N-2073 REV. B SET / 2002
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 12 páginas e Índice de Revisões
INSPEÇÃO EM SERVIÇO
DE MANGOTES MARÍTIMO...
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1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma fixa o procedimento para a inspeção em serviço de mangotes (flutuantes ...
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3.5 Pressão Nominal (“Rated Pressure”)
No caso de mangotes corresponde à pressão de teste.
3.6 De...
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5.3 Requisitos Quanto à Saúde
5.3.1 A avaliação clínica das pessoas deve ser efetuada pelo órgão ...
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6.1.1.6 A cada substituição de mangotes, executar teste de estanqueidade com pressão de
7 kgf/cm2...
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6.3 Inspeção e Testes em Terra
Os testes em terra devem ser efetuados na seqüência indicada.
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6.3.2.2 Carcaça
Verificar a existência de regiões esmagadas ou excessivamente dobradas ou com o r...
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6.3.4.7 Reduzir, gradativamente, a pressão a zero, durante 5 minutos.
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6.3.6 Teste de Resistência Elétrica
Para a realização do teste de continuidade elétrica é necessá...
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c) tipo de mangote e dimensões;
d) teste hidrostático, valores encontrados (pressão de teste, com...
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ANEXO B - TABELA
TABELA B-1 - LIMITES DE USO DE MANGOTES FLUTUANTES (SUBMETIDOS
A INSPEÇÃO VISUAL...
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ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A
Não existe índice de revisões.
REV. B
Partes Atingidas Descrição...
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  1. 1. N-2073 REV. B SET / 2002 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 12 páginas e Índice de Revisões INSPEÇÃO EM SERVIÇO DE MANGOTES MARÍTIMOS Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. CONTEC Comissão de Normas Técnicas Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. SC - 23 Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. Inspeção de Sistema e Equipamento em Operação “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
  2. 2. N-2073 REV. B SET / 2002 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma fixa o procedimento para a inspeção em serviço de mangotes (flutuantes e submarinos), utilizados em sistemas de amarrações marítimas. 1.2 Esta Norma não se aplica a tubulações flexíveis não flangeadas. 1.3 Esta Norma se aplica a inspeção em serviço de mangotes marítimos, a partir da data de sua edição. 1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. PETROBRAS N-1793 - Inspeção Submarina - Qualificação de Pessoal; PETROBRAS N-2162 - Permissão para Trabalho; PETROBRAS N-2169 - Mangotes Marítimos - Manuseio, Embalagem, Transporte e Armazenamento; OCIMF - Guidelines for the Handling, Storage; Inspection and Testing of Hoses in the Field - 1994. 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.1 a 3.6. 3.1 Mangote Marítimo Mangueira curta reforçada internamente, flangeada em suas extremidades para uso em instalações marítimas. 3.2 Mangote Dupla Carcaça Mangote reforçado com segunda camada de borracha com a finalidade de identificar o rompimento do tubo interno. 3.3 Pressão Máxima de Operação Maior pressão de operação a que o mangote é capaz de ser submetido durante a sua utilização. 3.4 Pressão de Teste Pressão máxima a que o mangote é submetido durante o teste hidrostático igual a 1,5 vez a pressão máxima de trabalho, usualmente 1,5 MPa (225 psi). 2
