Inspeq nr 13

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Inspeq nr 13

  1. 1.  Emissão : 8/Junho/1978  1ª Revisão: 08/Maio/1984  2ª Revisão: 26/Abril/1995  Origem: Lei 6514/1997 - Artigo 167 “caldeiras, equipamentos e recipientes em geral que operam sob pressão” estabelecendo a futura norma regulamentadora.  Fiscais da NR-13: Ministério do Trabalho e Emprego DRTs Ministério Público Sindicatos Órgãos Ambientais  Responsável pelo respeito e adequação à NR-13: Proprietário do Estabelecimento.  Promotor da NR-13 na PETROBRAS: Órgão de INSPEÇÃO Órgão de CONFIABILIDADE
  2. 2. CALDEIRAS DE VAPORCALDEIRAS DE VAPOR Equipamentos que produzem e acumulam vapor, em pressão superior a atmosférica, utilizando qualquer fonte de energia, não importando o local da instalação (estacionárias ou transportadas). CALDEIRA DE RECUPERAÇÃO SIM CALDEIRA AQUATUBULAR SIM CALDEIRA FLAMOTUBULAR SIM REFERVEDORES NÃO CALDEIRA DE FLUÍDO TÉRMICO NÃO CALDEIRA DE URE QUENCH COOLER (em fornos geradores de H2) NÃO CAT COOLER (em regeneradores de FCC NÃO
  3. 3. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO Equipamentos submetidos à pressão interna e externa projetada por um código de Vaso de Pressão. QUALQUER RECIPIENTE, INDEPENDENTE DAS DIMENSÕES, QUE CONTENHAM FLUIDO CLASSE A. SIM QUALQUER VASO COM PRODUTO P.Vs8 P EM KPa V EM M3 SIM PERMUTADORES DE CALOR EVAPORADORES REFERVEDORES “REBOILERS” “KETTLE” “TLE” “CAT COOLER” (Permutador + Vaso de Vapor de Calor) “QUENCH COOLER” (Permutador + Vaso de Vapor de Calor) SIM
  4. 4. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO Equipamentos submetidos à pressão interna e externa projetada por um código de Vaso de Pressão. VASO COM CHAMA TIPO TRATADORES DE ÓLEO DE CAMPO DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO SIM VASO ENCAMISADO SIM AUTO CLAVE SIM CALDEIRA DE FLUIDO TÉRMICO SIM PERMUTADORES DE PLACA SIM AIR COOLERS SIM SELOS SIM AMORTECEDORES DE VIBRAÇÃO SIM
  5. 5. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO Equipamentos submetidos à pressão interna e externa projetada por um código de Vaso de Pressão. PISTÕES HIDRÁULICOS SIM AMORTECEDOR DE PULSAÇÃO SIM ACUMULADOR DE FLUIDO HIDRÁULICO DE ATUADORES DE VÁLVULAS SIM PULMÃO DE AR COMPRIMIDO DE COMPRESSORES DE AR DE CAMPO SIM RESFRIADORES DE COMPRESSORES SIM FILTROS DE ÓLEO SIM VASOS E PERMUTADORES DE “PACOTES” DE MÁQUINAS SIM VASO TRANSPORTÁVEL QUE FICA ESTACIONÁRIO POR LONGO TEMPO SIM CILINDROS TRANSPORTÁVEIS NÃO
  6. 6. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO Equipamentos submetidos à pressão interna e externa projetada por um código de Vaso de Pressão. EQUIPAMENTOS DESTINADOS À OCUPAÇÃO HUMANA NÃO VASOS INTEGRANTES DE MÁQUINAS, MOTORES, CILINDROS HIDRÁULICOS OU PNEUMÁTICOS, QUE NÃO POSSAM SER CARACTERIZADOS COMO EQUIPAMENTOS INDEPENDENTES NÃO DUTOS E ACESSÓRIOS DE TUBULAÇÕES NÃO SERPENTINAS PARA TROCA TÉRMICA NÃO RECIPIENTES NÃO ADEQUADOS EM NORMA E CÓDIGO DE PROJETO DE VASOS DE PRESSÃO NÃO VASOS COM DIÂMETRO INTERNO INFERIOR A 150 MM PARA FLUIDOS CLASSE B, C, D NÃO VASOS PROJETADOS COMO ACESSÓRIO DE TUBULAÇÃO NÃO
  7. 7. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO Equipamentos submetidos à pressão interna e externa projetada por um código de Vaso de Pressão. LANÇADORES E RECEBEDORES DE “PIG” EM DUTOS NÃO CILINDRO DE SOLDA NÃO EXTINTOR DE INCÊNDIO NÃO RECIPIENTE DE GÁS AUTOMOTIVO NÃO CILINDRO DE MERGULHADOR NÃO SUBMARINO, PINO DE MERGULHO, CÂMARA HIPERBÁRICA NÃO VASO GERADOR DE ESPUMA PARA COMBATE À INCÊNDIO NÃO GASÔMETRO NÃO VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO Equipamentos submetidos à pressão interna e externa projetada por um código de Vaso de Pressão.
