N 1486 f inspeção-monobóia

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N 1486 f inspeção-monobóia

  1. 1. N-1486 REV. F MAI / 2005 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 2 páginas INSPEÇÃO EM SERVIÇO DE BÓIA DE AMARRAÇÃO E SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA UTILIZANDO MONOBÓIA CONTEC SC-23 Inspeção em Sistemas e Equipamentos em Operação 1a Emenda Esta é a 1a Emenda da Norma PETROBRAS N-1486 REV. F e se destina a modificar o seu texto na parte indicada a seguir. - Item 6.2.2: Alteração do texto. Nota: A(s) página(s) transcrita(s) a seguir substitui e cancela as páginas correspondentes dentro desta Norma. _____________
  2. 2. N-1486 REV. F DEZ / 2002 9 6.2.1.2 Qualquer informação adicional que o inspetor julgue ser importante, e que não conste na lista de verificação deve ser acrescentada no verso da lista. 6.2.1.3 Quando for realizada a medição de espessura de parede ou quando forem detectados defeitos tais como: abrasão, corrosão acentuada ou avarias graves, os resultados dos exames devem ser registrados num croqui, de tal forma que seja possível a localização física do defeito na monobóia, utilizando como referência a numeração das amarras, quando aplicável. 6.2.2 Parte Submersa Para o registro dos resultados, da inspeção da parte submersa, utilizar como referência a numeração das amarras. _____________ /ANEXO A
  3. 3. N-1486 REV. F DEZ / 2002 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 9 páginas, 3 formulários e Índice de Revisões INSPEÇÃO EM SERVIÇO DE BÓIA DE AMARRAÇÃO E SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA UTILIZANDO MONOBÓIA Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. CONTEC Comissão de Normas Técnicas Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. SC - 23 Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. Inspeção em Sistemas e Equipamentos em Operação “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
  4. 4. N-1486 REV. F DEZ / 2002 2 PREFÁCIO Esta Norma PETROBRAS N-1486 REV. F DEZ/2002 é a Revalidação da Norma PETROBRAS N-1486 REV. E NOV/98, não tendo sido alterado o seu conteúdo. 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma fixa as condições exigíveis para a inspeção em serviço de bóias de amarração e sistemas de transferência utilizando monobóias. 1.2 Esta Norma se aplica à inspeções em serviços de bóias de amarração e sistemas de transferência utilizando monobóias a partir da data de sua edição. 1.3 Esta Norma contém apenas Requisitos Técnicos. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir são citados no texto e contêm prescrições válidas para a presente Norma. PETROBRAS N-1792 - Inspeção Submarina - Partícula Magnética; PETROBRAS N-1793 - Inspeção Submarina - Qualificação de Pessoal; PETROBRAS N-1814 - Inspeção Submarina - Medição de Potencial Eletroquímico; PETROBRAS N-1815 - Inspeção Submarina - Visual; PETROBRAS N-1816 - Inspeção Submarina - Medição de Espessura de Parede; PETROBRAS N-2073 - Inspeção em Serviço de Mangotes Marítimos; PETROBRAS N-2161 - Inspeção em Serviço de Cabos de Aço; PETROBRAS N-2170 - Inspeção em Serviço de Acessório de Carga; OCIMF - Single Point Mooring Maintenance and Operations Guide. 3 DEFINIÇÕES Para os propósitos desta Norma são adotadas as definições indicadas nos itens 3.1 a 3.8. 3.1 Bóias de Amarração Bóia equipada com gato ou olhal na parte superior com a finalidade de receber as espias das embarcações. 3.2 Destorcedor (Tornel) Peça usada para manter as amarras ou cabos de aço sem torções e permitir livre giro das bóias.
