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Metro Cúbico (M3) Para a maioria dos gases, rochas e madeira;
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6. O texto “CONCEITO” de cada classe orientará, dentre outras coisas, quan...
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Formação e Uso das Referências Comerciais
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código seqüencial atribuído pelo SAP que vai de 00.000.001 a 99.999.999.
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transferida uma das descrições catalogadas.
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7.1. A opção pelo PNP1 deve ser escolhida quando o cadastrador estiver tra...
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mostrado na figura abaixo, assinalando os “Filhos” que devem ser bloqueado...
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Formação dos Números de peça Mistos
(Antigo CP-07 - 10/10/2004)
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marks” não são a única identificação desses artigos, mas a mais difundida....
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GL Galão CIN Cinza
GM Grama INC Incolor
KG Quilograma ou kgf LAR Laranja
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Anexo 7
Formação dos Números de peça Mistos
(Antigo CP-07 - 10/10/2004)
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e) Bloco indicativo do tamanho, cor ou alguma outra particularidade do mat...
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Anexo 8
Cadastramento de Marcas ou “Fabricantes”
(Antigo CP-08 - 10/10/200...
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o Código deve ser formado pela sigla correspondente à sua Razão Social. Ex...
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escolhido pelos critérios:
a) pela denominação usada para distinguir as “D...
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Figura 2
6 Entidades que encerraram suas atividades ou foram incorporadas...
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Figura 3
Figura 4
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Anexo 9
Critérios para Reconhecimento de Equivalências
(Antigo CP-05 - 10...
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6. Um produto que só possa ser considerado equivalente para as aplicações...
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Anexo 10
Descrições de Compra
(Antigo CP- 06 10/10/2004)
1. FORMAÇÃO e OB...
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simples23
e dizer apenas das características essenciais para o reconhecim...
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Plataforma metálica; 0,987 t; Conforme DES 3110031223140CEC001.
Umbilical...
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108
Anexo 11
Formulação dos Textos Breves
(Antigo CP- 09 10/10/2004)
1. Texto...
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109
4. Para reduzir o tamanho do Texto Breve utilizam-se as seguintes regras ...
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LT Latão
MO Monel
PE Termoplástico à base de polietileno
PEAD Termoplásti...
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111
Anexo 12
Nomes dos Materiais
(Antigo CP- 04 10/10/2004)
1. Os Nomes Padro...
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• “Anel de segmento para compressor”, da Classe 40151610 tem o modificado...
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113
11.8. O termo reparo é usado para designar um conjunto heterogêneo de peq...
RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005
114
ANEXO-14
CLASSIFICAÇÃO FISCAL DE MERCADORIAS
1) A Classificação Fiscal de...
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115
os do “Centro 0900” serão levantados de forma sistemática e tratados
cent...
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1) VÁLVULAS PARA ESCOAMENTO DE PIAS DE COZINHAS OU BANHEIROS
Capítulo 84:...
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5) A NCM é utilizada para estruturar informações de caráter fiscal e trib...
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Apostila de catalogação de materiais anexos -sap-r3 ed jan 2005

  1. 1. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 70 ANEXO 1 (Entrada no R/3 e no Catálogo do EBP0 1 - Para acessar a tela de entrada do SAP, coloque na página de entrada da Petronet o endereço http://sap.petrobras.com.br Esse endereço conduz à tela abaixo, onde deve ser escolhida a opção “Acesso ao R3”. Que roda um programa de acesso que abre a janela onde se escolhe o mandante “PEP- Petrobras R3”1 . Com chave e senha, entra-se na tela inicial do R/3, onde se escolhe a função que se vai executar. Para criar material, a função é a MM01, que pode ser digitada diretamente no 1 Para entrar no EBP, deve-se clicar na opção “Consulta ao Catálogo” do primeiro bloco de opções.
  2. 2. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 71 espaço em branco do lado esquerdo superior da tela ou seguindo o menu de logística conforme a tela subseqüente. Todas as demais funções podem ser escolhidas de forma semelhante, e se houver dúvida, deve-se consultar a mesa de ajuda no telefone 881. Também e possível criar um menu de Favoritos, utilizando-se essa funcionalidade no menu da régua superior da tela.
  3. 3. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 72 ________________________
  4. 4. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 73 Anexo 2 UNIDADES DE FORNECIMENTO (Antigo CP-3 - 10/10/2004) 1. A Unidade de Medida Básica (UMB) é um dado de “mandante” de cadastramento obrigatório. A UMB indica o padrão de medição pelo qual um material é quantificado em vários processos. Outras unidades de medida, mais adequadas a algumas transações, podem ser associadas à UMB através de fatores de conversão. 1.1. A UMB possibilita a elaboração de estatísticas, em nível do item, por ser única para todos os Centros, independentemente das formas de aquisição, mas não deve ser confundida com a forma de unitização da mercadoria. 1.2. A diversidade de UMBs limita-se às que são previstas pela legislação do IPI, mas com abreviaturas estabelecidas pela SAP (Unidade “UN”; Par “PAR”; Milheiro “MIL”; Metro linear “M”; Metro quadrado “M2”; Metro cúbico “M3”; Litro “L”; Quilograma “KG”). 1.3. A UMB é utilizada para controlar estoques, definir os parâmetros de ressuprimento, bem como para harmonizar e totalizar os quantitativos dos materiais movimentados por um Centro ou Armazém. Ela também é utilizada para definir as quantidades requeridas nas requisições de materiais. 1.4. A UMB, atribuída a um material, só pode ser modificada se não existirem estoques, requisições de compra, programas de remessa, parâmetros de ressuprimento ou pedidos do material em qualquer UN. 2. A escolha da UMB deve considerar a forma de o requisitante expressar suas necessidades, bem como a conveniência de se usar o menor número de unidades de medida ao longo de toda a cadeia de processos do suprimento, considerando que: 2.1. Quando a embalagem ou a forma de unitizar um material é um requisito da aplicação, esses dados devem fazer parte da descrição do material (Ex. garrafões de água mineral especialmente projetados para bebedouros; bisnagas de silicone para aplicadores etc). Nesses casos a UMB deve, preferencialmente, ser a unidade “UN”. 2.2. Alguns instrumentos legais2 obrigam a utilização de “Unidades Padrão da Receita” (UPR) nos documentos fiscais que informam valores de compras e de ativos ao Poder Público. Essas Unidades Padrão são estabelecidas por posição fiscal na Tarifa Externa Comum (TEC). Sempre que possível as UPRs devem ser escolhidas como UMBs. Resumidamente, as UMBs recomendadas são apresentadas no quadro a seguir: Unidade-Padrão Aplicação Genérica Unidade (UN) Para a maioria dos artigos que não se constituem “Produtos de Quantidade Variável”; Par (P) Para luvas, calçados, patins e assemelhados; Milheiro (MIL) Para tijolos, telhas e assemelhados; Metro Linear (M) Para cordoaria, fios e cabos elétricos, tubos não metálicos, correias, perfis e tecidos, filmes fotográficos e de raios-X semi-acabados ; Metro Quadrado (M2) Para madeira laminada, vidros laminados, peles, papéis de parede, ladrilhos, pastilhas e outros revestimentos, tecidos de veludo e atoalhados; 2 Instrução Normativa SRF n° 61 de 21/12/1995, IN68/95 e portaria SRF13/95 da Secretaria da Receita Federal
  5. 5. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 74 Metro Cúbico (M3) Para a maioria dos gases, rochas e madeira; Litro (L) Para águas e algumas bebidas; Quilate Para jóias e pedras preciosas e semipreciosas Quilograma (KG) Para quase todos os “Produtos de Quantidade Variável” (tubos e chapas de aço, produtos químicos, matérias-primas a granel etc ; 2.3. Quando a unidade de medida básica não for a UPR, a UMP deve ser a UPR, de forma que o processo de “Recebimento” do material, bem como de envio de estatísticas ao Poder público se faça sem descontinuidades. 2.4. A unidade “UN” não pode ser escolhida como UMB de materiais de quantidade variável quando a forma de unitização ou de acondicionamento não constar de sua descrição. 2.5. Preferencialmente, cada classe de material no UNSPSC deve ter apenas uma UMB. 3. Outras unidades de medida alternativas (UMA), mais adequadas a cada processo são utilizadas no R/3, sendo que todas elas precisam ser associadas à Unidade de Medida Básica por meio de fatores de conversão. De forma que é possível operar com essas unidades, mas fazer as totalizações e parametrizações do suprimento em UMB. Entre essas Unidades de Medida estão: 3.1. Unidade de Medida de Pedido; 3.2. Unidade de Preço do Pedido; 3.3. Unidade de Medida WM (para administração de depósito); 3.4. Unidade de Medida de Saída; 3.5. As unidades alternativas registradas, bem como seus fatores de conversão, são dados de mandante de uso facultativo pelo Centro. As UMA podem até ser pode ser um critério de unitização (par, milheiro, grosa, dúzia, etc), um tipo de embalagem (fardo, tambor, frasco, lata etc.), Entretanto, as unidades de capacidade variável (lata, balde, bombona, fardo etc) só podem ter um fator de conversão válido para toda a Companhia. 3.6. Ao utilizar uma unidade de medida alternativa (diferente da UMB), o usuário será forçado a cadastrar o fator de conversão correspondente (vide figura 2). Esse fator será expresso por um numerador e denominador inteiros. 3.7. Uma unidade de medida adicional do elenco de unidades admitida pode não estar sendo utilizada por nenhum Centro. Nesse caso, e só nesse caso, ela pode ser excluída relação de UMA do item. 4. A Unidade de Medida de Pedido é um dado de Mandante, que pode ou não ser transferida automaticamente para as Requisições de Compra. Ela também tem especial importância quando a UMB não coincide com a Unidade Padrão da Receita, pois poderá ser utilizada, para totalizar demandas, volumes de compras e de estoques, bem como para elaborar as estatísticas em nível de Classe, e gerar automaticamente relatórios gerenciais para o Poder Público, de forma que toda a cadeia de processos (técnicos, administrativos, comerciais, contábeis e tributários) poderá ocorrer sem descontinuidades, considerando algumas condições (de certa forma incoerentes): 4.1. Quando não houver uma UMP cadastrada o sistema considera a UMB como UMP. 4.2. “UMP var.” é um dado de mandante, na Visão de Compras, facultativo, mas alterável em todos os Centros. Esse dados ativa ou desativa a transferência automática da unidade de medida de pedido ou da UMB para os documentos de compra.
  6. 6. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 75 4.3. No caso de a UMB não coincidir com a UPR, a UMP deve coincidir, ainda que a “UMP var.” não seja ativada. Dessa forma ficará assegurada a automação dos processos que consolidam demandas e estoques para as estatísticas legais e de gestão. 4.4. Por exemplo, no caso de tubos metálicos, cuja UPR estabelecida é o KG, a Petrobras usa como UMB o metro. A UMP deve ser o KG. No caso de chapas, a UMB será o “KG”, de forma que não há necessidade de UMP, devendo a “UMP var.” ser marcada para transferir automaticamente a UMB para os documentos de compra 5. O fator de conversão também pode ser cadastrado antecipadamente na ficha “Unidades de Medida” do bloco de “Dados Adicionais” que é acessado através do botão “Dados Adicionais” (na segunda barra superior de botões, nas telas de Dados Básicos), como ilustrado na figura 1. 5.1. Por exemplo, um tubo de aço, 8”, Sch 40 pesa 42,55kg/m e tem como UMB o metro “M”. Na figura 1, coluna UMA (Unidades de Medida Alternativas) são indicadas as unidades de medida cadastradas. Figura 1 5.2. O fator de conversão de cada “UMA” é expresso por um quociente de números inteiros, no qual o numerador é colocado na coluna dos “X” e o denominador na coluna dos “Y”. Esse quociente, multiplicado pela quantidade expressa em UMB é igual à quantidade em UMA. No exemplo da figura 1 temos: 4255 x 1m = 42,55kg 100 5.3. A alimentação dessa tabela também poderá ser feita de forma indireta e compulsória, sempre que um usuário necessite cadastrar um fator de conversão para uma operação local que não esteja em UMB. Isso pode ocorrer nas visões de Compras ou Gestão de Estoques entre outras.
