N-2660 REV. A AGO / 2002
INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE MANGOTES
PARA OPERAÇÃO EM PÍER
Procedimento
Esta Norma substitui e cancel...
N-2660 REV. A AGO / 2002
1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma fixa o procedimento para a inspeção em serviço de mangotes de borracha
...
N-2660 REV. A AGO / 2002
3.2 Mangote Termoplástico
Mangueira reforçada internamente, fabricada em filmes termoplásticos, c...
N-2660 REV. A AGO / 2002
5.1.2 Utilizar os EPIs para a execução dos serviços de inspeção.
5.1.3 Verificar se os acessos, a...
N-2660 REV. A AGO / 2002
6.1.2 Arame Metálico (Mangote Termoplástico)
Verificar as condições do arame quanto à corrosão, d...
N-2660 REV. A AGO / 2002
Nota: Para mangotes termoplásticos a pressão especificada para teste deve ser mantida
por 5 minut...
N-2660 REV. A AGO / 2002
6.4.1 Instalar flanges de acrílico nas 2 extremidades do mangote, sendo uma delas
conectada numa ...
N-2660 REV. A AGO / 2002
6.5.3 Critério de aceitação das resistências elétricas:
a) mangotes eletricamente contínuos: R < ...
N-2660 REV. A AGO / 2002
8 REGISTRO DE RESULTADOS
Para cada mangote deve ser mantido um formulário de controle individual ...
N-2660 REV. A AGO / 2002
IR 1/1
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.4 Revisado
2 Revisado
...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

N 2660 a inspeção-serviço_mangote_operação_pier

681 visualizações

Publicada em

Apostila

Publicada em: Engenharia
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
681
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
6
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
22
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

