Apresentacao iata sirius r02

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Apresentacao iata sirius r02

  1. 1. “Visão IATA para a demanda dos serviços de navegação aérea até o ano de 2023.” IATA Safety and Flight Operations 14 de Outubro de 2013
  2. 2. Sobre a IATA A IATA – International Air Transport Association é a associação da indústria do comércio global. Fundada em 1945 possui 240 membros e compreende 84% do tráfego regular civil internacional. Nossa missão é representar, liderar e servir a indústria. A IATA entrega Padrões e Soluções para garantir um transporte aéreo seguro e bem-sucedido.
  3. 3. Benefícios Econômicos da Aviação no Brasil Brasil a sexta potência econômica mundial Brasil será o quarto maior tráfego doméstico mundial em 2014 PIB 1% R$32.0 bilhões R$13.3 bilhões contribuídos diretamente R$11.5 bilhões contribuídos indiretamente Empregos 684.000 138.000 empregos diretos Impostos e Taxas R$5.3 bilhões 334.000 empregos indiretos Fonte: Oxford Economics_Economic Benefits of Aviation from Air Transport in Brazil
  4. 4. Como estará a aviação mundial no futuro ?
  5. 5. Como estará o transporte aéreo no Brasil em 2023 ? Projeção atual de crescimento médio de tráfego entre 2013-2023: 5% a 6% aa (Fonte – SAC)
  6. 6. Como as empresas aéreas querem voar “The Perfect Flight!”
  7. 7. Mas todos querem fazer seu voo perfeito.... Capacidade & Eficiência do Espaço Aéreo
  8. 8. Capacidade x Voo Perfeito TRAFFIC INCRAESE Fonte – Canso Vision 2050. 2012 Edition.
  9. 9. Visão IATA para o desenvolvimento do CNS/ATM O desenvolvimento Infarestrutura CNS/ATM é cada vez mais dependente da tecnologia embarcada. Seleção dos dos recursos tecnológicos deve procurar sempre a melhor relação CUSTO/BENEFÍCIO para PROVEDORES E USUÁRIOS. Alinhamento com o PLANO DE NAVEGAÇÃO GLOBAL da OACI AVIATION SYSTEM BLOCK UPGRADES (ASBUs)
  10. 10. Plano de Desenvolvimento da Navegação Global Doc. 9750 © IATA (2013) 10 November 13
  11. 11. ASBUs (Aviation System Block Upgrades)
  12. 12. Areas de Interoperabilidade e seus blocos Fonte - 2013-2028 Global Air Navigation Capacity&Eficiency Plan - Doc. 9750
  13. 13. Bloco Zero (início em 2013) – “Tecnologia do Agora” Prioridades PBN CDO CCO Fonte - 2013-2028 Global Air Navigation Capacity&Eficiency Plan - Doc. 9750
  14. 14. O que já temos/desenvolvemos no Bloco Zero ? Prioridades PBN CDO CCO Fonte - 2013-2028 Global Air Navigation Capacity&Eficiency Plan - Doc. 9750
  15. 15. Bloco 1 (início em 2018) – “Desenvolvimento do Agora” Fonte - 2013-2028 Global Air Navigation Capacity&Eficiency Plan - Doc. 9750
  16. 16. Podemos vislumbrar algum desenvolvimento do Bloco 1 começando 2018...? B1-15 Improved Airport operations through Departure, Surface and Arrival Management B1-70 - Increased Runway Throughput through Dynamic Wake Vortex Separation B1-30 - Service Improvement through Integration of all Digital ATM Information B1-105 - Better Operational Decisions through integrated Weather Information B1-05 - Improved Flexibility & Efficiency in Descent Profiles (OPDs)
  17. 17. Podemos seguir a estrada proposta ?
  18. 18. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo no Brasil (2013-2023) Levando-se em conta... As premissas básicas da IATA para desenvolvimento do CNS-ATM e; Os requisitos dos Blocos Zero e 1 (Doc.9750). A IATA vislubra o desenvolvimento as seguintes grandes correlacionadas à tecnologia CNS-ATM nos próximos dez anos: Navegação Vigilância Comm áreas PBN (Performance Based Navigation) ADS-B (Automatic Dependance Surveilance) MLAT (Multilateração) CPDLC (Controller Pilot Datalink Communications)
  19. 19. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo - PBN
  20. 20. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo - PBN Navegação Baseada em Desempenho (Performance Based Navigation PBN) em todas as fases de Voo. Plataforma primária de navegação : GNSS (Backup DME ou IRS) Fomento à implementação a procedimentos de aproximação (RNP-AR e RNP-APCH). Fomento ao desenvolvimento de rotas continentais RNP5 e terminal RNP1. Fomento ao uso dos conceitos CDO (Continuous Descent Operations – Doc.9931) e CCO (Continuous Climb Operations – Doc.9993) no desenho procedimentos de saída e chegada.
  21. 21. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo - PBN GBAS como substituto do ILS CAT I/II e III Concatenado a procedimentos de aproximação RNP. Problema da compensação da anomalia Ionosférica do Hemisfério Sul a ser resolvido. Análise de Custo / Beneficio para empresas aéreas e ANSP.
  22. 22. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo : ADS-B