  8. 8. CLASSE DE FLUIDOSCLASSE DE FLUIDOS CLASSE A Fluidos inflamáveis Combustíveis em temperatura igual ou superior a 200ºc Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm Hidrogênio Acetileno Fluidos aromáticos (benzeno, tolueno, etileno) Gás sulfídrico H2S Gás CO CLASSE B Combustíveis com temperatura maior que 200ºC Fluidos tóxicos com limite de tolerância acima de 20 ppm CLASSE C Vapor d’água Gás asfixiante simples (H2, CO2, N2 e gases nobres) Ar comprimido CLASSE D Água Outros fluidos não enquadrados em A, B, C, com temperatura superior a 50ºC CLASSE DE FLUIDOSCLASSE DE FLUIDOS
  9. 9. CALDEIRAS DE VAPORCALDEIRAS DE VAPOR FALTA DE: PSV ajustada <=PMTA; Obs.: nas caldeiras B e C a PSV deve ser testada uma vez por mês. A razão é que não sendo exigido água tratada, pode haver depósitos de sais ou orgânicos na sede, daí o teste para “lavar” a sede. A falta de alavanca na PSV, o que impossibilitaria o teste mensal, é considerado RGI. PI do vapor acumulado; LI nível água do tubulão. Obs.: Não basta a existência do dispositivo ele deve estar bem localizado, inspecionado, mantido calibrado e permitir fácil acesso e ser legível. Atenção: Os indicadores de nível sujos ou de difícil leitura (erro de “paralache”) são motivos de RGI
  10. 10. ÁREA DE CALDEIRA DEVE: Dispor de 2 saídas amplas, permanentemente desobstruídas, em direções distintas, ao nível do solo; Atenção: Caso a(s) caldeira(s) seja(m) instaladas(s) em prédios de mais de um nível de operação ou manutenção, em cada nível deverá haver as 2 saídas distintas. Ter sistema de captação dos gases e material particulado da combustão (chaminé); Ter sistema de iluminação de emergência (ao longo dos acessos e nos pontos de operação junto a caldeira) CALDEIRAS DE VAPORCALDEIRAS DE VAPOR
  11. 11. CALDEIRAS DE VAPORCALDEIRAS DE VAPOR É VETADO: Emprego de “jumps”, grampos que neutralizem intertravamentos e sistemas de controle e segurança; Obs.: só admitido para atender ao plano de manutenção e houver sistema redundante. Operador de caldeira que não atenda aos requisitos do “Treinamento de segurança na operação de caldeiras” e ao estágio conforme NR-13; Atenção: A falta da comunicação prévia do PH ao sindicato sobre o estágio do operador de caldeira é considerado RGI. Operação em condições diferentes das previstas no projeto original; Falta de manual de operação em português.
  12. 12. CALDEIRAS DE VAPORCALDEIRAS DE VAPOR NÃO SE ADMITE: O não atendimento aos prazos das inspeções de segurança; Obs.: no Relatório de Inspeção a falta de alguma das informações previstas é considerado RGI Falta da avaliação de integridade após 25 anos de uso da caldeira.
  13. 13. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO FALTA DE: PSV ajustada <= PMTA no vaso ou sistema; Obs.: disco de ruptura à montante da PSV, para proteção contra corrosão ou entupimento, é permitido. Dispositivo de segurança contra bloqueio inadvertido, tanto à montante como à jusante da PSV; Obs.: * válvula sem volante não atende; * intertravamento mecânico: OK; * fixação da haste ou volante com corrente e cadeado: OK; * corrente com lacre de chumbo: OK * corrente com lacre de plástico: não OK, pois o plástico se deteriora ao tempo.
  14. 14. FALTA DE: Atenção: 1º- A figura 8 e a raquete são também considerados bloqueios inadvertidos, portanto devem ter controle rigoroso nas paradas. 2º- Para os casos de uma PSV protegendo um conjunto de vasos de pressão, atentar que haverá várias válvulas à montante da PSV, que necessitam de segurança contra o bloqueio indevido. PI no vaso ou sistema; Atenção: A indicação da pressão em painel é aceitável, porém avaliar previamente a segurança quando do possível congelamento da tela do monitor de SDCD. Obs.: não basta a existência do dispositivo ele deve estar bem localizado, inspecionado, mantido calibrado e permitir fácil acesso. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO
  15. 15. EM AMBIENTES CONFINADOS: Dispor de 2 saídas amplas, permanentemente desobstruídas, em direções distintas, ao nível do solo; Atenção: No caso de unidades compactas verticalizadas, com os equipamentos instalados em um prédio, para cada nível de operação ou de manutenção deverão haver as 2 saídas distintas. Também este é o caso de estruturas metálicas, de vários níveis, das instalações dos Conversores de UFCC e dos Tambores de Coqueamento de UCR. ventilação permanente; iluminação de emergência (ao longo dos acessos e nos pontos de operação junto ao equipamento). VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO
  16. 16. EM AMBIENTES ABERTOS Dispor de 2 saídas amplas, permanentemente desobstruídas, em direções distintas, ao nível do solo; Atenção: No caso de unidades compactas verticalizadas, com os equipamentos instalados em um prédio, para cada nível de operação ou de manutenção deverão haver as 2 saídas distintas. Também este é o caso de estruturas metálicas, de vários níveis, das instalações dos Conversores de UFCC e dos Tambores de Coqueamento de UCR iluminação de emergência (ao longo dos acessos e nos locais de operação junto ao equipamento). VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO
  17. 17. É VETADO: Emprego de “jumps”, grampos que neutralizem intertravamentos e sistemas de controle e segurança; Obs.: só admitido para atender ao plano de manutenção e houver sistema redundante. Operador de unidade que não atenda aos requisitos do “Treinamento de segurança na operação de Unidades de Processo” e ao estágio conforme NR-13; Operação em condições diferentes das previstas no projeto original. VASOS DE PRESSÃOVASOS DE PRESSÃO
  18. 18. 1.- RESPONSABILIDADE PELA GERÊNCIA E EXECUÇÃO DO PLANO: INSPEÇÃO?, INSTRUMENTAÇÃO?, MECÂNICA?; É DEFINIDO PELA REFINARIA. O ESSENCIAL É A APROVAÇÃO DO PLANO PELO PH E A SUA ASSINATURA NOS RELATÓRIOS. 2.- RESPONSÁVEL PELO REGISTRO DA CALIBRAÇÃO NO RELATÓRIO DE SEGURANÇA; PELO EXECUTANTE COM A CONFERÊNCIA DO PH. 3.- PERIODICIDADE; OS PRAZOS CONFORME DEFINIDOS PELA NR-13 SÃO OS MÁXIMOS, DEVENDO O EXECUTANTE, BASEADO NO HISTÓRICO EXISTENTE, RE-DEFINIR PRAZOS INFERIORES, SE NECESSÁRIO.
