Ilkílc-g ñlkllllldlllq : ufñ-m-. wn u' liullm , _ . r _. .. «wr-¡l/ ¡Hvuü! 3' . nr. “fu UN/ Lwl' w › l x
  8. 8. .u w i -' d” 9°” "° l°°'f"'°ç'5° i Capimlo 1 - lniroduçàe liiimniv n» "'“"i“" C Cqsipameg O possibilidade de haver 1mm . n- Int-in ¡lnl iente. _ __ . y l r . . _ _- . _ possibilidade de h th» (WMM x_ . | Iimnurcnçao e reali- - de um k_ k_ 'Ve' nmmh . lc poço; :i obscrvan g _ 'C r H m _h_ ¡mçm L. a ¡mplemem uso de um incremento na ma . ' s vn JKULW que niinimízam ¡ '. S"" de Segurança do kiser), ., ›. xl um nhllS comuns na fase d" emerzência; u. : ¡qnvr ¡IPW-'Ição realizad utilização do procedimento conhecido com . lmm. , men") 40 POÇO- 0 hang-off consiste em apoiar parte do peso da coluna de PeffmiÇio por uma das suas conexões na gaveta de tubos fechada do m S ' BOP submarino. 2| B5! no rise! , após fechamento do BOP; gás aprisionado abaixo do BOI', após a circulação i i ssa específica do fluido de perfuração (Mar- em virtude da possibilidade de desconexão o nome de hang-off no fecha› mmn ¡wos-sível. Em son v r ulrraprofundas (aci , irmlc das complicações . milan-nte de operação. - us complicações e parti «nivuição dos equipamen -, wtus. ,mpnmentos de controle _ e «lweça do poço estão loca 'w . llgaçãü entre os equipa › _ , s : nnçrírs dc conduzir o fluido › . r r _u_ _ vs ›li: r ; s xl( perfuração e de revestim u o Isn't. u liUlN rl-chniln c o acesso ao poço não pode : n do 773m' k sim pur lluas lmlms paralelas ligadas lateral . is dc linhas du (hu/ cv c dc matar. 7* : r mais complicações . idiindas d. : utilização desse sistema e agrava n da profundidade d'água serão di. utidas com mais detalh j mg_ . n, . um. pnncipalmcnn- nn (Japirulo ll. lílas são as seguintes: : mini-nua de baixas pressões de fratura das formações; . cxzstênua de perda de carga por fricção excessiva na linha do cflúkli) "PI ¡ÂÉÍUÕÍÚTÚWVÚÚWPIÚWMII-“ÀWOÉ neccssidade dc znusrcs rápidos na abertura do cbn/ ze, quando o gás , linha do rbafze c_ posteriormente, quando ele a deixa, em razão da diferença entre a arca transversal do espaço anular e da linha do : h _ CXISIÉHLIQ de baixas temperaturas (em torno de 41°C) na cabeça su - 1 na d - . - m 0 : oco causando um resfriamento do fluido de perfuração e, ' rnan o~r ~ . - . . . . . no Bop( › mais viscum e com maior propensao a formaçao de = ›
  9. 9. .c. . CONHECIMENTOS FUNDAMENTAIS DO CONTROLE DE POÇOS FLUIDOS n¡ PERFURAÇÃO O fluido de perfuração tem como um dos obietivos principais o controle primário do poço. Se a pressão exercida por ele se tornar menor que a pressão da formação. o controle primário do poço poderá scr perdido. Alem de determinar ; is pressões no interior do poço, o fluido de perfuração tem as funções de remover os e scalhos debaixo da broca_ carrear os cascalhos até ; i superficie_ manter ns lhos em suspensão, evitar o desmoronamento e fechamento do poço, .iléin de resfriar e lubriheãr a broca c a coluna de perfuração. Os fluidos de perfuração podem ser líquidos, gasosos ou mistos (mistura de liquido c gás). Os fluidos de pcrfurag o líquidos podem ser ã base de . igim ~ que são os mais comuns A ou à base de (ileo sintético- que são bastante utilimdius ein situações como a perfuração de formações salinas e em ambientes dc . ilta pressão e alta temperatura_ bem como na perfuração de poços direcionais i- horizontais. Os gasosos podem ter como base o mtrogên o, o JI' ou o gi s imtuml. ¡vnrénl HÍIU são ut¡ lados no Bras . Os fluidos mistos podem ser Cltbslflmulns como ne (concentração volumétrica dc gis maior que 97,5%); espumas (Çnllnrlllruuàn de g s entre 55 a 97.5“u); i›u fluidos . ierndos ou nitrogenados (coiieeniraçãi) de gas menor que 55%). A Figura 2.1 apresenta alguns Ilpnx de fluidos mistos. A . iplir o mais comum desses fluidos e na perfuração chamada de sulvbalaiiccada. «m»
  10. 10. l z nu-iliçju . . a . › poco na Parfuruçàg ' ' , E Caem/ lo 2 - Conhecimentos lundamanlaii do : onlrole d 2 . e poços 5 ç No contexto da sc ura . cvldcnciada por: É “Gil dO POÇO. a massa especifica tem su. : iviipurtàntia g ' - Desenvolver a forma _ Pressao hidrostática que ira' evitar o fluxo dos fluidos dm ocs ' ~ . C para o interior do poço. O seu valor ideal e aquele igual a mass ' - . . a “Pcciñca equivalente da pressao de formaçao esperada na fase do poço em perfuração, acrescid re de 0.3 a 0,5 lb/ gal. Valor: problemas na perfuração, penetração, a de uma margem de segurança normalmen- s elevados de massa especiñca podem gerar como dano à formação, redução da taxa de Prisão por pressão diferencial e perda de circulação. lnfluenciar na perda de carga por fricção no regime turbulento e no fluxo através de orifi os (jatos da broca e no cholze). Nessas duas situações, a perda de carga e' diretamente proporcional ã massa específica do fluido. Indicar uma possivel contaminação por fluidos da formação (corre de gás, óleo ou água salgada) quando ocorrer uma redução dessa propriedade no llllfilllÍe a realização fluido que retorna do poço. .inte JS operações de Z . m c intervenção, que . Parâmetros reológicos - São propriedades que se referem ao fluxo de flui- dos no sistema de circulação sonda-poço. Os parâmetros reológicos mais comuns utilizados no campo são: (1) a viscosidade plástica (up). que é “ração, do ponto de ' dependente da concentração de sólidos no fluido de perfuração e é ex. pressa em centipoise e (2) o limite de escoamento (n), que e' resultado da interação eletroquimica entre os sólidos do fluido, e é expresso em lbf/100 pá. Esses parâmetros são definidos no modelo reológico binghamiano sendo responsáveis pela estima- lLlLlt' de volume, sendo »imbolizada pela letra . vino peso ou densidade _ tiva da perda de carga por fric- . i.l. i por meiu da balança _ _I_ tab A ção no ngm: 13mm” Asám, a , . . . e J perfuração, que afere esta j *”________-_. ,.. .: desempenham um Papel ¡mpop zvmwmzu : l» e - 151m ¡EÍÍUTÉIS 'T1315 Precl' › r tante na pressão de bombeio e z. lx iv. .*. w.. :~ Llk"llllltl'it. l ¡wit-nurimdas, nas quais o ar n¡ pressão em um dc(g[minad0 . m;~~r. i.iu . m lllllilll rh [Wlllllilgilll u tülllpflmldí) (em torno de 5 ponto do poço durante a circu- lação, bem como no pistoneio hidráulico (a ser discutido pos- teriormente). Esses parâmetros são determinados utilizando-se ensaios do fluido de perfura- ção em viscosímetros rotativos. Â fa( b/ /ími/ ll/ Iílk/ Flw¡ 2.2 Balança . Np- ! J Viscmimtro rotativa. densímófritu _g
  11. 11. linkin' v ilxl Lwfi' u iii_ ; m- *crusniiioi iln liquido, cm psi; : hm lU lliiiilii. rm ll/ ¡.', .|l1 iilri, cm muros. , ¡vmgO nn perlulucün _. , : s mosrmili› m¡ um i inii. iiniri; içào s ill' _iiimvus de . .us prnprictlndcs_ _i_ llllllll) ilu perfu. nltlx * illtlll ili- pcrfiiraçãi; l xml prupricnlade é ill. IL siilm i-m pres- _. › «ln gas ila lama na CJs r um iliñculdade uu . gm, iillll() no fluido de . m . lti-r. içi'›cs nessa - : Lltlil um um fluido iiimiu, pH c filtra- _No iil. i sohrc uma uni- | il. | L' libra-força por . nino nnnomérrica. iiili/ .iilas, emprega-sc . .i pii-ssÍio manométrica . i . nliiiia «lc fluido em repou- (2.1) ' *'"'-'“~'l~1~qU<'3 Pressão hidrustática é uma função direta da , i Llilril ils lliiido no poço. Assim, o ahaixamento do ílíVel Ihzí mu. "z. .v ~ c . H ” r( ' “ ^ “ d"“"“llsül› da prtssai) hidrosrática no poço. Quando Cupilulo 2 r Conhecimenlos lundomenkz-s do controle de P°vos 17 i-xisrciriiri. sded ' ' › - _ _ _ d m* "Pmfkhqu-dus Impoçn, a ¡- LLIÇÍIU z i pode . u . nplicada N” W a mmvaln. considerando 1 mim c pcuhci c llturl d( llludu . m _ _ _ . . . _ . . . - s. u. ptllldknlt. A pres : io atuando no fundo do poço sc dadi pelo simuizirio dis PHMUc. hidros . ;as calculadas cm cada lntcrv1lt) Í- iniportanrc lcmhnr que pm o calculo da pressão hidrosránca, a profundidade a scr . Ma. e . l vcrricil c não ; l medida. Exemplo de aplicação: Dcrcrmine a pressão hidrosrática aruando no fundo dc um poço VcHKnl de $000 mcrms dc profundidade', com fluido de perfuração dc 10 lhlgul. Solução: h = 0.17 ^ lo < 3000 : 5100 ps¡ Em certas situações. conheces: o volume d: : fluido contido num dcrermina- do poço, tubulação ou espaço anular. Assim, o comprimento ocupado pelo Íluidu l_ pode scr calculado pela seguinte equação: onde: l. = E (Í onde: (2.2) L é o comprimento ocupado pelo fluido, em metros; V é o volume de fluido, cm bbl; C é a capacidade, em bbl/ m. A capacidade e' o volume contido em um comprimento unitário de poço. dc tubulação ou de espaço anular. Para um espaço anular, a capacidade em bbl/ m pode ser calculada pela equação abaixo: C = o, oo319 ~ (dj - df) (231 onde d_ e d_ são, respectivamente, os diâmetros externo e interno do espaço anular, expressos em polegadas. Para interior de tubos ou poços, d_ e nulo e d( c o diâmetro intemo do tubo ou o diâmetro do poço. Exemplo de aplicação: Determine a pressão hidrostárica exercida por 300 bbl de fluido de perfura- ção de 10 lb/ gal em um poço vertical dc 8 V2".
  12. 12. _, poço na períur , po u na base do ; Exemplo de oplicoçó: : _. .. , wi vertical de 3 ooo u: 'undidadn Chun de gd» . ..m ilUlHldAklL' ll( «nas tem relação ao ar). e - : »sáu na . she-ça n* dr- 114m psi. A [cmpvrdlllkl média c o fator de comp - ~. ..ca. :e medio di» gás sào ri-specriiamcnrc lili! °l- c 0,85, Determine tam - p-: ssãn hidrostatina gerada por esse gas. miine . l prussju tlllk . lnLl m» lUlltlH iii Solução: P. : 3106 414,7 : 3121 psia 03.5 ! O00 p! :]121.E1f-J wi; «mor» P_= 4013 psia ou P, : 4013-143: 3993 psi P, = 39984105492 m¡ Capilulo 2 - conhxamanm funcionaram, da eum_ d_ M o. Gradiente do pnuao (GP) n É a razão ent l i _ "7 3 Dreuio atuando cm um determinado ponto e a profundi- k . u e vertical deste ponto. Isto é . P cv ' E (2.6) onde: Gp é ° UMM** d* PTBSÍO. em psi/ metro; l' e a pressão em um determinado ponto, em psi; D e a profundidade do ponto em consideração, em metros. o Rradiente de pressão hidrostática representa a normalização da pressão com a profundidade e está relacionado à massa específica do fluido de perfuração pela seguinte expressão: G = 0.17 ~ p_ (2.7) Massa ospoclfka ou donúdado equivalente (p) Muitas vezes, a pressão P em um determinado ponto D é expressa em ter- mos de massa específica equivalente. 0 seu valor pode ser calculado por meio da seguinte expressão: P m” P. p_ é a massa upecílica equivalente em lb/ gal. Exemplo de aplicação: Em um poço de 2500 metros de profundidade e fluido de perfuração de 9,3 lblgal, registrou-se, na superfície, durante o seu fechamento, uma pressão no tubo bengala de 300 psi. Determine a massa especifica equivalente no fundo do poço. Solução: PF = 30o + 0,17 - 9,3 - 250o = 4253 ps¡ = "'53 slülblgal 0,174500 P.