  7. 7. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 76 6. O texto “CONCEITO” de cada classe orientará, dentre outras coisas, quanto à UMB padronizada para cada PDM. Para acessar esse conceito, deve-se marcar a classe e acionar a opção “Exibir dados mestre”, do menu “Ambiente”. ______________________ NUMERADOR DENOMINADOR
  8. 8. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 77 Anexo 3 Representação dos Documentos que Particularizam Itens (Antigo CP-11 - 10/10/2004) 1. Um material que não possa ser particularizado por uma descrição técnica, baseada em normas de padronização e especificação, e que também não possa ser individualizado por uma referência comercial (por possuir uma configuração ou projeto especial para uma aplicação determinada) deve ser particularizado pelo código identificador do Documento Técnico que define as particularidades desse material. 2. O Documento Técnico que particulariza o material pode ser um Desenho (DES), uma Especificação Técnica (ET), uma Requisição de Material (RM), um “Memorial Descritivo” (MD), uma Folha de Dados (FD) um “Pedido” etc. O código que identifica esse documento é registrado no campo “Desenho de Engenharia” da visão “Dados Básicos 2”. 3. O SAP-MM está programado para não admitir dois materiais particularizados pelo mesmo Desenho de Engenharia, pressupondo-se que itens com o mesmo Documento Técnico são idênticos. 4. O registro do documento pode ser feito em até sete campos, como pode ser visto na figura abaixo. Entretanto, é usual que apenas dois desses campos sejam utilizados na identificação. O “Documento”, com até 22 caracteres e o “Tipo de Documento”, com 3 caracteres. Sendo que só o primeiro é utilizado para verificar a duplicidade de itens. 5. Outros documentos de engenharia, vinculados ao material (Certificados, Relatórios de Inspeção, Planilhas de Verificação, Manuais de operação ou Manutenção, Desenhos de subconjuntos etc) mas que não são aqueles utilizados para particularizam o item são registrados em outros campos. A indicação de sua existência aparece no quadro imediatamente acima do que indica o “Desenho de Engenharia!”
  9. 9. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 78 6. Quando o documento técnico no qual se baseia a descrição é um documento da Unidade de Negócio, o código que o identifica é padronizado localmente. Contudo, seu registro deve ser iniciado pela sigla que identifica a UN ou um órgão da UN na época em que o item foi catalogado. Por exemplo, para um Anel de Labirinto de turbina a vapor: REDUC-DIMAN M914-001 7. Quando o documento técnico é um documento da Petrobras, o código que o identifica é padronizado e tem uma estrutura formada por seis blocos, como na representação abaixo. O significado de cada um desses blocos pode ser compreendido através da norma N-1710. Por exemplo, a RM-3010.03-1223-512-AAL-001 tem o seguinte significado: Categoria do Documento Identificação da Instalação Área de Atividades Classe de Serviços e Materiais Origem do Documento Cronológico RM 3010.03 1223 512 AAL 001 Requisição de Material p/ Plataforma Auto-elevatória PA-13 Planta de Processo em Plataforma Tanque Pressurizado Araujo Abreu Engenharia S.A. Primeira Requisição Nestes casos: • o primeiro bloco (RM, DES, FD etc) é registrado no campo “Tipo de Documento”; • o conteúdo do segundo ao quinto bloco no campo “Documento”; • o conteúdo do sexto bloco (cronológico) é abandonado. 8. Quando o documento técnico é de autoria do próprio “Fabricante” do material, o Documento Técnico é tratado como um “Part Number”, cadastrado na visão de “Compras” como uma Referência Comercial (ainda que possa ser replicado como Documento Técnico associado). Ex. Para um protetor sanfonado de uma Turbina a Vapor temos: DEDINI D78517121400, Folha 1, posição 15 9. O Desenho de Engenharia incorpora-se ao final da descrição do material antecedido da expressão “Conforme docum.”. Essa expressão é inserida automaticamente pelo SAP-MM. Vide figura abaixo:
  10. 10. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 79 10. A consulta a materiais através do Desenho de Engenharia é feita na janela de pesquisa intitulada “Materiais por nº documento de referência”. 11. Quando um material é particularizado alternativamente pelo Desenho de Engenharia e por uma referência comercial de um “fabricante” os dois dados são utilizados para impedir duplicidades, e ambos aparecem na descrição. ______________________________
  11. 11. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 80 Anexo 4 Sistemática de Classificação Pelo UNSPSC (Antigo CP-01 - 10/10/2004) 1. Classificar um material é enquadrá-lo numa estrutura de categorias estabelecidas em função de afinidades relacionadas com a sua origem, natureza ou propósito3 . 2. A Classificação dos materiais é a primeira etapa do processo de Catalogação de Materiais e serve aos seguintes objetivos: a) Simplificar a localização dos materiais e das informações a eles vinculadas; b) Permitir a elaboração de estatísticas e a estruturação de outras informações agrupadas, relativas a fornecedores, materiais e aos processos que os utilizam; c) Possibilitar a atualização ou o processamento em massa de informações vinculadas diretamente aos materiais; d) Padronizar a linguagem utilizada para designar os materiais e seus agrupamentos. e) Agilizar as transações inter-empresariais propiciadas pelo comércio eletrônico. f) Facilitar o enquadramento dos materiais em outras classificações utilizadas na Companhia. 3. A sistemática de classificação de materiais adotada pela Companhia é mantida no módulo de classificação do SAP. Ela se constitui numa versão da estrutura hierárquica de classificação da Universal Standard Products and Services Classification (UNSPSC), desenvolvida e mantida pela Electronic Commerce Code Management Association (ECCMA) e substitui a antiga estrutura de Grupos e Classes do “Federal Supply Classification” (FSC). 4. A sistemática de classificação do UNSPSC é formada por uma estrutura hierárquica de cinco níveis, exemplificada pelo diagrama abaixo: 39 SISTEMAS ELÉTRICOS 12 Componentes e Suprimentos Elétricos 12 Canalizações e Vias para Fios e Cabos 02 Eletroduto Código Identificador da Classe ao qual está associado um Padrão de Descrição (PDM) 5. Os agrupamentos criados ou adaptados pela Petrobras possuem um quinto nível, 3 No Mestre de Materiais do SAP (MM), há outros critérios de classificação, voltados para aspectos fiscais e contábeis, que não são objeto deste estudo. Segmento Família Classe Mercadoria 39 12 12 02
  12. 12. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 81 designado por uma letra como exemplificado na figura a seguir. Essas adaptações são feitas em consonância com as regras do UNSPSC e nos casos discriminados no item 7 deste estudo. 20 MAQUINÁRIO E ACESSÓRIOS PARA MINERAÇÃO 12 Equipamentos de Perfuração e Operação de Poços 28 Equip. para Sondas de Perfuração e de Recondicionamento 29 Mesas Rotativas B Partes de Mesas Rotativas Classe ao qual está associado um Padrão de Descrição (PDM) 6. Os Segmentos (primeiro nível da estrutura, nos quais se subdivide o UNSPSC) abrangem todas as atividades econômicas (bens e serviços) e estão relacionados a seguir. Os Segmentos utilizados para classificar materiais aparecem em negrito. 10 Plantas e animais vivos, suprimentos e acessórios para agronomia 11 Minerais, têxteis e transformados não alimentares da agropecuária 12 Produtos químicos, bioquímicos e gases 13 Plásticos, borracha e elastômeros 14 Materiais e produtos de papel 15 Combustíveis, aditivos para combustíveis, lubrificantes e materiais anti-corrosivos 20 Maquinaria de mineração e acessórios 21 Maquinaria para agropecuária, caça e pesca ou extrativismo 22 Maquinaria para construção civil 23 Maquinaria para a indústria de manufatura e de processo 24 Equip. e suprimentos para manuseio, acondicionamento e estocagem de material 25 Veículos, componentes e acessórios 26 Equipamentos para geração e distribuição de energia 27 Ferramentas e máquinas de uso geral 30 Estruturas, construções, componentes e suprimentos para construção 31 Componentes e suprimentos manufaturados 32 Componentes e suprimentos eletrônicos 39 Suprimentos e acessórios de eletricidade e iluminação 40 Sistemas de distribuição e condicionamento, equipamentos e componentes 41 Equipamentos para medição, testes, observação e laboratório 42 Equipamentos, suprimentos e acessórios médicos Segmento Família Classe Mercadoria Agrupamento Adicionado 20 12 28 29 B
  13. 13. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 82 43 Componentes e suprimentos de comunicações e informática 44 Suprimentos e acessórios de escritório 45 Equipamentos e suprimentos para impressão, fotografia e áudio-visuais 46 Equipamentos e suprimentos de defesa, segurança pessoal, industrial e patrimonial 47 Equipamentos e suprimentos para limpeza 48 Equipamentos e suprimentos para prestação de serviços 49 Instrumentos musicais e equipamentos de recreação 50 Bebidas e produtos de tabacaria 51 Drogas e produtos farmacêuticos 52 Mobiliário, eletrodomésticos e produtos eletrônicos pessoais 53 Vestuário, malas, bolsas e produtos de toalete 54 Relojoaria, joalheria e pedras preciosas 55 Publicações 56 Mobiliário e utilidades 70 Serviços vinculados à agronomia e à agropecuária 71 Serviços de mineração, perfuração e produção de petróleo 72 Serviços de construção e manutenção civil 73 Serviços vinculados à produção industrial e à manufatura 76 Serviços de limpeza 77 Serviços vinculados ao meio ambiente 78 Serviços de transporte, correio e estocagem 80 Serviços de gestão, administração e negócios 81 Serviços de pesquisa e desenvolvimento 82 Serviços de desenho industrial, editoração e artísticos 83 Serviços públicos e correlatos 84 Serviços financeiros e de securutização 85 Serviços de saúde 86 Serviços de educação e treinamento 90 Serviços de viagens, alimentação, hospedagem e entretenimento 91 Serviços pessoais e domésticos 92 Serviços de defesa, ordem pública e segurança 93 Serviços de organização de eventos 94 Serviços prestados por clubes e organizações 99 Materiais ainda não classificados 7. As “Famílias”, “Classes” e “Mercadorias” nas quais se subdividem os “Segmentos” da UNSPSC podem ser conhecidas no sítio http://www.unspsc.org/browse ou no Módulo de Classificação do SAP. Sendo que, no SAP, ele já terá sofrido as adaptações requeridas pela Petrobras. As seis adaptações estruturais previstas são: a) Supressão das categorias que não são utilizadas pela Companhia (por exemplo: material bélico, insumos para a indústria de cimento e papel etc). b) Consolidação de várias mercadorias na classe imediatamente superior da estrutura hierárquica, quando as espécies4 de material abrangidas pelo último nível 4 Espécie é um conjunto de materiais com um mesmo objetivo funcional, e designadas por um mesmo Nome Padronizado.
  14. 14. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 83 do UNSPSC são de pouca importância para os negócios da Companhia, ou são adquiridos raramente (por exemplo: A Classe 51101500A – Antibióticos; 11101500A - Minerais etc.) c) Desdobramento de mercadorias, quando o agrupamento inclui variedades que precisam ser descritas por um conjunto muito heterogêneo de características, tornando-se conveniente a existência de Padrões Descritivos distintos para um mesmo agrupamento da UNSPSC. (por exemplo, a mercadoria UNSPSC 39121003 – Transformadores para instrumentos - foi desdobrada em 39121003A – Transformadores de corrente para instrumentos e 39121003B – Transformadores de potencial para instrumentos). Esse desdobramento também pode se justificar pela necessidade de subdividir uma espécie de material, a fim de possibilitar a formulação de listas ou estatísticas para a gestão, ou para facilitar a estruturação do Cadastro de Fornecedores, por subespécies. Nestes casos, cada subespécie torna-se uma Classe de Mais Baixo Nível do SAP, com um mesmo código alfanumérico de oito algarismos, seguidos de uma letra maiúscula atribuída seqüencialmente. d) Criação de mercadoria relativa a uma espécie de material utilizada pela Companhia mas ainda não está prevista no UNSPSC (por exemplo: 30151500A - Telhas de fibrocimento) e) Criação de uma classe denominada “Partes ferramentas ou acessórios do equipamento ...”, quando é necessária e não existe no UNSPSC: uma classe específica para “partes” (componentes especificamente projetados para um equipamento, tais como cabeçote de motor, quadro sinótico de painel, para-lamas de automóvel, rotor de bomba etc) de um determinado equipamento; uma classe específica de ferramentas de uso exclusivo na manutenção ou montagem de um equipamento determinado (por exemplo: 20121400F – Ferramentas para lavagem após caioneio); ou uma classe específica de acessórios cuja utilização é sempre feita em associação com o equipamento designado (por exemplo: 30211600B – Acessórios para bandejas de cabos) . 8. Outras adaptações, não estruturais, feitas na versão Petrobrás do UNSPSC são: a) Adaptação da terminologia utilizada na tradução do UNSPSC, considerando a terminologia das Normas Técnicas da Petrobrás e das Normas Brasileiras, bem como os princípios para escolha dos Nomes Padronizados definidos no estudo CP-04 – Escolha dos Nomes Padronizados. b) Lista de Palavras-chave compostas por todos os Nomes Padronizados existentes num agrupamento do UNSPSC, bem como sinônimos e apelidos pelos quais o material pode ser procurado, de forma a permitir a localização das Classes (com seu respectivo PDM) e dos materiais. c) Inclusão de Conceitos e de figuras que esclareçam a natureza das mercadorias classificadas ou a abrangência dos subconjuntos. 9. Para localizar um material, a Classe em que ele se enquadra ou o Nome Padronizado pelo qual um material deve ser designado, o usuário do SAP-MM deve ativar a janela de “Procura por Palavra-Chave” e digitar o string5 de interesse. A seguir, escolhe o nome procurado em uma lista que exibe os Nomes com daquele string. 5 String é uma expressão, palavra ou parte de uma palavra cuja seqüência de caracteres é utilizada para localizar um conteúdo do texto ou tabela que se esteja pesquisando.