  19. 19. 4.- IDENTIFICAÇÃO NO CAMPO COM DATA DA CALIBRAÇÃO PARA GARANTIR A RASTREABILIDADE DO PLANO DE MANUTENÇÃO. É NECESSÁRIO UMA IDENTIFICAÇÃO (PLAQUETA) NO CAMPO COM O “TAG” DO INSTRUMENTO OU PSV, A DATA DA CALIBRAÇÃO E A VALIDADE. 5.- MANUTENÇÃO DE PIS DE CAMPO ATENÇÃO PARA AS PRINCIPAIS DIFICULDADES: • FALTA DE FOLHA DE DADOS DOS PIS • DIFICULDADE DA PRÓPRIA CALIBRAÇÃO (USO DE PI PADRÃO?) • TROCA DE PI, FREQÜENTEMENTE, SEM CONTROLE
  20. 20. 1.- CONDIÇÕES A SEREM ANALISADAS PARA A ESPECIFICAÇÃO E CÁLCULO DA PSV, PORÉM SEM SE CONSIDERAR A SIMULTANEIDADE DE CAUSAS: • SOBRE PRESSÃO OPERACIONAL • FOGO OBS.: VASO DE PRESSÃO LOCALIZADO ACIMA DE 8 METROS, EM RELAÇÃO AO SOLO, É CONSIDERADO NÃO SUJEITO A FOGO • EXPANSÃO HIDRÁULICA OU TÉRMICA • BLOQUEIO INADVERTIDO • FALHA ELÉTRICA • RUPTURA DE TUBO DE PERMUTADOR DE CALOR • FALHA DE UTILIDADE • ERRO OPERACIONAL A VAZÃO DE ALÍVIO É CALCULADA PARA CADA CONDIÇÃO E A ÁREA CORRESPONDENTE DO ORIFÍCIO É DETERMINADA CONFORME API-521.
  21. 21. 2.- A PROTEÇÃO CONTRA O AUMENTO DA PRESSÃO NÃO PODE DEPENDER DE PROCEDIMENTO OPERACIONAL NEM DE SISTEMA DE CONTROLE QUE MONITORA A PRESSÃO. A FORÇA MOTRIZ DO ALÍVIO DE PRESSÃO DEVE SER A PRESSÃO INTERNA DIRETAMENTE, LOGO O USO DAS PSV. 3.- A NR-13 NÃO ACEITA A ALEGAÇÃO DE VASO DE PRESSÃO COMO “INTRINSICAMENTE SEGURO” PARA A NÃO INSTALAÇÃO DE PSV. 4.- O PRAZO MÁXIMO DE INSPEÇÃO DA PSV DE VASOS DE CATEGORIAS DISTINTAS, PROTEGIDOS PELA MESMA PSV, DEVE SER REGULADO PELA CATEGORIA MAIS CRÍTICA. O PRAZO REQUERIDO PELA NR-13 (JUNTO COM A INSPEÇÃO INTERNA) É O MÁXIMO ADMITIDO, PARA DEFINIR O PRAZO REAL SE DEVE LEVAR EM CONTA O HISTÓRICO DA PSV. EM VASOS CRÍTICOS PARA A OPERAÇÃO É COMUM O USO DE PSV DUPLA, COM INTERTRAMENTO MECÂNICO, PARA A MANUTENÇÃO DA PSV, SEM COMPROMETER A CONTINUIDADE OPERACIONAL DA UNIDADE. 2.- A PROTEÇÃO CONTRA O AUMENTO DA PRESSÃO NÃO PODE DEPENDER DE PROCEDIMENTO OPERACIONAL NEM DE SISTEMA DE CONTROLE QUE MONITORA A PRESSÃO. A FORÇA MOTRIZ DO ALÍVIO DE PRESSÃO DEVE SER A PRESSÃO INTERNA DIRETAMENTE, LOGO O USO DAS PSV. 3.- A NR-13 NÃO ACEITA A ALEGAÇÃO DE VASO DE PRESSÃO COMO “INTRINSICAMENTE SEGURO” PARA A NÃO INSTALAÇÃO DE PSV. 4.- O PRAZO MÁXIMO DE INSPEÇÃO DA PSV DE VASOS DE CATEGORIAS DISTINTAS, PROTEGIDOS PELA MESMA PSV, DEVE SER REGULADO PELA CATEGORIA MAIS CRÍTICA. O PRAZO REQUERIDO PELA NR-13 (JUNTO COM A INSPEÇÃO INTERNA) É O MÁXIMO ADMITIDO, PARA DEFINIR O PRAZO REAL SE DEVE LEVAR EM CONTA O HISTÓRICO DA PSV. EM VASOS CRÍTICOS PARA A OPERAÇÃO É COMUM O USO DE PSV DUPLA, COM INTERTRAMENTO MECÂNICO, PARA A MANUTENÇÃO DA PSV, SEM COMPROMETER A CONTINUIDADE OPERACIONAL DA UNIDADE.