  13. 13. . do poco no pg Copílulo 2 - Conhocimenlo¡ fundamentais do connoie d. poços u-. ..unada form ' Soivcão: ; vwssücs hidrosti Pp = 0,17 . 250o . 9_5 = 40375 ps¡ . ulult- rlcssa form¡ . nussa específica . _ A pressão na superfície pelo interior da coluna é calculada por; e 11111. aproximada Pmvdnmnm = 4037,5 - 0,17 - 2500 - 9,0 = 212,5 psi m 1- dim portador¡ 'mllntllíe alta, nor u. icduzindo, ass' durante esse pr . ç _m_ origem da pm . mim ; i origem de . . perfuração em ; um evitar que o LHUY que a pressão A pressão na superfície no abala: é calculada por: ? WMM = 4o37,5 - 0,3 -zoo - 0,17 - 3,5 . 70o - -o,17 « (2500 - 70o - 2001 - 9,0 = S18 psi Quando o fluido de perfuração é circulado pelo sistema sonda-poço, apa- recem as pressões dinâmicas referidas como perdas de carga por fricção (interior dos tubos e espaços anulares) e localizadas (orifícios como os ¡atos da broca e o choke), conforme mosrrado na Figura 2.4. Os valores das perdas de carga por 111 lniixas (massa e¡ fricção no regime rurbulento e das perdas de carga localizadas são diretamen- s . i fenômenos de - ° te proporcionais à massa específica do fluido em circulação e aproximadamente _ Pmmemas de pe¡ proporcionais ao quadrado da vazão de circulação ou da velocidade da bomba. ' As perdas de carga por fricção são proporcionais ao comprimento do conduto. Exemp| o de aplicação: ' ' r sonuo~ o o Pressoes no “s emo P ç A pressão de circulação durante a perfuração é de 2500 psi para uma ve- J JIWIYJ Nh-U d* *1 *'›3*"^“' “ ~“'”'1"'“'“"“'"“ das pressões ex¡ " locidade da bomba de 100 spm e massa específica do fluido de Pñrfuração de -' ' di' Um PW" t' WW" " ~““*“'“ *k “m” “m "Uni em 9"' ° m” ' ' 9 lb/ gal. Decidiu-se elevar a massa específica do fluido de perfuração em 1 lb/ Eill .11. a: perlurag. ii› rcprcscnm um mim du ruim. cnquanto o espaço an r e "amu a velocidade da bomba para 90 spm. Est-im: a pressão de bombem nessa presenta u riurm. I-. m Cundiçõcw CsIClÍILJS, .1 pressão a montante dos jatos da - . _ nova situação. JHIEHOT da culuna1é igual a pressão . a ¡usanxe (espaço anular) deles. Solução: EXemPlO de GPHCOÇÕOí › Correção devida à massa específica: O poço da Figura 1.1 foi fechado após a detecção de um kick de 10 um gradiente hldfosláncü de 0,3 psi/ m. Sua profundidade é de 2500 - v Phunk» = 2500 ' í = 2778 ps¡ do mar c de 700 metros. As massas específicas do fluido de perfuração no ' e do fluido existente no interior da linha do choke são respectivamente deÍ Correção devida ã variação da velocidade da bomba 8,5 lb/ gal. Determine as pressões na superfície após o seu fechamento s . que a formação produtora do ki k t ~ 1 ' a 3mm do hd¡ no espaço anula: é? ? : S: Pressao equivalente a 9,3 lb/ Bll P metros. - - 90 2 m” = 2778 = 225o ps¡
  14. 14. R/ «PY i 4m» . i. Prrluhlvlii : .- . n 'mi' ( bpaws znularn *'umkhw'“h"i'mhlüdtunmuniiloúllinuanndumlcuiicrliirngõo. A, poço no perfuração t I , A . .I. n|. i pelo somatório WI m i sill'"l«| lcquipamenlm K ti”. .. im mrins, mtos da broca e __ _mm . it. pcflllfâÇãb etc. );b) ' _H P¡ y_ JmLi' (no caso da pci-fu. 4- M pytwsnüh hidrostáticas do . .um um fllllklü homogêneo; wow i _xii_| lll'“' . WN um r 'w i . _ _ir _mms nas várias seçõe: A _um lllIHLHIÍL' durante a perfu-_ m. «I' i, inn-nor dos tubos de »iiiiihlç ui i. l' m i, ¡atos da broa¡ . lu* muLu tubos considerandoo u, .a HililJl nutri- os tubos e o rise' _ _, . . r . umaiorio dessas parce ' _ v_ , . w _n homogêneo no sistema_ imimin . mir il' . I . .iai-. .i di! m. . i Pma= Pit^p. ..pc*^p. .m*" Ccplmlo 2 - Conhecimentos lundomomuis do : ar-nela do poços g3 Durante a circulação do kick. as perdas de carga por fricção que ocorrem no interior da linha do cbn/ re (APd) bem como a pressão localizada no cbokz (EMM) devem também ser acrescidas à pressão de bombeio e, como consequência. agi- rão na sapata do último revestimento assentado (ver Figura 2.5). Em situações de águas profundas, essas perdas de cargas podem ser expressivas em virtude do longo comprimento da linha do cholze, tornando assim a operação de circulação do kick para fora do poço crítica, por causa dos baixos gradientes de pressão de fratura encontrados nessas situações. Para minimizar o problema, durante n circulação do kick, as perdas de cargas por fricção na linha do cholre são compen- sadas por um aumento adicional na abertura do choke. A pressão em qualquer ponto do sistema é dada pela soma da pressão hidrostá- tica com as perdas de carga por fricção desde o ponto em consideração até a super» fície (Figuras 2.4 e 2.5) ou altemativamente, com a pressão de bombeio, subtraída das perdas de cargas desde a bomba até o ponto em consideração. Assim, durante a perfuração non-nal, a pressão no fundo do poço é dada pela soma da pressão li¡- drostática no fundo do poço com as perdas de carga por fricção no espaço anula: A massa específica equivalente a esa pressão é conhecida pela sigla ECD (equivalent circulating daniel), ou seia, densidade equivalente de circulação no funda do poço. Se a pressão em frente a uma formação é maior que a su¡ pressão de po ros, diz-se que o diferencial de pressão aplicado sobre essa formação é positivo. Caso contrário, ele é dito negativo. Nível do mar Iipuumgppuásnlndrvbpbuuuüúíuhnnlüdm y .
  15. 15. pmliirriçfin ii . lu . lu pingo g . ... ..i. t.i. . . i.- '774 no, ... W* . .l ~i»iivii. __¡___: __, _ . .,__~iiii jump. : . i4. . i iiiii. ii›ii. .i. .itii i¡ _›; ii~i. 1.. ._ iii. .. *iiii íiimpn . i ii. lllll . jim _ ííiw Pxhlll] . ilitiiuin. mit-mv. _ ~ . _' liiii [llll e 14m wii 1mm - ííimpu 'iii w” , m1 _ i A , I-. -l IWFJi i' jíim ¡Nw iii . zii vmiii iii› tupi» tm »win . lu ciinmntlus. l* ml' li líiiiuniiiiluinltlll im "r-v-v-»vm-i_ «i-w '--qrr- i (Itrlwlo 7 Lnnhtm HYHNHÚÉ ¡uiiaumeiiniit t: . i. . . ..t l' . -VW o llll) › Lim - mu. ; ps1. Ull ilimiiitiuiiit-iitc. I* »NJ . 1 wii mu ¡im inn llllll illl um. ; w ÊHU¡ l i 17 _ | ;ni/ gil lll Jun Pressão de fratura (P, ) i . i , i.. .. ... ... . , ..i. .i. .,. . iini. . iiimii. . . .i. .. iii. . i. ... ... .t. ... ... .. . i . ... .1.. ... .. ii. ni. . . i. uma. .. ll . ... .i. ... iii. -iii. . . L. ¡. ..›». ... .i. iLIHH | .› . i. i. ... .1.. ... .i. . ii iiiiii. .. i. ii. .i. i ii. . , ... .i. -.. . . n. ¡i. .. ._ i. .. . i.i. .i. ..ii . ,.. .. iiJx ¡i. ..ii. ... ii. i.. .i. « . i. im. .. i. ii. ›i. ... l ilii~ il ui i» . im lk'klilllt'lllll Ai(kILÍ| |~ . - iiHlJlllt lx . ..um llk . lr xllllllllil t. . l l ¡. .., ... .i. . . .n. - . . fll JIHl . ._. .. . ni. tl k. t'tillil. .-. i.. ..i. i.. xwlllh i ii HH | til inlllldgiln. l t. .. plixaul . - . um. |ii. | pi. . ! lllill . I. llfttukdll| lillllw lC . ,.lti.1.. klllltlll "HHHN ¡i. ii. i . l . um un t. .ii. i.li-r. i. iu HH . lim mi. im ii. .. Illt'|4› il. .. i. lt » . l. um. .. mu. 1)”Pillllütlt'hhltltinillltlllit . l. pow». .li-r. mim. x. . pi. ~. |4' . l. ii lllll . L. ii›i. .i. i.. ... ii. ..i. ,i. ..t. .ii. .ii. . . .iiiiii iiHHiHHlHl((llllt| ilii hxtllLlniw igniiiii. . _. .. , in-w. . . ._. .. . - tivlrflllllhltiA m. .. . ..nim (ni ii. .. tilxpnllnvl. .l l . iii . . . .. ; w Vini( i. . tl . ..iai iii. .. (' wii. .. m. .. tWlllll l(l. AIH . . | l JiUl v kii-nrur : Hlltli. P_ . i i pm. ..” . i. i. ..i. ... . . L. i. ..i. ._. ,.i. .. . ii. pu. i1. ¡i. .-. ... .. . i. ¡Í|1»rL'(-| IL. |'lll| ';'“'. jl'” l. l i. ..i. i.. _i. i. . ..i ; NL v_ . .. ¡in-t. ..” . i. porn» . Li . ... ... ..t. ..i_ . ..i P. .. K u H uwhuriiir . lc tt-nwt» ll. ) manu . x prog. .. 4.- NHhÍCkJTLHI. .. n.- . - : CIZHIJ PCiU . im. ti. . . ..iiiiii ii. ... ._i. ... ._ . c. kWhlllflCkldJ pi. .. . i YVLUJU . ..i . ... ..i. i.-. ... ... ii. .. lllclll . it- tLltinx . i. ¡HTHN . i.- tlt-nsitlutlc [um] tl. i~ lui'm. i,(it-~ nlvntlm m) somam. LiHlJHlk . l Pk'l'lli. i*.1Lll . im Cllx png». (W kllCiiklUlHl' . lu Ivlhúcs n. i num¡ (Jlnlwln tlt-u- '| ' dClVlHHllJnil) p im . i . |l'L'. | um cimxidt-Ligju. tirili/ .intln NK' LLKÍUN dc ÍkWILN tic . ilvwiircaii Li ftJil/ .Hilh Quando m. . ¡i. i.; .i. i.›in. ~ . ..ao »ju sllnhCxltins piklt Illil/ JI'. uvlll HWUHJ», gmlitos nimtmtlos FCNFRXÍHJHKWHK' tus Figura» 1.1x c _ 15m locator-s | !|. |l'l(| |!l. l, n gratiicittu de fratura c ! HCHUF para iiitm lllcxlll. ) pri. illlldldild( dt- poço qui: o CIKUHKFJJU um uma lotação tt-rrmtrt- ( ontiirint- st-ri mm tmdti no cxcinplo di: .iplicttçjo .1 xcguir. .i m/ Íui pArA ow LUlIpl| 'l. |I|1l'l[I) c ipi: .i profundidade dlgua contribui ; um uma TEdllgJU JJ prt-»xfiu . .ic wlvrc. ima l' Jllltlllík' nas Íormaçfies. :. ~.xini, na pvflllhlgiln cm . ruins prlliullklà», »fin 4)i~k'rilti.1 lmlxl» ¡arcssóis de tmtum, mnundii . lx opt-i Jçll( ~ Jc timtrolt- tic pow» m u» uni-uh
  16. 16. yvorlumçõo . i.. l.. .i. › «lr Him) . ..ums IHiIi/ .ir . _.. . . i.›. ... - . i.- *A "'«"**'a= ' . . . _ q_ . ..m um n. ... ... aiu. .¡. ..u«-, .i¡/ y0 t-no-M-úM-üm" 1 iii) ! uwalenle de snhvzmrnu Flgvm 1.7 Cozlitienie de iensàes riu mulriz (K). m: me pm redimenius rzlniivar u. :v rriiiira pode scr medida diretamente através de um teste de i . .an- cm homhtar fluido de perfuração a baixa vazão nO _ r . ..mio 7 Conbctimenloa fundamentam . io rnnivoln de poço. . 37 j ""= - a- pnono. ..oiioi-i. -.i. ... i.. .<›. ... ... .›. ... ›.i. PFCNMHIÓK' i. ... ..i. .›. ... ... tapa. .." . .. . ... .i. .t- . ... t.. .i. .t-. .. . ... . ma. .., um i. ... t:. .. do tnhu. .. (lv ii. ... i.. .. ... -.. ..i. ._ . ... .›, ... ... t'(. ll1(>»lr. l(l()l| .| hgum 2.x. r. .. um . ou. .. .um U Íftxhl) m. . (m rvprvxrviii . . . ... ..pn›»». ¡.. ()l' i. ... ... .. .. . ... .-. ... . (lu pot. .. o mu. .. LUHH kUHIUKJHJU . .o po". .. . i.›. ... i.. g. .-x. ... '-. .t. .. . i. . .r nn» i. ..i. ..x «lt . ... .~. ... . x. . po. ..” A_ . . em. .. . ... ... -t. . . . . ..nim . . i. ..t-. ... .i. ..i. ~. . ... i.. ... ..i. . que . . . ... ... ... ... . klilntkJ . . . .i. ... ... -. ri. ... i.. . l po. ..” . v . miu-. ..io LUIIIO prmmo dc . .i. ... .t: ... i. .i. . . ... siipcrfitic. .- rigur, .. .. m- . . im w. .. ... -.. ... ..p. .i. . HLWAC . ... ... ... .-. i-. ... =.. ._ PAT. ) . ... .- . . . .p. -.. ..i. .. . .-. ..i. t¡. ..- xll' -› ~ qm' . . prrssÍu) (lc . .i. ... .t: ... i. .. . ... .._. e›. .i. .. .. w- pode m prolongado_ . -.. ... -.. ... ... w. .. . ltlnglr l) punto ii. .. .ic t. ›.. t-~po. ..i. - ; . i. ... ... .. pi. -.. .. . i.. i. ... ... .t: ... Prcxmu . o upcilnlr . .mi l'. _i_ . i. i Ltlilll/ .nlti Volume lwmlmado ihhh ngm 2.¡ (um lipitu da um iam da nhwqño. f _. O procedimento operacional para a rcalimção dc um teste de ahsxirçãzi em '-'-- -- uma unidade flutuante dc perfuração pode scr resumido nos seguintes passos: 1. Testar o revestimento e perfurar aproximadamente 25 m abaixo da sapata. 2, Circular c Cond' ionar a lama. A massa específica de entrada deve ser igual à de saída e a força gel z¡ menor possível. 3. Posicionar a broca acima da sapata; encher com lama e testar (2 500 psi) as linhas de injeção que ligam a unidade de cimentação à cabeça de injeção conectada à coluna de perfuração. 4. Fechar a gaveta vazada de tubos do BOP; em flutuantes, fazer o hang off da coluna de perfuração e ajustar a pressão no compensador de movimenr tos de modo a tracionar a coluna da superfície ao BOP com 10000 lbs de _ ; _ oi/ erpull; manter fechada as válvulas das linhas do choke e de matar.