  15. 15. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 84 Ao fazer essa escolha, a tela apresentará o Nome Padronizado e o código que identifica a Classe do SAP-MM, no qual a mercadoria é enquadrada. A partir dessa janela, o usuário pode conhecer um texto que conceitua inequivocamente a espécie de material, bem como o Padrão Descritivo (PDM) para essa mercadoria. 10.No caso de uma espécie de material ainda não constar da estrutura de classes do SAP- R/3 (não existir a plavra-chave pela qual um objeto foi procurado), utilizam-se as seguintes regras do UNSPSC para enquadrar uma nova mercadoria no sistema: a) Primordialmente, um material é classificado do nível mais elevado (“Segmento” do UNSPSC) para os níveis mais baixos, juntamente com outros que servem a um mesmo propósito ou função; b) Em segundo lugar, um material é classificado com outros cuja fabricação requer processos similares e, portanto, é manufaturado em indústrias similares; c) Se as duas regras anteriores não forem aplicáveis, o material será classificado em função da matéria prima predominante para sua fabricação; d) Quando uma mercadoria possui vários usos ou nichos de suprimento, ela será enquadrada no segmento industrial onde sua comercialização ocorre com mais intensidade; e) Partes (componentes de aplicação determinada ou especial) enquadram-se na mesma classe do equipamento para o qual foram projetados (por exemplo: 30181503A Ducha higiênica e suas partes), numa classe específica do UNSPSC (25111922 Partes de monobóia) ou numa classe derivada do mesmo equipamento (por ex.:31181604A Partes de selo mecânico). Quando as partes são poucas e existem várias mercadorias com muitas semelhanças, pertencentes ao mesmo ramo da estrutura hierárquica, a classe de “Partes de ...” pode ser derivada do nível imediatamente superior ao do equipamento (ex. A Classe 26101500A Partes de motores de combustão interna). f) Peças de um equipamento (componentes padronizados de uso comum a vários equipamentos) enquadram-se na classe específica (ex.: parafusos rolamentos; contatores etc); g) A classe 99.00.00.00 é reservada para alocação temporária de mercadorias ainda não classificadas. 11.A existência de uma classe de “Partes de …” gera uma dificuldade adicional de enquadramento, quando as descrições disponíveis não permitem saber se um material designado pelo montador do equipamento é uma peça (componentes de aplicação geral com uma classe própria) ou uma parte de aplicação determinada ou especial. Nesses casos, o componente deve ser enquadrado como “parte” e, posteriormente, (em geral, no recebimento), se essa parte for reconhecida como “peça”, a sua classificação deve ser modificada. 12.As classes utilizadas no SAP-MM são caracterizadas pelo “Tipo 001”, que as identifica como “Classes de Material”. Por uma opção de configuração e de consistência do SAP, elas devem ser replicadas na tabela de Grupo de Mercadorias. 13.As classes de material são hierarquizadas por vínculos lógicos e classificadas em três “grupos de classes”:
  16. 16. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 85 • Grupo “Materiais-Grupo”: caracteriza uma Classe de último nível com mais do que um Nome Padronizado; • Grupo “Materiais-Nome”: caracteriza uma Classe de último nível, que tem apenas um Nome Padronizado; • Grupo “Materiais-Geral”: caracteriza uma Classe que não é de último nível e que serve fará formar agrupamentos mais abrangentes utilizados para estruturar o Cadastro de Fornecedores e elaborar estatísticas de uso mais gerencial. 14.Para acompanhar a evolução do UNSPSC, acomodando novas mercadorias ou novas formas de agrupar ou designar os materiais na Companhia, o Sistema de Classificação do SAP-R3 será atualizado, permanentemente pelo Órgão de Classificação de Sede da Companhia. Esse Órgão também representa a Petrobrás na ECCMA e coordena a participação da Companhia no encaminhamento de proposições e votações de atualização do UNSPSC. _____________________
  17. 17. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 86 Anexo 5 Formação e Uso das Referências Comerciais (Antigo CP-10 - 10/10/2004) 1. A Referência Comercial (RC) serve para particularizar um produto6 ou um item de material que não seja completamente individualizado pela sua descrição. Ela é uma associação lógica entre o código (ou do nome de fantasia) que identifica uma mercadoria, e a identificação da entidade que estabeleceu esse código ou nome. Ex.: SIEMENS 3TB52-22-0AG1 (Contator) BR LUBRAX MD-400SAE40 200L (Óleo lubrificante) IEC FD-40L/N-FA8-38/1200 (Lâmpada) 1.1. O Anexo 8 orienta o cadastramento das entidades (“Fabricantes”) que estabelecem códigos utilizados nas Referências Comerciais. 1.2. O Anexo 6 orienta o uso e a complementação dos Códigos de Fabricantes que não individualizam um produto. 1.3. O Anexo 7 orienta a formulação de “Códigos de Fabricantes” que deverão ser criados pelo cadastrador quando o pseudo “Fabricante” for o próprio Órgão. Essa necessidade ocorre para materiais cujo cadastramento exige uma particularização por RC ou documento técnico e nenhum dos dois existe. 1.4. Este estudo orienta a escolha e configuração das Referências Comerciais em diferentes circunstâncias. 2. As entidades que identificam artigos são chamadas “Fabricantes” e podem ser: 2.1. “Marcas” – entidades que representam corporações ou empresas gestoras de produtos, com fabricação própria ou delegada; (Pirelli; GE; NSK; Bosch; Cooper etc.). No SAP, essas entidades são classificadas no “Grupo de Contas7” ZFNP que reúne o que foi denominado “Fabricantes para Número de Peça”. As entidades ZFNP são identificadas por um código mnemônico8 de 10 caracteres alfanuméricos escolhidos pela pessoa que o cadastra no SAP. 2.2. “Associações” – são entidades que que promovem o uso de identificadores neutros e de uso mundial (IADC; AFBMA; ISO; IEC; CIMIS; PIDEX; API etc.). No SAP, essas entidades também são classificadas no “Grupo de Contas” ZFNP - Fabricantes para Número de Peça. Essas entidades são identificadas pela sua sigla, com até 10 caracteres. 2.3. “Intermediadores” – revendedores ou distribuidores que remarcam os artigos que comercializam. Esses intermediadores podem ter atuação ampla ou apenas local (Casa Titus; Platinum; Sears; Casa dos Freios etc.). No SAP, essas entidades são categorizados como: ZFES se forem “Fornecedores estrangeiros” ou ZFPJ se forem “Pessoas Jurídicas domiciliadas no Brasil”. Ambas são identificadas por um 6 Produto: Mercadoria produzida/comercializada por um determinado fornecedor. Se essa mercadoria é um dos produtos que possui características capazes de atender economicamente aos requisitos de um determinado item de material com controle de estoques, ela é chamada de”equivalência” ou de item “filho” do material que é controlado, e chamado de item “Pai”. Se esse produto não tem sucedâneo, ou se, dentre as equivalências, ele é o predominante (pelo critério do item 6 deste estudo), o próprio produto é catalogado como item “Pai” e é sobre ele que serão feitos os controles de estoques e movimentações dele e das demais equivalências que lhe forem associadas. 7 Grupo de Contas: Categorização das entidades “externas” que integram o “Mestre de Fornecedores” onde são cadastradas as entidades com as quais são feitas transações. 8 Menemônico: que auxilia o reconhecimento ou a memorização.
  18. 18. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 87 código seqüencial atribuído pelo SAP que vai de 00.000.001 a 99.999.999. 2.4. "Produtores" - fabricantes de produtos manufaturados, que também os comercializam. No SAP, essas entidades também são categorizadas como: ZFES se forem “Fornecedores estrangeiros” ou ZFPJ se forem “Pessoas Jurídicas domiciliadas no Brasil”. 2.5. “Montadores”- fabricantes de equipamentos que agregam partes e peças, próprias ou de terceiros, identificando-as com códigos próprios válidos para apenas um, ou para vários projetos. No SAP, essas entidades, bem como os “Produtores” e “Montadores” são categorizados como ZFES ou ZFPJ. 2.6. “Centros”- Negócios, Unidades Operacionais, Órgãos ou Subsidiárias que criam “Part numbers” próprios para alguns dos materiais que utilizam. Essas “entidades” são classificadas no “Grupo de Contas” ZFCE e são identificadas pelo código identificador de seu “Centro” no SAP. 3. Aos matérias passíveis de serem especificados por mais do que uma Referência Comercial9 é necessário atribuir um “Perfil de Número de Peça Básica” – PNP1, PNP2 etc. - que definirá procedimentos automáticos em vários processos do SAP. Esse condicionamento é definido numa tela específica como ilustrado a seguir: a- b- c- d- e- f- g- h- Onde, para cada perfil PNPx: a) Se o “Txt.pedido p/n° peça fabr.” for assinalado, a descrição que vai para o “Pedido” (antiga AFM) ou para o “Contrato” (antiga AFMG) será aquela elaborada ou modificada nas fases anteriores do processo de aquisição (Requisição de Material, Solicitação de Cotação ou Cotação). Se não, 9 Se não for atribuído o perfil PNPx não será possível incluir itens “Filho” ao item “Pai”
  19. 19. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 88 transferida uma das descrições catalogadas. b) Se o “N° peça fab.obr.” for assinalado, o material será identificado pelo “Part number” do fornecedor e não pelo NM da Companhia nos pedidos e nos programas de remessa. c) Se o “Mudança do n° peça.fab.” for assinalado, o material NPF poderá ser trocado por um equivalente ao longo do processo, inclusive na entrada das mercadorias. d) Se o “Regs.Info para n° peça fabric.” For assinalado, os registros “info” (históricos de processos de compra) só serão criados para materiais NPF e não para materiais “Pai” com NM. e) Se o “Proc.QM para N° PF” for assinalado, os registros “info” de qualidade só poderão ser criados para materiais NPF, e não para materiais “Pai” com NM. Além disso, o fabricante será incluído como critério adicional na seleção do plano de controle e no controle dinâmico da qualidade. f) Se o “ Administração LPFA” for assinalado, o SAP verifica as entradas na “Lista de Peças de Fabricante Admitidas”, durante a entrada de um material NFP. Com isso, o produto de um fabricante pode ser vetado para um determinado Centro. g) Se o “Atualização SIL” for assinalado, as estruturas do “Sistema de Informação para Logística” serão atualizadas no item “Pai” e no material NFP. Caso contrário, a atualização ocorrerá apenas com o produto correspondente ao item “Pai”. h) Se a “Regra ver.fabricante” for assinalada, o SAP pode verificar se a combinação “”Fabricante/Centro do Fabricante” foi definida como parceiro no registro mestre de fabricante/fornecedor. 4. A identificação atribuída pelos “Fabricantes” ė chamada “Nº de Peça de Fabricante” (NP nos sistemas legados ou MPN no SAP). Os MPNs podem ser: 4.1. “MPNs substituídos” – “Part numbers” cuja fabricação foi descontinuada mas que devem permanecer no sistema para facilitar as pesquisas (ex. NU 313, que identificava um rolamento da SKF substituído pelo NU 313 EC, com maior capacidade de carga); 4.2. “MPNs originais” – “Part numbers” atuais atribuídos pela indústria que produziu a parte ou peça que o MPN identifica; 4.3. “MPNs remarcados” – “Part numbers” atuais que foram atribuídos por um “Intermediador” ou por um “Montador” a artigos produzidos por “Produtores” ou “Montadores” (ex.: o código 5.039.259-2 da Casa Titus, atribuído à luminária Y- 60;3 da Peterco); 4.4. “MPNs de fantasia” – “Part numbers” atuais cujo núcleo é formado pelo nome de fantasia utilizado para divulgar uma linha de produtos. Em geral, esses “part numbers” não são a única identificação desses artigos e são “mistos”. Isto é: são formados por uma parte que indica a linha de produtos ou o seu padrão, e uma parte que explicita as variantes desse padrão (ex.: PIRASTIC 2,5MM2-VDR, para fio PIRELLI de 2mm² na cor Verde; MARBRAX CCD20 SAE420 200LI– para óleo da BR em tambores de 200 litros). 5. A tipologia dos “Fabricantes” é definida pelo “Grupo de Contas de Fornecedores” (vide item 2) que também define procedimentos automáticos em vários processos de suprimento. A parametrização desses procedimentos é definida em telas específicas e tem influência na: 5.1. Formação das descrições nos documentos de compra com fornecedor conhecido e
  20. 20. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 89 desconhecido; 5.2. Uso de código de barras (EAN-UPC); 5.3. Encaminhamento das aquisições eletrônicas e uso de pré-contratos regionais e globais; 5.4. Estruturação do cadastro de fornecedores; 5.5. Avaliação de fabricantes e registro de divergência em fornecimentos; 5.6. Escolha de licitantes e preferência justificada de marcas; 6. Considerando o Decr. 2745, deve-se escolher Referências Comerciais tão neutras e conhecidas quanto seja possível10 . Nesse sentido, um material com controle de estoques (apelidado de item “Pai” - vide nota de rodapé na página 1), quando necessário, deve ser especificado, pela ordem: 6.1. Por uma RC de entidade tipo “Associação”, se existir e for reconhecida pelo mercado; 6.2. Por uma RC de entidade tipo “Produtor” ou “Montador” para materiais de fornecedor sabidamente exclusivo (partes de equipamentos ou produtos especiais); 6.3. Por uma RC de entidade tipo “Marca”, se o artigo for produzido por diferentes unidades fabris ou se é comercializado por redes de revendedores. Havendo várias marcas equivalentes, deverá ser preferida a marca cujos catálogos técnicos sejam mais difundidos no mercado ou na Companhia. 6.4. Por uma RC de entidade tipo “Produtor”, se só for conhecido um fabricante para o artigo. 6.5. Por uma RC de entidade tipo “Montador”, se não for conhecido um fabricante para o artigo ou se se tratar de partes de equipamentos; 6.6. Por uma RC de entidade tipo “Intermediador”, se não existir qualquer outra RC e houver pré-contrato para o item; Exceto nos casos 6.1 e 6.2, deve-se agregar a expressão “ou sucedâneo”, à indicação da “marca”, do “produtor”, do “montador” ou do “intermediador”, indicando que a RC não é uma escolha, mas um artifício para sintetizar os requisitos de aplicação do material. 7. Para cadastrar a Referência Comercial do item “Pai”, o cadastrador não precisa indicar o “Perfil de Número de Peça Básica” – PNPx . Porém, se existe a possibilidade de virem a ser acrescentadas equivalências representadas por itens “Filho”, deve-se cadastrar esse dado. As figuras abaixo ilustram os dois perfis válidos atualmente PNP1 e PNP2. 10 O Regulamento do Procedimento Licitatório Simplificado da Petrobrás instituído pelo Decreto 2745 de 24/AGO/98 dispõe em seu item 1.8 e 2.3 alínea “a” que é “vedada a preferência de marca” ou dispositivos que “restrinjam o caráter competitivo da licitação”. Além disso, no item 1.3 estabelece que “a definição de características” deve conter os elementos necessários “ ao perfeito entendimento dos interessados”.