  3. 3. N-2073 REV. B SET / 2002 3.5 Pressão Nominal (“Rated Pressure”) No caso de mangotes corresponde à pressão de teste. 3.6 Defeitos Visuais Os defeitos visuais citados a seguir estão ilustrados na FIGURA A-1 do ANEXO A: abrasão, arame exposto, corte, saliência, dobramento excessivo, saliência e reentrância longitudinal, rasgo e vestígio de vazamento de óleo. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Para efeito desta Norma são considerados 2 tipos de instalações: a) terminais de carga e descarga de produtos; b) instalações marítimas de produção [tais como: Sistemas de Produção Antecipada (SPA), FPSO (“Floating Production Storage and Offloading” - Unidade Flutuante de Produção e Armazenamento de Óleo), FSO (“Floating Storage and Offloading” - Unidade Flutuante de Armazenamento de Óleo)]. 4.2 O inspetor submarino deve ser qualificado de acordo com a norma PETROBRAS N-1793 para exame visual. 5 REQUISITOS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 5.1 Requisitos de Segurança 5.1.1 Verificar se foi emitida a Permissão de Trabalho conforme norma PETROBRAS N-2162. Em caso de não-conformidade comunicar ao órgão de SMS. 5.1.2 Utilizar os EPIs recomendados para a execução dos serviços de inspeção. 5.1.3 Verificar se os acessos, andaimes e iluminação são suficientes e adequados. 5.1.4 Avaliar quanto a riscos (quedas de pessoas, materiais e intoxicação) nos trabalhos de inspeção e/ou manutenção. 5.1.5 Não deve haver simultaneidade nos trabalhos de inspeção e/ou manutenção. 5.2 Requisitos Quanto ao Meio Ambiente Em caso de ocorrência de vazamentos, quando da realização dos testes, seguir as prescrições do Plano de Contingência da Unidade Operacional. 3
  4. 4. N-2073 REV. B SET / 2002 5.3 Requisitos Quanto à Saúde 5.3.1 A avaliação clínica das pessoas deve ser efetuada pelo órgão de saúde ocupacional. 5.3.2 Em caso de ocorrência de acidente, seguir o Plano de Contingência Médica da Unidade Operacional. 6 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 6.1 Inspeção e Testes de Mangotes Flutuantes no Mar 6.1.1 Instalações de Carga e Descarga e de Produção 6.1.1.1 As linhas de mangotes flutuantes deve ser objeto de inspeção constante, principalmente após a ocorrência de condições adversas de mar e antes da operação de cada navio, dedicando-se especial atenção ao primeiro mangote da bóia e ao primeiro mangote do navio, conforme prescrições da norma OCIMF. Esta operação tem como objetivo detectar o surgimento de vazamentos ou quaisquer danos ou avarias externas tais como: ruptura, alongamento, dobramento excessivo (“kinking”), perda de flutuabilidade, cruzamento de linhas, incrustações, abrasões, cortes e rasgos. 6.1.1.2 Executar, com auxílio de mergulhadores, no prazo máximo de 30 dias: a) reaperto de parafusos, de modo a eliminar eventuais vazamentos nas conexões flangeadas entre mangotes; b) verificação dos flanges de conexões entre mangotes, de modo a detectar o surgimento de deformações pontiagudas e/ou cortantes; c) verificar e limpar os sinalizadores de vazamento da primeira carcaça; d) verificação dos dispositivos de desacoplamento rápido, quanto a vazamento, corrosão e deformações. Nota: Caso não seja possível executar a inspeção no prazo determinado, deve haver uma justificativa junto ao Órgão Operacional. 6.1.1.3 Sempre que ocorrerem suspeitas de avarias (vazamentos de difícil localização), deve ser removida a linha e realizar teste hidrostático nos mangotes. 6.1.1.4 Conforme estabelecido no item 6.3.1, remover as linhas de mangotes para inspeção e testes em terra. 6.1.1.5 Executar com auxílio de mergulhadores a cada manobra de offloading, inspeção visual afim de detectar danos na cobertura de borracha, cortes, abrasão, arames partidos, dobramento (“kinking”). Também deve ser efetuado teste de estanqueidade com pressão de 7 kgf/cm2 a 10 kgf/cm2 por 30 minutos (ver ANEXO B). 4
  5. 5. N-2073 REV. B SET / 2002 6.1.1.6 A cada substituição de mangotes, executar teste de estanqueidade com pressão de 7 kgf/cm2 a 10 kgf/cm2 por 30 minutos (quando aplicável). 6.2 Inspeção e Testes de Mangotes Submarinos no Mar 6.2.1 Instalações de Carga e Descarga 6.2.1.1 Executar, com auxílio de mergulhadores, no prazo máximo de 30 dias: a) inspeção visual da configuração geométrica da(s) linha(s) de mangotes, atentando para a ocorrência de quaisquer vestígios de atrito entre a(s) linha(s), as amarras e outros pontos de interferência do sistema; b) inspeção visual da forma geométrica dos mangotes, visando detectar quaisquer deformações; c) conferência da quantidade e posicionamento dos flutuadores fixados no corpo dos mangotes; d) conferência da quantidade dos parafusos de fixação dos flutuadores, reapertando-os ou substituindo-os, conforme o caso; e) inspeção visual e ao tato, visando detectar vazamentos, ou quaisquer danos ou avarias externas nos mangotes; f) medição da configuração geométrica das linhas de mangotes; g) verificar e limpar os sinalizadores de vazamento da primeira carcaça. Nota: Caso não seja possível executar a inspeção no prazo determinado, deve haver uma justificativa junto ao Órgão Operacional. 