  17. 17. %í , . .n peumução . . m . m mn. ) gr/ j", .. .nvlu-m x ulume . j. . mtu . . ¡mnm d. . , wrvttlnhn u lsmnbum . .. ... ..L. .- puma. , . .. .nuuxuvuxo Imcnr, v. m . nuunm c r. .. . ,~. .~~. 'uu; ru; u~rr.1r n ¡H. |~~. | rspccíñca _. ¡.. ... :.. .: 1110) . hunhlgjn. Elccun- ~. .~¡«Ix1dL'lIrL' .1 uma . . x. .lumnrc o (este *Àu Imcximhllllclllc. x~ . u u lnJxsA uspcdñca _~. ]¡›1'llIpsl/ I11: -. m. . A)3L'k| h41UHÍ lh/ gal: . .r . ÍhmílluJ1mPHIll)HHHÍU&ÍUPOQOPGFH as Segum' . a . .m png! d. - wm m c 'I''l) dc 3000 m; ' ' *““ WM' LIL . Willi m L* [VD dc 2200 m; W- * ' WNUAÍA' ¡í. ›.›. ... -'1'v1)d. - 120o m. «v» _www “w -«. .,, ,.. ,,, ... ._--u. . .. ._. .. y . .,. .›. ... «.. ... ... «.. Mndnmonvnwn . y rlr- pu', 39 . h x . .I. ..1.. . . . 11.. ... . . .pçmk . .k¡. .,. _.1_, ,¡. Iunuawu um¡ 'mm ¡u! _. :I w m. II›. (.1Hu. .._ | nrnl. l. rv . .um 1,91m ¡m/ m .1 : mu: m . I '[› . l. ; nun m. IUYHLIgJU uuln ; WM px¡ , JIMI! ) ny. [VD dy j im) uy 1 2› 1›. ›.. -.. ... ... ..-. . . ..›. ... ..-.1.. ... ¡.›. ... .1. z. . m. .. . ... . . z. . .. um . ¡.. ... ... .. n. .. .mn ». ... ... .. . .u . ... ..I. ..1.. . . . n. uuuhuvnx . -~. ... ... .1. m. .. . . . _ I k í . ..m1.n. .I. -~I. ›.. ... ..-. ... ..L. ,.. .~. ...1.. ... ..-. ... . Ixnnuv . ... ..1». ›.. . . . . »._. ... . . .nn . I.- Íu-Inlu-m . .L-m. ... ..¡. -.. ... .1.. .. x . mu- . a. . ..m P. .. . .._. .. . .w». ... ¡., .. .. ... ›.. p. ... ... I.-. ... ..-. ... .o. ... ¡.›~w. ._. .1.. ... m.. ... .. ... ... ,.. ..1.-. I.. ..1.. ... .. . m . ... png». mu”. ~. ¡u. ... ... -~ xhdnx: VIH 1h 1 . ... .. ..¡. -.. ... ... ... .. ... “_. _.. .›. ... ... 1z. :11.. ... .,. ... .., ~.. ... ... ... 1' mu. . . h- . mmuuz mm. . VNIVLWWHLJ IRS I», .._. _.1:. .unpu-nuu. . 1mm n' < . .¡. ›.. ... .I. ¡. ... .u. -.. .; . ... ... .. . -~p. ›.. ... .. x5 um. .. 'IHILIUKÍL'[1Cl'ÍIl'. |g. l(›: llhhxlkqhxlHçl* I I_«› ltvfàgl. Im-nuulxdad. «Ín ¡mw- Hum m Pn-ssín d. . ranma, ... nu tunnln . to pa. .. â um px¡ . ..p. ... .1.. .1.- q. . . ›.. ... ... .. ... .¡. ..~ . . ». r . ... ..›. ... ..1.. ; u_ u m m . .. 1›. ~.. -n. ... ... ... ..MI .1.»1.. ..1.. nnmrrnnr . u- . ... ... .. ›1.. ... . . s. ¡u-n. ... .. ... ._. .. klhllllctfk) ¡nrcrnu do -LJWW . xpux u-n-m udu ¡Nllnhtnlxhn ln Nx! .lr Lnnmn dv xxmnohr. . um] mam¡ rxpuuhgd dc ll| Iw'g; .11.. num¡uwpcuriunduthmlu nn pow . - . L- m llv/ gJl. 2.4) Após . | . lusuda sun almsruuxncntu du dr¡ ¡ubm dc ruu-»nmcmu ; um »um prum-nm dc ll mcrrm u çJpAcuLulc dc 41.13 hlwl/ xuu, ,1 upam Hununu- L¡ lhnu vcnulnnnlu u Í]ll4› dc Huxdu dc crÍnrA “ÃU dc lll Hw/ ;LM um n mrurmr I N . l JJ unlun. ) dc rcwsmncnru, ; SIH) mcmu dc prnhlndlddtlc rum' um. . ! nr nmçio pcrnunivcl pnrmdum dc pda cum l MU pa¡ dc prcwàn. Dcícrmumr w ¡mvcrd Lui' ubnwuíuwvc que .1 mpaughxdc Ll<›c»p. u,<›.1|1uI. |r i- LlC“.2Í)hh1/HL lu S) SAhcndu-su quc. IU! ) °i 9 ! h/gal lUUll m 3001) m um' 4mm p. . 'FL-mperarun¡ média do gia: Niassa cspcuhL do flundo no paço: Profundidade d. ) upar. ) do úlnmo revcxnlncrun: Profundndade do poço: Densidade do gi . Pressão da Íormaçau nn fundo do paço:
  18. 18. 'vn ; mvlirvtxçao . .. ... .no z r Conlvncuvmuros lvndumunvr. s : ln . ..»no e de . ..; ... u i _«- › . . . ;.. ... ..›. .n› ¡ln- , . , . I. ›.. l.. ~ xlk' . ... ... .. : s, V pwtxxlt» mlxn- ' V' ! .¡. ..p. ... n-nt. . dc snpr-ynu¡ m. . P. , *w _ d_ ? um 0 mw inn-nur . Im . ..hm . lu ¡w. «rr. .., .,_. ., íon ps1 1_ “d” m MPM_ Inu-no. do» . .›. ... ... .Io~ r 11m . n. ; .. .c . |.› . Lxí u . . lho. .. r 144m po g _ › . ... ..o . ... ano . - . . . .. ... I.. . . ... V. . .›. ... ... ... . 7 . m. o. . * -. . nuLn po. .. . Y'L'Ílll('lYÍU r tuluyx r s. . p. . ' , . _ 'A _Mnnrnm J . .. L . ... ».. |.~. .u. .1o o pow . ... .or. t-. ..l. .. . lrtcrlnnutr . s DILNNHUN . ... Innuh. .. . .o I É¡ _L _muuum_ __ «Íwlwlx . .o . ... .no . In. pnculr' n. . JPJKJ c. .. unlxlvgntw . -». ..o. .x . › xlumnu . l . ... ... ... o (. . r. '- . '* . o n . .› . ..x . .. . V_ __H_Hk, n"_d_ s. .. .u o . ... um . . r( D~ . .o Iuml . .. . .. .n. .. .. . . _ , ulnn. .. rcvuu. ... -nru. ' . ... ... ... ..- d . uma z -, __ H In K Unsulc . ... .ln qm' . xmc . .m . lvtcrurunxl negam. . . h- H.1pc. ... .p. .. ... . í _. l“'n . ..io um . unnrtruniuu. tlrtcrvtnnur . n prcssüçs u. . lu-mlm. u. . . !mL . '* , .. o lumlu . .o po. .. . « n. . . ... ... .. c. .. . ... ..¡. ..'. .v . -. ... ... .. L' . ... ... ... ... o . ... .. i › Mu. .. . ... .nulo Apos › _ . . o no¡ . ... ..nun . ... ..nuno . w . n. 4.- . ... .o. ..›n-~. ... . Hu . Imlcv. < . ... ou. .. _.. . . ._ ~. ~_. ».ro. .-~L› uma . . v " mmhcn. .is k(. l)~ nu Inml. . . ln u. . n c v. .. . | mt. . d. . ulnn. .. rt-cslnuuntn ~ _ l l . o. “_. .. dc . ibsun xr. .. I. .. . ..n . .o png¡ . ... ..o . ... ..oz '_. _, ' u. . u» hum- .1 upar: : 2.10) iht-. ..lu-st- qnr: g. . __ _ I'r. .r. ... .l. .l. .d. - . lo pow; ;num . .. A_ A _ . A . . n. . s. r- . urmrntada para . 1.. ~~. . CSPCLWÚLJ d. . 1.. ... 1.1,. . lh/ ml . › , ~ 3 _. . , « . ~. .~ . wm . .o . ÍYUÍÇU para que ( nmpntucnln . L. scgiu . h- . o.. ... ... |o~- um . .. , . v. o n. ~~ . ~ m . u '«~VH1W““'JP*“ um kick? Pruluntlnlrult'xl. )~.1p. |t.1duulnmnrmcsnmrntns: 1.. ... . . .. Prultlnnlnlnnlc tlXiguJ: WN¡ n. _ › ¡~ No . f. influir. . 4)lli 1.. ... . . .. . i. ¡v. .›. ... ..1.. I.. .it-, um llmdo de lper- WMM dc urw: c . rm . ... um txpum. . . lv *7 Hum . it-Jum nur. .. do 9,5 lia/ gn no . , lí »Ju-u l- -t -- 11). ) v. .., _.. ... .. . ... ... .. . x . ... ... ... .-. ..o. . .., .~. I.. ..io. t-. r.. .. IUOOmde *WH ' “ m* “W '^'* P*' ' ' ' ' 11.lt"n¡›. wp| 0 . ... .l u. . . ~ Pvlcl 1» . ic . ..um pur lncçãr. nos anu- l'"°"”' m" mim* *l* l“""“'-'5" ” “l” P** . . M4). _ pow-Dl” . .o llunln d. w nom; o ponrDP no rhndo de 9.5 Inn-nur dm co. ... ... do. r m. ) ps¡ 'rm ~. 'l'pt'kllrlllk'lllk IHU ps. , 2m) pu u 2011 ps1. Dcrcrnnnar_ . issun. a lsruç. . r [n00 ps. › . › -_ . a rms. .. t-spt-utiç. . Lwlllndltllu' m. fundo . .lo pnçu c no rupo dos , ,m[_¡, pow _çünumqü _ . m. px¡ ' 5 '” ›““"“"d'd“d“ d” 2 w” m" Anular poço c rL''C(| l11L^n[U-nlhkh A lUU psl v Anular run - tubos ~ U p». 2.9 v 2,xL'. .L. t. . ' ' Lmlu du c/ mkc ~ 300 ps1 'm' A Hat- cupocn: 2500.11 um_ d JA 11m. : 9 O ¡b/ gal q) (Iunsidernnda) que o pnçu car. . . unorrcçuio, dcrcrmnur . lx prcwucs n. . _ _ ' bomba no rim/ u'. no tundn do poço c rm sapata, .. ..s scgumtcs mini. ímrpr: 412ml. . stgàuklt uunandns: 250 m i ções: estática. circulando pelo usar e çlrculartdn pulo rim/ cc r«›t. .|n. cntr Pror. . dltladt d. . sapnm do . iltimu revemmento- 1500 m
  19. 19. . . . o nn perluraç . .l. ..1.. . . ... ..bém a mon-nu. . . ..o ¡u! nn poço ( . ;~-›. ..l. _.» no cha/ g; N tWlJllkJ e circu. . -v . pnwio nu cbok . ... ..o . - n. . sapata . , M111 . ... r mcção na li . . . | . Im-nto descida CAUSAS DE KICKS INTRODUÇÃO Durante as operações normais de perfuração. a pressão no poço deve ser maior que aquelas das formações permeáveis expostas para se evitar kicks. As causas de lzicks estão geralmente relacionadas com a redução do nível de fluido no interior poço e/ ou com a redução da massa especifica do fluido de perfuração. Qualquer ação ou acontecimento que implique a redução dos valores desses dois parâmetros que determinam a pressão hidrostática constitui-se num potencial causador de influxos. As principais causas de Izicks são discutidas neste capítulo. Existem, entretanto, operações no poço em que os fluidos das formações são pro~ duzidos intencionalmente. São elas: testes de formação e produção, perfuração sub- -balanceada de uma determinada fase do poço e completação para pôr em produção um poço. Para essas operações, existem procedimentos operacionais e equipamentos específicos de segurança para o controle seguro e adequado do poço de petróleo. Falta ele claque ao poço durante as manobras Para evitar que o nível de fluido caia no poço durante as manobras de retirada de colunas, é : necessário enche-lo com um volume de fluido perfuração equiva- lente ao volume de aço retirado. Esse enchimento deve ser monitorado por melo