  21. 21. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 90 7.1. A opção pelo PNP1 deve ser escolhida quando o cadastrador estiver tratando de um material “Pai”, que pode ter artigos equivalentes e para o qual o “comprador” escolherá as Referência Comerciais que devem ou não ser utilizadas na compra que estiver executanto. 7.2. Quando algum Centro (UN) quiser bloquear o uso de determinados ou todos os itens “Filho” nas compras de sua UN, o perfil PNP1 deverá ser trocado pelo perfil PNP2, o que só deve ser feito por um comprador, habilitado a usar a função MP01 – “Atualizar Lista de Peças de Fabricante Admitidas (LPFA)”. 7.3. Isso porque, ao trocar um PNP1 por um PNP2, o comprador deverá também cadastrar a lista “LPFA”, com todos os itens “Filho” correspondentes, como
  22. 22. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 91 mostrado na figura abaixo, assinalando os “Filhos” que devem ser bloqueados no seu “Centro”. Se essa lista não for cadastrada, nenhuma Referência Comercial aparecerá na Descrição de Compra. _________________________
  23. 23. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 92 Anexo 6 Formação dos Números de peça Mistos (Antigo CP-07 - 10/10/2004) 1. A Referência Comercial (RC) é a associação do código ou nome de fantasia utilizado para identificar11 uma mercadoria, com o fabricante, ou outra entidade que tenha estabelecido e publicado esse código ou nome12 . 1.1. A RC é utilizada para particularizar um item de material que não seja individualizado pela sua descrição. Essa prática ocorre para materiais pouco normalizados, com diferenciações tecnológicas ou comerciais para identificar artigos13 personalizados por fabricantes ou distribuidores. 2. Todas as entidades que identificam artigos são chamadas de “Fabricantes”, embora também possam ser: 2.1. “Marcas” – entidades que representam corporações gestoras de produtos mundiais com fabricação própria ou delegada; (Pirelli; GE; NSK; Bosch; Cooper etc.) 2.2. “Associações” - que promovem o uso de identificadores neutros e de uso mundial (IADC; AFBMA; ISO; IEC; CIMIS; PIDEX; API etc.); 2.3. “Intermediadores” – revendedores ou distribuidores que remarcam os artigos que comercializam. Esses intermediadores podem ter atuação ampla ou apenas local (Casa Titus; White Martins; Platinum; Sears; Casa dos Freios; etc.) 2.4. "Produtores" - fabricantes de produtos manufaturados, que também os comercializam 2.5. “Montadores”- fabricantes de equipamentos que agregam partes e peças, próprias ou de terceiros, identificando-as com códigos próprios válidos para apenas um, ou para vários projetos (Por extensão, pode-se considerar os Órgãos da Companhia neste caso, vide nota 2 no rodapé). 3. A identificação atribuída pelos “Fabricantes” ė chamada “Nº de Peça de Fabricante” (MPN). Os MPNs podem ser: 3.1. “MPNs substituídos” – “Part numbers” cuja fabricação foi descontinuada mas que, em alguns casos, devem permanecer no sistema para facilitar as pesquisas (ex. NU 313, que identificava um rolamento da SKF substituído pelo NU 313 EC, com maior capacidade de carga); 3.2. “MPNs originais” – “Part numbers” atuais atribuídos pela indústria que produziu a parte ou peça que o MPN identifica; 3.3. “MPNs remarcados” – “Part numbers” atuais que foram atribuídos por um “Intermediador” ou por um “Montador” a artigos produzidos por “Produtores” ou “Montadores” (ex.: o código 5.039.259-2 da Casa Titus, atribuído à luminária Y- 60;3 da Peterco); 3.4. “MPNs de fantasia” – “Marcas comerciais” cujo núcleo é formado pelo nome de fantasia utilizado para divulgar uma linha de produtos. Em geral, essas “trade 11 Identificar = neste caso, fazer um código ser considerado idêntico a um objeto, representando-os nos processos administrativos. 12 Os “fabricantes” são representados na RC por um mnemônico de 10 caracteres alfabéticos. Mas se o “fabricante” for um Órgão da Companhia,, ele é representado pelo código numérico de 4 algarismos que identifica seu “Centro” no SAP. 13 Artigo = Mercadoria produzida por um determinado fornecedor, e que possuem características capazes de atender economicamente aos requisitos de aplicação de um determinado item de material.
  24. 24. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 93 marks” não são a única identificação desses artigos, mas a mais difundida. Elas são formadas por uma parte que indica a linha de produtos ou o seu padrão, e outra, que explicita detalhes ou variações desse padrão. Por exemplo: O óleo mineral SAE420 200LI da BR em tambores de 200 litros cujo MPN é identificado pelo MPN: MARBRAX CCD20 SAE420 200LI 4. Esse último tipo de MPN é denominado MPN-Misto porque, muitas vezes, ele é formulado pelo comprador, que se encarrega de ajuntar à “marca” o adendo que particulariza e especifica cada artigo da linha de produtos que essa marca representa. Por exemplo: Marca Original Adendo TD-VE 1/2IN (para purgador SARCO de ½ pol) (*) PIRASTIC 2,5MM2-VRD (para fio PIRELLI, de 2mm², na cor verde) (*) (*) A parte em negrito foi acrescentada ao NP ou marca originais. 5. Na formulação do MPN-Misto deve-se considerar que toda a Companhia poderá procurar materiais por essa designação. Portanto, sua sintaxe precisa ser padronizada.. Nesse sentido, devem ser observados os seguintes critérios: 5.1. As orientações do catálogo do fornecedor, se existirem, devem ser seguidas no que se refere à seqüência, conteúdo e forma de codificar as propriedades do produto que não possuem representação no MPN original, ressalvadas as observações deste Anexo. 5.2. Deve-se evitar a criação de um MPN-Misto quando a parte complementar do MPN original precisar representar mais do que duas características do produto, a menos que essa complementação seja regulamentada pelo fabricante. 5.3. O MPN-misto deve ser o menor possível. 5.4. Os caracteres com cedilha e acentos devem ser substituídos por seus correspondentes não-modificados. 5.5. Devem ser evitadas as letras “O”, “I“, que podem ser confundidas com numerais. 5.6. Os espaços devem ser utilizados apenas para separar subgrupos de símbolos que representem um conceito completo. Ex.: FC40 1/8NPT 0-21BAR (para manômetro WIKA) 5.7. Quando a entidade que estabeleceu a sistemática de codificação não definir outra seqüência para os adendos à marca, deve-se relacionar primeiro aquele adendo que trata da principal função que o material desempenha. 5.8. Se necessário, devem ser usados os mnemônicos abaixo relacionados para formular os adendos aos códigos: MEDIDAS CORES CC Centímetro cúbico AMA Amarelo LI Decímetro Cúbico (litro) AZU Azul GDE Grande BRA Branco
  25. 25. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 94 GL Galão CIN Cinza GM Grama INC Incolor KG Quilograma ou kgf LAR Laranja MC Metro Cúbico MAR Marrom M Metro PRE Preto MQ Metro Quadrado VML Vermelho MED Médio VRD Verde MM2 Milímetro Quadrado MATÉRIA PRIMA PEQ Pequeno AC Aço carbono POL Polegada AI Aço inoxidável LB Libras por Pol. Quadr. Al Alumínio RM Resma AL Aço liga V Volt BZ Bronze W Watt FF Ferro Fundido OUTROS LT Latão CL Classe MO Monel GR Grau PP Polipropileno STD Standard TI Titânio TP Tipo ROSCAS SW Encaixe para solda NPT Rosca NPT BSP Rosca BSP 5.9. No caso de materiais adquiridos sistematicamente de Companhias que usam a UM “polegada”, deve-se omitir a indicação da UM ou representá-la por “IN”. Como na pesquisa ou na verificação da unicidade da Referência Comercial, o SAP trata espaços e caracteres não significativos como inexistentes, se houver possibilidade de confusão com outra medida de grafia similar, deve-se usar a notação decimal da polegada após o número misto. Por exemplo: Representa-se 1 1/16IN por 1 1/16(1.0625)IN para que o processamento automático não considere esse valor igual ao 11/16pol. _______________________
  26. 26. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 95 Anexo 7 Formação dos Números de peça Mistos (Antigo CP-07 - 10/10/2004) 1. Quando houver necessidade de cadastrar um item de material despadronizado, que não esteja especificado por um documento técnico, nem por uma Referência Comercial conhecida, será necessário estabelecer uma “Referência Comercial Interna”, de forma a viabilizar o seu cadastro no SAP. Pois quando o PDM não verifica a unicidade, o SAP/MM exigirá a inclusão dessa forma de particularizar o registro de um material. 2. Essa Referência Comercial Interna será uma associação lógica entre um código que identifica o objeto e o Centro que estabeleceu esse código. Ex.: “Fabricante” “Referência Comercial Interna” Centro 0050 MEC-00135 CENPES 1050 BRASMETAL-UGH1820-SUPORTE-2x3,5 REDUC 2300 TURBOM-CALD-MORSA 3,5m UN-ES 3. A identificação do Centro é feita com o mesmo número que o representa nas transações do SAP enquanto que o código que identifica o objeto é formulado a critério de cada Órgão, mas considerando que esse código: • Poderá ter até 40 caracteres alfanuméricos; • não poderá se repetir; • deverá facilitar a associação ao material (ser mnemônico); • deverá ser sistematizado para que sua estrutura sempre se repita de forma coerente, proporcionando facilidades para localizar o registro. Por isso, é conveniente que ele seja um código significativo (cada parte contenha alguma informação). Para sistematizar esse código sugere-se a combinação de dois ou mais blocos de informação dentre os abaixo, entre outros, como exemplificado no item 2: a) Bloco indicativo da origem do material, o qual poderia ter um menu do tipo: • AUTODIESEL- • CASACRUZ- • FUNDICAO- • TEKINT- • DIMAN3- b) Bloco indicativo da natureza do material, o qual poderia ter um menu do tipo: • PINO- • CHAVETA- • PLUG- • INDICADOR- • TAMPA- c)Bloco indicativo da aplicação do material, o qual poderia ter um menu do tipo: • TAG1421- • UFCC1250- • KRANE-CAR- • CASCO-P50- • CAPACETE- • MAQSOLDA- d) Bloco indicativo da especialidade do material, o qual poderia ter um menu do tipo: • MEC- • TUB- • CALD- • ELETR- • INTR- • ESCR-
  27. 27. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 96 e) Bloco indicativo do tamanho, cor ou alguma outra particularidade do material que o diferencia de outras variedades da mesma espécie: • VERDE- • 25,4MM • 5POL • 110V • 2,2HP • 2X3,5M f) Bloco seqüencial não significativo, que deve ser formado prevendo-se a quantidade máxima de casos que poderá ocorrer: • 00001 • 00002 • 00003 • 00004 • ........ • 99999 ________________________________