  22. 22. 5.- TESTES DE CAMPO DE PSV O TESTE DE FUNCIONAMENTO DA ABERTURA DA PSV COM CÉLULA DE CARGA É PERMITIDO, MAS NÃO SERVE PARA A CALIBRAÇÃO DA VÁLVULA. ESTE TESTE SÓ É APLICÁVEL PARA AS PSVS QUE DESCARREGAM PARA A ATMOSFERA E QUE PERMITEM A RETIRADA DO “CAPUZ” PARA A INSTALAÇÃO DA CÉLULA DE CARGA. ANTES DA EXECUÇÃO SE DEVE VERIFICAR O CERTIFICADO DE CALIBRAÇÃO DA CÉLULA DE CARGA. NO MERCADO AS EMPRESAS PRESTADORAS DESSE SERVIÇO SÃO: CONSOLIDATE E SIGMATRONIC (MAIS CONFIÁVEIS), HOT TEST, HITER- CROSBY E FURMANAITE. 6.- A CALIBRAÇÃO DE PSV DEVE SER FEITA EM BANCADA, NO PRÓPRIO ESTABELECIMENTO. È PREFERÍVEL NÃO FAZER EM INSTALAÇÃO FORA DO ESTABELECIMENTO POIS O TRANSPORTE É PREJUDICIAL À CALIBRAÇÃO.
  23. 23. 8.- É PERMITIDO O USO DE DE DISCO DE RUPTURA (NÃO USAR O DISCO CONVENCIONAL), EM SÉRIE COM PSV PARA OS SEGUINTES CASOS: a) CASOS DE USO: - FLUIDO CORROSIVO - RISCO DE POLIMERIZAÇÃO - VÁLVULA COM HISTÓRICO DE PASSAGEM, PARA PERMITIR A MANUTENÇÃO. b) NÃO USAR O DISCO CONVENCIONAL POIS FRAGMENTA E OBSTRUI A PSV. c) A ÁREA DE PASSAGEM DA PSV TEM QUE SER NO MÍNIMO 10% MAIOR QUE A DO DISCO. d) O DISCO TEM UM ERRO DE ABERTURA SUPERIOR AO DA PSV QUE DEVE SER ANALISADO PARA A SEGURANÇA DA INSTALAÇÃO.
  24. 24. 1.- O PROFISSIONAL HABILITADO É O ENGENHEIRO, COM REGISTRO NO CREA OU CRQ, QUE TEM A COMPETÊNCIA LEGAL PARA SE RESPONSABILIZAR PELOS SERVIÇOS DE INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO COM CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO. CONFORME O CREA TÊM COMPETÊNCIA PARA SEREM PH OS ENGENHEIROS MECÂNICOS, NAVAIS E CIVIS (FORMADOS ATÉ 1932). ALGUNS CREAS COMO OS DO RJ, SP, PA E ES ACEITAM OS ENGENHEIROS METALÚRGICOS COMO PH, DESDE QUE COMPROVADA A COMPLEMENTAÇÃO COM AS CADEIRAS DO CURSO DE GRADUAÇÃO, RELATIVAS A TERMODINÂMICA E TRANSFERÊNCIA DE CALOR. JÁ O CREA DO RS NÃO ACEITA OS ENGENHEIROS METALÚRGICOS COMO PH. CONFORME O CRQ, OS ENGENHEIROS QUÍMICOS TÊM COMPETÊNCIA PARA SEREM PH. 2.- A EMPRESA NÃO PRECISA NEM DEVE NOMEAR UM ÚNICO PH, TAMPOUCO É NECESSÁRIO TER UMA RELAÇÃO DE PHS DISPONÍVEIS; O ENGENHEIRO QUE PREENCHA AS CONDIÇÕES DE COMPETÊNCIA LEGAL PODE DESEMPENHAR AS FUNÇÕES DE PH.
  25. 25. 3.- É INTERESSANTE QUE A EMPRESA TENHA PH DIVERSOS NAS ÁREAS DE PROJETO, MANUTENÇÃO E INSPEÇÃO. 4.- O PH É O RESPONSÁVEL TÉCNICO SOBRE AS CALDEIRAS E VASOS DE PRESSÃO, SEMPRE APOIADO PELOS TÉCNICOS DE OUTRAS ESPECIALIDADES ENVOLVIDAS. 5.- NÃO É NECESSÁRIO INSCRIÇÃO DO PH NA DRT. 6.- O REGISTRO NO CREA OU CRQ É A ÚNICA COMPROVAÇÃO NECESSÁRIA A SER EXIGIDA DO PH. 7.- O PH PODE SER UM ENGENHEIRO CONTRATADO E AO SE CONTRATAR UMA EMPRESA, EXIGIR QUE ELA TENHA REGISTRO NO CREA, ALÉM DOS SEUS ENGENHEIROS. 8.- OS RELATÓRIOS E LAUDOS SÓ TÊM VALOR LEGAL SÓ SE ASSINADOS POR UM PH.
