Rio de janeiro memoria

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Rio de janeiro memoria

  1. 1. 001
  2. 2. 002 - Aeroporto Santos Dumont 1954
  3. 3. 003 - Aeroporto Santos Dumont Década de 1950
  4. 4. 004 - Velho prédio da Alfândega Década de 1930 - O edifício, onde hoje funciona a Casa França-Brasil, já foi palco de alguns eventos importantes de nossa história. Mandado erguer em 1819 por D. João VI, projeto do arquiteto Grandjean de Montigny, integrante da Missão Artística Francesa de 1816.
  5. 5. 005 - O Prédio do Jornal "A Noite" Visto do Mar O edifício de A Noite tem seu projeto do mesmo arquiteto do Copacabana Palace e do Glória, Joseph Gire. Da esquerda para direita, nota-se o Mosterio de S. Bento, o Pão de Açucar, a Ilha das Cobras (como Arsenal de Marinha e belonaves atracadas), o Edifício A Noite, a Torre do Touring Clube, na Praça Mauá, e os armazens do cais do porto.
  6. 6. 006 - Arcos da Lapa Início do Século XX - Bonde de Sta. Teresa nos Arcos visto da Rua Riachuelo
  7. 7. 007 - Arcos da Lapa Década de 1950 - Bonde sob o Arco Central dos Arcos da Lapa
  8. 8. 008 - Arsenal da Marinha Início do Século XX - Avista-se a chaminé da Cia. City Improvements, já demolida, a Igreja e o Mosteiro de S. Bento, instalações da Marinha e o cais que mais tarde ficou conhecido como "Cais da Bandeira", devido ao mastro para tal fim, alí implantado
  9. 9. 009 - Associação dos Empregados do Comércio - Localização Início do Século XX - Da direita para esquerda: Edifício branco da Associação EC, Casa Arthur Napoleão, Clube de Engenharia, esquina da Rua Sete de Setembro e redação do Jornal "O Paiz". A Casa Arthur Napoleão era de instumentos e partituras musicais'.
  10. 10. 010 - Associação dos Empregados do Comércio - Fachada Início do Século XX - Neste prédio de 1908, funcionava a Casa Limoges de porcelanas cujo letreiro se pode ver na porta da esquerda. Na década de 1940 este prédio foi substituido pelo atual, que conta com uma galeria de lojas até à Rua Gonçalves Dias.
  11. 11. 011 - Av. 13 de Maio 1939 - Nota-se a calçada larga, posteriormente estreitada e sem os postes para servir de estacionamento. Compare com a foto seguinte. Observa-se também a elegância dos trajes masculinos: terno, gravata e chapeu; este também usados pelas damas.
  12. 12. 012 - Av. 13 de Maio Década de 1950 - Verifica-se o bonde, em frente à atual Câmara de Vereadores, dirigindo- se para o Largo da Carioca, dificultando o fluxo de automóveis que lhe seguem, devido ao seu tamanho e morosidade. À esquerda, nota-se também a área de estacionamento ao longo da calçada, indicando já a falta de espaço no centro da cidade para este fim.
  13. 13. 013 - Av. Almirante Barroso Década de 1920 - Vê-se à esquerda o Hotel Palace, à direita o Derby Club, nas esquinas com a Av. Rio Branco, e ao fundo os restos do desmonte do Morro do Castelo.
  14. 14. 014 - Av. Beira Mar - Centro Início do Século XX - Vê-se uma ressaca no local onde desembocaria a Av. Central e se instalaria o Obelisco. À direita está parte do Passeio Público.
  15. 15. 015 - Av. Beira Mar - Centro Início do Século XX - Vê-se o mesmo local da foto anterior, sem ressaca, e percebendo-se a rampa, em frente aqual se instalou o Obelisco. À direita ao fundo vê-se o prédio do Silogeu e, por trás, o Morro de S. Tereza e o topo do Morro Bela Cintra.
  16. 16. 016 - Av. Beira Mar - Centro Início do Século XX - Vê-se o mesmo local da foto anterior, olhando-se em direção ao Morro do Castelo, que se destaca ao fundo. Nesta foto já se encontra o Obelisco, em frente à rampa, o Passeio Público à esquerda, o Palácio Monroe e, no fundo, à direita, as torres da Igreja de Sta. Luzia.
  17. 17. 017 - Av. Beira Mar - Centro Início do Século XX - Vê-se o mesmo local da foto anterior, olhando-se em direção ao Morro da Glória. Cadeiras e mesas eram dispostas para uso do público.
  18. 18. 018 - Av. Beira Mar - Centro Década de 1950 - Local aproximado das fotos anteriores, olhando-se na direção do Morro da Glória, onde se vê a secular Igreja do Outeiro. O trânsito neste época já era caótico.
  19. 19. 019 - Av. Beira Mar - Centro Década de 1950 - Local aproximado das fotos anteriores, olhando-se na direção do Centro à Noite
  20. 20. 020 - Av. Central - Início Construção Década de 1900 - Local não identificado
  21. 21. 021 - Av. Central - Início Construção Década de 1900 - Trecho próximo à atual Praça Mauá de onde se avista, à esquerda, as torres da Igreja da Candelária e ao fundo o Pão de Açucar.
  22. 22. 022 - Av. Central - Antes da Biblioteca Nacional Década de 1900 - Esta vista na altura da R. da Assembléia, mostra o Morro do Castelo ainda intacto e os locais ainda vazios da Escola de Belas Artes e da Biblioteca Nacional. A fumaça no fim da avenida parecem ser das chaminés da companhia de saneamento City Improvements, contratada ainda no tempo do Império.