  20. 20. 1_ paço na path . 1. ¡nrluração c . u . mu-m l m m* . h- lluldn de . .. . ¡Whlfknllnlflh . HunlplLlJ, n n . ., '1;I. H.| vrr se ele . l nrrhammcnrc. (npnula 3 r Causas de m. , 45 (_ :0_()(n19-d_* , 11.41 d 1 r c- o nliãmurru interno d. , rcvcsnmcnrn cxprm. . cm p. ›1.-g. .11.. .. (guandu .1 coluna dc lcnluna mulh. nmralnnln. perfuração m. . sendo runrmdn mm m» uma cmupidox m1 quando a coluna m. . sendo (lesada cum uma float 1111111' o dcslrxnlmcnro 4.1 coluna 4- CJlCulALlu por: 1.1. wi csumad¡ . 11m( : ru lCÍCfrni 1.» nlulnc de fl 1,41.; DES_ z 0.00319 - d" (3.5) Fm suuaçñcs em que a culunn em¡ szundn HIUllIJLlJ. «lcvtrsc unlunr um “lxni” em huns condições pm que a perda de lluido seu mínima. possihilirandn . num um melhor acompanhamento do vnlumc pur mem do mnquc de manobra, No 1111'cin da manobra. pude~sc unlwar um rampiru pcudo ; um evitar qm: u flu¡- du dc perfuração retorne pelo interior da coluna. A queda de ¡iívcl de fluido de pcrlunlçao no interior d: : coluna mm cm murmx podc scr estimada 1111111111141. a scgulntc equação: AH= X2m+É Cs. ; 1_ .11 rulmlnção por mu_ ¡) (3.6) p_ ¡nun! '7 E a u. u v_______e o volume do (ampão, em bhl; pummé a massa específica do fluido de perfuração do rampão, em Ib/ gal. Exemplo de aplicação: 1:1 11_~. ..1_, «_. -_ x v _mm pm, . wilkl”11ll1>~('ll'lll(l('llllCrllÚda rubu' um¡ . w .31 mu» 11v n11 m u n' : Lula Nor: x , I s l Dcrerminc a massa específica equivalente nas profundidades de 300 e 3000 metros após a retirada dc uma seção de comandos d: 6 3/4" x Z 13/16”. Outros dados: massa específica do fluido de perfuração - 10 lb/ gal; capacidade do reves- w, “ 1' n' nmenro _ 0,2402 bbI/ m; deslocamento dos comandos - 0.119s hbVm; compri- Í a “lí ' mento de uma seção de comandos - 28,5 metros. 15.1: w 1 m1.. ,,a. _1.- gvrrsmu_ um m. ; r Solução: › . v 2 m-m nnvunxi a” 11.1.01. .11 ¡»1-. -1.. r.1ç. ¡.. , cm 11144.11; V 13# ' 0-11” = 3*" bb' ( 1- 1 . .1p.1LIdJ(lL* do rmesrlnlcnru 14.11.. , o 17 1o 3 41 . = a; = 413,2 AP (0,240). - 0,1193) Ps' (nnmrnw rambcm mumxrad da Equzgáo Z, 3_ rc visro anrcriornici1rr. .1 u lpwidydç a em lilhltlaã Lllspunlvtls n' produzida a seguir como ã_ do revestimento pode l 1 ¡ucraruru ou calculada por n A massa específica equivalente na profundidade de 300 m é dada por: 4:
  21. 21. ÍT4” . . wupmÍwUCÕo y 'g . .- . s . ... .._. .. 1- 47 V¡ u_ . .. ... ... ...1.. h Nm. .._. ... ... ... .~. ... .~_ v . .. . ÂLHL_ mu' _ . . w. . ... ..h . u. . ... . _. .. . ¡.. ... ... .._. ... .. ... - . ... . . .-. . § 5 n. .. nrvlw . . . ... .. . ... .._. .. . .. . .. . . . ... . . .. . .. ' . q. .. . .. . -. . r ¡~. ... .. . ... .. p. .. . .. ... ... ... ,.. . ... u. .1. r. .A. .. .-. ... ..x . .. . ... .._. .. . .. ¡. .. . -. Í . .. ... ... . . ... .. ... .u . L. ! H|| |I›Ívr . ... ... .. . .._. .. . .. s. ..” . ... . . .1.. ... ... ..»u W K_ A_ PMMA_ m, à . ..; num . -. .,. ... .›- . _ _. _. ¡. l _ _. .. 1 Iñ . | , . . ' m* 1› . .._. .. -- .4 . I . . . .. aluna d. . NLfxM . . . ... ..; ... ..1. . ..; ... .. ... . . ... . . .. ... ... ... .,. _.. .. n. ._. .. ¡› . - . . , ... ... ... .I. .L. ... › . n. . ... w. . ... .. ... ... . . . . . . ..| .. . ..-. .. rcnm- . ... ... .I. .. rmnçáo _ _ . ... .1./ ... ... ..-~, .. ..w. E*9'"P'° de GPÍICGCGO' : wunmruv nmnnívs 1›. ..-. ... ... .- . . . ... ..n . I.- . ... .. ... ... . . L. . ._. .. . - . ... ..um . .. . ... ._. .. . . . ... .. ... .. ... qu-I . ... .. . ... ... ..I. ... .. ›.. ... ..›. ..L. ... . . ... .. . . . ... ... ..-. ... ... ... ..I. .. .-. ... ... .. . ... ... ».. ... .›. . . . . L. . . ÍULMLHÍL' d. - m . L. ulhnm : mm . ... ..na hm. .. . l. . -.. ... ... ..-. ... . w u. . . uu . w . .. ... .». .L. .I. . , , ,.. .._. ... ... ,_ . ... ... -. lí . .m . .›I. ... .1.. .1.› 4.- . ... ... ..1.. .. s" . ../ ... ..u .1.. ... ..›. ... .n. .. ... . s¡ 1 _MWM A _, _d__&_¡ndc . ›.I. ... ... ›.. ... |.. ... ¡.. ..1.-, ... ... ... ... .. r v' 1›. ..-. ... ... .- . ... ... ..~. .. . ... ..u . ... .. . . . ... ... ... .. _ _ J( _U um _u_ d” mudo . ... um rxprufigd . h. Huuhu . l. ¡n-xhxnum¡ »c . u nmuum . nuns. .l. - pm. .. . wpunuL. . L. . .Jv nxn . Lu hmm¡ u. ) m-“J “W 'N l” “VR” . .~ . . . ... .¡. ... -.I. .1.›~ rrnlógxc. lx Solução' . . . .. ... ..¡. ..¡. › . ¡.- . ... ..um . L. . ... m. g . l' . . , ... .. ... ... ... ... .wp. ¡k. u.1I1|1I.1r ("um › m¡ _ g . ~ . w . ... A. . .. ulwll/ .Ikid[Y. |l'. ||| |l1.| y 9 ' ~ ~ . l. .. l. " ' : (L4 Hv/ gdl . I_I”- Hum . . w 1 (1.7) p_ , m . .L4 , 10,4 Il-/ gn ~ . .w . o . ... ._. ..-. .. I. .d. ... .1.. -.. .. ..d. .. . . ... ... ... .,. ..¡. . . .-. ... ... ..¡. ... .A . . . .. ... ..L. .a. a. . n1.. ..1.. .¡. ›.. ... ... ... ,. . . . ... ... .. . ... ... ... ... .. ..mu. .. ... .a . L. . ... ... ..1.. .. . ... .. . ... ... .. Luldurxç' .1 vclncnLulL' . Ju rcnrada d. . ullulu Jc pcrluraçin. l Inpnrmnn : muy -luc sc u pnmncu. (- dcltcmxlu nlumnn- . u rcnrmh d. . . nluuq, u pugl do. x. r . m . ... ... .. s. - . ... ... .. Huxo, .. .. ... ...1.›. .›. .. . .. . .›. ¡.. ..1.. .1. . ... ..1.. ... . s. .. ... . . ... ... .. ~ . ..~. ... _.. ..n. .1.. ... . . _. .. . m. m. . . Ín v. .. xmm-nxu «n1p. .|. !luxo 1 çulun. ) deu-rf¡ scr dcxuLLl . m- u hindu, c um nhum- . nunmn . um. ,. .. . lu cspaçn AnulAr do pow drum¡ . c. . ... ..Lulu lÍrnllmnsru/ H. . . . ..›. .. . .. . ... ... .. . .,_ _m M_
  22. 22. Massa «. .. ; mvhnuum . . . .. mu. .., p. .. , .. .. ... mudado . nvx nhnnn . m . .. ... ...1.. ... ,x . ~.. ... ¡.. »,. ...1.-. .. . ...9.. ... ... .._ d. . _ . . ~»p. -.. ¡.'. ... .. .. . .r. ..I. u,. ¡.. , ; ... ›.. .l. nu-nrn, . .1. num-run d. - . . . .. um muquv» . Hv. uII|1<'Il()¡Í.1 . u. . ... ... ... ›.. . 1.. . . .x. ¡. ..«~. ...1.~. .rgu . U 1 . lr nllnllLlgJtl. . ..culucuo . . A. . . .nd dr Hundn . .. Judy-muitu. .. S v. .. .. . ... ... .. quc prcs- , ›. / ... /. I'm. . snnmção H. .. . . . . ... .›nn.1u¡nu¡n.1 _ . ... ..u m» . .. . m. ~ rmnttvJnLls, vulgw x . ... _.1.. .J. ... .1.. ».. .. (1.1 ¡ndu/ ,r . .~ . . .. p. u. .. . _.. ., . L. p. .«. ;.. .u. ~ . ; _ p _. .. . .. p. . . ... ... .. ; . . ..-. ... L. . ... _.. . . ... H1x.1¡¡~.1~ . mr nwuhmn nn especi 'ca de fluido de perfuração insuficiente . . . ,»: . . ..up-. .Mnu m. .». ›.›. ..I. . . z ¡w. ›z1.¡. ... ¡.›un Arm» ; um . . . ..unvmlnn m. .n. 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  23. 23. _ . ._. .. pmluvaçàa ~. p.. ... .. Zi. . . lungua d. . pmlundulada, ~. .. ... . . . um corte de lápni. . . .j lh/ gal. A 7m. .. _. .. . ... _.. .. e xx. .. 1.x! 2 . I'm tam». .› . ... .o . iu lllllklli . lc ¡nrluraçàu por gás n50 _. r 1.. .. LnmL. l HHUIJHIH. r HHDUHJIHL' qut- n gás já incorpo- « 'u . w ». .. . rmmuln prlu. .. w r -tlcsgaxmhc Llurcs e que a w- ' x . . . . . .. ... :.. .it. .tI. .c. -l. ... .n. ul.1. w - . ... .. ›. ll* ^l“~“* V' ÍLJN pmlt- xt' Incorporar . '10 fluido de . ., -.. ... . . . np. . . l. . .›. .t. ... n.. .1ç. i.› como: . ... .._. .. 3 r ousa; d. . . ... .. Sl u n. uns u. . lan. .. . ... ..min . l lx . ... w. l4›t . . (. ... .. . . ... ... .. . ... .. ... .L. .-. ... .., .. . wuw Prruuutuws. .. x . ... ... .. klll . ..-. ... u. . .. t. .. por. .. . ... .. . ... p. . .. . ... ... .. . ... p. ›.. ... ..; ... . v ' . .p-. ..Lu (nl - , L . ' x . l. . |I. |.| .›lr. | r u pdx qm' JIMIYCLC u. . UPCIHAH . ..»m . . . ... ... .. . .. . .-. ... ... . . . . ..~. ~.. ... .:. .. klU LW . lflJçÍlrW par. . . ... m. ums. . lutur . . . I. t. .v. x1' «v v. . . ... u. . ... ... .. . Izullnnn np. .. p.. . . ... ... .. ... ... ... ... . . I'M* "MW" *INK home pisluncln. t- u. .. . ..usu- . .. . naruvn. .lc untnulwr. . k . .›. ... ... ›.. ... ... -.. . ... .. . ..v cnnuxan e; .. u. .. qm' . .p. ... -.. - . ... .. .p. ~.. ... .›. .lPHx . . . ... ... ... ... . . .. um Ímllnms . .p K . JPIH . . . ... ..-x: ... ... .. ... .. ... .. . ... xrçnn . .c . ... ..p . ... ... ... .- . p. ›.. ... ... :.. .. .1.-. '-p-. -.~. ... ..p. ›.. . . .-. ... .,: ... .. . . ... .._. .. . ... .. ... ... . . ... pp. .. pa. . lmfnnvln. pur nun . .ttvntaçfnv d. . mlun. . . lumnn- . l . ... ..-un 1.x. . slllmçm. v -In. ... ... ... .. .-. .. . ... ..tap . ... .. ... ._. .. . ... .. ... ... . . ... p. .., .. . ... ... ... .. . . . ... ... ... . . lc Ian. .. k' tltWllgdklJ. l rcu. .ntv. ul. ixc1 um . ... ..u-nto Ll. l . ... iss. t-spcttlu. . tl. . . ... ... .. . .c . ..-. ... ... ç:. ... (r. | lllls ; Jscnllios aurrmlns gJx pnm-. ..utttt- llk' lntnmçíu un! ) . .lu pultnl . Luh ç pnrlmlnr. ) . lr gás. qu. : u pcrlnnuln cum um. . . .lu mx. . tlc ¡Wcl1k'lr. l. |t›. 0 . Lu . ... uniu . ... s puros &ll, '~. . urmnpin k k'p. llltlt'| l1.ll| Ll(| lf. l/| kl(). mpc huv. u. . lntln u. .. Llccrcsuitnn . lc prcwmin n. . png. . qut' potlt' xcr xuhuunte pu. . : LLH um L. . Á' Quntult) um¡ conduziu L'I~u'. klk'l"~t' . ... .ur um. . u. . . .l. ;.. .n. .~ th» rullllilfx . ... um t) ruduçitt. lJ mx. . dr ¡wcnctraçíu l». .Hlxnulllo tl. . J/ .ÍU . lc lunnlvcln; c k' parati. . tl. . pt-rlumçfw c currulaçfu. c. .. . ..tr-ruim d. - tt-utpn rcgulnnw. Ullkltl k'. | . t . .ç. ..› . ... ..s FCLUlllUllLlJYCl. Outras causas de kicks Além das musas . ... ..s comuns . ... .um tltWcflhlx, L^| ~lt'n| tupcraçíws». r- sllrmçucx |7|)Í'IlÇl. ll| lCl1[L' causntlurns LlL' leu/ cs. irá-x LlL'~. xuunçüc» sit. thsrunrlns . t u-uun: l. Fluxo dc gas . .pus . t cimctttaçjo. pm U tlcslocntuctttn d. . pJWJ tlc Llllltll to_ lmvcn¡ u tlcstll'<llllllr^lill› tlt- um. . cslrulum gel u. . pmm . ... tt-s tl. . su. uutlttrccnncnto. Isso tluiçult. . . i transnnssfto d. . PFLWNÃU l1.tlr. ›~t. tt. c.. par. . n fundo do poço. Sun. .lmnvntncntc, luta-ri um. . ruduçjn . lc xnlumc dc pm. . por perda dc Hltrad. .. Essts ; luis lcnótiictins . issucmtlox poderio . .u-mr um. . rcduçãt. dc pr cimento ; linda . Lin cildurccltlt). Algumas AçÕcx prcxcntnxis par. . nnnInu/ ..r u problema surialn: (a) manter o espaço Anular prcxxurundn; (ln . .mr pm tas com tempo dc pega ditcrcncuttlo; .c. usar tnúlttplns cstdgms; lkl' m. .. ; tdttivos bluqucndorcs de gás; L' . c. tttiltmr axioma! .using [MILLTD . ECP. l . importante destacar que n lluw) xlc gi» tipÓs A cimcnmçàt. é um prulwlt-u. .. Llt' controle dc paço cuja fmqlléttcui d. ; ocorrência é L4)lllkl('l'. lk'l. PÍLWUllUITLW dc supcrfíuc c suas lmlms du . |L'| (|[| .l'l| L^Í'| Íl) sx'. deu-rj. . »t-r duu›. .cr. .ulu~ . io hidmsrjnc. . capaz de prmucar lluxu de gn» . umxm . ln