  26. 26. ART É UM DOCUMENTO COM FORMULÁRIO PRÓPRIO COMPRADO NO CREA, QUE O ENGENHEIRO ASSINA E RECOLHE NO CREA, PARA CADA PROJETO OU SERVIÇO DE ENGENHARIA QUE EXECUTA. É INTERESSANTE RECOLHER A ART PARA CADA INSPEÇÃO DE CALDEIRA E UMA ÚNICA ART, CHAMADA “DE FUNÇÃO”, PARA OS VASOS INSPECIONADOS DURANTE O ANO. NA INSPEÇÃO DA CALDEIRA DEVEM ASSINAR A ART, O PH E OS DEMAIS ENGENHEIROS, DAS ESPECIALIDADES ENVOLVIDAS (MÁQUINAS, INSTRUMENTAÇÃO, ELÉTRICA,...), QUE PARTICIPARAM COMO CO-RESPONSÁVEIS PELA INSPEÇÃO. HÁ UMA TENDÊNCIA ATUAL DO CREA LIMITAR O NÚMERO DE VASOS QUE UM DETERMINADO PH PODE INSPECIONAR EM UM ANO. EM CADA UN HÁ UM ENGENHEIRO-RESPONSÁVEL TÉCNICO CREDENCIADO JUNTO AO CREA, QUE CUIDA DO RECOLHIMENTO ANUAL. APESAR DISSO, CONVÉM QUE PARA CADA CALDEIRA SE RECOLHA UMA ART POR INSPEÇÃO, JÁ PARA OS VASOS DE PRESSÃO A RT PODE SER A GLOBAL E ANUAL.
  27. 27. A PLACA É PARA SE VERIFICADA PELA FISCALIZAÇÃO, PORTANTO DEVE: ESTAR EM PORTUGUÊS; USAR UNIDADES DO SISTEMA SI; SER DE FÁCIL ACESSO; SER VISÍVEL E LEGÍVEL A 1,5 M, NÃO PDE FICAR SOB O ISOLAMENTO TÉRMICO; PLACA ANTIGA QUE NÃO ATENDA A NR-13 DEVE SER SUBSTITUÍDA POR PLACA NR-13; NÃO DEIXAR CAMPO EM BRANCO, NAS INFORMAÇÕES DA PLACA, SE FOR O CASO, COLOCAR “NÃO DISPONÍVEL”; INFORMAÇÕES MÍNIMAS: TAG;  FABRICANTE E ANO DE FABRICAÇÃO  PMTA  PRESSÃO DE TESTE HIDROSTÁTICO  CÓDIGO DE PROJETO E ANO DE EDIÇÃO NÃO HÁ NECESSIDADE DA CATEGORIA NA PLACA, MAS É MUITO ÚTIL.
  28. 28. A IDENTIFICAÇÃO DE CAMPO DA CALDEIRA OU VASO DE PRESSÃO DEVE TER O TAG E A CATEGORIA NR-13, E É PARA SER LIDA DE ATÉ 10,0 METROS DE DISTÂNCIA, A PARTIR DOS ACESSOS AO EQUIPAMENTO, DAÍ:  SER DE CARACTERES GRANDES;  VOLTADA PARA A RUA DE ACESSO, SE HOUVER MAIS DE UM ACESSO;  COLOCAR UMA IDENTIFICAÇÃO VOLTADA PARA CADA ACESSO;  PODE SER PINTADA OU EM ADESIVO NO EQUIPAMENTO OU MESMO COLOCADA EM PLACA AO LADO, NO CASO DE EQUIPAMENTOS DE PEQUENO PORTE.  NÃO PINTAR SOBRE O ISOLAMENTO TÉRMICO;  DE PREFERÊNCIA LETRAS E NÚMEROS PRETOS SOBRE FUNDO AMARELO.  NÃO PINTAR SOBRE O “ISOLAMENTO TÉRMICO”;  LETRAS E NÚMEROS PRETOS EM FUNDO AMARELO.
  29. 29. É O LIVRO PRÓPRIO ONDE SÃO ANOTADOS SISTEMATICAMENTE: a) AS OCORRÊNCIAS QUE AFETEM A SEGURANÇA DA CALDEIRA OU DO VASO DE PRESSÃO., TAIS COMO, EXPLOSÕES, INCÊNDIOS, SUPERAQUECIMENTOS, RUPTURAS, TROCA DE TUBOS, DEFORMAÇÕES, TRINCAS, SOLDAS E INTERRUPÇÕES DE SERVIÇO; b) AS DATAS DAS INSPEÇÕES DE SEGURANÇA E O RESPECTIVO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO; c) CONDIÇÕES DE INVIABILIDADE TÉCNICA PARA A REALIZAÇÃO DO TESTES HIDROSTÁTICO, SE HOUVEREM; d) TÉCNICA ALTERNATIVA DE INSPEÇÃO E ENDS UTILIZADOS NESSAS SITUAÇÕES, EM LUGAR DO TESTE HIDROSTÁTICO; e) TRANSFERÊNCIA DE LOCAL DE OPERAÇÃO DA CALDEIRA OU VASO DE PRESSÃO, QUANDO OCORRER; f) DESATIVAÇÃO OU ALIENAÇÃO OU SUCATEAMENTO DA CALDEIRA OU VASO DE PRESSÃO, QUANDO ACONTECER.