  5. 5. N-1486 REV. F DEZ / 2002 3 3.3 Estropo (Eslinga) Trecho de cabo cujas extremidades foram ligadas por nó ou costura, formando 2 anéis de cabo (mãos), que se utiliza para lançamento, engate ou fixação. 3.4 Gaiola de Passarinho Defeito em cabos de aço causado pelo alívio repetitivo de tensão, proveniente a sobrecarga e caracterizado pelo afrouxamento localizado de suas pernas. 3.5 Gato Peça em forma de gancho que pode ser usada na parte superior das bóias de amarração, com a finalidade de receber as espias das embarcações. 3.6 Malhete Travessão localizado na região de menor dimensão do elo, cuja a finalidade é aumentar a resistência de amarra e diminuir a probabilidade em embaraçamento dos elos. 3.7 Quartel Cada uma das seções em que se subdividem as amarras, cujo o comprimento aproximado é de 27,5 m. 3.8 Sistema de Transferência Utilizando Monobóias Conjunto de equipamentos e acessórios, constituídos por: monobóias, cabos de amarração, mangotes flutuantes, amarras, tanques de flutuação, linhas e coletores submarinos. 3.8.1 Câmara Central Compartimento fechado localizado no centro da monobóia, onde se situam a parte inferior da Unidade de Distribuição de Produtos (UDP) e as tubulações de ligação às linhas submarinas. 3.8.2 Conjunto Giratório Estrutura montada sobre o corpo da manobóia, capaz de girar n x 360º, em ambos os sentidos, na qual estão instalados os pontos de fixação dos cabos de amarração, as tubulações, o equipamento de tensionamento, o sistema de sinalização náutica, o refletor de radar e outros acessórios. 3.8.3 Poço Central Compartimento aberto, localizado no centro da monobóia, onde se situam a parte inferior da UDP e as tubulações de ligações às linhas submarinas.
  6. 6. N-1486 REV. F DEZ / 2002 4 3.8.4 Unidade de Distribuição de Produtos - UDP (“Swivel”) Peça instalada na parte central da monobóia, por onde passa o produto. Serve de ligação entre as tubulações que se movimentam com o conjunto giratório e as linhas que conduzem o produto desde a monobóia até o coletor submarino (PLEM), ou vice-versa. 4 CONDIÇÕES GERAIS 4.1 Qualificação do Inspetor O inspetor submarino deve ser qualificado de acordo com a norma PETROBRAS N-1793. 4.2 Procedimentos de Inspeção Os procedimentos de inspeção submarina a serem empregados, devem ser qualificados como determinam as normas PETROBRAS N-1792, N-1814, N-1815 e N-1816. 5 ROTEIROS DE INSPEÇÃO 5.1 Bóias de Amarração 5.1.1 A inspeção do conjunto constituído pela bóia, cabo de aço e amarra deve ser executada em seco, com auxílio de embarcações de popa aberta, de convés baixo e amplo. 5.1.2 Os seguintes itens devem ser inspecionados: a) defensas, observando o estado de fixação e a ocorrência de avarias; b) cabos de amarração, verificando sinais de desgaste; c) corpo de bóia, quanto ao estado de pintura, existência de amassamentos, empenos, rasgos, níveis de corrosão e incrustação marinha de acordo com a norma PETROBRAS N-1815; d) olhal superior ou gatos de amarração, quanto a presença de corrosão e danos físicos; e) manilhas, observando a existência de corrosão, as condições de encaixe das peças e o estado dos pinos; f) anodos, quanto ao estado de fixação e desgaste; g) engate inferior da bóia na amarra ou cabo de aço, observando os desgastes do olhal do tornel e das manilhas. 5.1.3 Para inspeção de amarras, devem ser excitados os seguintes itens: a) verificar os níveis de corrosão e incrustação marinha, classificando-os de acordo com a norma PETROBRAS N-1815; b) medir o comprimento de 6 elos comuns consecutivos próximos da bóia; caso se constate um alongamento igual ou superior a 25 mm para cada 25 mm de diâmetro dos elos, recomendar a substituição do quartel correspondente; c) medir o diâmetro dos elos; caso se constate uma redução igual ou superior a 10 % em seu valor nominal, recomendar o substituição do quartel correspondente;
  7. 7. N-1486 REV. F DEZ / 2002 5 d) indicar elos sem malhetes ou com malhetes folgados, recomendando o seu reparo; e) inspecionar as manilhas e os elos patentes, observando-se principalmente o estado dos contrapinos; f) retirar a amarra para inspeção fora da água quando a mesma apresentar elos torcidos, amassados ou com suspeita de trinca; neste caso, os elos devem ser ensaiados por partículas magnéticas. 5.1.4 Inspeção de Cabos de Aço Para inspeção de cabos de aço consultar a norma PETROBRAS N-2161. 5.1.5 Inspeção de Mangotes Flutuantes A inspeção de mangotes flutuantes deve seguir as prescrições da norma PETROBRAS N-2073. 5.1.6 Inspeção do Sistema de Proteção Catódica Medir o potencial eletroquímico no corpo da bóia conforme procedimento da norma PETROBRAS N-1814. 5.1.7 Periodicidade das Inspeções 5.1.7.1 O intervalo máximo entre 2 inspeções consecutivas deve ser de 6 meses. 5.1.7.2 Em caso de avarias, acidentes ou condições de mar extremamente severas, o sistema deve ser inspecionado no todo ou em parte, independentemente da periodicidade adotada. 5.2 Sistema de Transferência Utilizando Monobóias 5.2.1 Inspeção da Parte Emersa A inspeção deve ser executada de acordo com os itens 5.2.1.1 a 5.2.1.8, utilizando a lista de verificação do formulário apresentado no ANEXO A. Nota: Deve ser verificada a ventilação adequada de quaisquer compartimentos da monobóia antes de entrar nos mesmos. 5.2.1.1 Deve ser feita a inspeção visual na estrutura do corpo da monobóia, saia lateral e defensas, para verificar a existência de sinais de corrosão, óleo, graxa, ou limo, fragilidade estrutural e outros danos físicos. Certificar-se de que todas as escotilhas e bocas de visita estejam devidamente vedadas.