  28. 28. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 97 Anexo 8 Cadastramento de Marcas ou “Fabricantes” (Antigo CP-08 - 10/10/2004) 1. As entidades que estabelecem códigos ou nomes de fantasia para identificar seus produtos são cadastradas no SAP como ”Fabricantes para Número de Peça” (ZFNP). A necessidade desse cadastramento é desencadeada quando se precisa catalogar um desses produtos, e a entidade correspondente ainda não está cadastrada. 2. Em geral, essas entidades são fabricantes mas, algumas delas são distribuidores, outras são entidades normalizadoras (ISO, IEC, API, IADC etc.). Em alguns casos, são marcas que identificam padrões comerciais consagrados (3M, GE, SKF etc.), mas também podem ser órgãos da Petrobras que criam referências comerciais para materiais que mesmos eles fabricam ou que não dispõem de referência comercial. 3. Essas entidades compõem as Referências Comerciais para diferenciar e dar sentido aos “part numbers” que identificam os artigos por elas identificados. 4. Cada um desses “Fabricantes” é identificado por um “Código de Fabricante” que é estabelecido pelo cadastrador, em conformidade com este procedimento. Acompanham esse cadastramento alguns dados de identificação que visam dar alguma rastreabilidade e possibilidade de comunicação com essas entidades. Por exemplo: Código “Fabricante” BRDISTRIB Petrobras Distribuidora S.A. VILLARES Grupo Villares GE Marca “GE” PLATINUM Distribuidor de autopeças e elementos de máquinas 1050 Refinaria Duque de Caxias – REDUC 5. A menos que o “Fabricante” seja um órgão da Petrobras, o Código de Fabricante é mnemônico (seqüência de caracteres escolhida de forma a facilitar a memorização ou associação à Marca Comercial ou à Razão Social da entidade que identifica), e é um dado- chave (não pode ser alterado), devendo ser formulado com os seguintes critérios: a) Deve basear-se na logomarca ou sigla da entidade ou nos termos de maior significância de sua Razão Social. Nesse último caso, deve expressar o núcleo da Razão Social do Gestor da Marca, eliminando-se os termos da Razão Social que não tenham maior significado (SA, LTDA, CIA., Indústria, Imp. e Exp. etc.); b) Pode possuir, no máximo 10 caracteres. Se necessário, a parte final deve ser truncada; c) Deve ser único – não se admitem repetições. Se for necessário cadastrar marcas homônimas, elas devem ser diferenciadas por um adendo, conforme o item 4.3; d) Não deve ser uma particularização de outro “Fabricante” já cadastrado e designado de forma mais ampla, para que não ocorra a possibilidade de duplo enquadramento14; e) Quando for absolutamente necessário, o núcleo do código e o adendo modificador poderão ser abreviados, ajuntados ou ter letras suprimidas; f) Quando os termos que compõem a Razão Social não têm um significado marcante, 14 Nestes casos, pode ser necessário criar um novo registro (código novo para “fabricante” antigo) e passar todas as referências catalogadas para o novo registro, criando as condições para inclusão de seu “homônimo”.
  29. 29. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 98 o Código deve ser formado pela sigla correspondente à sua Razão Social. Ex. FAP para “Fábrica de Aparelhos de Precisão” e CBV para “Companhia Brasileira de Válvulas”. g) No caso de “joint ventures”, quando não houver espaços para aplicar os recursos acima, prevalecerá o primeiro nome da associação ; 6. Na primeira tela do SAP, utilizada para cadastrar um “Fabricante” (vide figura 1), o primeiro campo a ser preenchido é o “Grupo de Contas” onde se indica que a entidade é um “Fabricante para Número de Peça” assinalado como ZFNP (vide figura a seguir)15. Essa indicação torna obrigatória a entrada do código de 10 caracteres que vai ser o identificador do “Fabricante”. Figura 1 4.1 O segundo campo a ser preenchido é o Código do Fabricante, que deve ser criado conforme o item 3 e não pode ser modificado posteriormente16; 4.2 Quando as entidades homônimas são empresas multinacionais17 que utilizam o mesmo sistema de codificação em todos os países nos quais tenha sede, elas não devem ser diferenciadas, pois são como as “Marcas” registradas em âmbito mundial. Ex. SKF; SIEMENS; ERMETO etc. 4.3 Quando for necessária18 a colocação de um adendo diferenciador, esse adendo deve ser 15 Também são cadastrados outros tipos de “Fabricantes” ZFES (Fornecedores Estrangeiros) e ZFPJ (Pessoas Jurídicas Nacionais). Tais fabricantes serão identificados por um número de 10 algarismos, e serão vinculados às marcas, de forma que não ocorram duplicidades nas Referências Comerciais nem falsas informações de que o item não está catalogado no SAP. 16 Para substituir um “Fabricante” é necessário criar outro, passar todas as referências comerciais para o novo fabricante (utilizando o “MERCURY” e, só depois marcar para eliminar o “Fornecedor” cujo código está com um mnemônico indesejável. 17 Companhias que conduzem suas atividades em escala internacional mas com direção e estratégias definidas centralizadamente a partir de uma base estrangeira. 18 Os adendos foram utilizados no início do cadastramento das marcas mas revelaram-se desnecessários para a maioria dos casos.
  30. 30. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 99 escolhido pelos critérios: a) pela denominação usada para distinguir as “Divisões” (geralmente a linha de produtos à qual cada unidade de negócios se dedica) e nas quais é segmentado o grupo empresarial ao qual pertence a entidade. Como exemplos, apenas ilustrativos temos: Dresser Valve Instrument Div DRESSER-VA Dresser Machinery Group DRESSER-MA pela sigla do país em que a entidade tem sua sede, se as entidades homônimas não são subsidiárias de uma mesma holding e, por isso, suas sistemáticas de codificação são independentes. Ex.: The Federal Bearings Com FEDERAL-EU Federal do Brasil Ltda FEDERAL-BR 4.4 Quando um fabricante tem sua Razão Social alterada, de forma tal que também seja necessário alterar seu código (em decorrência de uma incorporação, fusão, cisão, formação de “joint venture” ou mesmo de uma estratégia de comercialização), esse fabricante deve ser tratado como uma nova entidade. Nesses casos, os produtos de sua linha possuirão novas Referências Comerciais, cadastradas como equivalentes às Referências Comerciais antigas19. 4.5 Quando os “Fabricantes” são “Centros” 20 do SAP, esse código é formado pelos mesmos 4 algarismos que identificam o Centro como Órgão da Companhia. A inclusão desse tipo de “Fabricante” é feita pelos Administradores do SAP. 4.6 Só devem ser catalogadas entidades que publiquem (em catálogos ou na INTERNET) os códigos que elas utilizam para identificar seus produtos ou os materiais de que se ocupam. Fornecedores do comércio que só tenham expressão local (só comercializem seus produtos em uma cidade ou micro-região), não devem ser catalogados. Nesse caso, se for absolutamente necessário, as Referências Comerciais de caráter local devem ser cadastradas como se o “Fabricante” fosse o próprio Órgão interessado. Neste caso, no campo destinado ao NP, deve ser colocado, além desse NP, o nome simplificado da firma que estabeleceu a codificação. Por exemplo: Supondo que o “fabricante” “Casa dos Freios” tenha atribuído um código “VW-326” para um determinado artigo que não tem “part number” do fabricante, a referência comercial ficaria: 19 De forma análoga, se uma empresa adquiriu o direito de fabricação de produtos que já possuem Referência Comercial do fabricante original, o novo fabricante pode ser cadastrado para formar Referências Comerciais equivalentes às primeiras. Por exemplo: a INEPAR fabrica contatores LG com os mesmos NPs utilizados pela LG internacional. Cada um desses contatores possuirá uma Referência Comercial da INEPAR e outra da LG, cadastradas como produtos equivalentes. 20 Negócios, Unidades Operacionais, Órgãos ou Subsidiárias que criam “Part numbers” próprios para alguns dos materiais que utilizam ou identificam.
  31. 31. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 100 4. Na segunda tela do SAP, utilizada para cadastrar um “Fabricante” (vide figura 2), deve-se cadastrar: 5.1 Nome do Fabricante (com até 40 caracteres), preferencialmente com toda a Razão Social e evitando-se as abreviaturas. Sendo que, quando uma empresa transnacional possui uma matriz no Brasil, a Razão Social desta matriz é a que comporá o registro catalogado21. Observar que, quando se estiver lidando com uma marca (utilizada por diferentes empresas do mesmo grupo, ou fabricadas sob licença de uma corporação) em vez da Razão Social, deve-se colocar apenas o mote da sua logomarca (GE, Mercedes Benz, Caterpillar etc.) como Razão Social, para evitar que essa entidade seja confundida com um das pessoas jurídicas que produz a marca em questão. 5.2 Conceito de pesquisa (com até 20 caracteres) com os elementos da designação desses “fabricantes” que mais provavelmente serão utilizados como elementos de pesquisa para a localização das marcas22; 5.3 Sigla padronizada do país em que a sede da organização gestora da marca está instalada. 21 Se necessário podem ser retiradas da Razão Social as preposições e expressões sem maior significado “ltda, Corporation, etc.) 22 Para escolha desses elementos ,pode-se consultar os elementos utilizados nos buscadores da internet para o mesmo “fabricante”. Para que não se cadastrem materiais em duplicidade, um no “Fabricante para número de peça” (ZPNF) e outro numa eventual pessoa Jurídica, com os mesmos conceitos de pesquisa, será desenvolvido um programa em ABAP que só permitirá chegar aos ZPNF quando se pesquisar o “Fabricante” na visão de compras . Correspondendo ao “fabricante” REDUC
  32. 32. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 101 Figura 2 6 Entidades que encerraram suas atividades ou foram incorporadas por outra entidade, devem permanecer cadastradas no SAP enquanto houver pelo menos uma Referência Comercial em qualquer Centro. Uma entidade deve ser excluída quando não mais compõe qualquer Referência Comercial no SAP. 7 A figura 3 e 4 ilustram formas de pesquisar a lista de materiais com um do “Fabricante” utilizado para compor sua Referência Comercial.