  30. 30. PARA AS CALDEIRAS É CONVENIENTE QUE SEJA UM LIVRO DE PÁGINAS NUMERADAS, COMO ESTABELECIDO NA LEI 6514, À PROVA DE BURLA, ISTO É:  NÃO ARRANCAR FOLHAS;  NÃO DEIXAR ESPAÇOS EM BRANCO;  NÃO PODE SER ESCRITO A LÁPIS;  NÃO USAR CORRETOR, EM CASO DE NECESSIDADE DE CORREÇÃO USAR “DIGO” E CORRIGIR;  SE FOR CITADO ALGUÉM, INFORMAR NOME COMPLETO, FUNÇÃO E ÓRGÃO DE LOTAÇÃO;  NÃO USAR ADESIVO;  NÃO COLOCAR MENSAGENS NEM RECADOS. É IMPORTANTE USAR-SE UM LIVRO POR CALDEIRA A SE UTILIZAR O LIVRO DE ANOTAÇÕES DE TURNO PARA LIVRO DE REGISTRO.
  31. 31. NA 1ª PÁGINA DO LIVRO IDENTIFICAR O LIVRO:  DATA DA ABERTURA DO LIVRO;  QUE CALDEIRA ATENDE;  QUE UNIDADE DE PROCESSO E QUAIS OS VASOS QUE ATENDE;  NOME DA EMPRESA;  Nº DE PÁGINAS DO LIVRO. O PH E O OPERADOR, NO CASO DE CALDEIRA, DEVEM SE IDENTIFICAR COM O NOME LEGÍVEL E ASSINATURA APOSTOS NO LIVRO DE SEGURANÇA. PARA O CASO DE VASOS DE PRESSÃO BASTA A ASSINATURA E NOME LEGÍVEL DO PH. PARA O REGISTRO DOS VASOS DE PRESSÃO SE PODE USAR O REGISTRO INFORMATIZADO, EMBORA AINDA NÃO POSSA SER CONSIDERADO À PROVA DE BURLA, NO ENTRETANTO CASO HAJA VANTAGEM NO USO, NEGOCIAR ANTES COM A DRT E COM O SINDICATO. NESTES CASOS VALE A ASSINATURA ELETRÔNICA.
  32. 32.  NO CASO DO USO DE LIVRO PARA O REGISTRO DE VASOS DE PRESSÃO, USAR UM LIVRO POR UNIDADE, PORÉM DIVIDIR AS FOLHAS DO LIVRO PELOS VASOS A SEREM REGISTRADOS, ISTO É, VASO “A”, DAS FOLHAS 2 A 10, O VASO “B” DAS FOLHAS 11 A 20, E ASSIM SUCESSIVAMENTE.  O REGISTRO DAS OCORRÊNCIAS OPERACIONAIS É RESPONSABILIDADE DA OPERAÇÃO E AS INFORMAÇÕES SOBRE AS INSPEÇÕES DE SEGURANÇA PELO PESSOAL DA INSPEÇÃO. PORÉM TODOS DEVEM ESTAR CONSCIENTIZADOS DE QUE O LIVRO DE REGISTROS É COMO A “CAIXA PRETA” OU “DIÁRIO DE BORDO” DO EQUIPAMENTO (CALDEIRA E VASO DE PRESSÃO), ONDE DEVE SER REGISTRADA A VIDA DO EQUIPAMENTO.  NO CASO DE REGISTRO INFORMATIZADO, DO TIPO PROGRAMA PROGERAL, A OPERAÇÃO DEVE SE RESPONSABILIZAR PELO REGISTRO DAS OCORRÊNCIA OPERACIONAIS E A INSPEÇÃO PELAS INSPEÇÕES DE SEGURANÇA.  A GUARDA DO REGISTRO DE SEGURANÇA DE CALDEIRA DEVE FICAR COM A OPERAÇÃO, PORÉM O DOS VASOS PODE FICAR COM A INSPEÇÃO.  APENAS PARA AS CALDEIRAS É NECESSÁRIO O ENVIO DO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO AO SINDICATO PELO PH.
  33. 33. PREPARAR PREVIAMENTE O PAR SEMPRE QUE O PROJETO ORIGINAL FOR ALTERADO OU SEMPRE QUE OS REPAROS COMPROMETAM A SEGURANÇA GERAL DA INSTALAÇÃO. EX.: ALTERAÇÃO MUDANÇA DE CONDIÇÃO DE OPERAÇÃO TROCA DO COMBUSTÍVEL MUDANÇA DE INSTRUMENTAÇÃO PNEUMÁTICA PARA ELETRÔNICA MUDANÇA DO MATERIAL DOS TUBOS EX.: REPARO QUE AFETA A SEGURANÇA TRINCAS NO TUBULÃO TRINCAS NO ESPELHO EX.: REPARO QUE NÃO AFETA A SEGURANÇA “PLUGUEAR” TUBO ENCHER ALVÉOLOS COM SOLDA USINAGEM DA FACE DE FLANGE O PH DEVE ASSINAR O PAR E COLHER AS ASSINATURAS DOS ESPECIALISTAS QUE CONCEBERAM O PAR.
  34. 34. O PESSOAL DE EXECUÇÃO DO PAR DVE SER QUALIFICADO E, QUNADO REQUERIDO CERTIFICADO, A SABER: • inspetor de solda: certificação FBTS; • inspetor de END: certificação ABENDE; • soldador: qualificação pela contratada, com base no ASME IX e norma PETROBRAS N-133; • refratorista: qualificação pela contratada para os processos de socagem manual e projeção pneumática, com base na norma PETROBRAS N-1617; • inspetor de pintura: certificação ABRACO; • pintor: qualificação sem registro; • inspetor de equipamento: qualificação com base na Portaria INMETRO nº 16; • caldeireiro: certificação ABRAMAN; • caldeireiro montador: certificação ABRAMAN; • eletricista: certificação ABRAMAN; • instrumentista: certificação ABRAMAN; • mecânico: certificação ABRAMAN.