6.2.1.2 Sempre que ocorrerem suspeitas de avarias (vazamentos de difícil localização), deve ser removida a linha e realizar o teste hidrostático das linhas de mangotes. 6.2.1.3 Conforme estabelecido no item 6.3.1, remover as linhas de mangotes para inspeção e testes em terra. 6.2.2 Instalações de Produção 6.2.2.1 Mensalmente, com auxílio de mergulhadores, a linha submarina, deve ser inspecionada visualmente, até a profundidade de 40 m. Nesta inspeção verificar a existência de avarias, tais como dobramentos excessivos (“kinking”), abrasões, bolhas, cortes e rasgos, bem como a posição relativa da chegada da linha à instalação marítima. 6.2.2.2 Semestralmente, inspecionar com equipamento de controle remoto (RCV), o restante da linha situado em profundidades maiores de 40 m, para verificar a existência de avarias tais como: cortes, rasgos, bolhas, dobramentos excessivos e abrasões. Verificar, nesta ocasião, a posição relativa entre o coletor de extremidade do oleoduto submarino (PLEM) e a instalação marítima. Nota: Caso não seja possível executar a inspeção no prazo determinado deve haver uma justificativa junto ao Órgão Operacional. 5
  6. 6. N-2073 REV. B SET / 2002 6.3 Inspeção e Testes em Terra Os testes em terra devem ser efetuados na seqüência indicada. 6.3.1 Freqüências de Inspeção 6.3.1.1 De conformidade com a TABELA 1, os mangotes devem ser retirados de operação para serem submetidos a inspeção e testes em terra. TABELA 1-PERIODICIDADE DE INSPEÇÃO E TESTES DE MANGOTES EM TERRA - CRITÉRIO DE TEMPO Tipo de Mangote Instalações de Carga e Descarga (Meses) Instalações de Produção (Meses) Flutuante Simples Carcaça 12 a 24 12 a 15 Submarino Simples Carcaça 24 a 36 máximo 36 (ver Nota) Flutuante Dupla Carcaça 12 a 36 12 a 36 Submarino Dupla Carcaça ou Submarino Catenária 12 a 36 12 a 36 Nota: Aplica-se a monobóias e quadro de bóias e corresponde à metade do tempo médio entre docagens consecutivas. 6.3.1.2 Toda vez que um mangote for testado, deve ser iniciada nova contagem de tempo e movimentação, de maneira a permitir a aplicação dos critérios estabelecidos no item 6.3.1.1. 6.3.1.3 Sempre que ocorrerem acidentes, os mangotes afetados devem ser trazidos para terra, para serem inspecionados e testados, independentemente da freqüência estabelecida no item 6.3.1.1. 6.3.2 Inspeção Externa 6.3.2.1 Capa Externa a) a capa externa deve ser limpa e cuidadosamente examinada para detectar áreas onde possam ter ocorrido avarias do material de reforço ou de flutuação; deve ser verificada ocorrência de cortes, rasgos e abrasão; b) se o material de reforço ou de flutuação estiver exposto, sem atingir a segunda carcaça, o mangote deve ser reparado e retornado ao serviço; trincas ou rachaduras superficiais devidas à exposição prolongada ao sol não são motivos de reparo. 6
  7. 7. N-2073 REV. B SET / 2002 6.3.2.2 Carcaça Verificar a existência de regiões esmagadas ou excessivamente dobradas ou com o reforço partido, evidenciadas por distorção permanente ou por presença de sulcos e saliências longitudinais. Se durante o teste hidrostático estas áreas se tornarem endurecidas, indicando um comprometimento interno, o mangote deve ser condenado. 6.3.2.3 Acessórios As superfícies expostas de flanges, niples e sinalizadores devem ser examinadas quanto à existência de trincas ou corrosão excessiva. Ocorrendo qualquer um destes defeitos o mangote deve ser condenado. 6.3.3 Inspeção Interna Limpar a parte interna dos niples. Constatada a existência de trincas ou corrosão excessiva, o mangote deve ser condenado. O objetivo da inspeção interna é a verificação de ocorrência de bolhas, saliências ou de separação do tubo interno da carcaça. Quaisquer destes defeitos, bem como rasgos, cortes ou saliências no tubo interno devem ser causa de condenação do mangote. 