N 2660 a inspeção-serviço_mangote_operação_pier

  1. 1. N-2660 REV. A AGO / 2002 INSPEÇÃO EM SERVIÇOS DE MANGOTES PARA OPERAÇÃO EM PÍER Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. CONTEC Comissão de Normas Técnicas Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. SC - 23 Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. Inspeção de Sistemas e Equipamentos em Operação “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS. PROPRIEDADE DA PETROBRAS 9 páginas e Índice de Revisões
  2. 2. N-2660 REV. A AGO / 2002 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma fixa o procedimento para a inspeção em serviço de mangotes de borracha e termoplástico utilizados em sistemas de carga e descarga em píer. 1.2 Esta Norma não se aplica à inspeção de mangotes flutuantes e submarinos, cobertos pela norma PETROBRAS N-2073. 1.3 Esta Norma se aplica à inspeção em serviço de mangotes de borracha e termoplásticos, a partir da data de sua edição. 1.4 Esta Norma contém Requisitos Técnicos e Práticas Recomendadas. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. PETROBRAS N-1596 - Ensaio Não-Destrutivo - Líquido Penetrante; PETROBRAS N-1597 - Ensaio Não-Destrutivo - Visual; PETROBRAS N-2073 - Inspeção em Serviço de Mangotes Marítimos; PETROBRAS N-2162 - Permissão para Trabalho; PETROBRAS N-2169 - Mangotes Marítimos - Manuseio, Embalagem, Transporte e Armazenamento; PETROBRAS N-2170 - Inspeção em Serviço de Acessório de Carga; BS 1435 - Rubber Hose Assemblies for Oil Suction and Discharge Services; BS 5173 - Section 102.1 - Methods of Test for Rubber and Plastics Hoses and Hose Assemblies Hydrostatic Tests; BS 5173 - Section 102.9 - Methods of Test for Rubber and Plastics Hoses and Hose Assemblies - Determination of Suction Resistance; BS 5173 - Section 104.1 - Measurement of Electrical Resistance of Hoses and Hose Assemblies; BS 5842 - Thermoplastic Hose Assemblies for Dock Road and Tanker Use. 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.1 a 3.5. 3.1 Mangote de Borracha Mangueira reforçada internamente, construída com reforço de arame de aço, flangeada em suas extremidades para uso em carga e descarga de píer, conforme requisitos da norma BS 1435. 2
  3. 3. N-2660 REV. A AGO / 2002 3.2 Mangote Termoplástico Mangueira reforçada internamente, fabricada em filmes termoplásticos, com reforço interno e externo de arame metálico, flangeada em suas extremidades para uso em carga e descarga de píer, atendendo aos requisitos da norma BS 5842. 3.3 Pressão Máxima de Operação Maior pressão a que o mangote é capaz de ser submetido durante a sua operação. 3.4 Pressão de Teste Pressão máxima a que o mangote é submetido durante o teste hidrostático igual a 1,5 vezes a pressão máxima de operação. 3.5 Defeitos Visuais Os defeitos visuais citados são os seguintes: esmagamento, dobramento excessivo, cortes, saliências, distorção permanente, presença de sulcos, corrosão nos flanges e arames metálicos, afrouxamento e deslocamento do arame metálico. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Para efeito desta Norma são considerados 2 tipos de mangotes: a) mangotes de borracha para carga e descarga de píer; b) mangotes termoplásticos para carga e descarga de píer. 4.2 O inspetor deve atender aos requisitos da norma PETROBRAS N-1597. 4.3 Os defeitos constatados devem ser relatados de modo a permitir que seja recomendado o descarte ou reparo de mangotes que apresentam danos que venham a comprometer a operacionalidade do sistema. 4.4 Os acessórios de movimentação dos mangotes devem ser inspecionados conforme os requisitos da norma PETROBRAS N-2170. 5 REQUISITOS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 5.1 Requisitos de Segurança 5.1.1 Verificar se foi emitida a Permissão de Trabalho conforme norma PETROBRAS N-2162. Em caso de não-conformidade comunicar ao órgão de SMS. 3
  4. 4. N-2660 REV. A AGO / 2002 5.1.2 Utilizar os EPIs para a execução dos serviços de inspeção. 5.1.3 Verificar se os acessos, andaimes e iluminação são suficientes e adequados. 5.1.4 Avaliar quanto aos riscos (quedas de pessoas, materiais e intoxicação) nos trabalhos de inspeção e/ou manutenção. 5.1.5 Não pode haver simultaneidade nos trabalhos de inspeção e/ou manutenção. 5.2 Requisitos Quanto ao Meio Ambiente Em caso de ocorrência de vazamentos quando da realização dos testes, seguir as prescrições do Plano de Contingência da Unidade Operacional. 5.3 Requisitos Quanto à Saúde 5.3.1 A avaliação clínica das pessoas deve ser efetuada pelo órgão de Saúde Ocupacional. 5.3.2 Em caso de ocorrência de acidente, seguir o Plano de Contingência Médica da Unidade Operacional. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6.1 Inspeção Externa 6.1.1 Capa Externa (Mangote de Borracha) 6.1.1.1 A capa externa deve ser limpa e cuidadosamente examinada para detectar áreas onde possa ter ocorrido avarias do material de reforço. Deve ser verificada a ocorrência de cortes, rasgos e abrasão. 6.1.1.2 Se o material de reforço estiver exposto, sem atingir o arame helicoidal, o mangote deve ser reparado e retornado ao serviço. Nota: Trincas ou rachaduras superficiais devidas à exposição prolongada ao sol não são motivos de reparos. 4