  23. 23. 023 - Av. Central - Construção Lado Ímpar Década de 1900 - Vista na direção da Praça Mauá, vendo-se, à direita e ao fundo as torres da Igreja da Candelária
  24. 24. 024 - Av. Central - Construção Lado Par Década de 1900 - Vista na direção da Praça Marechal Floriano. No centro, a cúpula do prédio do Jornal "O Paiz" e, sendo construido, o Clube de Engenharia na esquina da Rua Sete de Setembro, em frente ao prédio daquele jornal. Ao fundo, destaca-se o Clube Naval na esquina da R. Almirante Barroso e, mais além, as obras do Tearo Municipal
  25. 25. 025 - Av. Central - Iluminação Década de 1900 - Foto tirada da esquina da R. do Rosário em direção à Av. Beira Mar. Em construção, a torre do Jornal do Brasil. A Av. Central, em seu início, possuía iluminação mista; o canteiro central já se utilizava lâmpadas elétricas enquanto os postes nas calçadas ainda utilizavam o gás.
  26. 26. 026 - Av. Central - Moda Década de 1900 - É de se notar os trajes dos freqüentadores da recém-inaugurada avenida. Os homens, de terno e chapéu côco; as mulheres, de longos e anquinhas. À esquerda, nota-se a cúpula do jornal "O Paiz", na esquina par da R. Sete de Setembro. A esquina mais próxima é a da R. da Assembléia..
  27. 27. 027 - Av. Central - R. Sete de Setembro Década de 1910 - A foto está orientada para a Praça Mauá. À esquerda (lado par) vê-se a sede da Associação dos Empregados do Comércio, (uma fachada branca) e a torre do prédio do Jornal do Brasil. O prédio arredondado, à esquerda, (esquina R. Sete de Setembro) , é o Clube de Engenharia. À direita (lado ímpar), nota-se a torre do Jornal do Commércio, na esquina da Rua do Ouvidor, quase em frente à torre do Jornal do Brasil.
  28. 28. 028 - Av. Central - R. Ouvidor Década de 1910 - A foto está orientada para a Cinelândia. À esquerda (lado ímpar) vê-se a sede do Jornal do Commércio. À direita, nota-se a confluência das Rua do Ouvidor com a dos Ourives (hoje Rua Miguel Couto). Observar a amplidão de espaço nas pistas, tanto para trafegar como para estacionar. Quase não se vê mulheres (apenas no meio da avenida, duas de saias longas brancas, mais próximas, e outra de saia longa preta). Os homens estão de casaco e chapéu.
  29. 29. 029 - Av. Central - Trânsito Década de 1910 - Na parte central da foto podemos comprovar que a foto foi tirada do prédio do jornal "O Paiz", na esquina par da R. Sete de Setembro, que foi destruído e teve seu prédio incendiado na Revolução de 1930. Na foto, uma colisão entre um bonde e um automóvel, o que na época já provocava aglomeração de curiosos.
  30. 30. 030 - Av. Central - Vista Aérea Década de 1920 - Notável ângulo pelo qual se observa, da esquerda para direita: o Teatro Municipal, o Palace Hotel, o Derby Club, a Escola Nacional de Belas Artes, a Bibioteca Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Ao longe à direita, restos do Morro do Castelo cuja demoilção terminou em 1929.
  31. 31. 031 - Av. Central - 2a Inauguração 15/11/1905 - Parada Militar comemorativa. Ao longe vê-se as torres da Igreja da Candelária.
  32. 32. 032 - Av. Central - 2a Inauguração 15/11/1905 - Desfile Militar na esquina da Rua do Rosário. Nota-se parte da Igreja Nossa Senhora da Conceição e Boa Morte
  33. 33. 033 - Av. Central - Jornal do Commércio Década de 1910 - A torre mais alta é a do prédio do Jornal do Commercio que ficava em frente a torre do prédio da Casa Colombo, ambas na esquina ímpar com a R. do Ouvidor.
  34. 34. 034 - Av. Central - Torre da Casa Colombo Década de 1910 - A torre mais à direita é a do prédio da Casa Colombo. A segunda torre mais à direita é a da Igreja da Candelária, em segundo plano. A foto está na direção da Praça Mauá. À esquerda distingue-se a confluência da R. dos Ourives (atual R. Miguel Couto) com a R. do Ouvidor. A torre mais ao centro, na esquina impar da Rua do Rosário, não foi identificada.
  35. 35. 035 - Av Central - R. da Assembléia Década de 1910 - Foto do lado par, tirada na direção da Praça Mauá, vendo-se ao longe a torre do Jornal "O paiz" na esquina da R. Sete de Setembro.
  36. 36. 036 - Av. Central - R. do Ouvidor Década de 1910 - Sem trânsito
  37. 37. 037 - Av. Central - R. do Ouvidor Década de 1910 - Com trânsito
  38. 38. 038 - Av. Nilo Peçanha 1940 - Dez Anos Após a demolição do Morro do Castelo. Vê-se as marcas da demolição nos prédios em primeiro plano. Ao fundo,os grandes prédios que ocuparam o espaço deixado pelo Morro do Castelo, que se passou a chamar de Esplanada do Castelo.
  39. 39. 039 - Av. Passos Fim do Século XIX - Antiga Rua do Sacramento, que depois de alargada, foi renomeada para Av. Passos, em homenagem ao Prefeito Pereira Passos. À esquerda vê-se as torres da Igreja do Santíssimo Sacramento, ainda hoje existente.
