Crystal ice

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Adivce to ATCOs regarding crystal ice possibility for some types of aircraft

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Crystal ice

  1. 1. Eventos de Gelo Cristal Implicações ATC Segurança e Operações de Voo IATA Brasil
  2. 2. Sobre a IATA A IATA – International Air Transport Association é a associação da indústria do comércio global. Fundada em 1945 possui 240 membros e compreende 84% do tráfego regular internacional. Nossa missão é representar, liderar e servir a indústria. A IATA entrega Padrões e Soluções para garantir um transporte aéreo seguro e bem-sucedido.
  3. 3. Reporte “….[my] first flight with B747-8 crossing the ITCZ to SBGR. On UL206, FL340 in the proximity of BUGAT we are getting in IMC...precipitation on weather radar. Descent request via CPDLC without response initially, later on 'Standby'. We start the contingency procedure with offset course and subsequent descent to FL285. ATC is informed and they ask if we have a problem. We inform them about the risk of Ice Crystal Icing. After passing NEMOL we are clear of clouds and request FL340. Request is approved and ATC asks again what the problem was. They did not know about this problem [ice crystal icing] and that it is a particular problem with B747-8. The exchange via CPDLC was quite short by nature and will raise further questions within ATC. …ATC should be informed about this problem and controllers should be prepared to give descent clearances without delay when necessary.
  4. 4. Gelo Cristal Cristais de gelo de alta altitude são reconhecidos como a principal causa de danos em motores em voo (perda de potência) para alguns modelos de aeronave. Os eventos são reportados em condições aparentemente benignas (sem umidade visível), inclusive ausência de formação de gelo em outras partes da aeronave ou turbulência. Não detectável no RADAR de bordo Associadas a topos de formações convectivas (CB e TS) acima do FL300 onde podem se formar microcristais de gelo (40 micra) em estado de supercongelado e invisíveis: Não aderem a superfícies geladas. Condensam em superfícies mais quentes (motores)
  5. 5. Eventos 67 eventos reportados (maioria no Hemisfério Norte). Em TODOS há associação a atividades convectivas. Altas altitudes e baixas temperaturas (-5 a -55oC), porém acima da ISA. Turbulência associada. TAT marcando ZERO em grande altitude. Maioria ocorre em fase de inicial descida, onde a tração encontra-se em IDLE. Ausência de observação e detecção convencional de gelo.
  6. 6. Procedimento Boletins de Alerta emitidos pelos fabricantes. Ações comuns: Descida imediata para níveis mais quentes. Aumento de número Mach. Desvios de 20NM ao redor de formações convectivas, mesmo que acima do topo.
  7. 7. Recomendações ao ATC Há certos tipos de aeronaves mais sucetíveis a este tipo de evento (ex: 748-8 e 787). Avaliar repidamente a solicitação de descida do nível de cruzeiro antes do previsto. A demora da autorização pode impedir a execução de procedimentos devido a suspeita de formação de Gelo Cristal. Verificar sempre os SIGMETs próximos à solicitação (TS, Gelo e Turbulência MODSEV) Há sempre a possibilidade deste tipo de evento do espaço aéreo brasileiro devido ao grande número de formações convectivas (TS). http://boeing.com/commercial/aeromagazine/art icles/qtr_4_07/article_03_1.html
  8. 8. “Representar, Liderar e Servir a Indústria.” José Alexandre.T.G. Fregnani Assistant Director – Safety Flight Operations IATA Brazil fregnanij@iata.org Tel: +55 11 2187 4236

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