  5. 5. N-2660 REV. A AGO / 2002 6.1.2 Arame Metálico (Mangote Termoplástico) Verificar as condições do arame quanto à corrosão, deslocamento do seu passo original, abrasão, amassamento, afrouxamento das espiras e revestimento de proteção (se aplicável). 6.1.3 Carcaça (Mangote de Borracha) Verificar a existência de regiões esmagadas ou excessivamente dobradas ou com o reforço partido, evidenciadas por distorção permanente ou por presença de sulcos e saliências. 6.1.4 Acessórios As superfícies expostas de flanges e niples devem ser examinadas quanto à existência de trincas ou corrosão excessiva e sinais de deslocamento dos terminais. Efetuar o ensaio por líquido penetrante (LP) quando houver suspeita de trinca ou vazamento. 6.2 Inspeção Interna Limpar a parte interna dos niples. Constatada a existência de trincas ou corrosão excessiva, efetuar ensaio por LP conforme prescrições da norma PETROBRAS N-1596. O objetivo da inspeção interna é a verificação de ocorrência de bolhas, saliências ou de separação do tubo interno da carcaça. Quaisquer destes defeitos, bem como rasgos, cortes ou saliências no tubo interno devem ser causa de condenação do mangote. A inspeção interna é completada pelo teste de vácuo. 6.3 Teste Hidrostático O teste hidrostático deve ser realizado logo após as inspeções externa e interna, conforme prescrito na norma BS 5173 Section 102.1 e seguindo o procedimento descrito nos itens 6.3.1 a 6.3.8. 6.3.1 O mangote deve ser colocado em local nivelado sob roletes, de modo que fique tão retilíneo quanto possível e que possa alongar ou contrair livremente. 6.3.2 Encher o mangote com água doce, retirando todo o ar de seu interior. 6.3.3 Aplicar uma pressão de 0,07 MPa (10 psi) por 5 minutos, após esse período, medir e anotar o comprimento (L0). 6.3.4 Aumentar a pressão gradativamente (taxa entre 0,08 MPa/s e 0,18 MPa/s) até a pressão especificada para o teste e manter por 10 minutos. Durante esse período verificar quanto à ocorrência de vazamento ou qualquer sinal de falha estrutural. Medir e anotar o comprimento (L1). 5
  6. 6. N-2660 REV. A AGO / 2002 Nota: Para mangotes termoplásticos a pressão especificada para teste deve ser mantida por 5 minutos. 6.3.5 Reduzir, gradativamente, a pressão a zero, durante 5 minutos. Nota: Efetuar o teste de continuidade elétrica conforme item 6.5. 6.3.6 Aguardar um intervalo mínimo de 15 minutos e pressurizar novamente a 0,07 MPa (10 psi) e manter durante 5 minutos. Medir e anotar o comprimento (L2). 6.3.7 Os alongamentos devem ser calculados como segue: Alongamento Temporário = 0 01 L LL − x 100 (em %) Alongamento Permanente = 0 02 L LL − x 100 (em %) Onde: L0 = comprimento inicial medido a 0,07 MPa (10 psi), item 6.3.3; L1 = comprimento medido à pressão de teste, item 6.3.4; L2 = comprimento final medido a 0,07 MPa (10 psi), item 6.3.6. Nota: Os comprimentos são medidos entre flanges. 6.3.8 Análise dos Resultados Recomendam-se os seguintes alongamentos: [Prática Recomendada] a) alongamento temporário máximo = 7,5 %; b) alongamento máximo permanente = 1,5 %. Nota: Quando o alongamento temporário de fábrica é conhecido e não existem critérios estabelecidos pelo fabricante para aceitação desse alongamento no caso do mangote em uso, deve-se considerar que: a) o alongamento temporário do mangote em teste deve ser de, no máximo, 1,5 vezes o alongamento temporário desse mesmo mangote na fábrica; b) quando o alongamento temporário de fábrica for menor ou igual a 2 %, o alongamento admissível é, no máximo, igual ao alongamento de fábrica mais 2 %. 6.4 Teste de Vácuo Para a realização do teste de vácuo devem ser observados as prescrições da norma BS 5173 Section 102.9 e o procedimento descrito nos itens 6.4.1 a 6.4.5. 6