  24. 24. Exercicios ll! | ›*l1¡hv« . . Pu-lmnlul m. .. WN- ! h x¡ num. um A nlllJlhÍtls | ulum . h- p. "ÂÍ'. I, . |. m.¡ cxpcuh. | n . uupmnuwnzu .1. «.1'3.. A w: . . . Lupaudadc do n xxl m¡ m: Ucxlnxmnvnuu dm xHHAALuI-u .1*I r c 5 n» hcslnç x . .¡~. ... .L. .a. « . um mn. .. u-¡uo . Im mlwm . J 4 ' : mL vv'. H n ! Cs-L m Prcsxiu 4.- puros . . im m ~ ~ -. 4 ; um P. . . U Dcrcmnnu a queda Jc prum. . vuqzuuu. ; n. . ; mw ; pm a d( ("k-i' de ¡uh¡“ “k W"“'Ã1^* Iklrlllulul 1 lüllll Pra-mio do pan» no Iundu Ju FN. . cquwak-nxc dr lama ; un u land. . q. . pa. , ( P. " um "n", ¡ um * xlp›) (mantida S) numa. É; h : m: o num-amu. ” . L. . ..«um . k wma, ... mu. .., vn¡ . _putmuuau-nuuuu. . hn ht"" " ? cu-Nau pu¡ . miuda . s. unu u, ... .a . ... um. ' “"""“ '* '- 'liv- dr mansa_ n. .. ..mu. . rnan¡ 4.. .. ..s. p. .. -""'I""4' n nm**- -nu . uma. .s. .m. .uvnpnmrmu . k . ..um u. m Mau-- Unhuaúnn . nau- . s. um. .. mu. .., .kvrvmnnr . .. . ... um. a. '""'" "'""'¡"" POV¡ cnmpbu¡ u yngu. apa ¡ : muda . k um mu» Jr ^""“"*'°° *mw-vim- mn_ . n. pvhugnn uhrvnh›u qu( u . um uma-In mtu-annual A¡ ¡rn-h- . A. uma. r . n. (UMM num¡ Aknbnr qu. "h-hI-hhdrnhycrçu sauna lnutrnluvcmúnnn ! FÍ/ l'l)pr mnuwhàplhlxm um duuúnúdz : mudo d¡ cnh-m da nvmm lununnhpnçu 1 í' lM-uudnnlúzx s' hndnàpuu-u: pu: hu' 10,1 mp¡ anna n @dl à penal-renault piu ; minuti- nu mui» . ln pgu_ m. nsundnnnnbn. cnnnnnnynmuqnuknu, .mu. nvn. hnuçz dnlluunàvnniinannru. lrmnmnr›munmmab Ianhkpúnnçbnucnbln ! o lhpwcuàpnupchrahr-unuopop-»mxtp-cnu n mnvuhndn-unnnnhabpcenu-r-¡uunu-pcncqnkn -aúoblJÚdnc-uahcmltnnlu-husnubtyl I'm-ru . pagou-&Uügnumczslo-mm . xnynv-nhbvnw-Ib wnmndndmhntntadagpmqadrnap-upmnuuunn, s'@íbíérllímn. u_ ptn-lunpnckàúhrnngh» Opííopniü-&údruumclntuncgsaçuáa bhbaptunchommmmu-ox-. Iwpt Arno-Nair q-nbbupb-vamum-nopqocazcro-au ys¡ íígíápnnlocnnuanç-inapnvínnfnlnà¡ pp. ¡_¡ &W-. puuaancdrn-q-nám-I ¡ugqíbhnn-wvnk-ü UnnOJUDl/ WMUÓ* àbpplblÉl-
  25. 25. Owmydvj INDÍCIOS s DETECÇÃO o: :acxs t* uva-vagan- nn uma-ak c n MJKYMVAJ L¡ , -"u¡ . cu 1. . u. ~ . u . ... ..-h . m-n-: Àr-kpqn u. . run, ... .n. r -«, .'< . y a : « . 1.4 t. . ~ naum: drum¡ n-uu-mpuu-: L ; um _, . 'rvñr nv . mu. :aqua-num: dia uu. .hauu à: .ug ( m» . k luana. 0 min-x . k um b. : 1 x. ..«. :-. u.. .. mnuumdrdnughpnnn: ¡Kuguqk : u: a: .. na e ¡ahh! »pq-mam ! Jg-adsnu-. zlr ; num-rd t-. u . inunda . .-. u, , vpuumuda mpb manu. . . s, u. : rm¡ . v. ¡~, L1' w. .. ... . a: 'w . . . a. --51 uni» u¡ ma¡ punk¡ stamp-mu. na. .. Anlnunmnu( n. np. ;- mu. ,. .. . .k punnçhcàralnt mu. uu ahnLM-n mu: .. Ipluh . mau. .. »m nun #chacara p-Nugu «uu-nu . “ppm-n- . n. «um a- uuubpupounnmunzm meu pow. .. «n . ... um . n p. .. . mu. _unmunnbucnülsmwuuu oonqlobkándnpudodnpau “àggípnnuzuznmzmwvumnhuxnwakum gujçnúg*j&btlxk uáuusnnnúnprnúnnumhky: Aun (PAA). iíÍ-*“W“- w- uno-uu hr-¡s4¡"“" V0** m. , «. . -uu : :Jr . N. u_ . .eu. ;naun , g4 u: . Jruuu 914m1¡
  26. 26. ”““ m °°"”'°°5° ' Capimlo 4 - indícios o dmxçao d. kk¡ ' “ 57 i t. rsl. ) vxposm « Z _ - Tfmheratura do fluido de perfuração - A temperatura do fluido dc perfura- Ç3° q"? 'Cíüfna do poço normalmente aumenta bastante na zona de tran- - › mnln ue " ' ' - . . . v ^ H k q a siçao, indicando a existencia de uma zona de pressao anormalmeme alta. mmnlt' durante o g 3. Teor _de gás no fluido de perfuração - Conforme discutido no capítulo anleflüf. um aumento nas concentrações de gás de manobra e de conexão medidas no detector de gás pode ser um indicativo de que a pressão de _s *ullirlhos pressu- poros esta' ¡umenundo , ,. ,wow da coluna . Him (mLiC ela se _- 4- Akcfãções nas propriedades do fluido de perfuração - Alterações na sah- nidade da larna e consequentes variações nas propriedades reológrcas po- _ . ir puros aumen- “ dem indicar contaminação do fluido de perfuração por água da formação . , p. upncdades da _' com pressão anormalmente alta. HHUJHUHU da sub- 1'› tm . ilguns Casos, 5~ Tax¡ de penetração - Quando todos os fatores que afetam a taxa de t n. t' . tvnilisc desse¡ _ penetração são mantidos constantes e um aumento consistente nesse pa- _ - H i ! Um-HM de W5C( 'âmnm é 'JbSefVMm é provável que uma zona de transição esteja sendo ' ' _w _u , meu específica' perfurada. Assim, o aumento da taxa de penetração causado pela redução » _M _mrrrnl durante l, do diferencial de pressão sobre a formação pode ser usado como um indi- cador de zonas de PAA. Além disso, a normalização da taxa de penetração em relação ã rotação da broca, ao peso sobre broca, ao diâmetro da broca e à massa especifica da lama é utilizada na indústria do petróleo para se _ | V _ Y V_ __ (lx _ Ixnrliikis provenientes_ vi» . n P- à ml” v- w « w ~ i « - “V” “^ "““^l" "“_”“"“'d3d°" estimar a magnitude da pressão de poros das formações. O expoente d( é _ 'H t IIPVNIHK '*' N” ›~ W"" '“ “^ * ““ ""“""^| '” m' i'm"" 4'¡ um dos métodos de normalização da taxa de penetração mais empregados mrulnslr' . ic “human «um HH «w Wi” “ “'-' l'*"'“““"d” “mas 'l no campo para a detecção e estimativa de pressões anormalmente altas. ~n- plLNHJfl/ tlkidx Hull¡ tmlu lll ¡Ik)i'i1lll. l . lc . HIIHCHKU de torque Eh é deñmdo como¡ -› wc ç CHLhllHUHlII . ln luluiu . lu ivuçn_ mm _Mutum . ipús as conex -- . v i: mi~r. t» [uniu y. | t-xpinatiu, .lv lnlnmuirs um¡ , art-mio anormalm v, m¡ puxou-m um mu Lil . rena num¡ qnt . ls um! ¡wrcssán normal . Iueurtt-iici. : du Icnúnncntu tl. ; ~ll| Vull! p.1Ll. |gÃU. Amin. m uiscalhos (foi : m prmcmcuitcs das rurnmçnux . lllilfllhlilllrlllc prvxsurlladas possu JEHHJJLJÉS IIICHUFCS que m das to¡ ¡mcñt-s normalmente- compactadas. R é a taxa de penetração, em pê/ hora; N é a velocidade de rotação da broca, em RPM; W é o peso sobre broca, em libras; d¡ é o diâmetro da broca, em polegadas; õ_é a maus específica equivalente à pressão normal da área, em lblgal; õ_ é a mana eapecíñca do fluido de perfuração em uso, em lblgal. Os valores de d calculados em zonas de folhelhos normalmente pres- surizados são lançados em um gráfico semilogarítimico em função da pro- fundidade parqdelini: uma linha reta chamada de tendência de pressão Rw- u »mms muralhas proveniente¡ de znnnx da m Í normal em quem valores do expoente de calculados aumentam com a pro~
  27. 27. i i _ poiliuricnn _im mloics cal. i i pit ~~. u› . iuor› xpiNHlL' t-in uma lYll. |l| norma] iilillltllklrllll'. l¡ sc pinliiiulitlntlt- l) i li¡ »um itlatlc c iili/ .iil. i~ JN lcr. 'HHYllI «lda llvfllld' . ill . I,i HWlNIHILlALlÇ i. iii. i / oii. i «lc PAA niii. i tornmçÍio dal l .1l. ~l. lAl. | : la lui-nc _xr ll)l pontos_ ur figura 5.1- Deierminugõo da pressão de puros nlílizun- da r¡ etpoenled iumiiio A lndir nos e deiecçao do ! um 59 l | l › . sim indicmlorts ou . l. IlIJlI| I'L*N l' PÍtWNJII . nimm ilimiiii . Li i iiiu ~ ll iwiiiii. i«. .io tlllt' utiIi/ .un lliltllrs do lL'. Ill. |ll| k'lIlH »muito ulllllll HIM . ii. ri 'l'; 'l) .5- i . in uo -in . › I . r l 's | ; UnhtlL IAAI t . ipm . l ¡É('I'ÍXI. |. IA| .itmiiw . lr ptiii. Illllkl/ NL . ii. ri e . i i . i - r- -› _ . , | i t m ( u u», io : Li itsisiixulatlt kl" / on. ~ klC PAA, c um ~ : lv i. iiiii. it. ii› Indicadores primários de kicks l. .Minivnto do iolunit- «lc I. iiii. i um [Jntlllvx - n . uniu-uu- lll mw! .h- l. li'l nox Linqurs ú um dos mais plvxlnwlx lIkll. llY| 'l' ilt- IuiLx_ pnix . nlwriu quc H fluido LlJ iiinuicsi. to. . l'lll'. lll() no pm. . m. . im. . _mui_ tlu fluulo do pcrluragjo nos Lintiucx utiIi/ .itliu l| .| LllIl. |. (| do llunlii dr iii-Nunca. .. A. ullltlJtlcs qllk' UPCLUH um Jgllds prnhilulJx lk'lll ptmxllli scnsorcx LlL' . .iu-i tlc 'lllnlU mix LlllquLW c rvgixtratliir ; Ltxthuv ri. nluuiu . u- lluulo um Llllqtlcs com t'l| |l1llltl. lnll^ , um itii-ui. i¡. ..r _içllllillx Hwllurvx iiuc li) lilil u possuir . iLiriiit- para Illkllktll' ml ganho. (k UIYNUICN tlt- niu-l ¡iodrni »cr . iu up. , ho. .. (Ill IlITJNNHIHtUN inmix n-. ... ..unii. ..i. .