  35. 35. NO PAR TEM QUE ESTAR EVIDENTE: • planejamento em cima da RI; • rastreabilidade dos materiais e processos de execução; • controle de qualidade do serviço executado; • uso de pessoal qualificado e certificado. OS RELATÓRIOS DE PAR TÊM QUE SER ARQUIVADOS E RECUPERÁVEIS, EM PASTAS OU EM CD APÓS RASTEIRIZADOS.
  36. 36. O PH DEFINE QUAL A PRESSÃO DO TESTE HIDROSTÁTICO, QUE NÃO NECESSARIAMENTE É A MESMA DO TESTE NA FÁBRICA. CONFORME O MANUAL DA NR-13, RAZÕES MERAMENTE ECONÔMICAS NÃO PODEM SER USADAS PARA JUSTIFICAR A INVIABILIDADE TÉCNICA DO TESTE HIDROSTÁTICO, PORÉM QUANDO A REALIZAÇÃO DO TESTE HIDROSTÁTICO EXIGE SERVIÇOS QUE TRAZEM RISCO PARA O VASO DE PRESSÃO, O TESTE HIDROSTÁTICO PODE SER SUBSTITUÍDO POR OUTRA TÉCNICA DE INSPEÇÃO EQUIVALENTE. SE FOR TECNICAMENTE INVIÁVEL, O TESTE HIDROSTÁTICO DEVE SER SUBSTITUÍDO PELO TESTE PNEUMÁTICO OU POR TÉCNICAS DE INSPEÇÃO ADICIONAIS, QUE DÊEM SEGURANÇA EQUIVALENTE AO EQUIPAMENTO.
  37. 37. CONDIÇÕES DE INVIABILIDADE TÉCNICA 1 RESISTÊNCIA ESTRUTURAL DA FUNDAÇÃO OU DA SUPORTAÇÃO DO VASO INCOMPATÍVEL COM O PESO DE ÁGUA QUE SERIA USADA NO TESTE. 2 EFEITO PREJUDICIAL DO FLUIDO DE TESTE A ELEMENTOS INTERNOS DO VASO (CLORETOS, NECESSIDADE DO AQUECIMENTO DA ÁGUA, ETC.) 3 IMPOSSIBILIDADE TÉCNICA DA PURGA E SECAGEM DO SISTEMA APÓS O TESTE HIDROSTÁTICO. 4 EXISTÊNCIA DE REVESTIMENTO INTERNO HIGROSCÓPICO QUE SEJA AFETADO PELA ÁGUA (REFRATÁRIO, FIBRA DE VIDRO, ETC). 5 INFLUÊNCIA PREJUDICIAL DO TESTE SOBRE DEFEITOS EXISTENTES SUB-CRÍTICOS. 6 RISCO DE FRATURA FRÁGIL DO MATERIAL DE CONSTRUÇÃO DO VASO NA TEMPERATURA DA ÁGUA DISPONÍVEL PARA A REALIZAÇÃO DO TESTE. 7 INVIABILIDADE DE AQUECIMENTO DA QUANTIDADE DE ÁGUA NECESSÁRIA PARA A REALIZAÇÃO DO TESTE.
  38. 38. 8 QUALIDADE INADEQUADA OU QUANTIDADE INSUFICIENTE DE ÁGUA DISPONÍVEL PARA A REALIZAÇÃO DO TESTE. 9 CASOS EM QUE O FLUIDO DE TESTE É ÁGUA CONTAMINADA OU NÃO SEJA A ÁGUA E HÁ IMPOSSIBILIDADE DO DESCARTE DESTE FLUIDO. 10 POSSIBILIDADE DE DETERIORAÇÃO DO CATALISADOR EM CONTATO COM O AR ATMOSFÉRICO. 11 IMPOSSIBILIDADE DO DESCARTE DO LEITO INTERNO DE CATALISADOR. 12 TUBULAÇÕES DE ENTRADA E/OU SAÍDA DE GRANDE DIÂMETRO, SOLDADAS DIRETAMENTE AOS BOCAIS (“STUB ENDS”), SEM FLANGES OU VÁLVULAS DE BLOQUEIO, EM QUE OS SUPORTES NÃO RESISTAM AO PESO DA ÁGUA DO TESTE OU IMPOSSIBILIDADE DE CORTE DA LINHA POR EXIGIR TTAT APÓS SOLDAGEM; 13 VASOS INTERLIGADOS DIRETAMENTE POR SOLDA E COM CONDIÇÕES DIFERENTES PARA O TESTE. CONDIÇÕES DE INVIABILIDADE TÉCNICA
  39. 39.  NA REALIDADE NÃO HÁ TÉCNICA DE INSPEÇÃO QUE DÊ A MESMA SEGURANÇA DO TESTE HIDROSTÁTICO.  O TESTE PNEUMÁTICO É UMA ALTERNATIVA NEM SEMPRE POSSÍVEL E QUE SE DEVE EVITAR.  PORÉM, NO CASO DE SER INVIÁVEL TECNICAMENTE A EXECUÇÃO DO TESTE HIDROSTÁTICO, SE TEM USADO: a) TESTE DE ESTANQUEIDADE COM ARGÔNIO OU HÉLIO, CONFORME ASMR V; b) EMISSÃO ACÚSTICA COMPLEMENTADA COM ENDS; c) ENDS ADICIONAIS AOS UTILIZADOS NA FABRICAÇÃO DO VASO DE PRESSÃO, TAIS COMO: RADIOGRAFIA TOTAL OU ULTRA-SOM TOTAL DAS PARTE S PRESSURIZADAS. OBS.: A EMISSÃO ACÚSTICA NÃO SUBSTITUI A INSPEÇÃO INTERNA, POIS SÓ ACUSA OS DEFEITOS EM PROPAGAÇÃO, NÃO IDENTIFICANDO OESTACIONÁRIOS. A EMISSÃO ACÚSTICA DEVE SER USADA COMO FERRAMENTA DE APOIO DA INSPEÇÃO, PARA OTIMIZAR A APLICAÇÃO DOS ENDS.