  8. 8. N-1486 REV. F DEZ / 2002 6 5.2.1.2 Câmara central ou poço central, conjunto giratório e seus acessórios: a) inspecionar visualmente a UDP e as tubulações do conjunto giratório e da câmara central ou poço central, o dispositivo de travamento do conjunto giratório, estrutura e seus acessórios, prestando particular atenção às conexões flangeadas, juntas de expansão e válvulas e procurando sinais de vazamento; b) nas monobóias cujo o sistema de giro é constituído por “boogies”, verificar a existência de desgaste excessivo da pista e dos roletes, assim como as condições de lubrificação de seus rolamentos e pinos. 5.2.1.3 Equipamentos Auxiliares Verificar o funcionamento dos manômetros, a lubrificação e o funcionamento do guincho para tensionamento das amarras. 5.2.1.4 Rolamentos a) verificar a lubrificação dos rolamentos do conjunto giratório da UDP e dos “boogies”; b) inspecionar o sistema de vedação do rolamento do conjunto giratório, prestando particular atenção à condição, desgaste e folga dos selos; c) verificar a vedação do(s) selo(s) do(s) rolamento(s) da UDP, mediante observação da existência de produto quando da retirada dos bujões de inspeção. 5.2.1.5 Sistema de Amarração Inspecionar o sistema de amarração com a finalidade de detectar ocorrência de desgaste, corrosão e danos físicos. Verificar se os cabos de amarração não se encontram embaraçados nos mangotes ou no corpo da bóia. 5.2.1.6 Mangotes Flutuantes A inspeção de mangotes flutuantes deve ser conforme a norma PETROBRAS N-2073 e a norma OCIMF. 5.2.1.7 Sistemas de Sinalização Verificar se o sistema de sinalização está funcionando adequadamente, inspecionando a lanterna, as baterias e seu carregador. 5.2.1.8 Compartimento de Flutuação a) verificar o calado da monobóia; caso seja observada alguma anormalidade, todos os compartimentos devem ser abertos e inspecionados; havendo água nos compartimentos, os níveis devem ser medidos e registrados; b) efetuar inspeção visual para localizar pontos de infiltração, corrosão e danos físicos.
  9. 9. N-1486 REV. F DEZ / 2002 7 Nota: Constatado o adernamento da monobóia e não se observando presença de água nos compartimentos de flutuação, verificar o tensionamento das amarras. 5.2.2 Inspeção da Parte Submersa 5.2.2.1 A inspeção dos anodos deve ser conduzida em conformidade com a norma PETROBRAS N-1815. 5.2.2.2 Verificar os níveis de incrustação marinha e corrosão existentes na monobóia, nos tanques de flutuação, no coletor submarino, nas amarras e na estrutura, classificando-os de acordo com a norma PETROBRAS N-1815. 5.2.2.3 Verificar a existência de amassamentos, empenos, rasgos, abrasão ou outras avarias na monobóia, nos tanques de flutuação, no coletor submarino, nas amarras e na estrutura. 5.2.2.4 Para a medição do potencial eletroquímico, devem ser executados os seguintes itens: a) para a medição do potencial eletroquímico, adotar o procedimento descrito na norma PETROBRAS N-1814; b) devem ser selecionados, no mínimo, 8 pontos, defasados de 45º, localizados de forma a ficarem eqüidistantes de 2 anodos consecutivos e o mais afastado possível dos anodos; este critério deve ser adotado para o costado, a saia e o fundo da monobóia; no poço central, quando existir, devem ser selecionados 4 pontos defasados de 90º, localizados de forma a ficarem eqüidistantes de 2 anodos consecutivos e o mais afastados possível; c) as medições de potencial eletroquímico nos tanques de flutuação e no coletor submarino devem ser feitas nos pontos mais distantes possíveis dos anodos, preferencialmente nas tubulações e acessórios; devem quando no coletor submarino ser selecionados, no mínimo, 4 pontos de medição para cada um destes equipamentos. 