~ ç tl'L'l| | wr¡I4›~| c|ti| |.1tl<1~| |t› tcnlln do ÍJHL| |IC p. |r. | nuiuiiii/ .ir o» Ulullnx ; lux nioxi IHUHIUS da unilurtnçiio. Optionalniciirc_ um lJllqllt' PUAlLTJ tcr ll. ls All' uni sunsur llgddus . i um [Uhlll/ Jklü! ;lc l)l| l|| L' tlo [Jnqllc APVIU. l)nniinngoc~ no . mc-i tlns amou» putlcnl m . .ini›. ... i.i. .l ¡vcrtla . ic xn| ll. I. |U. um. ” gm di- Ctllllpdllltllílh cxrriitorcx . ic xolnlo» ou LlLWcJru' tlL' run. . . iu curou. . «lc ÇlrüllJçÃU. . .. Autncnto da iai/ jo dc retorno - Sc . l ia/ Íio tlt- pcrruraçfm u IHJXIKItlJ LUHN' mntc, um . iunicnto da m/ Íio ; lc rcturno é uiu uulicritlor pnxlrlu) : lc inn- um IcnL' c~t. i JCOIHLKCIILlU ou qut- o gas. |. | prcwntc no poco, esta u' cx panduido. Um lllkllnllçlul' i. l.i Mufu¡ tll” rcrorno kl('(' »cr IHNLIlJLlH iu mula dc Luna nas Linulndex ; lc pcrlumçíi) que opc . un cm . um» profunda». O tipo mais comum C- couxtituulo de unm pa IlÍ. ll. ll. | n. i »aula ; lc Lim. : i. - ligada .1 uma iuoLi. Quando o lluxo dc retorno una. .l Rubin | |.| nioLi (- modificada. indicando um. : 'alteração no fluxo dc rctoriio do poco. U shlcnlal tlCYC alarnuir lULlA vu. qui: essi¡ mrmçíio cvccda 10". . da J/ ÂI¡ di- circulação, Um parâmetro conhecido com o tiomc «lc ilulm [low lou klllk" l dc v iu) é citado na literatura com o IIICKUdU dc dctcc io tlc ! cn Lu mais confiável c direto. Elt- reprcscnta . .l KlIÍCYISHÇJ cntrc A YJIÃU dt- UHÍLklJ no poço c a dc retorno lllfdldã na saída dc lrinu, líxixtctn_ rio nicrcatlo. . i nos sistemas COIHCICIAÍS dc dctccgil) dc lui-ks baseados no JUÍLI ylon que utilizatit métodos computacionais cm que : :crtux correções sjo lt-ims como : is flutuações lnaímntânctls n. i vazão de retorno tlCVlLlJs Jíh moi IIHUHUH VcrnCnlS da cnibarc. iç. 'tt› (lnxiziu). rcn › Fluxo com as bombas dcsligadas A Exu* comportamento c uni indicador pri mário de que um fuck está ocorrendo. Nesse CJsn, o poco . lt-u- scr incluido , _.__-«. .um. »numas-ug
  28. 28. Iu-II-Aln- . _.. . . ____, __ _ m , .. ... .¡. ..¡›1._. ».. ... .. ~Tíku1u-¡›. ... unI-›. . . . m. . ... I'. ~4u----. ... ..-›. L.4.¡. ... .._. .. ... ~.. .x. ._. › . .m . .. ' iÍII-u/ .ngña . l 1 . - « - _ __ m” v -v _Arm_ v. s. . . ..»_. ..- . ,,. .. . .._. .. . .. . q.. ... ..«. ... ... .r. ... _ _. __, ____________¡____ . u. hm d, r. ... .t». :lur. .t. Im u. .x. m. ” n51. , w _H_¡___¡_, __¡, _ , . ~v, ' . ... -.. .. . .. . r _. .. › . ,, ,¡ , ¡. ¡.v . I-uur- n' u "H "lu. v u-unmr. ..¡. v. .. ..m uu. mum. . .nu. ... ..: ». u “Nm”_W____, À_, ¡__"¡___¡__›__A_ --u- n . ... mu. .. :i1 A-nv m. . l¡. .›v. ..-. . . z. ; m . r.. . . _ , r › . - - s , ... › . ..«um . ... .. . ,. .. . .. . l u 'EW-Hmh num. “um”. .m . -u . ._. .. . . m. .. v . u. . . u. . . .. . J›____›, _____, _,. . . ... .. ___m__u. .m, ,.. ... ... .¡. ... ..; .,. ... .“. -. . r lx yv¡¡Í›~l ¡Ilnuult › -VI v” u. ' ' __. __›, _ Naya, ... ¡mllqum , ... _. .. . .. . ._. › m» -›. ~-. _.. ... ... . . ..«_. ..». ..¡. ... .›. _4.. ... ... .s. ... ... r.. ... . . .. ilinulVliglt, I . ... u. . .. , x . ..-c. .u . ..u . . . ,. . ..u-m ~ ~"F--'“"" p t I . ... .nl-. .. «. ../ ... » . ane u. .., . m» -- 4 m* ' ' ' v. ..¡. ¡.. ... ... .¡. Imnm qu» . ›v. .-. .›. ... ... »--z. . ... u, . 1.. uu--nínn va. .. ... ... . _ _, ¡, .,, , . nau. =r». .v. ... ... _n. ... . , , ›. ... ... ~,. .¡› nI›. |›Ir . u . uu u( Mr_ 'ummun' ¡hm! 'qua' , _____ _ ¡__, ,¡. ¡, . .., mn . ..um ¡- . u-. ,nun , .. , u n». .. . u. . . . . x -uv . ... ... .». r.. ¡.. .._. q.n. ... «.. .. "* ' ' '“ _. . . __. .. . ... ... -. arm . ... .. . « n. . ¡ . un -Í-w-iu -. .. . [na . ..¡-_. .y. ..›. . , ... .v. ... .›. ... ... .›. »,. .w. , . v. .. . s . L. . ... u. N' 3'- “' - 1 . . . u. url. y ¡ir-r-¡F-*v-I- ' ! Inn an. .- ¡. ..í. -.›, ..¡. ... .. ... ... . ›«. --1P| Il» . ¡ . x. . ... um: .. ..s . .. . ¡._. .l. 1-›uvwo1-«I›I"H w-"V ' '* ”' ' l›~. -'n4“ : .-u. .¡. ... ... ¡.. .z. . . ... .'›. .›- vv. - w- no¡ _. .. hu. . . . . ... ..w - . . ¡Vil! .. ... . . u -l- . nu-t - ' - ~ 4 * ›~ . .. . ¡.. m. nn. . . ¡.. . qu? - I'll | Í-n-ükuln-rln . ... ¡›. ..-. .›. .›. ... .. um» . .. . ... v. mmun. . r . . V". .. . ..-. .._. .. h, . v r. ~-. .¡. .n. .. .-u. n . ... -. - , .. .. .v m. .. . ... ... ..›~. ..v. . . ... ..a › . a m› _ A” n_ “P M' _hmqn _u_ . .._. .. a. ... .'¡g4.r›. ... ... ... ..›-. .. . . .. ... ... . : ... ..«. ..¡. ..1v. .›. ... .¡~. -. . . . ¡¡| V›/ '$ . . _, v, _. . ^ ›. íla»rl-c'r-dr›-n›1k . .. a . . . . , . _ › r | ' “""' r -I--llnn :4/14-0 , .. ._. -. . ... n. . .. t. .. ... t4 ÃIII-nvAu-v- vn'. ,; jr: ›-›(-(v] nl-lu--li +1?? -Iqrqx-(Tr- -l- : n-¡tw-vn. É¡ | n d urlno -r 4:1 n r Illllrrr-fñ¡ m. : . ... ..su . v›. . . ..“. .., .. .. . . .."su. ,. ..›. .- *-w--W-"H-'l<'~*"*"*@" """ "'"'““" "M" l“""“"""'""°"" . ..“vn-. .. l| - . .. ..num- . . . ... ... .- . ... um. .. .. .;Inn . ... ... .v-. ... ›.. ... ... . . .. , .n. ... .-. ... in, v¡. ¡u. v. .-. ... ..mn. ..¡. .¡. nl-›<-. -e: -I1*<| 'H*l'm**'* "' ¡unter-pl- . ... :.. ... ... ..: ... V. . . ..m. ... ... ... v.n-. -.. .1.. . . ... ... .._. _.. ._. ... ... ,.. " " “""= ""'-"¡""*"'“"'¡"“'“°"“*“^-*"““*"' """~"'lm*""' "'"'""' azufimà o ñnlncu-I- . ... ... .. . ... v.. .›¡-u. ... «.. .». r.. ..›. .-m. ... ... nau-nv. ;n - v u»- vK--nn-ÍY---r---kc Etc-u -I PIu-. vvr--k -É-uv-ntíñ-«v-m- . _». ..1.. ... .- . y. . .. .›. .;. .a. mu. algun. .. .›. ... ... ... . . ... .. ... . y . ... ... ..›. ... v . .. -(›~.7MÍA¡ uvauuua-u- «ta» -at. rldlldlñkal›; Ul-Ktllldllh _mu_ n _w _L _____À__l¡_, ___ -v . -s. .. ... um . x. . ... b, ~ c! -'-ll_IlHI-InÍ-tIdI100*I¡ll-dfll+$*íbiildañlñ'lhtllhlllllü-Ilk l-uuwu-: I- en” _. _ . Mun. .. ... .¡l. «.. . . .nn. ._ i . xx-arm a › › u -Hu-. anínrllk. Jnumug-um-rsxi-xzgpvinx-fln Iluranr-q- m-lo- nm- . ... ._ ma¡ImuEIu--l-Ínuumrulñx- m¡ . m, nau . una-. ... ""'“'›" Ál-W -mw--n-»n-. ..nn-ma-u. .. m». m-nuGn-¡lt u! - ›, ,. .. ., .›. ... ... ... «.-_c.1.. -. ... _¡. n_. ._. ¡.. ._. ,.¡- . ,,, ¡.m, _.¡_. ,,. ,., .,. .. ... . . .vv-numa. manu. .. qnmu-I. qdllv~ Hu¡ - w vam. .. . ummu -P vvrt- um . ... a. «mac-Ir -. . Mun. . . mu. 'n um. . . P. Fan», -1 . .Ann-q- IlI1ÍÁI-¡lnc_-:74.^*¡ r- -'-. ¡.-. .¡›. ›:t. ... l-Hlu--P -r-ll-z-Ríleutr-Ie mu. ~'**--'3-v- --z-«hmuy . u. .. “ganas . .._qn . nu-mn -= - u. . . .w-- --z-. qu-t. .. . hnmunmn-nu. . - . n
  29. 29. OÍHiIdVÕ FECHAMENTO DO POÇO TIPOS DE FECHAMENTO (7 ¡vnxcdímmnn ; um fccharucnru do pmu c uucmdo uucdmmnxcnu' . xpus u kn k [Ur »xdn dctccnnh). l-Zvuxrcm dum mcrudm por msm dm qums n pnçu pmlu »rx tcçhadu: l. Fcchalucnío Icnm (soh) r U ç/ .vuk-u ¡vcrlnanccc u. ) pouçfm alwcrra dumnu . n npcraçõcs nnrnmh dc pcrturaçàn. Àpús .1 civic-vir) dc um kzrk, n BOI' c o (bu/ cu são Icchados. Easc múmdn : cm .1 vanraucln dc pcrnunr um mclhnr Ac¡wn1panhaxnuuu du crcsumunro dJ prussãn) u dc unplclncnrar mpnlm mrntc u ¡númdn dc hmm¡ pru-win nu chuku 411m* cb¡ 'v prussun' IHFIIMHÍ). ondc n prcssÂn11L›c/7ukuú mAnndA prúmnu c ahmxn dA HLÍYIHIJ pn-xxfm _ ¡vcrmix ' c¡ no cbn/ cz'. fu Ê . Fcchmncnro rápldn) Umrd) ~ O (hu/ cc pcrmancgc fcchadudunz1ntc . IN npc f FJÇÕC> nurmnn du pcrtursçãn. Após A dcrcçir) dc um kM/ c. n» BOI' c n» i chado, pernmncccndo n cbn/ cv na posnçio Ícchada. O Invitado ¡vsrnuu- u : fechamento do poço cm um ¡cmpu menor_ rcdu/ .mdo 4mm 0 mlumc . lu l influxo. e sua lmplcmenrqção é nun sinlplts, pms pmsm um pJwn .1 mc r nos que no outro nútodxy no proccnhmcxltt¡ dc Ícçhamcnm do png), Em virtude da mmor simplicldsxdc du método rápndo c do mcnnr mlunn- de influxo gerado. ÍCCOmCnLÍZVÉC que cssc método cem usado no íCLhJnÍUnÍÍ) dc _u poço, ranm em term como no mar. Estudos IEÓHCUs c c pcruncnmix publuçados 4_ também mostram que Ingo quc o puçu é fechado c o htc/ c sc unmnrrar . nndA nr»