6.3.4 Teste Hidrostático Deve ser realizado imediatamente após as inspeções externa e interna referentes aos itens 6.3.2 e 6.3.3. 6.3.4.1 O teste hidrostático deve ser executado obedecendo à seguinte seqüência de procedimentos: colocar o mangote em local nivelado, apoiando-o sobre roletes, de modo que fique tão retilíneo quanto possível e que possa alongar-se ou contrair-se livremente. 6.3.4.2 Encher totalmente com água doce, retirando todo o ar, e pressurizar a 0,07 MPa (10 psi). 6.3.4.3 Medir o comprimento total entre faces dos flanges (L0), anotando o valor desta medida no formulário de Inspeção e Testes. 6.3.4.4 Aumentar gradativamente a pressão de 0,07 MPa (10 psi) até a metade da pressão de teste, como definida no item 3.4, durante 5 minutos, mantendo esta pressão durante 30 minutos. Reduzir a pressão gradativamente a zero, durante 5 minutos. 6.3.4.5 Aumentar, gradativamente, a pressão de zero até a pressão de teste durante 5 minutos, mantendo esta pressão por 10 minutos. 6.3.4.6 Medir o comprimento total entre faces dos flanges (L1), anotando o valor desta medida no formulário de Inspeção e Testes. 7
  8. 8. N-2073 REV. B SET / 2002 6.3.4.7 Reduzir, gradativamente, a pressão a zero, durante 5 minutos. 6.3.4.8 Aguardar um intervalo mínimo de 15 minutos e pressurizar novamente a 0,07 MPa (10 psi) durante 5 minutos. 6.3.4.9 Medir o comprimento total entre faces dos flanges (L2), anotando o valor desta medida no formulário de Inspeção e Testes. 6.3.4.10 Os alongamentos devem ser calculados com as seguintes fórmulas: Alongamento temporário = 0 01 L LL − x 100 (em %) Alongamento permanente = 0 02 L LL − x 100 (em %) Onde: L0 = comprimento inicial medido a 0,07 MPa (10 psi), item 6.3.4.3; L1 = comprimento medido à pressão de teste, item 6.3.4.6; L2 = comprimento final medido a 0,07 MPa (10 psi), item 6.3.4.9. 6.3.4.11 Os valores em % dos alongamentos temporário e permanente devem ser registrados, respectivamente, no formulário de Inspeção e Testes em Mangotes Marítimos. 6.3.4.12 Para mangotes construídos com espiral metálico, quando o alongamento temporário ou permanente, no teste de campo, exceder o alongamento temporário ou permanente do teste de fábrica, respectivamente, de 2 %, devem ser retirados de serviço. 6.3.5 Teste de Vácuo Para a realização do teste de vácuo é necessária a utilização de 2 flanges de acrílico transparente, 1 fonte de luz (lanterna ou raios solares) e 1 refletor (espelho), além da bomba de vácuo adequada a este tipo de serviço. Este teste deve ser executado obedecendo à seqüência de procedimentos descritos nos itens 6.3.5.1 a 6.3.5.3. 6.3.5.1 Colocar o mangote em local nivelado, sobre roletes, no mínimo, de modo que fique tão retilíneo quanto possível e que possa contrair-se ou alongar-se livremente. 6.3.5.2 Aplicar um vácuo de, pelo menos, 510 milibar, e preferencialmente 680 milibar, por um período de 10 minutos. 6.3.5.3 Durante o intervalo de tempo em que o vácuo estabelecido no item 6.3.5.2 estiver sendo mantido, observar detalhadamente, com auxílio de fonte de luz e de refletor, o comportamento da camada interna de borracha do mangote sob teste. Caso seja verificada a formação de bolhas localizadas (saliências) que denotem deslocamento da camada interna ou qualquer deformação que venha a comprometer sua vida útil, o mangote deve ser retirado de serviço e substituído. 8
  9. 9. N-2073 REV. B SET / 2002 6.3.6 Teste de Resistência Elétrica Para a realização do teste de continuidade elétrica é necessária a utilização de 1 medidor de resistência elétrica calibrado (ohmímetro) e 1 extensão de aproximadamente 12 m de condutor isolado de cobre com 2,50 mm2 de seção. O teste de continuidade elétrica deve ser executado obedecendo à seqüência de procedimentos descrita nos itens 6.3.6.1 a 6.3.6.5. 6.3.6.1 Durante a manutenção da pressão de teste hidrostático, conforme item 6.3.4, medir a resistência elétrica existente entre as faces dos flanges, anotando-a no formulário de Inspeção e Testes em Mangotes Marítimos. Nota: O teste de resistência elétrica deve ser efetuado com água doce. 6.3.6.2 Durante a manutenção de vácuo, conforme o item 6.3.5, medir a resistência elétrica entre as faces dos flanges, anotando-a no formulário de Inspeção e Testes em Mangotes Marítimos. 