5.2.2.5 Para inspeção das amarras, devem ser executados os seguintes itens: a) deve ser efetuada conforme o item 5.1.3, medindo o desgaste dos elos localizados junto ao corpo ou à saia da monobóia; b) adicionalmente medir o ângulo entre as amarras e a horizontal, a fim de verificar se o tensionamento se encontra dentro dos limites especificados em projeto. 5.2.2.6 Posicionamento Verificar o posicionamento da monobóia em relação ao coletor submarino (PLEM) e aos tanques de flutuação. 5.2.2.7 Mangotes e Linhas Submarinas: a) verificar a existência de incrustações, observando a presença de descontinuidades ao longo da camada depositada, indicativa de uma possível deformação;
  10. 10. N-1486 REV. F DEZ / 2002 8 b) verificar a existência de avarias externas, tais como: cortes, rasgos, dobramento excessivo ou empolamento; c) verificar a configuração geométrica das linhas submarinas, atendendo para a acorrência de quaisquer vestígios de atrito entre as mesmas e as amarras ou a saia da bóia; d) atentar para vestígios de vazamento na região dos flanges. 5.2.2.8 Coletor Submarino: a) verificar a existência de vazamento nos flanges, tubulações e válvulas; b) quando a operação permitir, verificar o funcionamento (abertura e fechamento) das válvulas e a eficiência de sua vedação. 5.2.3 Medição de Espessura de Parede Nos locais que apresentarem desgaste causado por corrosão, abrasão ou outros danos físicos, passível de comprometer a operacionalidade do equipamento, deve ser realizada a medição de espessura de parede de acordo com a norma PETROBRAS N-1816. 5.2.4 Periodicidade das Inspeções 5.2.4.1 Parte Emersa O intervalo máximo entre 2 inspeções consecutivas não deve ultrapassar a 1 mês. 5.2.4.2 Parte Submersa O intervalo máximo entre 2 inspeções consecutivas não deve exceder a 1 mês. 5.2.4.3 Em caso de avarias, acidentes ou condições de mar extremamente severas, o sistema deve ser inspecionado, no todo ou em parte independentemente das periodicidades adotadas. 6 REGISTRO DE INSPEÇÃO 6.1 Todas as irregularidades detectadas devem ser registradas de forma a permitir sua avaliação (tipo, local, tamanho, intensidade). O registro deve ser acompanhado de um croqui com a localização física do defeito. 6.2 Sistemas de Transferência Utilizando Monobóias 6.2.1 Parte Emersa 6.2.1.1 O resultado da inspeção deve ser registrado mediante o preenchimento do formulário lista de verificação do ANEXO A. O campo em branco, situado no canto superior à direita do formulário, se destina a ser preenchido com a indicação do órgão operacional.
  11. 11. N-1486 REV. F DEZ / 2002 9 6.2.1.2 Qualquer informação adicional que o inspetor julgue ser importante, e que não conste na lista de verificação deve ser acrescentada no verso da lista. 6.2.1.3 Quando for realizada a medição de espessura de parede ou quando forem detectados defeitos tais como: abrasão, corrosão acentuada ou avarias graves, os resultados dos exames devem ser registrados num croqui, de tal forma que seja possível a localização física do defeito na monobóia, utilizando como referência a numeração das amarras, quando aplicável. 6.2.2 Parte Submersa Para o registro da inspeção da parte submersa dos resultados, utilizar como referência a numeração das amarras. _____________ /ANEXO A
  12. 12. LISTA DE DADOS Nº: LI- CLIENTE: FOLHA: de PROGRAMA: ÁREA: LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA INSPEÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA UTILIZANDO MONOBÓIAS ÍNDICE DE REVISÕES REV. DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS REV. 0 REV. A REV. B REV. C REV. D REV. E REV. F REV. G REV. H DATA PROJETO EXECUÇÃO VERIFICAÇÃO APROVAÇÃO AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1486 REV. F ANEXO A - FOLHA 01/04.