  40. 40. 040 - Av. Passos x Av. Pres. Vargas 1950 - Na foto o cruzamento da Av. Passos, em baixo e à direita com a Av. Presidente Vargas em cima.
  41. 41. 041 - Av. Presid. Vargas - Antes Década de 1940 - Antes da demolição dos quarteirões da Prefeitura (Fachada clara) até a Igreja da Candelária (Canto superior esquerdo) entre as extintas Rua de S. Pedro (Na foto, à esquerda da imagem da Prefeitura) e a Rua General Câmara no lado oposto. O pequeno prédio de fachada escura ao lado da Prefeitura é a Escola Rivadavia Correia que existe até hoje. No canto inferior, à esquerda, parte do prédio do Ministério da Guerra.
  42. 42. 042 - Av. Presid. Vargas - Depois Década de 1940 - Mesmo ângulo da foto anterior, após a demolição dos quarteirões efetuada para construção da Avenida Presidente Vargas.
  43. 43. 043 - Av. Presid. Vargas - Edifícios 1953 - Ao longe, aspecto uniforme dos primeiros edifícios construidos. Nota-se a facilidade de estacionamento, o trânsito calmo, e as ruas ainda sem faixas de pedestres.
  44. 44. 044 - Av. Presid. Vargas - Trânsito 1955 - Trânsito ainda calmo e com bastante espaço mas já com filas de onibus "gostosões" e bondes com reboques circulando lotados
  45. 45. 045 - Av. Presid. Vargas - Vista Aérea Década de 1950 - Percebe-se ao pé da foto, a Igreja da Candelária. No alto da foto, vê-se que além dos quarteirões demolidos, o traçado da Av. Presidente Vargas demandou também um corte nos jardins do Campo de Santana
  46. 46. 046 - Av Presid. Vargas - Onibus "Camões" 1949 - Onibus na Praça Duque de Caxias. Na época, a estátua do Patrono do Exército, que deu nome à praça, fora transladada do Largo do Machado.
  47. 47. 047 - Av. Rio Branco - Demolições Início do Século XX - Demolição da área que é hoje a Praça Marechal Floriano , como parte das obras de abertura da Av. Centra, que, em fevereiro de 1912, foi renomeada,em homanagem ao Barão do Rio Branco. O prédio à direita era o Convento da Ajuda, também demolido para dar lugar à Cinelândia. Nota-se a ausência do Palácio Monroe que só foi erguido em 1906.
  48. 48. 048 - Av. Rio Branco - Convento da Ajuda 27/10/1906 - Em primeiro plano, vê-se o Palácio Monroe, ainda sem os leões nas laterais da escadaria. No centro, parte do Convento da Ajuda, atrás do qual se nota o Teatro Municipal. O lado impar da Avenida (direito na foto) ainda sem construções notáveis
  49. 49. 049 - Av. Rio Branco Década de 1920 - Em primeiro plano, o Clube Militar. Nota-se o Obelisco e o Palácio Monroe e, ao centro, parte da Avenida Rio Branco. Vê-se, à direita, o canteiro de obras que se transformou o Convento da Ajuda para a construção da Cinelândia.
  50. 50. 050 - Av. Rio Branco - 1a Inauguração 07/09/1904 - Cerimônia da 1a inauguração. A 2a foi em 15/11/1905. A revista Kosmos publica nesta data: Comprimento: 1996 metros; largura: 33 m, 7 em cada lado do passeio e 19 no leito carroçavel; passeios com declive de 15 cm, pouco mais de 2% , reconhecido bastante para escoamento d'água; leito acarroçado abaulado, em arco de círculo com flecha de 32 cm.
  51. 51. 051 - Av. Rio Branco - 2a Inauguração 15/11/1905 - Cerimônia da 2a Inauguração. A 1a foi em 07/09/1904. Dados históricos: Árvores plantadas: No eixo: 53 de Pau Brasil em refugios de 5x2m à distância de 33,33m uma das outras; Os postes de iluminação elétrica de 3 focos, também no eixo, em número de 55; distânciados entre eles a mesma distância das árvores; No passeio a 1,25m do meio fio, 173 árvores do lado impar e 160 do lado par. Sobre o meio fio, correspondendo às arvores centrais, postes de iluminação a gás, 54 do lado impar e 50 do lado par.a
  52. 52. 052 - Av. Rio Branco No 1 Início do Século XX - Prédio inicial de No 1 da Av. Rio Branco. Este prédio, de aspecto castelar, foi substituido por um prédio moderno em épocas mais recentes
  53. 53. 053 - Av. Rio Branco - Ao Meio Dia Década de 1910 - Nesta foto vê-se o prédio original da Associação Comercial no lado par (direito na foto) com uma grande sacada em arco, abaixo de quatro colunas e um mastro de bandeira. Mais adiante, na esquina da Rua Sete de Setembro, vê-se a cúpula do prédio do Jornal "O Paiz", por trás dos galhos da árvore em primeiro plano.
  54. 54. 054 - Av. Rio Branco Início do Século XX - Trecho orientado na direção da Praça Mauá, vendo-se, à esquerda, parte do Morro da Conceição.
  55. 55. 055 - Av. Rio Branco - Praça Mauá 1935 - Confluência da Av. Rio Branco com a Praça Mauá onde, origináriamente se situava a estátua do Barão de Mauá, transladada posteriormente para o centro da praça para desafogar o trânsito neste cruzamento.
  56. 56. 056 - Av. Rio Branco - Vista Geral Década de 1940 - Vista tomada provavelmente do Edifício "A Noite". Ainda existiam os canteiros centrais e a arborização frondosa. À esquerda, no alto da foto, vê-se a cúpula da Igreja da Candelária.