  23. 23. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo: ADS-B Sistema de Vigilância Dependente (Automatic Dependance Surveilance Broadcast) Aeronave transmite estado de posição! Substituição gradual ao sistema de radar convencional para uso civil. Vantagens Simplicidade&tamanho. Custo de operação. Custo de manuntenção. Lembrando que será mandatório em: 2014 - Australia 2020 - Estados Unidos (NEXTGEN) 2017 - União Européia (SESAR)
  24. 24. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo : ADS-B Out Tecnologia de Vigilância onde a aeronave periodicamente e automaticamente transmite seu estado de posição (PPOS, velocidade, etc...) e outros dados de interesse para o ATC. Estações de solo ou satélites recebem os reportes de posição e os enviam aos sistemas de ATC em solo. Tecnologia já disponível no mercado - Extended Squitter 1090Mhz (Transponder Modo S). PRIORIZAÇÃO NA IMPELMENTAÇÃO DAS FIR SBRE, AMAZONICA, SBBS E SBCW ATENDE AOS OPERADORES INTERNACIONAIS
  25. 25. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo : ADS-B In Tecnologia de Vigilância onde a aeronave periodicamente e automaticamente transmite seu estado de posição e outros dados de interesse, bem como recebe, processa e mostra informações transmitidas por outras aeronaves (equipadas com ADS-B no mínimo). Tecnologia em desenvolvimento. Questões de certificação, procedimentos e fatores humanos em discussão. Consolidação do conceito previsto para 2018+ IATA Suporta o desenvolvimento da tecnologia, porém análise de custo-beneficio é assencial às empresas aéreas.
  26. 26. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo : Multilateração (MLAT) Tecnologia de Vigilância que usa os sinais SSR (transponder modos A ou C) das aeronaves para se determinar sua posição. Várias antenas em solo recebem o mesmo sinal da aeronave e uma unidade central de processamento calcula a posição do através da medição da diferença do tempo da chegada (TDOA – Time Difference Of Arrival) do sinal nas diferentes antenas. Recomendado para coberturas de curto/médio alcance onde o uso do radar convencional é restrito (relevo). Não necessita de nenhum retrofit na frota atual.
  27. 27. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo : ADS-C Sistema de Vigilância em espaço aéreo Oceânico baseado no sistema ADS-C (Automatic Dependance Surveilance - Contract). Plataforma regular de reporte automático de posição e informações de Voo para ATC. Já em uso no Atlântico Norte (NAT). Em desenvolvimento no corredor EUR-SAM (Fronteira com FIR Recife).
  28. 28. Sumário para desenvolvimento de Tecnologias de Vigilância Em suma, a IATA vislumbra o uso civil de novas tecnologias de Vigilância na seguintes configurações em um horizonte de médio prazo.
  29. 29. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo - CPDLC
  30. 30. Desenvolvimentos de Curto/Médio Prazo - CPDLC Comunicação por voz deve ser gradualmente migrada para a tecnologia de enlace de dados (CPDLC) como o principal meio de comunicação do controlador-piloto. Canal de voz deve a médio prazo ser usado como um backup e comunicações nãorotineiras. Reduz falhas de comunicação, erros de interpretação e descongestiona frequencias. Já em uso na FIR SBAO (Atlantico). Incentivo ao uso de CPDLC Continental.
  31. 31. As aeronaves estarão equipadas ?
  32. 32. Pesquisa IATA de Equipagem de Aviônicos 4874 aeronaves 86 empresas aéreas.
  33. 33. COMUNICAÇÃO Grande equipagem de ACARS 8.33kHz ARINC 6NN Data link HF Tecnologias CPDLC diversificadas.
  34. 34. NAVEGAÇÃO Boa capacidade de navegação RNP/RNAV em áreas oceâncias. RNP10 : 63.1% RNP 4 : 35.4% 51.3 % GNSS
  35. 35. VIGILÂNCIA Modo S já bastante comum. ADS-B ainda em crescimento.
  36. 36. Temos frotas novas 2011 Maioria das aeronaves da frota brasileira possui menos de 20 anos. 68% das aeronaves com idade de até 8 anos. 85% das aeronaves possui moderna tecnologia de navegação, capaz de voar PBN. Fonte: ANAC
  37. 37. Sumário A IATA suporta o desenvolvimento de tecnologias que se mostrem operacionalmente e economicamente viáveis para a navegação aérea no Brasil. Relação Custo benefício sempre avaliado. Políticas de desenvolvimento CNS/ATM devem ser alinhadas com os ISBU’s definidos no Doc.9750. As tecnologias disponíveis hoje podem ser utilizadas e desenvolvidas para atender os Blocos Zero e 1 dos ASBUs nos próxmos 10 anos. Em 2023 espera-se que as tecnologias PBN, ADS e CPDLC estejam consolidadas e aeronaves devidamente equipadas.
  38. 38. “Visão sem ação é um sonho. Ação sem visão é um pesadelo” José Alexandre.T.G. Fregnani Diretor Assistente – Segurança de Voo e Operações IATA Brasil fregnanij@iata.org Tel: +55 11 2187 4236 Obrigado!

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