  30. 30. ,. ¡mu! na perfuração' k _pune s e Fechumenlo do po; o , o i: u_¡rlr› durante o ~, l uln . m . unncnro d¡ l ll . Ir _um ohrido Caso s. mm . . luomlm m- lama. 4. mm¡ a HCR_ i. Fechar 0 nor anular_ 6. 7. Ohscrvara rc's' 'N . . 1: a an maxima PLTHIHHVCl[10nhlnüllwlrüklulhukl'. um de "ow : hack › csrabilrzadas d. i hnmcnru nn nrho bengala 45mm c no l . L rum um . Icrúscimo em'. x A 1- , , picar o merndr; do sondador pan 1circula" a . . can okrrk. . _N m um umrlcquada em um ' (Em . ,. a sund . _ . . . , , W m Wuthu” __ WW apos a d* l m' l › › a possua mp drive_ Llcvc sc pnmunb (luar . l wluna pnuuunan- ~ * , o n r › v v_ _. p y L A MNWKVÀNÁU- Porem' quam v r rr mm! acima da mesa roranva c Llcpül) parar a romeno. 1 v. r um Lmqucx são difícei¡ , mo para confirmar se o Manobrando (tubos de perfuração) v(vrulL1Il . r confirmação do- ¡ ~'u"¡wrv: :~'m' u¡ i c_ c . . ; v nau 4› . lu w. M» 'Rhvhilhln . v . »- "| .A>. L1!'. |'r, l1/| r w . "'¡v~ rl. |1/Iurlr HUN* . , ,,_ n_. xi'l. J . krrrurlux. como . zm › H'¡)'I n _M1.›-y. .,iu. l . . . . . . u l. r › m unuu w . Posrcionar um tool ¡omt acima da mesa rnrauva e acunhar a coluna dc ngxunrc prnccrlillvulvlxv ; uniu . › s i . i rum. , Pcrmmção. .1 romnvn e parar a Mm, a HCR_ . lnsralar a válvula de segurança da coluna. a luar . r rnlunn rlrlklvhlu um . ur1lr rv nun. ) i1.. mm manjo i MN K . V. ' . . ' - l lkk" 1 l“"“l *Ml* hm* . Fechar a valvula de segurança da coluna. llncrglr o lluxu par. ) n lJHqHU . lu nmnnlvr. ) iqllk” dou-m estar cheio pela . _Rmmr as Cunhas e Pmkhma¡ O corpo do mbo “me ao B0? de gama . Fechar o BOP anular. . Observar a pressão máxima permissível no manômerro do cholze. . Ler SICP (pressão de fechamento no cholze). HICLHlL". 4. RCJlI/ Jf n [Inu- r/ wrk. A duração do Han' (Im-l: deu-m ser . i llcccxxlrlrl para se rcr a confirmad m. não du influxo. Em íuuaçõcs rms qunh cxm duracàrv r'- muito longa, é recomen_ duel manter a coluna dc pcrluraeio girando como nos casos dos poços l' Ii cm que o rcmpn de duração minimo para o flow (huck é de 15 minutos. pnxcdimcnro minimiza os riscos de prisão por pressao diferencial e reduz o - »emolumcnlu da força gel no fluido dc perfuração quc pode mascarar os valo ~ . os pressões de fechamenro na superfície. Manobmndo (comandos) 2. 3 4 5 6 7 8 9 . Aplicar um método de controle de kick. Caso seja escolhida a operação de shipping deve-se fechar a valvula de segurança da coluna, insralar o inside-BCP, abrir a válvula de segurança e proceder com o shipping. 1. Posicionar uma conexão acima da mesa rotativa e acunhar a coluna de Procedimentos para o fechamento do poço em sonda perfumcio- com Esc? de superfície 2. AbriraHCR. Nos procedimentos para o fechamento do poço mostrados a seguir, ñca 3' lmula' l¡ Válvula d' segurança d' mllma' henrendldo que o rhuke estará fechado quando a HCR e aberta, pois será util' 4- hcl! " 3 Vâllml¡ d¡ Wñurmça d¡ 50km¡- do o mérodo rápido para fechamento do poço. 5, Pacha¡ o B0? anular. 6. Observer n pressão máxima permissível no manômerro do cboke. 'ÍTÍUÍUHÕO OU cinulado no fundo do Poço i 7. Ler SIC? (pÍÉIÍO de fechamento no chair). ' 8. Aplicar um método de controle de kick. Caso seja escolhida a operação de sryíppía¡ deve-le fechar a válvula de segurança da coluna, instalar o imidàBof, ¡bdr e válvula de segurança e proceder com o mipping. 1. Parar a mesa rotativa. 2. Elevar a haste quadrada posicionando um mu! min¡ acima da mes¡ r . . . E ' va mar que um conecror fique na frenre da gaveta vazada. J
  31. 31. _ nr¡ perluyq _ w a . lr unnand mlunw. : dcvc Hntm opção q rvuvnwclop HlHHJ ; leve . l. vquxpament 'xl v . ln . muhlzmg Coluna Fora do pa vw L rlnr/ 'nk w lüwxxcmnn um _u . .. _ n ~ » um» . r m I: lulu¡ .1 um . L -_ . rxvnwnlvx _nIm-n. " _u Dimmu m mm ¡wrmwxxwxrl u_ nrunuuun. . . lu . Imkc. lu x1( P wpluxu» . u VrxlLnvn-Hn n_ 1 [Hr/ sl . Lnlnplcnu .1 uxllllm . i. vrxmnnnvuu um! mu. ; ñ( muxmr . r x um. . «ln . num m u. . unlmn . n vcwslnncnlu. . Pmcrrlcr mu. .1 . H.. .I. .,. ... u. . mL , _.. . ! um u. . . um Proeecfmenlos para o fechamento do poço em unida - flufucnles m». prncccluntnms par. ; n lcrlnnnrnn: 4.. pncn . ..“uma”. a seguir, Ecs lM-ntcndulr) qm' u ; hnL-r usmra luludu quaudn . rs . |l| |l. h sulwmarinas Í . xhcrras. pms sem ¡nnluadn u Intnnln mpuln ; um lcclmlucnm do poço. Perfurando ou anulado no fundo do poço Lsus cndc 'l . - YVV . V ' a W t"" u"" o w dm Llrundu c . r lmmln¡ funcionando. 2, Hevar a coluna rl- . d › - . _v_ ux1n u umn cnmxuu . numa da mesa roratnva. ¡mwrwv 3 °X"°'“ld«1dü da Coluna LlUYL' csnr rhsnd¡ do fundo do - < rxpwlulo 5 7 Feclmmenlo do poço 67 l. lícnmr . r rnracfan da coluna c nlcsllgnr a hnmlu ; lv Luna. 4 - . . . lLLlmr n BOP anular Supcrmr r . rlmr . h valvulas sulnuJrInJ» das 1mm» . lu rhnku r- dc mumr com smdns ¡mcdrnrunlcnrc . |l1.uxr› 4.. ;Lnvcm u/ .xdu . x s” ¡Inlr/ .Idn para fn/ cr n hangar/ f, Rcglxlmr n crcsumcnn¡ . Lu prcwñcs dclcclmmcnlux10n¡lnl'vcl1): .l.1 c m. r/ mku n cada mmum um pnmclms quuvc nunurm u . u cad. : uncn mmums a parnr dm. Rcglsrrnr ns prcssíws dc Ícclmmcnru csrahnll/ _nlus SlDPl' c SlCl' e n Volume dc ganho dc lJllLL . ¡| usur a prcssãu de ícchamcnru da gnvum cm que n hungrn/ 'y será ¡Ncxur Lulu c a du BOI' anular para pcrmmr : Imp/ img dus [nul ; umha li hnr . n gnvcru de hang-nf¡ c drenar . r prcssin . x gnu-m c n BOP . ruular, Abrir o BOI' anular c rcalrnr n hang-n”. l-_Ícluar ns cálculos a. . plamlha a. - cunlrulc c uucmr . r clrculnciu unlllnndn n méwdu do sondndnr. Observações: - o proccdlmenrobá cupam uhung~uffctympF cdusscguuucs paxsns: O Baixar cuidadusamenre a culuna Llc períuracàr) ar(- u nmhrn du ! xml ¡um! se apmar na gaveta dc hang-o”. Elevar a pressão de Íechamenro . u gavcu u. - ruhus pm usou ps1, Ajustar a pressñn do compcnsadur dc uummcnro deforma . a lrnuunnr a coluna com uma carga Igual un peso da coluna du BOI' até a super- fície mars 10000 lbs (uUerpuH). - Após o Íechamcnro. manrer observação cunsrnnte na saída de lnma para veriñcar se há gás no riser. Caso aq. : censurada a prcscnçn de gás. fechar o diverte! e, se possível_ circular o nser, unlizando a lmha do cbn/ ee ou a de matar. ou pela buosrer line quandu disponível. Manobrando lnterromper a manobra e acunhnr a coluna. lnsralar a válvula de segurança da coluna na posrçãu aberra. Instalar o top drive ou haste quadrada acima da válvula dc seguranca Desacunhar a coluna, compensar o peso e posicnunar a cnluna no pnnro de hang-off. Fechar o BOI' anular superior e abrir as válvulas submnrmas das linhas do chnke e de matar com saídas imediaramenre abaixo da gavera Vanda superior. Registrar o crescimento das pressões de Íechamcnm nns manônwrrm do tubo bengala e do Cho/ ze a cada minuto nos primeiros quinze mmums e a
  32. 32. .. .. pnvluraçõg . .n-nm LWÍJlWllÍ' . HOP . innLu. ›. › lu-n: :.1l. i u nn Nlu . ..luuiurncu . m. mnrLulnr. . um. (l(k| 'IÍll. ~. ;a n». .imundo. .l . .. . ..i lfülllk' d. . . w . .lu |30|”, k' u . _. .. . .., ... xlkll w lcclmr . i . .. u a l. llL' quadru- mvmm k ¡HHLCLlCT com Coluna fora do poço . .i . . ~nl . m. . .lvw v» ~ . Malu ~llllHl. llIH. ~ Ll. lsll| |l1. do . Lmuwv. xl . ln. w.. .l. .i: .unv. .u. .. lwxn. lau. nr-t. ic1snll1.111tc, . x . ... ._. <.. ... .~~. ... ..›. .1.. ... ... ... . .. .num. m. . . l lx ¡Hnwwux . lc url. .un. -un. nos . .Lumine-tros du u, ... .lu . /~. ./s. l . nl. . HHHHLH. um ¡mmrnm quiri/ c minuws, t' . .. Hmmlux . l . ... m. . Lu Ih-msn. .. . . ¡uusxiu . lc lrclirllllullllt osm- su l' . - . . . ..1.. ... .- . s. g. ..›. ... ¡.›1.. ... ... . .. ... lux A. . plJlHllLl . I. . ... ..um . .. ..lui. 4) munido vulutnétrico _ x "' WWHIHL' Im mula kll Luna. umlnrmc ¡. i fm discutidor _ . .._. ... «.. .._. .,. ._. ... ._. m_. .7_, .. ~ _ «. ~m r . . / lmk xld uvlnna pmltwkl LT ¡Inli/ .itltw par. ) o con- r. ” . .. ›. w. t. nrhnmnnn. m. .. ... o Poço com ferramenta a cabo › › . . l. lulu. .. H0] . mula. supvrun ç 41.. .¡ . e . “Hub . .._. .. m. lx ~ . » . w « . lwrkwvxlkHl. |l. |I«Inu». ||l. ~vlvt'il1.l. vIvrHl4'. |l“rv. l.| ';x". :». .~ ~ _. Hausa. .. n tyuxunnnrn lJN prtxwut» tlt' n-. l. . ... um. .. ..s ~-. .-›. .v›. . : n x . ..Im lwuuala c . lu . Ívn/ çz' . l t | l. l mmutn . ... s ¡». ... v.m. ..~ quim/ r . ~.v. ..-. . . .uh um. . nnnuru» . | ¡nrrn l. ll. RCLÇHHJ! Pltxxlntlt litll|1'xV'! <v: U1~ ll/ .ltltl SKII' ( n Hllllllk . lc L'_. lllllll . lu l mm ». 1.. ... .” . .~. ..I. ..L. .». I.. ..I. ... .n. ... s.-_. ... ... t. . ›_. ..1.. ... .. ... .um. ... ... ... ..-. ... .I. ... ... .._. _ UIm-n . ... .w - Lmu-x . .Im-n. ,.. «›. ... .»r. ..u-n. .». .ul. ..l. ›1.n. ..__mmmrumi. ... mu. ml. . . ... m. I lULlLH n |50|' . mulir . ..tt-run ; Jun n tlux. . umlmuv . pm u lVxlLllIlk um . lu Is<)v~. .¡. .~. ... .. r . um . . um. . . ... m. . . 4.. ... .. ¡vn-xxm .1. . ... ... ... -.. -.: ...1.. s , ..-. -.. -.. ... ..-. ... ... im-s <. ... .u. ... ... ... ... ..s. ._. ... ... . . .v_. ... ... .s. .n. ... u. Revestimento frente ao BOP I . tuuli. n . l ullmm . lu (Tnwnlncntn . m kll' . HNUHLIIHVIVIH HJ mu. . lI›l. (L| _. mai. ..” is<›¡v. ... ..1.. . . ... ..-. ... ._. ... ... .-. s.. ...1.- . .-. I.. ... ..~. ... ... ... .,. ... ... n . ... .. . ... .I. ... ...1.›. .~. .›». ... ..-. ... ... ... ... ..s. -.. .1.. .1.~. ..I. .. z. 1 HLllUf . . . .-. r-~. ... ..-. ... . . ... .. num. . .1. , ..›. -.. ... ... ... _t. .s. . . . . ... ... .. . u . .»s. -.. ... muito . ... ..Li nim u~li'¡. | fllkllt slVNglAlJ. L tnm-. mr .1 Hmumq mui_ u . .hmg hangur, um ; mp ; mm k' n mp Jun' . .u . l lum- quatlrirl. . . lmr . lx . ll|1l. sululhlrllhlx ilJs lllllhh . ln Jurlcr' n' . lr ll. |(. ! . ... n JILlJs uut-«liaraniciirt- . ilmxn tl. . Lçncm elxlllhllllk'. Registrar u cruscunt-nrn- th» ¡wrt-»xúcx . lr lULlLllllCllÍH um Ilhlllnllltflllx . ln. rulm lwngnlu L' Llll . LM/ c. . l i. .ltl. l Iumimi, nm ¡wnuu-um qmn/ v Illnnllnvx. r . i euln turco ¡mnurm . i ¡urru da. . Kcgixrmr . l pltWmlU dt- lrullrllllflllü . xx. lHlIIALlJ SlCl' c n vnluuic dt- ganho LlL' Lun. .. t. . 151.. ... . . .. . ..taum d. . ¡. I.. ... n.. . dc . ... ..nur . - . tpluur . ... . nlvlunln . L- _. .. trolc tlc pneu. Ubscrxuiçôt-s: o Manu-r «Ilíscnagnn cnnstanrc n. . »Aida : lc Luna. umlnrlnt' c. .. . hxturulu. . icmm. 0 (Liso . t coluna dc rcwsriixicntx» cxtcm . Icmu do BOI', ¡mlu/ .n u Prlkknll inc-nm para lCChJlllClHU um¡ . l cultuu tum cln pnçu
