N-1509 REV. B MAI / 2003
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N 1509 - b - turb vapor - fl. dados

  1. 1. N-1509 REV. B MAI / 2003 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 2 páginas, 1 formulário e Índice de Revisões TURBINA A VAPOR PARA SERVIÇOS GERAIS - FOLHA DE DADOS Padronização Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. CONTEC Comissão de Normas Técnicas Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. SC - 11 Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. Máquinas “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
  2. 2. N-1509 REV. B MAI / 2003 2 PREFÁCIO Esta Norma PETROBRAS N-1509 REV. B MAI/2003 é a Revalidação da norma PETROBRAS N-1509 REV. A ABR/80, não tendo sido alterado o seu conteúdo. 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma padroniza a Folha de Dados de turbina a vapor para serviços gerais usada nos projetos para a PETROBRAS. 1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição. 1.3 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos. 2 CONDIÇÕES GERAIS 2.1 A Folha de Dados do ANEXO A deve ser reproduzida para sua utilização rotineira. 2.2 Para a aquisição de turbinas a vapor para serviços gerais, a Folha de Dados do ANEXO A, após preenchida, deve ser anexada a uma Requisição de Material (RM) para constituir um documento de compra. 2.3 A Folha de Dados do ANEXO A, após preenchida pela projetista e complementada pelo fabricante, quando for o caso, deve ser constituir em um documento permanente do(s) equipamento(s). _____________ /ANEXO A
  3. 3. FOLHA DE DADOS Nº: CLIENTE: FOLHA: de PROGRAMA: ÁREA: TÍTULO: TURBINA A VAPOR PARA SERVIÇOS GERAIS ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H DATA PROJETO EXECUÇÃO VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1509 REV. B ANEXO A - FOLHA 01/03.
  4. 4. FOLHA DE DADOS Nº: REV. FOLHA: de TÍTULO: TURBINA A VAPOR PARA SERVIÇOS GERAIS ITEM Nº: QUANT.: APLICÁVEL A: PROPOSTA COMPRA COMO CONSTRUÍDO EQUIPAMENTO ACIONADO: FABRICANTE / MODELO: SERVIÇO: TRANSMISSÃO: DIRETA POR REDUTOR MONTAGEM DO CONJUNTO POR: CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO DESEMPENHO NAS CONDIÇÕES NORMAIS DE VAPOR POTÊNCIA, CV ROTAÇÃO, RPM CONSUMO NOMINAL CONDIÇÃO DE OPERAÇÃO kg/CV.h kg/h EFICIÊNCIA ISENTRÓPICA NORMAL NOMINAL NORMAL POT. MÁX. ADM. NA RPM NOMINAL: CV ROTAÇÃO CRÍTICA, RPM: 1º 2º TEMPERATURA NORMAL DE ESCAPE: °C ROTAÇÃO MÁX. ADM.: RPM TRIP.: RPM CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS CONDIC. VAPOR MÁX. NORMAL MIN. TIPO: HORIZ. VERT. PARTIÇÃO: AXIAL RADIAL ADMISSÃO, kgf/cm2 MONTAGEM: LINHA DE CENTRO PÉ ADMISSÃO, °C Nº DE ESTÁGIOS: DIÂM.