  7. 7. N-2660 REV. A AGO / 2002 6.4.1 Instalar flanges de acrílico nas 2 extremidades do mangote, sendo uma delas conectada numa bomba de vácuo. Reduzir a pressão interna no mangote para a pressão especificada de teste, mantendo-se pelo período requerido, que não deve ser menor que 10 minutos. 6.4.2 Colocar o mangote em local nivelado, sobre roletes, no mínimo de modo que fique tão retilíneo quanto possível e que possa contrair ou alongar livremente. 6.4.3 Enquanto a pressão negativa é mantida, inspecionar o interior através de iluminação natural ou artificial, verificando possíveis danos ou deslocamento da capa interna. Nota: Efetuar o teste de continuidade elétrica conforme o item 6.5. 6.4.4 Caso a pressão de teste não for conhecida, utilizar 0,68 bar negativo. 6.4.5 Quando o mangote a ser testado tiver diâmetro interno menor ou igual a 4 in, proceder como segue: a) colocar o mangote em posição horizontal plana e o mais reto possível; b) fechar hermeticamente uma de suas extremidades; c) colocar no interior do mangote uma esfera sólida e de superfície lisa com diâmetro igual a 0,95 vezes o diâmetro interno do mangote; d) conectar na extremidade aberta do mangote uma bomba de vácuo, em seguida aplicar lentamente a pressão negativa especificada pela norma de fabricação e manter por um período de 10 minutos; e) durante o intervalo de tempo em que a pressão de vácuo estiver sendo mantida, examinar detalhadamente o mangote a fim de verificar a ocorrência de possíveis avarias; f) inclinar o mangote para permitir que a esfera atravesse todo o seu comprimento, observando possíveis obstruções causadas por deformações no diâmetro interno; g) caso sejam observados defeitos que venham a comprometer sua vida útil, o mangote deve ser substituído. 6.5 Teste de Continuidade Elétrica Este teste é realizado para mangotes termoplásticos e de borracha eletricamente contínuos. 6.5.1 Para a realização deste teste é necessário o acesso ao metal das extremidades. 6.5.2 De posse do medidor de resistência elétrica (ohmímetro) e do cabo, medir a resistência elétrica existente entre as faces dos flanges do mangote nas seguintes fases: a) durante os testes hidrostático e de vácuo; b) após estes testes. 7
  8. 8. N-2660 REV. A AGO / 2002 6.5.3 Critério de aceitação das resistências elétricas: a) mangotes eletricamente contínuos: R < 20 ohms; b) mangotes eletricamente descontínuos: R > 25 000 ohms. 6.5.4 No caso de mangote eletricamente contínuo, quando a medida de resistência elétrica apresenta valores excessivos, isto significa ruptura do arame helicoidal interno, podendo, inclusive, ser interpretado como indicativo de dano nas camadas de borracha que constituem a parede do mangote. Neste caso, deve ser feita rigorosa inspeção visual e ao tato para detectar possíveis danos na parede do mangote. Caso seja constatado o rompimento do arame helicoidal ou tubo interno, o mangote deve ser condenado. 6.6 Freqüência de Inspeção 6.6.1 Os mangotes quando em operação, devem ser inspecionados diariamente quanto ao seu aspecto externo. 6.6.2 Os mangotes de borracha ou termoplástico devem ser retirados de operação para serem submetidos a inspeção e testes com a periodicidade de 12 meses. 6.6.3 Toda vez que um mangote for testado, deve ser iniciada nova contagem de tempo e movimentação de modo a permitir a aplicação do critério estabelecido no item 6.6.2. 6.6.4 Sempre que ocorrerem acidentes, os mangotes afetados devem ser inspecionados e testados, independente da freqüência estabelecida no item 6.6.2 e conforme prescrições dos itens 6.1 a 6.5. 7 RECEBIMENTO E ARMAZENAMENTO 7.1 Recebimento 7.1.1 Quando do recebimento de mangotes novos, devem ser efetuados os testes especificados nos itens 6.1 a 6.5. 7.1.2 Quando do recebimento de mangotes novos, devem ser verificados os certificados de testes fornecidos pelo fabricante. 7.2 Armazenamento Os mangotes de borracha e termoplásticos devem ser armazenados seguindo os cuidados e prescrições da norma PETROBRAS N-2169. 8
  9. 9. N-2660 REV. A AGO / 2002 8 REGISTRO DE RESULTADOS Para cada mangote deve ser mantido um formulário de controle individual para registro de todos os eventos ocorridos desde a data de seu recebimento até sua destruição e/ou reprovação. Este formulário deve conter no mínimo as seguintes informações: a) fabricante e número de série; b) data de inspeção; c) tipo de mangote e dimensões; d) teste hidrostático, valores encontrados (pressão de teste, comprimento do mangote, alongamento temporário e permanente); e) teste de vácuo (vácuo empregado); f) teste de continuidade elétrica - valores de resistências durante e após os testes hidrostático e de vácuo; g) inspeção visual; h) parecer final com assinatura do inspetor. _____________ 9
  10. 10. N-2660 REV. A AGO / 2002 IR 1/1 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A Partes Atingidas Descrição da Alteração 1.4 Revisado 2 Revisado 3.3 Revisado 4.4 Incluído 5 Incluído 6 Renumerado 7 Renumerado 8 Renumerado _____________

×