  13. 13. LISTA DE DADOS Nº: LI- REV. FOLHA: de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA INSPEÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA UTILIZANDO MONOBÓIAS MODELO: DATA: CAMPO: S / N ITEM OBSERVAÇÕES 01 ANODOS: VERIFICAR ESPESSURA (TRIMESTRALMENTE) LIMPAR (TRIMESTRALMENTE) MEDIDO POTENCIAL ELETROQUIMÍCO 02 BATERIA: BATERIA NÃO EXISTENTE? CAIXA DE BATERIA EM BOM ESTADO DE CONSERVAÇÃO? JUNTAS ESTÃO BOAS? DOBRADIÇAS SEM AVARIAS? ESTANQUEIDADE MANTIDA? TRANCAS OPERACIONAIS? TERMINAIS DA BATERIA LUBRIFICADOS E SEM AVARIAS? 03 GUINCHO: VERIFICAR ESTADO REMOVIDO? CABO DE GUINCHO REMOVIDO? CABO DE GUINCHO LUBRIFICADO? 04 CASCO: INSPEÇÃO VISUAL DA ESTRUTURA DA MONOBÓIA E SAIA REALIZADA? SEM CORROSÃO? SEM VAZAMENTOS DE ÓLEO? SEM RESPINGOS DE GRAXA? APRESENTA-SE SEM LIMO? ENCONTRA-SE SEM DANO? CALADO VERIFICADO? INCLINAÇÃO INEXISTENTE? DEFENSAS SEM AVARIAS? ESTADO GERAL BOM? 05 ESCADA DE ACESSO: LIMPA? ACHA-SE LIVRE DE RESÍDUOS DE ÓLEO E GRAXA? ESTÁ LIVRE DE PONTOS DE CORROSÃO? QUAIS SÃO OS DANOS? 06 CONJUNTO GIRATÓRIO: OPERA LIVREMENTE? ENCONTRA-SE SEM EMPERRAMENTOS E RUÍDOS? DISPOSITIVOS DE TRAVAMENTO DO CONJUNTO GIRATÓRIO ESTÃO OK? QUAIS SÃO OS DANOS? 07 ESCOTILHAS DE ACESSO: PARAFUSOS APERTADOS E JUNTAS EM BOM ESTADO? SISTEMA SEM MODIFICAÇÕES? 08 ESTRUTURA DOS BRAÇOS: ESTÁ EM BOM ESTADO? QUAIS SÃO OS DANOS? 09 ESTRUTURA TUBULAR: OK? QUAIS SÃO OS DANOS? 10 JUNTA DE EXPANSÃO: OPERANDO NORMALMENTE? QUAIS SÃO OS DANOS? 11 LUZ DE SINALIZAÇÃO: INEXISTENTE? OPERACIONAL? FISCALIZAÇÃO: SUP. MERGULHO: AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1486 REV. F ANEXO A - FOLHA 02/04.
  14. 14. LISTA DE DADOS Nº: LI- REV. FOLHA: de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA INSPEÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA UTILIZANDO MONOBÓIAS MODELO: DATA: CAMPO: S / N ITEM OBSERVAÇÕES 12 PAINEL SOLAR: INEXISTENTE? OPERACIONAL? 13 CÉLULA FOTOELÉTRICA: INEXISTENTE? ATUANDO NORMALMENTE? 14 MANÔMETRO: OK? PRESSÃO DE: psi TESTEMUNHO EM: 15 PINTURA EXTERNA: ESTÁ OK? APRESENTA PEQUENAS ÁREAS DESPROTEGIDAS? APRESENTA GRANDES ÁREAS DESPROTEGIDAS? 16 REFLETOR DE RADAR: INEXISTENTE? QUAIS SÃO OS DANOS? 17 ROLAMENTO PRINCIPAL: OPERANDO NORMAL SEM RUÍDOS? APRESENTA-SE SEM VAZAMENTOS? QUANTOS BICOS GRAXEIROS FORAM ENGRAXADOS NA PARTE SUPERIOR? QUANTOS BICOS GRAXEIROS FORAM ENGRAXADOS NA PARTE LATERAL? QUANTOS BICOS GRAXEIROS ENCONTRAM-SE DANIFICADOS? ABERTURAS DOS DRENOS SEM EXPLOSÃO DE LÍQUIDO? ANOTE O VOLUME EXPELIDO E SE FALTAM BUJÕES. 18 PROTEÇÃO EXTERNA/INTERNA CONTRA ÁGUA: OK? COBERTURA METÁLICA ESTÁ APERTADA? 19 SUPERFÍCIE DO CONVÉS, ÁREA DA BÓIA: APRESENTAM-SE SEM VAZAMENTO? 