(S). RODA(S): mm EXAUSTO, kgf/cm2 ROTOR: INTEGRAL MONTADO ÁGUA DE RESFRIAMENTO: TIPO: REGULADOR DE VELOCIDADE ENTRADA: kgf/cm2 °C FABR.: CLASSE NEMA: SAÍDA: kgf/cm2 °C (MÁX) TIPO: MEC. HIDR. HIDR. C/ SERVO MOTOR TEMP. AMBIENTE, °C MÁX.: MÍN.: AJUSTE DE VELOCIDADE: MAIS %, MENOS % ELEVAÇÃO: m, PRESSÃO BAR: kgf/cm2 ABS MANUAL AUTOMÁTICO CLASSIF. DE ÁREA: CLASSE: GR.: DIV.: SINAL REMOTO PARA DESARME NÃO CLASSIFICADA Nº DE VÁLVULAS AUTOM.: , Nº VÁLVULAS MANUAIS: SERVIÇO: CONTÍNUO INTERM. RESERVA MANCAIS E LUBRIFICAÇÃO LOCAL: ABRIGADO AO TEMPO RADIAL: ESCORA: PARTIDA: MANUAL AUTOMÁTICA EMERGÊNCIA LUBRIFICAÇÃO: ANEL FORÇADA SENTIDO DE ROTAÇÃO VISTO DO REGULADOR: SELAGEM EXTERNA: CARVÃO LABIRINTO Nº ANÉIS/CAIXA:MATERIAIS CARCAÇA ALTA PR.: PALHETA: INTERNA: CARVÃO LABIRINTO CARCAÇA BAIXA PR.: DIAFRAGMA: CONEXÕES DIÂM. CLAS. ANSI FACEAM. ORIENTAÇÃO BOCAIS: CINTA: ADMISSÃO RODA: EIXO: EXAUSTO VÁLV. DO REGUL.: VÁLV. TRIP.: DRENOS SELAGEM: FILTRO VAPOR: ÁGUA RESFR. EIXO NA REGIÃO DE SELAGEM: LIMITES MÁX. PROJETO TESTES R = REQUERIDO T = TESTEMUNHADO CARCAÇA ALTA PRESSÃO: kgf/cm2 °C INSPEÇÃO DE FABRICAÇÃO CARCAÇA BAIXA PRESSÃO: kgf/cm2 °C HIDROST. ALTA PRESSÃO kgf/cm2 AJUSTE DA VÁLV. SENTINELA: kgf/cm2 °C HIDROST. BAIXA PRESSÃO: kgf/cm2 PESOS: TURBINA: kg, REDUTOR: kg MECÂNICO PERFORMANCE PESO MÁX. P/ MANUT.: kg, BASE: kg EQUIP. AUXILIAR REGULADOR REDUTOR: FORNECIDO POR: DESMONTAGEM APÓS TESTE RELATÓRIO DE TESTE TIPO: REDUÇÃO: F.S.: AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1509 REV. B ANEXO A - FOLHA 02/03.
  5. 5. FOLHA DE DADOS Nº: REV. FOLHA: de TÍTULO: TURBINA A VAPOR PARA SERVIÇOS GERAIS PAINEL DE CONTROLE MANÔMETROS COMUM COM EQUIPAMENTO ACIONADO DESCARTE DA BOMBA DE LUBRIFICAÇÃO SEPARADO ANTES E APÓS FILTRO DE ÓLEO FORNECIDO PELO: FABRICANTE DIFERENCIAL NO FILTRO DE ÓLEO OUTROS ÓLEO DE CONTROLE MONTAGEM: COM A TURBINA ENTRADA DO MANCAL RADIAL NO PISO ENTRADA DO MANCAL DE ESCORA ENTRADA DE VAPORCONTATOS DE ALARME ABREM PARA SOAR O ALARME CAIXA DE VAPOR FECHAM PARA SOAR O ALARME SAÍDA DE VAPOR CONTATOS DE DESARME ABREM PARA DESARMAR FECHAM PARA DESARMAR TERMÔMETROS ADMISSÃO DE VAPORCORRENTE DE CONTROLE C.C. C.A. TENSÃO: CAIXA DE VAPOR Nº DE FASES: FREQÜÊNCIA: Hz VAPOR EXAUSTO ÓLEO DOS MANCAIS RADIAISSISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO COMUM COM EQUIPAMENTO ACIONADO ÓLEO DO MANCAL DE ESCORA SEPARADO ENTRADA DO RESFRIADOR DE ÓLEO FILTRO: SIMPLES DUPLO SAÍDA DO RESFRIADOR DE ÓLEO FILTRAÇÃO: µm RESFRIADOR: SIMPLES DUPLO FATOR DE INCRUSTAÇÃO: ALARME E DESARME: ALARME DESARME ACIONAMENTO DA BOMBA PRINCIPAL DE LUBRIFICAÇÃO: BAIXA PRESSÃO DE ÓLEO EIXO DA TURBINA BOMBA AUX. DE LUBR. FUNCIONANDO MOTOR ELÉTRICO BAIXO NÍVEL DE ÓLEO TURBINA A VAPOR ALTA PRESSÃO DIFERENCIAL NO FILTRO ACIONAMENTO DA BOMBA AUXILIAR DE LUBRIFICAÇÃO: BAIXA PRESSÃO DE ÓLEO DE CONTROLE MOTOR ELÉTRICO ALTA TEMP. ÓLEO APÓS RESFRIADOR TURBINA A VAPOR VIBRAÇÃO EXCESSIVA TUBULAÇÃO EM AÇO INOXIDÁVEL PARA: DESLOCAMENTO AXIAL SISTEMA COMPLETO SOBREVELOCIDADE APÓS FILTRO LINHAS DE DRENO AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1509 REV. B ANEXO A - FOLHA 03/03.
  6. 6. N-1509 REV. B MAI / 2003 IR 1/1 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A Não existe índice de revisões. REV. B Partes Atingidas Descrição da Alteração Revalidação _____________

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