  57. 57. 057 - Av. Rio Branco - Vista Aérea Década de 1940 - À esquerda, nota-se a ausência do Morro do Castelo mas, ao longe, distingue-se as 2 torres da Igreja de Sta. Luzia. No meio da foto, o Edifício de "A Noite", a Praça Mauá e ao longe, numa ponta da costa, o Hotel Glória.
  58. 58. 058 - Av. Rio Branco - Av. Presid. Vargas 1950 - Nesta foto se nota o congestionamento de carros e a fila dos onibus "Gostosões". O prédio sobre pilotis já foi construido de acordo com o plano de urbanização da Av, Presidente Vargas. O da esquina foi substituido por outro também sobre pilotis.
  59. 59. 059 - Av. Rio Branco - R. Visc. Inhaúma 1950 - Como na foto anterior, nota-se o trânsito congestionado mas, ainda com mão dupla.
  60. 60. 060 - Av. Rio Branco - Hotel Avenida Década de 1930 - Vê-se um bonde saindo da estação de passageiros na Galeria Cruzeiro, dentro do Hotel Avenida. Notar a moda de chapéu dos homens.
  61. 61. 061 - Av. Rio Branco - Bar Simpatia Década de 1940 - Bar, na altura da Rua do Rosário, famoso pelo refresco de côco "frappé"
  62. 62. 062 - Av. Rio Branco - À Noite Década de 1920
  63. 63. 063 - Caixa de Amortização Criada pela Lei de 15 de novembro de 1827. Eram suas finalidades a emissão, a amortização, o resgate e a substituição de apólices da dívida pública e o pagamento de seus juros . Foi extinta em 22 de dezembro de 1967. O prédio, na Av. Rio Branco com Rua Visconde de Inhaúma, foi um dos primeiros prédios da então Av. Central. Hoje pertence ao Banco Central.
  64. 64. 064 - Calabouço - Forte Santiago Início do Século XX - A partir de 1693, este Forte serve como prisão para escravos faltosos, passando o local a ser conhecido como Ponta do Calabouço. Vêm-se os restos da muralha do Forte, cujos vestígios até hoje podem ser observados junto ao acesso à biblioteca do Museu Histórico (Pátio de Santiago).
  65. 65. 065 - Calabouço - Banho de Mar Década de 1920 - Área hoje aterrada do Aeroporto S. Dumont. Vê-se, da esquerda para a direita, a Casa do Trem, a cúpula do antigo Ministerio da Agricultura e 2 cúpulas do Mercado Municipal.
  66. 66. 066 - Campo de Santana Início do Século XX - Ao longe, à esquerda, se pode ver a Casa da Moeda
  67. 67. 067 - Casa Colombo Década de 1900 - Primeira e maior loja de departamentos do pais na época. Ficava na Av. Central, lado ímpar, esquina da Rua do Ouvidor.
  68. 68. 068 - Chafariz da Carioca Século XVIII - Desenho da época mostrando versão do Chafariz da Carioca anterior a 1834, quando foi todo reformado. Depois da reforma, durou até 1926, quando foi demolido. Nota-se um cruzeiro, não mais existente, ao lado do portão das escadarias que levam ao Convento de S. Antonio, no alto da imagem. O prédio, à direita, era o Hospital da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco da Penitência, demolido em 1906.
  69. 69. 069 - Chafariz da Carioca Século XIX - Foi inaugurado em 1834. Esse chafariz ficava no Largo da Carioca, aproximadamente entre a Rua 13 de Maio e a atual Rua Senador Dantas. Do lado direito, pode ser visto o Hospital da Ordem Terceira de São Francisco da Penitência. Consistia de uma enorme caixa d'água disfarçada por uma parede de pedra, simulando a fachada de uma casa, com três portas aparentes. Foi demolido em 1926 quando se procedeu à remodelação e alargamento do Largo.
  70. 70. 070 - Chafariz da Carioca Década de 1920 - Eram 35 enormes torneiras de latão brunhido que se debruçavam sobre tanques estreitos e longos, aos quais dava acesso uma série de degraus extremamente apertados. A água vinha do Rio Carioca desde o Silvestre, Sta. Teresa e por cima dos Arcos, que foram construidos para tal fim. No alto, à direita, o Mosteiro de S. Antônio
  71. 71. 071 - Cinelândia - Obras Década de 1900 - Demolição do Convento da Ajuda e obras de urbanização do Prefeito Pereira Passos. Vê-se a Praça Marechal Floriano já urbanizada. Ao longe encontra-se o Morro de S. Antônio e, à direita, destaca-se o Teatro Municipal.
  72. 72. 072 - Cinelândia - Obras 1923 - Foto no mesmo ângulo da anterior mas, já com o Palácio Pedro Ernesto (atual Câmara de Vereadores) já construido no lugar da Escola Pública Freguesia de S. José.
  73. 73. 073 - Cinelândia - Vista Geral Década de 1950 - O Bonde 7, JOCKEY CLUB, em frente às fachadas dos cinemas Capitólio e Pathé. Ao fundo vê-se o hoje demolido Palácio do Monroe.
  74. 74. 074 - Cinelândia - Vista Aérea Década de 1920 - Nota-se a inexistência de tráfego de viaturas e de pedestres e o belo calçamento de pedras portuguesas, caprichosamente implantadas, com um padrão também empregado na Av. Atlântica. Foi implantada por calceteiros portugueses com pedras vindas de Portugal. Posteriormente é que este tipo de pedra foi encontrada aqui.