  33. 33. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 102 Figura 3 Figura 4 ____________________________
  34. 34. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 103 Anexo 9 Critérios para Reconhecimento de Equivalências (Antigo CP-05 - 10/10/2004) 1. Produtos de um fabricante, com um razoável grau de normalização, que atendem a um determinado conjunto requisitos normalizados, de forma que podem ser substituídos por produtos concorrentes de outras procedências. Esses produtos devem ser catalogados como materiais que o R/3 chama “Peça de Fabricante” ou ZERS. Cada “Peça de Fabricante” recebe um “Número de Material” próprio, mas deve ser vinculado a um outro item de material (item pai), através do qual são feitas as requisições e o controles dos estoques. 2. Por ouro lado, produtos similares, mas de procedência diversa, sempre apresentam alguma diferenciação em função da tecnologia do produto ou dos processos produtivos, ou mesmo da estratégia de comercialização adotada por cada fabricante. Entretanto, embora não existam equivalências perfeitas, são considerados equivalentes os produtos que atendem técnica e economicamente a uma especificação normalizada que cubra todos os aspectos funcionais das aplicações desse item. Ex.: • Lâmpadas para a mesma tensão e com o mesmo código IEC-1231 são consideradas equivalentes, independentemente das diferenças de expectativa de vida de cada marca; • Eletrodos de solda, com o mesmo diâmetro e mesmo código AWS, são considerados equivalentes, independentemente da diferença de desempenho que as diferentes marcas apresentam. • Rolamentos com o mesmo código AFBMA, são considerados equivalentes, ainda que cada um tenha uma capacidade de desalinhamento angular, rotação ou cargas, ligeiramente diferenciadas. 3. Não são fatores de diferenciação de “Materiais com Administração de Estoques” as propriedades dos produtos que não sejam requisitos mandatórios das aplicações, sem representação nas recomendações de normas técnicas ou nas especificações ou procedimentos das Unidades de Negócio (UNs). Requisitos exclusivamente estéticos, ou que excedam as prescrições das normas técnicas aplicáveis, não diferenciam itens de material. Quando desejáveis ou exigíveis, esses requisitos, de validade temporal, devem ser colocados nos documentos de aquisição, como observações aos itens de material. 4. Quando um Número de Peça do Fabricante (MPN no SAP-R/3 – antigo NP) é alterado para refletir um aperfeiçoamento do produto mas, ainda assim, esse produto continua sendo o recomendado para as mesmas aplicações anteriores, sua Referência Comercial deve ser cadastrada como mais uma equivalência do produto substituído. 4.1.Referências Comerciais de produtos aperfeiçoados (ou cujos MPNs foram substituídos pelas entidades que as estabeleceram) devem permanecer cadastradas como equivalências da Referências Comerciais mais atuais, até que não exista uma probabilidade significativa de se encontrarem componentes marcados com os MPNs substituídos nos componentes das plantas da Companhia. 5. Quando no ambiente da Companhia surge uma aplicação que exige requisitos mais restritivos do que aqueles delimitados pela especificação adotada para um Material com Administração de Estoques, o produto que satisfaça aos novos requisitos deve ser catalogado como um novo item de material, e não como uma equivalência do primeiro. 5.1. Nestes casos, as equivalências do item original, que satisfazem aos novos requisitos devem ter sua vinculação mudada para o novo “Material com Administração de Estoques” (equivalências do novo item, mais restritivo), de forma que um produto só pertença a um item de material.
  35. 35. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 104 6. Um produto que só possa ser considerado equivalente para as aplicações locais de uma UN, sem que atendam o que dispõe o item “1” não devem ser cadastradas como equivalências de um mesmo “Material com Administração de Estoques”. ______________________
  36. 36. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 105 Anexo 10 Descrições de Compra (Antigo CP- 06 10/10/2004) 1. FORMAÇÃO e OBJETIVO do TEXTO DADOS BÁSICOS 1.1. No Mestre de Materiais (MM) do SAP, a descrição completa, correspondente à Descrição de Compras do SUM, é registrada no “Texto de Dados Básicos”, que é acessado através de um botão no final da tela de “Dados Básicos 1” ou através do botão “Dados Adicionais” na parte superior das telas do MM. O “Texto Dados Básicos”, que deve estar de acordo com a norma N-2565 (Designação de Materiais em Documentos Técnicos), visa a competitividade das compras, a padronização da linguagem na Companhia, a redução de variedades, e a simplificação e integração dos processos de suprimento. Ele é formado por um programa automático, que roda à noite, cada vez que se altera o PDM (Classe do SAP) ou a classificação de um item de material. Esse programa ajunta os aspectos descritivos escolhidos na classificação do material com a “Referência Comercial” ou com o “Documento de Engenharia” que especifica o material (se existirem). O “Texto Pedido de Compras”, (da sétima tela do MM) tem o conteúdo do “Texto Dados Básicos” mas sem a Referências Comercial. Sua finalidade é compor documentos, quando um comprador desejar incluir itens de pedidos com uma ou várias Referências Comerciais diferentes. 1.2. O Texto Dados Básicos narra os aspectos do material, mais relevantes para: estabelecer e comunicar os requisitos que devem ser satisfeitos pelo material; compor contratos e outros documentos de compra; facilitar o reconhecimento físico dos materiais; 2. TIPOS de DESCRIÇÃO por TIPO DE MATERIAL 2.1. Materiais suficientemente normalizados, de múltiplos usos e fabricados em série, segundo normas reconhecidas internacionalmente, (tubos, válvulas e motores elétricos convencionais, lâmpadas, correias trapezoidais etc.) são particularizados por sua descrição técnica, baseada nas normas pertinentes, sem referenciar marcas de fabricantes. Essas descrições devem expressar todos os requisitos da aplicação e somente eles. Exemplos: Parafuso máquina; cabeça sextavada com ressalto (bolt); aço liga ASTM A193 gr.B7; cadmiado ASTM B766, cl 8, tp II; bicromatizado amarelo brilhante; tamanho 9,53mm (3/8 pol); rosca total ANSI/ASME B1.1; 16 UNC-2A comprimento 31,75mm (1 ¼ pol). Lâmpada halógena; formato tubular de 150mm; padrão IEC 357, tipo R; 500W; 220V Bentonita para fluido de perfuração; mín. 15 cP de viscosidade aparente; máx. de 14% de filtrado API RP13B; 4% de resíduo max. em peneira USS 200;14% de umidade máx.; limite de escoamento máx. de 30Nm Tubo de revestimento simples; aço carbono API 5CT J55; sem costura; rosca CS HYDRIL; caixa-pino; DE 7 5/8pol (drift 6,126pol) peso nominal 26,0lb/pé; comprimento 12m; recuperado conf. API 5CT, classe 5. 2.2. Materiais padronizados por fabricantes, que tenham múltiplas aplicações (chamados “peças”) e que sejam fabricados em série (relés, rolamentos, retentores, interruptores etc.) devem ser individualizados por uma “Referência Comercial” (marca e identificador utilizado pelo fabricante/fornecedor). Por isso, sua descrição deve ser
  37. 37. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 106 simples23 e dizer apenas das características essenciais para o reconhecimento do material e para o seu correto enquadramento fiscal. Exemplos: Válvula solenóide; 4 vias, 3 posições; conexão fêmea 3/8” NPT; 120 V; Tp 24 ASCO N8346A22, ou sucedâneo25 Acoplamento de transmissão; eixo flutuante; para eixo de 1,750 pol; comprimento máx. 103 pol;Tp FALK GF52 – IGF ou sucedâneo Broca de perfuração; cones com dentes insertados; tipo tricônica; DE 17 1/2pol; rosca 7 5/8 APIO REG; IADC 415; padrão SECURITY mod. XTO2C; tp HALLIBURTON 179870 ou sucedâneo . 2.3. Materiais especialmente projetados para compor um equipamento (partes de equipamentos, como: cabeçote de compressor, válvula de motor, parafusos especiais etc.) também são particularizados por uma “Referência Comercial” e sua descrição deve facilitar o reconhecimento físico do objeto e dizer o equipamento em que o material é aplicado26 . Exemplos: Mancal; radial; do lado do acoplamento; da turbina a vapor HAYWARD; modelo TS200; Tp.32658-3014-F-SA ou sucedâneo Placa; de circuito impresso; do transmissor de vazão; ENRAF; modelo UA-802-MH 3GV/W; Tp ENRAF 0802391 ou sucedâneo Mordente; tamanho 2 3/8 x 2 7/8pol; para elevador de manuseio de coluna; padrão BIRON JACKSON modelo RA; capacidade 150 ton; tp COTEMA 07-1548 ou sucedâneo. 2.4. Materiais “engenheirados”, fabricados sob projeto ou configurável por encomenda, (Placas promocionais, formulários empresariais, instrumentos complexos, máquinas, vasos de pressão e outros materiais particularizados por “Folha de Dados” ou por outro documento de especificação) são particularizados por um “Documento Técnico” (Desenho-DES; Especificação Técnica-ET; Requisição de Material-RM ou Folha de Dados- FD). Por isso, sua descrição também deve dizer apenas das características essenciais para o reconhecimento do material e para o seu correto enquadramento fiscal 27 . Exemplo: Compressor alternativo; para gás natural; API 618; acionador elétrico; 9000m3/h; 275 kW; Conforme FD 3530011223321PDG001 23 Quando existirem publicações técnicas ou comerciais, veiculadas pelo fornecedor, que declarem características ou desempenhos de seus produtos, estas informações, por força do Código de Defesa do Consumidor, incorporam-se aos contratos, tornando-se dispensável incluí-las na descrição de compra. 24 O SAP ajunta ao “Texto Dados Básicos” a Referência Comercial gravada na visão de “Compras” do MM, antecedida da abreviatura do termo “Tipo” para enfraquecer o direcionamento que a Referência Comercial empresta à indicação da marca, já que, em alguns casos, pode haver um outro produto que satisfaça a necessidade. 25 A expressão “ou sucedâneo” é incluída para validar produtos “equivalentes” cujo “part number” foi substituído; ou produtos do mesmo fornecedor que sucederam produtos descontinuados; ou ainda, produtos de outro fabricante, que “por terem mais ou menos as mesmas propriedades, podem substituir o produto designado” – verbetes do dicionário Aurélio. 26 Essa demanda visa possibilitar o correto enquadramento fiscal. 27 O SAP ajunta ao “Texto Dados Básicos” o identificador do documento técnico de especificação gravado na visão “Dados Básicos 2”, antecedida do termo “Conforme”; seguido do tipo de documento (ET, DES, FD, RM etc) e do código identificador do documento. Em geral, esse código tem os caracteres de separação (- ; . ; / ; e espaços em branco) suprimidos, pois esse campo, no SAP, só dispõe de 22 caracteres. Nesses casos, o documento técnico mencionado torna-se um apêndice da descrição.
  38. 38. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 107 Plataforma metálica; 0,987 t; Conforme DES 3110031223140CEC001. Umbilical submarino; para produção de petróleo; API Spec 17E; tipo eletro-hidráulico; para sinal de controle; condição dinâmica (riser); conectado a plataforma semi- submersível; para lâmina d’água de até 1500m; 9 mangueiras de 3/8pol; pressão máx. 5.000psi; cabo elétrico 3 pares de 2,5mm2; conforme RM 3534.00-6500-290PGP005. 2.5. Materiais nacionalizados28 (réplicas de componentes de equipamentos, tais como rotores, defletores, resistores e outros itens copiados de componentes originais) enquadram-se em duas situações: 1ª - Quando a réplica não atender aos mesmos requisitos dimensionais e funcionais do componente original (ou se não houver certeza de que ela seja intercambiável com o componente original) deve-se cadastrá-lo como um “item Pai”29. Neste caso, deve-se indicar na tela de “Dados Básicos 2” o documento que particulariza o material30. Exemplo: Defletor; de saída; do alimentador; da peneira vibratória VILLARES PV-22; Conforme DES DIMAN M914-001; Tp. VILLARES 3.3331-MODIFICADO ou sucedâneo 8. 2ª - Se o item nacionalizado for indubitavelmente intercambiável com o componente original, ele deve ser cadastrado como um item “Filho”, devidamente associado ao componente original. Nesse caso, o texto descritivo será importado do item “Pai”, mas com a Referência Comercial do item “Filho”, que terá uma forma especial, na qual o “Fabricante” será o “Centro” correspondente à sua Unidade de Negócio representado pelo código numérico que o identifica. E o “Part number” será o número do desenho. Exemplo: Anel; de desgaste; da bomba DAVID BROWN 3x6x9 A/E MSD; Tp. 1050 REDUC- M-017-297 ou sucedâneo. ___________________ 28 Em geral, esses materiais são especificadas por desenhos das UNs, e podem ou não ser intercambiáveis com os componentes originais por incorporarem aperfeiçoamentos ou modificações, dependendo da solução em cada UN. 29 Um item de material pode ser suprido por produtos equivalentes provenientes de diferentes fabricantes. No SAP um item ao qual estão hierarquicamente vinculados vários produtos equivalentes é apelidado de item “Pai” e os produtos subordinados a ele de itens “Filho”. O item “Pai” é cadastrado como no SAP como “Material de Consumo/Manutenção” e caracterizado pelo seu Número de Material-NM do tipo “10.XXX.XXX”. O item “Filho” é cadastrado no SAP como “Peça de Fabricante” e caracterizado pelo NM do tipo “30.XXX.XXX”. 30 Se não se quer perder a associação entre o componente nacionalizado e o componente original, pode-se colocar uma Referência Comercial fictícia, no mesmo item “Pai”. Essa Referência Comercial deve ser formada pelo Número de Peça (NP) antigo, seguido da expressão “MODIFICADO” colocado no campo “Número de Peça do Fabricante”, e pelo código identificador do Centro (Ex. 5262 para Terminal de Araucária; 1470 para SIX etc.), no campo “Fabricante”.