  33. 33. .-. .. ..n- . Luau v» mm pmñnaçõu mn um -hnfunucu . »m , ..__. ..L. u. , v x n«IllÍik'.1|"cdL- »¡*Vu1.| ||| |]. |I(JUXL . HmHU/ HÍJ dc m. Hnxn ¡Wltrnn . u, . Hmh 1~ dv nln-smrga). v r «- ,4 ownuav: COMPORTAMENTO DO FLUIDO INVASOR Um kick pmlc »ur . nmmuuln- : lc . num wJÍgdnLl. nulcn_ Lu nn um. ) ; Uvnhnhumr nívhw. Sc n mrluxu c dc gJx. L'l' pmlc wr xmmml_ mltudruu» H: S'« : In x.1rÍw(nHu› M3021, (x dou uhnnna q. . muun ç rcqun-rrxl¡ uqLnpJlnclnln . lc LLUIIJINJ th' png¡ c prnçL-duxuucnzu» prmcnnun c dc . num-lc rxpruhuu». k) gm. 1I. In¡r.1| c . um numln. m »Lu nLunrm. da' IHCLUIU. c »ua ! L'I| |LL| dC c Incnur qm . u . iu . n. . hum. ;ln-ww- (rr cm nu-nu- qua'. qlulhlu um J/ .Inu-nrt: dc 54.1» mmml . numa-ur rm o [Xlgllçüüñlhldüvüxll! "PUIKJL'lÍII. l¡. llIpl'| !lu| [11l¡L'llL“VIHIHIJJJLWÍIHÍHJIHLW . L h' um . Ic| IIIu| .1rr~L>¡upJrrç-ulpcnnr dL-»w UNPJKU Qxumlo um. - _mx Inn- nn pow_ n wn Luntrnhc (amu mau . uma u. . vv tudu- da» prUpru^LÍdnÍt do cqmnxin do gi» c LL¡ gmmlc . hlcrcnw cnm- . n. IILHNJ» mpg mas» do g4. u du thndu dc pcrlurmçin. u. damn» d. . uxpJxhÍun ¡unlvm m .1.11I. u|nspcl.1 lr¡ um _uma mm rcprcscnmd. ; pa. . r; q.. _.. a.› a_ 1. nl undc P. V, Z c T são, reapc mamcntr, .1 prcxxãu ahsulunn_ n xulunu. u Lnnr , . . _ Lh- unuprcsmbxlmhdc L' .1 tcmpcmnxra Absoluta du gm um LHHJI%”( l “ - ( '“ udcrandzy um gás ¡dml (Z : l) c um pnucssi) hnwrlnlnu «TV : T: . wkqtllvh' w
  34. 34. .. .. .›. v.. ... .,. ._ . . . ... ~~. ... ... ..1.. . .. . ... ... .. . ... .. . . . . . .. ~. ... .-. ›.. ..-_ WWW¡ HV (VH IIH . .., ... . . n. . .1.. ... .. . ..__. .. ¡~. .n. ... .., :.. . _ . ... ..M ly('¡r¡-. 11». pm» u pnçn x h) Us ! Hrsnun Ií-í HVLLJ] u” Hum - *Li , r _m1 í P. . " uh- . upn. .Icprccnrlr- w . mu. utmrL-míu um luck dc gás, '“~“'“" ^ ' ""'F"""I"vr-v-rr, .In M. -., M. , _. . .._. .. . ... .. . ... A. s. . iimxvdn r. ._ nun. .. ›. u. . . ... ¡.›. ... .u. ... ... ... _ . m, . ... ... ›.. ... ... .. . ... - . .num . ... .,. ... ... .._1.. . um . .. . .. . . . .. . .. . ... um. xm. .. ... ... ... ›x. ... ..w. ._ . ... .. . ... r . .m . .. um . ... L. mmn--~› «Iv w» »m . . qu¡ . ... _.. .. . ... ._. .. . s . ... .. . . .4.~. ... ... .. . u. meu. ..” . u. w , . . ... .. , ,_ _m_ . ... ... .. _Wu . _.. .-. ... u. . . ._. .. u; .. ./u. g, _H , m . . I* IL1“›1UI1n-~›_s : |¡, |§ P_ Exemp| o de aplicação 1 . .h/ ... mn . ... ... ... .-. ... - . . 1.. A. .. . ... .s nham . ... .. um VmYhYHYMH_ . l. v. . . ... ... .. n nlumr . I. q. .. . ... ..nau . , L. . a. . . ..-. ... .in . ... ... .. 4.. ... . . s.. ... ... ... .. . . .. . . . ... n. . ...1.›. ... .1.. ... ... ... So/ ução: x puxou. ..”. ... ..1.. .|. .¡. ... ... ¡› . .› . ... n. P. .. psm . 14h . ... .. 'HH M11 v. .. . ... ..-u . ..[. .. . ... ... ... ... - . ... .x. ... .1.. .. .. . ..-. ... .iu . .,. .-. -.. ›.. ... .a. . . ... u, . ... ..s . . . ... ..-. .-. .t. .. . hmm4.. ... .”. ... w.-. ... ... ...1.. ..1.. -.. .». .1.. ... ... .›. ... ... ... ... ... . . .._w I. ..1.. ... ... ... . »ohrc u ; as xL'r. .1hH.1ri. . 1i. ... ... .-. ... ... HHLIVHWCQHHHÍL'JIHHUHÍHAik . ..w. ... ..-d. ›g. ...1-. ..-. ... ... .-. ... ..¡. .. .1.. ... .-. .«. .1.. ... ... ›p. .1.. ... .¡. ..1.. ..i. ..1.-p. -.. ... .. . iu. .. ... . . ... .. . u. . ... u. . .. xupcrtiuc, .-. -.1.. ,.. ..¡. . . ... ..u . . . ~». ... a.. .t. .. ... ._. .. . ... .. ... Hmwiupng). 0.. ... ..ç. ... ... ... ... ¡.. .1.. i| |p_r. g. '1u. rwx. .1.. ... ... ... :.. › . ... n. s. .. ..L. .. z mais intensa .1[L^U| |~(. lKc em qm' unu »itnaeixutlchIuu-nn1.. ç.›ric, Duuxpuxru. crmclursv que u puçn nÃu pode PUFHIJIICLCÍ tctlmtlu nu tumimuntc . [1t'r(l›. lp4h. | «morri-nda de um Iuçk dc gAs. . sulugjn ; um n pruliicnu t'- ¡acrnunr num cxpin »Im ÇUHIHIIJÓJ do 1.1.1» enquanto cle migra Un c JFLUIJJH p. lr. mm du pneu l m termos ; animam essa expansão controlada c ! um por muu- . lu . l|i| ~(«'x . lu . lum
  35. 35. t. . l Exemplo de aplicação. .u instante cm l]| ll' o ltipll . l. mn LmL ÇHWNJU u. . Ubnkr' l| |klli. .l. l 111m . m, < hi. . . ... uma. . ... ... ..-. .. t: ..i. ..i. .. . . prcsnin . ... . . lu Çrkwunlvsllfi) dumnn- cut-s dim msmnnx . ... u. por fricção . u. . ... ... .. . L. i. ..i. .. u. . . mim . - . i. na. de 11.1 psi/ m. Solução: Perda d: : pressão hidrostárica r dinfiiiiicai ii. i linha du shake: APA = (0,17 ~ 10 - 0,1) - 1000 + 0,3 - lllllll : 1900 psi Em. , = 120o + A11. = 120o + 190o = 3 10o psi Taxa de aumento de pressão = : 237 í psymm 8 i 'i . u- paço na perfuração n . .. ... maxima . liHJHIVUPFUCCSSO dg , ~_s. ... ..›i. ... . . « -_-. ... ».<. «_. ~ _ y _h___ _ M _¡____. _. lxl . n. . rum. .i. ¡wilurrlçan resulta _ '. tlill . ... .um . ... u. p». i . .~ . ... ..luis Huuiamus. Durantea' . x _ , k J_ . .., em xl . ... .im . .›. . »h s . .. . ..tr-»sarins quandoo v lv , _L_ A ¡. _,, A ¡. ,,. .. . v . . . v. . i. . ... lu . l. l il«'l. | . partir do Inga - . ... _.. _.. ... ... .vi. ... .›. m» ›- M ' v 'i i ~| ~ -lwk-N -' 'nwdn perda _____. mhm¡__¡__ , _.A. _,¡. ,,_ . .- . pu. iiugiiilcusrcnres nessa. ___J__(_¡, _¡AMM¡ _im _imp_ . . . ..w mui. ... -sum. indu promove¡ s. .. udmiiiuiin pa. .. . um; mu. . u . i . . . .v . l l z-viv w Hu hlmli' tl” P<“§“°3P¡7- ' v . ~ . ... ... .. . ... ... ..I. ... ... .¡. ... ... .i m. .. . ... ... ... mim. *hudmh-iwrlurdcãovolta ' o . u. .m. lmlhl. .. ... uniu . .. mu' . l. ; v.. ..l. .. . .. . L . m. . . npildclur LlCVEfá es u. “iimlu ; um . ilm ln ldlllrlJllllHll Pill um r IHsJl . .m . iiiiiir-iitiv ríxzigerado russo_ n. . . nn-nm Alil . mu. .. punto . l. l. um . . . . mu. . n. ..- ll|41l fraca exposta . c. . ... s . ... ... .. r. HOP submarino, ' klvpins. .. .. .pu do gás atingiu lui/ cr' ¡nlm ("sw lllllllll) txt-nm c . l sua taxa m plnlllllillkldklk' Llligua é de 1000 . . . ... m. üspccillcrl d. . rima. . . i.- ¡. .-. i.. ... .:. .. . - ill' inii»/ .;. .1_. ... ... .i. c.. zc de perda -. psi/ Ill para o fluido «v perfuração c dcsprun-cl [um n gas, O gnulicnic dr- ¡irt-ssfiu liirlmsrática do - - ' Outro problema relacionado com a diferença de densidade em o fluidodeperfu"f^ . _ '° “ú de É, ocfrfeaxtílnelnmãnãcdlícxlnlãrasaol. Conforme visto aqui. quand _ _ eo, e ' - pavitacional. A velocidade de migração dcpendeeriiegiiãiiaoÍiiitliazao da l i ores, entre o¡ Capítulo ó - compensam-mo do llaido invasor u »r destacam o tamanho e a distribuição das bolhas de gás no fluido de perfuração prnpriedades reológicas e geliñcantes da lama t ângulo de inclinação do poço. As› sim_ a sua estimativa é um assunto bastante polêmico na indústria do petróleo e assumir o valor de 300 m/ hr nomialmcnre aceito para a velocidade de migração do gas pode conduzir a grandes erros. Em linhas gerais, pode-se esperar velocidades . lc migraçao menores para kicks ocorridos durante a circulação onde o gás está disperso e as bolhas são pequenas ou em sistemas de fluidos de perfuração viscosos. I'm outro lado, velocidades maiores de migração são esperadas em kicks tomados quando não existe circulação no poço, na manobra por exemplo, ou quando a re- . ilngia do fluido de perfuração é baixa. A velocidade de migração do gás pode ser estimada em um poço fechado, medindo-se a taxa de crescimento de pressão no manômetro do choke. O exemplo a seguir mostra com ê feita essa estimativa. Exemplo de aplicação: Um poço contendo um fluido de perfuração com massa específica de 9 Iblgal foi fechado após um kick de gás ter sido detectado. A pressão de fechamento no rhoke aumentou de 400 psi para 550 psi em 120 minutos. Esrime a velocidade de migração do gás em mllir. Solução: Em duas horas o gás migrou de: S50-400=0,17-9-AHouAH=98m Assim, v* n 22g a 49 mlhr Se o influxo é líquido nas condições existentes no interior do poço, o seu controle ser¡ mais ficil pois os problemas devidos à expansão e à segregação gravitacional são mínimos. É importante mui' que o gás pode entrar no poço tanto no estado líquido como no psçuo l depender das condições de temperatura e pressão encontradas no poço. Se ele can-ir inn forma líquida (como condensado ou em solução no óleo), ohvigmqgg ele da nipará permanecendo assim na forma líquida. Por rem_ sc din-gua kick para a superfície a pressão nele amante cair abaixo ao ponto de bolha do hidrocarboneto antes de clcañnp', ' odegásdenrrodopoçmomesmoacontece quando a

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