  75. 75. 075 - Cinelândia Década de 1910 - Todos os prédios vistos à esquerda foram construidos nos terrenos do antigo Convento da Ajuda até a esquina da Rua Alcindo Guanabara, que os separa do prédio da atual Câmara Legislativa visto mais adiante. Na direção da Rua 13 de Maio, vê- se à direita do Teatro Municpal e a Av. Rio Branco onde se pode distinguir, na distância, a torre do antigo prédio do Jornal do Brasil.
  76. 76. 076 - Cinelândia Década de 1950
  77. 77. 077 - Cinelândia - Terreno Baldio Década de 1920 - Vê-se o terreno onde antes se situava o Convento da Ajuda. Da esquerda para direita nota-se a Biblioteca Nacional, o Supremo Tribunal Federal, o Clube Militar e o Palácio do Monroe. No meio da Baia de Guanabara destaca-se a Ilha de Villegaignon.
  78. 78. 078 - Cinelândia - Bar Amarelinho 1946 - Arco montado para o desfile de boas vindas dos pracinhas de regresso da Itália onde lutaram na 2a Guerra mundial. No Arco estão os dizeres "SEDE BENVINDOS - SOLDADOS QUERIDOS E GLORIOSOS". Ao fundo os prédios da Cinelândia, entre eles o da esquina onde funciona, até hoje, o Bar Amarelinho e, mais à direita, parte do Palácio Pedro Ernesto, onde hoje funciona a Câmara de Vereadores.
  79. 79. 079 - Clube Militar 1930 - Vê-se o prédio original na esquina da Rua Sta. Luzia com a Av. Rio Branco
  80. 80. 080 - Edifício "Volta Redonda" Década de 1950 - Apelido carioca do Edifício Brasilia, seu nome verdadeiro, apesar de ter sido construido muitos anos antes de Brasília. Fica na esquina da Av. Rio Branco com Av. Presidente Wilson. Na ocasião havia um posto, com cobertura, para o guarda de trânsito
  81. 81. 081 - Escola Pública 1910 - Escola Pública Freguesia de S. José, adjacente ao Convento da Ajuda, foi demolido para construção do Palácio Pedro Ernesto, atual Câmara de Vereadores.
  82. 82. 082 - Esplanada do Castelo 1929 - A área livre deixada pelo Morro do Castelo, vista na foto, foi denominada Esplanada do Castelo. Vê-se a partir da esquerda: a Santa Casa da Misericórdia, a Ilha de Villegaignon, as torres da Igreja de S. Luzia e o Pão de Açucar.
  83. 83. 083 - Esplanada do Castelo Década de 1930 - Primeiras construções na Esplanada do Castelo, vendo-se, ao longe, a Igreja de Sta. Luzia.
  84. 84. 084 - Esplanada do Castelo 1940 - A Esplanada do Castelo já com edificações atuais, como vista da Av. Beira Mar.
  85. 85. 085 - Estátua da Amizade Brasil - EUA 1926 - Associados da Câmara Americana lideraram um amplo movimento para presentear o governo brasileiro com um monumento à amizade entre os dois países. A estátua pode ser vista hoje em frente ao Consulado Americano, no Centro do Rio e foi presente do Presidente Coolidge. Vê-se a área do Aeroporto Santos Dumont e a Ilha de Villegaignon.
  86. 86. 086 - Fortaleza da Lage 1893 - Juan Gutierrez - Fotografia tirada durante a Revolta da Armada (De agosto de 1893 a março de 1894) no Rio de Janeiro. Vê-se o aspecto original da Fortaleza da Lage, com seus muros altos, depois de ter sido danificada pelos obuzes dos navios da Marinha. Nas décadas subsequentes esta fortaleza passou por reformas que demoliram totalmente os muros que cercavam a lage, que deu o nome a ilha, permanecendo de fora apenas as torretas dos seus canhões.
  87. 87. 087 - Hotel Avenida - Vista do Alto Década de 1950 - Nota-se a pista de rolamento já sem os canteiros, árvores e postes centrais. Em primeiro plano, à direita, vê-se o Hotel Avenida, e em seguida, o prédio do Clube Naval, os fundos do Teatro Municipal e, na distância, o Prédio do Bar Amarelinho e o Palácio Monroe.À esquerda,avista-se o Edifício Marquês do Herval na esquina da Av. Almirante Barroso.
  88. 88. 088 - Hotel Avenida - Retorno de Bondes Década de 1910 - Construido pela Light e inaugurado em 1911 o prédio dp Hotel Avenida servia de retorno dos bondes na frente de seu andar térreo, visto na foto ainda com um telheiro provisório por onde entra um bonde, Posteriormente, esta cobertura foi substituida por amplos terraços com mesinhas, em ambos os lados de sua fachada, onde operava um bar-restaurante. Nota-se a enorme facilidade de estacionamento e a ausência de tráfego no local. Ao longe vê-se a torre do Jornal do Brasil, então o prédio mais alto da avenida.
  89. 89. 089 - Hotel Avenida - Varanda Década de 1930 - Varanda com mesinhas com vista para a Av. Rio Branco. Ao longe vê-se o Hotel Palace, na esquina da Av. Almirante Barroso. Por baixo desta varanda, os bondes faziam retorno.
  90. 90. 090 - Hotel Palace Início do Século XX - O Hotel Palace, de 1908, se encontrava onde fica atualmente o edifício Marquês de Herval, na Av. Rio Branco, 185. Foi demolido nos anos 50. Ainda se vê ao fundo, o Morro do Castelo.