  39. 39. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 108 Anexo 11 Formulação dos Textos Breves (Antigo CP- 09 10/10/2004) 1. Textos Breves são descrições31 sumárias utilizados na identificação de todos os itens de material catalogados no SAP-R/3. Eles possuem, no máximo, 40 caracteres e são utilizados em conjunto com os códigos numéricos que identificam o material (Número de Material –NM– antigo CM) com o propósito de: 1.1. Dar um significado ao NM, comunicando características essenciais à aplicação ou ao reconhecimento físico dos itens ou Famílias de Material; 1.2. Compor documentos com pouca disponibilidade de espaço (faturas, listagens, etiquetas, telas de computador etc); 1.3. Servir como campo de pesquisa visual ou mecanizada em universos restritos; 1.4. Servir como descrição de compra quando houver pré-contratos ou quando o fornecedor é exclusivo. 2. O conteúdo do Texto Breve é formado, automaticamente, por uma seleção dos descritores mais relevantes do Padrão de Descrição de Materiais (PDM)32 correspondente, com uma grafia abreviada. Os descritores selecionados e a forma de expressá-los são estabelecidas por gabaritos de Textos Breves que se constituem apêndices dos PDMs. 2.1. Nos Textos breves que designam materiais, essa descrição curta é formada pelos descritores das características com visão de aplicação “I” (exclusiva para materiais) e “IF” (comum a materiais e Famílias). Nos Textos Breves que designam Famílias, ele é formado pelos descritores “IF” e “F” (exclusivo das Famílias). Desde que os “valores das características” (opções descritivas) tenham sido “traduzidos” e colocados no campo do idioma “Z1” (Português abreviado). 3. Os descritores escolhidos para compor os Textos Breves devem ser: a) o Nome Simplificado33 do material; b) as características que tratam dos aspectos que mais freqüentemente são insubstituíveis nas aplicações de cada espécie de material (diâmetro, número de vias, classe de pressão ou tensão, equipamento do qual é parte etc.); c) Os valores das características com visão “F” e “FI”; d) subsidiariamente, também devem ser considerados os descritores mais relevantes para o reconhecimento físico do material. 3.1. Da mesma forma que na Descrição Completa, os requisitos mais essenciais devem se concentrar na parte inicial do Texto Breve; 3.2. Quando a Classe é do tipo “MATNOME” (a Denominação da Classe refere-se a um mesmo gênero de material e é herdada por todas as descrições de material e de Família do respectivo PDM), essa denominação também deve ser traduzida para o idioma “Z1” para compor o Texto Breve. 31 Descritor - Palavra, código ou expressão utilizada para representar um determinado conceito utilizado na descrição de materiais. 32 Vide Estudo CP-02 – Elaboração de Padrões Descritivos para Materiais no SAP-R/3 33 Nome Simplificado é o termo ou termos que contêm o núcleo do conceito expresso pelo Nome Padronizado do Material. Sendo que, a depender do PDM, pode ser a designação de uma mercadoria no UNSPSC, o Nome Padronizado ou a junção do Nome Básico com o Nome Modificador.
  40. 40. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 109 4. Para reduzir o tamanho do Texto Breve utilizam-se as seguintes regras de sintaxe ou estilo: 4.1. Devem ser suprimidos descritores ou termos cujo conceito esteja implícito num conceito mais restritivo ou que se tornem intuitivos no contexto; 4.2. Sempre que possível, devem ser suprimidas as preposições. Quando forem essenciais, as preposições “sem”, “com” e “para” devem ser substituídas respectivamente por “s/”, “c/” e “p/”. Quando for necessário negar uma propriedade, pode-se usar “n/” , como em “n/magnético”. 4.3. O Primeiro nome do Texto Breve não deve ser abreviado. 4.4. Quando necessário, devem ser utilizadas abreviaturas, acrônimos34 e siglas reconhecidos no ambiente de negócios em que os Textos Breves são utilizados. As principais simbologias utilizadas são35: # Pounds per Square Inches (psi); Número ou Bitola AC Aço Carbono AEC Ambas as Extremidades Chanfradas AEP Ambas as Extremidades Planas AER Ambas as Extremidades Roscadas AFO Aço Forjado AFU Aço Fundido AI Aço Inoxidável Al Alumínio AL Aço Liga ANM Árvore de Natal Molhada ANS Árvore de Natal Seca BB Bolsa e Bolsa BCS Bomba Centrífuga Submersa BCP Bomba de Cavidade Progressiva BZ Bronze CA Castelo Aparafusado ou Corrente Alternada CC Com Costura ou Corrente Contínua CL Classe CR Castelo Roscado DE Diâmetro Externo ou Desenho DI Diâmetro Interno DN Diâmetro Nominal ES Encaixe para Solda FD Folha de Dados FF Ferro Fundido FJA Face para Junta de Anel (Ring Type Joint) FLG Flange (ado) FM Ferro Maleável FR Face com Ressalto (Raised Face) GR Grau HARE Haste Ascendente com Rosca Externa IPU Integral Pipe Umbilical JA Junta de Anel JE Junta de Expansão JGS Junta elástica para tubo de fero fundido 34 Acrônimo – Palavra formada pelas primeiras letras ou sílabas de uma expressão 35 Quase todos os inicialismos desta lista provêm da norma Petrobtras N-75
  41. 41. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 110 LT Latão MO Monel PE Termoplástico à base de polietileno PEAD Termoplástico à base de polietileno de alta dencidade PELBD Termoplástico à base de polietileno de baixa dencidade P&B Ponta e bolsa P&P Ponta e Ponta P&FLG Ponta e flange PP Polipropileno PSV Válvula de Segurança PRFV Plástico reforçado com fibra de vidro PTFE Termoplástico à base de politetrafluoretileno PVC Termoplástico à base de policloreto de vinila RO Roscado SAO Separador de Água e Óleo SDCD Sistema Digital de Controle Distribuído SO Sobreposto ST Solda de Topo STD Norma (Standard) TI Titânio UEC Uma das Extremidades Chanfradas UEP Uma das Extremidades Planas UER Uma das Extremidades Roscadas VAC Ventilação e Ar Condicionado VAN Válvula Angular VBO Válvula Borboleta VES Válvula Esfera VGA Válvula Gaveta VGL Válvula Globo VMA Válvula Macho VRE Válvula de Retenção WOG Water, Oil and Gas XS Extra Strong XXS Double Extra Strong 5. Considerando a possibilidade de uso dessas descrições nos processos com intercâmbio eletrônico de dados (EDI), deve-se evitar os caracteres que representam grau (O ), o sinal de somar (+), o sinal de dois pontos (:). Os caracteres acentuados, com cedilha devem ser utilizados normalmente. 6. Tendo em vista a uniformidade do estilo, a melhor leiturabilidade e o entendimento dos textos breves, estes devem, sempre que possível, ser formulados com uma concordância e sintaxe mais próxima possível da linguagem natural e das regras da ortografia oficial.
  42. 42. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 111 Anexo 12 Nomes dos Materiais (Antigo CP- 04 10/10/2004) 1. Os Nomes Padronizados, escolhidos para designar as espécies36 de material, devem delimitar um conjunto de variedades de material, de forma semelhante ao conjunto delimitado pela mesma “mercadoria”37 da Universal Standard Products and Services Classification (UNSPSC). 1.1. Esse critério só não se aplica quando uma Mercadoria do UNSPSC é um agrupamento de várias espécies de material. 2. Na determinação do Nome Padronizado em idioma Nacional deve ser utilizada, preferencialmente, a terminologia das normas técnicas da Petrobras e da ABNT. 2.1. Não existindo normas para o material que se quer denominar, deve-se usar a terminologia da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias; Nomenclatura de Valor Aduaneiro e Estatística ou a existente em glossários terminológicos, dicionários e enciclopédias. Em último caso, adota-se uma versão de nomes usados em normas estrangeiras ou consolida-se a terminologia usada nos catálogos dos fornecedores nacionais mais importantes. 3. O Nome Padronizado pode ser formado somente por um termo (ex.: “cimento”, “amarra”, “disjuntor”), ou por um termo básico mais um ou vários modificadores. Por exemplo: • Ácido sulfônico • Cabo elétrico • Válvula termostática • Aparelho de raio X para soldas • Transmissor de temperatura • Sulfato de sódio tetrahidratado • Base-guia para perfuração marítima 4. Quando for necessário diferenciar um Nome, acrescentando-lhe um modificador, todos os demais Nomes Padronizados ou Coloquiais iniciados pelo mesmo Nome devem possuir um termo ou expressão modificadora (por ex.: compactador de lixo; compactador para papel; compactador de latas), de forma que os Nomes Padronizados sejam mutuamente exclusivos, isto é, representem conjuntos disjuntos (não podem coexistir, por exemplo, “filtro” e “filtro ótico”). 4.1. Os termos modificadores utilizados para diferenciar um mesmo nome básico devem, sempre que possível, representar conceitos de uma mesma natureza (não devem coexistir: “compressor alternativo” e “compressor de gás”, mas sim “compressor de ar” e “compressor de gás”). 5. O Nome Padronizado deve conter termos que sintetizem um conceito associável a uma única Mercadoria do UNSPSC e a uma única Classe do Módulo de Classificação de Materiais do SAP-R/338. Para isso, pode ser necessário acrescentar adendos que apontem para essa classe. Por exemplo: 36 Espécie é um conjunto de materiais com um mesmo objetivo funcional, e designadas por um mesmo Nome Padronizado. 37 Mercadoria é o último nível da hierarquia de classificação do UNSPSC (Segmento > Família > Classe > Mercadoria). Em geral a Mercadoria corresponde a apenas uma espécie de material, mas, em alguns casos, uma mercadoria do UNSPSC é um conjunto mais genérico que abrange várias espécies de material. 38 A hierarquia de classes do SAP-R/3 é uma adaptação da UNSPSC, com algumas supressões e alguns desdobramentos, conforme Estudo CP-01, item 5.
  43. 43. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 112 • “Anel de segmento para compressor”, da Classe 40151610 tem o modificador “para compressor” para diferenciar do “Anel de segmento para motor” da Classe 26101727 6. O Nome Padronizado pode ter até 40 caracteres. 7. O Nome Padronizado deve ser utilizado no singular, a menos que só exista a forma plural para esse nome (exemplos: óculos, patins). 8. Na formação do Nome Padronizado com mais de uma palavra devem ser empregadas as preposições necessárias à interligação dos seus termos, com sua acepção mais precisa. Caso seja imprescindível reduzir os nomes por limitação de espaço, as preposições só podem ser dispensadas se não forem necessárias para evitar duplicidade de sentido (exemplo: resfriador de ar e resfriador a ar). 9. Unidades de comercialização (exemplos: grosa, par, resma) e tipos de embalagem (exemplos: caixa, carretel) não podem ser usadas no Nome Padronizado. 10. Na formação do Nome Padronizado, não podem ser utilizados termos que expressam conceitos genéricos ou coletividades de espécies. Por ex.: veículo (usar automóvel, caminhão); vestuário (usar camisa, calça); mobiliário (usar mesa , cadeira) ; acessório ou sobressalente (usar o nome funcional de cada elemento). 11. Termos concisos que expressam conceitos específicos devem ser preferidos em lugar de expressões analíticas (ex.: calculadora, no lugar de máquina de calcular; condicionador de ar, no lugar de aparelho de ar condicionado; controlador de sobre-velocidade, no lugar de dispositivo de controle de sobre-velocidade; medidor, em lugar de aparelho de medição). 11.1. Os termos máquina e aparelho só devem ser utilizados quando não for possível a designação pela ação que o item produz. Por exemplo, usa-se máquina de escrever; máquina de costura; aparelho de raio X; aparelho de oxigenoterapia. 11.2. Os compostos ou preparados químicos especificados ou padronizados por uma norma reconhecida internacionalmente (ACS, ASTM, IADC, API, etc) devem ser designados em português pelos mesmos nomes utilizados nas respectivas normas (ácidos, silicatos, hidróxidos, óxidos etc.). Os compostos ou preparados não normalizados devem ser designados pela sua função (inibidor de corrosão, dispersante, coagulante, bactericida etc.). Nesses casos, deve ser utilizada a terminologia das normas da Petrobrás ou a utilizada na bibliografia competente. 11.3. Os termos ferramenta e dispositivo só devem ser utilizados para designar um mecanismo ou peça com uma função especial, para a qual não exista um termo específico (ex.: ferramenta de estampagem; dispositivo de partida para motor de indução). 11.4. Os termos sistema, unidade e grupo podem ser usados para designar um conjunto de partes e equipamentos interligados para produzir um resultado prático (exemplos: sistema de ar condicionado, que é um conjunto de unidades frigogênicas, dutos, grelhas, controles etc.; unidade de ar comprimido; unidade hidráulica; grupo destilatório). 11.5. O termo instrumento deve sempre ser substituído pelo termo designativo da função do material, como medidor, registrador, limitador. 11.6. O termo estação só deve ser utilizado quando for efetivamente empregado para designar o material e não for possível o uso de expressões sintéticas (ex.: estação de tratamento de efluentes). 11.7. O termo kit é usado para designar um conjunto de acessórios permutáveis, utilizado para obter um determinado efeito em um equipamento que ofereça múltiplas possibilidades (ex.: kit de conversão para gás natural; kit para calibração de explosímetro).
