Como encarar a dor e o sofrimento

2.053 visualizações

Publicada em

este arquivo não é uma apresentação propriamente dita, é mais como um roteiro pra uma reflexão com os irmãos na reunão pública

Publicada em: Espiritual
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.053
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
86
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Como encarar a dor e o sofrimento

  1. 1. Veja bem que se faz presente a palavra "Encarar" e não evitar, veja por que: Introdução: Uma palestra deste tipo é deveras perigosa no que diz respeito a você ofender as pessoas, pois a dor de cada um é um fato muito particular. Cada um sabe a dor que passa e pode dizer: - Você não sabe o que eu passo lá em casa; ou - Você não sabe como é o meu dia a dia. Por isso, a primeira coisa que tratei de fazer foi pedir o perdão a todos os presentes para poder falar sobre um assunto que todos conhecemos muito bem todos nós sabemos muito o que é a Dor e o Sofrimento. Mas será que sabemos encará-los?
  2. 2. Pedimos o amparo da Espiritualidade Amiga, dos Mentores da Doutrina do Evangelho para essa reflexão possa permitir o auxílio de irmãos encarnados ou desencarnados. Que nos livre de faltar com a caridade Para nós cristãos espíritas deve ser claro: Não nos cabe julgar Você está sofrendo a toa, eu ouvi uma palestra.... E sim oportunidade de praticar a caridade, sobretudo para com os que sofrem de depressão.
  3. 3. Sofrimento Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Sofrimento é qualquer experiência aversiva (não necessariamente indesejada) e sua emoção negativa correspondente. Ele é geralmente associado com dor e infelicidade, mas qualquer condição pode gerar sofrimento se ele for subjetivamente aversiva. Significado de Sofrimento Aurélio s.m. Dor física ou moral; padecimento, amargura. / Desgraça, desastre.
  4. 4. CAPÍTULO V - BEM-AVENTURADOS OS AFLITOS 97 Justiça das aflições: 1 a 3. - Causas atuais das aflições: 4 e 5. - Causas anteriores das aflições: 6 a 10. - Esquecimento do passado: 11. - Motivos de resignação: 12 e 13. - O suicídio e a loucura: 14 a 17. - Instruções dos Espíritos: Bem e mal sofrer: 18. - O mal e o remédio: 19. - A felicidade não é deste mundo: 20. - Perda de pessoas amadas. Mortes prematuras: 21. - Se fosse um homem de bem, teria morrido: 22. - Os tormentos voluntários: 23. - A desgraça real: 24. - A melancolia: 25. - Provas voluntárias. O verdadeiro cilício: 26. - Dever-se-á pôr termo às provas do próximo?: 27. - Será lícito abreviar a vida de um doente que sofra sem esperança de cura?: 28. - Sacrifício da própria vida: 29 e
  5. 5. O sofrimento está mais ligado com a maneira como encaramos as situações do que com o tipo de situação em si mesma. Há pessoas que passam por grandes provações e ainda encontram forças para sustentar outras. Algumas vezes uma coisa relativamente menor nos causa grande sofrimento.
  6. 6. CAPÍTULO V Justiça das aflições 3. Somente na vida futura podem efetivar-se as compensações que Jesus promete aos aflitos da Terra. Sem a certeza do futuro, estas máximas seriam um contra-senso; mais ainda: seriam um engodo. Mesmo com essa certeza, dificilmente se compreende a conveniência de sofrer para ser feliz. desde que admita a existência de Deus, ninguém o pode conceber sem o infinito das perfeições. Ele necessariamente tem todo o poder, toda a justiça, toda a bondade, sem o que não seria Deus. Se é soberanamente bom e justo, não pode agir caprichosamente, nem com parcialidade. Logo, as vicissitudes da vida derivam de uma causa e, pois que Deus é justo, justa há de ser essa causa.
  7. 7. História da paralítica do Filme O Manto Sagrado Um dos primeiros exemplos que eu tive sobre a forma de encarar o sofrimento. Foi assistindo a um daqueles filmes da Semana Santa: O Manto Sagrado. Richard Burton. Burton interpreta Marcellus Gallio, o centurião romano encarregado de supervisionar a crucificação de Cristo. Mas quando ele ganha o manto de Cristo em um jogo de azar ao pé da cruz, sua vida muda para sempre.
  8. 8. Dizem que a dor é inevitável mas que o sofrimento é opcional. As experiências são inevitáveis: A morte, a doença, as frustrações. A revolta, a angústia, essas não são uteis e não devemos alimentá-las. Então podemos escolher?
  9. 9. Bem e Mal Sofrer (O Evangelho Segundo o Espiritismo - Capítulo V - 18) Quando o Cristo disse: «Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence», não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta: é preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem. Mais opulenta será a recompensa, do que penosa a aflição. Cumpre, porém, merecê-la, e é para isso que a vida se apresenta cheia de tribulações.