  91. 91. 091 - Hotel Palace 1925 - Vista tomada do Hotel Avenida
  92. 92. 092 - Hotel Palace Década de 1930 - À esquerda nota-se a R. da Ajuda e, à direita, o Teatro Phoenix, fundado em 1868 e demolido na década de 1950.
  93. 93. 093 - Ilha de Villegaignon Fim do Século XIX - A ilha ainda sem o aterro do Aeroporto Santos Dumont que a ligaria ao continente na década de 1920.
  94. 94. 094 - Prédio do Jornal do Brasil Década de 1910 - Fachada do prédio do Jornal do Brasil, no lado par, quase na esquina da R. do Ouvidor e que possuia a mais alta torre da Avenida Central.
  95. 95. 095 - Largo da Carioca - Lampadário Início do Século XX - Vê-se o lampadário, ainda sem relógio, e que ainda hoje se encontra no mesmo lugar. Nota-se à esquerda o Hospital da Veneranda Ordem Terceira de S. Francisco da Penitência, já demolido. Ao longe, sobre os telhados avistam-se os campanários da Igreja de S. Francisco de Paula no largo de mesmo nome.
  96. 96. 096 - Largo da Carioca - Hospital N.S. Penitência 1906 - Demolição do Hospital da Veneranda Ordem Terceira de S. Francisco da Penitência, que fora construído em 1763. Ao fundo vê-se o Mosterio de S. Antônio.
  97. 97. 097 - Largo da Carioca - 3 Prédios Famosos Década de 1910 - À esquerda o Hotel Avenida, no centro o prédio do Liceu de Artes e Ofícios, onde funcionou a Biblioteca Freitas Bastos e, à direita parte do Chafariz da Carioca, de Grandjean de Montigny, demolido em 1926.
  98. 98. 098 - Largo da Carioca - "O Globo" Década de 1940 - Prédio do Liceu de Artes e Ofícios, onde funcionou a redação do Jornal "O Globo" e a Livraira Freitas Bastos. À direita, o lampadário já com relógio.
  99. 99. 099 - Largo da Carioca - Visto do Alto Década de 1940 - Pode-se ver, à esquerda, em primeiro plano, o Mosteiro de S. Antonio e num plano mais ao fundo, a Igreja de S. Francisco de Assis, que fica no largo de mesmo nome, não visto na foto. Nota-se um prédio, hoje já demolido, com um anúncio da Coca- Cola em seu telhado. Neste prédio havia duas altas entradas em suas extremidades por onde os bondes de S. Teresa faziam o retorno para aquele bairro e possuia uma famosa loja de tecidos chamada "O Bicho da Seda".
  100. 100. 100 - Largo da Carioca -Visto do Morro de S. Antônio Década de 1940 - Vê-se do alto do Morro de S. Antonio, já demolido, o Largo da Carioca com seu amplo estacionamento. O prédio em frente é o Liceu de Artes de Ofícios, onde, na época, funcionava o jornal "O Globo". O prédio da esquerda é o Hotel Avenida, visto pelos seus fundos. A estrada em primeiro plano conduzia ao quartel da Polícia Especial, que era a polícia política da Ditadura Vargas.
  101. 101. 101 - Largo da Carioca - Tabuleiro da Bahiana Década de 1940 - Vê-se o Morro de S. Antonio, já demolido, por trás da estação de passageiros (estrutura com teto de laje) dos bondes da Zona Sul que alí retornavam. Os cariocas apelidaram esta estação de Tabuleiro da Bahiana. O prédio por trás é o Liceu Literário Português, que continua no mesmo lugar, desde que foi transferido, no início da década de 1930, da Praça Mauá para dar lugar à construção do prédio do jornal "A Noite".
  102. 102. 102 - Largo da Carioca - Tabuleiro da Bahiana 1952 - Os bondes vinham pela Rua 13 de Maio, à esquerda, paravam no Tabuleiro da Bahiana e voltavam pela Rua Senador Dantas à direita da foto. À esquerda, vê-se parte do Clube Naval
  103. 103. 103 - Largo da Carioca - Tabuleiro da Bahiana 1940 - Outro ângulo do Tabuleiro da Bahiana vendo-se, por trás, o Quartel da Polícia Especial. À esquerda, o prédio do Liceu Literário Português,
  104. 104. 104 - Largo da Carioca - Trânsito 1953
  105. 105. 105 - Largo de Sta. Rita Início do Século XX - Avenida Marechal Floriano, podemos ver as obras da Light para mudança dos trilhos do bonde. Em breve a Marechal Floriano, bem como a Visconde de Inhaúma iriam ganhar um canteiro central com postes, os quais sustentavam os fios do bonde e, pelo menos, dois tipos de luminárias, durante vários anos. Ao fundo, a torre da Igreja de Santa Rita.
  106. 106. 106 - Manequinho Década de 1910 - A estátua do menino fazendo xixi, hoje localizada em frente à sede do Clube Botafogo, inicialmente se localizava na Praça Marechal Floriano, tendo passado pela Praia de Botafogo, em frente ao Pavilhão Mourisco, já demolido. Ao fundo, o Palácio Monroe e, à direita, o canteiro de obras de construção dos prédios da Cinelândia.