20 MANCAIS DOS BRAÇOS: ESTÃO LIVRES DE DANOS? LUBRIFICAÇÃO REALIZADA? 21 SELOS DE “SWIVEL”: ESTÃO OK? APRESENTAM SEM VAZAMENTO COM A LINHA DE CARGA? COM LINHA PRESSURIZADA, ESTÁ S/ RUÍDO, EMPERRAMENTO OU CORROSÃO? “SWIVEL” - ANOTAR O NÚMERO DE “PLUGS” LUBRIFICADOS: PARTE SUPERIOR: PARTE INFERIOR: 22 TIRANTES ENTRE OS BRAÇOS: ACHAM-SE LIVRES DE DANOS? ESTOJOS APERTADOS? 23 “BOOGIES”: ACHAM-SE LUBRIFICADOS? TIVERAM DESGASTE VERIFICADO? OPERAM NORMALMENTE NA PISTA E SEM RUÍDO? 24 TUBULAÇÃO PRESSURIZADA: SEM VAZAMENTO? TUBULAÇÃO SE APRESENTA SEM CORROSÃO? TUBULAÇÃO SE APRESENTA SEM DANOS? VÁLVULAS E FLANGES ESTÃO SEM DANOS OU CORROSÃO? 25 SISTEMA DE ANCORAGEM AMARRAS: VERIFICAR DESGASTE E ESTADO (TRIMESTRAL) VERIFICAR ÂNGULOS E PREENCHAR TABELA (TRIMESTRAL) 26 SISTEMA DE AMARRAÇÃO AMARRAÇÃO DE DESGATE: LUBRIFICADA E OK? FISCALIZAÇÃO: SUP. MERGULHO: AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1486 REV. F ANEXO A - FOLHA 03/04.
  15. 15. LISTA DE DADOS Nº: LI- REV. FOLHA: de LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA INSPEÇÃO DE SISTEMAS DE TRANSFERÊNCIA UTILIZANDO MONOBÓIAS MODELO: DATA: CAMPO: S / N ITEM OBSERVAÇÕES BÓIA CABO DE AMARRAÇÃO: SEM AVARIAS E OK? AMASSADA OU COM DANOS? COMENTE: CABO MENSAGEIRO DO SISTEMA AMARRAÇÃO: SEM AVARIAS E OK? CABOS DE AMARRAÇÃO: SEM DESGASTE E OK? SEM AVARIAS OU COMPRIMENTOS DESIGUAIS? COMENTE: ELOS DO SISTEMA DE AMARRAÇÃO: SEM DESGASTES? LUBRIFICAÇÃO DOS ELOS APROPRIADA? MANILHAS DOS CABOS DE AMARRAÇÃO: SEM DANOS? OLHAIS DO BRAÇO DE AMARRAÇÃO ESTÃO OK SEM DESGASTE? SISTEMA DE MANGOTES FLUTUANTES CABO DE VAI-VEM DA PROA APRESENTA-SE SEM DANOS? CARRETEL E MANILHAS APRESENTAM-SE SEM DANOS? “CATCH LINE” DO “BUOY-END” OK? CORRENTE DE SUSTENTAÇÃO DO “TANKER-END” SEM DESGASTES? MANILHA APRESENTA-SE SEM PROBLEMAS OU DANOS? DESENGATE RÁPIDO APRESENTA-SE SEM DANOS? ENCONTRA-SE INSTALADO? MANGOTE “TANKER-END” APRESENTA-SE SEM DANO? COMENTAR: MANGOTES “STANDARD” APRESENTAM-SE SEM DANO? COMENTAR SE HOUVER MANGOTE “BUOY-END” APRESENTA-SE SEM DANO? COMENTAR: NÚMERO TOTAL DE MANGOTES NA LINHA: MARCA: MANGOTE: SUBSTITUIÇÃO DE LINHA (INSPEÇÃO SEMESTRAL) MENSAGEIRO DO MANGOTE SEM AVARIAS? VÁLVULA BORBOLETA OPERANDO NORMALMENTE? FISCALIZAÇÃO: SUP. MERGULHO: AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO PROPRIEDADE DA PETROBRAS, SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE. FORMULÁRIO PERTENCENTE À NORMA PETROBRAS N-1486 REV. F ANEXO A - FOLHA 04/04.
  16. 16. N-1486 REV. F DEZ / 2002 IR 1/1 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B, C, D e E Não existe índice de revisões. REV. F Partes Atingidas Descrição da Alteração Revalidação _____________

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