  44. 44. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 113 11.8. O termo reparo é usado para designar um conjunto heterogêneo de pequenas partes e peças, comercializadas em conjunto e utilizadas para fazer manutenção em equipamentos (ex.: reparo de carburador). 11.9. O termo conjunto só deve ser usado para designar um material composto por dois ou mais elementos diferentes, que não componham um aparelho (por ex.: conjunto eixo-rotor; conjunto camisa-pistão). 11.10. O termo jogo é usado para designar um conjunto de materiais diferentes, mas de mesmo gênero, comercializados conjuntamente (por ex.: jogo de lonas de freio). 11.11. O termo Sistema deve ser utilizado para designar um grupo interligado e interdependente de componentes que desempenham uma função útil a um processo produtivo ou de controle. Esses componentes podem ser subsistemas, equipamentos ou dispositivos, e são interligados por condutores, radiosinal e/ou software. 11.12. O termo Estação deve ser utilizado para designar um agrupamento de equipamentos, sistemas, instrumentos ou reservatórios que desempenham um conjunto de funções independentes, e onde fluidos ou objetos são mantidos temporariamente para serem condicionados. 11.13. O termo Unidade deve ser utilizado para designar um conjunto de sistemas, equipamentos, instrumentos ou facilidades, que é projetado ou adquirido ou comercializado em conjunto. 11.14. O termo material, produto e consumível não devem compor Nomes Padronizados. 12. O Nome Padronizado deve ser grafado por extenso ( ex.: líquido gerador de espuma), evitando-se inicialismos (ex.: LGE). 13. O Nome Padronizado deve ser grafado com a primeira letra maiúscula, as demais minúsculas e com todos os acentos e cedilha, próprios no idioma Nacional. 14. Os Nomes Padronizados, das Classes que abrangem mais do que uma espécie de material, constituem-se “valores” da primeira “característica” de um Padrão de Descrição de Materiais. Nesses casos, cada Nome Padronizado também deve ser cadastrado como “Palavra-Chave” da Classe, e, no PDM, deverá ser resumido a apenas 30 caracteres. 15. Quando existirem regionalismos, anglicismos ou mais do que um nome para representar o mesmo conceito expresso pelo Nome Padronizado, esses nomes devem ser associados à Classe como Nomes Coloquiais, constituindo-se “Palavras-chave” para classificar o material. Os Nomes Coloquiais também podem ter até 40 caracteres. _____________________
  45. 45. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 114 ANEXO-14 CLASSIFICAÇÃO FISCAL DE MERCADORIAS 1) A Classificação Fiscal de uma mercadoria consiste em enquadrá-la numa das categorias da Nomenclatura Comum do MERCOSUL (NCM)39 conforme a sua espécie, natureza e função. Cada categoria é representada por um código de 8 dígitos, doravante denominado NCM do material. 1.1) O NCM é gravado no campo “Code de controle” da visão “Com.ext.: importação” do Mestre de Materiais do SAP (MM), como mostrado na figura 1. 1.2) O NCM é um dado de “Centro” (alimentação descentralizada), preenchido: a) pela replicação semi-automática dos NCMs cadastradas nos “Pedidos” ou “Contratos” entrados no SAP, a partir das propostas dos fornecedores; b) pela importação do NCM de referência gravado no “Centro Corporativo” (0900)40 ; c) pela alimentação pontual do dado, sempre que for oportuno ou necessário, a fim de completar o catálogo ou resolver alguma contradição entre o NCM do MM e o NCM de algum pedido ou contrato. 1.3) O mesmo ABAP que grava o NCM de Pedidos ou Contratos no MM emitirá um relatório de contradições que deverão ser tratadas localmente. Em âmbito corporativo, as contradições entre os registros locais e destes com 39 Numa visão mais ampla, a Classificação Fiscal incluiria também o enquadramento em exceções fiscais do IPI e do II, na NVE, na TSP, na NBM ou outras nomenclaturas, conforme o material e a transação que estiver sendo preparada. 40 O NCM do Centro 0900 será povoado em massa com NCMs incontroversos e com classificações provenientes de fontes selecionadas que tenham sido submetidas a cruzamentos e análises que lhe confiram alta confiabilidade. Ainda assim, esses dados serão confrontados permanentemente com as listagens de divergências obtidas em 1.3.
  46. 46. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 115 os do “Centro 0900” serão levantados de forma sistemática e tratados centralizadamente, na Sede da Companhia. 2) A Nomenclatura Comum do Mercosul– é o desdobramento e adaptação da nomenclatura do Sistema Harmonizado (SH) para os países do MERCOSUL, resultado da integração econômica entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, que precisaram de um regime tarifário comum (TEC), a ser praticado pelos integrantes desse bloco no comércio extra-bloco. 3) O Sistema Harmonizado de Designação e Codificação de Mercadorias (SH)– Compreende uma forma mundializada de categorizar, designar e codificar os bens comercializados. Ela é adotada por mais de 170 países ou territórios, sendo estrutura em 3 níveis hierárquicos, com mais de 5000 categorias representadas por códigos com seis dígitos. A estrutura do SH compreende: Capítulos (96, agrupados em 21 Seções, representados por 2 dígitos) e Posições (1241, representadas pelos primeiros 4 dígitos do código) Subposições (simples ou compostas - de um e dois travessões - 5° e 6° dígitos), Ex.:, “Válvula de retenção” pertence à subposição 8481.30. Capítulo: REATORES, CALDEIRAS, EQUIPAM. MECÂNICOS E SUAS PARTES 8 4 8 1. 3 0. VÁLVULAS DE RETENÇÃO Posição: TORNEIRAS, VÁLVULAS O SH compreende ainda: Notas explicativas de Seção (os capítulos estão ordenados em XXI Seções) , Notas explicativas de Capítulo e Notas explicativas de Subposição, bem como as Regras Gerais para interpretação do SH e as Notas Complementares da NBM relativas a itens e subitens desmembrados. 4) A Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) – inclui a estrutura do SH acrescida de uma subdivisão em item e subitem, a fim de satisfazer todos os Países membros. Essa estrutura fica então com cinco níveis hierárquicos, representados por 8 dígitos. Sendo que, o sétimo dígito representa o item, e o oitavo, o subitem da classificação. Quando não ocorrerem essas subdivisões, esses dígitos são substituídos por zeros. Veja os exemplos abaixo:
  47. 47. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 116 1) VÁLVULAS PARA ESCOAMENTO DE PIAS DE COZINHAS OU BANHEIROS Capítulo 84: REATORES, CALDEIRAS, EQUIPAM. MECÂNICOS E SUAS PARTES Posição 8481: TORNEIRAS, VÁLVULAS Subposição Composta 80: OUTROS DISPOSITIVOS Item 1: DO TIPO PARA BANHEIRO OU COZINHA Subitem 1: VÁLVULAS PARA ESCOAMENTO 8 4 8 1. 8 0. 1 1 2) TUBO DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO, AÇO CARBONO 2 3/8 POL Capítulo 73 : OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO Posição 7304 : TUBOS E PERFIS OCOS, SEM COSTURA, DE FERRO OU AÇO Subposição Composta 29: OUTROS Item 3: DE OUTRAS LIGAS DE AÇO NÃO REVESTIDOS Subitem 1: DE DIÂMETRO EXTERIOR INFERIOR OU IGUAL A 229MM 73 04 . 29 . 3 1 3) TUBO DE PRODUÇÃO DE PETRÓLEO, AÇO CARBONO 2 3/8 POL Capítulo 84 : OBRAS DE FERRO FUNDIDO, FERRO OU AÇO Posição 8481 : TORNEIRAS, VÁLVULAS Subposição Composta 10: ÁRVORE DE NATAL Item e subitem “0” : NÃO HÁ SUBDIVISÃO PARA A SUBPOSIÇÃO. 84 81 . 1 0 . 0 0 A hierarquia entre os níveis mais inferiores e os níveis superiores implica em relações de inclusão e exclusão, nas quais a designação “outros” refere-se a tudo o que não foi nomeado nas posições ou itens de um mesmo nível, mas que esteja incluído no nível hierárquico imediatamente acima.
  48. 48. RECP-CLF - CATALOGAÇÃO DE MATERIAIS Jan/2005 117 5) A NCM é utilizada para estruturar informações de caráter fiscal e tributário. Dentre essas estruturas, estão a TEC (Tarifa Externa Comum), a TIPI (Tabela de Incidência do IPI) e a NVE (Nomenclatura de Valor Aduaneiro e Estatística) e os RICMS (Regulamentos do ICMS dos Estados) com suas alíquotas, excepcionalidades tributárias e procedimentos específicos41 . Por isso, o NCM é utilizado no SAP para elaboração dos cenários tributários que servirão para cálculo do preço dos materiais a partir do preço limpo (sem o II, IPI e ICMS), cadastrado com os “Contratos” e “Pedidos”. Ela também é utilizada nos processos de pagamento, para definir a parcela (determinada por Lei 10.833 de 29/12/2003) a ser retida dos fornecedores, como antecipação pelo pagamento do PIS/COFINS. 6) Outras nomenclaturas, também derivadas do SH, têm presença mais restrita no Brasil (algumas vêm nos documentos de importação da UE ou EUA), ou são mencionadas em Leis e Normas mais antigas. São elas: a) A Nomenclatura Brasileira de Mercadorias (NBM) – é o desdobramento brasileiro da nomenclatura do SH, adaptada e atualizada pelo Comitê Brasileiro de Nomenclatura do Ministério da Fazenda que subdividiu as subposições do SH em itens e subitens, para obter maior detalhamento das mercadorias. De forma que ela é facilmente reconhecível por possuir 10 dígitos em vez dos 6 do SH. O NBM possui cinco níveis hierárquicos, mas foi substituído pelo NCM. b) A Nomenclatura da Associação Latino-Americana de Integração (NALADI- SH)42 – é o desdobramento e adaptação da nomenclatura do SH para os países que compõem a ALADI. Ela é representada por oito dígitos (dos quais os seis primeiros correspondem ao SH), estando associada a preferências e acordos tarifários, realizados no âmbito latino-americano. c) A Nomenclatura UE – é o desdobramento e adaptação da nomenclatura do SH expressa em 7 idiomas (português, alemão, inglês, espanhol, francês, italiano e holandês) para os países que compõem aquele bloco econômico. Nessa nomenclatura de 6 dígitos, os códigos coincidem com o SH. d) A Nomenclatura USA – é o desdobramento e adaptação da nomenclatura do SH para os EUA e territórios associados. Nessa nomenclatura foram 41 Por exemplo: a) “Ex” da TIPI (representadas por um código de dois dígitos) eleva ou reduz o IPI para subdivisões da classificação NCM que não afetam outros Estados membros do MERCOSUL (Ex., o Ex 01 – Geradores fotoelétricos do NCM 8501.32.20 que compreende todos os geradores de de corrente contínua de 750W a 75kW). b) “Ex” do II identificadas por três dígitos numéricos, que assinalam bens de capital ou seus componentes (BK) ou bens de informática e telecomunicações e suas partes e peças (BIT), sem produção nacional, e que terão redução na alíquota do Imposto de Importação (Ex. o “Ex” 002 –Disco rígido de 2 ½” (Winchester) para microcomputadores, do NCM 8471.70.12 – que inclui todos os discos magnéticos rígidos com cabeça, para armazenagem de dados). c) A Nomenclatura de Valor Aduaneiro e Estatística (NVE), representada por dois caracteres alfabéticos(atributo intrínseco ou extrínseco) e quatro numéricos (valor do atributo), e que serve para identificar mercadorias submetidas a controles aduaneiros especiais (Ex. AA0002, para pneus aro 13, 145- 80 e e AB0002 para pneus oriundos da Europa da NBM 4011.10.00 – Pneus para automóveis). d) Excepcionalidades tributárias relativa ao ICMS também são associadas à NCM. Elas podem afetar as alíquotas e as bases de cálculo desse tributo, dependendo de políticas estaduais e de regimes especiais que podem estar vinculados à origem, destino, uso ou ao próprio fornecedor . 42 Existe ainda o NALADI-NCCA, mais antigo e ainda vigente em alguns acordos com países da antiga ALALC.

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