  107. 107. 107 - Mapa de Aterros
  108. 108. 108 - Matadouro Sta. Luzia 1906 - Esse não é o primeiro matadouro que a cidade possuiu. De início, as rezes de corte eram sacrificadas em vias, ou recantos ermos da cidade, causando muitos transtornos. Em 1774, o governador, Marquês do Lavradio, instituiu que todo o gado deveria ser sacrificado em lugar específico e controlado pela fazenda. Esse local era no final da rua de Santa Luzia, mais ou menos onde hoje está o Obelisco da Av. Rio Branco. Este matadouro permaneceu por quase um século no mesmo lugar, sobrevivendo a mudanças drásticas e, o mais impressionante: à construção do Passeio Público, o lugar mais nobre da cidade
  109. 109. 109 - Mercado Municipal 14/07/1921 - Dia de ressaca
  110. 110. 110 - Morro do Castelo 1904
  111. 111. 111 - Morro do Castelo Década de 1920
  112. 112. 112 - Morro do Castelo 1920
  113. 113. 113 - Ladeira da Misericórdia Início do Século XX - Aspecto de uma das ladeiras de acesso ao Morro do Castelo, podendo-se observar pessoas que por ali passavam. Em todo o morro moravam cerca de 5.000 pessoas por ocasião de sua demolição.
  114. 114. 114 - Demolição do Morro do Castelo Década de 1920 - Vê-se o extenso parque ferroviário que foi necessário para se desmontar o Morro do Castelo. À direita destaca-se no alto do morro a Igreja e o Colégio dos Jesuitas ainda não interiamente demolidos. Mais ao centro, ainda no alto a Fortaleza de S. Sebastião também parcialmente demolida. À esquerda, nota-se os fundos da Biblioteca Nacional.
  115. 115. 115 - Demolição do Morro do Castelo Década de 1920 - Observam-se os jatos d'água, empregados para acelerar os trabalhos nas fases mais adiantadas da demolição, vendo-se uma caixa d'água que rolou inteira do alto do morro.
  116. 116. 116 - Demolição do Morro do Castelo 1929 - Ultima explosão do que restou da Ladeira do Seminário, cuja subida começava por trás da Biblioteca Nacional.
  117. 117. 117 - Obelisco com Ressaca Década de 1900
  118. 118. 118 - Palácio Monroe - Origem .Década de 1920 - O Palácio Monroe foi transladado da exposição de Saint Louis, no Missouri, realizada em 1904, onde fora o pavilhão brasileiro. Construído pelo engenheiro militar Souza Aguiar, era considerado um dos mais belos palácios daquela mostra. No Rio de Janeiro, teve sua inauguração em 23 de julho de 1906 e serviu ao Ministério da Viação em 1911, à Câmara dos Deputados em 1914, à Comissão do Centenário em 1922 e, finalmente, como sede do Senado Federal, de 1925 até 1976, quando foi demolido após campanha conduzida pelo jornal O GLOBO. Nota-se a proximidade do mar que produzia ressacas que chegavam até no Obelisco que se vê no extremo esquerdo da foto.
  119. 119. 119 - Palácio do Monroe Década de 1910 - Nota-se da esquerda para a direita o Palácio do Monroe, o Colégio dos Jesuitas no alto do Morro do Castelo, o Obelisco e, ao fundo, as torres da Igreja de Sta. Luzia.
  120. 120. 120 - Palácio do Monroe - Demolição 1975 - O Palácio do Monroe, sede do Senado Federal até 1960, quando se transferiu a Capital da República para Brasília, foi o pavilhão brasileiro na Exposição Internacional de 1904, realizada nos Estados Unidos na cidade de Saint Louis. Transladado para o Rio, foi inaugurado em 1906 com a abertura da Avenida Central e destruído em 1976, a mando do Presidente Geisel após campanha do jornal O GLOBO. Uma perda irreparável para a história da arquitetura nacional.
  121. 121. 121 - Esquina Impar da Rua da Assembléia Av. Rio Branco Ontem e Hoje 1904 2007
  122. 122. 122 - Panorama Início do Século XX - Entrada de um dos espaço de exposição de vistas de 360º denominadas Panorama, dos quais existiram, pelo menos dois, na cidade.
  123. 123. 123 - Praça Mauá Início do Século XX - Da esquerda para a direita, vê-se o Edifício Rio Branco 1, ao longe a torre do Jornal do Brasil, um mastro sem bandeira, a estátua do Barão de Mauá e, na extremidade direita, o prédio original do Liceu Literário Portugês, hoje no Largo da Carioca, que foi demolido para construção do edifício do Jornal "A Noite" com 21 andares.
  124. 124. 124 - Praça Mauá Década de 1940 - Mesmo ângulo da foto anterior, notando-se as árvores já crescidas.
  125. 125. 125 - Praça Mauá - (Antiga Prainha) Fim do Século XIX - Local onde foi construida a Praça Mauá. Vê-se no cais, barcas atracadas, que conduziam passageiros para o porto de Barão de Mauá onde se ligava à ferrovia para Petrópolis. Ao fundo o prédio do Liceu Literário Português, demolido para construção do edfício do Jornal "A Noite".
  126. 126. 126 - Praça Mauá - Lloyd Fim do Século XIX - Estabelecimentos de porto do LLOYD BRAZILEIRO em local próximo à Prainha. Nos fundos, o Morro da Conceição
  127. 127. 127 - Torre da Mesbla 1938 - Vê-se parte do Palácio do Monroe e a torre da Mesbla.
  128. 128. 128 - Praça Onze Década de 1940 - Antes das obras de abertura da Av. Presidente Vargas
  129. 129. 129 - Praça da República - Quartel de Bombeiros Início Século XX - Rua Visconde de Rio Branco vendo-se, à esquerda, a torre do Quartel de Bombeiros e, à direita parte da vegetação do Campo de Santana, atual Praça da República. Nota-se a tranquilidade do trânsito, o bonde já com reboque, as carroças ao longe e a ausência de automóveis.
