Processo do Meridiano de Greenwich

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Leitura do livro “A Espiral Dourada” dos autores: Luís Tirapicos, Nuno Crato e Carlos Pereira dos Santos.

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Processo do Meridiano de Greenwich

  1. 1. Escola Estadual Professor João Cruz Assunto: Leitura do livro “A Espiral Dourada” dos autores: Luís Tirapicos, Nuno Crato e Carlos Pereira dos Santos. Tema: Processo do Meridiano de Greenwich. Nome: Ana Letícia Faria nº 02 Série: 3EMB Professores: Carlos Ossamu Cardoso Narita e Ms Maria Piedade Teodoro da Silva Disciplina: Matemática e Língua Portuguesa Jacareí, 17 de novembro de 2015
  2. 2. Sumário I Introdução .............................................................................................................................1 II Desenvolvimento do tema ..............................................................................................2 III Considerações finais........................................................................................................3 IV Referências bibliográficas..............................................................................................4
  3. 3. I Introdução O livro sugerido para leitura foi o livro “A Espiral Dourada” dos autores: Nuno Crato, Luís Tirapicos e Carlos Pereira dos Santos. O livro é uma viagem fascinante pela astronomia e pela matemática. Um livro que separa a verdade da ficção nas referências científicas d' O Código Da Vinci. Explica-se como Vênus pode desenhar no céu uma estrela de cinco pontas, e para que servia a meridiana da Igreja de St. Sulpice. Fala-se da verdadeira conspiração científica de um cura e de um matemático, que aí se reuniam. Explica- se o que é a Linha da Rosa, como se mede o tempo solar e por que razão os comboios destronaram os meridianos de Paris e de Lisboa. Trata-se de códigos matemáticos, de máquinas de transmitir segredos, da cifra de César e do criptex de Leonardo. Discutem-se os gnômones dos relógios de Sol e os gnômones geométricos. Fala-se de Fibonacci e de Euclides. Desvenda-se o número de ouro e mostra-se como este traça uma curva tão perfeita que os matemáticos lhe chamaram a espiral dourada. O livro é uma viagem matemática que faz com que os leitores reflitam e sejam curiosos. Entretanto. focaremos no Meridiano de Greenwich e nas seguintes perguntas do livro: Por quê foi escolhido o meridiano de Greenwich? E para quê? e, O que Greenwich se tornou no decorrer do tempo para o mundo? Conheceremos um pouco dos autores: NUNO CRATO é professor de Matemática no Instituto Superior de Economia e Gestão, em Lisboa. A par da sua atividade de investigação e docência, dedica-se à divulgação científica na imprensa e em programas televisivos e radiofónicos. Em 2003, venceu o primeiro prêmio de divulgação da Sociedade Europeia de Matemática. CARLOS PEREIRA DOS SANTOS é professor de Matemática no Instituto Superior de Educação e Ciências, em Lisboa. Tem desenvolvido trabalho variado na área do ensino da matemática e é mestre internacional de xadrez. LUÍS TIRAPICOS é jornalista e escritor científico freelancer. Entre 1998 e 2003 trabalhou em museologia no Visionarium, em Santa Maria da Feira. Colabora regularmente na imprensa e investiga em arqueoastronomo.
  4. 4. II O QUE ESTÁ POR TRÁS DO MERDIANO DE GREENWICH ‘ A origem da palavra “meridiano” significa círculo que passa pelos pólos da esfera celeste, bem como pelo zênite de um determinado ponto. Já Greenwich vem do inglês, que significa “Porto verde” O meridiano de Greenwich é é uma linha imaginária que passa por cima da cidade de Greenwich, o único que tem o próprio nome, por mais que fossem discutidos milhares de vezes qual meridiano seria o escolhido, foi decidido que Greenwich seria o meridiano, pois, na época, a Inglaterra exercia forte poder no mundo, além de, era definido tendo seu reconhecimento como referência em razão de sua aceitação em âmbito global. O sistema de fusos horários foi proposto na Conferência Internacional do Meridiano, realizada em Washington, em 1884, no dia 13 de outubro.Tornou-se Greenwich como ponto de referência para determinação dos fusos horários. Até aquele ano, não existia um padrão mundial para os horários, de tal modo, a hora e local de um determinado país era determinada sem relacionar sua posição geográfica com o dia solar. Por exemplo: se, na Rússia, algo estivesse marcado para o meio-dia, um habitante dos Estados Unidos não teria a menor ideia do momento exato daquele evento. Função do Meridiano de Greenwich A função do Meridiano de Greenwich é servir como referência para o cálculo de distâncias (Longitude) e estabelecer o fuso horário de cada região, correspondente a uma faixa de quinze graus de largura. Cada fuso corresponde a uma faixa de 15º entre dois meridianos. Por isso o meridiano de Greenwich foi escolhido para ser a linha mediana do fuso zero. Passando-se um meridiano pela linha mediana de cada fuso. Enumeram-se 12 fusos para leste e 12 fusos para oeste do fuso zero, obtendo- se, assim, os 24 fusos e o sistema de zonas de horas. Para cada fuso a leste do fuso zero, soma-se 1 hora, e, para cada fuso a oeste do fuso zero, subtrai-se 1 hora.
  5. 5. Ele é representado nos mapas cartográficos por uma reta no sentido norte-sul o qual cruza sete países (Espanha, França e Reino Unido, Gana, Burkina, Faso, Mali e Argélia) e dois continentes. Por conseguinte, essa linha longitudinal recebe este nome, pois está localizada no distrito de Greenwich, às margens sul do rio Tâmisa, região leste de Londres, mais precisamente sobre o “Observatório Real de Greenwich”. Esta cidade, de nome anglo-saxão (Greenwich ou Grenewic significa “lugar verde para vacas”), se tornou referência mundial em pesquisas astronômicas desde a fundação do referido observatório, em agosto de 1675, quando a Instituição passou a se dedicar às pesquisas acerca das distâncias longitudinais para calcular os fusos horários. Pessoas de renome passaram por lá, como Edmond Halley (1656- 1742), pesquisador do famoso cometa que leva seu nome.
  6. 6. III Considerações Finais Linha vertical imaginária que divide o planeta entre Oriente e Ocidente, o meridiano de Greenwich foi estabelecido através de um acordo mundial realizado em 1884 na cidade de Washington, nos Estados Unidos. O objetivo era estabelecer uma padronização de horários e datas em todo o mundo. Funcionou. O meridiano de Greenwich é hoje referência na definição de tempo e amplamente aceito em âmbito global, sendo responsável pela determinação dos fusos horários em todo o mundo. Apesar dessa aceitação, há décadas o horário GMT não gerencia mais os relógios do planeta. O Greenwich Mean Time continua sendo a hora oficial da Grã-Bretanha e ainda é utilizado amplamente no mundo como referência. Ele "corta" o mundo ao meio: para oeste, o fuso horário é negativo (caso do Brasil, cujo horário em Brasília é GMT-03); para leste, será positivo. Essa definição de tempo é alterada conforme é instituído o horário de verão.
  7. 7. IV Referências Bibliográficas  http://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/ha-129-anos-meridiano-de- greenwich-dividia-o-mundo-entre-ocidente-e- oriente,98d650fef98a1410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html  https://pt.wikipedia.org/wiki/Meridiano_de_Greenwich  http://www.infoescola.com/geografia/meridiano-de-greenwich/  http://www.todamateria.com.br/meridiano-de-greenwich/  http://www.brasilescola.com/geografia/fuso-horario.htm  http://origemdapalavra.com.br/site/palavras/meridiano/  http://origemdapalavra.com.br/site/palavras/greenwich/

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