  40. 40.  VIDEOSCOPIA É ACEITO PARA A INSPEÇÃO INTERNA, EM EQUIPAMENTOS COM IMPOSSIBILIDADE DE ACESSO INTERNO.  TESTE DE PRESSÃO COM O PRÓPRIO PRODUTO, NO CASO DA INCONVENIÊNCIA DO USO DE ÁGUA, É POSSÍVEL, PORÉM CERCADO DOS CUIDADOS DE CONSEQÜÊNCIAS DE UM POSSÍVEL VAZAMENTO.  O TESTE PNEUMÁTICO PODE SUBSTITUIR O HIDROSTÁTICO, PORÉM É UM TESTE MUITO PERIGOSO, E NÃO PODE SER APLICADO EM QUALQUER VASO DE PRESSÃO.  COMO O AR É COMPRESSÍVEL, NO CASO DE VAZAMENTO, PODE OCORRER UMA EXPLOSÃO, E EM TESTES ACIMA DE 3 A 4 KGF/CM², JÁ SÃO PERIGOSOS. PARA A LIBERAÇÃO DE EXECUÇÃO DE TESTE PNEUMÁTICO O PH DEVE: a) CALCULAR A ENERGIA CUMULADA NO VASO DURANTE O TESTE, QUE A DEPENDER DO VALOR É PROIBITIVA; a) VERIFICAR SE O VASO DE PRESSÃO TEM AS CARACTERÍSTICA DE FABRICAÇÃO NECESSÁRIAS PARA SE AUTORIZAR O TESTE.
  41. 41. CALDEIRA DE VAPOR VASO DE PRESSÃO RESPONSABILIDADES DO PH SIM SIM RECONSTITUIR PRONTUÁRIO QUANDO INEXISTENTE OU EXTRAVIADO SIM SIM ASSINAR REGISTRO DE SEGURANÇA NAS INSPEÇÕES DE SEGURANÇA SIM SIM VERIFICAR E ASSINAR PROJETO DE INSTALAÇÃO SIM SIM SUPERVISIONAR TREINAMENTO DE SEGURANÇA NA OPERAÇÃO SIM SIM AUTORIZAR O USO DE TECNOLOGIAS DE CÁLCULOS OU PROCEDIMENTOS MAIS AVANÇADOS, EM SUBSTITUIÇÃO AOS PREVISTOS PELO CÓDIGO DE PROJETO SIM SIM PREPARAR E ASSINAR OS PARS SIM SIM DEFINIR AS CARACTERÍSTICAS DO TESTE HIDROSTÁTICO, INCLUSIVE A PRESSÃO DO TESTE, APÓS AS INTERVENÇÕES COM SOLDAGEM OU MANDRILAGEM DE PARTES SOB PRESSÃO NR-13 & PROFISSIONAL HABILITADO
  42. 42. NR-13 & PROFISSIONAL HABILITADO CALDEIRA DE VAPOR VASO DE PRESSÃO RESPONSABILIDADES DO PH SIM SIM REALIZAR AS INSPEÇÕES DE SEGURANÇA: INICIAL, PERIÓDICAS E EXTRAORDINÁRIA SIM NÃO ENCAMINHAR CÓPIA DO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO À REPRESENTAÇÃO SINDICAL, SOMENTE DE CALDEIRAS SIM SIM ASSINATURA DO RELATÓRIO DE INSPEÇÃO E DEFINIR O RIGOR DA INSPEÇÃO EXTERNA, EECUTADA DURANTE A OPERAÇÃO: POR EX.: REMOÇÃO TOTAL OU PARCIAL DO ISOLAMENTO TÉRMICO E/OU DO “FIRE PROOFING” SIM NÃO AVALIAR A INTEGRIDADE DA CALDEIRA ACIMA DE 25 ANOS SIM SIM DISPENSAR O TESTE HIDROSTÁTICO NAS PEQUENAS INTERVENÇÕES SUPERFICIAIS
  43. 43. NR-13 & PROFISSIONAL HABILITADO CALDEIRA DE VAPOR VASO DE PRESSÃO RESPONSABILIDADES DO PH SIM SIM ANOTAÇÃO DO REGISTRO DE SEGURANÇA DA INVIABILIDADE TÉCNICA DO TESTE HIDROSTÁTICO E DEFINIR AS TÉCNICAS ALTERNATIVAS DE INSPEÇÃO EMPREGADAS EM SUBSTITUIÇAO AO TESTE SIM SIM SUPERVISIONAR TESTE PNEUMÁTICO SIM SIM EMITIR O RELATÓRIO DE INSPEÇÃO APÓS INSPEÇÃO DE SEGURANÇA SIM SIM SUPERVISIONAR O ESTÁGIO PRÁTICO DO OPERADOR SIM SIM NOTIFICAR O SINDICATO DA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO PRÁTICO

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