  10. 10. Quem sofre bem se fortalece quem sofre mal irradia o seu desespero. Na fila do RU uma equipe da Saúde aplicando vacina para para a febre amarela, na minha frente eu vi um rapaz muito forte, tremendo de medo quando a auxiliar de enfermagem aplicou o joelho dele fraquejou, ele soltou um ai. Eu pensei tô ferrado. Tinha que tomar para comer. Depois dele uma mocinha frágil, tranquila, tomou a vacina e agradeceu. Eu tive que aprumar ela me inspirou, mas doer doeu.
  11. 11. Existem níveis para o sofrimento por que tudo é aprendizado que vai nos elevando na escala espiritual que Kardec organizou no livro dos Espíritos em Diferentes ordens dos Espíritos: 3º ordem imperfeitos, 2º bons e 1º puros. Os espíritos da terceira ordem: Sofrem com a sua própria imperfeição, seus vícios O da 2º ordem: Se ocupam primordialmente de fazer o bem. Como ainda tem limitações sofrem para aprender. O da 1º ordem: Não tem o que expiar, mas sofrem pra realizar suas missões.
  12. 12. Severino Celestino / Haroldo Dutra Dias - Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? quando Jesus está na cruz e diz: Eli, Eli, lemá sabachthani (“Deus, meu Deus, por que me desamparaste? Por que me abandonaste?) e lemos rios de tinta que dizem que Jesus fraquejou, sentiu medo. Escrevem coisas que não têm o menor sentido por não entenderem que na verdade ele está recitando o Salmo 22. São mais de 30 salmos recitados por Jesus, desde o momento da sua prisão até o da crucificação. Fazendo-se um estudo desses salmos, da sua importância na literatura judaica, entende-se por que Jesus está citando cada um e qual a lição.
  13. 13. O Sofrimento - Autor Joanna de Ângelis Ohomem empenha-se, afanosamente, para vencer o sofrimento, que se lhe aparenta como adversário soez. Em todas as épocas, ele vem travando uma violenta batalha para eximir-se à dor, em contínuas tentativas infrutíferas, nas quais exaure as forças, o ânimo e o equilíbrio, tombando depois em mais graves aflições. Passar incólume ao sofrimento é a grande meta que todos perseguem. Pelo menos, diminuir-lhe a intensidade ou acalmá-lo, de modo a poder fruir os prazeres da existência em incessantes variações. Imediatista, interessa-lhe o hoje, sem visão do porvir. Como efeito, o sofrimento tem sido considerado vingança ou castigo divino, portanto, credor de execração eódio. Nas variadasmitologias, as figuras de deuses invejosos quão despeitados, inflingindo punições às criaturas e comprazendo-se ante as dores que presenciam, são a resposta ancestral para o sofrimento na Terra. Diversas escolas filosóficas e doutrinas religiosas, de alguma forma concordes com essas absurdas conceituações, estabelecerammétodos depuradores para a libertação do sofrimento, que vão desde as mais bárbaras flagelações - silícios, holocaustos, promessas e oferendas - ao ascetismo mais exacerbado, procurando negar o mundo e odiá-lo, a fim de, com essas atitudes, acalmarem e agradarem aos deuses ou a Deus. Paralelamente, o estoicismo, herdeiro de alguns comportamentos orientais, tentou imunizar o homem, estimulando-o a uma conduta de graves sacrifícios que, sem embargo, é desencadeadora também de sofrimento. Para libertar-se desse adversário, a criatura impõe-se outras formas de dor, que aceita racionalmente, por livre opção, não se dando conta do equívoco em que labora. A dor, porém, não é uma punição. Antes, revela-se um excelente mecanismo da vida a serviço da própria vida.
  14. 14. O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - II – A Paciência 7 – A dor é uma benção que Deus envia aos seus eleitos. Não vos aflijais, portanto, quando sofrerdes, mas, pelo contrário, bendizei a Deus todo poderoso, que vos marcou com a dor neste mundo, para a glória no céu. Como é difícil diante da doença, da morte,...
  15. 15. Allan Kardec O Evangelho Segundo o Espiritismo Capítulo V item 4. - Causas Atuais das Aflições Interroguem friamente suas consciências todos os que são feridos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida; remontem passo a passo à origem dos males que os torturam e verifiquem se, as mais das vezes, não poderão dizer: Se eu houvesse feito, ou deixado de fazer tal coisa, não estaria em semelhante condição. A quem, então, há de o homem responsabilizar por todas essas aflições, senão a si mesmo? O homem, pois, em grande número de casos, é o causador de

×