  130. 130. 130 - Praça da República - Vista da Central do Brasil Início do Século XX - À esquerda o antigo Quartel General do Exército, em frente ao longe, a Escola Rivadávia Correia, que ainda ocupa o mesmo local, desde 1871. À direita deste prédio, atrás das arvores do Campo de Santana, distingue-se o Palácio da Prefeitura, que foi demolido em 1945 para construção da Av. Presidente Vargas.
  131. 131. 131 - Praça da República Década de 1930 - Mesmo ângulo da foto anterior, vendo-se a o monumento à Benjamin Constant, que foi substituido pelo monumento à Duque de Caxias na década de 1940. O monumento da Benjamin Constant encontra-se hoje no Campo de Santana.
  132. 132. 132 - Praça da República - Velhos Prédios 1930 - Predios novos da Central do Brasil e do Ministério da Guerra sendo construidos por trás dos velhos prédios.
  133. 133. 133 - Praça da República - Novos Prédios Década de 1940
  134. 134. 134 - Praça XV - Arredores Fim do Século XIX - Foto tirada do alto da Ilha das Cobras. Avista-se à esquerda, a Ponta do Calabouço, que está atrás da barca da Cantareira, até o extremo direito do cume do Morro do Castelo, onde está a Fortaleza de S. Sebastião. No extremo esquerdo do Morro do Castelo, avista-se a Igreja de S. Ignácio e o Convento dos Jesuitas com sua longa fileira de janelas. Na frente do Pão de Açucar, avista-se a Estação das Barcas da Companhia Cantareira de Navegação, no Cais Pharoux. Atrás desta estação de barcas encontra-se o Mercado Municipal, pouco visível em cor escura.
  135. 135. 135 - Praça XV - Vista do Morro do Castelo 1865 - Da esquerda para direita: ao longe, o Mosteiro de S. Bento, as Igrejas e o Convento do Carmo, o Arco do Teles e, no extremo direito, a Igreja de S. José. Ao largo, a Ilha das Cobras, ainda sem a ponte que a liga ao continente.
  136. 136. 136 - Praça XV - Chafariz Início Século XX - Vê-se o prédio original da Estação de Barcas e o Chafariz que hoje se encontra no lugar do Palácio Monroe, na Cinelândia.
  137. 137. 137 - Prefeitura Velha Década de 1930 - Antiga sede da Prefeitura na Praça da República, desaparecida em 1946 com a abertura da Av. Presidente Vargas. Na ocasião da foto encontrava-se em reparos. O prédio à esquerda é a Escola Rivadavia Correia que ainda está de pé.
  138. 138. 138 - Rua da Alfândega x Rua dos Ourives Fim do Século XIX - Observam-se os trajes dos transeuntes e os trilhos dos bondes, puxados a burros, entre os paralepípidos, que cobriam as ruas da cidade.
  139. 139. 139 - Rua da Carioca - Obras de Alargamento 31/01/1906
  140. 140. 140 - Rua da Prainha - Atual Rua do Acre 1903 - Antes do alargamento. Vê-se à esquerda em segundo plano, uma das torres da Igreja de Sta. Rita. À direita, o Morro da Conceição.
  141. 141. 141 - Rua Direita - Atual Rua Primeiro de Março Início do Século XX - Vista para o norte tomada do Morro do Castelo. A rua que se vê no centro da foto é a Rua Direita (atual 1o de Março). Do lado direito desta rua se vê as torres da Igreja de S. José e, do lado esquerdo, o telhado do Convento do Carmo, a torre da antiga Sé e as duas torres da Igreja da Ordem Terceira de N. S. do Carmo. Mais ao longe, à esquerda, nota-se a cúpula e as torres da Igreja da Candelária. O morro no extremo esquerdo da foto é o Morro da Conceição. No extremo direito, encontra-se o Chafariz da Pirâmide de Mestre Valentim, erigido no Século XVII.
  142. 142. 142 - Rua Frei Caneca Início do Século XX - Além do quiosque, que vendia bebidas, cigarros e guloseimas baratas, o mais notável nesta foto são os trajes das pessoas, (a maioria jovens de rua) quase todas com casacos e chapéus. Nota-se também um amolador de facas e um varredor de rua.
  143. 143. 143 - Rua do Hospício - Atual Rua Buenos Aires Início do Século XX - A Rua do Hospício teve seu nome alterado para Buenos Aires em 1935.
  144. 144. 144 - Rua dos Ourives - Atual Rua Miguel Couto Década de 1920 - Esta foto foi tirada na Rua do Acre (antiga Rua da Prainha) onde começa Rua dos Ourives (atual Rua Miguel Couto, desde 1936). Ao fundo vê-se a Igreja de Sta. Rita no largo de mesmo nome.
  145. 145. 145 - Rua do Ouvidor 1890
  146. 146. 146 - Rua do Ouvidor Fim do Século XIX - Desde que ali se fixou o ouvidor Dr. Manuel Amaro Pena de Mesquita Pinto, empossado em 1746. Em 1897, o governo insistiu em mudar seu nome para Coronel Moreira César, até 1916, quando, face à resistência da população, desistiu de homenagear o Comandante de uma das expedições contra o arraial de Canudos
  147. 147. 147 - Rua Sta. Luzia - Vista do Morro do Castelo 1894 - À esquerda, atrás dos galhos da árvore vêm-se as torres da Igreja de Sta. Luzia.
  148. 148. 148 - Rua Sta. Luzia - Igreja 1865 - Rara foto em que a Igreja de Sta. Luzia apresentava apenas uma torre

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