6.3.6.3 Após a realização dos testes hidrostáticos e de vácuo, conforme itens 6.3.4 e 6.3.5 desta Norma, medir a resistência elétrica existente entre as faces dos flanges, anotando-a no campo 16 do formulário de Inspeções e Testes em Mangotes Marítimos. 6.3.6.4 Dentro de suas classes os valores encontrados para resistência elétrica nos itens 6.3.6.1, 6.3.6.2 e 6.3.6.3 devem se situar nos seguintes limites: a) mangote eletricamente contínuo: R < 20 Ω; b) mangote eletricamente descontínuo: R > 25 000 Ω. 6.3.6.5 No caso de mangote marítimo eletricamente contínuo, quando a medida de resistência elétrica apresenta valores excessivos, isto significa ruptura do arame helicoidal interno, podendo, inclusive, ser interpretado como indicativo de dano nas camadas de borracha que constituem a parede do mangote. Neste caso, deve ser feita rigorosa inspeção visual e ao tato para detectar possíveis danos na parede do mangote. Caso seja constatado o rompimento do arame helicoidal ou tubo interno, o mangote deve ser condenado. 7 REGISTRO DE RESULTADOS 7.1 Os defeitos constatados devem ser relatados de modo a permitir que seja recomendado o descarte ou reparo de mangotes que apresentem cortes e rasgos expondo o arame do corpo ou outros defeitos que venham a comprometer a operacionalidade do sistema. 7.2 Para cada mangote deve ser mantido um formulário de controle individual para registro de todos os eventos ocorridos desde a data de seu recebimento até sua destruição e/ou condenação. Este formulário deve conter, no mínimo, as seguintes informações: a) fabricante e número de série; b) data da inspeção; 9
  10. 10. N-2073 REV. B SET / 2002 c) tipo de mangote e dimensões; d) teste hidrostático, valores encontrados (pressão de teste, comprimento de mangote, alongamento temporário e permanente); e) teste de vácuo (vácuo empregado); f) teste de continuidade elétrica: valores de resistências durante e após os testes hidrostático e de vácuo; g) inspeção visual; h) parecer final com assinatura do inspetor. ______________ /ANEXO A 10
  11. 11. N-2073 REV. B SET / 2002 ANEXO B - TABELA TABELA B-1 - LIMITES DE USO DE MANGOTES FLUTUANTES (SUBMETIDOS A INSPEÇÃO VISUAL Item Defeito / Avaria Liberado para Uso (Acompanhar Evolução) Recomendável Substituição Substituição Imediata 01 Ondulações Pequenas ondulações externas Quando essas ondulações atingirem 20 % do diâmetro em uma extensão maior que 2 m Quando essas ondulações ultrapassarem os 20 % do diâmetro em uma extensão maior que 3 m 02 Perda de flutuabilidade Até 1/5 do comprimento de cada mangote estiver submerso (ver Nota) Quando 50 % do comprimento de 1 mangote estiver submerso Quando mais de 50 % do comprimento de 1 mangote estiver submerso 03 Abrasão da capa externa Até 1/5 da área externa expondo a camada de flutuação Acima de 1/5 da área externa expondo a camada de flutuação Quando a camada de flutuação começar a se soltar devido à falta de capa 04 Arame exposto/ quebrado Sem exposição ou quebra ------ Quando aflorar sob a capa 1ª espira ou quando houver exposição de arame quebrado 05 Corte/ Rasgo Até 0,50 m de comprimento e 5 cm de profundidade Até 1 m de comprimento e 10 cm de profundidade Acima de 1 m de comprimento e de 10 cm de profundidade 06 Corrosão no flange Flange com alvéolos de profundidade de 2 mm Flange com alvéolos de profundidade de 3 mm Flange com alvéolos de profundidade maior que 3 mm 07 Dobramento Sem dobramento ------ Qualquer dobramento Nota: Limiado a 5 mangotes por linha de 26 mangotes e no máximo 2 subsequentes na mesma linha. ______________ 12
  12. 12. N-2073 REV. B SET / 2002 IR 1/1 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A Não existe índice de revisões. REV. B Partes Atingidas Descrição da Alteração 1.4 Revisado 2 Revisado 3.2 Incluído 3.3 a 3.6 Renumerados 4.1 e 4.2 Revisados 4.3 Eliminado 5 Incluído 6 Renumerado 6.1.1.2 Alínea c) Revisada 6.1.1.3 Revisado 6.1.1.5 e 6.1.1.6 Incluídos 6.2.1.1 Alínea g) Incluída 6.2.1.2 Revisado 6.2.2.1 Revisado TABELA 1 Revisada 6.3.2.3 Revisado 6.3.4 Revisado 6.3.5.2 Revisado 7 Renumerado 7.1 Incluído ANEXO B Incluído _____________

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